Segunda-feira, 29 de Julho de 2013

A EDUCAÇÃO MORREU?

A EDUCAÇÃO MORREU? MANIPULAÇÃO, ENGODO, PROGRAMAÇÃO DA MENTE - BRASIL DA NOVA ORDEM MUNDIAL

  http://youtu.be/71XQK1mnFRo





EDUCAÇÃO CONTROLE MENTAL E NOVA ORDEM MUNDIAL
http://youtu.be/OLj-C9Gx25k





 FORA DILMA, FORA LULA ,FORA COMUNISTAS



Canal - http://www.youtube.com/user/MrChaslondon/vídeos




Mais em:

EDUCAÇÃO NA NOVA ORDEM MUNDIAL - MAQUIAVEL PEDAGOGO

http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/02/educacao-na-nova-ordem-mundial-e.html

Minhas leituras e as "manifestações pacíficas"

http://www.midiasemmascara.org/artigos/educacao/14287-minhas-leituras-e-as-qmanifestacoes-pacificasq.html

 Julio Severo e Heitor De Paola rebatem defesa ao ECA em programa de televisão
 http://juliosevero.blogspot.com.br/2008/09/julio-severo-e-heitor-de-paola-rebatem.html


publicado por conspiratio às 20:37
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CAUSAS DO CAOS BRASILEIRO - CARLOS REIS

FIM DO PT http://youtu.be/irXgfHDIOQM



Publicado em 21/06/2013

 


Demonstração da causa principal do caos brasileiro: o socialismo/comunismo. Histórico dos acontecimentos iniciados pelo próprio governo federal através de ONG do PSOL que pretendia desestabilizar o governo Alckmin pela criação de tumultos e confrontos com a policia usando o pretexto da passagens de ônibus. A tensão criada pelo governo chegou a Brasilia onde Dilma foi vaiada. Daí em diante o movimento orquestrado por grupelhos comunistas se espalhou para o todo o país incluindo milhões de pessoas insatisfeitas mas sem liderança. Vivemos um momento histórico que redundará no fim do PT e seu poder corrupto.

Mais -

O QUE ESTÁ POR TRÁS DO VANDALISMO NO BRASIL? - 2013
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/06/quem-esta-por-tras-da-violencia-em-sao.html
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AS ESQUERDAS, O TERRORISMO E O CRIME ORGANIZADO
 http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/06/as-esquerdas-o-terrorismo-e-o-crime.html
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MÉDICOS OU AGENTES CUBANOS?
http://notalatina.blogspot.com.br/2013/05/contratacao-dos-medicos-cubanos-o-que.html
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O Eixo do Mal Latino Americano Heitor de Paola
 http://www.youtube.com/watch?v=X1Xk2sps-Kk&feature=share&list=LLnoKvX7w4_X0Kc3YBjvxhYg



publicado por conspiratio às 20:36
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CONSPIRAÇÃO DO FORO DE SAO PAULO PARA IMPOR DITADURAS NA AMÉRICA - GRAÇA SALGUEIRO

CONSPIRAÇÃO DO FORO DE SAO PAULO PARA IMPOR DITADURAS NA AMÉRICA - GRAÇA SALGUEIRO
http://youtu.be/_R8DKK-d54M



Graça Salgueiro - Palestra completa sobre o Foro de São Paulo
 http://youtu.be/n9VxhtbynQg


Eles vão pintando tudo de dourado e os tolos acreditam que eles querem o BEM... Falar é fácil, mas o que dizem os atos? Atos e fatos dizem mais sobre quem eles são e sobre a natureza deste movimento do que suas belas palavras de mentirosos politicamente corretos.("A mentira é sagrada e o engano será nossa arma." Lenin)


Mais -

 Blog da Graça Saldanha:
 http://notalatina.blogspot.com.br/
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O MÍNIMO QUE VC PRECISA SABER SOBRE O FORO DE SÃO PAULO
 http://www.midiasemmascara.org/mediawatch/noticiasfaltantes/foro-de-sao-paulo/14270-conspiracao-e-o-foro-que-te-pariu-o-minimo-que-voce-precisa-saber-sobre-o-foro-de-sao-paulo.html
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ALGUMAS TRAMÓIAS COMUNISTAS DO FORO DE SÃO PAULO:
http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-comunismo-tem-data-para-chegar-ao-brasil-2014?page=4

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MÉDICOS DO SUS E "MÉDICOS" CUBANOS
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/07/medicos-do-sus-greve-e-protesto.html

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MOVIMENTO PASSE LIVRE - OLAVO EXPLICA - ESTRATÉGIAS REVOLUCIONÁRIAS
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/06/movimento-passe-livro-analise-de-olavo.html

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Reforma política vai a referendo, diz presidente da Câmara
http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2013/07/16/reforma-politica-vai-a-referendo-diz-presidente-da-camara.htm
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CHOCANTE! O QUE A ONU E O PT ESTÃO FAZENDO COM NOSSAS CRIANÇAS - DAMARES ALVES
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/06/chocante-o-que-onu-e-o-pt-estao-fazendo.html

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O QUE ESTÁ POR TRÁS DO VANDALISMO NO BRASIL?
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/06/quem-esta-por-tras-da-violencia-em-sao.html

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 O Eixo do Mal Latino Americano Heitor de Paola
 http://www.youtube.com/watch?v=X1Xk2sps-Kk&feature=share&list=LLnoKvX7w4_X0Kc3YBjvxhYg

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A MODA TERRORISTA
 http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/14339-a-moda-terrorista.html

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TRECHO DE "O CONCLAVE" DE MALACHIAS MARTIN:

     Lembrai-vos de que não são apenas a família e a cultura que estão sendo esmagadas aí nesses países. É a própria mente humana. Deseja ele, realmente, essa situação através de todo o comprimento e largura da América Latina? Certamente que sua própria capital está ruim. Mas deseja ele que venha a se parecer com Pequim — uma cidade assassinada, um cadáver desfigurado daquela que foi uma das mais belas cidades do Oriente? Deseja ele isso, realmente? Ou outra Pnom-Penh?  Meus Irmãos, antes de prosseguirdes, aceitai o meu testemunho. simples. Sem enfeites. Pelo que vale. O marxismo tem duas caras. Usa uma antes de conseguir o poder. A outra, depois que o consegue. Sabemos disso. No meu país. Na minha Ásia. Nosso país está sob o domínio do terror. Um vasto campo de concentração. Um formigueiro. Sabeis o que é viver diariamente com o terror em vossas ruas, em vossa esquina, em vosso quarto de dormir, na escola, na fábrica, na Igreja — quando há uma Igreja aberta? Vós não sabeis. Nós sabemos. Não tenhais nada a ver com ele. Por favor! Estamos cheios de fome e de escravidão. Cursos de reeducação. Prisões. Turmas de escravos. Tortura. Execuções. Miséria total é o nosso lote. Nossas crianças são ensinadas a desconfiar de nós. A nos odiar. A nos delatar. Nos países vizinhos também é um inferno. Mais de dois milhões e meio já foram mortos. As cidades esvaziadas. Os vilarejos devastados. Não há comida. Só trabalho. Trabalho para todos. Meninas. Velhas. Homens idosos. Crianças pequenas de seis e sete. Igrejas, pagodes, escolas, bibliotecas, templos antigos, todos desaparecidos. Pensai bem antes de aceitardes aquilo que alguns loucos estão chamando de um relacionamento prático com isso. Se tiverdes que viver sob o marxismo, rogai que vossa fé possa sobreviver a ele. Muito obrigado.


MARX E SATÃ - APRISIONAR A CONSCIÊNCIA NO MUNDO MATERIAL SERIA A META DO MARXISMO?





publicado por conspiratio às 20:28
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A HISTÓRIA SECRETA DE ANATOLIY GOLITSYN - COMUNISMO EM REDE E A FARSA DA QUEDA DA URSS




No vídeo, COMUNISMO EM REDE  , Olavo de Carvalho explica que Anatoliy Golitsyn fez previsões, em livro,  com base em planos soviéticos para infiltrar o comunismo no mundo desarmado pela "queda" da URSS. Essas previsões incluem a descentralização e a flexibilização das operações para disseminar o comunismo, como o que está acontecendo agora com o uso da web. Esses caras são mentirosos profissionais, discípulos diretos do pai da mentira.

