Quinta-feira, 29 de Maio de 2008

SERES EXTRATERRESTRES E A EVOLUÇÃO E DESGRAÇA DA HUMANIDADE

.UFOet -landscape 3.jpg

 

SERES EXTRATERRENOS E A EVOLUÇÃO E DESGRAÇAS DA HUMANIDADE
Equipe Planeta

Muitas e diferentes linhas do pensamento esotérico e ocultista afirmam que o universo é povoado por várias inteligências estranhas, tanto superiores quanto inferiores ao homem no processo evolutivo. A tarefa que essa crença nos impõe é descobrir em definitivo o que são essas inteligências e o que querem elas com o homem.

Para o psicólogo italiano Assagioli, existe até mesmo uma categoria de inteligência que é basicamente má. Ela atuaria através de um ser humano qualquer – que lhe serviria de “canal” – trazendo ao mundo doutrinas distorcidas, méis verdades e idéias que só servem para espalhar a desarmonia e a confusão entre os homens. Outras inteligências, ao contrário, semeariam o conhecimento e os mistérios da matéria e da alma. Exemplo disso é o físico americano Saul-paul Sirag, o qual disse conhecer mais de cem cientistas que afirmaram ter tido contato com seres de outros planetas.

Um deles é John Lilly, que faz pesquisas sobre a inteligência dos golfinhos. Eis o que ele escreveu em sua autobiografia: No futuro, a humanidade será composta de indivíduos conscientes, corajosos, instruídos e experientes, ligados entre si como uma verdadeira rede de comunicações. Essa rede existe e já funciona sobre todo o planeta. Ela se estende também sobre outros mundos, fora da Terra.”

A mais importante prova para a existência de inteligências extraterrestres que se comunicam com médiuns é o conteúdo das declarações desses mesmos médiuns. E aqueles que insistem na idéia de que as mensagens em questão são oriundas do subconscientes dessas pessoas são obrigadas a admitir, então, que o subconsciente desses médiuns é extremamente criativo e muitíssimo bem informado.

Grande parte da literatura esotérica e dos livros considerados sagrados pelas diferentes religiões dizem que seu precursor serviu apenas como “canal” entre os homens e a divindade. A obra era ditada por outra inteligência.

Wilson, autor do livro de ficção científica Iluminatus, é um dos que dizem ter tido contato com inteligências extraterrenas. Em seu livro Gatilho Cósmico, ele conta suas experiências e a de seus amigos, especialmente Timothy Leary, com seres da estrela Sírius. O livro O Mistério de Sírius, de Robert Templo, diz que algumas das figuras-chave do moderno ocultismo, como Helena Blavatsky, Gurdjief e Aleister Crowley, tiveram também contato com Sírius.

Na manhã de 23 de Julho de 1973, Wilson conta que acordou com uma mensagem na cabeça: “ Sírius é muito importante”. Inicialmente, não descobriu por que a estrela poderia ser tão importante, mas começou a procurar o motivo da mensagem. Nessa época ele fazia algumas leituras sobre ocultismo, e num livro sobre Crowley descobriu que este considerava Sírius como a fonte de sua corrente mágica. Descobriu também que aquele mesmo dia, 23 de Junho, era o dia em que a ligação entre Sírius e a Terra era mais forte., segundo a tradição egípcia.

Três anos depois, lendo o livro de Robert Temple, Wilson encontrou a hipótese de que, por volta de 4500 a.C., já havia um contato entre seres humanos e inteligência do sistema de Sírius. Segundo Temple, existia uma forte ligação entre a estrela e as religiões do Egito, Babilônia e Grécia.

AS PROFECIAS DO COMETA KOHOUTEK

Em Julho de 1973, quando teve suas primeiras experiências, Wilson formou um grupo telepático, tencionando contatar uma inteligência superior no universo. A experiência levou ao recebimento de uma inteligência supostamente extraterrestre: nessa mensagem, foi prometido um sinal por parte do ser: “Mandaremos um cometa a seu sistema solar, sinal de que chegou a hora de vocês fixarem o olhar nas estrelas.”

Meses depois, curiosamente, surgiu o cometa Kohoutek em nosso sistema solar, movendo-se na direção do Sol. Os astrônomos preparam-se para estudá-lo mais de perto – mais pouco depois, inexplicavelmente, o tão aguardado cometa passou ao largo, desaparecendo no espaço.

