Sexta-feira, 16 de Outubro de 2009

RAMANA MAHARSHI E OS ANIMAIS

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Assevera-se geralmente que é possível fazer progresso e cumprir todo o karma ao longo de uma vida humana; no entan­to, Sri Bhagavan indicou que também é possível que os animais estejam cumprindo o seu karma. Numa conversa citada neste capítulo ele disse: - Não sabemos que almas poderão estar ocupando estes corpos, e para terminar que parte do seu karma incompleto, estarão procurando a nossa companhia. - Shanka­racharya também afirmou que os animais podem chegar à liberação. Ademais, um dos Puranas conta como o Sábio Jada­Bharata foi assaltado em seu leito de morte por um breve pen­samento do seu veado amestrado e teve de nascer novamente sob a forma de veado a fim de exorcizar este último vínculo.

Sri Bhagavan mostrava a mesma consideração para com os animais que o destino punha em contato com ele e para com as pessoas. E os animais não se sentiam menos atraídos por ele do que as pessoas. Já em Gurumurtam os pássaros e esqui­los costumavam construir seus ninhos em torno dele. Naque­les dias os devotos supunham que ele não tomava conhecimento do mundo, mas na verdade era um arguto observador e falou de uma família de esquilos que ocupava um ninho abandonado por aves.

Sri Bhagavan jamais se referia a um animal no estilo tâmil normal, usando o pronome neutro, mas empregava sempre "ele" ou "ela". - Já deram comida aos rapazes? - decerto estaria se referindo aos cães do Ashram. - Dê a Lakshmi seu arroz imediatamente - e a referência agora era feita à vaca Lakshmi. Era regra corrente no Ashram que na hora das refeições os cães eram os primeiros a ser servidos, a seguir os mendigos que por ventura ali estivessem e por fim os devotos. Conhecedor da relutância com que Sri Bhagavan aceitava qualquer coisa que não fosse partilhada igualmente por todos, surpreendi-me certa vez ao vê-lo comer uma manga entre as refeições; depois com­preendi a razão - a estação das mangas estava começando e ele desejava verificar se estavam suficientemente maduras para serem dadas ao pavão branco que fora enviado pela Marani de Baroda e se tornara seu protegido. Havia também outros pa­vões. Ele os chamava, imitando-lhes a fala, e eles vinham até ele apanhar amendoins, arroz e mangas. No dia anterior à sua morte física, quando os médicos afirmaram que as dores deveriam ser pavorosas, Sri Bhagavan ouviu um pavão gritar numa árvore próxima e perguntou se já havia recebido a sua ração.

Os esquilos costumavam saltar a janela e vir até o seu sofá e ele tinha sempre uma reserva de amendoins para eles. Por vezes entregava a lata de amendoins a algum esquilo visitante e deixava que o animal se servisse à vontade; outras vezes segu­rava na mão uma noz e o animal vinha comer-lhe na mão . Certo dia, quando em virtude do reumatismo e da idade já havia começado a caminhar com auxílio de uma bengala, des­cia os poucos degraus que levavam ao Ashram e um esquilo passou diante de seus pés, perseguido por um cachorro. Ele chamou o cachorro e atirou a bengala entre os dois, mas, ao fazê-lo escorregou e fraturou a clavícula; o cachorro, porém, teve a sua atenção distraída e o esquilo foi salvo.

Os animais sentiam-lhe a Graça. Quando um animal sel­vagem é cuidado por pessoas e volta ao seu meio é invariave!­mente boicotado pelos seus companheiros; mas quando era cui­dado por Bhagavan tal coisa não sucedia. Ao contrário ~ pare­cia que os demais o tratavam com deferência. Os ammais sen­tiam a total ausência de medo e raiva em Bhagavan. Estava sentado na encosta do monte quando uma cobra subiu-lhe na perna. O Sábio não se mexeu nem se alarmou. Um devoto perguntou­-lhe qual era a sensação de uma cobra passar sobre a gente e, rindo ele retrucou: - Macia e fresca. Não permitia que se matassem cobras onde residia. - vie­mos até os seus domínios e não temos o direito de perturba-Ias. Elas não nos incomodam.

