Terça-feira, 5 de Outubro de 2010

OS MEIOS SÃO OS FINS


Os Meios são o Fim


Tempos atrás nós discutimos sobre meios e fins e aprendemos que na prática do Budismo não há nenhuma distinção entre meios e fins, e que os meios deveriam ser considerados como os fins por si mesmos. Esta é uma prática muito intensa e nós deveríamos nos apoiar no Sangha para fazer isto.


Quando você vai para o Salão de Buda ou para o Salão de Dharma sabe que tem algo a fazer lá: meditação sentada, ouvir uma palestra de Dharma ou limpar o salão, mas ir para lá também é uma prática. É solicitado que vocês limpem o salão de meditação com consciência, é esperado que vocês se sentem belamente enquanto escutam a uma palestra de Dharma, é esperado que vocês se concentrem, estejam atentos durante sua meditação sentada, e assim a prática acontece no salão de meditação, mas deveríamos saber que a prática também acontece durante sua caminhada até ali.


Eis por que deveríamos tentar estar praticando durante o tempo em que caminhamos para o salão de meditação, e se você for bem sucedido em todo passo que você der, a meditação sentada, a palestra de Dharma ou a limpeza do salão de meditação serão também um sucesso. Como temos o hábito de fazer as coisas sem eficiência, tendemos a negligenciar, menosprezar o valor dos meios.


Nesta época no Outono, eu normalmente limpo as folhas do eremitério. Eu faço isto a cada três dias mais ou menos e uso um ancinho. Eu sei que limpar as folhas significa ter um caminho limpo para caminhar, fazer meditação caminhando e assim por diante. Eu corro diariamente pelo menos duas vezes - eu pratico a meditação correndo e limpo as folhas deste modo, conscientemente. Limpar as folhas não significa apenas ter um caminho limpo para correr ou caminhar, mas também significa simplesmente gostar de limpar as folhas. Assim, eu seguro o ancinho de tal modo que possa estar contente e sólido durante o tempo de usar o ancinho. E todo movimento que faço, quero fazê-lo como um ato de iluminação, um ato de alegria, um ato de paz, assim eu não tenho pressa, porque vejo que o ato de limpar é tão maravilhoso quanto ter um caminho limpo. Eu não estaria satisfeito com menos do que isso. Todo golpe que eu dou deve trazer alegria, solidez e liberdade para mim. Devo ser completamente eu mesmo durante o ato de limpar as folhas, e limpar as folhas, deste modo não será mais um meio para se chegar a um fim chamado "ter um caminho limpo".


E você não precisa esperar por muito tempo; se puder dar um golpe assim, um movimento assim, investindo completamente você mesmo no ato de limpar as folhas, então imediatamente será recompensado. Essa é uma obra de arte perfeita que você faz porque cada movimento é uma obra de arte.


O mesmo é verdade quando você pratica a caminhada. Cada passo que dá deveria ser uma obra de arte perfeita, cada passo pode lhe trazer solidez, soberania, pois você não caminha como um escravo, caminha como uma pessoa livre. Caminha como um Buda porque quis ser um discípulo, uma filha ou um filho do Iluminado. Você quer ser a sua continuação, eis por que é capaz de dar um passo com soberania, estando completamente no controle si mesmo. Você está completamente presente no aqui e agora, e desfruta daquele passo. Assim, a meditação andando não é chegar ao salão de meditação. Chegar ao salão de meditação é o que você quer, mas você quer mais do que isso, porque alcança o salão de meditação várias vezes ao dia e às vezes dez ou vinte chegadas como esta não fazem nenhuma diferença. Assim, um passo é o bastante para você chegar. Eu cheguei! Com um passo.


Essa é a nossa prática, mas há uma energia de hábito que lhe impede de fazer assim. Você está acostumado a correr por acreditar que a felicidade não é possível aqui e agora, a felicidade só é possível no futuro. Este tipo de convicção, este tipo de energia de hábito tem estado presente por muito tempo, transmitido por muitas gerações de antepassados e vir à Plum Village é ter uma chance de perceber isto; que você é governado por sua energia de hábito, pela tendência de correr todo o tempo. Você não é capaz de estar no aqui e no agora para tocar as maravilhas da vida que estão disponíveis.


Nós temos muitas chances para praticar. Sabemos que lavamos roupas, lavamos pratos, varremos o solo, cuidamos do jardim, há muitas coisas que vocês podem fazer, mas não façam isto do modo como fazem isto no mundo. Façam como uma prática, uma boa prática, e vocês serão recompensados imediatamente, saberão que estão lidando com sua energia de hábito. A energia de hábito nos diz: "rápido, rápido, vá, rápido, rápido, termine logo! O prazo final está próximo!", mas a prática está lhe dizendo o oposto: "não corra, desfrute, o aqui e o agora é a única coisa que você possui, a felicidade não pode ser possível fora do aqui e do agora", assim você tem duas coisas que contradizem uma à outra. Eis por que a palavra "treinamento" significa superar a energia de hábito lentamente e cultivar outra energia de hábito, que é boa. A energia de hábito que você quer cultivar é a capacidade de estar no aqui e agora, e viver todos os momentos de sua vida diária profundamente. Limpe as folhas, desfrute! Faça o café da manhã! Desfrute completamente deste ato de arte culinária. Lave os pratos! Desfrute completamente o ato de lavá-los.