Existem muitos exemplos de pessoas que receberam mensagens contendo profecias e revelações. É o caso do profeta Maomé, que diz ter tido uma “visão” – chamada por ele de “Arcanjo Gabriel” – que lhe entregou um rolo de seda com inscrições. Assim Maomé leu as leis divinas que mais tarde seriam incluídas no Corão.

Em 1821, Joseph Smith, um matuto norte-americano, teve uma experiência semelhante. Afirmou ter estado em contato com um ser chamado Moroni, que lhe revelou o local onde estavam certas tábuas de ouro. Smith foi ao local indicado, desenterrou as tábuas e traduziu os estranhos sinais que as cobriam. Feito isso, as tábuas se desmaterializaram. Mais tarde, a tradução de Smith foi publicada com o nome de Livro dos Mórmons, tornando-se a bíblia de mais uma religião.

Outra obra desse gênero, a Dahpse, foi escrita pelo dentista americano John Newbrough, em 1880. Certo dia, ao acordar, Newbrough encontrou seu quarto cheio de seres que tinham a forma de pilares luminosos. Eles lhe ordenaram a compra de uma máquina de escrever e que passasse a escrever nela durante uma hora por dia.

Newbrough obedeceu e, apesar de não saber usar a máquina, escrevia cerca de 1200 palavras por hora. O livro fala ao mesmo tempo da história da raça humana e de uma certa cosmologia que relata, com precisão, a existência do cinturão de Van Allen ao redor da Terra – somente descoberto décadas depois.

O já citado Assagioli escreveu certa vez que” o importante é que a humanidade tem que admitir que realmente existem inteligências superiores – do que ela (a humanidade) parece não gostar. Chegou a hora de reconhecer a hierarquia que realmente existe. Mas cuidado, existem também forças negativas que tentam impedir que tudo aconteça, e um de eu métodos é introduzir em suas comunicações, ensinamentos falsos. Isso não é difícil para elas, pois são bastante espertas. E, disfarçando-se em seres agradáveis, podem só enganar. É preciso ter sempre cuidado.”

Realmente, o grande psicólogo italiano considerava a existência de inteligências superiores e não-humanas, um fato totalmente normal. E, na verdade, seu ponto de vista sobre seres astutos e maldosos explica a discrepância contradição entre que existem na literatura sobre extraterrenos, onde surgem declarações de seres altamente inteligentes e outras de seres que nada ficam a dever a um imbecil terráqueo qualquer.

Os esoteristas acreditam, assim como Assagioli, que existe uma hierarquia espiritual que de certa forma vigia, organiza e lidera nosso planeta, e que gradativamente e de várias formas, transmite sua sabedoria aos seres humanos.

OS TEXTOS DE SETH E A FÍSICA

Esse fenômeno ocorreu, sem dúvida, entre 1875 e 1890, quando Helena Petrovna Blavatsky escreveu A Doutrina Secreta. Outra parte foi realizada por Alice Bailey, que, entre 1919 e 1949, escreveu uma série de livros transmitidos telepaticamente por um certo mestre Djual Khul, conhecido como “o tibetano”. O conteúdo dos livros é apresentado como uma doutrina que esse “tibetano” teria recebido de uma fonte superior. A própria Alice Bailey explica em sua autobiografia, como escrevia seus livros: “Tinha de escrever em períodos regulares. Os livros foram ditados de forma precisa e clara, transmitidos palavra por palavra, de tal modo que podia dizer que ouvia uma voz pronunciando as palavras.”

Um exemplo recente de textos transmitidos por uma inteligência extraterrestre são os chamados textos Seth, recebidos pela médium americana Jane Roberts.

Numa tarde de outono de 1963, Jane Roberts, jovem autora que publicara pouco antes seu primeiro livro, sentou-se para escrever uns poemas. Ela mesma conta o que aconteceu a partir daí:
“De repente, surgiu na minha cabeça, com uma tremenda força, uma avalanche fantástica de idéias novas e radicais. Eu estava em contato com uma força de tremenda energia. Parecia que o mundo físico era fino como papel, escondendo dimensões infinitas de realidade. De repente essa coisa foi jogada através daquele papel, e ouvi o som de uma coisa sendo rasgada.”

Sua mão começou a escrever sem parar, e, quando ela voltou a seu estado normal de percepção, descobriu que fizera um monte de anotações sobre idéias que lhe eram desconhecidas e que tinham um título: O Universo Físico Como Construção de Uma Idéia.

