Domingo, 17 de Novembro de 2013

INVASÃO CUBANA - PROGRAMA MAUS MÉDICOS - MP 621




Agora são os professores? - Libertar.in
http://youtu.be/2y57sVgMMHY
http://www.youtube.com/user/LibertarSite
http://www.libertar.in/

INVASÃO CUBANA - PROGRAMA MAUS MÉDICOS - MP 621
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/08/invasao-cubana-programa-maus-medicos-mp.html

"MÉDICOS" CUBANOS - O QUE ESTÁ POR TRÁS DISSO?
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/07/medicos-do-sus-greve-e-protesto.html

A CONSPIRAÇÃO DO FORO DE SÃO PAULO PARA INSTALAR DITADURAS DE ESQUERDA NA AMÉRICA - FARCS, PT, MST, FIDEL, CHAVES, LULA...
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/07/a-conspiracao-do-foro-de-sao-paulo-para.html

Para a filosofia terrorista, não existe lei e ordem que não se possa derrubar. Não existe lei, só a vontade do Partido: 

 Justiça decide que CRM-MG não pode negar registro provisório a estrangeiro
http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2013/08/28/justica-decide-que-crm-mg-nao-pode-negar-registro-provisorio-a-estrangeiro.htm

publicado por conspiratio às 02:10
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PAPA FRACISCO: UM COMUNISTA NO COMANDO DA IGREJA?

Quem é o Papa Francisco
 http://youtu.be/J1fac0sbgU0



Publicado em 03/08/2013
 

Este video trata da vocação comunista do papa Francisco. Inúmeras provas apresentadas por estudiosos da Igreja, homens da Igreja e leigos, estão aqui referenciadas. A Teologia da Libertação é a Teoria comunista da Igreja Católica desde 1958. Inumero aqui as provas, os documentos e as opiniões que comprovam essa vocação para o pobrismo, disfarce populista usado pela Igreja Católica latino-americana de onde é oriundo Mario Jorge Bergoglio. Ver este texto em notas 

 https://www.facebook.com/carlosalberto.reislima

Ver

OS JESUÍTAS E O MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/04/os-jesuitas-e-o-movimento.html

TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO E MARXIZAÇÃO DA IGREJA FOI LONGAMENTE PREPARADA
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/07/teologia-da-libertacao-e-marxizacao-da.html


ENTREVISTA COM O PAPA FRANCISCO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/09/entrevista-com-o-para-francisco-pobreza.html

JESUITAS DA DEPRESSÃOhttp://youtu.be/OIbxUpBJOqg

Jesuitas da Depressão II
http://youtu.be/YA_2KZweh7s

Maçonaria, jesuítas, sionismo e Vaticano dentro da Nova Ordem Mundial.
http://youtu.be/9byhxLZPQgA 

publicado por conspiratio às 02:07
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GOVERNO TEM PRESSA PARA CONTROLAR A INTERNET - DE NOVO! - MARCO CIVIL NÃO!

MARCO CIVIL NÃO!
http://marcocivilnao.com/

Marco Civil da Internet: Governo quer urgência na votação
  http://youtu.be/vwFwCFkoh74



ALERTA! SOPA BRASILEIRO - PL 2126-11
http://youtu.be/P7ekmN0DhhU




Marco Civil da Internet = (ignorância)
http://youtu.be/oJ0uuk-YVk4



Juiz quer censurar Dâniel Fraga
http://youtu.be/7PYQktiGLhw
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"Pois agora o famoso Marco Civil da Internet, elaborado por gente que entende tanto de internet quanto eu entendo de dissecação de iguanas, resolveu que é legal impor limites ao usuário, desde que tudo esteja no contrato. O Marco já foi rejeitado 6 vezes pela Câmara dos Deputados desde 2011, mas entrou num clima de “agora vai”, para alegria do lobby das operadoras de internet do Brasil."
http://meiobit.com/134484/marco-civil-da-internet-e-o-fim-da-neutralidade-da-rede/

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 Ministro das Comunicações pede urgência para Marco Civil da Internet
Paulo Bernardo afirmou que clima para aprovação do documento é bom
http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/bernardo-pede-urgencia-para-marco-civil-da-internet

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PROJETO DE LEI
http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra;jsessionid=C4F1C4D4EA1227C1A0FFFDB54241A865.node2?codteor=912989&filename=PL+2126/2011

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MARCO CIVIL BLOG
http://culturadigital.br/marcocivil/

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Segundo relatório divulgado pelo Google neste mês, o Brasil é o líder mundial entre os requerentes de remoção de conteúdo e identificação de usuários de serviços prestados pela empresa. De acordo com listagem publicada no site do Marco Civil, do total de 291 pedidos de remoção feitos no Brasil, o Orkut foi alvo de 218, YouTube (33) e Blogger (26). Os demais são referentes a outros serviços do Google.
http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/04/consulta-expoe-controversias-do-marco-civil-da-internet.html
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MARCO CIVIL BOLIVARIANO: GOVERNO DO LULA E DA DILMA QUER ACELERAR APROVAÇÃO DE PROJETO QUE CENSURA INTERNET!
http://aluizioamorim.blogspot.com.br/2013/07/marco-civil-bolivariano-governo-do-lula.html
!

Aproveitando o vazamento de informações sigilosas do governo norte-americano por aquele moleque identificado como Snowden, que não passa de um capacho do movimento comunista do século XXI, o governo de Lula e da Dilma vai tentar aprovar a toque de caixa o tal projeto do Marco Civil da internet, que pretende impor a censura geral e irrestrita na rede e, posteriormente, nos veículos de comunicação em geral.

A justificativa é que em decorrência de suposta espionagem americana no Brasil - o que não passa de uma completa idiotice - há urgência em aprovar esse tal "Marco Civil da Internet", ou seja, que concede ao governo dos tarados ideológicos do PT todo o poder de controle sobre as comunicaçÕes e, sobretudo, sobre a internet.

O objetivo é a censura à liberdade de expressão. E tem mais: o PT reclamar de 'quebra de sigilo', é piada pura, já que na última eleição criaram em Brasília o Bunker da Dilma, que se dedicava a promover a quebra de sigilo de políticos da oposição. Os alvos eram os políticos do PSDB, como José Serra e seus familiares.

Portanto, o que está em curso é a implantação da censura sobre a internet e o controle social da mídia, projeto do PT que pretende também censurar todos os meios de comunicação.

Espera-se que os senhores parlamentares reajam como reagiram ante o projeto do plebiscito bolivariano enterrando-o defintivamente.

Portanto, fica aqui o alerta e sugiro que os leitores compartilhem intensamente este post pelas redes sociais. A liberdade de expressão e de imprensa no Brasil está por um fio, face mais essa armação do PT.
Hora de reagir.


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“As teles querem fazer com a internet o que acontece com a televisão a cabo. Além de pagar diferenciadamente, querem oferecer pacotes premium, ou seja, para acessar determinadas aplicações, você terá de pagar mais”

Sérgio Amadeu da Silveira – Nós acreditamos que as alterações no texto são fruto de dois grandes lobbies: da indústria de telecomunicações e da indústria de copyright. Uma quer controlar os fluxos de informação, e a outra não quer reconhecer que uma prática corriqueira das pessoas na internet é o compartilhamento de arquivos digitais. A pesquisa do Comitê Gestor da Internet aponta que 52% dos internautas fazem download de músicas, por exemplo. Mas quando se tem uma lei que transforma mais de 30 milhões de pessoas em criminosas, tem que avaliar se a lei deve ser mantida.

O Marco Civil, que era uma das leis mais avançadas do mundo, por causa desses dois aspectos fica comprometido. Uma das mudanças irá comprometer a criatividade, dará um poder descomunal às operadoras de telecom; e a outra, coloca a censura na rede.

 Acham que, por controlarem os cabos, por estarem em uma situação estratégica de controle da infraestrutura da sociedade da informação, podem controlar os fluxos.

As teles perceberam que dez grandes oligopólios do mundo controlam o fluxo da informação digital – e reparem que tudo está se digitalizando efetivamente. Tirando a comunicação face a face, as demais modalidades de comunicação estão se digitalizando, ou seja, vão utilizar a infraestrutura de teles. Aí tem um embate concreto. Tem de se evitar que esse controle da infraestrutura vire um controle sobre a economia, sobre a política, sobre a cultura. Uma das grandes qualidades da internet é o fato de ela ser uma rede aberta; ela não é propriedade de ninguém, ela permite que as pessoas exerçam sua criatividade, sem a necessidade de permissão de governo, de companhias, de corporações, com exceção dos países autoritários.

Reparem: quando a operadora tiver poder de filtrar o tráfego e dizer que tipo de conteúdo poderá passar nesses cabos, ou qual será a velocidade de determinado pacote de informação de uma empresa, quer dizer, quando ela puder pedagiar o ciberespaço, irá matar a criatividade da internet. Usamos vários protocolos na internet; então, imagine se eu estiver criando um protocolo novo e, na hora de passar na rede da operadora, ela impeça porque tem poucos adeptos a esse protocolo. Para aprovar o protocolo, terei de fazer um acordo com ela. Não podemos permitir que um segmento de telecom, que controla os cabos por onde passa a internet, tenha o poder sobre a internet.
(...)
Sérgio Amadeu da Silveira – Sim. As teles podem quebrar essa neutralidade, basta conseguir conjunto de legislações que assegure a elas o poder de filtragem. As pessoas que desconhecem a dinâmica da internet e não foram alertadas aceitarão esse tipo de mudança, e eu temo que precisamos esclarecer as pessoas sobre a liberdade de navegação, interação e liberdade de criação na rede. Se as pessoas forem alertadas disso, será difícil as teles vencerem essa batalha.

Os chamados “inimigos da liberdade” são muito poderosos. Os setores econômicos querem, entre outras coisas, poderem filtrar o nosso tráfego para venderem informações. Outra face dessa discussão é a respeito das operadoras: elas estão mandando ao Congresso Nacional suas reivindicações dizendo o seguinte: “O Google tem muitas informações sobre as pessoas, vendem essas informações e ganham muito dinheiro com isso. Nós, operadoras, também queremos poder guardar informações sobre a navegação dos internautas”. Hoje isso é proibido. Nós revidamos a esse discurso dizendo que ninguém é obrigado a acessar o Google. Entenda bem, eu provo para qualquer pessoa que lê essa entrevista que ela pode navegar um dia todo sem acessar nenhum site ou serviço do grupo Google. Agora, caso o Marco Civil seja aprovado, ela jamais poderá se conectar à internet sem ser através de uma operadora de telecom. São situações muito diferentes. Imagine você: as operadoras querem poder arquivar os IPs que acessamos, os sites que visitamos, para poder, depois, com esse banco de dados fazer dinheiro, fazer negócio. O Marco Civil proíbe isso também em outro artigo

http://www.ihu.unisinos.br/entrevistas/516826-marco-civil-da-internet-a-disputa-pela-rede-entrevista-especial-com-sergio-amadeu

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PL 2126/2011
http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=517255
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A verdade sobre urnas eletrônicas! (eng. Amílcar Brunazo)
 http://youtu.be/Op9N2EyoZHo

A Internet é a única mídia de massa que continua expondo e denunciando a mentira institucionalizada e o CRIME ORGANIZADO que agora se chama ONU, Governo, Estado, Justiça, Educação, Saúde, Imprensa, e de cima para baixo vai se estendendo a todos os cargos de influencia.

Lembram-se da Gripe Suína? Lembram-se do Climagate? São dois exemplos de escândalos mundiais desmascarados e impedidos por meio da Internet e de internautas, mas acobertados pela Imprensa.

Agora é a vez do Foro de São Paulo, uma espécie de Clube Bilderberg latino, onde se reúnem governantes, líderes comunistas, guerrilheiros/terroristas, narcotraficantes, teólogos da libertação, máfias, KGB, desde 1990, para conspirar um jeito de implantar a DITADURA do proletariado aqui e em toda a América Latina!

Sempre sob o silencio protetor da imprensa.

Então para que serve a imprensa? Serve para fabricar a ficção que vai te dirigir para o matadouro sem problemas... "Conversa calmante é para anestesiar a vítima." diz Olavo de Carvalho, que é uma das poucas vozes que vêm nos alertando para isso pela Internet.

A Internet tem sido a pedra no sapato dos psicopatas no poder. Por isso já fizeram várias tentativas  para dominá-la, mas sempre barradas pela resistência armada por internautas.

A Internet tem seus problemas, sim, mas são NADA perto dos seus benefícios.
Aliás,  muitos desses problemas são premeditados e arranjados só para imporem a solução pretendida. A "solução" na verdade resolve outro problema: o DELES. (técnica denominada P-R-S, problema-reação-solução, por David Icke)
Assim, minha gente, estejam alertas. Cuidem da Internet. Se ela sair das nossas mãos, só nos resta rezar.

E mais: não dá pra resolver nada em eleições, plebiscitos, referendos feitos com nossas URNAS ELETRÔNICAS, onde o voto é facilmente desviado e é proibido investigar.
Existe uma campanha do  voto impresso,  que ainda não teve repercussão suficiente.

veja em:  ADI 4543
http://www.brunazo.eng.br/voto-e/textos/ADI4543.htm
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 Na volta ao trabalho, Câmara rediscute Marco Civil da Internet
 http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=34438&sid=4#.UgFqWW3Hnw8
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POLÍTICOS PRECISAM MUDAR A INTERNET ANTES QUE ELA MUDE A POLÍTICA
http://linkanexo.blogs.sapo.pt/2908.html
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Desconfie das boas intenções maquiavélicas. Informe-se. Repasse.

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Rui Falcão, no Roda Viva, cita os nomes de quem está a serviço do PT na rede; Pablo Capilé é um deles
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/rui-falcao-no-roda-viva-cita-os-nomes-de-quem-esta-a-servico-do-pt-na-rede-pablo-capile-e-um-deles/

publicado por conspiratio às 01:55
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FORO DE SÃO PAULO É O PROBLEMA POR TRÁS DO MENSALÃO, DO PT, DA CORRUPÇÃO, ETC


http://www.youtube.com/watch?v=ayn42uSLsEA&feature=share&list=UUyQT0JE9KAVU0EFJHVKo3cA




P alestra sobre o Foro de São Paulo




 http://youtu.be/Kr1_439o104

Publicado em 15/07/2013 Palestra sobre o Foro de São Paulo realizado em Belo Horizonte no dia 28/05/2013 no Círculo Militar de Belo Horizonte, organizado pelo Grupo Inconfidência. O Foro de São Paulo é um organismo supranacional criminoso que pretende implantar o Comunismo na América Latina.

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Explicando o Foro de São Paulo e a Nova Ordem Mundial

 

Publicado em 10/07/2013

Excelente vídeo que explica, desde sua origem, a Nova Ordem Mundial e o Foro de São Paulo. Vejam como é que eles procuram controlar o mundo e o que fizeram (e continuam fazendo) para conquistar o mundo...

Visite: http://www.moralbrasileira.blogspot.com
Fan Page: http://www.facebook.com/MoralBrasileira
Twitter: http://www.twitter.com/MoralBrasileira

Fonte Vídeo: http://youtu.be/JRcuQrMgLfY
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LOBÃO: AUDITORIA NO FORO DE SÃO PAULO JÁ!