E de fato não incomodavam. Certa vez sua mãe ficou ame­drontada quando uma cobra aproximou-se dela. Sri Bhagvan caminhou para o réptil que se voltou e afastou-se. O animal passou entre duas pedras e ele o seguiu; no entanto, a passa­gem terminava de encontro a uma parede de pedra e, não po­dendo fugir, a cobra voltou-se, enrodilhou o corpo e olhou para ele. Ele também encarou-a. Aquilo prosseguiu durante alguns minutos e afinal a cobra desenrodilhou-se e, percebendo que não havia razão para medo, rastejou tranqüilamente para longe, passando bem perto dos pés de Bhagavan.

Certa vez estando sentado com alguns devotos em Skan­dashram, um mangusto correu para ele e saltou-lhe ao colo. - Quem sabe por que veio? - indagou ,Bhagavan. - Não pode ter sido um mangusto qualquer. - Ha um outro caso de um mangusto nada comum relatado pelo Professor Venkatramiah em seu diário. Em resposta a uma pergunta do Sr. Grant Duff, Sri Bhagavan disse:

Foi por ocasião do Arodra Darshan (um festival xi­vaíta). Eu vivia então na montanha, em Skandashram. Fileiras de visitantes vinham da cidade até a montanha e um mangusto, de tamanho fora do comum e matiz dou­rado e não cinzento como de hábito, atravessou destemi­damente por entre a multidão. Pensaram tratar-se de um animal domesticado cujo proprietário estaria entre o povo: O mangusto dirigiu-se diretamente para Palanis­wami que tomava um banho na fonte da Gruta Viru­paksha. Ele acarinhou a criatura. Esta seguiu-o até o interior da gruta, inspecionou todos os recantos da mesma e, a seguir, juntou-se à multidão para chegar até Skan­dashram. Todos ficaram impressionados com o seu aspecto atraente e seus movimentos ousados. O mangusto veio até mim, subiu-me ao colo e descansou algum tempo. Depois levantou-se, olhou em torno e pôs-se em marcha. Percorreu todo o lugar e eu segui-o a fim de evitar que algum visitante descuidado ou pavão o incomodasse. Dois pavões lançaram olhares interrogativos sobre ele, mas o animal deslocou-se calmamente de um lugar para outro até desaparecer por fim entre as rochas do sudoeste do Ashram.

Certa vez Sri Bhagavan estava colhendo legumes para a cozinha do Ashram pela manhã, antes do sol nascer, juntamente com dois devotos. Um destes, Lakshmana Sharma, havia trazido consigo o seu cão - um belo animal, inteiramente branco - e o cão corria alegre pelo lugar sem aceitar a comida que lhe era oferecida. Sri Bhagavan disse: - Vê que alegria ele demonstra? É uma alma elevada que tomou esta forma canina.

O Professor Venkatramiah relatou em seu diário um notá­vel caso de devoção entre os cães do Ashram. Naquela época (1924) havia quatro cachorros no Ashram. Sri Bhagavan afirmou que nenhum deles aceita­ria qualquer comida se ele próprio não partilhasse da refeição. O pândita resolveu tirar a limpo e espalhou comida diante dos cães, mas nenhum destes a tocou. De­pois de algum tempo Sri Bhagavan levou um bocado à boca e imediatamente os animais atiraram-se sobre os ali­mentos e os devoraram.

