Sexta-feira, 25 de Março de 2011

TRANSMISSÕES EXTRATERRESTRES



A HISTÓRIA DE EDWIN


Em abril de 1976, Carl van Vlierden me avisou que estava se demitindo de seu cargo de Investigador de Campo para a MUFON. Um de seus principais motivos para isto, ele me disse, era seu envolvimento com um homem chamado Edwin, que segundo Carl, estava recebendo mensagens de rádio do espaço exterior. Carl, estava tão impressionado pelo conteúdo de tais mensagens que estava planejando reunir o material para escrever um livro, e isto estava preenchendo boa parte de seu tempo de lazer.


A minha primeira reação foi de descrença total. Poderia ser ou uma fraude muito bem planejada por Edwin (nunca duvidei em momento nenhum da honestidade de Car), ou uma fraude tramada por algum grupo — político ou de outra natureza — que achasse poder assim influenciar pessoas ingênuas e por demais simples.


Mas fiquei conhecendo Edwin e acabei sabendo a respeito de outros grupos espalhados no mundo inteiro que também estão recebendo mensagens parecidas. Acho tremendamente difícil aceitar que a motivação para receber tais mensagens seja somente obter vantagens econômicas ou publicidade pessoal.


Existe, porém, uma possibilidade que algum "culto" possuindo fundos ilimitados, tenha obtido equipamentos tão avançados que o habilitasse a transmitir tais mensagens sem ser detectado. Se for esse o caso, acho que a finalidade seria então particularmente sinistra. O assunto todo da transmissão é extremamente complexo e sofisticado, e tenho certeza que vai levar muito tempo para descobrirmos a pura verdade que está por trás disto. Por enquanto, desejaria apresentar os fatos assim como me foram relatados, deixando que vocês tirem suas próprias conclusões.


No dia 26 de novembro de 1977, os ouvintes da BBC, da Televisão da Área Sul na Inglaterra, tiveram seu programa abruptamente interrompido. (veja também “Vrillon's message” no final da página) Houve uma série de bleeps, seguida por uma mensagem que durou 2 minutos. Uma voz masculina falou: "Esta é a voz de ASTERON... Tenho uma mensagem para o planeta Terra."


A voz continuou: “Nós estamos começando a entrar na Era de Aquário e existem muitas, correções a serem feitas pelos povos da Terra. Todas as vossas armas do mal devem ser destruídas. Sobra pouco tempo para vocês continuarem a viver em paz. Vocês deverão morar juntos em paz ou deixar a
galáxia."


Asteron explicou também que era o representante autorizado da Missão Intergaláctica. Pouco depois, a BBC emitiu umas palavras de desculpa, mas não a tempo, de evitar que muitas pessoas ficassem extremamente agitadas e perturbadas diante da mensagem.


Mais tarde a BBC fez uma declaração que os efeitos, observados haviam sido uma fraude perpetrada com equipamentos sofisticados e caros, e o que os ouvintes tinham assistido era culpa de um grupo de estudantes. (!?) Desta vez parece que a BBC se livrou do abacaxi de maneira um pouco leviana, ou talvez eles não tivessem nenhuma prova concreta. E se uma mensagem consegue entrar nos canais de televisão com tanta facilidade, por que isto não se repetiu, e com maior freqüência? Parece-me que aqui temos uma série de perguntas sem resposta! Está aí uma arma poderosa colocada em mãos erradas, não é? Talvez este episódio tenha que ser encarado em nível de governo, para poder se estabelecer a fonte e o propósito.


Dei este exemplo para poder demonstrar que as mensagens de Edwin não são as únicas no mundo, (Jacques Vallee em Messengers of Deception debate longamente episódios como este) mas também o pano de fundo na história de Edwin e suas transmissões são mais dramáticas do que o episódio da BBC.
Carl tinha conhecido Edwin por intermédio de Philip Human (já falecido), que já havia divulgado estes contatos nos anos 60.


Desde a morte de Human, foi Carl quem assumiu o papel de mentor de Edwin. Carl estava presentemente transcrevendo uma grande quantidade das transmissões, explicando como e por que elas tinha surgido. Tais gravações têm início no ano de 1962, e ainda estão sendo transmitidas; por conseqüência, muito dinheiro e tempo foram despendidos nesta chamada fraude, se quisermos encará-la como uma fraude.


O texto completo de muitas das mensagens radiofônicas (se todas as fitas fossem juntadas haveriam de incluir mais de centenas de milhares de palavras) e a história que as gerou são o assunto do próprio livro de Carl van Vlierden. Foi graças a Carl que posso transmitir a vocês um breve resumo de uma das transmissões a que eu pude assistir.


Edwin é um homem alto, tem quase dois metros, ombros largos, cabelo castanho ondulado, rosto fino e uma boca larga. O que mais chama atenção, nele são seus olhos: são de cor escura, olhar intenso e não piscam. Apesar de não possuir uma educação superior, ele cursou eletrônica e em 1960, com a idade de 18 anos, esteve trabalhando como mecânico de rádio em uma grande fábrica ao sul de Durban.


Houve uma vaga para superintendente no setor da fábrica onde trabalha Edwin, e um homem chamado George conseguiu este lugar. Edwin e George tiveram logo uma grande simpatia um pelo outro, e como George estava morando sozinho num hotel de Durban, Edwin oferecia-lhe carona diariamente em sua moto, uma oferta imediatamente aceita com gratidão por George.


Naquele tempo Edwin ainda era solteiro, e muitas vezes, nos fins de semana, costuma levar George para pescar com ele. Geralmente eles iam para Patterson Groyne, um bom local para pescaria, em Durban. A amizade cresceu rapidamente e, ao longo dos meses, Edwin foi formando a impressão que George procedia de Johannesburg, pois demonstrava conhecer bem aquela cidade. Contudo George falava pouco do seu passado.


