Sexta-feira, 8 de Agosto de 2008

MEDITAÇÃO: AFORISMOS DE YOGA DE PATANJALI

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Os Aforismos de Ioga de Patañjali
IogaPatañjaliWQJudge

Aforismos de Ioga,
de Patañjali

Uma Interpretação
de William Q. Judge

[Edição em inglês, Theosophy Company, Bombay,
Índia. Primeira edição, 1965. Reimpressão em 1984.]

Dedicatória

Esse livro é colocado no altar da causa dos Mestres, e é dedicado a Helena P. Blavatsky, servidora deles.
Toda preocupação pelos frutos ou resultados desse livro é abandonada: eles ficam a cargo do Carma e dos membros da Sociedade Teosófica.

Os Aforismos de Ioga de Patañjali


Livro I

Concentração

1. Seguramente, uma exposição sobre Ioga, ou Concentração, será feita agora.

A partícula sânscrita atha, que é traduzida por “seguramente”, sugere ao discípulo que um determinado assunto será abordado, exige sua atenção e também serve como um sinal de bênção. Monier Williams diz que essa “é uma partícula auspiciosa e iniciadora que freqüentemente não é fácil de traduzir”.

2. Concentração, ou Ioga, é a inibição das modificações do princípio pensante.

Em outras palavras, a falta de concentração do pensamento se deve ao fato de que a mente – aqui chamada de “princípio pensante” – está sujeita a constantes modificações devido à sua dispersão por uma multiplicidade de objetos. Assim, a “concentração” é equivalente à correção de uma tendência à dispersão, e à obtenção do que os hindus chamam de “unidirecionalidade”
[1], o poder de aplicar a mente, em qualquer momento, à consideração de um só ponto ou aspecto do pensamento, com a exclusão de todos os outros.

É sobre esse Aforismo que o método do sistema está baseado. O motivo de ausência de concentração, em qualquer situação, é que a mente é modificada por qualquer assunto ou objeto colocado diante dela: é como se ela se transformasse naquele assunto ou objeto. A mente, portanto, não é o poder supremo ou mais elevado; ela é somente uma função, um instrumento com o qual a alma trabalha e sente as coisas e experiências sublunares. O cérebro, no entanto, não deve ser confundido com a mente, porque ele é, por sua vez, apenas um instrumento dela. A conclusão que se segue é que a mente tem seu próprio plano, diferente do plano da alma e do plano do cérebro, e o que se deve aprender é a usar a vontade, que também constitui uma força diferente da mente e do cérebro, de um modo tal que ao invés de permitir que a mente vá de um assunto para outro ou de um objeto para outro, nós a usaremos como um instrumento a qualquer momento e durante um período tão longo quanto quisermos, para análise do que seja que nós tenhamos decidido escolher.


3. Durante a concentração, a alma permanece no estado de espectador sem um espetáculo.


Isto diz respeito à concentração perfeita, que é aquela condição em que, pela inibição das modificações mencionadas no Aforismo 2, a alma é levada a um estado em que não há nenhum resíduo ou impressão de qualquer assunto. A “alma” mencionada aqui não é Atma, o espírito.


4. Em situações diferentes daquela da concentração, a alma tem a mesma forma que durante a modificação da mente.

Isto diz respeito à condição da alma durante a vida comum, quando a concentração não é praticada, e significa que, quando o órgão interno, a mente, é afetado através dos sentidos ou modificado pela forma de algum objeto, a alma também – vendo o objeto através do seu órgão, a mente – é alterada assumindo de certa maneira aquela forma; assim como uma estátua de mármore branca como a neve, se for vista sob uma luz vermelha, parecerá vermelha ao observador, e será vermelha enquanto a luz colorida estiver sobre ela.