O livro existe em PDF: http://www.4shared.com/document/hlWD9O6f/novas-mentiras-velhas_-_anatol.htm

Artigos bem interessantes, traduzidos, na Wikipédia:

 ANATOLIY GOLITSYN

MARK RIEBLING



 

A história secreta de Anatoli Golitsyn - Final

 

por  Edward Jay Epstein

 

Quando Angleton apresentou a tese de Golitsyn para os executivos operacionais da CIA, isto trouxe áspera resistência. Nem os recrutadores da CIA nem do FBI estavam dispostos a aceitar a idéia de que eles estavam indo atrás das pessoas erradas no lado soviético.
A estada de Golitsyn na Inglaterra acabou se tornando inesperadamente curta. Durante o seu interrogatório sobre os agentes da KGB dentro da Inteligência britânica, ele aludiu à situação semelhante da CIA.
A possibilidade era de grande preocupação para o MI-5. Poderia explicar a origem de alguns vazamentos de informação. Arthur Martin, um dos mais competentes interrogadores no MI-5, rapidamente se inteirou do tratamento dado à CIA às acusações de Golitsyn. Teriam suas pistas sido seguidas?
Golitsyn insistia que a CIA não havia acreditado em suas pistas. Ao invés, os interrogadores da Divisão Soviética da CIA persistiam em fazer as perguntas erradas. Queriam saber os nomes dos oficiais da KGB infiltrados, não o objetivo por trás de suas atividades. Eles confundiam tática com estratégia.
Ele explicou que a tática era de fazer contato com o “maior inimigo”, a CIA, de modo a comprometer e recrutar agentes. A estratégia não era meramente neutralizar a CIA mas torná-la um instrumento para servir aos interesses soviéticos.
Martin escutou atentamente. Ele sabia, da sua experiência com os recrutas o que a KGB havia feito dentro da Inteligência britânica, da vulnerabilidade dos oficiais de inteligência. Também sabia que a CIA havia depositado confiança demais em procedimentos de segurança, tais como testes com detetores de mentiras. Ele perguntou a Golitsyn se ele tinha alguma idéia se seus interrogadores na CIA haviam subestimado, se não ignorado completamente a questão.
Golitsyn disse que sabia que a KGB havia sido bem sucedida recrutando pelo menos um, e possivelmente mais, oficiais da CIA dentro da Divisão soviética. Ele deduziu pela maneira com que foi tratado de que o infiltrado (ou os infiltrados) ainda eram muito influentes na Divisão.
Estava claro tanto para Martin como para De Mowbray que a CIA tinha conduzido pessimamente o interrogatório de Golitsyn. Mesmo que eles não “engolissem” a teoria de um infiltrado dentro da Divisão soviética da CIA, eles perceberam que isto o havia inibido de discutir o assunto abertamente com a CIA. De qualquer modo, suas alegações não poderiam ser polidamente ignoradas. Se havia uma penetração desta parte sensível da CIA, afetaria todos os serviços de inteligência aliados. Martin decidiu ir ter diretamente com seu amigo, James Angleton.
Angleton tinha chegado à conclusão similar sobre o interrogatório original de Golitstyn. Quaisquer que fossem as razões, a Divisão para o Bloco Soviético não havia obtido a história toda de Golitsyn. Ele então foi até Helms com um pedido sem precedentes. Pediu que o desertor fosse re-convocado sob responsabilidade de sua equipe de contra-inteligência.
Helms considerou o caso de Angleton persuasivo. Ele não somente aprovou a re-convocação mas, como explicou a mim, deu a Angleton “carta branca” para usar os recursos que necessitasse. Fazendo isso, embora sem perceber na época, ele colocou em movimento o mais longo e mais incrível caso de interrogatório na História da CIA.
Em julho de 1963, através de um arranjo do MI-5, uma história apareceu no Daily Telegraph revelando que Golitsyn (sob o codinome “Dolitson”) estava na Inglaterra. Isto teve o efeito calculado em persuadir Golitsyn que sua segurança não poderia ser assegurada na Inglaterra. Três semanas depois, Golitsyn desembarcava de volta nos Estados Unidos. Sob a tutela de Angleton, não haveria mais exaustivas sessões torturantes ou apresentações repetitivas de fotos de diplomatas soviéticos. Angleton falou-lhe que seu interesse não era no staff da KGB, ou “ordem de batalha”, como ele chamava; mas na “lógica da infiltração soviética”
Como Angleton via, isto não era um interrogatório, mas um “brainstorm”. Golitsyn tornou-se um parceiro intelectual no processo onde simples jantares se tornavam discussões sobre a política soviética e que continuavam até as primeiras horas da manhã. A Golitsyn foi permitido fuçar através de cópias (devidamente sanitizadas) do arquivo pessoal de Angleton, procurando por conexões entre estas pistas.
Para ganhar confiança, Angleton arranjou para Golitsyn um encontro com o Procurador-Geral Robert F. Kennedy para falar dos perigos da KGB e o levou em viagens à Europa e Israel para falar aos executivos da Inteligência aliada. Golitsyn, encorajado por sua atenção, propôs que um novo serviço de inteligência deveria ser organizado, que seria independente da CIA. Angleton tomou esta proposta em consideração, embora não tivesse chance de acontecer, para depois obter mais idéias de Golitsyn sobre a KGB.
Enquanto o “brainstorming” prosseguia, Angleton moveu-se para tapar o “vazamento” na Divisão soviética. Golitsyn insistia que tinha de haver mais de um agente, e usou a analogia de um “câncer progressivo” que o paciente se recusa a reconhecer ou extirpar. Com a assistência do Escritório de Segurança da CIA, que tinha a responsabilidade de expulsar os infiltrados, ele arranjou uma série de “cartas marcadas” para a Divisão soviética. Estas eram fragmentos de informações selecionadas sobre futuras operações da CIA que eram passadas adiante, para diferentes unidades da Divisão par ver qual delas, se havia, vazavam informações para o inimigo. A “carta marcada” no teste inicial revelava que um esforço de recrutamento deveria ser feito sobre um determinado diplomata soviético no Canadá. Os agentes do Escritório de Segurança, observando o diplomata a uma distância discreta, então observaram que a KGB o tinha posto sob sua própria vigilância no exato dia do contato planejado, percebendo então que a “carta marcada” havia chegado até a KGB. Este teste confirmou as suspeitas de Golitsyn que o infiltrado ainda estava ativo.
Através de um processo de eliminação, cartas subseqüentes estreitaram a busca na unidade diretamente envolvida no recrutamento REDTOPS. Uma vez que mais de um indivíduo havia sido exposto à informação “marcada”, não havia maneira de saber se havia mais do que um vazamento naquela unidade, e a investigação não apontaria o infiltrado dentro rol de suspeitos. Ao invés disso, no início de 1966, a unidade inteira foi desligada dos casos mais importantes at& eacute; que seu pessoal fosse trocado. Murphy, Bagley e uma dúzia de oficiais foram realocados na Europa, África e Ásia. Esta medida “profilática”, como Angleton a chamava, pareceu aos não-iniciados como um “expurgo” com relação ao caso Nosenko. De qualquer maneira, depois das transferências, “cartas marcadas” adicionais indicaram que a penetração no departamento havia sido remediada.
O interesse de Angleton, contudo, ia muito além de problemas de segurança relativos ao recrutamento de agentes ocidentais pela KGB. Ele queria saber por que a KGB havia focado sua atenção em unidades particulares da CIA, tais como o lado operacional da Divisão Soviética. A questão real para Angleton era saber para quais usos estas penetrações avançaram.
Golitsyn explicou que as penetrações eram parte necessária da máquina de desinformação que foi colocada em operação na CIA em 1959. Seu trabalho era reportar de volta como a CIA estava avaliando o material que recebia de outros agentes da KGB. Estes infiltrados tentavam trabalhar em posições de acesso dentro da Divisão soviética ou outras partes da Inteligência americana que interceptasse dados vindos da URSS. Com eles no local, a desinformação se tornava um jogo de “esconder e contar” para a KGB. Eles despachavam desertores e outros provocadores, que poderia ser qualquer um, de um diplomata soviético ou um cientista em viagem, que “mostravam” algum segredo soviético à CIA e então os infiltrados diziam à KGB como a CIA havia interpretado isto. Era tudo coordenado de Moscou como uma orquestra. O sistema foi desenhado pela KGB, de acordo com Golitsyn, para gradualmente converter a CIA em sua próprio mecanismo de manipulação do governo americano.
Angleton queria saber mais sobre o aparato soviético de desinformação. Por quê a KGB se moveu da simples espionagem para a desinformação? Por quê havia sido reorganizada?
Golitsyn sugeriu que tudo havia começado com uma recomendação do Politburo no meio dos anos cinqüenta, informando que a União Soviética provavelmente não venceria uma Guerra Nuclear. Prosseguia dizendo que para vencer o Ocidente, era necessário recorrer à fraude e não à força. Por seu uso singular, a Inteligência Soviética teria que se especializar no intrincado trabalho de manipular as informações que os líderes ocidentais recebiam.
Este tipo de manipulação não era um papel novo para a Inteligência Soviética. Afinal, sob a liderança de Felix Dzerzhinskii nos anos vinte, ela havia executado campanhas de desinformação, tais como “O Truste” (The Trust) contra o Ocidente. Aleksandr Shelepin, alto executivo do Partido Comunista, foi posto no comando da KGB em 1959 com a missão de retornar à KGB a missão de desinformação estratégica.
Sob Shepelin, durante a reorganização da KGB, Golitsyn trabalhou numa análise que pretendia demonstrar como a espionagem tradicional poderia estar subordinada aos objetivos da desinformação, sem potencialmente comprometer a necessidade de segredo absoluto desta última. O problema intrínseco era que os oficiais da KGB em contato com agentes da Inteligência Ocidental, tanto poderiam recrutá-los ou passar a eles desinformação, como poderiam ter oportunidades para desertar ou pelo menos ficar comprometidos com o Ocidente.
De fato, houve relatos de oficiais da Inteligência Soviética que, ou desertaram ou ofereceram informações à CIA desde o final da Segunda Guerra. Enquanto alguns deles poderiam ser considerados como desertores enviados pela própria KGB, um grande número deles mostrou ser legítimo. Como poderia a KGB sustentar a desinformação, se era provável que alguns de seus oficiais poderiam desertar ou trair seus segredos?
Golitsyn explicou que a reorganização da KGB em 1958-59 foi feita com o objetivo de evitar esta vulnerabilidade. Ela efetivamente separou a KGB em duas entidades. Uma KGB externa e outra KGB interna.
A KGB “externa” era composta de pessoas que, sem necessidade, tiveram tido contato com estrangeiros e eram portanto passíveis de cooptação. Esta parte da KGB incluía recrutadores e olheiros alocados em embaixadas e missões diplomáticas, adidos militares, agentes de propaganda e desinformação e oficiais ilegais que já haviam trabalhado no exterior. Uma vez que haviam tido contato com ocidentais, mesmo que somente para recrutá-los como espiões, eles eram considerados como “espiões marcados”. Um certo percentual poderia, pela lei da probabilidade, ser pego. Estes “agentes marcados” eram o equivalente a pilotos enviados em missões sobre o território inimigo. A eles não era somente restringido o conhecimento de qualquer tipo de segredo de Estado (outro que não o estritamente necessário à suas missões), mas eles eram também orientados sobre o que seria útil do inimigo saber no caso de serem capturados.