Publicado em 07/07/2013

FORAFORO, AUDITORIA JÁ!
http://youtu.be/7j6LK79FtUQ

http://www.FORAFORO.org
http://www.facebook.com/FORAFORO
http://www.twitter.com/FORAFORO

Lobão falou para o G1.
 http://g1.globo.com/videos/t/manifestacoes/v/lobao-critica-o-rumo-das-manifestacoes-pelo-brasil/2675799/





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Mais vídeos sobre o foro

http://www.youtube.com/user/Blogdelinks/videos?view=46&shelf_index=1&sort=dd&tag_id=UCyQT0JE9KAVU0EFJHVKo3cA.3.foro-de-s%C3%A3o-Paulo

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VERDADE SOBRE AS MANIFESTAÇÕES NO BRASIL - 201
http://youtu.be/CqCRkYVT0K0

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FORA FORO AUDITORIA JÁ
http://www.youtube.com/user/oficialforaforo

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FORO DE SÃO PAULO, KGB, NOVA ORDEM MUNDIAL - OLAVO DE CARVALHO http://youtu.be/NzOSNKtHOek


 

A simples ajuda mútua entre os partidos legais e as quadrilhas de terroristas e narcotraficantes que o compõem já bastaria para fazer do próprio Foro, como um todo, uma organização criminosa no sentido mais estrito e legal do termo.


Antes de analisar qualquer coisa que o sr. Mauro Santayana escreva, é preciso saber que ele trabalhou como comentarista político da Rádio Praga, órgão oficial do governo comunista checo, e foi nada menos que redator-chefe das emissões em português da Rádio Havana. Essas estações nunca praticaram o jornalismo, no sentido normal do termo. Eram órgãos de desinformação, partes integrantes da polícia política comunista. A segunda ainda é. Chamar o sr. Santayana de “jornalista” tout court, sem esclarecer o uso específico que ele faz dessa fachada profissional, é sobrepor um formalismo burocrático-sindical à realidade substantiva do trabalho que ele exerce. Ele é, sob todos os aspectos possíveis e imagináveis, um agente de influência comunista. O jornalismo é o canal, não a substância da sua atividade.

Um agente de influência não faz propaganda comunista. Mantém-se numa posição discreta, equilibrada, e só procura influenciar as autoridades e os formadores de opinião em pontos determinados, precisos, para induzi-los a decisões que sirvam à estratégia comunista sob pretextos que não pareçam comunistas de maneira alguma. Esse esforço só se intensifica e sobe de tom quando se trata de medidas urgentes, vitais para a sobrevivência do movimento comunista. É só aí que o lobo perde a compostura ovina, rosna, mostra os dentes e sai mordendo.
No momento a coisa mais urgente e vital para o comunismo na América Latina é afastar a ameaça de uma investigação fiscal no Foro de São Paulo. É urgente e vital porque há 23 anos essa entidade gasta fortunas incalculáveis, transportando incessantemente centenas de politicos, intelectuais, militantes e terroristas entre todas as capitais do continente, hospedando-os nos melhores hotéis, sem jamais informar à população de onde veio o dinheiro. O envolvimento de alguns de seus membros mais prestigiosos no narcotráfico é fato notório, comprovado por depoimento do traficante Fernandinho Beira-Mar e pelos computadores do ex-comandante das Farc, Raul Reyes, apreendidos pelo exército colombiano.
O Foro de São Paulo é o comando estratégico do movimento comunista latino-americano. Faz e desfaz governos, interfere na política interna de dezenas de países, decide os destinos do continente, fornece cobertura a terroristas e narcotraficantes e, segundo confissão do seu fundador e nosso ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, faz tudo isso de modo calculado para que “as pessoas não percebam do que estamos falando” (sic). Chamar isso de conspiração não é portanto uma “teoria”. É usar o termo apropriado para definir um fato tal como descrito pelo seu autor principal.
Durante dezesseis anos o Foro cresceu em segredo, sob a proteção da mídia cúmplice que negava a sua existência e que, quando não pôde mais fazer isso, passou a mostrá-lo sob aparência maquiada, como um inofensivo “clube de debates”. A desconversa não pegou, é claro, em primeiro lugar porque nenhum clube de debates emite resoluções unânimes repletas de comandos a ser seguidos pelos participantes; e, em segundo lugar, porque o próprio fundador da coisa deu com a língua nos dentes, no discurso que pronunciou no décimo-quinto aniversário de fundação da entidade.
A simples ajuda mútua entre os partidos legais e as quadrilhas de terroristas e narcotraficantes que o compõem já bastaria para fazer do próprio Foro, como um todo, uma organização criminosa no sentido mais estrito e legal do termo, mesmo sem levantar a hipótese, praticamente inevitável, de que a troca de vantagens políticas importasse em benefícios financeiros ilícitos para qualquer das partes.
No entanto, entre tantos segredos que preenchem a história do Foro, as finanças são ainda o mais bem guardado. Mesmo depois que, forçado pelas circunstâncias a passar do silêncio ao exibicionismo histriônico, o seu atual dirigente Valter Pomar decidiu embelezá-lo como entidade transparente e aberta ao público, nem uma palavra veio à sua boca em resposta à pergunta decisiva e proibida: Quem paga a festa? Quem pagou durante 23 anos? As Farc? O governo brasileiro? O petróleo do sr. Hugo Chávez? Cadê os recibos? Cadê as notas fiscais? Cadê as autorizações de despesa?
Quem lançou essa pergunta, semanas atrás, fui eu (v. http://www.olavodecarvalho.org/semana/130626dc.html). Esperava que, como todas as anteriores que coloquei no ar, ela caísse em ouvidos moucos. Para minha surpresa, alguns grupos de jovens, que não conheço e que não me consultaram em nada, deram-lhe atenção e fizeram dela uma das bandeiras do seu movimento “Marcha das Famílias”. Embora a passeata que organizaram contra o comunismo reunisse não mais de cem pessoas, ela espalhou pelas ruas e pela internet o mais óbvio, inegável e legítimo dos pedidos: auditoria no Foro de São Paulo, já!
Aí, é claro, foi o pânico. Antes mesmo que qualquer solicitação formal de uma investigação fosse enviada ao Ministério Público ou à Receita Federal, era preciso criar contra ela uma predisposição hostil para dissuadir as autoridades, a priori, da tentação de atendê-la.
Primeiro veio então a página do “Opera Mundi” que, naquele tom lacrimejante próprio dos crocodilos, se queixava de que o Foro “sofria ameaças violentas”. Coitadinho. Ele só tem, para defendê-lo, os exércitos de Cuba e da Venezuela, as tropas das Farc e a militância armada do MST e da Via Campesina, sem contar o governo brasileiro. Não é mesmo para ficar aterrorizado ante umas dezenas de estudantes que o xingam pela internet?
Mas logo depois dessa palhaçada entrou em cena, como era de se esperar, o sr. Mauro Santayana. E veio com uma conversa muito mais interessante. Veremos no próximo artigo.

http://www.midiasemmascara.org/mediawatch/noticiasfaltantes/foro-de-sao-paulo/14354-crocodilos-em-panico.html

publicado por conspiratio às 01:51
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Yoani Sanchez dissidente ou agente de Fidel Castro?



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01/03/13 - Em torno de Yoani Sanchez  

 Por Olavo de Carvalho 26/02/13Publicado no Diário do Comércio. Certas controvérsias surgidas dias atrás a propósito da blogueira Yoani Sanchez, uns considerando-a uma heroína, os outros uma perigosa agente camuflada dos irmãos Castro, podem ser resolvidas facilmente se a ânsia de julgar ceder o passo ao desejo de compreender.
Os próprios dados do problema trazem a sua solução, bastando ordená-los de maneira razoável.
Texto completo
1. Desde logo, é insensato pensar que as denúncias da blogueira possam fazer algum bem ao regime cubano. Mais do que ninguém nos últimos tempos, ela tem contribuído para divulgar crimes e atrocidades que mancham de uma vez para sempre a reputação dos irmãos Castro. Quando, por exemplo, os horrores da ditadura cubana foram expostos no nosso Congresso Nacional com a visibilidade que lhes deu a visita de Yoani Sanchez? Imaginar que o governo cubano se alegre com isso é levar longe demais a conjeturação de planos secretos.
   
2. Igualmente insensato é supor que, para fazer o que faz, Yoani tenha de ser uma direitista ou conservadora ou deva satisfações ideológicas aos que assim se definem. Ela nunca foi direitista nem conservadora, e não faz o menor sentido julgar a confiabilidade, a idoneidade ou a utilidade do seu trabalho por um imaginário dever de fidelidade a uma corrente política à qual ela nunca pertenceu.
  3. Yoani é uma protegida de George Soros, o que basta para situá-la historicamente como um instrumento -- voluntário ou involuntário, pouco importa -- do grande processo de renovação interna do movimento revolucionário, empenhado em desfazer-se de sua antiga casca bolchevista para assumir feições mais sedutoras e lançar-se a novas e mais ambiciosas conquistas.   
4. Nesse processo, os velhos bolchevistas que não puderem se adaptar às novas condições serão sacrificados, como ciclicamente acontece na história das revoluções, que progridem e crescem por autodestruição, limpando-se na sua própria sujeira cuja existência negavam até a véspera. Nessas transições, o movimento revolucionário se renova e se fortalece, mas torna-se temporariamente vulnerável, de modo que suas contradições internas podem ser aproveitadas pelos seus adversários, se estes não caírem nas duas esparrelas opostas: ou imaginar que os dissidentes internos do socialismo se converteram todos às idéias democráticas e conservadoras ou, inversamente, condená-los como falsos conservadores e agentes infiltrados quando seu discurso não coincide com aquilo que em outras nações se entende como conservadorismo “autêntico”.
  
5. Malgrado todas as ambigüidades e hesitações no curso do processo, em última instância é impossível que Yoani sirva igualmente ao novo e ao velho esquema revolucionário. A opção dela está feita, na prática. Como ela encara isso subjetivamente é irrelevante no momento. Seus motivos íntimos só se revelarão mais tarde, e até lá toda tentativa de julgá-la moralmente, seja para aplaudi-la, seja para condená-la, é ejaculação precoce.
  
6. A destruição do regime cubano é um bem em si, independentemente do seu futuro aproveitamento pelo movimento revolucionário, cuja nova encarnação terá de ser combatida num outro quadro de condições, totalmente diverso da luta contra a ditadura castrista.
  
7. Os conceitos descritivos e categorias mentais em que se expressa o conflito interno em Cuba não coincidem com os da luta politica no resto do continente latino-americano nem muito menos no Brasil em especial ou no quadro geral do mundo. Como diria um trotsquista, historicamente esses fenômenos pertencem a “fases” diferentes. Numa ditadura socialista totalitária, não é muito urgente saber se seus dissidentes são conservadores, liberais ou apenas socialistas com pretensões democráticas desiludidos com algo que lhes parece um pseudo-socialismo – diferenças que, no quadro de uma democracia, ou mesmo de um regime meramente autoritário como o brasileiro, podem se tornar essenciais. O “novo” socialismo do sr. George Soros só existe hoje fora de Cuba. Nesse quadro, ele representa o inimigo número um da democracia tradicional e de todos os conservadores. Dentro de Cuba, ele aparece junto com estes como a quintessência do direitismo reacionário – assim como, mutatis mutandis, no Brasil o socialismo light dos tucanos é pintado pelo governo com as cores da “extrema direita”. A diferença é que no Brasil algo à direita dos tucanos ainda pode subsistir em relativa liberdade, o que não acontece em Cuba. Se o governo cubano concede a Yoani Sanchez a margem de ação que nega a seus concorrentes de direita é por dois motivos: teme o apoio internacional que ela desfruta e, não excluindo a possibilidade de uma mudança de regime amanhã ou depois, embora lute para evitá-la, está preparado para aceitá-la com a condição de que ela não destrua de todo a idéia socialista, mas apenas lhe dê novo formato.
  8. No presente momento, o trabalho de Yoani é da mais alta importância e não cabe depreciá-lo sob pretexto nenhum. O que importa é estar preparado para combater, mais tarde, as tentativas de aproveitar os resultados dele em favor do “novo” movimento revolucionário. Transformar isso numa luta pró e contra Yoani Sanchez, do ponto de vista da fidelidade ou infidelidade da blogueira a valores democráticos tradicionais que objetivamente nunca foram os dela, é processar o cão em vez do dono que o atiçou. Revelar os compromissos de Yoani com o movimento revolucionário é decerto útil e necessário, mas fazer disso um motivo para fulminá-la com anátemas ideológicos é extemporâneo e contraproducente.   


http://www.averdadesufocada.com/index.php/poltica-externa-notcias-93/8211

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 As impessoas e la bloguera cariñosa
http://www.midiasemmascara.org/artigos/desinformacao/10517-as-impessoas-e-la-bloguera-carinosa-2.html

http://www.midiasemmascara.org/artigos/desinformacao/10508-as-impessoas-e-la-bloguera-carinosa.html


Se quiserem saber quem são os verdadeiros heróis cubanos, as impessoas, aqueles que a mídia se recusa a saber que existem, acessem Rostros de Héroes Cubanos o livro com o mesmo nome (414 pp) pode ser baixado aqui.

Outros sites que podem ser acessados pelos pesquisadores de história e que não interessam aos chutadores da mídia: Archivo Cuba, Baracutey cubano, Buena Vista Weblog, Human Rihts Watch Cuba, La Casa Cuba, Medicina Cubana, Payo Libre, Pinceladas de Cuba, Religion en revolucion, Reporte de Amnistia Internacional sobre Cuba, Rule of Law en Cuba, Sentencias de la Primavera Negra (2003), Union de Ex Presos Politicos Cubanos, Corriente Agramontista de Abogados Independientes, Instituto da Memória Histórica Cubana contra el Totalitarismo.

publicado por conspiratio às 01:48
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TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO E MARXIZAÇÃO DA IGREJA FOI LONGAMENTE PREPARADA



O livro "O CONCLAVE", de Malachi Martin, trata da infiltração comunista no Vaticano e os consequentes conflitos e tramas para influir na eleição papal, além do lento, traiçoeiro e corrosivo ataque aos fundamentos da religião.  " O Papa João Paulo I foi assassinado [35] [36] de acordo com o livro de Malachi, "Vaticano: A Novel", por Jean-Marie Villot , sob ordens da URSS ".  Jean-Marie Villot, segundo consta, teria então o cargo de Carmelengo.

A seguir, alguns trechos de O CONCLAVE:


Thule tivera um encontro especial com os periti ultraprogressistas, no Concílio, e entre eles ficara decidido que procurariam introduzir, no texto dos documentos conciliares, "bombas de ação retardada" em assuntos de doutrina, que seriam aprovados pelos bispos.  

Uma bomba de ação retardada era uma frase suscetível de mais de uma interpretação. Para os bispos, uma frase dessas teria um significado. Mas depois, como de fato aconteceu, a Comissão daria outro — e por vezes totalmente diferente — significado à frase aparentemente inócua.

 

 

Walker trouxe consternação ao Conclave. Pelo menos quatro ou cinco Cardeais, quase todos da América Latina, estão de pé, tentando conseguir permissão para intervir. Um deles, Marquez, consegue: 

 

     Nosso Irmão, o Cardeal Walker, precisa ter certeza de que dispõe de prova desta grave acusação. 