Mais tarde, essas idéias foram ampliadas por seu inspirador, Seth, enquanto Jane Roberts estava em transe e seu marido anotava o que ela dizia. Logo Seth começou a se manifestar como uma personalidade independente e forte, e o casal passou a organizar, duas vezes por semana, sessões onde Seth pudesse transmitir suas idéias.

Rob, marido de Jane, contou que quando ela estava em contato com Seth, sua voz ficava mais grave e seus gestos mais masculinos. Seth, porém, explicou que se manifestava daquela maneira para facilitar a comunicação. "Eu me transformo em algo que é mais fácil de ser compreendido e aceito", disse Seth. Explicou ainda que a personalidade é multidimensional, isto é, cada indivíduo também existe em outros planos e dimensões. Uma identidade completa, então, é bem mais que o simples "eu" com o qual no identificamos normalmente.

Seth chamava Jane de Ruburt e falava dela como se ela fosse um homem, apesar de saber que aqui, na Terra, ela era uma mulher. Mas, explicou o ser, Jane é somente um fragmento de uma personalidade total da qual Ruburt é outro fragmento – o fragmento que Seth achava mais apropriado para servir como canal de comunicação.

Eugene Barnard, psicólogo da Universidade do Estado da Carolina do Norte (EUA), participou de uma das sessões e teve uma longa conversa com Seth, descrevendo assim o que sentiu: “A melhor descrição que posso dar daquela noite é que foi para mim uma conversa deliciosa, maravilhosa, com uma pessoa ou inteligência, seja o que for, cujo intelecto e conhecimento estão bem acima dos meus. Não sei qual a explicação que um psicólogo ocidental daria a esse fenômeno, mas não acho que Jane Roberts e Seth sejam a mesma personalidade ou a mesma pessoa, ou ainda diferentes faces da mesma pessoa ou da mesma personalidade.”

O próprio Seth entende como é difícil para nós, seres humanos, entendermos e aceitarmos a existência de seres não físicos: " Se eu conseguir convencer vocês da realidade de minha personalidade independente", disse ele certa vez, "então ficarei satisfeito. Não sou uma personalidade secundária, não faço a mínima questão de dominar a vida de Ruburt nem espero que ela se submeta. Não sou uma parte reprimida da identidade de Ruburt."Essa declaração foi feita durante uma palestra de Seth para um grupo de estudantes de psicologia. Nessa ocasião ele comentou: "Tanto faz para mim se vocês me consideram um produto do subconsciente, mas essa é uma observação totalmente incorreta. Se vocês acham que sou uma parte prolongada e inconsciente da personalidade de Ruburt, então precisam admitir que este inconsciente é clarividente e telepático, já que demonstrei ser clarividente e telepático. Então Ruburt também os possui."

EXERCITANDO O OLHO INTERIOR
E Seth disse mais: "Tive muitas profissões e Ruburt não se lembra de nenhuma delas. Não sou a imagem paternal de Ruburt nem a figura masculina que se esconde no fundo do espírito feminino. Sou simplesmente uma entidade composta de essência energética que não mais assume a materialização numa forma física. Não fui gerado artificialmente através de hipnose, nem alguém mexeu artificialmente com a personalidade de Ruburt. Não houve histeria; Ruburt me permite usar seu sistema nervoso sob condições bastante controladas. Ele não me deu permissão para usar seu corpo como bem entendesse nem gostaria que fosse assim. Tenho mais o que fazer."

Tudo isso dá uma idéia clara da personalidade de Seth: ele é bem informado, argumenta com clareza e lógica e parece se divertir com as explicações psicológicas criadas pelo homem para algo que de outro modo não poderia aceitar. Enquanto isso, Seth diz apenas, de si mesmo: "Sou simplesmente uma personalidade composta de essência energética que não se manifesta mais na forma física."

Mas Seth não é um espírito, apesar de admitir que já viveu outras vidas e teve um corpo físico em vidas anteriores. De qualquer forma, o que realmente parece interessar a Seth – tanto que ele tenta transmitir esse conceito em todos os seus contatos – é que todas as realidades, físicas ou não, são criações do espírito ou da consciência.