A KGB “interna” era o repositório real dos segredos. Era limitada a um pequeno número de oficiais de confiança, sob supervisão direta do Politburo que planejava, orquestrava, controlava e analisava as operações. (De acordo com Golitsyn, todo os riscos de segurança potenciais, que incluíam muitos oficiais de descendência judia, foram transferidos para o serviço exterior na preparação para a reorganização).
Uma “muralha da China” existia entre estes dois níveis. Nenhum pessoal do serviço externo poderia ser transferido para o serviço interno, ou vice-versa. Ninguém poderia no serviço externo ser exposto à segredos estratégicos outros que não o que havia sido preparado para ser divulgado como desinformação.
Angleton entendeu as implicações desta reorganização. Se Golitsyn estivesse correto, significava que a CIA sabia virtualmente nada sobre a capacidade do seu adversário para desinformação orquestrada. Para ser sincero, a CIA havia recebido provas fragmentárias de outras fontes que a Inteligência Soviética estava aplicando mudanças no seu pessoal em 1959, mas não havia como encaixar estas informações dentro de um modelo com algum significado. Agora visto sob esta nova perspectiva que Golitsyn trazia, a KGB havia se transformado em um instrumento muito diferente e muito mais perigoso da política soviética. Seu principal objetivo era prover informação para a CIA que pudesse servir de base para que o governo dos Estados Unidos tomasse as decisões erradas. Tais informações pareceriam críveis porque seriam feitas de modo a encaixar com outras informações que a Inteligência Americana recebia de outras fontes.
Isto significava, ainda, que muitos alvos que a CIA estava perseguindo como recrutas – diplomatas, adidos militares, jornalistas, dissidentes e oficiais da inteligência – eram os que portavam estas desinformações. Eles eram todos da KGB “externa”. Mesmo que se fossem persuadidos a trabalhar como infiltrados para a CIA, sua informação seria de valor duvidoso. Tudo o que eles tinham acesso, além de dados triviais sobre o seu próprio aparato de espionagem, era desinformação.
Nenhum microfone plantado pela CIA em embaixadas soviéticas seria de qualquer uso. As conversas que seriam obtidas daqueles que foram excluídos dos segredos estratégicos reais da KGB “interna”. Eles poderiam apenas reforçar a desinformação.
A tese de Golitsyn ia além de apenas invalidar as táticas atuais da CIA e do FBI. Desacreditava muitos dos seus sucessos passados – pelo menos desde a reorganização em 1959. Esta nova visão seria particularmente danosa aos agentes-duplos e desertores que proclamavam ter acesso a segredos estratégicos. Se eles não tivessem tido tal acesso, como Golitsyn assegurava, eles tinham de ser definidos ou como fraudes ou como agentes de desinformação. Sob esta nova luz, heróis se tornavam vilões e vitórias se transformavam em derrotas. Era o equivalente para a CIA como passar para o outro lado do espelho.
Quando Angleton apresentou a tese de Golitsyn para os executivos operacionais da CIA, isto trouxe áspera resistência. Nem os recrutadores da CIA nem do FBI estavam dispostos a aceitar a idéia de que eles estavam indo atrás das pessoas erradas no lado soviético. Esta tese faria deles cúmplices, mesmo que inconscientes, dos planejadores da desinformação soviética. Eles não foram receptivos também à concepção da CIA que desacreditava fontes valiosas, tais como Oleg Penkovskiy, sobre o qual muitos haviam erigido suas carreiras. Havia também o problema prático de que as conclusões obtidas destas fontes tinham sido encaminhadas ao longo dos anos para o Conselho de Segurança Nacional e ao Presidente. A suposição de que o trabalho da CIA fora baseado em desinformação não era portanto atrativa para a maior parte dos executivos da CIA.
No FBI, a tese de Golitsyn foi rejeitada por J. Edgar Hoover. Ele tinha um motivo muito poderoso uma vez que os agentes do FBI haviam recrutado diplomatas soviéticos na ONU, tais como Fedora e Tophat, como fontes. Eles não haviam anunciado somente que tinham acesso aos segredos ao nível de tomada de decisões do Politburo, mas forneceram a eles, sob pedido do FBI. Hoover havia passado pessoalmente alguns destes materiais diretamente ao Presidente. Ele não estava disposto a aceitar uma interpretação que apresentasse estes dados como desinformação da KGB.
Em 1967, ele encerrou o assunto, pelo menos dentro do FBI, por definir Golitsyn como um “agente provocador e de infiltração” controlado pelos soviéticos. Ele avançou na teoria de que a KGB havia forjado sua deserção para desacreditar o FBI. Então recusou qualquer posterior cooperação com a CIA que objetivasse substanciar a história de Golitsyn. Por exemplo, ele ordenou que o FBI retirasse a equipe de vigilância que tinha estado vigiando um suspeito a pedido da CIA. E, como a tensão sobre o caso aumentava, Hoover quebrou todas os elos de ligação com a CIA. (Em 1978, depois da morte de Hoover, o FBI reconheceu que Fedora e Tophat eram agentes de desinformação controlados pela KGB).
Por volta de 1968, a Inteligência Americana estava, como Helms descreveu, “uma casa dividida contra ela mesma”. O pessoal de Angleton e outros executivos que aceitavam a tese de Golitsyn, viram que necessitavam tomar ações contra uma KGB reorganizada. Ao invés de ter como alvo o pessoal das embaixadas do bloco soviético, como era feito antes, eles quiseram procurar novos meios de penetrar no coração da Inteligência Soviética. Eles também tinham que estar certos que suas decisões não seriam informadas de volta à KGB – mesmo que isso significasse uma carreira tumultuada na CIA.
Aqueles envolvidos em obter informações de inteligência viram a situação em termos muito diferentes. A tentativa de validar a tese de um desertor soviético havia feito a Divisão Soviética da CIA paralisar suas ações de ir em busca de novos recrutas soviéticos. Também havia deixado desertores no exterior para evitar um outro incidente como o caso “Nosenko”. E isto manteve oficiais de reporte, cujo trabalho era extrair informações dos relatos dos agentes, sem fazer o seu trabalho de extrair informações das fontes que eles já haviam recrutado. Isto havia, sob o seu ponto de vista, paralisado as ações normais de inteligência.
A frustração destes oficiais era intensificada pelo segredo envolvendo a disputa. Poucos deles foram informados sobre a tese de Golitsyn. Tudo que sabiam era que seu trabalho estava sendo questionado por Angleton e seu pessoal. Com o passar dos anos, a misteriosa investigação pareceu a eles nada mais do que um “pensamento doentio”.
O que nenhum dos lados da CIA podia ver era a lógica do outro lado. Era como aquele célebre experimento Gestalt em psicologia no qual alguém pode ver duas faces ou uma taça de vinho numa imagem, mas não os dois. Similarmente, a CIA não podia lidar com dois conceitos mutualmente excludentes sobre o seu inimigo. O que os oficiais operacionais e analistas olhavam como se fosse informação válida, fornecida por fontes soviéticas que arriscaram suas vidas para cooperar, era visto pelo pessoal de contra-inteligência como desinformação, provida por fontes controladas e enviadas pela KGB.
Finalmente, Helms decidiu que o nó górdio teria de ser cortado. Ele sugeriu que o teste da tese de Golitsyn deveria ser sua utilidade. Poderia ser usada para identificar falsificações do Kremlin? Se não, que vantagem teria para a CIA? Helm perguntou: o que os sete anos de interrogações à Golitsyn haviam produzido em resultados práticos, “um elefante ou um rato?”.
Golitsyn nunca proclamou haver participado de qualquer planejamento de desinformação. Ele apenas havia visto o mecanismo para a execução delas ser colocado em ação.
Quando pressionado pelo pessoal de Angleton sobre quais as desinformações que poderiam ser executadas, Golitsyn poderia apenas extrapolar sobre pistas velhas há mais de uma década. Elas eram, no máximo, teorias não provadas. Por exemplo, ele especulou que muitas das aparentes divisões no bloco soviético, incluindo o rompimento entre China e a União Soviética, teria sido encenada para tirar o equilíbrio do Ocidente.
Quando ele apresentou-as em 1968 ao comitê que Helms havia organizado, ele não pode convencer os seus membros, especialmente desde qu e eles contradiziam a imagem da CIA sobre os eventos mundiais. Quando os céticos o pressionaram por evidências, ele se tornou extremamente defensivo e ordenou que eles apresentassem evidências para concorrer com suas teorias. A reunião terminou de modo áspero, com Golitsyn gritando para os experts da CIA como se eles o tivessem submetido à um fogo cruzado de objeções.
Helms concluiu que qualquer que fosse o valor da informação “antiga” que ele houvesse suprido, as especulações de Golitsyn sobre as operações atuais da KGB, para as quais ele não tinha acesso direto, eram sem valor algum para a CIA. Ele havia falhado no teste.
Angleton, que havia sobrevivido dentro da burocracia da CIA por vinte anos, entendeu que isto significava que Golitsyn teria de ser colocado na “geladeira”. Como o homem paciente que era, estava disposto a esperar para ver se futuras evidências poderiam aparecer. Enquanto isso, ele encorajou Golitsyn a descrever os detalhes da reorganização da KGB num manuscrito.
A questão da desinformação soviética não foi encerrada até 1973. Enquanto Helms era disposto a tolerar as dúvidas de Angleton, o novo diretor William E. Colby, não. Colby, filho de um missionário jesuíta, cuja maior experiência na CIA havia sido em atividades políticas e paramilitares, rejeitou a complicada visão de Angleton sobre a desinformação estratégica da KGB. Ele via o trabalho da CIA como uma tarefa única de obter informações de inteligência para o Presidente. Ele considerava a “KGB como uma coisa para ser evitada”. Não era para ser “objeto das operações da CIA”. Onde Angleton havia encorajado uma política de suspeitas sobre novos desertores e agentes duplos, Colby decidiu encorajar tais recrutamentos. Ele explicava:
“Nós gastamos um tempo enorme preocupando-nos com falsos desertores e falsos agentes. Estou perfeitamente disposto a aceitar se você for lá fora e trouxer dez agentes e que um ou dois possam ser maus. Você deveria estar apto a contra-checar sua informação de modo que não seja levado muito longe no caminho; pelo menos terá oito bons agentes.”
Esta mudança conceitual foi refletida numa ordem “top secret” que foi enviada a todas as operações da CIA em 1973. Ao invés de rejeitar o pessoal da unidade REDTOPS que haviam feito contato até que sua ficha fosse analisada, a mensagem ordenava:
“Análises de abordagens recebidas pelo REDTOP nos anos recentes claramente indicam que os serviços da REDTOP não têm estado usando seriamente sofisticados e sérios contatos como uma técnica de invasão. Contudo, o medo de que sejam agentes provocadores, tem sido o grande responsável pela má gerencia destes recursos mais do que qualquer outra causa. Concluímos que fazemos a nós mesmos um desserviço se deixarmos de lado casos promissores pelo medo da provocação... Nós estamos confiantes que podemos determinar se um agente produtivo está suprindo informação confiável”.
Angleton havia perdido a batalha. Era apenas uma questão de tempo antes que Colby formalmente se livrasse dele.