5. As modificações da mente são de cinco tipos, e são dolorosas ou não dolorosas;

6. Elas são: cognição correta, concepção equivocada, fantasia, sono e memória.

7. A cognição correta resulta de percepção, dedução e testemunho.

8. A concepção equivocada é a noção errada que surge da falta de cognição correta.

9. A fantasia é uma noção que não possui nenhuma base real e que segue um conhecimento transmitido por palavras.

Por exemplo, os termos “os chifres de uma lebre” ou “a cabeça de Rahu”, nenhum dos quais possui nada na natureza que corresponda à noção. Uma pessoa que ouça a expressão “a cabeça de Rahu” naturalmente imagina que exista um Rahu que possua a cabeça, mas na verdade Rahu – um monstro mítico a que se atribui o ato de engolir o sol, causando os eclipses – é apenas uma cabeça e não possui um corpo
[2]; e, embora a expressão “os chifres de uma lebre” seja usada freqüentemente[3], é bem sabido que não existe tal coisa na natureza. De modo semelhante, as pessoas continuam a falar que o Sol “nasce” e “se põe”, embora elas defendam uma teoria bem diferente.


10. O sono é aquela modificação da mente que ocorre quando a mente abandona todos os objetos, porque todos os sentidos e faculdades do estado de vigília ficaram em suspenso.

11. A memória é o ato de não afastar da mente um objeto do qual se teve consciência.

12. A inibição das modificações da mente, já mencionada, deve ser obtida por meio de exercício e de desapego
[4].

13. O exercício é um esforço ininterrupto, ou repetido, para que a mente permaneça em estado imóvel.

Isso significa que para adquirir concentração nós devemos fazer esforços, uma e outra vez, para obter um controle sobre a mente que nos permita, a qualquer momento que nos pareça necessário, colocá-la em uma condição de imobilidade ou focá-la sobre um ponto qualquer com exclusão de todos os outros.

14. Esse exercício é uma posição firme mantida em função do objetivo que se tem em vista, e na qual se persevera durante um longo tempo sem intervalo.

O estudante não deve concluir que jamais poderá adquirir concentração a menos que dedique todos os momentos da sua vida a ela, porque as palavras “sem intervalo” se referem ao período de tempo que foi destinado à prática.

15. Desapego é haver vencido os desejos pessoais.

Isto é –a obtenção de um estado de espírito em que a consciência não é afetada por paixões, desejos e ambições, que ajudam a causar modificações da mente.

16. O tipo mais elevado de desapego é indiferença a tudo exceto à alma, e essa indiferença surge de um conhecimento da alma como algo diferente de tudo o mais.

17. Há um tipo de meditação chamado “aquilo em que há uma cognição clara”, e que se dá em quatro partes, devido a argumentação, deliberação, beatitude e identificação com o eu.

O tipo de meditação referido aqui é uma ponderação na qual a natureza daquilo em que se reflete é bem conhecida, sem dúvida ou erro, e é uma cognição nítida que exclui qualquer outra modificação da mente, exceto aquela sobre a que se pondera..

(1) A divisão argumentativa dessa meditação é uma ponderação sobre um assunto com argumentação sobre a sua natureza em comparação com algo mais; como, por exemplo, a questão sobre se a mente é produto da matéria ou precede a matéria.

(2) A divisão deliberativa é uma ponderação em relação a de onde veio, e onde está, o campo de ação dos sentidos mais sutis e da mente.
(3) A condição beatífica é aquela em que as forças mais elevadas da mente, junto com a verdade no sentido abstrato, são objeto da ponderação.

(4) No nível da identificação com o eu, a meditação já alcançou tamanha altitude que todos os assuntos inferiores foram afastados, e nada permanece exceto a cognição do eu, que então se torna a base para alcançar graus superiores de meditação.

Como resultado da obtenção do quarto nível, chamado do eu, resulta um claro reconhecimento de que o objeto ou assunto com que começou a meditação se perde e só existe a auto-consciência; mas essa auto-consciência não inclui a consciência do Absoluto ou Alma Suprema.

18. A meditação descrita acima é precedida pelo exercício de pensar sem argumentação. Outro tipo de meditação consiste na auto-reprodução do pensamento depois que todos os objetos saem do campo da mente.

19. O estado meditativo alcançado por aqueles cuja percepção não alcança o puro espírito depende do mundo fenomênico.

20. Na prática daqueles que são, ou podem ser, capazes de percepção em relação ao puro espírito, a meditação é precedida por fé, energia, atenção
[5] (sobre um único ponto) e discernimento, ou completa percepção daquilo que deve ser conhecido.

É destacado aqui pelo comentador que “naquele que possui fé surge a energia, ou perseverança na meditação, e, perseverando, surge a memória de assuntos passados, e sua mente fica absorvida na atenção, em conseqüência da lembrança do assunto; e aquele cuja mente for absorvida pela meditação chega a um completo discernimento da matéria sobre a qual pondera”.

