Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2009

BARDO: O PRIMEIRO GRAU NA FORMAÇÃO DE UM DRUIDA

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Entre os povos gauleses, de um modo geral, existem três grupos de homens que são tratados com excepcional reverência: os bardos, os vatos e os druidas. Os bardos são cantores e poetas; os vatos, filósofos naturais e divinos, enquanto os druidas, além da filosofia natural, estu­dam também a filosofia moral.

Estrabão — Geographica (escrito no final do século primeiro a.C.)


Os druidas organizaram-se em três agrupamentos distintos, nos quais cada grupo tem funções específicas, tarefas a executar, e um treina­mento especial. Felizmente, os textos clássicos fornecem informações suficientes que nos permitem pintar um quadro da natureza de cada um desses agrupamentos e, uma vez feito isso, podemos considerar sua relevância no treinamento dos druidas contemporâneos.



BARDOS

Encontramos também entre eles autores de versos a quem chamam de bardos; eles cantam acompanhados por instrumentos semelhantes à lira, aplaudem uns e vituperam outros.

Diodoro Siculo — (Histories) 8 a.C.



Os bardos eram os zeladores da tradição, da memória da tribo —eram os depositários da sacralidade do mundo. Embora representassem o primeiro nível de treinamento para o druida principiante, não devemos cometer o erro de pensar que o bardo estava, de certa forma, numa posição humilde ou inferior. Havia muitos níveis de realização, porém
o mais qualificado dos bardos era mantido em alta estima e compartilhava muitas funções do ovado e do druida.

O treinamento do bardo era intenso e demorava muitos anos. Havia variações nos currículos entre a Escócia, a Irlanda e o País de Gales. Na Irlanda, sabe-se que o treinamento demorava 12 anos e os estudantes submetiam-se a um currículo rigoroso. No primeiro ano, o aluno passa­va de Principiante (Ollaire) a aprendiz de poeta (Tamhan) e aprendiz de satírico (Drisac). Durante esse período tinha de aprender a base das artes bárdicas: gramática, vinte histórias e o alfabeto-árvore de Ogham.

Nos quatro anos seguintes, aprendia mais dez histórias a cada ano, uma centena de combinações do ogham, doze lições de filosofia, e um nú­mero não especificado de poemas. Estudava também combinações ditongais, a Lei dos Privilégios e os usos da gramática. No sexto ano, se tivesse permanecido no curso, era chamado de Pilar (Cli) e estudava mais quarenta e oito poemas e vinte histórias. Nos três anos seguintes, era denominado de Torrente Nobre (Anruth) porque "emana uma tor­rente de frases bonitas e recebe uma torrente de riquezas".' Durante esse tempo, já aprendeu mais noventa e cinco contos, possuindo um repertório de 175 histórias. Estudou métrica, interpretação de textos, invocação profética, estilos de composição poética, formas poéticas específicas e histórias de nomes e lugares da Irlanda. Os três últimos anos de seu treinamento dão-lhe o direito de tornar-se um Ollamh ou Doutor em Poesia, passando pelos graus de Homem de Erudição (Eces) e Poeta (Fili). No décimo ano, o aluno tinha estudado outras formas poéticas e composição, no décimo primeiro, 100 poemas e, no décimo segundo, 120 orações e as quatro artes da poesia. Agora, é um Mestre, ou Mestra, Doutor em Poesia, tem o direito de receber um ramo de ouro.

Como Anruth, Torrente Nobre, carregou um ramo de prata; antes disso, durante todo o treinamento, levara consigo um ramo de bronze. Presos a esses ramos havia sinos, de modo que, quando o poeta trans­punha o hall para recitar um poema ou narrar um conto, se fazia sempre seguir pelo seu repicar avisando à audiência para ficar em silêncio, e solicitando a ajuda dos reinos interiores para dar alma a seu poema ou história. No País de Gales ou na Escócia, o treinamento de um bardo era similarmente rigoroso, embora o currículo e os graus fossem dife­rentes.

Como os bardos eram treinados? As escolas bárdicas formavam-se em tomo de um Chefe Poeta e seus assistentes. Demorava muito tempo para aprender de cor, para fortalecer a memória e decorar o número fantástico de contos e poemas que se exigia de um bardo consumado.

As narrações da Alta Escócia Ocidental e da Irlanda mostram que muito trabalho era dispendido com a técnica que agora poderíamos chamar de privação sensorial. As acomodações eram espartanas ao extremo e eles ficavam muito tempo remoendo poesias e procurando inspiração em completa escuridão. Só recentemente redescobrimos, através do trabalho pioneiro do Dr. John Lilly, o poder fecundo da escuridão que se encontra no reservatório do isolamento.