 

Notas:


Publicado originalmente por http://www.edwardjayepstein.com/archived/looking.htm
Tradução: MSM
Leia também A história secreta de Anatoli Golitsyn 1a Parte




 A SEGUIR EXCERTO DO BLOG
http://juliosevero.blogspot.com.br/2013/02/marina-silva-e-heloisa-helena-como.html

De acordo com as novas diretrizes ditadas pelo partido comunista soviético, ambas abraçaram formas modernas de militância ideológica, tal como denunciadas pelo dissidente Anatoli Golitsyn, por meio do seu livro "New Lies for Old" ("Novas Mentiras Velhas"), quais sejam, respectivamente, a causa ambientalista, para Marina Silva, e a infiltração marxista da religião pela Teologia da Libertação, por Heloísa Helena.
Vale citá-lo: 
A adoção da nova política do bloco e a estratégia de desinformação envolveu mudanças organizacionais na União Soviética e por todo o bloco. Na União Soviética, como em outros países comunistas, foi o Comitê Central do partido que reorganizou os serviços de segurança e de inteligência, o ministério de relações exteriores, outras seções do governo e aparatos político-governamentais, além das organizações de massa, a fim de adequá-las todas à implementação da nova política e torná-las instrumentos desta. (p. 45) (grifos meus)
Sobre Marina Silva e a Teologia da Libertação, veja este rápido e informativo vídeo postado por Julio Severo: http://youtu.be/ZGvsIXajiVs
Um papagaio pode se apresentar como um ativista pró-vida. Como todos sabem, este simpático animal possui a habilidade de imitar os sons humanos, porém, falta-lhe a compreensão sobre os significados das palavras, e especialmente sobre os fundamentos de conceitos. 
Não pode, sem chance de alternativa, haver um ativista, militante ou político socialista que seja pró-vida sob um fundamento mais profundo que o da imitação dos papagaios. Como podem, a não ser imitando os papagaios, que estas senhoras se apresentem como ativistas "pró-vida" enquanto defendem tiranias que condenam milhares de pessoas ao morticínio pelos motivos mais injustificáveis?
Sob a concepção socialista, o homem serve à sociedade, esta sim considerada um fim em si, tal como uma engrenagem que pertence a um maquinário qualquer e que, uma vez imprestável, cumpre-lhe a substituição. 
Ser pró-vida significa defender o caráter transcendental e finalístico do indivíduo. Sob uma sociedade livre e cristã, a sociedade serve ao homem, que buscará por si próprio as respostas para a sua existência, fazendo de si mesmo o único e intransferível responsável por ela, conduzindo-a ao norte que achar melhor segundo seu próprio juízo. 
Em uma sociedade livre, a sociedade existe para as pessoas realizarem seus projetos de vida. Em uma sociedade socialista, as pessoas existem para realizar o projeto do grande líder do momento, daí a efemeridade de sua vida, que pode ser sumariamente descartada ao menor sinal de mostrar-se inútil. Em uma sociedade socialista, em última instância, as pessoas não vivem. Como pode então haver políticos de esquerda reivindicando a posição de serem pró-vida?
Ademais, posições individuais contam nada ou muito pouco para os grupos políticos e partidos de esquerda. Assim, tanto faz que Marina Silva e Heloísa Helena sejam autênticas defensoras de bebês e fetos. O abortismo é uma diretriz dos partidos de esquerda, e não uma causa individual. Na hora oportuna, uma vez tomado o poder, será empossada uma aborteira cruel e sanguinária tal como fez a atual mandatária Dilma Rousseff, que se dizia cristã às vésperas de sua eleição, ao nomear Eleonora Menicucci para a Secretaria de Políticas para as Mulheres. Para elas, se ou quando assumirem a faixa presidencial, será muito fácil dizer: "- foi uma escolha do povo" (isto é, do partido). 
O aborto é uma política absolutamente necessária aos partidos de esquerda. Estes não podem abrir mão deste múltiplo instrumento de controle populacional, de empregos, de seleção racial, de criminalidade e de eventuais dissidências. O socialismo é o regime que se caracteriza por controlar variáveis na saída dos processos, e não nas causas. Ilustrativamente, é o regime onde havendo dez cabeças e nove chapéus, opta preferencialmente por decepar uma cabeça. Ou duas ou três.
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:

O herético neo-panteísta (outrora o maior pastor presbiteriano do Brasil) e seus fãs apologéticos

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ABORTISMO SENDO INSTALADO TRAIÇOEIRAMEMTE

Pronunciamento do Padre Paulo Ricardo na Comissão de Direitos Humanos ...




 Esclarecimento sobre a PLC 03-2013 (legalização do aborto)

http://www.youtube.com/watch?v=TTwkr0uaoJM&feature=share&list=UUP6L9TPS3pHccVRiDB_cvqQ


Os perigos do veto parcial do PLC 03/2013
http://www.youtube.com/watch?v=uJXipK6opB0&feature=share&list=UUP6L9TPS3pHccVRiDB_cvqQ

*

“Revolução não é apenas a conquista violenta do poder. Revolução é toda a aceleração política que arrasta um povo para um processo que não domina nem compreende. E a força das revoluções provém menos da violência, que do caos e da opacidade que as acompanham, e que faz perder o sentido dos valores e das proporções, instaurando a desorientação e dispondo a população a aceitar, em nome da segurança, quaisquer exigências dos novos poderes.”(Em ‘Revolução’, Euronotícias, 27/04/2001. Reproduzido no site de Olavo de Carvalho).

*

"A mentira é sagrada, e o engano será nossa principal arma." Lenin

*

TRECHO DE "O CONCLAVE" DE MALACHIAS MARTIN:

     Lembrai-vos de que não são apenas a família e a cultura que estão sendo esmagadas aí nesses países. É a própria mente humana. Deseja ele, realmente, essa situação através de todo o comprimento e largura da América Latina? Certamente que sua própria capital está ruim. Mas deseja ele que venha a se parecer com Pequim — uma cidade assassinada, um cadáver desfigurado daquela que foi uma das mais belas cidades do Oriente? Deseja ele isso, realmente? Ou outra Pnom-Penh?


     Meus Irmãos, antes de prosseguirdes, aceitai o meu testemunho. simples. Sem enfeites. Pelo que vale. O marxismo tem duas caras. Usa uma antes de conseguir o poder. A outra, depois que o consegue. Sabemos disso. No meu país. Na minha Ásia. Nosso país está sob o domínio do terror. Um vasto campo de concentração. Um formigueiro. Sabeis o que é viver diariamente com o terror em vossas ruas, em vossa esquina, em vosso quarto de dormir, na escola, na fábrica, na Igreja — quando há uma Igreja aberta? Vós não sabeis. Nós sabemos. Não tenhais nada a ver com ele.