Uma noite, quando estavam pescando, ambos viram uma luz cruzando o céu.
Edwin disse: "Será que é o Sputnik ou um disco voador?"
"O que é que você sabe a respeito de discos voadores?", perguntou George. Edwin disse que não tinha pensado muito neste assunto, mas que tinha bastante certeza que devia haver "algo lá fora"
Em seguida, eles passaram a falar com freqüência sobre este assunto, e George muitas vezes fazia perguntas a Edwin, como: "Você acredita que haja vida fora daqui?" e "Você acha que a Terra é o único planeta habitado do universo?"


Até que um dia George disse, finalmente: "Eu vou lhe dar uma prova definitiva que as luzes no céu não são todas Sputniks. Aí você vai ficar sabendo que as naves do espaço existem realmente."


Edwin estava para lá de propenso a se deixar convencer. As observações que George lhe fizera a seus argumentos tinham-no deixado bem intrigado. Marcaram uma saída para pescar naquele sábado à tardinha, e quando Edwin foi buscar George, viu que ele levava uma mala de couro preto junto.
"O que tem aí dentro?", perguntou Edwin. Mas George respondeu com evasivas.


Havia muitos pescadores naquela noite em Patterson Groyne e os dois homens se concentraram em sua pescaria. Já que a noite era agradável, naquele verão de Natal, Edwin e George continuaram a pescar até as duas horas da manhã, hora em que todos os outros pescadores já tinham ido embora.
Quando estavam a sós, George disse: "Gostaria de lhe mostrar algo."  Abriu a mala e Edwin acendeu sua lanterna em cima dela; viu então que havia lá dentro uma espécie de aparelho de rádio. George puxou uma antena telescópica, formada por duas varas verticais unidas por uma peça horizontal, formando um H,com um metro e meio de altura. George ligou o instrumento, e daí a pouco ouviu-se uma estranha linguagem.


Uns quinze minutos depois apareceu uma estranha luz no céu. George chamou a atenção de Edwin para isto, e este notou que a luz estava vindo na direção deles. Quando ficou paralela ao Bluff em Durban, parou. A esta altura, Edwin achou seu tamanho comparável ao de uma bola de tênis mantida a distância de um braço esticado. Estava brilhando com uma luz fixa azulada-branca, claramente delineada, não pulsava.


George explicou a Edwin que este era um aparelho do espaço respondendo ao seu aparelho de rádio. Um instante depois ouviu-se uma voz e desta vez, para espanto de Edwin, as palavras eram ditas em inglês. A voz se identificou, dizendo que era Wy-Ora, comandante da nave lá em cima, esclarecendo que ele e seus companheiros eram do planeta Koldas, de outro universo, e fazendo parte da Confederação dos Planetas. Wy-Ora disse que George era "um deles", e que o verdadeiro nome de George era Valdar.


Em seguida Wy-Ora explicou que Valdar tinha vindo à Terra a fim de poder encontrar alguém compatível para organizar um grupo que espalhasse informações a respeito de seres do espaço exterior.


"Se você se interessar", disse Wy-Ora, que tinha uma voz harmoniosa e melodiosa, "Nós gostaríamos que você formasse este grupo para nós."


Fazendo uma demonstração de sua capacidade, George deu instruções, em língua alienígena, e Edwin então observou o aparelho se movendo do leste para oeste e de norte a sul. Também, para poder demonstrar a tremenda aceleração que a nave possuía, ela partiu numa velocidade incalculável, desaparecendo.


Edwin estava fascinado! Ao recobrar seu equilíbrio, declarou a George que achava que era muito jovem, que seu conhecimento era muito exíguo para poder divulgár corretamente informações de tal magnitude, ou mesmo formar um grupo. Mas George lhe deu logo coragem, incentivando-o e dizendo-lhe que todo o tempo a Confederação o ajudaria na missão.


Com o passar dos meses Edwin tinha se aproximado muito de seu estranho amigo, pelo qual sentia uma especial amizade. Ele diz: "George era um homem grande, de boa constituição, forte." Ele tinha um semblante simpático, cabelos escuros e olhos pretos. Aparentava uns 35 anos quando Edwin o conheceu. Edwin se impressionava com a sua bondade e o seu humor. Uma das expressões preferidas de George era "nunca se aborreça". Um dia, quando Edwin ficou de plantão na hora do almoço para terminar um trabalho, ele notou que George estava manobrando uma máquina pesada, colocando-a em outra posição. Esta máquina tinha sido trazida, pouco antes, para dentro da fábrica, levada por um guindaste e haviam sido necessários cinco homens para levantá-la e empurrá-la até a plataforma! Foi a hora em que tocou a sirene, fazendo com que a máquina fosse deixada onde estava, para mais tarde ser colocada em seu lugar. George, achando que não houvesse ninguém, moveu a máquina — sozinho — colocando-a em seu lugar definitivo.


Depois de ter tomado conhecimento da origem de George e de seu verdadeiro nome, Edwin começou a chamá-lo Valdar quando estavam a sós. Nas conversações que tiveram posteriormente, George explicou para Edwin que Koldas, seu planeta de origem, fazia parte da Confederação dos Doze Planetas, e que eles esperavam que a Terra viesse a se tornar seu 13o membro.

Edwin disse: "Até a partida final de Valdar, muito de seu tempo ele passava na biblioteca, lendo e estudando. Ele tinha um interesse particular nas diversas religiões da Terra, e participava de serviços religiosos em igrejas, como observador sem preconceitos e profundamente interessado."


Apesar de seus modos geralmente alegres, havia muitas coisas que entristeciam George a respeito da Terra; por exemplo, a violência, a desorganização, o abuso de drogas e o alcoolismo.


