Domingo, 8 de Fevereiro de 2009

PREDADORES DA HUMANIDADE

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"A Magia das Alturas" de Gwyneth Cravens: um livro de 1979, ficção com alguma pesquisa por trás.

Aí vai um trechinho:
 
Oh, eu sei o que você deseja perguntar — disse Izquierdo. Só que no momento não pode fazê-lo. Sim, o poder pode vir ter àqueles que mentem e magoam as pessoas. O poder nada tem a ver com o fato de se ser bom ou mau. Mas o poder surge para alguns de um modo torcido, cruel, que eventualmente os mata. Há uma história, não sei se verdadeira ou não, sobre um reino ao sul que era governado por triângulos de sacerdotes cruéis. Mas o verdadeiro governante era a morte. Os clérigos instigavam o povo, mantinham-no num sonho, conservava-os em guerra, sacrificava-os. Tais sacerdotes desperdiçavam a grande força que é libertada quando os humanos morrem. Eles se esqueciam de que podiam criar tal poder dentro de si mesmos; pensavam ser a morte a única fonte desse poder. Voltavam as costas à vida. Mas então esses sacerdotes vinham a morrer por dentro. Morrer internamente é pior do que a morte comum. Mil vezes pior. Primeiro aparece uma manchinha preta tão diminuta e vazia como uma pon­ta de agulha. Ela se move e cresce. Pode ser superada, mas aqueles sacerdotes não desejavam isso, e morreram de acordo com uma lei. Em nossos corpos, nós fazemos algo com o alimento, a luz, o ar e as sensações. Sem uma preparação adequada, a subs­tância se deteriora. Ou se desgasta ao ser empregada em coisas erradas. Alguns podem usá-la para fabricar uma força que os liga a outros, por exemplo. Algumas vezes a substância é temporariamente passada para uma outra pessoa, e esta a tem por certo tempo, e crê que se torna alguém especial, poderoso, um rei! Mas então ela se dissipa. Atente para estas coisas. Elas estão sem­pre acontecendo. "

(...)

"Narradas num árabe cadenciado, no antigo e abandonado quarteirão de Jidda, sob a luminosidade dourada, filtrada pelas gelosias ao entardecer e naquele quarto de cima com o olor de café aromatizado, tais histórias descreviam um mundo que parecia prestes a ganhar forma diante dos olhos de Ella. Certa tarde, Asad contou-lhe a história de Aladim e sua lâm­pada maravilhosa.

— Eu a vi — ela exclamou. — Era como o sol; isso se passou numa caverna, no México.

— Então você tem uma responsabilidade particular, não tem?

Asad não parecia surpreso com a afirmativa de Ella de que presenciara algo ao vivo e não o produto de uma história de fadas.

— O que quer dizer ?

— Quando a hora chegar, você entenderá o que quero dizer. Ninguém jamais compreende uma coisa até ser hora de utilizá-la.

Asad colocou um pedaço de halwa na boca, mastigou-a len­tamente, e a engoliu. Então passou a falar de algo mais.

— Há um certo número de homens e mulheres que têm apri­morado alguns dos poderes mais primitivos ... mas à custa de algo precioso. Eles perderam sua humanidade, e necessitam de um ali­mento particular para se manterem vivos, um alimento que os humanos fornecem para seu próprio espírito. Eles não podem re­sistir a seus impulsos de matar, sem remorsos... matar tudo que respira, para obter aquele elemento. Eles têm aperfeiçoado o ma­nejo de uma grande influência sobre os outros, sobre a imaginação destes. Já que quase não se pode ver os outros objetivamente, qua­se todo mundo crê que esses determinados homens e mulheres, e seus motivos, são humanos. Isto não é verdade. Tais homens e mulheres servem a um poder particular, quer o saibam ou não. — Fez uma pausa e olhou para os caibros do telhado e depois para Ella. — Eles não podem ser mortos, porquanto sua essência, sua luz, está morta de algum modo. Aqueles que você conhece não a deixarão em paz. Você pode dar-lhes as costas, mas eles a se­guirão, porque têm que ter a sua luz para levar a cabo sua expan­são. Mais cedo ou mais tarde, você terá que se defrontar dire­tamente com eles. Eles usarão a sua própria mente contra você mesma, como já o tem feito.
 