 

     Está tudo aqui, meu Eminentíssimo Irmão, está tudo aqui. — Walker levanta no ar outro monte de papéis. Está sorrindo, mas não é um sorriso agradável. — Estes documentos me custaram muito trabalho. Deixai-me ver, agora, — folheia rapidamente algumas páginas. — Ah, sim! — Uma pausa, enquanto lê os nomes dos mais controvertidos e mais modernistas dos periti do Concilio Vaticano.
     Está o nosso Eminente Irmão dizendo, — Marquez insiste na provocação a Walker, — que havia uma espécie de entendimento entre estes homens e outros ainda não mencionados?
     Sim. Estou! — Muito embora todos os presentes a esta altura já tivessem compreendido a significação daquilo que Walker estava dizendo, sua afirmação final de que houvera nada menos que uma trama para aliciar a vontade do Concílio ainda constitui uma bomba. O Presidente não consegue manter a ordem entre os Cardeais e Walker precisa quase berrar, para poder se fazer ouvido. — Estou dizendo precisamente isso, Reverendo Irmão. Houve um plano coordenado, predeterminado, estabelecido por um punhado de bispos e periti, um plano que agora conhecemos em detalhe, um plano que foi seguido meticulosamente. 
     Precisamos saber, Eminentes Irmãos, — Thule é um desafio ostensivo, — precisamos saber quais são os detalhes dessa trama, desse plano.
     Muito bem! Primeiro: Colocar as bombas de ação retardada, aquelas afirmações ambíguas, nos documentos do Concilio. Na nossa CSL oficial, por exemplo, uma afirmação como a que consta do Artigo 21, que diz: "A Liturgia compõe-se de elementos imutáveis, de instituição divina, e de elementos sujeitos a modificação." Ou, no Artigo 33: "Embora a Liturgia sagrada seja, acima de tudo, a adoração da Majestade Divina, contém ela, igualmente, abundante instrução para os fiéis." Ou, no Artigo 38: "A revisão dos livros litúrgicos deveria permitir variações e adaptações legítimas a diferentes grupos, regiões e povos, especialmente em zonas missionárias."
Ora, Confrades, todas as declarações desse tipo foram entendidas por nós, os bispos, num sentido, um sentido conservador, tradicionalista. O passo número um consistiu em introduzir tais declarações nos documentos oficiais.
Segundo passo: Encher a Comissão pós-Concílio, estabelecida para a implementação de nossas decisões, com gente que faria explodir as bombas de ação retardada. O secretário-geral da Comissão pós-Concílio era Bugnini, Hannibal Bugnini.



 Terceiro passo: Em nome do Concilio — agora já disperso e tendo seus membros espalhados pelos quatro ventos — expedir uma série de decretos, determinando as mudanças. E coordenar esses novos e revolucionários decretos com mudanças não-oficiais e unilaterais, iniciadas por bispos complacentes e maquinadores e por periti e padres, em várias dioceses da Igreja...
 
—Repito: espero que o Eminente Cardeal possa provar tudo isto com documentos, comprovados e autenticados. Thule. E está claramente agitado.
     Vossa Eminência tem uma cópia de cada documento que tenho nas mãos, e de cada carta trocada entre Sua Eminência e os periti e o Arcebispo que chefiava a Comissão e... — O Cardeal Thule levanta-se para interromper novamente Walker, mas desta vez o Presidente intervém: 
     Por favor, permiti que o Cardeal continue. — Walker olha firmemente em torno de si, depois continua: 


     Quarto passo: Traduzir o Cânone da Missa, em toda parte, para vernáculo. E proibir — repito -- PROIBIR o latim, em toda parte. E traduzir para o vernáculo todos os livros litúrgicos. 
Quinto passo: Adaptar a Liturgia da Missa a todas e a cada uma das regiões e localidades e línguas, de modo que não haja mais uniformidade alguma, pelo mundo todo. E adaptá-la de modo que, em qualquer lugar, não seja encarada como uma participação no Sacrifício de Jesus no Calvário. Em vez disso, que seja considerada como um repasto comunal da congregação, com ênfase na Bíblia, particularmente no Velho Testamento, e em problemas sociais. E deixar que os leigos, não o padre, tenham as funções principais. 0 padre deveria ser simplesmente um mestre de cerimônias. 
     Mas afinal de contas que tem tudo isso a ver com a grave decisão que temos diante de nós? — É Thule, agora tomando uma direção diferente para derrubar a argumentação de Walker.

     Meus Irmãos, — Walker faz o apelo quase num grunhido, — na verdade, por que será que estou vos dizendo tudo isto? Pura e simplesmente para vos declarar que a vontade do Concílio foi prostituída — e com ela toda a representação de vossa Fé Católica, o Sacrifício da Santa Missa. E para vos declarar que não deveríamos, neste momento tão profundamente crucial, depositar nossa confiança nas proposições daqueles que foram implicados nessa fraude e nessa corrupção tão monumentais.
     Mas como pode o Cardeal deixar de mencionar a renovação que se seguiu ao Concílio? 
Thule não está preparado para a tempestade que desaba sobre sua cabeça: 
     Renovação? — Walker berra a palavra. — Renovação? — Volta-se para Thule com uma descarga de palavras. — Deixai que vos diga o que é que a vossa renovação significou. Vamos considerar uns poucos, frios e duros fatos. — Examina rapidamente alguns dos papéis sobre sua mesa.  
Renovação deveria querer dizer, principalmente, um zelo maior pela missa, não? Maior comparecimento à missa, não? E maior interesse pelos Sacramentos, não? E uma função dos padres cada vez mais influentes, não? Maior, ou pelo menos o mesmo, número de conversões à Igreja, não? Afinal de contas, estes são os sinais de renovação. De que outra maneira se pode falar em renovação a não ser nestes termos? Bem, vejamos os fatos, desde 1965, quando esta maldita renovação, esta chamada reforma litúrgica foi iniciada pelos nosso amigos. O comparecimento à missa, a partir de 1965, declinou. enormemente! Na Inglaterra e País de Gales, em 16%. Na França, em 66%. Na Itália, em 50%. Nos Estados Unidos, em 30%. Renovação? E as vocações sacerdotais. Aqui também, declínio. Na Inglaterra e País de Gales, em 25%. Na França, em 47%. Na Holanda, em 97%. Na Holanda! A Igreja de vitrina -- onde todos os seminários estão fechados desde 1970! Na Itália, em 45%. Nos Estados Unidos, em 64%. Renovação! E os batismos. Mais uma vez, declínio. Na Inglaterra e País de Gales, em 59%; nos Estados Unidos, em 49%. Freiras? Um declínio de 24,6% através de toda a Igreja. Desde 1965, 35.000 freiras abandonaram os conventos. E 14.000 padres abandonaram o sacerdócio.  


Renovação? Preciso continuar? E isto não passa de uma leitura ao acaso. Qualquer um dos meus Eminentes Colegas pode ter uma cópia destes documentos. — Ele atira os papéis sobre a mesa do Presidente. Depois, volta-se para encarar Thule e Buff: 

     E, quereis saber, há nisso tudo uma distorção engraçada. E não estou falando sobre missas com música pop, missas com maconha, missas com biscoitos e uísque em vez de pão e vinho, missas jovens com Coca-Cola e pãozinho de Sexta-feira Santa — tudo isso parte de vossa renovação, Meus Eminentes Irmãos! Já percebestes que a Missa Latina é a única versão da missa que não é permitida de modo geral? Só é permitida com permissão especial? Como é que encarais isso? Podeis ter a missa em qualquer língua, EXCETO!!! —ele ruge a palavra — em latim! E o Arcebispo Lefebvre e seus tradicionalistas são castigados por fazerem objeção a isso, enquanto os conspiradores, —sim, conspiradores! — nem mesmo são repreendidos. — Walker vê que Buff e Marquei estão prontos para saltarem de pé, mas levanta a mão: — Terminarei dentro de pouco tempo. Por favor, deixai-me acabar, Eminentes Irmãos. 
     Quanto às demais mudanças na missa, tudo surpresas! Cada uma delas! — Walker está-se referindo às numerosas pequenas modificações em palavras
e no ritual do culto católico, e nas leis da Igreja que foram impostas aos católicos romanos nos últimos doze anos. — Nós, bispos, nunca decretamos a Comunhão na mão, por exemplo. Nunca decretamos que o padre deveria ficar de frente para o povo. Nunca decretamos que uma mesa — novamente a idéia de uma refeição e não de um sacrifício sagrado — deveria ser usada em lugar de um altar. Falamos sobre essas coisas no Concílio e decidimos contra cada uma delas! Por que é que não nos perguntaram de novo? Quem decidiu ao contrário? Eu vos direi: aquele pequeno grupo de periti, apoiado por uns poucos bispos e por alguns cardeais.


 Buff intervém, finalmente:
     Diga o que quiser Vossa Eminência, não acredito que seja prudente insistir na afirmação de que tais mudanças foram resultado de um plano deliberado... 
—Ora, por que, Eminente Irmão, perseverais em dizer coisas como essa? Por quê? Estais com medo? E pode ainda algum dos meus Eminentes Irmãos pensar que tudo isso não foi deliberado? 
     Mas sugerir que houve alguma espécie de abominável plano... 
     Eu penso, eu penso que foi isso, Eminente Irmão. Sim. Penso. Faço mais do que isso. Aponto o dedo para aqueles bispos e aqueles cardeais que adquiriram a condição de membros — aliás, proveitosa condição de membros — de organizações anticatólicas e anticristãs, clubes e coisas semelhantes. 
Thule põe-se de pé:
     Acho que num caso de tal gravidade não só é necessário uma prova documental, mas também que Sua Eminência deveria ter alertado as autoridades há muito tempo. 
     Bem, na realidade, — responde Walker, quase estalando os lábios, — na realidade, tenho a prova documental aqui nas minhas mãos — podeis tê-la, se quiserdes. E, na realidade, o Camerlengo tem estado de posse dessa prova documental há bem mais de três anos. — Depois, para o grupo todo, — Por que é que vós não ficastes sabendo disto? Bem... — olha rapidamente na direção do Camerlengo. — Razões de estado, talvez...
O Meu Senhor Cardeal Buff nos perguntou, há alguns momentos, como foi que a Igreja chegou a este ponto. Não pretendia, compreendo eu, que a pergunta fosse respondida exatamente desta maneira, mas creio que vos dei um exemplo da maneira pela qual chegamos a este ponto. E deixai que eu responda à sua pergunta seguinte: sim, está na hora de rompermos como passado. Não como quis significar Sua Eminência, talvez. Mas no sentido seguinte: que trabalhemos todos nós em absoluta franqueza, durante todo este Conclave. — Olha em volta, para todos os rostos. -- Porque, que cada um tome conhecimento: temos um dever sagrado, o de eleger um sucessor de Pedro e um Vigário do Senhor Jesus. Estou deliberadamente me coibindo de qualquer outro comentário, no momento. Mas, digo de novo, que cada um tome conhecimento: lutaremos contra qualquer tentativa da parte de qualquer um —qualquer um, quer dizer, fora do Conclave — para exercer mesmo um mínimo de influência na eleição desse sucessor e desse Vigário. Assim me permita Deus! 
Esta última afirmação, sua violência e a implicação de conluio entre alguns Cardeais e poderes exteriores provocam uma onda de murmúrios e de comentários. Alguém grita lá de trás:



     Vetos à eleição? Estais insinuando que alguém está quebrando a lei do Conclave, introduzindo um veto em nosso meio?
Na história dos Conclaves, vários governos tiveram a outorga do direito, dada pelos Papas, de vetar um papabile indesejável, e os Cardeais se apresentavam trazendo uma ordem de seu respectivo Rei ou Imperador, no sentido de que este ou aquele Cardeal não poderia ser eleito Papa. 
     Vetos? Vetos? Quem está falando em vetos? E, afinal de contas, que é um veto? Todos vós não trouxestes algum tipo de veto? 0 melhor de todos nós! 
— Pensais que o Meu Eminentíssimo Irmão, Meu Senhor Cardeal Artel, irá sancionar ou trabalhar por um candidato que sabe ser inaceitável pela administração Carter? Ou que o Cardeal Delacoste vai apoiar alguém inaceitável pelas pessoas que ocupam o Palácio do Elysée? Ou que o Cardeal Franzus apóia alguém inaceitável por Moscou? Franqueza, Irmãos! Vamos continuar com franqueza.
—Agora, é claro que esses Eminentíssimos e Reverendíssimos Cardeais sabem apenas que alguém é inaceitável. Não foram instruídos por seus governos para tomarem qualquer espécie de atitude. Nenhum funcionário do governo lhes disse que vetassem determinado candidato. Mas não sejamos simplórios! 
     Exijo, Reverendo Senhor Cardeal Presidente, — Marquez está zangado, ao fazer sua intervenção, — que o Eminente Cardeal esclareça a situação e as suas palavras. Quer ele dizer que os maçons se intrometeram neste Conclave, ou que alguma das superpotências está exercendo hoje, aqui, alguma influência por trás de portas fechadas? 
     Não. Não estou me referindo primeiramente, nem mesmo secundariamente aos maçons, embora, meu Eminente Irmão, quem de nós poderá negar que o Grande Oriente não esteja puxando alguns cordões de marionetes aqui, dentro deste Conclave?  


Não. É alguma coisa muito mais sinistra. Lá fora, no mundo dos homens, na sociedade dos homens e mulheres, esteja ela nos Estados Unidos, na Suíça, na Rússia, entre as nações da África e da América Latina, há lá fora uma organização mais abrangente, mais sutil, de maior alcance, uma organização de homens de um tipo especial, que não são leais a este ou àquele país, mas a princípios muito especiais, de acordo com os quais têm em mente um destino muito especial para — entre outras instituições — esta Santa Igreja Católica Apostólica Romana. Para tais homens, os maçons são bonecos. E os marxistas são bonecos, além de se constituírem em obstáculos temporários à consecução de suas vontades e intenções. — Walker pára. Seus lábios estão-se movendo, seus olhos por um momento se erguem para o teto do salão do Conclave.

(...)

O rosto de Angélico assume uma expressão dura como granito:

 

     Temos que declarar, categoricamente, que tanto a posição progressista quanto a socialista democrática são totalmente inaceitáveis!

 

(...)

 

A posição progressista nos coloca, completamente, nas mãos de forças instáveis, não-eclesiásticas, não-católicas e não-cristãs. Os socialistas democráticos desejariam que prostituíssemos — ele pára por um momento, depois: — sim, que nos prostituíssemos, nossa tradição, nossa graça, nossas esperanças, à única força, em nosso mundo atual, que traz, seguramente, a marca da pata de Satã. — Percebe, num olhar rápido, Lynch e Thule, lívidos, pálidos e, um de cada vez, fazendo sinal para o outro. Oh, é claro! É claro! 0 Cardeal Thule nos incita a confiar. E o Cardeal Lynch a sofrer. E o Cardeal Buff a termos a mente aberta. 

 

Agora o sarcasmo de Angelico é pesado e direto. Está olhando fixamente para Thule, sem pestanejar, sem suavidade em torno dos olhos, a boca se encrespando em torno de cada sílaba.

 

     Seja o que for que aconteça, qualquer que seja a aberração em matéria de doutrina, qualquer que seja a ruptura de tradição que venha a ocorrer, o Cardeal Thule garante que pode ver para além disso. Vê adiante da confusão dos acontecimentos. E nos diz: tudo está bem! Mas Sua Eminência não pode continuar, indefinidamente, compreendendo, percebendo, vendo além das coisas. Diz que ele e seus amigos analisaram a situação e que sabe o que está acontecendo, e que não precisamos nos preocupar com o que fica do outro lado da opaca posição que desejaria que a Igreja assumisse. 