Como diz o próprio Seth: “Vocês acham que os objetos têm uma existência independente de vocês. Não entendem que eles são a manifestação física de seu próprio ‘eu’ psíquico. Nós, por outro lado, sabemos muito bem que somos nós mesmos que criamos nossa própria realidade, e por isso nós a fazemos com tremenda alegria e dedicação criativa. No meu ambiente vocês iriam sentir-se totalmente perdidos, iriam achá-lo uma confusão sem nexo, sem ligação entre as coisas.”

A função de Seth (como a própria entidade o diz) é a de um professor, e ele a exerce tanto na nossa realidade quanto em outras, utilizando-se sempre da parte apropriada da sua entidade e ensinando as mesmas coisas da forma que considera ser a melhor.

Assim, para transmitir seus ensinamentos ao nosso mundo ele escreveu um livro. Ou melhor, ditou-o através de Jane Roberts. Em 1970, esse livro foi publicado com o titulo The Seth Material ( “O Relatório Seth” aproximadamente), onde Roberts descreve como Seth surgiu e cita vários de seus ensinamentos.

Naquele mesmo ano de 1970, Seth avisou que iria escrever outro livro. Primeiramente, então, estabeleceu um esquema para os capítulos; depois, durante dezoito meses, ditou o texto. Quando pronto o livro, somou 500 páginas; foi publicado em 1972, sob o título Seth Speaks (Seth Fala), e nele são desenvolvidos temas com uma lógica impressionante e grande autoridade.

No prólogo do livro, o próprio Seth diz: Toda a sua atenção se encontra concentrada de um modo bastante especial num ponto que você chama de realidade. Mas, em redor, de todos os lados, existem outras realidades, ignoradas ou rejeitadas por você, que assim apaga todos os estímulos irradiados por elas. Há uma razão para isso, mas você mesmo tem que descobri-la. Quero abrir seu olho interior.”

Muitos leitores dos livros se convenceram da realidade da existência, do valor dos ensinamentos e da existência de Seth independente de seu canal. É como afirma Seth: “Personalidades que não existem não escrevem livros.”


(fonte: uma antiga revista Planeta - 1981?)

 

.

Loosh – a parábola de Robert Monroe

Observando a cadeia alimentar, cientistas e filósofos têm-se debruçado por sobre um enigma: servimos de alimento para quem?

É muito degradante para o nosso ego de reis da criação insistirmos nessa questão. Como dizia Charles Fort, o papa do Realismo Fantástico, o que incomoda é prontamente ignorado, posto de lado, são os fatos DANADOS.

Lendo ‘Viagens além do universo', de Robert Monroe, nos cai de chofre uma espantosa resposta para a incômoda indagação.

Quando tive oportunidade, comuniquei ao Bob que ele fora crudelíssimo para com os seus leitores, pois lhes dera apenas uma simples virada de folha do seu livro, para se recuperarem do choque produzido por sua revelação, ao passo que ele havia levado alguns meses para se recompor. Bob sorriu.

Na sua parábola, muito século XXI, Bob esclarece que produzimos uma substância identificada como loosh, muito apreciada e solicitda por alguém em algum lugar. A extração deste nosso produto é feita após a nossa morte. E o que vem a ser loosh?

Em princípio, baseado 'nas informações primeiras que recebeu, Bob declara:

O loosh é apreciado, colecionado, comido, bebido, necessitado, amado ou usado como droga.

E acrescenta:

O loosh é uma substância rara, em ALGUM LUGAR. Seus usuários estão convencidos de que o seu uso é vital.

A sua dúvida se dissipa quanto ao método usado para a estocagem do loosh. Levado até um armazém deste precioso produto que produzimos, quase se esvai, exposto à reverberação dos raios desta estranha e energética substância. Foi salvo pelo seu acompanhante, um INSPEC (Intelligent Species - Espécies inteligentes). Este ser se postou diante dele, minimizando a tremenda radiação do loosh e tornando-a suportável para Bob, uma espiral muito curiosa.

Robert Monroe descobriu que a produção da energia loosh está ligada às nossas emoções e se indagou: o Amor é loosh? A sua resposta foi SIM, na qualidade pura e abrangente do SUPER AMOR, ou seja, do AMOR ALTRUÍSTA, INTEGRAL.

Uma experiência direta — de primeira mão



N° 4 — Final do ano de 1983

Eu havia perdido o meu filho Arthur no final de julho. Certa tarde, absorvida na leitura de um livro de Harold Sherman, fui levada pelo tema e cheguei a concentrar-me, sem o perceber, no significado real do sofrimento. Repentinamente, recebi um ensinamento completo sobre o assunto, algo que chamei então de comunicação em bloco, e que, cinco anos depois, em 1988, iria aprender, durante o programa Gateway, a chamar de NVC (non verbal comunication), ou seja, comunicação não verbal. O impacto foi tremendo e muito vivificante. Fiquei impossibilitada de comentar o episódio, pois eu o recebera de forma tão inexplicável que não poderia transmiti-lo.