______________________
 
PROGRAMA VIDA INTELIGENTE - O GOVERNO OCULTO DO MUNDO
http://www.youtube.com/watch?v=ZkZ6MLdmYN0
 
Neste vídeo há 2 pequenas menções sobre Agharta e o governo sombra: aos 8 minutos e 15 segundos e outra na segunda parte, a 1 hora e 34 minutos . O palestrante ou entrevistado afirma que  um grupo de pessoas dos reinos aghartinos, que detém um conhecimento do gênio da riqueza e do gênio da língua, está usando egoísticamente este poder para dominar a humanidade. "São os grupos financeiros que dominam o mundo inteiro."   
 
***
 
Loosh – a parábola de Robert Monroe

Observando a cadeia alimentar, cientistas e filósofos têm-se debruçado por sobre um enigma: servimos de alimento para quem?

É muito degradante para o nosso ego de reis da criação insistirmos nessa questão. Como dizia Charles Fort, o papa do Realismo Fantástico, o que incomoda é prontamente ignorado, posto de lado, são os fatos DANADOS.

Lendo ‘Viagens além do universo', de Robert Monroe, nos cai de chofre uma espantosa resposta para a incômoda indagação.

Quando tive oportunidade, comuniquei ao Bob que ele fora crudelíssimo para com os seus leitores, pois lhes dera apenas uma simples virada de folha do seu livro, para se recuperarem do choque produzido por sua revelação, ao passo que ele havia levado alguns meses para se recompor. Bob sorriu.

Na sua parábola, muito século XXI, Bob esclarece que produzimos uma substância identificada como loosh, muito apreciada e solicitda por alguém em algum lugar. A extração deste nosso produto é feita após a nossa morte. E o que vem a ser loosh?

Em princípio, baseado 'nas informações primeiras que recebeu, Bob declara:

O loosh é apreciado, colecionado, comido, bebido, necessitado, amado ou usado como droga.

E acrescenta:

O loosh é uma substância rara, em ALGUM LUGAR. Seus usuários estão convencidos de que o seu uso é vital.

A sua dúvida se dissipa quanto ao método usado para a estocagem do loosh. Levado até um armazém deste precioso produto que produzimos, quase se esvai, exposto à reverberação dos raios desta estranha e energética substância. Foi salvo pelo seu acompanhante, um INSPEC (Intelligent Species - Espécies inteligentes). Este ser se postou diante dele, minimizando a tremenda radiação do loosh e tornando-a suportável para Bob, uma espiral muito curiosa.

Robert Monroe descobriu que a produção da energia loosh está ligada às nossas emoções e se indagou: o Amor é loosh? A sua resposta foi SIM, na qualidade pura e abrangente do SUPER AMOR, ou seja, do AMOR ALTRUÍSTA, INTEGRAL.

Uma experiência direta — de primeira mão



N° 4 — Final do ano de 1983

Eu havia perdido o meu filho Arthur no final de julho. Certa tarde, absorvida na leitura de um livro de Harold Sherman, fui levada pelo tema e cheguei a concentrar-me, sem o perceber, no significado real do sofrimento. Repentinamente, recebi um ensinamento completo sobre o assunto, algo que chamei então de comunicação em bloco, e que, cinco anos depois, em 1988, iria aprender, durante o programa Gateway, a chamar de NVC (non verbal comunication), ou seja, comunicação não verbal. O impacto foi tremendo e muito vivificante. Fiquei impossibilitada de comentar o episódio, pois eu o recebera de forma tão inexplicável que não poderia transmiti-lo.

No dia seguinte, ainda de madrugada, minha filha Tina, de quatorze anos, irrompe em prantos no meu quarto. Tina é uma sensitiva incrivelmente bem dotada e... apavorada pelos dons que possui.

— Mamãe, você não vai acreditar no que me aconteceu!
Contou que entrara em um estado esquisito e que, de repente, se viu em um local parecido com o hall de uma universidade. Muitas pessoas entravam e saíam, mas ela sabia que estava no lugar para onde os mortos vão. Tina ficou muito alegre por pensar:

— Oba! Agora vou me encontrar com o Arthur...