 

     Mas, digo eu, — agora ele afasta o olhar de Thule e olha para Yiu, —digo eu: se podeis penetrar no opaco dessa posição, se sabeis o que há do outro lado, se sabeis o que vai acontecer, quando marcharmos ao som do tambor do Cardeal, então dizei-nos! No entanto, quando lhe perguntamos: que acontecerá ao dogma, ele não sabe — exceto que estará tudo bem, garante-nos. Que acontecerá com a devoção da Virgem? Ele não sabe — exceto que estará tudo bem, garante-nos. Que acontecerá com a infalibilidade papal? Ele não sabe — exceto que estará tudo bem, garante-nos. — Angelico olha em torno. Sua raiva e seu asco são claros. 

 

     Ele não sabe! Meu Eminente Irmão do Leste! Ele não sabe! E sabeis por quê? Porque, se fordes por aí vendo através de todas as coisas, penetrando todas as coisas, vendo além de todas as coisas. Se o problema social é uma janela através da qual podeis ver. E se o problema político é uma janela através da qual podeis ver. E se a questão das ordens anglicanas é uma janela através da qual podeis ver. E se a infalibilidade papal é uma janela através da qual podeis ver. E se o marxismo ateu é uma janela através da qual podeis ver. E se a sexualidade humana, os votos religiosos, a propriedade privada, a historicidade dos Evangelhos, a divindade de Jesus, a ressurreição de Jesus, a existência de uma vida depois da vida, a vida do feto, a guerra e a paz, a criação e a existência mesma de Deus — se todas essas coisas são janelas através das quais podeis ver, de modo que não existe, realmente, nada que interrompa vossa visão; se não há lugar em que assumais uma posição, sabeis o que é que acabais vendo? Sabeis? — Angelico passa os olhos em torno de si, a voz mantida na nota alta de uma pergunta combativa e cheia de desprezo. 

 

 Nada! Nada! 0 que vereis é NADA! Nunca vistes nada. E continuareis, para sempre, vendo nada. Não vereis, absolutamente, coisa alguma. E tudo aquilo que valia a pena ver, e tudo aquilo diante de que valeria a pena ter parado — de tudo isso vistes através, tudo isso penetrastes, compreendestes — com Sua Eminência — passando adiante para a janela seguinte, transparente, volátil, insubstancial, e assim por diante e assim por diante... até o infinito. E isto, meus Veneráveis Confrades, isto não constitui o material de que são feitas a fé e a verdadeira crença.
...

 

Quando Angelico recomeça, sua voz é profunda, calma e lenta. Move a cabeça, os olhos, o corpo, de um lado para outro, para abranger todo mundo no fluxo de seu pensamento: 

 

— O fato, Eminentes Irmãos, é que os progressistas e os socialistas democráticos transformariam toda a nossa teologia numa ciência de bem-estar social. Transformariam nossa teologia moral numa reestruturação política da sociedade humana. Transformariam nossa piedade e nossa devoção tradicionais numa ciência de vida definida e estudada conforme uma sexualidade, uma antropologia e uma psicologia que não são de Deus — e que, de qualquer maneira, estão falidas em nosso mundo. Não! Digo de novo: Não! Não farão isso! E não o farão, meus Eminentes Irmãos — deixando de lado a sua inerente rendição de todos os nossos valores — porque, como os tradicionalistas e os conservadores, esses socialistas democráticos deixariam a iniciativa aos não-cristãos. Eles nos colocam à disposição de nossos inimigos. — Pára, por um momento, depois repete: — Nossos inimigos! À disposição de nossos inimigos. — Quando repete, forçando a penetração da idéia, vira-se, para olhar de frente cada setor da assistência. — Sem nenhuma iniciativa própria. Nenhuma iniciativa, salvo a imitação de nossos inimigos. Nossos inimigos. —Finalmente, quando termina, deu a volta completa e está olhando para Franzus.
... 

 

Os Relatórios têm, como efeito primordial, a faculdade de esclarecer o corpo de Eleitores quanto ao porquê e ao portanto de certos lances, tanto dentro do Conclave, quanto nos anos que imediatamente o precederam. Um desses movimentos pré-Conclave foi a voga sócio-política e psicologizante, surgida nesse período. No decorrer dos últimos cinco anos, foi perceptível através de toda a Igreja uma ênfase, constantemente ressurgindo, sobre problemas que, anteriormente, os homens da Igreja consideravam como sendo exclusivamente pertencentes ao domínio dos políticos, dos cientistas sociais, dos psicólogos, dos assistentes sociais, dos líderes das comunidades, dos entusiastas da etnia e dos órgãos do governo. 

 

Desde o começo dos anos 70, padres, freiras, frades e bispos pareceram de todo dedicados a um esforço, não apenas de "participar" de todos os movimentos civis e políticos de sua região — assim como de se manterem aucourant de qualquer modismo psicológico que viesse a estar em voga — mas de substituir por essa atividade qualquer pregação especializada da doutrina cristã e qualquer ensinamento profissional da espiritualidade cristã. Não é raro nem inesperado, por exemplo, encontrar padres usando grafologia em lugar de teologia, na preparação para o casamento. Nem há qualquer surpresa no fato de Bispos americanos organizarem reuniões de caráter nacional para tratar de problemas como origens étnicas ou posse da terra; ou mesmo no que toca a bispos que expressamente se identificam de modo franco com facções revolucionárias. 

 

Mas, raro ou não, inesperado ou não, todo esse modismo foi incompreensível para a maioria dos cardeais — salvo para aqueles que, entusiasticamente, aderiram à voga eles próprios. A essência da incompreensão tem sido a tendência esquerdista, que vem marcando este comportamento puramente secular dos clérigos cristãos.  

 

Agora se torna claro para cada Eleitor, julgando a partir dos dois Relatórios — o da Iniciativa Russa e o da Liberação — que todo o processo não foi, de forma alguma, acidental. Não foi, como continua insistindo Lynch, um acaso e o movimento do Espírito Santo, mas sim um plano bem orquestrado.

 

Através de ações discretas e eficientemente coordenadas, na Europa e nas Américas, grande número de clérigos católicos e de intelectuais, juntamente com muitas freiras, frades e ativistas leigos, foi levado a ver uma aliança "temporária" com o marxismo como coisa aconselhável, e um certo grau de marxização como um passo inevitável no caminho da "liberação cristã". Não pode haver dúvida quanto ao caráter coordenado desse desenvolvimento.

 

A substância do Relatório sobre a Iniciativa Russa é a sugestão de um acordo, ou plano prático, entre o Vaticano*(*Paulo VI), por um lado, e a URSS, como centro operador do marxismo europeu ocidental, e a influência preponderante da política esquerdista na América Latina, de outro. A URSS deseja que o Vaticano tome determinadas providências: que suavize, de maneira lenta e gradual, quaisquer, declarações antimarxistas, explícitas e formais, em documentos e pronunciamentos oficiais. Que evite qualquer condenação formal da teologia da liberação, ou da filiação a Partidos Comunistas de qualquer país europeu (Pio XII havia emitido uma condenação desse tipo, nos anos 40). Que aumente o número de contatos diplomáticos abertos entre o próprio Vaticano, por um lado, e a URSS e seus satélites do Leste, por outro, por medidas como as visitas feitas ao Papa, em 1977, por Janos Kadar, da Hungria, e Hruska, da Checoslováquia, e as correspondentes visitas de diplomatas vaticanos a países comunistas. 

 

Sem prever uma abertura imediata (mas certamente futura) de relações diplomáticas formais entre o Vaticano e Moscou, os contatos deverão ser multiplicados e os relacionamentos desenvolvidos pari passu, com o entendimento diplomático entre o Vaticano e os Estados Unidos, que mantêm apenas um representante pessoal do presidente americano junto à Santa Sé, mas não um embaixador. 

 

Ao mesmo tempo, o Vaticano deverá reduzir qualquer apoio oficial católico romano aos regimes direitistas, especialmente na América Latina. Deverá desencorajar pressões de direita (digamos, oriundas de organizações direitistas como a Opus Dei e os Cavalheiros de Colombo) na Espanha e na Irlanda.

 

Finalmente, deverá o Vaticano sancionar os diálogos marxistas-cristãos iniciados em diversos países, e assim alimentar uma certa simpatia entre cristãos amantes da justiça e marxistas entusiastas da renovação política.

 

Em troca de tais concessões, a URSS aprovaria a restauração da hierarquia católica nos Países Bálticos, na Checoslováquia e em outros países satélites. Atenuaria as leis anti-religiosas através de todos esses países, leis que têm mantido os católicos romanos fora das funções públicas, dos cargos governamentais e da vida acadêmica. Promete tornar efetiva uma forma especial de submissão do Patriarcado Ortodoxo Russo de Moscou e do Patriarcado de Constantinopla ao Papa, como Chefe da Igreja, e ao Vaticano, como órgão central de governo da Igreja. Na hipótese de que a esfera de influência russa se estenda para o Oeste, ultrapassando suas fronteiras de 1977, deveria ser dada uma consideração especial às propriedades da Santa Sé, sendo concedidos à mesma privilégios especiais de culto. 

 

O Relatório da Liberação, quando considerado juntamente com a Iniciativa Russa, fornece o painel de acompanhamento daquilo que muitos encaram como um díptico dos planos comunistas russos para facilitar sua tomada de controle do Ocidente, assim como do lugar previsto pelos atuais planejadores do Vaticano para a Igreja Católica Romana no contexto daquela nova área de influência e dominação russa.

 

O Relatório da Liberação trata principalmente da propagação da teologia da "liberação", partindo da América Latina e espalhando-se para o Norte, atingindo os Estados Unidos e atravessando a Europa. A doutrina essencial dessa nova teologia, primeiro formulada por teólogos latino-americanos, é a de que o primeiro e mais importante passo para a salvação cristã da raça humana é a liberação de todos os homens e mulheres do jugo do capitalismo — primordial e malevolamente representado pelos Estados Unidos. A Igreja, de acordo com tal teologia, deveria ser a serva da raça humana e de sua história. E deveria não apenas permitir, deveria aprovar e fomentar qualquer violência revolucionária (denominada contraviolência, justificável) visando a remover e erradicar os centros do capitalismo. 

 

O Relatório Cristãos para o Socialismo descreve duas organizações —Padres para a América Latina e o Comitê para Diálogo e Ação na América Latina — como frentes para a penetração do comunismo russo. Cita nomes de teólogos como os Padres Gustavo Gutierrez, Giuleo Gerardi, Pablo Richard e Gonzalez Arrogo, e indica os diversos passos através dos quais essa teologia de "liberação" deve ser propagada: deve ser ensinada em seminários e universidades. Deve constituir o tema das Conferências Episcopais, de congressos e convenções de teólogos, de cartas pastorais escritas cada ano pelos bispos às suas dioceses, de livros, panfletos e manuais. Padres, freiras e outros, diretamente ocupados no ministério religioso, deverão identificar-se com movimentos revolucionários e de guerrilhas. Quadros esquerdistas de apoio deverão ser constituídos em cada paróquia e em cada diocese — sempre sob o disfarce de ação católica e de apostolado exercido pela Igreja entre os fiéis. Assim, política e religião deverão identificar-se e confundir-se. 

 

Deverá haver, ao mesmo tempo, o contínuo incitamento de ressentimentos de direita, os quais, obviamente, crescerão, provocando sua transformação em violentas medidas repressivas. As ordens religiosas como a dos Dominicanos, dos Jesuítas e dos Padres e Freiras de Maryknoll (http://www.maryknollsociety.org) deverão ser usadas para a defesa dos direitos do povo contra regimes repressivos desse tipo. Nas Conferências Episcopais e em vários congressos regionais e internacionais, deve-se ter o cuidado de adotar uma linguagem oficial suficientemente ambígua para satisfazer as exigências dos crentes e para justificar a violência e os métodos revolucionários de tomada do poder. Todos os tópicos nacionalistas (como, por exemplo, o Canal do Panamá) devem ser explorados, devendo os prelados locais ser conduzidos a uma identificação pessoal com essas causas. 

 

 

 Continua em

 http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/07/teologia-da-libertacao-e-marxizacao-da.html

 

*


OS JESUÍTAS E O MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO

http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/04/os-jesuitas-e-o-movimento.html

*

JESUITAS DA DEPRESSÃO
http://youtu.be/OIbxUpBJOqg
 
Jesuitas da Depressão II
http://youtu.be/YA_2KZweh7s
 
Maçonaria, jesuítas, sionismo e Vaticano dentro da Nova Ordem Mundial.
http://youtu.be/9byhxLZPQgA  
 

 

 

 
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NOVA ORDEM MUNDIAL ESTÁ POR TRÁS DE MOVIMENTOS SOCIAIS - OLAVO DE CARVALHO



História de quinze séculos
http://www.olavodecarvalho.org/semana/040617jt.htm

O QUE ESTÁ POR TRÁS DO VANDALISMO EM SÃO PAULO? - 2013
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/06/quem-esta-por-tras-da-violencia-em-sao.html

MOVIMENTO PASSE LIVRE REVOGOU CONVOCAÇÃO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/06/movimento-passe-livre-revogou-convocacao.html

Fundações internacionais e as manifestações no Brasil
http://defesa-hetero.blogspot.com.br/2013/06/fundacoes-internacionais-e-as.html#.Ucdc9pzHnw9
http://youtu.be/U3nSNiwNt8o

A primeira vítima
Escrito por Olavo de Carvalho | 20 Junho 2013
http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/14243-a-primeira-vitima.html
http://www.dcomercio.com.br/index.php/opiniao/sub-menu-opiniao/111270-a-primeira-vitima-por-olavodecarvalho

MOVIMENTOS "POPULARES" PARA JUSTIFICAR MAIS CONCENTRAÇÃO DE PODER (OCCUPY WALL STREET - 2011 )
http://youtu.be/qsrOt0DSFs0

POR QUE A CRIMINALIDADE CRESCE? ESTRATÉGIA REVOLUCIONÁRIA
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/06/por-que-criminalidade-cresce-estrategia.html

Sobre o movimento Occupy Wall Street:
Entrevista censurada pela revista IstoÉ
http://youtu.be/OkMp3eHTMPg

HISTÓRIA DE QUINZE SÉCULOS
http://www.olavodecarvalho.org/semana/040617jt.htm

TRANSCRIÇÃO:
A NEO-ARISTOCRACIA NO PODER DA NOVA ORDEM MUNDIAL - OLAVO DE CARVALHO
http://conspiratio.blogs.sapo.pt/122832.html


Você sabe o que é a AVAAZ? Ou: Do globalismo, Soros e o ativismo imbecil
http://www.midiasemmascara.org/artigos/globalismo/14233-voce-sabe-o-que-e-a-avaaz-ou-do-globalismo-soros-e-o-ativismo-imbecil.html

 SEMPRE ELES
 http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/14402-sempre-eles.html


Causas sagradas
Olavo de Carvalho
17 de janeiro de 2012

É um impulso natural do ser humano evadir-se da estreiteza da rotina pessoal e familiar para aventurar-se no universo mais amplo da História, onde sente que sua vida se transcende e adquire um "sentido" superior. A maneira mais banal e tosca de fazer isso, acessível até aos medíocres, incapazes e pilantras, é a militância num partido ou numa "causa", isto é, em algum egoísmo grupal embelezado de palavras pomposas como "liberdade", "igualdade", "justiça", "patriotismo", "moralidade" ou "direitos humanos". Essas palavras podem representar algum valor substantivo, mas não quando o indivíduo adquire delas todo o valor que possa ter, em vez de preenchê-las com sua própria substância pessoal. A mais criminosa ilusão da modernidade foi persuadir os homens de que podem enobrecer-se mediante a identificação com uma "causa", quando na verdade todas as causas, enquanto nomes de valores abstratos, só adquirem valor concreto pela nobreza dos homens que a representam. O fundo da degradação se atinge quando algumas "causas" são tão valorizadas que parecem infundir virtudes, automaticamente, em qualquer vagabundo, farsante ou bandido que consinta em representá-las. A palavra mesma "virtude" provém do latim vir, viri, que significa "varão", designando que é qualidade própria do ser humano individual e não de idéias gerais abstratas, por mais lindos e atraentes que soem os seus nomes.

http://www.olavodecarvalho.org/semana/120117dc.html

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O DESEJO IRRESPONSÁVEL DE "MELHORAR" O MUNDO LEVA AO DESASTRE

 


 Video:
 ARROGANCIA REVOLUCIONÁRIA NÃO PODE MELHORAR O MUNDO - CONHECIMENTO REAL X FALSO CONHECIMENTO
 http://youtu.be/1QiY_Hl8MAw


  



São pequenos trechos de umas 8 Palestras de Olavo de Carvalho, a maioria True Outspeak, abordando o tema da real busca da verdade,, do real conhecimento e do conhecimento parcial, dissociado da realidade, que pode desembocar, como já o fez, em decisões arrogantes e ações desastrosas, e nas maiores tragédias que a humanidade já sofreu. O desejo irresponsável de mudar o mundo não é, necessariamente, o de melhorar o mundo.