Diariamente no Mosteiro eu lavo os pratos, diariamente eu fervo o arroz e cuido das flores, das plantas, e minha prática é de desfrutar todos os minutos enquanto estou fazendo estas coisas. Sim, escrever um poema é maravilhoso, escrever um artigo é maravilhoso, dar uma palestra de Dharma é maravilhoso, mas é igualmente maravilhoso cuidar do arbusto, cuidar das plantas, lavar os pratos e assim por diante. Por ser muito enriquecedor, muito recompensador, isto pode trazer muita paz, alegria e solidez para você.


Nós sabemos que a felicidade não seria possível se não tivéssemos nenhuma estabilidade e solidez, porque sem o solo da estabilidade e solidez nenhuma paz real, nenhuma felicidade real poderia ser possível. Eis porque aprender a limpar as folhas, aprender a varrer o solo, aprender a lavar os pratos é muito importante. Não diga que a meditação sentada é mais importante ou que a meditação caminhando é mais importante, ou ouvir uma palestra de Dharma é mais importante. Você escuta a palestra de Dharma para poder limpar as folhas. Você escuta a palestra de Dharma para poder lavar os pratos, corretamente e sabendo desfrutar isto.


Em Plum Village nós temos a vantagem de ter muitos irmãos e irmãs que fazem o mesmo e quando vemos um deles praticando nos sentimos apoiados. Eles não fazem nada demais. Eles apenas praticam, não dizem nada a nós; eles simplesmente fazem. E quando nós os vemos agir, temos uma chance de nos voltar para nós mesmos e fazer isto também.


A comunidade de prática é um grande presente, como o raio de sol. Muitos franceses talvez tenham um dia de sol hoje mas talvez porque muitos não tenham a capacidade de habitar no aqui e agora, o raio de sol não significa muito para eles. Mas se você sabe como inspirar e ficar consciente do raio de sol, terá um tipo diferente de sol. O sol existe para você mas não para esses que estão tão ocupados, e que perdem tanto tempo nas suas preocupações, no passado, no futuro. Pressupomos que a lua exista para todos mas há alguns de nós que jamais vêem a lua, nunca obtêm algo da lua, nunca desfrutam a lua.


Nós vivemos juntos em Plum Village durante uma semana, durante um mês ou três meses, durante um ano, e praticamos juntos. Existem alguns de nós que estão bastante contentes, contudo existem alguns de nós que não estão tão contentes; o mesmo ambiente, a mesmo Sangha, a mesma prática e ainda assim recebemos diferentemente o volume de felicidade, paz, estabilidade e alegria. E o que faz esta diferença? A diferença é nossa capacidade de pôr em prática o ensinamento que nos é dado. O Buda foi bastante claro nisto, a vida só está disponível no aqui e agora, com todas suas maravilhas. Se você continuar correndo, estas maravilhas da vida não serão suas. Assim, pare! Sorria ao sol, sorria à lua, sorria para seus irmãos ou irmãs e especialmente, sorria para você.


Reconheça que você está presente. Você precisa ser nutrido pela paz, pela alegria. Você tem se privado destes elementos. É você mesmo que se privou da paz, alegria, nutrição e cura. Agora o Dharma existe para lhe ajudar a parar este curso de vida. Olhe-se, sorria para você, seja amável com você, trate-se com a prática. Aprenda a caminhar, aprenda como respirar e sorrir, aprenda a limpar as folhas no jardim do pátio. É muito importante. O Reino de Deus, a Terra do Buda está aqui mesmo para você tocar.


Se você observou os monges e as monjas, se os observou em Plum Village, notará que enquanto eles caminham não falam, quando falam eles param para falar e escutar, e depois de falar e escutar, eles retornam ao seu andar. Por que eles fazem assim? Porque quando eles falam e escutam, querem investir 100% de si no ato de falar e escutar. Eis porque eles não falam enquanto estão caminhando; eles querem investir 100% de si no ato de andar. Eles querem dar passos reais, passos que podem trazer estabilidade para eles, solidez, liberdade porque sabem que a estabilidade, a solidez é o solo da felicidade, assim eles caminham para ao mesmo tempo cultivar e desfrutar disto.


Eis porque, se você vier a Plum Village e seguir este tipo de exemplo, se unirá à prática. Não falar durante o caminhar não é uma regra porque nós não queremos ser vítimas de regras, não queremos absolutamente nenhuma regra, simplesmente queremos praticar. Se não falamos, é porque queremos praticar. Não é que falar seja um crime. Mas se você falar durante a prática, estará destruindo-a.