     Por favor! Estamos cheios de fome e de escravidão. Cursos de reeducação. Prisões. Turmas de escravos. Tortura. Execuções. Miséria total é o nosso lote. Nossas crianças são ensinadas a desconfiar de nós. A nos odiar. A nos delatar. Nos países vizinhos também é um inferno. Mais de dois milhões e meio já foram mortos. As cidades esvaziadas. Os vilarejos devastados. Não há comida. Só trabalho. Trabalho para todos. Meninas. Velhas. Homens idosos. Crianças pequenas de seis e sete. Igrejas, pagodes, escolas, bibliotecas, templos antigos, todos desaparecidos. Pensai bem antes de aceitardes aquilo que alguns loucos estão chamando de um relacionamento prático com isso. Se tiverdes que viver sob o marxismo, rogai que vossa fé possa sobreviver a ele. Muito obrigado.


 

O politicamente correto , a justiça social, o bem comum tem sido usados como pretextos para implantar injustiças e malefícios maiores, mas NÃO EXPLÍCITOS. Se a gente pensar bem, as revoluções e as maiores carnificinas foram cometidas com a motivação do "politicamente correto" conduzindo a massa de manobra. Então é preciso essas duas coisas: a massa ignorante orientada e conduzida pelo pensamento politicamente correto. A ignorância é parte intrínseca do processo revolucionário, sem a qual o politicamente correto não funciona. As pessoas não se submeteriam ao seu conteúdo se pensassem com suas próprias cabeças. 

Na verdade, o politicamente correto já é a aplicação da novilíngua, ou seja, o falseamento do sentido das palavras, que passam a conter seu significado inverso. E a partir daí, passam a desconstruir a dimensão do pensamento lógico, claro, honesto, a esfera da percepção simples, da intuição, introduzindo na mente a malícia, a desconfiança nas comunicações, a quebra da ordem e sua substituição pelo voz do poder.

continua...


 
 

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NOVA ORDEM MUNDIAL ESTÁ POR TRÁS DE MOVIMENTOS SOCIAIS - OLAVO DE CARVALHO




O QUE ESTÁ POR TRÁS DO VANDALISMO EM SÃO PAULO? - 2013
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/06/quem-esta-por-tras-da-violencia-em-sao.html

MOVIMENTO PASSE LIVRE REVOGOU CONVOCAÇÃO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/06/movimento-passe-livre-revogou-convocacao.html

Fundações internacionais e as manifestações no Brasil
http://defesa-hetero.blogspot.com.br/2013/06/fundacoes-internacionais-e-as.html#.Ucdc9pzHnw9
http://youtu.be/U3nSNiwNt8o

A primeira vítima
Escrito por Olavo de Carvalho | 20 Junho 2013
http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/14243-a-primeira-vitima.html
http://www.dcomercio.com.br/index.php/opiniao/sub-menu-opiniao/111270-a-primeira-vitima-por-olavodecarvalho

MOVIMENTOS "POPULARES" PARA JUSTIFICAR MAIS CONCENTRAÇÃO DE PODER (OCCUPY WALL STREET - 2011 )
http://youtu.be/qsrOt0DSFs0

POR QUE A CRIMINALIDADE CRESCE? ESTRATÉGIA REVOLUCIONÁRIA
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/06/por-que-criminalidade-cresce-estrategia.html

Sobre o movimento Occupy Wall Street:
Entrevista censurada pela revista IstoÉ
http://youtu.be/OkMp3eHTMPg

HISTÓRIA DE QUINZE SÉCULOS
http://www.olavodecarvalho.org/semana/040617jt.htm

TRANSCRIÇÃO:
A NEO-ARISTOCRACIA NO PODER DA NOVA ORDEM MUNDIAL - OLAVO DE CARVALHO
http://conspiratio.blogs.sapo.pt/122832.html


Você sabe o que é a AVAAZ? Ou: Do globalismo, Soros e o ativismo imbecil
http://www.midiasemmascara.org/artigos/globalismo/14233-voce-sabe-o-que-e-a-avaaz-ou-do-globalismo-soros-e-o-ativismo-imbecil.html


Causas sagradas
Olavo de Carvalho
17 de janeiro de 2012

É um impulso natural do ser humano evadir-se da estreiteza da rotina pessoal e familiar para aventurar-se no universo mais amplo da História, onde sente que sua vida se transcende e adquire um "sentido" superior. A maneira mais banal e tosca de fazer isso, acessível até aos medíocres, incapazes e pilantras, é a militância num partido ou numa "causa", isto é, em algum egoísmo grupal embelezado de palavras pomposas como "liberdade", "igualdade", "justiça", "patriotismo", "moralidade" ou "direitos humanos". Essas palavras podem representar algum valor substantivo, mas não quando o indivíduo adquire delas todo o valor que possa ter, em vez de preenchê-las com sua própria substância pessoal. A mais criminosa ilusão da modernidade foi persuadir os homens de que podem enobrecer-se mediante a identificação com uma "causa", quando na verdade todas as causas, enquanto nomes de valores abstratos, só adquirem valor concreto pela nobreza dos homens que a representam. O fundo da degradação se atinge quando algumas "causas" são tão valorizadas que parecem infundir virtudes, automaticamente, em qualquer vagabundo, farsante ou bandido que consinta em representá-las. A palavra mesma "virtude" provém do latim vir, viri, que significa "varão", designando que é qualidade própria do ser humano individual e não de idéias gerais abstratas, por mais lindos e atraentes que soem os seus nomes.

http://www.olavodecarvalho.org/semana/120117dc.html

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TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO,

 


 O post nãoestá inteiro, pois o Sapo restringe demais o espaço. o restante está em:

http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/07/teologia-da-libertacao-e-marxizacao-da.html

 

 

OS JESUÍTAS E O MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO

http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/04/os-jesuitas-e-o-movimento.html

 

 

O livro "O CONCLAVE", de Malachi Martin, trata da infiltração comunista no Vaticano e os consequentes conflitos e tramas para influir na eleição papal, além do lento, traiçoeiro e corrosivo ataque aos fundamentos da religião.  " O Papa João Paulo I foi assassinado [35] [36] de acordo com o livro de Malachi, "Vaticano: A Novel", por Jean-Marie Villot , sob ordens da URSS ".  Jean-Marie Villot, segundo consta, teria então o cargo de Carmelengo.

A seguir, alguns trechos de O CONCLAVE:


Thule tivera um encontro especial com os periti ultraprogressistas, no Concílio, e entre eles ficara decidido que procurariam introduzir, no texto dos documentos conciliares, "bombas de ação retardada" em assuntos de doutrina, que seriam aprovados pelos bispos.  

Uma bomba de ação retardada era uma frase suscetível de mais de uma interpretação. Para os bispos, uma frase dessas teria um significado. Mas depois, como de fato aconteceu, a Comissão daria outro — e por vezes totalmente diferente — significado à frase aparentemente inócua.

 

Walker trouxe consternação ao Conclave. Pelo menos quatro ou cinco Cardeais, quase todos da América Latina, estão de pé, tentando conseguir permissão para intervir. Um deles, Marquez, consegue: 
     Nosso Irmão, o Cardeal Walker, precisa ter certeza de que dispõe de prova desta grave acusação. 
     Está tudo aqui, meu Eminentíssimo Irmão, está tudo aqui. — Walker levanta no ar outro monte de papéis. Está sorrindo, mas não é um sorriso agradável. — Estes documentos me custaram muito trabalho. Deixai-me ver, agora, — folheia rapidamente algumas páginas. — Ah, sim! — Uma pausa, enquanto lê os nomes dos mais controvertidos e mais modernistas dos periti do Concilio Vaticano.
     Está o nosso Eminente Irmão dizendo, — Marquez insiste na provocação a Walker, — que havia uma espécie de entendimento entre estes homens e outros ainda não mencionados?
     Sim. Estou! — Muito embora todos os presentes a esta altura já tivessem compreendido a significação daquilo que Walker estava dizendo, sua afirmação final de que houvera nada menos que uma trama para aliciar a vontade do Concílio ainda constitui uma bomba. O Presidente não consegue manter a ordem entre os Cardeais e Walker precisa quase berrar, para poder se fazer ouvido. — Estou dizendo precisamente isso, Reverendo Irmão. Houve um plano coordenado, predeterminado, estabelecido por um punhado de bispos e periti, um plano que agora conhecemos em detalhe, um plano que foi seguido meticulosamente. 
     Precisamos saber, Eminentes Irmãos, — Thule é um desafio ostensivo, — precisamos saber quais são os detalhes dessa trama, desse plano.
     Muito bem! Primeiro: Colocar as bombas de ação retardada, aquelas afirmações ambíguas, nos documentos do Concilio. Na nossa CSL oficial, por exemplo, uma afirmação como a que consta do Artigo 21, que diz: "A Liturgia compõe-se de elementos imutáveis, de instituição divina, e de elementos sujeitos a modificação." Ou, no Artigo 33: "Embora a Liturgia sagrada seja, acima de tudo, a adoração da Majestade Divina, contém ela, igualmente, abundante instrução para os fiéis." Ou, no Artigo 38: "A revisão dos livros litúrgicos deveria permitir variações e adaptações legítimas a diferentes grupos, regiões e povos, especialmente em zonas missionárias."
Ora, Confrades, todas as declarações desse tipo foram entendidas por nós, os bispos, num sentido, um sentido conservador, tradicionalista. O passo número um consistiu em introduzir tais declarações nos documentos oficiais.
Segundo passo: Encher a Comissão pós-Concílio, estabelecida para a implementação de nossas decisões, com gente que faria explodir as bombas de ação retardada. O secretário-geral da Comissão pós-Concílio era Bugnini, Hannibal Bugnini.