Edwin prossegue: "Valdar me explicou que a Confederação não tencionava interferir com a humanidade de maneira alguma, mas que eles estavam muito preocupados com o uso que fazíamos de explosivos nucleares e a possibilidade de uma reação em cadeia durante um dos nossos testes em explosões nucleares".


Valdar informou Edwin que havia centenas de seres espaciais, assim como ele mesmo, vivendo na Terra. Eles permanecem na Terra de um a cinco anos, e durante este tempo eles estudam os humanos da maneira mais discreta possível. Terminado este período de estudo, eles são chamados novamente para o seu planeta de origem.


Chegou afinal o dia em que George/Valdar teve que partir. Um sábado de man hã, um mês depois que George tinha se despedido do trabalho ele pediu a Edwin para levá-lo à praia em Richard's Bay. Naquela época, esta era uma praia deserta, e eles pescaram e falaram por horas até as 22 horas, quando a maré ficava baixa e a praia se tornava apenas uma extensão de areia branca, deserta. Então George levantou-se e se trocou, tirando sua roupa cotidiana e enfiando um macacão de uma só peça com zíper, que ele trouxera em sua mala. George recomendou: "Coloque-se bem longe, atrás daquela duna de areia, antes da chegada da nave e também em sua partida. Você não está treinado como eu para suportar os seus efeitos."


Edwin quase não acreditou que o seu bom amigo e confidente dos últimos 24 meses estivesse indo embora para sempre. Como poderiam se contatar de novo se ele, Edwin, permanecia aqui na Terra enquanto Valdar estaria em um planeta a muitos anos-luz de distância? Não foi sem profunda emoção que Edwin sacudiu a mão de George, que em seguida entregou-lhe sua pequena caixa preta. "Isto é para você", ele disse, afastando-se rapidamente ao longo da praia.


Edwin fez o que Valdar recomendara, escondendo-se atrás de uma duna, de onde observou claramente a chegada do disco — era um disco voador de aproximadamente 50 metros de diâmetro, encimado por uma cúpula, e havia uma janela de observação, pela qual Edwin notou um vulto se mover.
O aparelho aterrissou na praia, fazendo um barulho surdo, áspero. Aí estendeu-se uma coluna em sua base que levantou novamente o disco, a uns dois metros acima da areia.


Na base da coluna abriu-se uma porta deslizante, dando, acesso a uma plataforma ou elevador. Este levou George para dentro do disco, ao nível que ele desejava alcançar, e logo que ele sumiu, o aparelho levantou vôo, afastando-se a grande velocidade. Em poucos segundos, ele era apenas um ponto no céu.


Aquela noite, voltando à sua pequena casa nos canaviais, que ele compartilhava com sua irmã casada e sua família ao norte de Durban, Edwin ficou meditando sobre os estranhos eventos que lhe tinham acontecido durante os últimos dois anos. Será esta uma história absurda? Uma criação da mente de Edwin? Talvez seja isto que se queira acreditar.


Mas não existe dúvida nenhuma que George realmente existiu! Seu nome aparece, nos 24 meses durante os quais ele esteve na fábrica, até se despedir, nas folhas de marcação de ponto. Ao viajar, o único endereço que ele deixou para correspondência era o do Hotel-K, em Durban, onde ele se hospedara enquanto morou lá. Infelizmente, desde que o hotel foi demolido, nos fins dos anos 60, foi levantado um grande edifício em seu lugar, situado na Smith Street. Não há como obter acesso ao registro do antigo hotel onde, naturalmente, George devia-ter assinado seu nome. Se houvesse meio de recuperar este registro, teríamos então podido fazer de sua assinatura uma análise normal? Ou, como já aconteceu muitas vezes em outros casos de contatados com UFOs, teria tal assentamento sumido misteriosamente?
E mais, apesar de saber que George existiu em 1960-62, o que houve com ele depois desta data? Terá ele realmente subido para um aparelho em formato de disco, assim como Edwin afirma, que o levou embora de uma praia deserta na costa sul-africana, em Natal? Ou será que toda a história, inclusive as transmissões radiofônicás, é apenas algo que Edwin. sonhou ter existido como a maior farsa do século?


Edwin conta que um dia, tempos depois da partida de George/Valdar, ele estava ouvindo uma estação de rádio comercial quando a transmissão foi subitamente interrompida pela voz de Valdar, mandando que ele ligasse, em horário específico, no rádio que ele, Valdar, tinha-lhe dado, e aguardar uma mensagem. Edwin ainda morava com sua irmã, e quando se aproximava a data da transmissão, ele se embrenhava nos canaviais esperando a chamada de Valdar.


Depois da primeira transmissão, tais transmissões continuaram a se efetuar regularmente mais ou menos uma vez por mês, e diziam para Edwin coisas que ele anteriormente nunca tinha entendido. As mensagens vinham transmitidas sempre em inglês; diziam que eles, os koldasianos, eram uma
civilização bondosa e avançada, em outro universo. Seu aparelho espacial tinha a capacidade de viajar com tal velocidade que o tempo torna-se irrelevante. Empregam campos magnéticos que correm em correntes por todo o universo, ligando todos os corpos espaciais de modo a formarem uma só rede. Tais campos magnéticos estão mapeados e são utilizados como rodovias de cerca de 1,5 a 5 km de largura.


Sua maior velocidade, bem além da velocidade da luz, é alcançada nos limites externos da corrente magnética, embora em seu centro não exista o mínimo movimento. É neste ponto que o aparelho é capaz de pairar e mudar rapidamente de direção.