A ancestral da maioria dos cães do Ashram foi Kamala que veio ainda filhote para Skandashram. Os devotos tentaram afugentá-la, temendo que ela enchesse o Ashram de filhos, mas a cadela recusou-se a ir embora. Na verdade, cresceu uma gran­de família canina, mas todos tinham que ser tratados com igual consideração. Por ocasião da sua primeira cria, Kamala foi banhada, pintada com açafrão da índia, vermelhão na testa e deram-lhe um lugar limpo no Ashram onde ela permaneceu du­rante dez dias com sua prole. No décimo dia sua purificação foi celebrada com as devidas festividades. Era uma cachorra inteligente e serviçal. Sri Bhagavan amiúde a encarregava de acompanhar um visitante num giro pela montanha. - Kamala, leve este forasteiro a passear. - E o animal guiava-o até todas as imagens, piscinas e santuários do monte.

...

Enquanto estava em Skandashram, Sri Bhagavan geralmente se achava ao lado dos cães do Ashram . Quando estes exalavam o seu último suspiro, e providenciava um enterro condigno para o corpo, sendo uma lápide colocada sobre o túmulo. Em anos posteriores, quando os prédios do Ashram já haviam sido erigidos e particularmente quando Sri Bhagavan já não se mostrava tão ativo do ponto de vista físico, os humanos passaram a ter preferência e os devotos animais tornaram-se escassos.

Até os últimos anos os macacos continuaram a vir à jane1a diante do catre de Sri Bhagavan, espiar através das grades. Por vezes viam-se macacas com suas crias nelas agarradas, como se tivessem vindo mostrá-las a Sri Bhagavan, da mesma forma que as mães humanas faziam. Como uma espécie concessão, os criados tinham permissão para enxotá-las, mas não sem antes atirar-lhes uma banana.

Até tornar-se demasiado enfermo, Sri Bhagavan manteve o habtto de passear na montanha todas as manhãs depois de sete horas e, todas as tardes por volta de cinco horas. Certa tarde, ao inves de fazer a curta caminhada de hábito, dirigiu-se a Skandashram. Como nao voltasse na hora costumeira alguns dos devotos foram até o flanco da montanha, ao passo que outros reuniram-se em pequenos grupos, discutindo acerca do paradeiro de Sri Bhagavan, do significado que aquilo poderia ter e que providencias deveriam ser tomadas, enquanto outros ainda permaneceram no saguão, esperando. Um par de macacos veio ter à porta do saguão e, esquecendo o seu temor pelas pessoas, entrou e olhou com ansiedade para o catre vazio.
Depois disso, poucos anos antes que os humanos também perdessem de vista Sri Bhagavan neste mundo, o dia dos ma­cacos terminou. Os tetos de folhas de palmeiras foram amplia­dos, tornando o acesso dos animais difícil para eles e, de qualquer forma, a maioria dos símios foi levada de volta ao jângal ou capturada pela municipalidade e mandada para Os Estados Unidos a fim de ser submetida a experiências.

Desde 1900, ano em que Sri Bhagavan foi morar no monte até 1922, ano em que desceu para o Ashram ao pé do dito monte, grande foi a sua intimidade com os macacos. Ele os observava atentamente, com o amor e a compreensão que um Gnani (Sábio) tem por todos os seres e com aquele agudo senso de observação que era todo seu. Aprendeu a compreender­-lhes os gritos e familiarizou-se com o seu código de conduta e ststema de governo. Descobriu que toda tribo tem seu rei e seu distrito reconhecido e se alguma outra tribo infringir a alguma regra isto significará guerra. Mas antes de começar uma guerra ou declarar a paz um embaixador é enviado de uma tribo para outra. Bhagavan costumava dizer aos visitantes que os maca­cos reconheciam-no como um membro da sua comunidade e aceitavam-no como árbitro em suas disputas.