Por outro lado, podemos supor que a aura politicamente correta que santifica as atrocidades e os rios de sangue cometidos pela ação revolucionária pode não ser nada mais que a cenoura para atrair o burro, ou seja, nós, a massa de manobra, sem a qual não se faz a revolução. Não acredito em boas intenções maquiavélicas.

E, de quebra, a linguagem politicamente correta é um artifício para sabotar a linguagem instituída e introduzir a dubiedade de sentido, que corrói a confiança da sociedade em si mesma e fá-la subserviente do Estado todo-poderoso. Não é isso a novilíngua do Estado ORWELIANO? Aliás, nesse aspecto, me impressionou a semelhança de "ARQUIPÉLAGO GULAG" do soviético Soljenitsin, um relato autobiográfico e baseado em fatos, com as ficções proféticas "1984" de George Orwell, "O PROCESSO" de Kafka.

Mais-
O POLITICAMENTE CORRETO É UM VIRUS
http://youtu.be/_fzQSGRSM0g
COMUNISMO SE CURA COM VERDADE
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/07/comunismo-se-cura-com-verdade.html
A MODA TERRORISTA

http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/14339-a-moda-terrorista.html

O PENSAMENTO CONSERVADOR
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/08/o-pensamento-conservador-russell-kirk.html
O QUE É SOCIALISMO? O SOCIALISMO REAL, CRIMES E ARGUMENTAÇÕES DESONESTAS - OLAVO DE CARVALHO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/10/o-que-e-socialismo-olavo-de-carvalho.html
*

REVOLUÇÃO DE INTELECTUAIS - PATRULHAS IDEOLÓGICAS - JOSÉ GUILHERME MERQUIOR

DIREITA E ESQUERDA , MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO - OLAVO DE CARVALHO, NIVALDO CORDEIRO

O PRAZER REVOLUCIONÁRIO DA DESTRUIÇÃO - O SONHO DA RAZÃO PRODUZ MONSTROS

O DESEJO IRRESPONSÁVEL DE "MELHORAR" O MUNDO LEVA AO DESASTRE
http://conspiratio3.blogspot.com.br/search/label/SONHO%20DA%20RAZ%C3%83O


publicado por conspiratio às 00:18
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COMUNISMO SE CURA COM VERDADE - E LIVROS

 

 

Um texto de Heitor de Paola:
"Sustento que não há outra saída do inferno comunista do que a indignação moral, do confronto consigo mesmo, com a culpa pelo grau de degradação ao qual já se caiu e que pode aumentar mais porque, como dizem na minha terra, por "porteira que passa boi, passa boiada"! Ou se cai fora ou o abismo é infinito e cada vez mais a auto-indulgência é necessária em doses crescentes. Não há argumento racional, provas científicas da charlatanice marxista, comparação de resultados econômicos, nada – pois todos que estão dentro sabem muito bem disto! Só vale a indignação moral, e esta exige que se passe a combater o mal do qual se saiu com todas as forças, não admite neutralidade nem tolerância. Chamar esta posição de maniqueísta é outra armadilha do relativismo moral que preceitua que não existe o mal nem o bem e que não podemos julgar nossos semelhantes pelas suas opções ideológicas. Podemos sim, se a conhecermos por dentro sabendo do que se trata. Segundo outro que saiu do inferno, David Horowitz, "contra-revolucionário é um nome para a sanidade moral e a decência humana, um termo de resistência para a depredação épica causada por sonhadores" (Politics of Bad Faith). Quando digo que não confio em comunistas sou criticado como intolerante, mas sei muito bem que comunista não tem palavra de honra, só palavra de ordem! O que é dito ou feito é o que convém à "causa" naquele momento, o que pode mudar qual piuma al vento ("qual pluma ao vento").
(...)
Desiludam-se os leitores que acreditam que o comunismo é uma utopia, muito menos uma utopia generosa, um idealismo quixotesco. Não é. Esta "utopia" só serve para atrair e seduzir simpatizantes – chamados por Lênin de idiotas úteis. Suspeito que a substituição no Brasil de idiotas por inocentes úteis serve a um propósito: iludir que alguém pode simpatizar inocentemente com um regime comprovadamente assassino e genocida no mais alto grau. Nunca encontrei um revolucionário comunista autêntico - nem quando eu era um, nem depois – que acreditasse por um segundo sequer na tal "utopia" que eles usam – nós usávamos – para enganar os trouxas e imbecis e convertê-los em idiotas úteis.
Lembro-me de como eram ridicularizados estes idealistas que serviam de excelente massa de manobra! Nunca houve esta tal de utopia, ou idealismo utópico — só como estratégia de doutrinação.
A razão principal pela qual a maioria das pessoas se deixa enganar pelos embustes comunistas é a ignorância a respeito da essência do mesmo ser uma máquina de produção contínua, ininterrupta de mentiras. Mas pessoas inocentes fazem perguntas ingênuas como: se é tão bom lá, porque você não vai para lá? Se o comunismo é bom para salvar a humanidade da brutalidade capitalista, porque n matar tanta gente? Por que as pessoas que vivem nestes paraísos são proibidas de sair para o exterior — o que jamais aconteceu nas "terríveis ditaduras militares de direita"? Como não há uma resposta racional para tais perguntas simples todos os militantes têm, na ponta da língua, um "você não está entendendo nada" e passam a demonstrar que o interlocutor é burro, ignorante, tacanho ou está seduzido pela ideologia "burguesa". É uma das primeiras coisas que o simpatizante precisa aprender para ser considerado "ampliável". Não, inocentes não caem nesta, é preciso uma grande dose de malícia que aos poucos se desenvolverá em má-fé.
O primeiro grande falsificador foi Karl Marx cuja visão fraudulenta da História, o 'materialismo histórico', precisava ser provada de qualquer maneira sob pena de ruir toda a estrutura charlatanesca que começara a inventar. Já de início o comunismo foi baseado numa grotesca falsificação de estatísticas feita pelo próprio Marx para justificar sua idéia de que a Revolução Industrial e o desenvolvimento capitalista tinham piorado a situação econômica dos trabalhadores ingleses. Um grupo de historiadores reunido por Friedrich von Hayek demonstrou cabalmente esta deturpação. Suas conclusões foram publicadas no livro Capitalism and the Historians: uma defesa do sistema primitivo de fabricação e suas conseqüências econômicas e sociais. Reinterpretações históricas, como O 18 Brumário de Luís Bonaparte demonstram cabalmente suas intenções. Nesta obra Marx não somente faz uma interpretação dos acontecimentos de 1848 na França à luz de suas idéias como, retroativa e ironicamente, distorce o ocorrido nesta data em 1799 quando o tio de Luís, Napoleão, deu o golpe no Diretório e tornou-se Imperador. Data desta obra a reinterpretação da falácia hegeliana de que a História se repete: Hegel demonstrou que todos os fatos e personagens de grande importância na história do mundo ocorrem, por assim dizer, duas vezes. E esqueceu-se de acrescentar: a primeira vez como tragédia, a segunda como farsa (Marx, 18 Brumário). Seria Marx a representação farsesca de Hegel?
O grande arquiteto da desinformação sistemática foi Felix Edmundovitch Dzerzhinsky, criador da primeira polícia secreta soviética, a Tcheka. Quando Lênin perguntou, ainda em 1918 a Dzerzhinsky, sobre qual a estratégia que deveria ser adotada para influenciar o resto do mundo, recebeu como resposta: "diga sempre o que eles querem ouvir, minta, minta sempre e cada vez mais. De tanto repetir as mentiras elas acabam sendo tomadas como verdades". A primeira fraude fotográfica impor-imite de que tenho notícia foi a supressão da imagem de Trotsky ao lado da tribuna de onde Lênin discursava para as tropas na Praça Svierdlov em 1920, obra do sucessor de Dzerzhinsky, Lavrenty Pavlovich Bieria sob as ordens de Stalin.
Esta expressão, levemente modificada, foi copiada por Paul Joseph Goebbels, Ministro da Propaganda e do Esclarecimento do Povo do III Reich a quem foi atribuída, erroneamente e provavelmente de má-fé, a autoria."

Do livro  O EIXO DO MAL LATINO-AMERICANO E A NOVA ORDEM MUNDIAL

Este livro é essencial, indispensável para os que investigam esta conspiração.  Outro é:


O MÍNIMO QUE VOCE PRECISA SABER PARA NÃO SER UM IDIOTA

*


 



COMUNISMO SE VENCE PELA VERDADE
http://youtu.be/rudCfCSAboc


Tem uma coisa que dá para vc fazer AGORA: tente ser verdadeiro consigo mesmo e honesto naquilo que faz. Se vc é professor, ensine, ao invés de doutrinar ou fazer experiências com a cabeça das crianças; se vc é padre ou religioso, ouça aquela vozinha entre tantas, aquela que não tem o rabo preso com nada e que SABE a resposta (isso está dentro de todo mundo); se vc é policial, militar, político, juiz, administrador, funcionário, pai, cidadão, não se venda, não se submeta á agenda corruptora socialista, feita para sabotar e cubanizar o país. Pense no inferno que vc pode estar construindo. E acima de tudo, seja vc mesmo, siga sua consciência, pense com sua cabeça, sinta com seu coração e PERCEBA. É possível perceber, por exemplo, a contradição numa medida "politicamente correta", se não embarcamos hipnotizados na sua propaganda chantagista, traiçoeira e prestamos atenção àquele sinalzinho de alerta vermelho, aquele mal-estar no fundo da consciência. O comunismo não sobrevive á verdade e ao livre acesso á informação. (Idem para a futura Nova Ordem Mundial socialista).

Então, além de se informar, atente para o que vc já sabe.

Com mentiras nos manipulam, seduzem e intimidam. É através de nós que eles operam, e, sem nós, se reduzirão a um eco no vazio. Se cada um fizer a sua parte, seremos milhões opondo resistência ao avanço dessa onda corruptora que está corroendo tudo o que significa nosso país, nossa família, nossa vida, nossos direitos, liberdade, futuro. Cuide da casa em que você, seus filhos e netos vão viver, não deixe mais um inferno comunista na face da Terra.   


Mais em


A SOBERANIA DA CONSCIÊNCIA - A VOZ DA ALMA E A VOZ DO MUNDO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/04/a-soberania-da-consciencia-vo\z-da-alma.html 

*
SE NÃO INVESTIRMOS EM CONSCIÊNCIA, O TOTALITARISMO SERÁ INEVITÁVEL?
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/04/se-nao-investirmos-em-conscie\ncia-o_1916.htm

*
DAVID ICKE - CONECTANDO OS PONTOS, RECUPERANDO A VISÃO DO TODO, INTEGRANDO A SI MESMO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/06/david-icke-conectando-os-pont\os.html 
*
O POLITICAMENTE CORRETO É UM VIRUS  
http://youtu.be/_fzQSGRSM0g  
*
Achei bem interessante o depoimento pessoal deste canal VindexAngelus, que está no processo de se libertar da ideologia. Parece uma doença que demora para desaparecer, tal é a intensidade da lavagem cerebral. Pelo jeito, eles utilizam muita emoção e controle pela culpa: 

http://www.youtube.com/user/VindexAngelus/videos

Eu me afasto de qualquer um que faça isso comigo. Eu me afasto de qualquer coisa que me separe de mim mesma. Deus está no íntimo.

*
13/11 - Carta de ex-comunista

"Para terminar, um pouco só de teoria histórica. Hanna Arendt - que já não deve ser lida, sequer conhecida dos modernos "historiadores" - fez uma diferenciação entre regimes autoritários e totalitários que  as esquerdas execram, pois põe a nú suas mentiras. Os primeiros são regimes como o de 64 em que alguns são perseguidos mas não se impões o pensamento único. Tanto que a esquerda venceu no terreno "intelectual" (sic). Os outros, são aqueles em que se impõe o pensamento único do qual não pode haver a mínima discordância senão, paredón! Nos primeiros a imprensa é censurada, o que ocorreu aqui, nos segundos a imprensa é totalmente destruída só sobrando o órgão do Partido condutor das massas - seja o Pravda, o Granma, o Vöelkischer Beobachter ou o Popolo d'Italia."

http://www.averdadesufocada.com/index.php/comisso-da-verdade-especial-107/6139-1311-carta-de-ex-comunista

*

DISSIDENTES:

A. SOLJENITSIN
livro: ARQUIPÉLAGO GULAG (e outros)
http://www.estantevirtual.com.br/q/SOLJENITSIN

*
ANATOLIY GOLITSYN
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/07/a-historia-secreta-de-anatoliy-golitsyn.html
O ENGODO DA PERESTROIKA - ANATOLIY GOLITSYN E PROFECIAS DE FÁTIMA
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/10/o-engodo-da-perestroika-anatoliy.html
*
YURI BEZMENOV
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/05/conspiracao-contra-civilizacao.html

*
Ion Mihai Pacepa
livro: Da Rússia, com terror
http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/14427-da-russia-com-terror.html

*
LEONID PLIUCHTCH - livro "OS DISSIDENTES SOVIÉTICOS"
http://www.estantevirtual.com.br/q/-PLIUCHTCH
*
Fuga do Campo 14 - a Dramatica Jornada de um Prisioneiro da Coreia
Harden Blaine 
http://www.estantevirtual.com.br/q/Fuga-do-Campo-14
CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO DA CORÉIA DO NORTE - Fuga do Campo 14 - A odisséia de Shin Dong-Hyuk
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/10/campos-de-concentracao-da-coreia-do.html

*
BORIS PASTERNAK -

http://www.estantevirtual.com.br/q/boris-pasternak
*
NATAN SHARANSKY
livro: NÃO TEMEREI O MAL
http://www.estantevirtual.com.br/q/natan-sharansky
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/09/a-liberdade-e-para-todos.html  
 
*
VICTOR KRAVCHENKO
livro: ESCOLHI A LIBERDADE
http://www.estantevirtual.com.br/q/victor-kravchenko
*
VLADIMIR KONSTANTINOVICH BUKOVSKY
http://www.midiasemmascara.org/search.html?searchword=BUKOVSKY&ordering=&searchphrase=all

*
ALEXANDER LITVINENKO
livros - "MORTE DE UM DISSIDENTE" e "EXPLOSÃO DA RÚSSIA"
http://www.estantevirtual.com.br/q/ALEXANDER-LITVINENKO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/09/poder-absoluto-kgb-ainda-ameaca-o-mundo.html

*
ANDREI SINIAVSKY
http://www.estantevirtual.com.br/q/siniavski

*
YURI DANIEL
http://www2.camara.sp.gov.br/projetos/1966/00/00/08/KM/000008KML.PDF

*

PRISÃO NO GULAG E FUGA : CAMINHO DA LIBERDADE - filme e livro de Slavomir Rawicz 

http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/10/prisao-no-gulag-e-fuga-caminho-da.html

*
Reinaldo Arenas - livro "Antes que Anoiteça"
http://youtu.be/_pJraa93vHs


*

A FALSA DISSIDÉNCIA

YOANI SANCHEZ 
http://www.heitordepaola.com/publicacoes_materia.asp?id_artigo=1362

http://youtu.be/kU3_0zrMWEY

As impessoas e la bloguera cariñosa
http://www.midiasemmascara.org/artigos/desinformacao/10517-as-impessoas-e-la-bloguera-carinosa-2.html

Se quiserem saber quem são os verdadeiros heróis cubanos, as impessoas, aqueles que a mídia se recusa a saber que existem, acessem Rostros de Héroes Cubanos o livro com o mesmo nome (414 pp) pode ser baixado aqui.