Seus currículos dão a entender uma rigorosa e pesada aquisição das histórias e poesias de outros povos. Eram treinados para tornarem-se mestres da Memória e da Inspiração. Preservar a tradição, as leis e a genealogia da tribo eram algumas de suas tarefas. Tão importante quanto desempenhar a missão de manter viva a tradição e a herança, era o encargo de chegar a um conhecimento do poder sagrado do mundo, manifesto como a capacidade de inspirar-se e inspirar aos outros. Para trans­mitir a memória da tribo, precisavam conhecer as histórias e poemas que preservaram a linhagem e a tradição de seu povo, mas para ser Mes­tre da Inspiração era necessário criar seus próprios versos e contos. Por esse motivo, praticavam a privação sensorial e empregavam as artes da invocação. Tal treinamento naturalmente despertava os poderes internos. Uma memória poderosa e a capacidade de sondar as profundezas e percorrer as alturas da consciência, em busca de inspiração e da chama criativa, desenvolviam dentro do bardo a faculdade de ver o futuro, e influenciar o mundo ao redor prenunciando o trabalho do ovado e do druida, permitindo-lhe transmitir o espírito do druidismo através dos séculos, quando a luz daqueles não pudesse mais ser vista no mundo.

E compreensível que o primeiro grau de, treinamento do druida deva, portanto, englobar o trabalho de ovados e druidas. Parece que o druida se enquadra nas palavras de abertura de João: "No início era o Verbo." A maneira pela qual a palavra poderia criar, comandar, ali­mentar, curar, penetrar, purificar, invocar, unir, provocar, coibir e jun­tar era um poder que o bardo, em seu longo treinamento descobria e utilizava a serviço de si próprio, seu patrão, seu rei, seu druida e-- é de se esperar, seu deus ou deusa.

Ó Escutai a voz do bardo
Que o presente, passado e futuro vê
Cujos ouvidos escutaram a Palavra sagrada
E caminhou entre as árvores antigas...
William Blake — Songs of Experience

Sabendo alguma coisa do que os bardos fizeram e como eram trei­nados, podemos agora perguntarmo-nos qual a importância do trabalho bárdico, hoje em dia.

Não é coincidência começarmos nosso estudo do druidismo dentro do grau bárdico. Sua importância como base para nossa vida, desenvolvimento da personalidade e espiritual não é menos significativa agora do que há milhares de anos, e poderia se dizer que é ainda mais indis­pensável hoje do que então. A pista para entendermos por que deveria ser assim está na percepção de que os bardos históricos trabalharam com a Memória e a Inspiração. Um dos principais motivos da sensação de alienação do homem moderno encontra-se no fato de ter ele se separado do mundo natural e das raízes do seu passado. A prática do druidismo procura curar essa alienação — reconectando o nosso passado e o mundo da natureza. No grau bárdico abrimo-nos para o poder restaurador da compreensão druídica da natureza — permitimos que a Mandala do Ciclo Sazonal Ôctuplo, que será explicada no próximo capítulo, aprofunde-se em nossos seres. Trabalhar coma Memória significa trabalhar com a herança e a linhagem, bem como com a mitologia e as histórias da tribo. Trabalhar coma Inspiração significa abrirmos para nossa criatividade interior.

Muitos dos problemas que enfrentamos em nosso mundo desenvolvido resultam de reprimirmos e negarmos o artístico em todas as suas formas. A moderna pesquisa do cérebro mostra que para a maioria, o funcionamento principal vem do hemisfério cerebral dominante que intermédia a função do pensamento analítico. O hemisfério oposto tem menos influência na nossa maneira atual de viver — é o hemisfério que intermédia a sintetização, as formas não analíticas de pensamento e expressão: é a parte do cérebro considerada responsável pela expressão artística. E opinião geral que, para tomarmo-nos seres completos, precisamos criar para ambos os lados oportunidades de desenvolvimento e expressão. Essa verdade foi expressa pelos alquimistas (e existe uma forte tradição da Alquimia dentro do druidismo) e, posteriormente, por
Carl Jung que desenvolveu a teoria de Logos e Eros arquetípicos, — o masculino e feminino da psique, os quais, para o nosso desenvolvimento, necessitam relacionar-se e, eventualmente ou periodicamente, se unir. Os alquimistas sabiam da importância dessa conjunção e deram-lhe o nome de Casamento Místico ou Mysterium Coniunctionis.

Agora, a_ moderna pesquisa do cérebro tem nos ajudado a observar uma possível correlação física desses dois aspectos do Self, mostrando o caminho em que as diferentes funções cerebrais são compartilhadas entre os dois hemisférios.