No dia seguinte, ainda de madrugada, minha filha Tina, de quatorze anos, irrompe em prantos no meu quarto. Tina é uma sensitiva incrivelmente bem dotada e... apavorada pelos dons que possui.

— Mamãe, você não vai acreditar no que me aconteceu!
Contou que entrara em um estado esquisito e que, de repente, se viu em um local parecido com o hall de uma universidade. Muitas pessoas entravam e saíam, mas ela sabia que estava no lugar para onde os mortos vão. Tina ficou muito alegre por pensar:

— Oba! Agora vou me encontrar com o Arthur...

— Você não veio aqui para isso — uma voz cortou os seus Pensamentos.

Tina se voltou, deparando-se com uma luzinha muito enigmática. Via a luz à sua frente, mas sabia que era una com ela. A luzinha levou-a para executar várias tarefas, em diversos níveis. Dava-lhe uma ajuda substancial, inclusive estimulando-a a não desistir, quando a dificuldade era muito grande. E assim, de nível em nível, chegaram a um platô. E aí Tina encontrou a mim e a diversas outras pessoas que desconhecia. Estávamos umas ao lado das outras, espaçadamente. Minha filha contou-me que havia qualquer coisa, não evidente, que envolvia cada uma de nós e que não permitia que nos comunicássemos entre nós e com ela. (Seria um campo de força?) E foi após essa observação que a minha menina olhou para a frente.

— Mamãe, caí num êxtase imediato. Jamais fui e serei mais completa e feliz do que o fui naquele momento. À minha frente existia uma luz maravilhosa e cheia de amor, e eu soube que aquela energia luminosa é o que chamamos DEUS. De repente, a senhora começou a falar. Não ouvi um som, mas sabia que a senhora estava dando contas a Deus de como aceitou a morte de Arthur. E Deus estava muito satisfeito com a senhora. As outras pessoas também falavam e Deus foi ficando cada vez mais luminoso, tão luminoso e brilhante que eu não podia vê-lo sem ficar ofuscada. (Ver experiência de Robert Monroe, no Armazém de Loosh~Amo)

Então eu soube: Deus é uma grande energia omnisciente. Mas tem uma fraqueza: não pode experienciar nada, por ser omnisciente.
Deus explodiu de si mesmo um monte de centelhas e as cobriu da matéria, para que elas experienciassem por ele, e depois trouxessem a experiência de volta, para que ele se tornasse cada vez mais sábio.
Nós somos esses pedaços de Deus e estamos aqui para levar experiência para ele. Quando é hora de voltar de Deus, para colheras experiências, há uma reunião e Deus nos dá uma coleção das experiências que ele deseja que façamos. Escolhemos as que mais gostaríamos de viver. Então, Deus escolhe onde vamos nascer. Há um grupo de PAIS e MÃES, e todos estão dormindo nas suas camas na Terra, mas estão acordados lá, e são escolhidos os que podem facilitar os acontecimentos para nós. Sabe, mãe, os que vão colocar agente na boca do forno!
Nós nascemos, mas esquecemos tudo, senão o jogo perderia a graça. Quando chegam aquelas experiências, as que escolhemos, Deus nos dá o direito de vivê-las do jeito que quisermos: enlouquecer, suicidar, brigar, adoecer ou crescer com elas. É isto o que Deus quer, porque assim vai ter a experiência completa, cujos resultados poderão ser aproveitados como ajuda aos vivos e àqueles que chamamos de mortos e em outros planos também. Mãe, eu não queria mais voltar de lá. Estou apaixonada por Deus. Eu tinha tudo lá... Era como se estivesse vivendo mil vidas felizes ao mesmo tempo. Mas a minha luzinha me puxou, com muita força, de volta para o meu corpo. E... eu quero voltar, lá tudo é muito emocionante. Aqui é muito enjoado e sempre igual!

A essência desse depoimento da minha filha Ana Christina, a Tina, foi o que eu havia recebido em NVC, um dia antes, e que, impossibilitada, não transmitira a ninguém.