Outros sites que podem ser acessados pelos pesquisadores de história e que não interessam aos chutadores da mídia: Archivo Cuba, Baracutey cubano, Buena Vista Weblog, Human Rihts Watch Cuba, La Casa Cuba, Medicina Cubana, Payo Libre, Pinceladas de Cuba, Religion en revolucion, Reporte de Amnistia Internacional sobre Cuba, Rule of Law en Cuba, Sentencias de la Primavera Negra (2003), Union de Ex Presos Politicos Cubanos, Corriente Agramontista de Abogados Independientes, Instituto da Memória Histórica Cubana contra el Totalitarismo.

 *
ANDREII SAKHAROV -  No mesmo livro (PP 168-173) mostro como o KGB fabricou um dissidente muito mais importante que uma menina boba como Yoani: Andreiï Sakharov, o 'Pai da Bomba H soviética'. O estrago causado por ele na intelectualidade ocidental foi devastador!
http://www.midiasemmascara.org/artigos/desinformacao/13867-yoani-sanchez-a-desinformatzia-cubano-brasileira-e-a-midia-idiota-nacional.html

*
 OUTROS LIVROS:

LIVROS SOBRE OS TOTALITARISMOS SOCIALISTAS
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/10/livros-sobre-os-totalitarismos.html

*

Os protestos no Brasil, os revolucionários e o que fazer para nos prevenirmos
http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/14419-os-protestos-no-brasil-os-revolucionarios-e-o-que-fazer-para-nos-prevenirmos.html

Reflections on the Revolution in France, de Edmund Burke.

 

Modernity Without Restraint: The Political Religions, The New Science of Politics, and Science, Politics, and Gnosticism, de Eric Voegelin.

 

Utopia, The Perennial Heresy, de Thomas Molnar.

 


Political Messianism, de J. L. Talmon.

O ópio dos intelectuais, de Raymond Aron.

 

The Politics of Faith and the Politics of Scepticism, de Michael Oakeshott.

 

The Politics of Imperfection, de Anthony Quinton.

 

The True Believer, de Eric Hoffer.- Political Pilgrims, The Many Faces of SocialismPolitical Will and Personal Belief: The Decline and Fall of Soviet CommunismDecline and Discontent: Communism and the West Today e The End of Commitment, de Paul Hollander.
*
FIGES, ORLANDO 

SUSSURROS - A VIDA PRIVADA NA RUSSIA DE STALIN
http://www.record.com.br/livro_sinopse.asp?id_livro=25046

A TRAGÉDIA DE UM POVO
http://www.record.com.br/livro_sinopse.asp?id_livro=16447

MIKHAIL VOSLENSKY
Mikhail Sergeievitch Voslensky 
livro -  NOMENKLATURA: Como vivem as classes privilegiadas na União Soviética, 1980.
http://www.estantevirtual.com.br/q/-voslensky

 MILOVAN DILAS (ou DJILAS)
livro: "A NOVA CLASSE" e outros
http://www.estantevirtual.com.br/q/milovan 

ORVIL - TENTATIVAS DE TOMADA DE PODER
a história do terrorismo no Brasil
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/05/orvil-tentativas-de-tomada-de-poder.html

*
O Verdadeiro Che Guevara - e os idiotas úteis que o idolatram      
http://www.erealizacoes.com.br/ecom/produtos_descricao.asp?lang=pt_BR&codigo_produto=1126

http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/10/o-vampiro-che-guevara-comercio-de.html

*
 Jean-François Revel 
A GRANDE PARADA
http://www.nivaldocordeiro.net/obsessaoantiamericana.htm
http://www.estantevirtual.com.br/q/jean-francois-revel 
 

J. Edgar Hoover (1º Diretor do Federal Bureau of Investigation )
"MESTRES DO EMBUSTE" e "ESTUDO SOBRE O COMUNISMO"

*

 DESENHOS DO GULAG
http://darussia.blogspot.com.br/2012/07/gulag-por-danzig-baldaev.html
 http://trinixy.ru/64803-risunki-iz-gulaga-danziga-balaeva-polnaya-versiya.htm





MAIS LIVROS:

 Estudar antes de falar
 http://www.dcomercio.com.br/index.php/opiniao/sub-menu-opiniao/113943
*
 ANATOLLI POVIST LIET
 http://anatollipovistliet.blogspot.com.br/

 *

SITES PARA PESQUISA

A VERDADE SUFOCADA
http://www.averdadesufocada.com/

MÍDIASEMMÁSCARA
http://www.midiasemmascara.org/

*

ARTIGOS

As raízes históricas do Eixo do Mal Latino-Americano - Parte I
http://www.midiasemmascara.org/arquivos/4280-as-raizes-historicas-do-eixo-do-mal-latino-americano-parte-i.html
*
1933-1945: Os (verdadeiros) anos de chumbo
http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/13031-1933-1945-os-verdadeiros-anos-de-chumbo.html

As três soluções

Escrito por Martim Vasques da Cunha

http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/10724-as-tres-solucoes.html

*

Da fantasia deprimente à realidade temível

http://www.midiasemmascara.org/arquivos/5514-da-fantasia-deprimente-a-realidade-temivel.html

Sobre o mesmo tema:

O QUE É SOCIALISMO? O SOCIALISMO REAL, CRIMES E ARGUMENTAÇÕES DESONESTAS - OLAVO DE CARVALHO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/10/o-que-e-socialismo-olavo-de-carvalho.html


         

http://www.heitordepaola.com/imprimir_materia.asp?id_materia=639



Mais em:

http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/07/comunismo-se-cura-com-verdade.html



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A HISTÓRIA SECRETA DE ANATOLIY GOLITSYN - COMUNISMO EM REDE E A FARSA DA QUEDA DA URSS




No vídeo, COMUNISMO EM REDE  , Olavo de Carvalho explica que Anatoliy Golitsyn fez previsões, em livro,  sobre planos soviéticos para infiltrar o comunismo no mundo desarmado pela "queda" da URSS. Essas previsões incluem a descentralização e a flexibilização das operações para disseminar o comunismo, como o que está acontecendo agora com o uso da web. Esses caras são mentirosos profissionais, discípulos diretos do pai da mentira.

O livro existe em PDF: http://www.4shared.com/document/hlWD9O6f/novas-mentiras-velhas_-_anatol.htm

Artigos bem interessantes, traduzidos, na Wikipédia:

 ANATOLIY GOLITSYN

MARK RIEBLING



 

A história secreta de Anatoli Golitsyn - Final

 

por  Edward Jay Epstein

 