Toda a sua energia é controlada por seus motores magnetizados, ativados pelo Sol, que, se comportando como leme, se movem em direção à corrente magnética desejada. Tais correntes magnéticas são as que propulsionam a nave. Não há necessidade de combustível, do tipo que nós empregamos. Os campos magnéticos permitem fazer com que eles possam viajar a velocidades fantásticas. A desmaterialização e a rematerialização ocorrem durante o vôo magnético. Os viajantes do espaço, com seus aparelhos, tornam-se fluídicos —fluindo assim pelo espaço. Enquanto isso se processa, seus tripulantes perdem a consciência de 1 a 5 minutos, tempo que os permite passar de um estado de consciência para outro, virtualmente revertendo no tempo.


Valdar dizia que ele muitas vezes tinha-se perguntado se ele e os seus companheiros do espaço não tinham chegado cedo demais à história do homem na Terra; que talvez a humanidade não estivesse ainda preparada para aceitar uma existência de civilização adiantada e a possibilidade de outra vida no espaço exterior.


A maior revelação parece estar no ponto em que eles descrevem suas viagens como sendo do nosso universo a outro universo. Um universo de antimatéria!

A esta altura Edwin já tinha conseguido juntar um pequeno grupo de pessoas interessadas, e esta última declaração intrigou-o profundamente, e aos outros. Mas, com o andar do tempo, tornou-se óbvio que Valdar e seus companheiros não pertenciam ao mesmo continuam espaço-tempo nosso. Ao falar de Marte ou de Vênus, não estão falando dos planetas do nosso sistema solar, estão se referindo aos seus "duplos" do nosso universo no sistema deles. O conceito da existência de um "duplo" inobservável de antimatéria do nosso universo já foi postulado por alguns círculos científicos.


Voltando a parar para pensar em algumas das declarações de Valdar, constatamos que ele disse:

— Existem grupos na Terra, perversos, que estão espalhando uma mensagem capaz de debilitar e confundir.

— Tais grupos são controlados por outra raça do espaço, que está procurando impedir os esforços de Valdar e de seu povo em civilizar a Terra.

— Que tais grupos conseguiram penetrar em todos os níveis de nossa sociedade e todos os governos do mundo.

— Que eles foram muito bem-sucedidos em semear o joio no meio do trigo.


Em seu livro Flying Saucers Uncensored (Discos Voadores sem Censura), Harold T. Wilkins nos diz que grande parte de sua pesquisa ufológica revelava hostilidade por parte deles, mas posteriormente ele teve que mudar de opinião. Então, verdadeira seria a postura de Valdar, - que nos diz que os UFOs envolvem mais que uma raça espacial?


Em retrospecto, as transmissões recebidas não parecem ter um verdadeiro motivo de ser. Eles não nos pedem para nos adiantarmos imediatamente ao nível deles; ao contrário, eles enfatizam que isto só poderá ocorrer por uma evolução natural.


Por outro lado, eles avisam que o equilíbrio da natureza seria desfeito. Mas eles também declararam enfaticamente que estão profundamente preoupados com o poder que esta raça hostil obteve sobre a nossa civilização, como é demonstrado pelo nosso modo de vida cheio de violência. Eles já ofereceram alternativas para os legisladores do nosso planeta, para conduzir-nos a um modo mais tranqüilo e pacífico de coexistência. Este plano já foi rejeitado como impraticável, eles nos dizem, pelas grandes potências da Terra, e devido a uma falta unânime de apoio de todos os países, Valdar nos informa que eles praticamente receberam "uma ducha fria".


Como eu já disse, meu papel é o do investigador, não necessariamente o de um crente. A história de Carl e Edwin me intrigou profundamente, mas antes de tecer qualquer comentário, se eu ' fosse comentar, eu quis ouvir pessoalmente essas transmissões.




A TRANSMISSÃO


Eu tinha sido convidada para falar perante a Sociedade para Pesquisa Psíquica em Durban, convidada por David Scott-McNab. já conhecia David há algum tempo — ele e a esposa são pessoas simpaticíssimas —, portanto fiquei extremamente feliz em aceitar este convite. A palestra, sobre minhas investigações sobre UFOs na África meridional, seria na Universidade de Natal. Apresentava-se uma excelente oportunidade para eu pedir a Carl e Edwin para presenciar uma das transmissões.


Assim foi que, no dia 27 de junho de 1977, Carl me levou de carro até a residência de Edwin, uma casa agradável, de subúrbio, situada no meio de um jardim bem-tratado, no coração de Pinetown, a uns 20 km de Durban. -
Apresentaram-me Edwin, sua esposa e seus dois filhos, um dois quais com o mesmo nome do comandante do espaço. Estavam presentes também a cunhada de Edwin e um amigo meu cuja presença Carl e Edwin tinham permitido.


Antes de entrar na casa, notei o que parecia uma antena standard de FM no teto. Carl me explicou que esta tinha sido modificada para poder captar os sinais de rádio especiais que geralmente eram emitidos de um aparelho ~ situado cerca de 500 km acima, no espaço.


Por dentro, a casa era mobiliada com gosto, mobília moderna e bem desenhada. Ficamos sentados na sala de estar enquanto Elizabeth, esposa de Edwin, serviu-nos café e panquecas. Edwin me mostrou o rádio e me deu permissão de examiná-lo à vontade. Era um aparelho standard, comercial, até onde eu podia julgar, mas não sou grande conhecedor para poder comentar algo detalhado sobre seu funcionamento interno.
Carl, que é radioamador, explicou-me que os sinais recebidos por Edwin não vêm transmitidos em ondas normais de rádio, ou seja, como aqueles de transmissões normais. As estações de rádio de ondas curtas transmitem seus programas a distância em "amplitude modulada RF — carrier", enquanto este pessoal do espaço dirige uma energia de 12 volts à antena de Edwin. Seu aspecto incomum é que esta antena se coliga ao suprimento de energia na parte traseira do receptor, e não ao estágio RF ou de frente. Tal modificação explica o porquê dos vizinhos e outros não conseguirem captar qualquer uma destas transmissões. Carl explicou também que não há necessidade de ligar o receptor e o gravador unido a ele, pois estão totalmente transistorizados. Logo que a energia entra pela antena, ela energiza o receptor e o gravador automaticamente, e está sempre ligado ao rádio.