É impressionante comparar este relato de 1983 com o de Robert Monroe, cujo livro Viagens além do universo só iria ser editado dois anos após, em 1985, nos Estados Unidos.



O jogo Cósmico de Donald Crowhurst


Pequena biografia: quem foi Donald Crowhurst? Campeão de corrida em Trimaran, promovida pelo Sunday Times, ao redor do mundo.
Foi campeão em toda a linha. Talentoso, inventivo, sempre preocupado em criar avanços técnicos para a navegação. Desapareceu misteriosa e tragicamente, nas proximidades dos Açores, quando vencia a sua última corrida, pois foi esta a última das posições que comunicou através do rádio.

Patrice-Gaston escreveu um livro superinteressante, “Desaparições Misteriosas”, e o dedicou à memória de Donald Crowhurst, julgando-o um grande injustiçado pelo Sistema perante o público.

O Sistema, como sempre, escamoteou os escritos do navegador, principalmente um texto com o título Meditações, composto de vinte e cinco mil palavras, onde Crowhurst fez considerações filosóficas e revelações que o sistema achou por bem sonegar à humanidade por esclarecer fatos danados, como aqueles em que Charles Fort esgrimia, e que eram dedicados a esta mesma humanidade.

Psicólogos foram escolhidos e contratados para taxarem o navegador com a pecha de esquizofrênico, suicida ou qualquer mote que pudesse desmoralizá-lo perante a opinião pública. Tem sido sempre assim... Todavia, "o tiro lhes saiu pela culatra", pois os psicólogos acharam impossível alguém ser um mistificador, um suicida em potencial, ou mesmo um esquizofrênico, tendo escrito Meditações. Lançaram um repto aos detratores: experimentem fazê-lo!

O que veio a lume das considerações de Donald Crowhurst guarda incríveis semelhanças com os textos de Robert Monroe. São experiências afins, vale a pena citá-las e proceder às comparações devidas. Donald Crowhurst se refere a um encontro seu, em pleno mar, com o Pai e o Filho, que jogavam juntos um jogo cósmico com a humanidade.

Pai e Filho eram seres que o navegador julgou perfeitos. E o tal jogo cósmico, em que consistia? Na transformação de macacos em deuses.
Crowhurst dá uma dica: os macacos não tinham nenhuma autorização de saber coisa alguma sobre os deuses, e nota, também, que o maior dos pecados que estes deuses cometiam era o da... dissimulação completa.

O navegador ia fornecer as regras gerais deste Jogo, mas os seus detratores escamotearam ignominiosamente as suas palavras. Como se adivinhasse o futuro reservado às suas Meditações, compostas por vinte e cinco mil palavras, Crowhurst ataca o sistema e convida a cada um de nós a não lutar ingloriamente contra ele. A tática, preconiza, é nos imiscuirmos nele, no sistema, e tentarmos mudá-lo, usando da nossa inteligência, de dentro para fora. Caso não consigamos este intento, aconselha-se o transporte da inteligência para um sistema mais satisfatório.

Outros aconselhamentos: não ao desespero, diante da nossa verdadeira realidade; não ao suicídio, talvez por ter descoberto também ser possuidor da certeza de que saberia jogar o jogo cósmico muito melhor do que o Pai e o Filho, do que a inteligência humana, da qual era o modelo, se aperfeiçoara e evoluíra, encontrando uma brecha no tal Jogo dos Seres Cósmicos, inteligência esta capaz de mudar as regras vigentes, todas elas fontes de sofrimento para a Raça Humana, em uma situação melhor para nós humanos.

Parece até ficção científica, mas os Diários de Bordo 1 e 2 de Crowhurst e as suas Meditações filosóficas, apesar de criminosamente agredidos e vilipendiados pelos sensores do sistema, foram aprovados como escritos por um homem sadio, no dizer de um grupo de psicólogos selecionados pelo próprio sistema (!), do qual ainda recebeu um repto atrevido: experimentem fazê-lo. Ninguém ousou!



Sherlock Holmes em ação...


Paralelos com os textos de Robert Monroe

Robert Monroe apresentou-nos a BB, um indivíduo oriundo da dimensão KT-95, onde se criam e se comercializam os Jogos mais inventivos e interessantes do Cosmos. Sherlock Holmes jamais perderia essa pista, meu caro Watson!