— Você não veio aqui para isso — uma voz cortou os seus Pensamentos.

Tina se voltou, deparando-se com uma luzinha muito enigmática. Via a luz à sua frente, mas sabia que era una com ela. A luzinha levou-a para executar várias tarefas, em diversos níveis. Dava-lhe uma ajuda substancial, inclusive estimulando-a a não desistir, quando a dificuldade era muito grande. E assim, de nível em nível, chegaram a um platô. E aí Tina encontrou a mim e a diversas outras pessoas que desconhecia. Estávamos umas ao lado das outras, espaçadamente. Minha filha contou-me que havia qualquer coisa, não evidente, que envolvia cada uma de nós e que não permitia que nos comunicássemos entre nós e com ela. (Seria um campo de força?) E foi após essa observação que a minha menina olhou para a frente.

— Mamãe, caí num êxtase imediato. Jamais fui e serei mais completa e feliz do que o fui naquele momento. À minha frente existia uma luz maravilhosa e cheia de amor, e eu soube que aquela energia luminosa é o que chamamos DEUS. De repente, a senhora começou a falar. Não ouvi um som, mas sabia que a senhora estava dando contas a Deus de como aceitou a morte de Arthur. E Deus estava muito satisfeito com a senhora. As outras pessoas também falavam e Deus foi ficando cada vez mais luminoso, tão luminoso e brilhante que eu não podia vê-lo sem ficar ofuscada. (Ver experiência de Robert Monroe, no Armazém de Loosh~Amo)

Então eu soube: Deus é uma grande energia omnisciente. Mas tem uma fraqueza: não pode experienciar nada, por ser omnisciente.
Deus explodiu de si mesmo um monte de centelhas e as cobriu da matéria, para que elas experienciassem por ele, e depois trouxessem a experiência de volta, para que ele se tornasse cada vez mais sábio.
Nós somos esses pedaços de Deus e estamos aqui para levar experiência para ele. Quando é hora de voltar de Deus, para colheras experiências, há uma reunião e Deus nos dá uma coleção das experiências que ele deseja que façamos. Escolhemos as que mais gostaríamos de viver. Então, Deus escolhe onde vamos nascer. Há um grupo de PAIS e MÃES, e todos estão dormindo nas suas camas na Terra, mas estão acordados lá, e são escolhidos os que podem facilitar os acontecimentos para nós. Sabe, mãe, os que vão colocar agente na boca do forno!
Nós nascemos, mas esquecemos tudo, senão o jogo perderia a graça. Quando chegam aquelas experiências, as que escolhemos, Deus nos dá o direito de vivê-las do jeito que quisermos: enlouquecer, suicidar, brigar, adoecer ou crescer com elas. É isto o que Deus quer, porque assim vai ter a experiência completa, cujos resultados poderão ser aproveitados como ajuda aos vivos e àqueles que chamamos de mortos e em outros planos também. Mãe, eu não queria mais voltar de lá. Estou apaixonada por Deus. Eu tinha tudo lá... Era como se estivesse vivendo mil vidas felizes ao mesmo tempo. Mas a minha luzinha me puxou, com muita força, de volta para o meu corpo. E... eu quero voltar, lá tudo é muito emocionante. Aqui é muito enjoado e sempre igual!

A essência desse depoimento da minha filha Ana Christina, a Tina, foi o que eu havia recebido em NVC, um dia antes, e que, impossibilitada, não transmitira a ninguém.

É impressionante comparar este relato de 1983 com o de Robert Monroe, cujo livro Viagens além do universo só iria ser editado dois anos após, em 1985, nos Estados Unidos.



O jogo Cósmico de Donald Crowhurst


Pequena biografia: quem foi Donald Crowhurst? Campeão de corrida em Trimaran, promovida pelo Sunday Times, ao redor do mundo.
Foi campeão em toda a linha. Talentoso, inventivo, sempre preocupado em criar avanços técnicos para a navegação. Desapareceu misteriosa e tragicamente, nas proximidades dos Açores, quando vencia a sua última corrida, pois foi esta a última das posições que comunicou através do rádio.