Sentamos e conversamos algum tempo, à espera de uma transmissão. O clima em Durban é subtropical, típico da costa leste, e se parece com o da Flórida, e nesta época do ano o inverno estava no seu auge, lá. O cair da tarde estava fresco, mas parecia que estava ficando cada vez mais frio na sala. Pouco antes das 20 h notei que Edwin e Carl estavam observando seus relógios de pulso e trocando umas palavras entre eles. Então, de repente, um ou dois minutos depois, o alto-falante emitiu um som, acabando em um zunido baixo. Aí,
ecoando com grande estrondo, tão grande que Edwin teve que baixar o volume, surgiu uma voz.


Vou apresentar a transcrição completa da mensagem, apenas corrigindo onde havia erros gramaticais na palavra falada ou onde houvesse alguma repetição desnecessária. Mas, quanto ao resto, a mensagem reproduzida aqui é exatamente aquela gravada naquela noite.


"Aqui é Epicot. Aqui é Epicot'.
Este é o Comandante Herrenoah, da Divisão Astrael de Epicot, chamando a Base2 da Confederação no planeta Terra.
Minhas saudações _ para todos os presentes nesta noite; saudações minhas e de toda a minha equipe nesta Nave Corintiana de Astrael de Epicot e saudações também dos Altos Superiores, que enviam seus melhores votos de felicidade a vocês e ao povo do planeta Terra.

Eu sou o Comandante Herrenoah, o seu locutor de hoje desta Nave Corintiana de Astrael, pairando- a 530 km acima de sua sede. Sei que hoje há visitas e uma, em especial, está na sua base esta noite." Gostaria de estender minhas saudações a sua visita e expressar nosso agradecimento ao seu tabalho, que ela andou fazendo junto a Carl na elaboração deste livro.


Gostaria de dizer que a Confederação e Epicot a apreciam muitíssimo, mais do que as palavras possam expressá-lo no presente momento. Realmente, estamos muito gratos e felizes por ela estar conosco esta noite, podendo falar diretamente com ela por intermédio desta, transmissão. Ela teve uma presença destacada em nossos pensamentos durante longo tempo, e muitas vezes ouvimos falar do trabalho que ela andou fazendo ao revisar o livro, com suas sábias alterações para que este se tornasse um livro deveras bem-sucedido. Gostaria de agradecê-la em nome da Confederação dos Doze Planetas pelo trabalho feito. Agradeço por minha parte e em nome da Confederação dos Doze Planetas.


Esperamos no futuro poder retribuir o trabalho despendido na ajuda que deu ao Carl. Claro, você bem pode entender, só podemos recompensá-la do modo costumeiro à Confederação dos Doze Planetas. Isto significa o de trazer tranqüilidade e "um novo modo de vida" aos povos do planeta Terra.


Nesta comunicação de hoje à noite, desejaria transmitir a vocês todos um relatório sobre Epicot. Como vocês sabem, Epicot é um planeta recentemente descoberto em seu universo. Foi descoberto pela Confederação dos Doze Planetas, que estava à procura de um planeta conveniente. Tal planeta foi achado, e denominado Epicot. Situa-se na galáxia da Via Láctea da qual vocês têm conhecimento em seu planeta. É um planeta muito lindo e muito fértil. Mas é um planeta que ainda se encontra nos estágios iniciais de sua vida, e é ainda pré-histórico. E como ficamos sabendo posteriormente -- durante este ano terrestre que se passou —, as condições existentes nele são bem duras. Por exemplo, nós não tínhamos previsto os invernos rigorosos que teríamos que enfrentar neste planeta, nesta estação do ano que agora terminou, e chegamos a pensar que não conseguiríamos sobreviver a ele.


Pois lembrem, antes que Epicot pudesse se tornar completamente organizado, nós fomos separados totalmente da Confederação dos Doze Planetas, por causa dos distúrbios magnéticos entre os dois universos. Quando a Confederação se separou deste universo, Epicot teve que se manter sozinho e que se resguardar por si próprio.


Nós não possuíamos os equipamentos, nem as máquinas necessárias, apesar de a Confederação já ter construído o que estava a seu alcance neste planeta, antes do início das turbulências e da separação dos universos ter ocorrido. Elas nos deixou mal preparadas para podermos enfrentar as difíceis condições que prevaleceram durante as estações invernais. Assim mesmo, tivemos que nos satisfazer com o que dispúnhamos, e assim muito aprendemos.


Também tivemos muita sorte em receber visitas do Terceiro Universo, que por sua vez estão presos nesta armadilha do Sistema Solar durante este "desalinhamento". Eles nos ajudaram bastante. Esta gente maravilhosa do Terceiro Universo nos passou muitas informações vitais, e nos ensinou como melhorar —nossa tecnologia em muitos detalhes. Também recebemos muita ajuda quanto aos problemas eletrônicos. Acho também, que sem a assistência deles estaríamos passando por graves perigos. Mas agora já sabemos o que temos que enfrentar, e Epicot está muito mais bem preparada para enfrentá-los.


Quando durante a estação invernal tais condições se abateram sobre nós, descobrimos que o equipamento que tínhamos não servia para nada, ou para muito pouco. As condições eram tão adversas que, por exemplo, descobrimos que as instalações que nos forneciam energia solar, do Sol de nosso sistema, não satisfaziam nossas necessidades. Isto resultou em sermos forçados a empregar um sistema energético parecido com a Terra. Isto exigiu a instalação de turbo-geradores e cabos, forçando-nos a reestruturar as cidades que a Confederação tinha construído, para podermos utilizar um tipo mais convencional de sistema de distribuição de energia, como na Terra.