Robert Monroe também se referiu, nos seus textos, muitas vezes, ao Jogo Cósmico, aquele que conosco jogam do algures o Criador ou Criadores, manipulando nossas emoções, fontes inacreditáveis do Loosh, para o seu uso.

Sem o mérito dos citados, quero lembrar também qual foi a designação dada por uma menina de quatorze anos, minha filha, quando narrou a sua valiosa experiência. Ela referiu-se textualmente a um Jogo, ignorado (e dissimulado) por todos os seres humanos, porque, se conhecido, perderia a graça. Ou seja, poderíamos ganhar este jogo para o nosso próprio proveito: LIBERDADE!

Fonte: ESTADOS DE CONSCIÊNCIA ALTERADOS, Vera Filizzola , MAZA Edições, 1998
 
*
 
 
 
 
 
 

 

publicado por conspiratio às 21:03
link do post | comentar | favorito
 O que é? |  O que é?

.mais sobre mim

.Abril 2014

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30

.posts recentes

. NÃO AO MARCO CIVIL DA INT...

. INVASÃO CUBANA - PROGRAMA...

. PAPA FRACISCO: UM COMUNI...

. GOVERNO TEM PRESSA PARA C...

. FORO DE SÃO PAULO É O PRO...

. Yoani Sanchez dissidente...

. TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO E ...

. NOVA ORDEM MUNDIAL ESTÁ P...

. O DESEJO IRRESPONSÁVEL DE...

. COMUNISMO SE CURA COM VER...

. A HISTÓRIA SECRETA DE ANA...

. A CONSPIRAÇÃO DO FORO DE ...

. A LISTA DE CLINTON - ESTR...

. A EDUCAÇÃO MORREU?

. CONSPIRAÇÃO DO FORO DE SA...

. A HISTÓRIA SECRETA DE ANA...

. ABORTISMO SENDO INSTALADO...

. NOVA ORDEM MUNDIAL ESTÁ P...

. TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO,

. O PROBLEMA É O FORO DE SÃ...

. ORVIL - TENTATIVAS DE TOM...

. CONSPIRAÇÃO CONTRA A CIVI...

. RITALINA E OUTRAS DROGAS ...

. O EX-REVOLUCIONÁRIO DOSTO...

. FINS E MEIOS, BEM E MAL,...

. PRIORADO DE SIÃO E A NOV...

. SE NÃO INVESTIRMOS EM CON...

. CONGRESSO QUER MANDAR NO ...

. COREIA, NOVA ORDEM MUNDIA...

. AGRICULTOR EM GUERRA CONT...

. OPRIMIR O CIDADÃO COM LEI...

. MANIPULAÇÕES DA LÓGICA, D...

. EXTINGUINDO A PROFISSÃO D...

. KARL MARX , ADAM WEISHAUP...

. CONTROLE E MAIS CONTROLE ...

. UFO OU MÍSSEL ATINGE "MET...

. LÚCIFER E A REVOLUÇÃO

. HIPNOSE PELA TV - DAVID I...

. FORMAÇÃO DO IMBECIL COLET...

. OS BILDERBERGERS/ILLUMINA...

. QUEM MANDA NO MUNDO

. O ILLUMINATI OBAMA SE DÁ ...

. ARIZONA WILDER REFUTA DAV...

. QUEM MATOU AARON SWARTZ?

. CONTROLAR VOCÊ É TUDO O Q...

. SOL, SERENIDADE E CURA - ...

. CONSPIRAÇÃO CONTRA A CIVI...

. TOTALITARISMO - SONHANDO ...

. INTERNET - MEDIDAS DE CON...

. GOVERNO NEGOCIANDO COM O ...

.arquivos

. Abril 2014

. Novembro 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Julho 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

.favorito

. NÃO AO MARCO CIVIL DA INT...

. INVASÃO CUBANA - PROGRAMA...

. PAPA FRACISCO: UM COMUNI...

. GOVERNO TEM PRESSA PARA C...

. FORO DE SÃO PAULO É O PRO...

. TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO E ...

. NOVA ORDEM MUNDIAL ESTÁ P...

. COMUNISMO SE CURA COM VER...

. A HISTÓRIA SECRETA DE ANA...

. A EDUCAÇÃO MORREU?

.EXPANDIR A CORRUPÇÃO É ESTRATEGIA REVOLUCIONÁRIA - OLAVO DE CARVALHO

.DAVID ICKE - PROBLEMA-REAÇÃO-SOLUÇÃO - a mais poderosa técnica de manipulação das massas