Nos ensinamentos do Buda, estar preso a regras é algo que vocês não são encorajados a fazer. Deveríamos olhar para isto como uma prática e não como regras, como os dez preceitos do noviciado que nós temos aqui e que vocês ouviram ontem. Eles não são regras para o noviço. Elas não existem para restringir a liberdade e a felicidade dele. Elas existem para ajudá-lo a levar uma vida de noviço feliz. Porque estes preceitos devem ser considerados como sendo a prática da consciência plena e se vocês praticarem adequadamente preservarão sua liberdade, sua beleza, sua felicidade. Se vocês pensam que estas dez coisas são regras às quais tem que se submeter, tem que se render, vocês não entenderam, vocês não perceberam o sentido real; eis porque o Buda disse: não seja escravo de regras e rituais. Rituais e regras, nós não precisamos deles; precisamos apenas da prática.


Quando entramos no salão de Dharma todo o mundo se levanta e une as palmas. Isso não é uma regra, é a prática. Quando o professor entra no salão, não é afetado pelo respeito que é mostrado a ele. Ele também pratica caminhando, conscientemente, a prática do andar atento é a sua prática. Andar conscientemente é a sua prática, e o levantar-se, respirar e mostrar respeito são as práticas de vocês. Estas duas coisas são igualmente importantes. E se vocês olharem isto como um ritual, estarão errados. Se olharem isto como uma regra, estarão errados, vocês devem ver isto como sua prática, e a boa prática sempre pode ser reconhecida. Quando o professor caminha, ele deveria ser uma pessoa livre, não é afetado pelo orgulho, complexo de arrogância, esta é sua prática. Sua prática é ser respeitoso com o professor, gostar de se levantar desta forma, inspirar, expirar, sorrir e tocar as muitas gerações de professores na história. Quando você está em contato com seu professor, você está em contato com o professor de seu professor, o professor de sua professora, e você está em contato com muitas gerações de professores, está em contato com o Buda, portanto esta é sua prática.


Eis porque você não reclama que deve se levantar muito cedo e que o professor está caminhando muito lentamente. O professor vive a prática dele e você a sua, todo o mundo está usufruindo disto, e você saberá se sua prática está correta ou não. Você sabe por si se a prática o está fazendo feliz, calmo, sólido. Você sabe que o professor cuida da prática dele e você da sua, e nós não deveríamos olhar isto como uma regra ou um ritual, caso contrário, estaremos presos a formas de rituais e regras, e o Buda é contra rituais, meros rituais e regras.


Quando você segura um copo de água e a bebe conscientemente, o ato é tão bonito e se parece com um ritual, certo? Mas aquele que está segurando o copo e está bebendo não tem qualquer intenção de fazer disto um ritual, uma performance. Ele simplesmente gosta de segurar o copo e beber. Mas porque a plena consciência está lá, muito profunda, muito forte, assim o ato se parece um ritual, mas não é ritual, é a prática.


Quando você se curva assim e sente que sua mente e seu corpo estão unidos em concentração, em plena consciência, e sente que está totalmente presente orientado para algo bom, verdadeiro e bonito, a natureza da iluminação, a natureza do despertar em si, você recebe algo, usufrui disto e não pensa nisto como um ritual. Mas se você faz isto como uma máquina e quando vê pessoas simplesmente as imita sem entender, isso é um ritual, é uma coisa ridícula de fazer, completamente vazia. Este tipo de ritual está completamente vazio e nós não deveríamos fazer assim.


Assim em grandes retiros na América Norte temos sempre pessoas novas, às vezes 50 ou 60% das pessoas que se juntam ao retiro são pessoas novas e elas ficam envergonhadas, elas pensam nisto como um ritual, elas não estão confortáveis. Eis porque eu sempre começo dizendo, se curvar ou não se curvar, esta não é a questão! Curvar-se é um ritual, assim não fique preso pelo ritual. Prática. Se você pensar que fazer isto lhe trará concentração, insight e reverência, isso então irá lhe fazer bem, isso o fará feliz e então você fará isto e estará livre de rituais, livre de regras.


Assim os dez preceitos do noviciado são práticas que se direcionam para ajudar o noviço a ser livre, estar contente, ser sólido e se você considerar os preceitos como algo que limita sua liberdade, está errado, estará preso a rituais, será preso a regras e isso é contra o espírito budista.


(Discussão de Dharma ministrada por Thich Nhat Hanh em Plum Village em 5 de dezembro de 1999)


(Transcrito e editado por Carol Fegan, Chan An Cu, Traduzido ao Português por Claudio Miklos)


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Não há um caminho para a paz. A paz é o caminho.
Não há um caminho para a liberdade. A liberdade é o caminho.
Não há um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho.

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