21. A obtenção do estado de meditação abstrata é rápido, no caso do praticante impetuoso.


22. Em função da natureza leve, intermediária ou transcendental dos métodos adotados, há uma distinção a ser feita entre aqueles que praticam Ioga.

23. O estado de meditação abstrata pode ser alcançado através de uma profunda devoção ao Espírito Supremo, considerado em sua manifestação compreensível como Ishwara.

Afirma-se que essa profunda devoção é um instrumento fundamental para alcançar a meditação abstrata e os seus resultados. “Ishwara” é o Espírito no corpo.

24. Ishwara é um espírito intocado por problemas, trabalhos, frutos de trabalhos ou desejos.

25. Em Ishwara, torna-se infinita aquela onisciência que no homem existe apenas em germe.

26. Ishwara é o instrutor de todos, inclusive dos primeiros seres criados, porque Ele não é limitado pelo tempo.

27. Seu nome é OM.

28. A repetição do seu nome deve ser feita com reflexão sobre seu significado.

Om é a primeira letra do alfabeto sânscrito. A sua pronúncia envolve três sons, o de um longo au,
o de um u curto, e o da conclusão, a consoante labial m. A essa triplicidade se atribui um profundo significado místico. Ela significa, como realidades diferentes porém unidas, Brahma, Vishnu e Shiva, ou criação, preservação e destruição. Vista como um todo, a letra implica “o Universo”. Aplicada ao homem, au se refere à centelha de Espírito Divino presente na humanidade; u, ao corpo através do qual o Espírito se manifesta; e m, à morte do corpo, ou sua dissolução em seus elementos materiais. Com relação aos ciclos que afetam qualquer sistema planetário, o OM implica o Espírito, representado por au como a base dos mundos manifestados; o corpo ou matéria manifestada é representado por u, através do qual trabalha o espírito; e, representado pelo m, “a conclusão ou o retorno do som à sua fonte”, o Pralaya ou a Dissolução dos mundos. No ocultismo prático, através dessa palavra é feita referência ao Som, ou Vibração, em todas as suas propriedades e seus efeitos, e esse é um dos maiores poderes da natureza. No uso dessa palavra como uma prática, através dos pulmões e da garganta, produz-se um efeito definido sobre o corpo humano. No Aforismo 28 esse nome é usado no sentido mais elevado, tem inclui necessariamente todos os sentidos inferiores. Toda pronúncia da palavra Om, como uma prática, tem uma referência potencial à separação consciente da alma em relação ao corpo.

29. A partir dessa repetição e da reflexão sobre seu significado, surgem o conhecimento do Espírito e a ausência de obstáculos para a obtenção da meta que se tem em vista.

30. Os obstáculos diante daquele que deseja obter concentração são doença, abatimento, dúvida, negligência, preguiça, dependência dos objetos de sentidos, percepção equivocada, impossibilidade de obter qualquer estágio de abstração, e instabilidade em qualquer estado, quando obtido.

31. Esses obstáculos são acompanhados por sofrimento, angústia, tremor e suspiro.

32. Para preveni-los, deve-se refletir sobre uma verdade.

Aqui se faz referência a qualquer verdade estabelecida que a pessoa aceita.

33. Através da prática da benevolência, da ternura, do contentamento e do desinteresse por objetos de felicidade, sofrimento, virtude e vício, a mente se torna purificada.

As principais ocasiões para a distração da mente são cobiça e rejeição, e o que o aforismo significa não é que a virtude e o vício deveriam ser vistos com indiferença pelo estudante, mas que ele não deve fixar sua mente com prazer em relação à felicidade ou virtude, nem com rejeição em relação ao sofrimento ou vício, em outras pessoas, mas deveria ver a todos com a mente inalterada; e a prática da benevolência, da ternura e do contentamento produz alegria na mente, o que gera uma tendência à força e à estabilidade.

34. As distrações podem ser combatidas por um controle ou manejo regulado da respiração, na inspiração, na retenção e na exalação.