Patrice-Gaston escreveu um livro superinteressante, “Desaparições Misteriosas”, e o dedicou à memória de Donald Crowhurst, julgando-o um grande injustiçado pelo Sistema perante o público.

O Sistema, como sempre, escamoteou os escritos do navegador, principalmente um texto com o título Meditações, composto de vinte e cinco mil palavras, onde Crowhurst fez considerações filosóficas e revelações que o sistema achou por bem sonegar à humanidade por esclarecer fatos danados, como aqueles em que Charles Fort esgrimia, e que eram dedicados a esta mesma humanidade.

Psicólogos foram escolhidos e contratados para taxarem o navegador com a pecha de esquizofrênico, suicida ou qualquer mote que pudesse desmoralizá-lo perante a opinião pública. Tem sido sempre assim... Todavia, "o tiro lhes saiu pela culatra", pois os psicólogos acharam impossível alguém ser um mistificador, um suicida em potencial, ou mesmo um esquizofrênico, tendo escrito Meditações. Lançaram um repto aos detratores: experimentem fazê-lo!

O que veio a lume das considerações de Donald Crowhurst guarda incríveis semelhanças com os textos de Robert Monroe. São experiências afins, vale a pena citá-las e proceder às comparações devidas. Donald Crowhurst se refere a um encontro seu, em pleno mar, com o Pai e o Filho, que jogavam juntos um jogo cósmico com a humanidade.

Pai e Filho eram seres que o navegador julgou perfeitos. E o tal jogo cósmico, em que consistia? Na transformação de macacos em deuses.
Crowhurst dá uma dica: os macacos não tinham nenhuma autorização de saber coisa alguma sobre os deuses, e nota, também, que o maior dos pecados que estes deuses cometiam era o da... dissimulação completa.

O navegador ia fornecer as regras gerais deste Jogo, mas os seus detratores escamotearam ignominiosamente as suas palavras. Como se adivinhasse o futuro reservado às suas Meditações, compostas por vinte e cinco mil palavras, Crowhurst ataca o sistema e convida a cada um de nós a não lutar ingloriamente contra ele. A tática, preconiza, é nos imiscuirmos nele, no sistema, e tentarmos mudá-lo, usando da nossa inteligência, de dentro para fora. Caso não consigamos este intento, aconselha-se o transporte da inteligência para um sistema mais satisfatório.

Outros aconselhamentos: não ao desespero, diante da nossa verdadeira realidade; não ao suicídio, talvez por ter descoberto também ser possuidor da certeza de que saberia jogar o jogo cósmico muito melhor do que o Pai e o Filho, do que a inteligência humana, da qual era o modelo, se aperfeiçoara e evoluíra, encontrando uma brecha no tal Jogo dos Seres Cósmicos, inteligência esta capaz de mudar as regras vigentes, todas elas fontes de sofrimento para a Raça Humana, em uma situação melhor para nós humanos.

Parece até ficção científica, mas os Diários de Bordo 1 e 2 de Crowhurst e as suas Meditações filosóficas, apesar de criminosamente agredidos e vilipendiados pelos sensores do sistema, foram aprovados como escritos por um homem sadio, no dizer de um grupo de psicólogos selecionados pelo próprio sistema (!), do qual ainda recebeu um repto atrevido: experimentem fazê-lo. Ninguém ousou!



Sherlock Holmes em ação...


Paralelos com os textos de Robert Monroe

Robert Monroe apresentou-nos a BB, um indivíduo oriundo da dimensão KT-95, onde se criam e se comercializam os Jogos mais inventivos e interessantes do Cosmos. Sherlock Holmes jamais perderia essa pista, meu caro Watson!

Robert Monroe também se referiu, nos seus textos, muitas vezes, ao Jogo Cósmico, aquele que conosco jogam do algures o Criador ou Criadores, manipulando nossas emoções, fontes inacreditáveis do Loosh, para o seu uso.

Sem o mérito dos citados, quero lembrar também qual foi a designação dada por uma menina de quatorze anos, minha filha, quando narrou a sua valiosa experiência. Ela referiu-se textualmente a um Jogo, ignorado (e dissimulado) por todos os seres humanos, porque, se conhecido, perderia a graça. Ou seja, poderíamos ganhar este jogo para o nosso próprio proveito: LIBERDADE!