- Os macacos, via de regra, sabotam um membro do seu clã se este já foi tratado por humanos, mas abrem uma exce­çao no meu caso. Também, quando há incompreensão e briga, recorrem a mim e eu os pacifico, fazendo cessar suas desavenças. Um Jovem macaco foi certa vez mordido por um elemento mais velho do grupo e abandonado nas proximidades do Ashram. O pequeno ser veio mancando até o Ashram na Gruta de Virupaksha, daí, o nome de Nondi (Manco) que lhe demos. Quan­do o seu grupo surgiu, cinco dias mais tarde, viram que ele ha­via sido cuidado por mim mas ainda assim aceitaram-no de volta. Dali em diante passaram a vir todos recolher tudo quanto sobejasse no Ashram, mas Nondi saltava direto para o meu colo. Comia com rigoroso asseio. Quando um prato de arroz era colocado diante dele, comia sem derramar um só grão. Quando acontecia de derramar algo, imediatamente o apanhava e comia, antes de voltar ao que restava no prato.

"Era muito sensível, porém. Certa vez, por alguma razão, derramou comida e eu ralhei com ele ... - Que! Por que está desperdiçando comida? - Prontamente, ele atingiu-me no olho, machucando-me um pouco. Como castigo não lhe dei permissão para subir ao meu colo durante alguns dias, mas a pequena criatura choramingou e implorou com empenho e reconquistou afinal o seu lugar. Aquela foi a sua segunda falta. Na pri­meira ocasião eu levei sua xícara de leite quente aos lábios a fim de esfriá-la para ele, mas o animal se aborreceu e golpeou­-me nos olhos, mas não houve ferimentos sérios e ele logo veio carapitar-se no meu colo, choramingando como a dizer: ­'Perdoe-me - e, por isso, foi perdoado."

Mais tarde Nondi tornou-se rei da sua tribo. Sri Bhagavan contou também o caso de um macaco rei que teve a ousada medida de proscrever dois turbulentos machos da sua tribo. A tribo tornou-se insubordinada e o rei abandonou-a, entrando sozinho no jângal onde permaneceu durante duas semanas. Ao voltar desafiou os críticos e os rebeldes e, tal era a fortaleza que adquirira naquelas duas semanas de tapas (privações) que ninguém ousou aceitar seu desafio.

Foi comunicado certa manhã que um macaco agonizava perto do Ashram. Sri Bhagavan foi ver e tratava-se do rei e o animal foi trazido para o Ashram, apoiado a Sri Bhagavan. Os dois machos proscritos estavam sentados numa árvore das proximidades, observando. Sri Bhagavan mexeu-se a fim de mudar o peso de uma perna para outra e o macaco instintiva­mente mordeu-o. - Tenho quatro dessas marcas produzidas por macacos reis - disse ele certa vez, mostrando a perna. A se­guir, o macaco rei soltou um derradeiro gemido e morreu. Os dois macocos espectadores começaram a saltar e guinchar de dor. O corpo foi enterrado com as honras dispensadas a um sanyasin: foi banhado em leite e depois em água; untado com cinzas sagradas; colocou-se um pano novo sobre o corpo, dei­xando o rosto descoberto e queimou-se cânfora. Foi feito um túmulo nas proximidades do Ashram e sobre este ergueu-se uma lápide.

Conta-se uma estranha história de gratidão entre macacos.
Sri Bhagavan passeava certa vez em torno do sopé da montanha com um grupo de devotos e quando se aproximaram de Pa­chaiamman Koil sentiram fome e sede. Imediatamente uma tribo de macacos trepou às figueiras silvestres à margen da es­trada e sacudiu os galhos, coalhando o leito da estrada de frutos maduros, e ,a seguir fugiu, sem comer nada. Ao mesmo tempo surgiu um grupo de mulheres com jarras de barro contendo água potável.