Naturalmente, foi necessário bastante tempo, mas com a ajuda dos povos do Japão conseguimos cumprir a tarefa. (nota da autora: Não entendo esta referencia aos “povos do Japão”. Carl especula que Herrenoah não seja um alienígena, e sim um japonês que está transportando trabalhadores voluntários da Terra para Epicot. Om expert em lingüística da Universidade de Zimbabwe, que ouviu um trecho da gravação, achou que a voz possuía entonações de japonês e de americano.) Foi nesta época que nos chegou a força-tarefa do Terceiro Universo, e agora possuímos uma plataforma que circula em volta de nosso planeta — um satélite — , que transmite a energia solar para as três cidades de Epicot, fornecendo-nos bastante energia para podermos fazer funcionar nossas instalações e toda a energia necessária para nossas habitações,7 energia para nossos povos e para todas as nossas necessidades.


Tivemos também um problema alimentar. Nós não estávamos preparados para isto, pois, lembrem, a Confederação não teve tempo suficiente para explorar ou descobrir as variadas condições das estações em Epicot. O tempo era limitado, e nós tínhamos uma numerosa equipe vinda da Terra para colonizar Epicot. As cidades foram construídas durante o verão, e as condições eram muito favoráveis naquela estação. Mas levamos um choque ao ver como podiam se alterar rapidamente as condições, e quão severas poderiam se tornar. Então, na estação invernal, tais problemas logo apareceram.


Novamente, com a ajuda das bases japonesas, conseguimos substituir os tipos de alimentos e acomodações, e também nos restabelecermos ao construir serras em conjunto, assim como as chamam os japoneses, para plantar e produzir alimentos em tais circunstâncias.

Naturalmente que aprendemos muito, e agora, na estação de verão, aqui, vamos nos certificar que não estaremos mais na situação em que nos achamos durante a última estação de inverno. Atualmente, neste estágio, os técnicos e os povos de Epicot estão se preparando para uma eventualidade como a que enfrentamos no inverno passado.


(...)


Nós da Confederação somos muito ligados à natureza. Acreditamos que o corpo humano deve ficar o mais próximo possível dela, obtendo todo o seu alimento dos elementos. Não acreditamos ser necessário cobrir o corpo enquanto se dorme. E as roupas, naturalmente, são fabricadas de material não-sintético. Este material não impede os raios de energia solar e todas as energias naturais de entrarem no corpo. Isto estimula e promove um crescimento perfeito que enaltece as pessoas e as torna verdadeiros povos da Confederação dos Doze Planetas.


Infelizmente, em seu planeta, e isto não é inteiramente culpa do povo do planeta Terra, as pessoas se cobrem com roupa demais, o que impede que a energia natural do seu Sistema Solar penetre em seu corpo. E por isso que vocês sofrem de tantas doenças estranhas! Lembrem que todos os elementos naturais estão lá, em seu planeta, para vocês usufruírem.


O Sol, por exemplo, dá vida e energia ao corpo. As radiações de luz filtradas através de sua atmosfera dão-lhes força e vida, estimulando o corpo. Isto estimula também o desenvolvimento de todos os órgãos, mantendo-os em perfeito estado de saúde.


Tudo isto foi aprendido pela Confederação dos Doze Planetas.
Eis porque nossa indumentária é desenhada de tal maneira a não evitar que qualquer dos elementos naturais seja impedido de energizar o corpo. Isto especialmente ao dormir, porque então o corpo está descansando, e isto é a hora em que você recebe, sendo um receptor, não deve haver obstáculos, porque o corpo é como uma antena. Até as construções estão planejadas de tal maneira que nelas não existam materiais que impeçam que toda esta energia natural alcance seus ocupantes.


Os estabelecimentos são construídos em lindos ambientes, cada um possuindo ao redor de quatro a cinco acres de terra. As casas não são construídas tão próximas umas das outras como vocês costumam fazer na Terra em suas cidades." Em volta delas há sempre muita folhagem e vegetação. É isto, nós procuramos nos manter o mais próximo possível da natureza. As pessoas trabalham somente de quatro a cinco horas por dia. Há um longo período de descanso depois de tantas horas de trabalho. A maior parte do tempo de lazer ou de recreação é passada ao ar livre, gozando das disponibilidades para a prática esportiva e de recreação em Epicot.


Temos parques e jardins. É um lugar de fato magnífico, tendo sido planejado pela Confederação dos Doze Planetas. Nossos veículos terrestres flutuam a uns 45 cm do solo ao viajar. São propulsionados por motores magnéticos; portanto, não há poluição. As nossa cidades possuem edifícios magníficos, As pessoas não precisam caminhar, pois existem esteiras rolantes, que nos conduzem de um lugar a outro. Temos um magnífico Astroporto, de onde nossos aparelhos partem e retornam. Esta é a construção maior de todas, a 366 metros de altura, construída de rocha natural, um tipo de cristal que durante a noite brilha quando é iluminado por dentro.


(...)


Não esqueça, todo mundo é igual em Epicot. O que a pessoa desejar, seja o que for, ela pode obter, e nunca ninguém tira mais do que o necessário.

Portanto em Epicot existem diversões, existe amor, existe felicidade e todos trabalham com amizade e com espírito de equipe. Lembrem-se também: uma vez que a Confederação possa nos alcançar novamente, a cooperação entre nós e a Confederação dos Doze Planetas vai ser reatada. Será novamente possível as pessoas visitarem a Confederação dos Doze Planetas nas férias, se assim quiserem. Sim, existem essas facilidades em Epicot, na Via-láctea que vocês conhecem tão bem. A Confederação é um outro Universo.