Fonte: ESTADOS DE CONSCIÊNCIA ALTERADOS, Vera Filizzola , MAZA Edições, 1998
 
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publicado por conspiratio às 22:09
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4 comentários:
De Anónimo a 15 de Fevereiro de 2009 às 10:39
Aquele que escreveu o livro pouco entende desses assuntos, apenas aproveitou informações que estão disponíveis a todos e escreveu um livro p/ ganhar dinheiro ou p/ aumentar a confusão que já é grande no planeta.

Gostaria de aproveitar a oportunidade p/ advertir a quem escreve este blog, que procure analisar bem o que coloca na rede, pois poderá estar divulgando coisas que interessam às trevas e não à Luz . . .

Lembre-se, o planeta está atravessando um momento muito delicado, todo o cuidado é pouco, então, todos terão que escolher um lado p/ lutar, não é possivel ficar neutro.

Sugiro que voce tenha muito cuidado c/ o que divulga, porque poderá estar distribuindo treva ao inves de Luz e contribuindo p/ que a treva aumente sua força, correndo o risco de receber as consequencias deste mau uso de seu livre arbítrio.

abraço fraterno

Orion
De Célia H Barcellos a 15 de Fevereiro de 2009 às 15:51
Bem, Órion, como vc mesmo disse, a maioria destas informações estão circulando em quantidade CRESCENTE não só na Internet, também em livros e filmes. Se pesquisarmos em teorias da conspiração podemos nos deparar com muito mais que isso. Então por que a idéia de uma divisão em Shamballa não pode ser uma alternativa a ser considerada?

Considerar, pensar é o mínimo que podemos fazer com liberdade. E a liberdade também é um bem a ser cuidado. Pois a falta dela (ou seja, o desejo e o medo de uma Autoridade, arraigados em nós) é o que nos impele a aceitar idéias e crer sem exame, sem críticas. E este tb é um grande instrumento das trevas.

Existem muitas informações que me policio para não postar aqui, mas não sei se o mal que pretendo evitar é pior que a privação da liberdade de se pensar sobre elas.

Abraços,
Célia
De Anónimo a 18 de Fevereiro de 2009 às 21:11
O que escrevi nada tem a ver c/ a teoria da conspiração, os sites que a divulgam fazem o jogo do lado negro, escreivi o post porque sei do que escrevo.

Já que voce invoca a liberdade, lembro-a que antes da liberdade há que termos responsabilidade.

Voce mesma diz que não sabe se é verdadeiro ou não, portanto na duvida, recomendo novamente cautela, pois o assunto Shambala não é assunto p/ quem não sabe.

Desculpe se minhas palavras incomodam, não é minha intenção, pois nada ganho c/ isto, apenas cumpro o dever de alertar a uma irmã.

O caminho do discipulo é duro pois precisa caminhar sobre o fio da navalha como se diz.

Prometo que não mais a incomodarei c/ meus alertas.

Orion
De Célia H Barcellos a 6 de Março de 2009 às 17:31
Olá, Orion

Primeiro quero dizer que retirei a menção a Shamballa, por enquanto. O fato de vc desconhecer as informações a que me refiro, fazem-me duvidar da popularidade delas, e, se elas não são tão conhecidas, não preciso interferir com mais um dado a respeito. Vou esperar.

Segundo, não estou falando apenas de minha liberdade de expressão ou do direito ao acesso à informação. É de algo maior, sem o qual não pode existir nem mesmo a responsabilidade a que vc se alude. Falo de um espaço interior, um espaço de manobra onde idéias opostas não colidem, mas se relacionam e se dissolve tudo o que não resiste a esta abertura (luz). É a ausência deste espaço que origina a guerra interna e depois a guerra externa. Como já foi dito:

"O ódio ao mal fortalece o mal, e a oposição fortalece aquilo que se lhe opõe."
Arthur Ronald Fraser (1888-1974)

"O homem, geralmente, encontra seu destino nos caminhos que tomou para evitá-lo. "
La Fontaine (1621 - 1695).

[]'s
Célia

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