Quando Angleton apresentou a tese de Golitsyn para os executivos operacionais da CIA, isto trouxe áspera resistência. Nem os recrutadores da CIA nem do FBI estavam dispostos a aceitar a idéia de que eles estavam indo atrás das pessoas erradas no lado soviético.
A estada de Golitsyn na Inglaterra acabou se tornando inesperadamente curta. Durante o seu interrogatório sobre os agentes da KGB dentro da Inteligência britânica, ele aludiu à situação semelhante da CIA.
A possibilidade era de grande preocupação para o MI-5. Poderia explicar a origem de alguns vazamentos de informação. Arthur Martin, um dos mais competentes interrogadores no MI-5, rapidamente se inteirou do tratamento dado à CIA às acusações de Golitsyn. Teriam suas pistas sido seguidas?
Golitsyn insistia que a CIA não havia acreditado em suas pistas. Ao invés, os interrogadores da Divisão Soviética da CIA persistiam em fazer as perguntas erradas. Queriam saber os nomes dos oficiais da KGB infiltrados, não o objetivo por trás de suas atividades. Eles confundiam tática com estratégia.
Ele explicou que a tática era de fazer contato com o “maior inimigo”, a CIA, de modo a comprometer e recrutar agentes. A estratégia não era meramente neutralizar a CIA mas torná-la um instrumento para servir aos interesses soviéticos.
Martin escutou atentamente. Ele sabia, da sua experiência com os recrutas o que a KGB havia feito dentro da Inteligência britânica, da vulnerabilidade dos oficiais de inteligência. Também sabia que a CIA havia depositado confiança demais em procedimentos de segurança, tais como testes com detetores de mentiras. Ele perguntou a Golitsyn se ele tinha alguma idéia se seus interrogadores na CIA haviam subestimado, se não ignorado completamente a questão.
Golitsyn disse que sabia que a KGB havia sido bem sucedida recrutando pelo menos um, e possivelmente mais, oficiais da CIA dentro da Divisão soviética. Ele deduziu pela maneira com que foi tratado de que o infiltrado (ou os infiltrados) ainda eram muito influentes na Divisão.
Estava claro tanto para Martin como para De Mowbray que a CIA tinha conduzido pessimamente o interrogatório de Golitsyn. Mesmo que eles não “engolissem” a teoria de um infiltrado dentro da Divisão soviética da CIA, eles perceberam que isto o havia inibido de discutir o assunto abertamente com a CIA. De qualquer modo, suas alegações não poderiam ser polidamente ignoradas. Se havia uma penetração desta parte sensível da CIA, afetaria todos os serviços de inteligência aliados. Martin decidiu ir ter diretamente com seu amigo, James Angleton.
Angleton tinha chegado à conclusão similar sobre o interrogatório original de Golitstyn. Quaisquer que fossem as razões, a Divisão para o Bloco Soviético não havia obtido a história toda de Golitsyn. Ele então foi até Helms com um pedido sem precedentes. Pediu que o desertor fosse re-convocado sob responsabilidade de sua equipe de contra-inteligência.
Helms considerou o caso de Angleton persuasivo. Ele não somente aprovou a re-convocação mas, como explicou a mim, deu a Angleton “carta branca” para usar os recursos que necessitasse. Fazendo isso, embora sem perceber na época, ele colocou em movimento o mais longo e mais incrível caso de interrogatório na História da CIA.
Em julho de 1963, através de um arranjo do MI-5, uma história apareceu no Daily Telegraph revelando que Golitsyn (sob o codinome “Dolitson”) estava na Inglaterra. Isto teve o efeito calculado em persuadir Golitsyn que sua segurança não poderia ser assegurada na Inglaterra. Três semanas depois, Golitsyn desembarcava de volta nos Estados Unidos. Sob a tutela de Angleton, não haveria mais exaustivas sessões torturantes ou apresentações repetitivas de fotos de diplomatas soviéticos. Angleton falou-lhe que seu interesse não era no staff da KGB, ou “ordem de batalha”, como ele chamava; mas na “lógica da infiltração soviética”
Como Angleton via, isto não era um interrogatório, mas um “brainstorm”. Golitsyn tornou-se um parceiro intelectual no processo onde simples jantares se tornavam discussões sobre a política soviética e que continuavam até as primeiras horas da manhã. A Golitsyn foi permitido fuçar através de cópias (devidamente sanitizadas) do arquivo pessoal de Angleton, procurando por conexões entre estas pistas.
Para ganhar confiança, Angleton arranjou para Golitsyn um encontro com o Procurador-Geral Robert F. Kennedy para falar dos perigos da KGB e o levou em viagens à Europa e Israel para falar aos executivos da Inteligência aliada. Golitsyn, encorajado por sua atenção, propôs que um novo serviço de inteligência deveria ser organizado, que seria independente da CIA. Angleton tomou esta proposta em consideração, embora não tivesse chance de acontecer, para depois obter mais idéias de Golitsyn sobre a KGB.
Enquanto o “brainstorming” prosseguia, Angleton moveu-se para tapar o “vazamento” na Divisão soviética. Golitsyn insistia que tinha de haver mais de um agente, e usou a analogia de um “câncer progressivo” que o paciente se recusa a reconhecer ou extirpar. Com a assistência do Escritório de Segurança da CIA, que tinha a responsabilidade de expulsar os infiltrados, ele arranjou uma série de “cartas marcadas” para a Divisão soviética. Estas eram fragmentos de informações selecionadas sobre futuras operações da CIA que eram passadas adiante, para diferentes unidades da Divisão par ver qual delas, se havia, vazavam informações para o inimigo. A “carta marcada” no teste inicial revelava que um esforço de recrutamento deveria ser feito sobre um determinado diplomata soviético no Canadá. Os agentes do Escritório de Segurança, observando o diplomata a uma distância discreta, então observaram que a KGB o tinha posto sob sua própria vigilância no exato dia do contato planejado, percebendo então que a “carta marcada” havia chegado até a KGB. Este teste confirmou as suspeitas de Golitsyn que o infiltrado ainda estava ativo.
Através de um processo de eliminação, cartas subseqüentes estreitaram a busca na unidade diretamente envolvida no recrutamento REDTOPS. Uma vez que mais de um indivíduo havia sido exposto à informação “marcada”, não havia maneira de saber se havia mais do que um vazamento naquela unidade, e a investigação não apontaria o infiltrado dentro rol de suspeitos. Ao invés disso, no início de 1966, a unidade inteira foi desligada dos casos mais importantes at& eacute; que seu pessoal fosse trocado. Murphy, Bagley e uma dúzia de oficiais foram realocados na Europa, África e Ásia. Esta medida “profilática”, como Angleton a chamava, pareceu aos não-iniciados como um “expurgo” com relação ao caso Nosenko. De qualquer maneira, depois das transferências, “cartas marcadas” adicionais indicaram que a penetração no departamento havia sido remediada.
O interesse de Angleton, contudo, ia muito além de problemas de segurança relativos ao recrutamento de agentes ocidentais pela KGB. Ele queria saber por que a KGB havia focado sua atenção em unidades particulares da CIA, tais como o lado operacional da Divisão Soviética. A questão real para Angleton era saber para quais usos estas penetrações avançaram.
Golitsyn explicou que as penetrações eram parte necessária da máquina de desinformação que foi colocada em operação na CIA em 1959. Seu trabalho era reportar de volta como a CIA estava avaliando o material que recebia de outros agentes da KGB. Estes infiltrados tentavam trabalhar em posições de acesso dentro da Divisão soviética ou outras partes da Inteligência americana que interceptasse dados vindos da URSS. Com eles no local, a desinformação se tornava um jogo de “esconder e contar” para a KGB. Eles despachavam desertores e outros provocadores, que poderia ser qualquer um, de um diplomata soviético ou um cientista em viagem, que “mostravam” algum segredo soviético à CIA e então os infiltrados diziam à KGB como a CIA havia interpretado isto. Era tudo coordenado de Moscou como uma orquestra. O sistema foi desenhado pela KGB, de acordo com Golitsyn, para gradualmente converter a CIA em sua próprio mecanismo de manipulação do governo americano.
Angleton queria saber mais sobre o aparato soviético de desinformação. Por quê a KGB se moveu da simples espionagem para a desinformação? Por quê havia sido reorganizada?
Golitsyn sugeriu que tudo havia começado com uma recomendação do Politburo no meio dos anos cinqüenta, informando que a União Soviética provavelmente não venceria uma Guerra Nuclear. Prosseguia dizendo que para vencer o Ocidente, era necessário recorrer à fraude e não à força. Por seu uso singular, a Inteligência Soviética teria que se especializar no intrincado trabalho de manipular as informações que os líderes ocidentais recebiam.
Este tipo de manipulação não era um papel novo para a Inteligência Soviética. Afinal, sob a liderança de Felix Dzerzhinskii nos anos vinte, ela havia executado campanhas de desinformação, tais como “O Truste” (The Trust) contra o Ocidente. Aleksandr Shelepin, alto executivo do Partido Comunista, foi posto no comando da KGB em 1959 com a missão de retornar à KGB a missão de desinformação estratégica.
Sob Shepelin, durante a reorganização da KGB, Golitsyn trabalhou numa análise que pretendia demonstrar como a espionagem tradicional poderia estar subordinada aos objetivos da desinformação, sem potencialmente comprometer a necessidade de segredo absoluto desta última. O problema intrínseco era que os oficiais da KGB em contato com agentes da Inteligência Ocidental, tanto poderiam recrutá-los ou passar a eles desinformação, como poderiam ter oportunidades para desertar ou pelo menos ficar comprometidos com o Ocidente.
De fato, houve relatos de oficiais da Inteligência Soviética que, ou desertaram ou ofereceram informações à CIA desde o final da Segunda Guerra. Enquanto alguns deles poderiam ser considerados como desertores enviados pela própria KGB, um grande número deles mostrou ser legítimo. Como poderia a KGB sustentar a desinformação, se era provável que alguns de seus oficiais poderiam desertar ou trair seus segredos?
Golitsyn explicou que a reorganização da KGB em 1958-59 foi feita com o objetivo de evitar esta vulnerabilidade. Ela efetivamente separou a KGB em duas entidades. Uma KGB externa e outra KGB interna.
A KGB “externa” era composta de pessoas que, sem necessidade, tiveram tido contato com estrangeiros e eram portanto passíveis de cooptação. Esta parte da KGB incluía recrutadores e olheiros alocados em embaixadas e missões diplomáticas, adidos militares, agentes de propaganda e desinformação e oficiais ilegais que já haviam trabalhado no exterior. Uma vez que haviam tido contato com ocidentais, mesmo que somente para recrutá-los como espiões, eles eram considerados como “espiões marcados”. Um certo percentual poderia, pela lei da probabilidade, ser pego. Estes “agentes marcados” eram o equivalente a pilotos enviados em missões sobre o território inimigo. A eles não era somente restringido o conhecimento de qualquer tipo de segredo de Estado (outro que não o estritamente necessário à suas missões), mas eles eram também orientados sobre o que seria útil do inimigo saber no caso de serem capturados.
A KGB “interna” era o repositório real dos segredos. Era limitada a um pequeno número de oficiais de confiança, sob supervisão direta do Politburo que planejava, orquestrava, controlava e analisava as operações. (De acordo com Golitsyn, todo os riscos de segurança potenciais, que incluíam muitos oficiais de descendência judia, foram transferidos para o serviço exterior na preparação para a reorganização).
Uma “muralha da China” existia entre estes dois níveis. Nenhum pessoal do serviço externo poderia ser transferido para o serviço interno, ou vice-versa. Ninguém poderia no serviço externo ser exposto à segredos estratégicos outros que não o que havia sido preparado para ser divulgado como desinformação.
Angleton entendeu as implicações desta reorganização. Se Golitsyn estivesse correto, significava que a CIA sabia virtualmente nada sobre a capacidade do seu adversário para desinformação orquestrada. Para ser sincero, a CIA havia recebido provas fragmentárias de outras fontes que a Inteligência Soviética estava aplicando mudanças no seu pessoal em 1959, mas não havia como encaixar estas informações dentro de um modelo com algum significado. Agora visto sob esta nova perspectiva que Golitsyn trazia, a KGB havia se transformado em um instrumento muito diferente e muito mais perigoso da política soviética. Seu principal objetivo era prover informação para a CIA que pudesse servir de base para que o governo dos Estados Unidos tomasse as decisões erradas. Tais informações pareceriam críveis porque seriam feitas de modo a encaixar com outras informações que a Inteligência Americana recebia de outras fontes.
Isto significava, ainda, que muitos alvos que a CIA estava perseguindo como recrutas – diplomatas, adidos militares, jornalistas, dissidentes e oficiais da inteligência – eram os que portavam estas desinformações. Eles eram todos da KGB “externa”. Mesmo que se fossem persuadidos a trabalhar como infiltrados para a CIA, sua informação seria de valor duvidoso. Tudo o que eles tinham acesso, além de dados triviais sobre o seu próprio aparato de espionagem, era desinformação.
Nenhum microfone plantado pela CIA em embaixadas soviéticas seria de qualquer uso. As conversas que seriam obtidas daqueles que foram excluídos dos segredos estratégicos reais da KGB “interna”. Eles poderiam apenas reforçar a desinformação.
A tese de Golitsyn ia além de apenas invalidar as táticas atuais da CIA e do FBI. Desacreditava muitos dos seus sucessos passados – pelo menos desde a reorganização em 1959. Esta nova visão seria particularmente danosa aos agentes-duplos e desertores que proclamavam ter acesso a segredos estratégicos. Se eles não tivessem tido tal acesso, como Golitsyn assegurava, eles tinham de ser definidos ou como fraudes ou como agentes de desinformação. Sob esta nova luz, heróis se tornavam vilões e vitórias se transformavam em derrotas. Era o equivalente para a CIA como passar para o outro lado do espelho.
Quando Angleton apresentou a tese de Golitsyn para os executivos operacionais da CIA, isto trouxe áspera resistência. Nem os recrutadores da CIA nem do FBI estavam dispostos a aceitar a idéia de que eles estavam indo atrás das pessoas erradas no lado soviético. Esta tese faria deles cúmplices, mesmo que inconscientes, dos planejadores da desinformação soviética. Eles não foram receptivos também à concepção da CIA que desacreditava fontes valiosas, tais como Oleg Penkovskiy, sobre o qual muitos haviam erigido suas carreiras. Havia também o problema prático de que as conclusões obtidas destas fontes tinham sido encaminhadas ao longo dos anos para o Conselho de Segurança Nacional e ao Presidente. A suposição de que o trabalho da CIA fora baseado em desinformação não era portanto atrativa para a maior parte dos executivos da CIA.
No FBI, a tese de Golitsyn foi rejeitada por J. Edgar Hoover. Ele tinha um motivo muito poderoso uma vez que os agentes do FBI haviam recrutado diplomatas soviéticos na ONU, tais como Fedora e Tophat, como fontes. Eles não haviam anunciado somente que tinham acesso aos segredos ao nível de tomada de decisões do Politburo, mas forneceram a eles, sob pedido do FBI. Hoover havia passado pessoalmente alguns destes materiais diretamente ao Presidente. Ele não estava disposto a aceitar uma interpretação que apresentasse estes dados como desinformação da KGB.
Em 1967, ele encerrou o assunto, pelo menos dentro do FBI, por definir Golitsyn como um “agente provocador e de infiltração” controlado pelos soviéticos. Ele avançou na teoria de que a KGB havia forjado sua deserção para desacreditar o FBI. Então recusou qualquer posterior cooperação com a CIA que objetivasse substanciar a história de Golitsyn. Por exemplo, ele ordenou que o FBI retirasse a equipe de vigilância que tinha estado vigiando um suspeito a pedido da CIA. E, como a tensão sobre o caso aumentava, Hoover quebrou todas os elos de ligação com a CIA. (Em 1978, depois da morte de Hoover, o FBI reconheceu que Fedora e Tophat eram agentes de desinformação controlados pela KGB).
Por volta de 1968, a Inteligência Americana estava, como Helms descreveu, “uma casa dividida contra ela mesma”. O pessoal de Angleton e outros executivos que aceitavam a tese de Golitsyn, viram que necessitavam tomar ações contra uma KGB reorganizada. Ao invés de ter como alvo o pessoal das embaixadas do bloco soviético, como era feito antes, eles quiseram procurar novos meios de penetrar no coração da Inteligência Soviética. Eles também tinham que estar certos que suas decisões não seriam informadas de volta à KGB – mesmo que isso significasse uma carreira tumultuada na CIA.
Aqueles envolvidos em obter informações de inteligência viram a situação em termos muito diferentes. A tentativa de validar a tese de um desertor soviético havia feito a Divisão Soviética da CIA paralisar suas ações de ir em busca de novos recrutas soviéticos. Também havia deixado desertores no exterior para evitar um outro incidente como o caso “Nosenko”. E isto manteve oficiais de reporte, cujo trabalho era extrair informações dos relatos dos agentes, sem fazer o seu trabalho de extrair informações das fontes que eles já haviam recrutado. Isto havia, sob o seu ponto de vista, paralisado as ações normais de inteligência.
A frustração destes oficiais era intensificada pelo segredo envolvendo a disputa. Poucos deles foram informados sobre a tese de Golitsyn. Tudo que sabiam era que seu trabalho estava sendo questionado por Angleton e seu pessoal. Com o passar dos anos, a misteriosa investigação pareceu a eles nada mais do que um “pensamento doentio”.
O que nenhum dos lados da CIA podia ver era a lógica do outro lado. Era como aquele célebre experimento Gestalt em psicologia no qual alguém pode ver duas faces ou uma taça de vinho numa imagem, mas não os dois. Similarmente, a CIA não podia lidar com dois conceitos mutualmente excludentes sobre o seu inimigo. O que os oficiais operacionais e analistas olhavam como se fosse informação válida, fornecida por fontes soviéticas que arriscaram suas vidas para cooperar, era visto pelo pessoal de contra-inteligência como desinformação, provida por fontes controladas e enviadas pela KGB.
Finalmente, Helms decidiu que o nó górdio teria de ser cortado. Ele sugeriu que o teste da tese de Golitsyn deveria ser sua utilidade. Poderia ser usada para identificar falsificações do Kremlin? Se não, que vantagem teria para a CIA? Helm perguntou: o que os sete anos de interrogações à Golitsyn haviam produzido em resultados práticos, “um elefante ou um rato?”.
Golitsyn nunca proclamou haver participado de qualquer planejamento de desinformação. Ele apenas havia visto o mecanismo para a execução delas ser colocado em ação.
Quando pressionado pelo pessoal de Angleton sobre quais as desinformações que poderiam ser executadas, Golitsyn poderia apenas extrapolar sobre pistas velhas há mais de uma década. Elas eram, no máximo, teorias não provadas. Por exemplo, ele especulou que muitas das aparentes divisões no bloco soviético, incluindo o rompimento entre China e a União Soviética, teria sido encenada para tirar o equilíbrio do Ocidente.
Quando ele apresentou-as em 1968 ao comitê que Helms havia organizado, ele não pode convencer os seus membros, especialmente desde qu e eles contradiziam a imagem da CIA sobre os eventos mundiais. Quando os céticos o pressionaram por evidências, ele se tornou extremamente defensivo e ordenou que eles apresentassem evidências para concorrer com suas teorias. A reunião terminou de modo áspero, com Golitsyn gritando para os experts da CIA como se eles o tivessem submetido à um fogo cruzado de objeções.
Helms concluiu que qualquer que fosse o valor da informação “antiga” que ele houvesse suprido, as especulações de Golitsyn sobre as operações atuais da KGB, para as quais ele não tinha acesso direto, eram sem valor algum para a CIA. Ele havia falhado no teste.
Angleton, que havia sobrevivido dentro da burocracia da CIA por vinte anos, entendeu que isto significava que Golitsyn teria de ser colocado na “geladeira”. Como o homem paciente que era, estava disposto a esperar para ver se futuras evidências poderiam aparecer. Enquanto isso, ele encorajou Golitsyn a descrever os detalhes da reorganização da KGB num manuscrito.
A questão da desinformação soviética não foi encerrada até 1973. Enquanto Helms era disposto a tolerar as dúvidas de Angleton, o novo diretor William E. Colby, não. Colby, filho de um missionário jesuíta, cuja maior experiência na CIA havia sido em atividades políticas e paramilitares, rejeitou a complicada visão de Angleton sobre a desinformação estratégica da KGB. Ele via o trabalho da CIA como uma tarefa única de obter informações de inteligência para o Presidente. Ele considerava a “KGB como uma coisa para ser evitada”. Não era para ser “objeto das operações da CIA”. Onde Angleton havia encorajado uma política de suspeitas sobre novos desertores e agentes duplos, Colby decidiu encorajar tais recrutamentos. Ele explicava:
“Nós gastamos um tempo enorme preocupando-nos com falsos desertores e falsos agentes. Estou perfeitamente disposto a aceitar se você for lá fora e trouxer dez agentes e que um ou dois possam ser maus. Você deveria estar apto a contra-checar sua informação de modo que não seja levado muito longe no caminho; pelo menos terá oito bons agentes.”
Esta mudança conceitual foi refletida numa ordem “top secret” que foi enviada a todas as operações da CIA em 1973. Ao invés de rejeitar o pessoal da unidade REDTOPS que haviam feito contato até que sua ficha fosse analisada, a mensagem ordenava:
“Análises de abordagens recebidas pelo REDTOP nos anos recentes claramente indicam que os serviços da REDTOP não têm estado usando seriamente sofisticados e sérios contatos como uma técnica de invasão. Contudo, o medo de que sejam agentes provocadores, tem sido o grande responsável pela má gerencia destes recursos mais do que qualquer outra causa. Concluímos que fazemos a nós mesmos um desserviço se deixarmos de lado casos promissores pelo medo da provocação... Nós estamos confiantes que podemos determinar se um agente produtivo está suprindo informação confiável”.
Angleton havia perdido a batalha. Era apenas uma questão de tempo antes que Colby formalmente se livrasse dele.