As nossas naves visitam o planeta de vocês periodicamente. Temos bases, e precisamos manter contato com o planeta Terra e todos os seus povos. Mas aqui em Epicot existe um mundo novo, um mundo construído somente para o povo do planeta Terra, em caso de uma emergência!


Quando a Confederação puder nos alcançar novamente, um número cada vez maior de cidades será construído, e aumentarão as facilidades e acomodações disponíveis em Epicot. No estágio atual, não podemos receber um número maior de pessoas da Terra, porque estão nos faltando condições. Mas quando a Confederação retornar, (a Confederação já retornou – nota da autora) o programa de reconstrução será retomado, habilitando-nos a construir e progredir como pretendíamos antes do desalinhamento do universo. É possível que um dia muitos milhares de pessoas, se assim o desejarem, poderão se tornar epicotianos.


Lembrem-se, Epicot foi construída unicamente para a Terra. Já foi chamada de "segunda Terra", de onde deriva o nome "Epicot", que significa isto na linguagem da Confederação dos Doze Planetas. É uma grande pena termos tido este atraso, mas ainda bem que conseguimos enfrentá-lo com muita garra, e estamos gratos a todos os que nos ajudaram.


Agradeço mesmo a todas aquelas pessoas maravilhosas, de sentimento confederativo, que existem no planeta Terra. Vocês deveriam ver, em Epicot, o nosso pôr do sol e o alvorecer; é um mundo de paz, onde as pessoas se unem, trabalham juntas, e todo dia que passa representa progresso para Epicot, para todo o seu povo e para todas as crianças que nascem lá.
É realmente maravilhoso pensar em tudo isto.


Aqui vou terminar esta transmissão de rádio direta dirigida à base. Gostaria de agradecer pela oportunidade de termos podido fazer esta transmissão e de ter podido falar com vocês. Gostaria de dizer aos nossos amigos, e a nossa visitante, a todos vocês que tanto fizeram por nós — gostaria de dizer obrigado, e de pensar que vocês continuarão a dar assistência ao Carl do mesmo modo como fizeram até agora no trabalho que, ele está desenvolvendo. Obrigada, e que tenham uma viagem agradável até o lugar de onde vieram. De todos os povos de Epicot, eu digo adeus, por enquanto ."


Embora eu esteja cética acerca de muitas coisas, esta ocorrência, não posso negar, mexeu comigo. Se, realmente, a mensagem veio mesmo do espaço exterior, qual é então seu objetivo? Se Edwin participa de alguma ridícula farsa, o que é que os farsantes teriam a ganhar com isto? As transmissões estão se efetuando regularmente nos últimos 15-16 anos. A coleção de mensagens gravadas por Carl montam a milhares de palavras.




Nem Carl, nem Edwin, obtiveram lucros financeiros por sua participação nesta história. Edwin admite, porém, que sua vida mudou. Ele obteve ótimas promoções em seu trabalho, tem uma casa muito boa e muitos dos problemas que o perturbavam anteriormente parecem ter sido eliminados. Apesar disto, seus contatos com os koldasianos não o fizeram navegar sempre, em águas límpidas.


 Tempos atrás, devido à recessão na África do Sul, Edwin perdeu o emprego durante uns tempos, e ficou em situação difícil financeiramente. Carl também atravessou suas dificuldades, mas a situação parece estar melhorando agora.
Edwin me contou que quando as transmissões começaram, ele ficava desesperado em querer convencer os outros de sua importância e autenticidade. Mas, depois de ter sofrido continuamente o escárnio e o ridículo durante anos, por parte dos céticos que nunca se incomodaram em investigar devidamente o caso, ele hoje não se importa mais.  "Se você quiser acreditar que isto é verdade", ele me disse, "bem, é assim que eu gostaria que fosse. Mas se você não acreditar... isto é problema seu."

Existem mesmo maníacos no mundo, pessoas que fariam qualquer coisa para poder impressionar um público crédulo. Não existe nenhuma razão de ser para o seu jogo, à parte sua própria satisfação íntima. Estas são pessoas estranhas, desajustadas, que nunca conseguiram achar o seu lugarzinho no mundo. Mas não posso acreditar que Edwin ou Carl, pertençam a este grupo, ou que Edwin tenha conseguido ludibriar Carl a este ponto, pois ele é, afinal, um engenheiro e um estudante de ciência. Carl é, sem dúvida, um homem perspicaz.


Brad Steiger, em seu livro Mysteries of Time and Space (Mistérios do Tempo e do Espaço), nos relata a experiência do Dr. Edward W. Goldstein, que estava viajando numa estrada deserta a caminho de Long Island, EUA. Ele viu um objeto em forma de charuto, iluminado, no céu, e seu carro foi parando devagar. Neste momento, ele ouviu uma conversa estranhíssima, indecifrável, pelo seu rádio, que estava desligado! A conversa parecia estar se travando entre quatro homens diferentes, mas o Dr. Goldstein não entendia o que eles estavam dizendo. Será que estavam tentando uma comunicação pelo rádio?


John Keel, em artigo da revista Saga, escreveu a respeito de sinais de rádio que estão invadindo o nosso espaço há mais de 70 anos. Segundo Kreel, são por demais excêntricos para serem aceitos pelas nossas instituições científicas, ou pela imprensa. Mas não há dúvida que eles existem.


Uri Geller nos conta de comunicações recebidas em fita magnética vindas de Spectra, em 1972. Spectra era o nome da nave que estava em comunicação com ele. Eles enviavam mensagens mentais, e em uma delas informaram a Geller e ao seu biógrafo, Andrija Puharich, que eles "serão vistos por um número cada vez maior de pessoas". Disseram também: "Esperamos aterrissar em seu planeta dentro de poucos anos.