O mais apreciado de todos os devotos animais de Sri Bha­gavan foi a vaca Lakshmi. Ela foi trazida para o Ashram ainda novilha, em companhia de sua mãe, em 1926, por um certo Arunachala Pillai de Kumaramangalam perto de Gudiyatham e presenteada a Sri Bhagavan. Este relutou em aceitar a dávida, pois não havia na ocasião acomodações para vacas no Ashram. No entanto, Arunachala Pillai negou-se peremptoriamente a levar de volta os animais e um devoto, Ramanath Dikshitar, ofereceu­-se para cuidar deles, de modo que puderam ficar. Diksmtar supriu-lhes as necessidades durante três meses e a seguir as vacas foram deixadas na cidade com alguém que entendia do assunto. Depois de um ano os animais foram trazidos ao Ashram, quando o seu cuidador veio fazer uma visita e ter darshan de Sri Bhagavan. A novilha parece ter sido irresistivelmente atraí­da para Sri Bhagavan e gravado o caminho para o Ashram, pois no dia seguinte voltou sozinha e dali em diante passou a vir todas as manhãs, regressando à cidade apenas à noite. Mais tarde, quando veio morar no Ashram, continuou a procurar Sri Bhagavan, dirigindo-se diretamente para ele sem tomar conhecimento de qualquer outra pessoa, e Sri Bhagavan sempre tinha algumas bananas ou outras guloseimas para ela. Durante muito tempo ela compareceu diariamente no saguão à hora do almoço e o acompanhou até a sala de refeições, e tão pontual­mente que se ele acaso estivesse ocupado com alguma coisa e se demorasse, olhava para o relógio quando a via entrar e cons­tatava que era hora.

A vaca teve um certo número de bezerros, três pelo me­nos no Jayanthi (dia do aniversário) de Bhagavan. Quando se construiu uma cocheira de pedra ou Ashram ficou decidido que Lakshmi seria a primeira a entrar no dia da inauguração, mas no momento azado não foi possível encontrá-la; ela fora deitar­-se ao lado de Sri Bhagavan e não se moveu enquanto ele não veio também, de modo que ele entrou primeiro e ela logo após. Não apenas Lakshmi tinha uma devoção incomum por Sri Bha­gavan como também a Graça e bondade que este tinha por ela eram excepcionais. Em anos posteriores houve numerosas va­cas e muitos touros no Ashram, mas nenhum provocou vínculos tão fortes nem evocou tanta Graça. Os descendentes de Lakshmi continuam lá.

A 17 de junho de 1948, Lakshmi caiu doente e na manhã de 18 de junho parecia estar próximo o seu fim. Às dez horas Sri Bhagavan foi ter com ela. - Amma (mãe) - disse ele ­queres que fique junto de ti? - Ele sentou-se ao lado dela e colocou-lhe a cabeça no colo, olhou-a nos olhos e descansou a mão na sua cabeça, como que a dar-lhe diksha (iniciação). Apertando as bochechas do animal contra o seu rosto, acariciou-o. Contente porque o coração de Lakshmi estava isento de toda vasana (tendência latente) e totalmente focalizado em Bhaga­van, ele pediu-lhe licença e foi à sala de refeições almoçar. Lakshmi manteve-se consciente até o fim; seus olhos estavam calmos. Às onze e meia ela deixou o seu corpo, de forma muito tranqüila. Foi enterrada no Ashram com todos os ritos fune­rários, ao lado dos túmulos de um veado, um corvo e um cão que Sri Bhagavan também fizera enterrar ali. Uma pedra quadrada foi colocada sobre o seu túmulo. Sobre a lápide havia um epitáfio escrito por Sri Bhagavan declarando que ela con­seguira Mukti (Liberação). Devaraja Mudaliar perguntou a Sri Bhagavan se se tratava de uma frase convencional, da mesma forma pela qual a frase de que alguém alcançou samadhi é uma forma polida de dizer que faleceu, ou se se tratava realmente de Mukti. Sri Bhagavan disse que realmente se tratava de Mukti.

Do livro "Ramana Maharshi e o Caminho do Autoconhecimento" , Arthur Osborne - Ed. Pensamento. (Cap. XI)


Ver também:


http://holosgaia.blogspot.com/2008/08/uma-vaca-em-samadhi-em-ingls.html

http://holosgaia.blogspot.com/2008/02/mouni-sadhu-no-ashram-de-ramana.html

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publicado por conspiratio às 18:58
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