 Terceiro passo: Em nome do Concilio — agora já disperso e tendo seus membros espalhados pelos quatro ventos — expedir uma série de decretos, determinando as mudanças. E coordenar esses novos e revolucionários decretos com mudanças não-oficiais e unilaterais, iniciadas por bispos complacentes e maquinadores e por periti e padres, em várias dioceses da Igreja...
 
—Repito: espero que o Eminente Cardeal possa provar tudo isto com documentos, comprovados e autenticados. Thule. E está claramente agitado.
     Vossa Eminência tem uma cópia de cada documento que tenho nas mãos, e de cada carta trocada entre Sua Eminência e os periti e o Arcebispo que chefiava a Comissão e... — O Cardeal Thule levanta-se para interromper novamente Walker, mas desta vez o Presidente intervém: 
     Por favor, permiti que o Cardeal continue. — Walker olha firmemente em torno de si, depois continua: 


     Quarto passo: Traduzir o Cânone da Missa, em toda parte, para vernáculo. E proibir — repito -- PROIBIR o latim, em toda parte. E traduzir para o vernáculo todos os livros litúrgicos. 
Quinto passo: Adaptar a Liturgia da Missa a todas e a cada uma das regiões e localidades e línguas, de modo que não haja mais uniformidade alguma, pelo mundo todo. E adaptá-la de modo que, em qualquer lugar, não seja encarada como uma participação no Sacrifício de Jesus no Calvário. Em vez disso, que seja considerada como um repasto comunal da congregação, com ênfase na Bíblia, particularmente no Velho Testamento, e em problemas sociais. E deixar que os leigos, não o padre, tenham as funções principais. 0 padre deveria ser simplesmente um mestre de cerimônias. 
     Mas afinal de contas que tem tudo isso a ver com a grave decisão que temos diante de nós? — É Thule, agora tomando uma direção diferente para derrubar a argumentação de Walker.

     Meus Irmãos, — Walker faz o apelo quase num grunhido, — na verdade, por que será que estou vos dizendo tudo isto? Pura e simplesmente para vos declarar que a vontade do Concílio foi prostituída — e com ela toda a representação de vossa Fé Católica, o Sacrifício da Santa Missa. E para vos declarar que não deveríamos, neste momento tão profundamente crucial, depositar nossa confiança nas proposições daqueles que foram implicados nessa fraude e nessa corrupção tão monumentais.
     Mas como pode o Cardeal deixar de mencionar a renovação que se seguiu ao Concílio? 
Thule não está preparado para a tempestade que desaba sobre sua cabeça: 
     Renovação? — Walker berra a palavra. — Renovação? — Volta-se para Thule com uma descarga de palavras. — Deixai que vos diga o que é que a vossa renovação significou. Vamos considerar uns poucos, frios e duros fatos. — Examina rapidamente alguns dos papéis sobre sua mesa.  
Renovação deveria querer dizer, principalmente, um zelo maior pela missa, não? Maior comparecimento à missa, não? E maior interesse pelos Sacramentos, não? E uma função dos padres cada vez mais influentes, não? Maior, ou pelo menos o mesmo, número de conversões à Igreja, não? Afinal de contas, estes são os sinais de renovação. De que outra maneira se pode falar em renovação a não ser nestes termos? Bem, vejamos os fatos, desde 1965, quando esta maldita renovação, esta chamada reforma litúrgica foi iniciada pelos nosso amigos. O comparecimento à missa, a partir de 1965, declinou. enormemente! Na Inglaterra e País de Gales, em 16%. Na França, em 66%. Na Itália, em 50%. Nos Estados Unidos, em 30%. Renovação? E as vocações sacerdotais. Aqui também, declínio. Na Inglaterra e País de Gales, em 25%. Na França, em 47%. Na Holanda, em 97%. Na Holanda! A Igreja de vitrina -- onde todos os seminários estão fechados desde 1970! Na Itália, em 45%. Nos Estados Unidos, em 64%. Renovação! E os batismos. Mais uma vez, declínio. Na Inglaterra e País de Gales, em 59%; nos Estados Unidos, em 49%. Freiras? Um declínio de 24,6% através de toda a Igreja. Desde 1965, 35.000 freiras abandonaram os conventos. E 14.000 padres abandonaram o sacerdócio.  


Renovação? Preciso continuar? E isto não passa de uma leitura ao acaso. Qualquer um dos meus Eminentes Colegas pode ter uma cópia destes documentos. — Ele atira os papéis sobre a mesa do Presidente. Depois, volta-se para encarar Thule e Buff: 

     E, quereis saber, há nisso tudo uma distorção engraçada. E não estou falando sobre missas com música pop, missas com maconha, missas com biscoitos e uísque em vez de pão e vinho, missas jovens com Coca-Cola e pãozinho de Sexta-feira Santa — tudo isso parte de vossa renovação, Meus Eminentes Irmãos! Já percebestes que a Missa Latina é a única versão da missa que não é permitida de modo geral? Só é permitida com permissão especial? Como é que encarais isso? Podeis ter a missa em qualquer língua, EXCETO!!! —ele ruge a palavra — em latim! E o Arcebispo Lefebvre e seus tradicionalistas são castigados por fazerem objeção a isso, enquanto os conspiradores, —sim, conspiradores! — nem mesmo são repreendidos. — Walker vê que Buff e Marquei estão prontos para saltarem de pé, mas levanta a mão: — Terminarei dentro de pouco tempo. Por favor, deixai-me acabar, Eminentes Irmãos. 
     Quanto às demais mudanças na missa, tudo surpresas! Cada uma delas! — Walker está-se referindo às numerosas pequenas modificações em palavras
e no ritual do culto católico, e nas leis da Igreja que foram impostas aos católicos romanos nos últimos doze anos. — Nós, bispos, nunca decretamos a Comunhão na mão, por exemplo. Nunca decretamos que o padre deveria ficar de frente para o povo. Nunca decretamos que uma mesa — novamente a idéia de uma refeição e não de um sacrifício sagrado — deveria ser usada em lugar de um altar. Falamos sobre essas coisas no Concílio e decidimos contra cada uma delas! Por que é que não nos perguntaram de novo? Quem decidiu ao contrário? Eu vos direi: aquele pequeno grupo de periti, apoiado por uns poucos bispos e por alguns cardeais.


 Buff intervém, finalmente:
     Diga o que quiser Vossa Eminência, não acredito que seja prudente insistir na afirmação de que tais mudanças foram resultado de um plano deliberado... 
—Ora, por que, Eminente Irmão, perseverais em dizer coisas como essa? Por quê? Estais com medo? E pode ainda algum dos meus Eminentes Irmãos pensar que tudo isso não foi deliberado? 
     Mas sugerir que houve alguma espécie de abominável plano... 
     Eu penso, eu penso que foi isso, Eminente Irmão. Sim. Penso. Faço mais do que isso. Aponto o dedo para aqueles bispos e aqueles cardeais que adquiriram a condição de membros — aliás, proveitosa condição de membros — de organizações anticatólicas e anticristãs, clubes e coisas semelhantes. 
Thule põe-se de pé:
     Acho que num caso de tal gravidade não só é necessário uma prova documental, mas também que Sua Eminência deveria ter alertado as autoridades há muito tempo. 
     Bem, na realidade, — responde Walker, quase estalando os lábios, — na realidade, tenho a prova documental aqui nas minhas mãos — podeis tê-la, se quiserdes. E, na realidade, o Camerlengo tem estado de posse dessa prova documental há bem mais de três anos. — Depois, para o grupo todo, — Por que é que vós não ficastes sabendo disto? Bem... — olha rapidamente na direção do Camerlengo. — Razões de estado, talvez...
O Meu Senhor Cardeal Buff nos perguntou, há alguns momentos, como foi que a Igreja chegou a este ponto. Não pretendia, compreendo eu, que a pergunta fosse respondida exatamente desta maneira, mas creio que vos dei um exemplo da maneira pela qual chegamos a este ponto. E deixai que eu responda à sua pergunta seguinte: sim, está na hora de rompermos como passado. Não como quis significar Sua Eminência, talvez. Mas no sentido seguinte: que trabalhemos todos nós em absoluta franqueza, durante todo este Conclave. — Olha em volta, para todos os rostos. -- Porque, que cada um tome conhecimento: temos um dever sagrado, o de eleger um sucessor de Pedro e um Vigário do Senhor Jesus. Estou deliberadamente me coibindo de qualquer outro comentário, no momento. Mas, digo de novo, que cada um tome conhecimento: lutaremos contra qualquer tentativa da parte de qualquer um —qualquer um, quer dizer, fora do Conclave — para exercer mesmo um mínimo de influência na eleição desse sucessor e desse Vigário. Assim me permita Deus! 
Esta última afirmação, sua violência e a implicação de conluio entre alguns Cardeais e poderes exteriores provocam uma onda de murmúrios e de comentários. Alguém grita lá de trás:



     Vetos à eleição? Estais insinuando que alguém está quebrando a lei do Conclave, introduzindo um veto em nosso meio?
Na história dos Conclaves, vários governos tiveram a outorga do direito, dada pelos Papas, de vetar um papabile indesejável, e os Cardeais se apresentavam trazendo uma ordem de seu respectivo Rei ou Imperador, no sentido de que este ou aquele Cardeal não poderia ser eleito Papa. 
     Vetos? Vetos? Quem está falando em vetos? E, afinal de contas, que é um veto? Todos vós não trouxestes algum tipo de veto? 0 melhor de todos nós! 
— Pensais que o Meu Eminentíssimo Irmão, Meu Senhor Cardeal Artel, irá sancionar ou trabalhar por um candidato que sabe ser inaceitável pela administração Carter? Ou que o Cardeal Delacoste vai apoiar alguém inaceitável pelas pessoas que ocupam o Palácio do Elysée? Ou que o Cardeal Franzus apóia alguém inaceitável por Moscou? Franqueza, Irmãos! Vamos continuar com franqueza.
—Agora, é claro que esses Eminentíssimos e Reverendíssimos Cardeais sabem apenas que alguém é inaceitável. Não foram instruídos por seus governos para tomarem qualquer espécie de atitude. Nenhum funcionário do governo lhes disse que vetassem determinado candidato. Mas não sejamos simplórios! 
     Exijo, Reverendo Senhor Cardeal Presidente, — Marquez está zangado, ao fazer sua intervenção, — que o Eminente Cardeal esclareça a situação e as suas palavras. Quer ele dizer que os maçons se intrometeram neste Conclave, ou que alguma das superpotências está exercendo hoje, aqui, alguma influência por trás de portas fechadas? 
     Não. Não estou me referindo primeiramente, nem mesmo secundariamente aos maçons, embora, meu Eminente Irmão, quem de nós poderá negar que o Grande Oriente não esteja puxando alguns cordões de marionetes aqui, dentro deste Conclave?  


Não. É alguma coisa muito mais sinistra. Lá fora, no mundo dos homens, na sociedade dos homens e mulheres, esteja ela nos Estados Unidos, na Suíça, na Rússia, entre as nações da África e da América Latina, há lá fora uma organização mais abrangente, mais sutil, de maior alcance, uma organização de homens de um tipo especial, que não são leais a este ou àquele país, mas a princípios muito especiais, de acordo com os quais têm em mente um destino muito especial para — entre outras instituições — esta Santa Igreja Católica Apostólica Romana. Para tais homens, os maçons são bonecos. E os marxistas são bonecos, além de se constituírem em obstáculos temporários à consecução de suas vontades e intenções. — Walker pára. Seus lábios estão-se movendo, seus olhos por um momento se erguem para o teto do salão do Conclave.

(...)

O rosto de Angélico assume uma expressão dura como granito:

 

     Temos que declarar, categoricamente, que tanto a posição progressista quanto a socialista democrática são totalmente inaceitáveis!

 

(...)

 

A posição progressista nos coloca, completamente, nas mãos de forças instáveis, não-eclesiásticas, não-católicas e não-cristãs. Os socialistas democráticos desejariam que prostituíssemos — ele pára por um momento, depois: — sim, que nos prostituíssemos, nossa tradição, nossa graça, nossas esperanças, à única força, em nosso mundo atual, que traz, seguramente, a marca da pata de Satã. — Percebe, num olhar rápido, Lynch e Thule, lívidos, pálidos e, um de cada vez, fazendo sinal para o outro. Oh, é claro! É claro! 0 Cardeal Thule nos incita a confiar. E o Cardeal Lynch a sofrer. E o Cardeal Buff a termos a mente aberta. 

 

Agora o sarcasmo de Angelico é pesado e direto. Está olhando fixamente para Thule, sem pestanejar, sem suavidade em torno dos olhos, a boca se encrespando em torno de cada sílaba.

 

     Seja o que for que aconteça, qualquer que seja a aberração em matéria de doutrina, qualquer que seja a ruptura de tradição que venha a ocorrer, o Cardeal Thule garante que pode ver para além disso. Vê adiante da confusão dos acontecimentos. E nos diz: tudo está bem! Mas Sua Eminência não pode continuar, indefinidamente, compreendendo, percebendo, vendo além das coisas. Diz que ele e seus amigos analisaram a situação e que sabe o que está acontecendo, e que não precisamos nos preocupar com o que fica do outro lado da opaca posição que desejaria que a Igreja assumisse. 

 

     Mas, digo eu, — agora ele afasta o olhar de Thule e olha para Yiu, —digo eu: se podeis penetrar no opaco dessa posição, se sabeis o que há do outro lado, se sabeis o que vai acontecer, quando marcharmos ao som do tambor do Cardeal, então dizei-nos! No entanto, quando lhe perguntamos: que acontecerá ao dogma, ele não sabe — exceto que estará tudo bem, garante-nos. Que acontecerá com a devoção da Virgem? Ele não sabe — exceto que estará tudo bem, garante-nos. Que acontecerá com a infalibilidade papal? Ele não sabe — exceto que estará tudo bem, garante-nos. — Angelico olha em torno. Sua raiva e seu asco são claros. 

 

     Ele não sabe! Meu Eminente Irmão do Leste! Ele não sabe! E sabeis por quê? Porque, se fordes por aí vendo através de todas as coisas, penetrando todas as coisas, vendo além de todas as coisas. Se o problema social é uma janela através da qual podeis ver. E se o problema político é uma janela através da qual podeis ver. E se a questão das ordens anglicanas é uma janela através da qual podeis ver. E se a infalibilidade papal é uma janela através da qual podeis ver. E se o marxismo ateu é uma janela através da qual podeis ver. E se a sexualidade humana, os votos religiosos, a propriedade privada, a historicidade dos Evangelhos, a divindade de Jesus, a ressurreição de Jesus, a existência de uma vida depois da vida, a vida do feto, a guerra e a paz, a criação e a existência mesma de Deus — se todas essas coisas são janelas através das quais podeis ver, de modo que não existe, realmente, nada que interrompa vossa visão; se não há lugar em que assumais uma posição, sabeis o que é que acabais vendo? Sabeis? — Angelico passa os olhos em torno de si, a voz mantida na nota alta de uma pergunta combativa e cheia de desprezo. 

 

 Nada! Nada! 0 que vereis é NADA! Nunca vistes nada. E continuareis, para sempre, vendo nada. Não vereis, absolutamente, coisa alguma. E tudo aquilo que valia a pena ver, e tudo aquilo diante de que valeria a pena ter parado — de tudo isso vistes através, tudo isso penetrastes, compreendestes — com Sua Eminência — passando adiante para a janela seguinte, transparente, volátil, insubstancial, e assim por diante e assim por diante... até o infinito. E isto, meus Veneráveis Confrades, isto não constitui o material de que são feitas a fé e a verdadeira crença.
...

 

Quando Angelico recomeça, sua voz é profunda, calma e lenta. Move a cabeça, os olhos, o corpo, de um lado para outro, para abranger todo mundo no fluxo de seu pensamento: 

 

— O fato, Eminentes Irmãos, é que os progressistas e os socialistas democráticos transformariam toda a nossa teologia numa ciência de bem-estar social. Transformariam nossa teologia moral numa reestruturação política da sociedade humana. Transformariam nossa piedade e nossa devoção tradicionais numa ciência de vida definida e estudada conforme uma sexualidade, uma antropologia e uma psicologia que não são de Deus — e que, de qualquer maneira, estão falidas em nosso mundo. Não! Digo de novo: Não! Não farão isso! E não o farão, meus Eminentes Irmãos — deixando de lado a sua inerente rendição de todos os nossos valores — porque, como os tradicionalistas e os conservadores, esses socialistas democráticos deixariam a iniciativa aos não-cristãos. Eles nos colocam à disposição de nossos inimigos. — Pára, por um momento, depois repete: — Nossos inimigos! À disposição de nossos inimigos. — Quando repete, forçando a penetração da idéia, vira-se, para olhar de frente cada setor da assistência. — Sem nenhuma iniciativa própria. Nenhuma iniciativa, salvo a imitação de nossos inimigos. Nossos inimigos. —Finalmente, quando termina, deu a volta completa e está olhando para Franzus.
... 

 

Os Relatórios têm, como efeito primordial, a faculdade de esclarecer o corpo de Eleitores quanto ao porquê e ao portanto de certos lances, tanto dentro do Conclave, quanto nos anos que imediatamente o precederam. Um desses movimentos pré-Conclave foi a voga sócio-política e psicologizante, surgida nesse período. No decorrer dos últimos cinco anos, foi perceptível através de toda a Igreja uma ênfase, constantemente ressurgindo, sobre problemas que, anteriormente, os homens da Igreja consideravam como sendo exclusivamente pertencentes ao domínio dos políticos, dos cientistas sociais, dos psicólogos, dos assistentes sociais, dos líderes das comunidades, dos entusiastas da etnia e dos órgãos do governo. 

 

Desde o começo dos anos 70, padres, freiras, frades e bispos pareceram de todo dedicados a um esforço, não apenas de "participar" de todos os movimentos civis e políticos de sua região — assim como de se manterem aucourant de qualquer modismo psicológico que viesse a estar em voga — mas de substituir por essa atividade qualquer pregação especializada da doutrina cristã e qualquer ensinamento profissional da espiritualidade cristã. Não é raro nem inesperado, por exemplo, encontrar padres usando grafologia em lugar de teologia, na preparação para o casamento. Nem há qualquer surpresa no fato de Bispos americanos organizarem reuniões de caráter nacional para tratar de problemas como origens étnicas ou posse da terra; ou mesmo no que toca a bispos que expressamente se identificam de modo franco com facções revolucionárias. 