Eu já li várias transcrições das fitas que Carl possui. AIgumas das mensagens são repetitivas, ingênuas, e de pouco impacto. Mas a advertência geral transparece o tempo todo: "Mudem o vosso mundo, parem a bomba, ou... "  Talvez esteja mesmo acontecendo algo de muito sério, que nem Edwin nem Carl percebem.


Poderemos mesmo nos livrar disto de modo tão leviano com uma risada?


Do livro de Cynthia Hind, UFOs - Contatos Africanos
_____________________


Vrillon's message

http://www.youtube.com/watch?v=GMT4IlYTo7E
 http://www.youtube.com/watch?v=tFN9diw8aBA


Vrillon's message of peace Full message
 “ This is the voice of Vrillon, a representative of the Ashtar Galactic Command, speaking to you. For many years you have seen us as lights in the skies. We speak to you now in peace and wisdom as we have done to your brothers and sisters all over this, your planet Earth. We come to warn you of the destiny of your race and your world so that you may communicate to your fellow beings the course you must take to avoid the disaster which threatens your world, and the beings on our worlds around you. This is in order that you may share in the great awakening, as the planet passes into the New Age of Aquarius. The New Age can be a time of great peace and evolution for your race, but only if your rulers are made aware of the evil forces that can overshadow their judgments. Be still now and listen, for your chance may not come again. All your weapons of evil must be removed. The time for conflict is now past and the race of which you are a part may proceed to the higher stages of its evolution if you show yourselves worthy to do this. You have but a short time to learn to live together in peace and goodwill. Small groups all over the planet are learning this, and exist to pass on the light of the dawning New Age to you all. You are free to accept or reject their teachings, but only those who learn to live in peace will pass to the higher realms of spiritual evolution. Hear now the voice of Vrillon, a representative of the Ashtar Galactic Command, speaking to you. Be aware also that there are many false prophets and guides operating in your world. They will suck your energy from you - the energy you call money and will put it to evil ends and give you worthless dross in return. Your inner divine self will protect you from this. You must learn to be sensitive to the voice within that can tell you what is truth, and what is confusion, chaos and untruth. Learn to listen to the voice of truth which is within you and you will lead yourselves onto the path of evolution. This is our message to our dear friends. We have watched you growing for many years as you too have watched our lights in your skies. You know now that we are here, and that there are more beings on and around your Earth than your scientists admit. We are deeply concerned about you and your path towards the light and will do all we can to help you. Have no fear, seek only to know yourselves, and live in harmony with the ways of your planet Earth. We of the Ashtar Galactic Command thank you for your attention. We are now leaving the plane of your existence. May you be blessed by the supreme love and truth of the cosmos.”



Tradução Google com retoques:

Vrillon mensagem da paz
mensagem completa



Esta é a voz de Vrillon, um representante do Comando Galáctico Ashtar, falando com vocês. Há muitos anos que somos vistos como luzes nos céus. Nós falamos-lhe agora em paz e sabedoria, como temos feito com seus irmãos e irmãs de todo o seu planeta Terra. Nós viemos para avisá-los do destino de sua raça e de seu mundo para que vocês possam comunicar a seus semelhantes o curso que vocês devem tomar para evitar o desastre que ameaça o seu mundo, e os seres em nosso mundo ao seu redor. É para que vocês possam compartilhar o grande despertar, quando o planeta passa pela Nova Era de Aquário. A Nova Era pode ser um momento de grande paz e evolução para a sua raça, mas apenas se os governantes estiverem cientes das forças do mal que podem obscurecer suas decisões. Estejam atentos hoje e ouçam, porque a chance pode não voltar. Todas as armas do mal devem ser removidas. O tempo do conflito já passou e a raça da qual vocês são parte pode ir para a estágios superiores de evolução se vocês se mostrarem dignos de fazer isso. Vocês têm pouco tempo para aprender a viver juntos em paz e boa vontade. Pequenos grupos de todo o planeta estão aprendendo isso, e existem para transmitir a luz da alvorada da Nova Era, para todos vocês. Vocês são livres para aceitar ou rejeitar os seus ensinamentos, mas somente aqueles que aprendem a viver em paz passarão para patamares mais altos de evolução espiritual. Ouça agora a voz de Vrillon, um representante do Comando Galáctico Ashtar, falando com vocês. Estejam cientes também de que existem muitos falsos profetas e guias a operar no seu mundo. Eles sugam a sua energia de vocês - a energia que vocês chamam de dinheiro, e irá colocá-lo para fins malignos e dar-lhes escória inútil em troca. Seu divino interior irá protegê-los disso. Vocês devem aprender a ser sensíveis à voz de dentro que pode lhes dizer o que é verdade e o que é o caos, confusão e inverdades. Aprendam a escutar a voz da verdade que está dentro de vocês e vai levar-vos para o caminho da evolução. Esta é a nossa mensagem aos nossos queridos amigos. Temos observado o vosso crescimento por muitos anos como vocês também têm observado luzes no céu. Vocês sabem agora que estamos aqui, e que existem mais seres sobre e ao redor da Terra do que seus cientistas admitem. Estamos profundamente preocupados com vocês e seu caminho para a luz e fazeremos tudo que pudermos para ajudá-los. Não tenham medo, busquem apenas conhecer a si mesmos, e viver em harmonia com as formas de seu planeta Terra. Nós do Comando Galáctico Ashtar agradecemos pela sua atenção. Estamos agora a deixar o plano de sua existência. Que vocês sejam abençoados pelo amor e verdade supremos do cosmos.



publicado por conspiratio às 22:25
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