Nossa educação tem se concentrado principalmente no desenvolvi­mento das habilidades do pensamento analítico e matemático, embora as escolas de Steiner sejam notáveis por sua tentativa de conferir, em seu currículo, igual status ao desenvolvimento artístico. Quando entra­mos no caminho bárdico, começamos um processo de desenvolvimen­to do hemisfério não dominante. Abrimo-nos para o Self artístico e criativo.

Isso não é uma tarefa simples e, num caminho típico do druidismo, o trabalho é empreendido evidentemente em todas as dire­ções. Através do esquema do festival óctuplo, e com os poderes dos quatro elementos que são conferidos aos pontos cardeais no círculo sagrado do trabalho druida, o bardo é trazido para um estágio em que tem conhecimento e trabalha com os quatro aspectos do seu ser — representados pela terra, sua praticalidade e sensualidade; pela água, sua receptividade e emocionalidade; pelo ar, sua racionalidade; e pelo fogo sua intuição e entusiasmo. Ao ganhar acesso a esses quatro elementos e partes do Self, e trabalhando para harmonizá-los, o aspirante bárdico intensifica sua criatividade interior. Desenvolve, então, os re­cursos de seu corpo e do seu coração e mente tornados dispo­níveis para guiá-lo inspirá-lo. Dessa maneira aprendemos a contor­nar a mente racional, que gosta de criar limites-- à compreensão.

Para poder operar, o intelecto cria distinções, categorias, constru­ções mentais através das quais a experiência pode ser compreendida e aplicada. Isto é essencial para nossa sobrevivência e progresso no mundo. Os problemas aparecem quando essa capacidade de criar padrões de referência não é contrabalançada pela capacidade de transcender as estruturas e abrir-nos para o transracional — o inexplicável com palavras mas não menos verdadeiro. Poesia e música são sumamente capa­zes de nos ajudar a ultrapassar padrões e pontos de vista. Tocada, falada, cantada ou representada, alarga as fronteiras, abre horizontes, invoca energias para o intelecto, que sozinho não pode apreender ou categorizar com seus esforços. Aqui está o poder do bardo — dissolver nossas fronteiras, nossos padrões de referência — mesmo que seja só por um momento.

Sinta esta poesia do bardo moderno Jay Ramsay:

Insondável desconhecido,
Atrás e em todas as coisas

Vale — francelho — celidônia:
Você em lugar nenhum e em todas as coisas
E sendo nada é forçado a silenciar,
Sendo incapaz de falar
Você vê todas as coisas,
E eu vejo você
E eu vejo que Eu sou
O âmago do que estou vendo:
O sol se aproximando
Para encontrar o homem
Que cruzou a linha,
Que saiu de dentro de si mesmo
Fica ali na frente,
Despido na luz.

A mente não pode apreender totalmente a força deste poema — a pessoa sofre o impacto da força das palavras e das imagens de uma maneira que resiste à descrição ou explicação. Esta é a função da poe­sia, ou do bardo. Ir além. Viajar. Trazer de volta. O Professor Michael Harner, uma autoridade mundial em xamanismo, diz que o caminho xamânico é melhor definido como o método em que se abre uma porta para penetrar numa realidade diferente.` É isto precisamente o que acontece com a poesia eficaz e poderosa. A diferença entre compor, ler e recitar poesia "secular" e empreender as mesmas atividades no espíri­to do bardismo é que, no último, o processo xamânico é consciente­mente conhecido e trabalha-se com ele. Criatividade e inspiração são vistas como dádivas dos deuses, como forças que entram no receptácu­lo do Self através da Superconsciência. Preparação, preparação ritual, visualização, prece e meditação apropriados criam os canais pelos quais o poder criador e gerador pode fluir.


(...)

No Grau Bárdico abrimo-nos para o que significa viver na Terra com a capacidade de ser criativo. Embora este seja o primeiro estágio de treinamento do druida, seus propósitos alcançam o fundo do coração
do druidismo que é o desenvolvimento do domínio dos poderes da geração. No nível bárdico isso envolve a produção de trabalhos criati­vos — musica, cançao, poesia e arte em todas as suas formas. No trabalho dos ovados e druidas nos relacionamos com esse poder da mesma maneira, mas nos interessamos também em gerar cura e amor, idéias e luz. O conhecimento que o bardo tem do poder da Palavra, e sua capacidade de lidar com esse poder, torna-se mágico com o druida: por entender a força criadora do som, a Palavra é usada para gerar sementes de luz que repercutem por toda a criação.






Do capítulo "Bardos, Ovados e Druidas" do livro: "Elementos da Tradição Druida", de Philip Carr-Gomn

publicado por conspiratio às 20:42
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