 

Mas, raro ou não, inesperado ou não, todo esse modismo foi incompreensível para a maioria dos cardeais — salvo para aqueles que, entusiasticamente, aderiram à voga eles próprios. A essência da incompreensão tem sido a tendência esquerdista, que vem marcando este comportamento puramente secular dos clérigos cristãos.  

 

Agora se torna claro para cada Eleitor, julgando a partir dos dois Relatórios — o da Iniciativa Russa e o da Liberação — que todo o processo não foi, de forma alguma, acidental. Não foi, como continua insistindo Lynch, um acaso e o movimento do Espírito Santo, mas sim um plano bem orquestrado.

 

Através de ações discretas e eficientemente coordenadas, na Europa e nas Américas, grande número de clérigos católicos e de intelectuais, juntamente com muitas freiras, frades e ativistas leigos, foi levado a ver uma aliança "temporária" com o marxismo como coisa aconselhável, e um certo grau de marxização como um passo inevitável no caminho da "liberação cristã". Não pode haver dúvida quanto ao caráter coordenado desse desenvolvimento.

 

A substância do Relatório sobre a Iniciativa Russa é a sugestão de um acordo, ou plano prático, entre o Vaticano*(*Paulo VI), por um lado, e a URSS, como centro operador do marxismo europeu ocidental, e a influência preponderante da política esquerdista na América Latina, de outro. A URSS deseja que o Vaticano tome determinadas providências: que suavize, de maneira lenta e gradual, quaisquer, declarações antimarxistas, explícitas e formais, em documentos e pronunciamentos oficiais. Que evite qualquer condenação formal da teologia da liberação, ou da filiação a Partidos Comunistas de qualquer país europeu (Pio XII havia emitido uma condenação desse tipo, nos anos 40). Que aumente o número de contatos diplomáticos abertos entre o próprio Vaticano, por um lado, e a URSS e seus satélites do Leste, por outro, por medidas como as visitas feitas ao Papa, em 1977, por Janos Kadar, da Hungria, e Hruska, da Checoslováquia, e as correspondentes visitas de diplomatas vaticanos a países comunistas. 

 

Sem prever uma abertura imediata (mas certamente futura) de relações diplomáticas formais entre o Vaticano e Moscou, os contatos deverão ser multiplicados e os relacionamentos desenvolvidos pari passu, com o entendimento diplomático entre o Vaticano e os Estados Unidos, que mantêm apenas um representante pessoal do presidente americano junto à Santa Sé, mas não um embaixador. 

 

Ao mesmo tempo, o Vaticano deverá reduzir qualquer apoio oficial católico romano aos regimes direitistas, especialmente na América Latina. Deverá desencorajar pressões de direita (digamos, oriundas de organizações direitistas como a Opus Dei e os Cavalheiros de Colombo) na Espanha e na Irlanda.

 

Finalmente, deverá o Vaticano sancionar os diálogos marxistas-cristãos iniciados em diversos países, e assim alimentar uma certa simpatia entre cristãos amantes da justiça e marxistas entusiastas da renovação política.

 

Em troca de tais concessões, a URSS aprovaria a restauração da hierarquia católica nos Países Bálticos, na Checoslováquia e em outros países satélites. Atenuaria as leis anti-religiosas através de todos esses países, leis que têm mantido os católicos romanos fora das funções públicas, dos cargos governamentais e da vida acadêmica. Promete tornar efetiva uma forma especial de submissão do Patriarcado Ortodoxo Russo de Moscou e do Patriarcado de Constantinopla ao Papa, como Chefe da Igreja, e ao Vaticano, como órgão central de governo da Igreja. Na hipótese de que a esfera de influência russa se estenda para o Oeste, ultrapassando suas fronteiras de 1977, deveria ser dada uma consideração especial às propriedades da Santa Sé, sendo concedidos à mesma privilégios especiais de culto. 

 

O Relatório da Liberação, quando considerado juntamente com a Iniciativa Russa, fornece o painel de acompanhamento daquilo que muitos encaram como um díptico dos planos comunistas russos para facilitar sua tomada de controle do Ocidente, assim como do lugar previsto pelos atuais planejadores do Vaticano para a Igreja Católica Romana no contexto daquela nova área de influência e dominação russa.

 

O Relatório da Liberação trata principalmente da propagação da teologia da "liberação", partindo da América Latina e espalhando-se para o Norte, atingindo os Estados Unidos e atravessando a Europa. A doutrina essencial dessa nova teologia, primeiro formulada por teólogos latino-americanos, é a de que o primeiro e mais importante passo para a salvação cristã da raça humana é a liberação de todos os homens e mulheres do jugo do capitalismo — primordial e malevolamente representado pelos Estados Unidos. A Igreja, de acordo com tal teologia, deveria ser a serva da raça humana e de sua história. E deveria não apenas permitir, deveria aprovar e fomentar qualquer violência revolucionária (denominada contraviolência, justificável) visando a remover e erradicar os centros do capitalismo. 

 

O Relatório Cristãos para o Socialismo descreve duas organizações —Padres para a América Latina e o Comitê para Diálogo e Ação na América Latina — como frentes para a penetração do comunismo russo. Cita nomes de teólogos como os Padres Gustavo Gutierrez, Giuleo Gerardi, Pablo Richard e Gonzalez Arrogo, e indica os diversos passos através dos quais essa teologia de "liberação" deve ser propagada: deve ser ensinada em seminários e universidades. Deve constituir o tema das Conferências Episcopais, de congressos e convenções de teólogos, de cartas pastorais escritas cada ano pelos bispos às suas dioceses, de livros, panfletos e manuais. Padres, freiras e outros, diretamente ocupados no ministério religioso, deverão identificar-se com movimentos revolucionários e de guerrilhas. Quadros esquerdistas de apoio deverão ser constituídos em cada paróquia e em cada diocese — sempre sob o disfarce de ação católica e de apostolado exercido pela Igreja entre os fiéis. Assim, política e religião deverão identificar-se e confundir-se. 

 

Deverá haver, ao mesmo tempo, o contínuo incitamento de ressentimentos de direita, os quais, obviamente, crescerão, provocando sua transformação em violentas medidas repressivas. As ordens religiosas como a dos Dominicanos, dos Jesuítas e dos Padres e Freiras de Maryknoll (http://www.maryknollsociety.org) deverão ser usadas para a defesa dos direitos do povo contra regimes repressivos desse tipo. Nas Conferências Episcopais e em vários congressos regionais e internacionais, deve-se ter o cuidado de adotar uma linguagem oficial suficientemente ambígua para satisfazer as exigências dos crentes e para justificar a violência e os métodos revolucionários de tomada do poder. Todos os tópicos nacionalistas (como, por exemplo, o Canal do Panamá) devem ser explorados, devendo os prelados locais ser conduzidos a uma identificação pessoal com essas causas. 

 

Ao mesmo tempo, é preciso que haja um contínuo esforço no sentido de impregnar os bispos americanos, o clero e o pessoal leigo dos Estados Unidos de um sentimento de culpa quanto aos pecados do capitalismo americano e aos excessos verificados na América Latina, bem como da aprovação dos princípios práticos da teologia da liberação. 

 

 
publicado por conspiratio às 19:59
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O PROBLEMA É O FORO DE SÃO PAULO


http://www.youtube.com/watch?v=ayn42uSLsEA&feature=share&list=UUyQT0JE9KAVU0EFJHVKo3cA




P alestra sobre o Foro de São Paulo




 http://youtu.be/Kr1_439o104

Publicado em 15/07/2013 Palestra sobre o Foro de São Paulo realizado em Belo Horizonte no dia 28/05/2013 no Círculo Militar de Belo Horizonte, organizado pelo Grupo Inconfidência. O Foro de São Paulo é um organismo supranacional criminoso que pretende implantar o Comunismo na América Latina.

*
Explicando o Foro de São Paulo e a Nova Ordem Mundial

 

Publicado em 10/07/2013

Excelente vídeo que explica, desde sua origem, a Nova Ordem Mundial e o Foro de São Paulo. Vejam como é que eles procuram controlar o mundo e o que fizeram (e continuam fazendo) para conquistar o mundo...

Visite: http://www.moralbrasileira.blogspot.com
Fan Page: http://www.facebook.com/MoralBrasileira
Twitter: http://www.twitter.com/MoralBrasileira

Fonte Vídeo: http://youtu.be/JRcuQrMgLfY
*

LOBÃO: AUDITORIA NO FORO DE SÃO PAULO JÁ!

Publicado em 07/07/2013

FORAFORO, AUDITORIA JÁ!
http://youtu.be/7j6LK79FtUQ

http://www.FORAFORO.org
http://www.facebook.com/FORAFORO
http://www.twitter.com/FORAFORO

Lobão falou para o G1.
 http://g1.globo.com/videos/t/manifestacoes/v/lobao-critica-o-rumo-das-manifestacoes-pelo-brasil/2675799/





*
Mais vídeos sobre o foro

http://www.youtube.com/user/Blogdelinks/videos?view=46&shelf_index=1&sort=dd&tag_id=UCyQT0JE9KAVU0EFJHVKo3cA.3.foro-de-s%C3%A3o-Paulo

http://www.youtube.com/user/oficialforaforo


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