 

Notas:


Publicado originalmente por http://www.edwardjayepstein.com/archived/looking.htm
Tradução: MSM
Leia também A história secreta de Anatoli Golitsyn 1a Parte


O ENGODO DA PERESTROIKA - ANATOLIY GOLITSYN E PROFECIAS DE FÁTIMA
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/10/o-engodo-da-perestroika-anatoliy.html




 A SEGUIR EXCERTO DO BLOG
http://juliosevero.blogspot.com.br/2013/02/marina-silva-e-heloisa-helena-como.html  

De acordo com as novas diretrizes ditadas pelo partido comunista soviético, ambas abraçaram formas modernas de militância ideológica, tal como denunciadas pelo dissidente Anatoli Golitsyn, por meio do seu livro "New Lies for Old" ("Novas Mentiras Velhas"), quais sejam, respectivamente, a causa ambientalista, para Marina Silva, e a infiltração marxista da religião pela Teologia da Libertação, por Heloísa Helena.
Vale citá-lo: 
A adoção da nova política do bloco e a estratégia de desinformação envolveu mudanças organizacionais na União Soviética e por todo o bloco. Na União Soviética, como em outros países comunistas, foi o Comitê Central do partido que reorganizou os serviços de segurança e de inteligência, o ministério de relações exteriores, outras seções do governo e aparatos político-governamentais, além das organizações de massa, a fim de adequá-las todas à implementação da nova política e torná-las instrumentos desta. (p. 45) (grifos meus)
Sobre Marina Silva e a Teologia da Libertação, veja este rápido e informativo vídeo postado por Julio Severo: http://youtu.be/ZGvsIXajiVs
Um papagaio pode se apresentar como um ativista pró-vida. Como todos sabem, este simpático animal possui a habilidade de imitar os sons humanos, porém, falta-lhe a compreensão sobre os significados das palavras, e especialmente sobre os fundamentos de conceitos. 
Não pode, sem chance de alternativa, haver um ativista, militante ou político socialista que seja pró-vida sob um fundamento mais profundo que o da imitação dos papagaios. Como podem, a não ser imitando os papagaios, que estas senhoras se apresentem como ativistas "pró-vida" enquanto defendem tiranias que condenam milhares de pessoas ao morticínio pelos motivos mais injustificáveis?
Sob a concepção socialista, o homem serve à sociedade, esta sim considerada um fim em si, tal como uma engrenagem que pertence a um maquinário qualquer e que, uma vez imprestável, cumpre-lhe a substituição. 
Ser pró-vida significa defender o caráter transcendental e finalístico do indivíduo. Sob uma sociedade livre e cristã, a sociedade serve ao homem, que buscará por si próprio as respostas para a sua existência, fazendo de si mesmo o único e intransferível responsável por ela, conduzindo-a ao norte que achar melhor segundo seu próprio juízo. 
Em uma sociedade livre, a sociedade existe para as pessoas realizarem seus projetos de vida. Em uma sociedade socialista, as pessoas existem para realizar o projeto do grande líder do momento, daí a efemeridade de sua vida, que pode ser sumariamente descartada ao menor sinal de mostrar-se inútil. Em uma sociedade socialista, em última instância, as pessoas não vivem. Como pode então haver políticos de esquerda reivindicando a posição de serem pró-vida?
Ademais, posições individuais contam nada ou muito pouco para os grupos políticos e partidos de esquerda. Assim, tanto faz que Marina Silva e Heloísa Helena sejam autênticas defensoras de bebês e fetos. O abortismo é uma diretriz dos partidos de esquerda, e não uma causa individual. Na hora oportuna, uma vez tomado o poder, será empossada uma aborteira cruel e sanguinária tal como fez a atual mandatária Dilma Rousseff, que se dizia cristã às vésperas de sua eleição, ao nomear Eleonora Menicucci para a Secretaria de Políticas para as Mulheres. Para elas, se ou quando assumirem a faixa presidencial, será muito fácil dizer: "- foi uma escolha do povo" (isto é, do partido). 
O aborto é uma política absolutamente necessária aos partidos de esquerda. Estes não podem abrir mão deste múltiplo instrumento de controle populacional, de empregos, de seleção racial, de criminalidade e de eventuais dissidências. O socialismo é o regime que se caracteriza por controlar variáveis na saída dos processos, e não nas causas. Ilustrativamente, é o regime onde havendo dez cabeças e nove chapéus, opta preferencialmente por decepar uma cabeça. Ou duas ou três.
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:

O herético neo-panteísta (outrora o maior pastor presbiteriano do Brasil) e seus fãs apologéticos

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A CONSPIRAÇÃO DO FORO DE SÃO PAULO PARA INSTALAR DITADURAS DE ESQUERDA NA AMÉRICA - FARCS, PT, MST, FIDEL, CHAVES, LULA...

CONSPIRAÇÃO DO FORO DE SAO PAULO PARA IMPOR DITADURAS NA AMÉRICA - GRAÇA SALGUEIRO
http://youtu.be/_R8DKK-d54M



Graça Salgueiro - Palestra completa sobre o Foro de São Paulo
 http://youtu.be/n9VxhtbynQg


Eles vão pintando tudo de dourado e os tolos acreditam que eles querem o BEM... Falar é fácil, mas o que dizem os atos? Atos e fatos dizem mais sobre quem eles são e sobre a natureza deste movimento do que suas belas palavras de mentirosos politicamente corretos.("A mentira é sagrada e o engano será nossa arma." Lenin)


Mais -

 Blog da Graça Saldanha:
 http://notalatina.blogspot.com.br/
 *
O MÍNIMO QUE VC PRECISA SABER SOBRE O FORO DE SÃO PAULO
 http://www.midiasemmascara.org/mediawatch/noticiasfaltantes/foro-de-sao-paulo/14270-conspiracao-e-o-foro-que-te-pariu-o-minimo-que-voce-precisa-saber-sobre-o-foro-de-sao-paulo.html
*
ALGUMAS TRAMÓIAS COMUNISTAS DO FORO DE SÃO PAULO:
http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-comunismo-tem-data-para-chegar-ao-brasil-2014?page=4

*
MÉDICOS DO SUS E "MÉDICOS" CUBANOS
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/07/medicos-do-sus-greve-e-protesto.html

*
MOVIMENTO PASSE LIVRE - OLAVO EXPLICA - ESTRATÉGIAS REVOLUCIONÁRIAS
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/06/movimento-passe-livro-analise-de-olavo.html

*
Reforma política vai a referendo, diz presidente da Câmara
http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2013/07/16/reforma-politica-vai-a-referendo-diz-presidente-da-camara.htm
*
CHOCANTE! O QUE A ONU E O PT ESTÃO FAZENDO COM NOSSAS CRIANÇAS - DAMARES ALVES
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/06/chocante-o-que-onu-e-o-pt-estao-fazendo.html

*
O QUE ESTÁ POR TRÁS DO VANDALISMO NO BRASIL?
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/06/quem-esta-por-tras-da-violencia-em-sao.html

*
 O Eixo do Mal Latino Americano Heitor de Paola
 http://www.youtube.com/watch?v=X1Xk2sps-Kk&feature=share&list=LLnoKvX7w4_X0Kc3YBjvxhYg

*
A MODA TERRORISTA
 http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/14339-a-moda-terrorista.html

*

TRECHO DE "O CONCLAVE" DE MALACHIAS MARTIN:

     Lembrai-vos de que não são apenas a família e a cultura que estão sendo esmagadas aí nesses países. É a própria mente humana. Deseja ele, realmente, essa situação através de todo o comprimento e largura da América Latina? Certamente que sua própria capital está ruim. Mas deseja ele que venha a se parecer com Pequim — uma cidade assassinada, um cadáver desfigurado daquela que foi uma das mais belas cidades do Oriente? Deseja ele isso, realmente? Ou outra Pnom-Penh?  Meus Irmãos, antes de prosseguirdes, aceitai o meu testemunho. simples. Sem enfeites. Pelo que vale. O marxismo tem duas caras. Usa uma antes de conseguir o poder. A outra, depois que o consegue. Sabemos disso. No meu país. Na minha Ásia. Nosso país está sob o domínio do terror. Um vasto campo de concentração. Um formigueiro. Sabeis o que é viver diariamente com o terror em vossas ruas, em vossa esquina, em vosso quarto de dormir, na escola, na fábrica, na Igreja — quando há uma Igreja aberta? Vós não sabeis. Nós sabemos. Não tenhais nada a ver com ele. Por favor! Estamos cheios de fome e de escravidão. Cursos de reeducação. Prisões. Turmas de escravos. Tortura. Execuções. Miséria total é o nosso lote. Nossas crianças são ensinadas a desconfiar de nós. A nos odiar. A nos delatar. Nos países vizinhos também é um inferno. Mais de dois milhões e meio já foram mortos. As cidades esvaziadas. Os vilarejos devastados. Não há comida. Só trabalho. Trabalho para todos. Meninas. Velhas. Homens idosos. Crianças pequenas de seis e sete. Igrejas, pagodes, escolas, bibliotecas, templos antigos, todos desaparecidos. Pensai bem antes de aceitardes aquilo que alguns loucos estão chamando de um relacionamento prático com isso. Se tiverdes que viver sob o marxismo, rogai que vossa fé possa sobreviver a ele. Muito obrigado.


MARX E SATÃ - APRISIONAR A CONSCIÊNCIA NO MUNDO MATERIAL SERIA A META DO MARXISMO?





publicado por conspiratio às 00:04
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A LISTA DE CLINTON - ESTRANHAS MORTES RONDAM O CASAL CLINTON

 

Curioso é que esta lista, ao invés de se propagar parece que está desaparecendo da internet...

Estranhas mortes rondam o casal Clinton

 

Não é estranho que tantas pessoas próximas de Bill e Hillary Clinton tenham morrido jovens e em condições misteriosas? Eis uma lista, enorme e nem por isso completa, feita com colaborações do canal Mundo Desconocido, do YouTube (dica do blog Holosgaia) e Clinton Corpse Collection.

Aqui está o que Earl Callaway, investigador criminal, responsável pelo segundo site, diz sobre esses fatos:

“Eu já investiguei muitos crimes nos últimos 32 anos, incluindo assassinatos. Qualquer investigador criminal com a menor experiência e treinamento poderia facilmente ver (e muitos já viram) muitas falhas, buracos e lacunas na chamada investigação de “assassinato” de Vince Foster pela, dentre todas as agências de aplicação da Lei Federal, Park Police. Mas, quando alguém pesquisa uma vez mais o passado de Bill e Hillary Clinton, encontra um longo caminho de ex-amigos, colegas e parceiros de negócios que morreram jovens sob misteriosas condições. A seguir uma lista parcial daqueles cujo sangue ainda clama por justiça.”

Vince Foster: assessor legal da Casa Branca. Fortes indícios de que teria sido assassinado para não servir de testemunha contra Hillary no caso do escândalo Whitewater (financiamento ilegal da campanha de Bill para o governo do Arkhansas). Foi encontrado com um tiro na cabeça e o caso foi fechado como suicídio.

James McDougal: colega de Hillary no escândalo Whitewater, acredita-se que ia mudar seu testemunho original, prejudicando os Clinton. Aparente ataque cardíaco.

Mary Mahoney: ex-funcionária de Bill Clinton na Casa Branca, assassinada no Starbucks. Estava a ponto de revelar assédios por parte de Bill. Um informante sobre o crime também foi assassinado dias depois.

Ron Brown: secretário de comércio e ex-presidente do partido democrata, próximo do casal Clinton. Estava fazendo um acordo com os fiscais que investigavam os escândalos da Casa Branca. Morreu em um acidente misterioso com um pequeno avião. Um forense revelou que Brown tinha uma ferida de bala na cabeça. O controlador aéreo responsável pelo vôo “se suicidou” dias depois.
Barbara Wise: funcionária do Departamento de Comércio e colaboradora de Ron Brown. Colega de Johnny Huang, envolvido em escândalos financeiros. Encontrada morta em seu escritório.

Charles Meissner: secretário da Junta de Comércio, colega de Johnny Huang. Estava no mesmo avião de Ron Brown.

Victor Raiser: um dos chefes da organização arrecadadora de fundos para a campanha de Bill. Havia revelado a pessoas próximas que os fundos de campanha estavam sendo usados pelos Clinton para cobrir despesas pessoais. Dias depois, morreu na queda de seu pequeno avião, junto com seu filho, que também fazia parte da campanha.

Paul Tully: amigo de Victor Raiser e Bill Clinton e chefe do Comitê Nacional Democrata, foi encontrado morto em um hotel por causas desconhecidas.
Ed Willey: arrecadador de fundos políticos dos Clinton, foi encontrado morto em um bosque com uma ferida na cabeça. Era marido de Kathleen Willey, que havia sofrido tentativas de ataques sexuais por parte de Bill.

Jerry Parks: chefe do grupo de agentes de segurança do governador Clinton. Foi metralhado em seu carro. Seu filho revelou depois que ele estava montando um arquivo sobre o casal Clinton. Poucos dias antes, este arquivo tinha sido roubado de sua casa.

James Bunch: tinha uma lista negra com nomes de pessoas que frequentavam as casas de prostituição de Texas e Arkhansas, entre eles, Bill Clinton. Aparente suicídio.

James Wilson: Havia ameaçado revelar segredos do escândalo Whitewater. Enforcou-se.

Kathy Furguson: ex-esposa do guarda-costas de Bill Clinton. Ia testemunhar contra o ex-marido e Bill no caso de assédio sexual de Paula Jones. Encontrada em casa com um tiro na cabeça. O ex-marido escapou porque decidiu testemunhar a favor.

Bill Shelton: noivo de Kate Ferguson. Ia acusar Clinton pelo assassinato de Kate. “Suicidou-se” com um tiro atrás da cabeça.

Gandy Baught: procurador, conhecia segredos do tráfico de drogas pelo Aeroporto de Mena durante o governo de Bill Clinton. Jogou-se de um edifício.
Florence Martin: contador da CIA, sabia do caso do Aeroporto de Mena. Foi morto com três tiros.

Suzanne Coleman: teve relações íntimas com Clinton quando era procurador-geral do Arkhansas. “Suicidou-se” com um tiro atrás da cabeça quando estava grávida, pouco antes de revelar detalhes de suas relações.

Paula Gober: interpretou para os surdos os discursos de Bill durante 4 anos. Estava a par dos escândalos sexuais do casal. Acidente de carro.

Danny Casolaro: repórter que investigava o tráfico de drogas no Aeroporto de Mena. “Suicidou-se” cortando as veias.

Paul Wilcher: advogado que investigava a corrupção no Aeroporto de Mena junto com Cassolaro. Foi encontrado morto em seu escritório.

Jon Parnell Walker: investigador do escândalo do banco Madison Guaranty, relacionado com o escândalo Whitewater. “Escorregou” do alto de um prédio.
Stanley Huggins: investigava o Madison Guaranty, relacionado com o caso Whitewater. Causas da morte controversas.

Herschell Friday: advogado e arrecadador de fundos políticos dos Clinton. Seu avião explodiu em pleno vôo.

Kevin Ives e Don Henry: jovens que descobriram por acidente a operação de drogas no Aeroporto de Mena. Foram atropelados por um trem, mas estudos mostram que eles já estavam mortos quando foram colocados nos trilhos.
A lista continua.

http://pequenaduvida.wordpress.com/2011/11/08/estranhas-mortes-rondam-o-casal-clinton/
http://earlcallaway.com/corpsecount.html


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