35. Um meio para obter a estabilidade da mente pode ser encontrado em uma cognição sensorial imediata;

36. Ou, se for produzida uma cognição imediata de um assunto espiritual, isso também pode servir para o mesmo fim;

37. Ou, se o pensamento adotar como seu objeto alguém livre de paixões – como, por exemplo, um caráter idealmente puro – isso poderá servir como meio;

38. Ou a estabilidade da mente pode ser obtida refletindo sobre um conhecimento que surge em um sonho;

39. Ou pode ser obtida ponderando sobre qualquer coisa que se aprove.

40. O estudante cuja mente é assim serenada obtém uma maestria que se estende desde o nível atômico até o infinito.

41. A mente que foi treinada de tal modo que as modificações comuns da sua ação não estão presentes, mas apenas aquelas que ocorrem a partir da escolha consciente de um objeto para contemplação, é transformada à imagem e semelhança daquilo em que medita e alcança uma completa compreensão da natureza do objeto.

42. Essa transformação da mente na imagem e semelhança daquilo sobre o que ela pondera é chamada tecnicamente de condição Argumentativa, quando há uma confusão entre o nome da coisa, o significado e a aplicação daquele nome, de um lado, e o conhecimento abstrato das qualidades e elementos da coisa em si, de outro lado.

43. Quando desaparecem do plano da contemplação o nome e o significado do objeto selecionado para meditação; quando a coisa abstrata em si mesma, livre da sua distinção pelo nome, se apresenta diante da mente apenas como uma entidade, isso é o que se chama de condição não-argumentativa da meditação.

Esses dois aforismos (42-43) descrevem o primeiro e o segundo estágios da meditação, na mente adequadamente voltada para objetos de uma natureza grosseira ou material. O próximo aforismo se refere ao que ocorre quando objetos sutis, ou mais elevados, são selecionados para meditação contemplativa.

44. As condições argumentativa e não-argumentativa da mente, descritas nos dois aforismos anteriores, também ocorrem quando o objeto selecionado para meditação é sutil, ou de uma natureza superior à dos objetos sensoriais.

45. Uma meditação que tem em vista um objeto sutil termina com o elemento indissolúvel chamado matéria primordial.

46. As mudanças mentais descritas acima constituem a “meditação com semente”.

“Meditação com semente” é aquele tipo de meditação em que ainda há diante da mente um objeto definido sobre o qual se medita.

47. Quando a Sabedoria foi alcançada, através da obtenção do estado não-deliberativo da mente, há clareza espiritual.

48. Nesse caso, portanto, há aquele conhecimento que está absolutamente livre de erro.

49. Esse tipo de conhecimento difere do conhecimento resultante de testemunho e dedução; porque, quando a busca de conhecimento se baseia em testemunho e dedução, a mente precisa considerar muitos detalhes e não está voltada para o campo geral do conhecimento em si.

50. O fluxo de pensamento auto-reprodutivo que resulta disso anula todos os outros fluxos de pensamento.

Afirma-se que há dois principais fluxos de pensamento: (a) aquele que depende de sugestão feita seja por palavras de outra pessoa, ou por uma impressão com impacto sobre os sentidos ou a mente, ou por associação; (b) aquele que depende inteiramente de si mesmo, e reproduz de si mesmo um pensamento idêntico ao anterior. E quando o segundo tipo de fluxo de pensamento é obtido, o seu efeito age como um obstáculo para todos os outros fluxos de pensamento, porque por sua natureza ele repele ou expele da mente qualquer outro tipo de pensamento. Como foi mostrado no aforismo 48, o estado mental chamado “não-argumentativo” está absolutamente livre do erro, já que nada tem a ver com testemunho ou dedução, mas é conhecimento em si, e portanto põe um fim, a partir da sua própria natureza, a todos os outros fluxos de pensamento.

51. Esse fluxo de pensamento em si mesmo, com apenas um objeto, também pode ser parado, e nesse caso é obtida a “meditação sem semente”.

A “meditação sem semente” é aquela em que a atividade da mente foi levada a um ponto em que o objeto escolhido para meditação desaparece do plano mental, e não há mais qualquer reconhecimento dele, mas apenas – como decorrência – um pensamento progressivo em um plano mais elevado.

Que Ishwara possa estar por perto e ajudar aqueles que leiam esse livro.

OM

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publicado por conspiratio às 19:12
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