Quinta-feira, 28 de Abril de 2011

BIG PHARMA NO COMANDO DA MEDICINA


Medicina faz mal à saúde - Superinteressante

Medicina faz mal à saúde

O médico Vernon Coleman diz que os hospitais mais matam do que curam e que é preciso ser muito saudável para sobreviver a um deles.

por Sérgio Gwercman

Um selo colado na testa advertindo sobre os perigos que podem causar à saúde. Se dependesse do inglês Vernon Coleman, esse seria o uniforme ideal dos médicos. Dono de um diploma em medicina e um doutorado em ciências, Coleman abandonou a carreira após dez anos de trabalho para ganhar a vida escrevendo livros com títulos sugestivos do tipo Como Impedir o seu Médico de o Matar.
Autor de 95 livros, o inglês é um auto-intitulado defensor dos direitos dos pacientes. Em seus textos, publicados nos principais jornais do Reino Unido, costuma atacar a indústria farmacêutica – para ele, a grande financiadora da decadência – e, principalmente, os médicos que recusam tratamentos que excluam a utilização de remédios e cirurgias. Dono de opiniões polêmicas, Coleman ainda afirma que 90% das doenças poderiam ser curadas sem a ajuda de qualquer droga e que quanto mais a tecnologia se desenvolve, pior fica a qualidade dos diagnósticos.

Como um médico deve se comportar para oferecer o melhor tratamento possível a seu paciente?
Os médicos deveriam ver seus pacientes como membros da família. Infelizmente, isso não acontece. Eles olham os pacientes e pensam o quão rápido podem se livrar deles, ou como fazer mais dinheiro com aquele caso. Prescrevem remédios desnecessários e fazem cirurgias dispensáveis. Ao lado do câncer e dos problemas de coração, os médicos estão entre os três maiores causadores de mortes atualmente. Os pacientes deveriam aprender a ser céticos com essa profissão. E os governos, obrigá-los a usar um selo na testa dizendo “Atenção: este médico pode fazer mal para sua saúde”.

Qual a instrução que pacientes recebem sobre os riscos dos tratamentos?
A maior parte das pessoas desconhece a existência de efeitos colaterais. E grande parte dos médicos não conhece os problemas que os remédios podem causar. Desde os anos 70 eu venho defendendo a introdução de um sistema internacional de monitoramento de medicamentos, para que os médicos sejam informados quando seus companheiros de outros países detectarem problemas. Espantosamente, esse sistema não existe. Se você imagina que, quando uma droga é retirada do mercado em um país, outros tomam ações parecidas, está errado. Um remédio que foi proibido nos Estados Unidos e na França demorou mais de cinco anos para sair de circulação no Reino Unido. Somente quando os pacientes souberem do lado ruim dos remédios é que poderão tomar decisões racionais sobre utilizá-los ou não em seus tratamentos.

Você considera que os médicos são bem informados a respeito dos remédios que receitam a seus pacientes?
A maior parte das informações que eles recebem vem da companhia que vende o produto, que obviamente está interessada em promover virtudes e esconder defeitos. Como resultado dessa ignorância, quatro de cada dez pacientes que recebem uma receita sofrem efeitos colaterais sensíveis, severos ou até letais. Creio que uma das principais razões para a epidemia internacional de doenças induzidas por remédios é a ganância das grandes empresas farmacêuticas. Elas fazem fortunas fabricando e vendendo remédios, com margens de lucro que deixam a indústria bélica internacional parecendo caridade de igreja.

E o que os pacientes deveriam fazer? Enfrentar doenças sem tomar remédios?
É perfeitamente possível vencer problemas de saúde sem utilizar remédios. Cerca de 90% das doenças melhoram sem tratamento, apenas por meio do processo natural de autocura do corpo. Problemas no coração podem ser tratados (não apenas prevenidos) com uma combinação de dieta, exercícios e controle do estresse. São técnicas que precisam do acompanhamento de um médico. Mas não de remédios.

Receber remédios não é o que os pacientes querem quando vão ao médico?
É verdade que muitos pacientes esperam receber medicamentos. Isso acontece porque eles têm falsas idéias sobre a eficiência e a segurança das drogas. É muito mais fácil terminar uma consulta entregando uma receita, mas isso não quer dizer que é a coisa certa a ser feita. Os médicos deveriam educar os pacientes e prescrever medicamentos apenas quando eles são essenciais, úteis e capazes de fazer mais bem do que mal.

Que problemas os remédios causam?
Sonolência, enjôos, dores de cabeça, problemas de pele, indigestão, confusão, alucinações, tremores, desmaios, depressão, chiados no ouvido e disfunções sexuais como frigidez e impotência.

Em um artigo, você cita três greves de médicos (em Israel, em 1973, e na Colômbia e em Los Angeles, em 1976) e diz que elas causaram redução na taxa de mortalidade. Como a ausência de médicos pode diminuir o risco à vida?
Hospitais não são bons lugares para os pacientes. É preciso estar muito saudável para sobreviver a um deles. Se os médicos não matarem o doente com remédios e cirurgias desnecessárias, uma infecção o fará. Sempre que os médicos entram em greve as taxas de mortalidade caem. Isso diz tudo.

Muitas pessoas optam por terapias alternativas. Esse é um bom caminho?
Em diversas partes do mundo, cada vez mais gente procura práticas alternativas em vez de médicos ortodoxos. De certa maneira, isso quer dizer que a medicina alternativa está se tornando a nova ortodoxia. O problema é que, por causa da recusa das autoridades em cooperar com essas técnicas, muitas vezes é possível trabalhar como terapeuta complementar sem ter o treinamento adequado. Medicina alternativa não é necessariamente melhor ou pior que a medicina ortodoxa. O melhor remédio é aquele que funciona para o paciente.

Em um de seus livros, você afirma que a tecnologia piorou a qualidade dos diagnósticos. A lógica não diz que deveria ter acontecido o contrário?
Testes são freqüentemente incorretos, mas os médicos aprenderam a acreditar nas máquinas. Quando eu era um jovem doutor, na década de 70, os médicos mais velhos apostavam na própria intuição. Conheci alguns que não sabiam nada sobre exames laboratoriais ou aparelhos de raio X e mesmo assim faziam diagnósticos perfeitos. Hoje, os médicos se baseiam em máquinas e testes sofisticados e cometem muito mais erros que antigamente.

Você faz ferrenha oposição aos testes médicos realizados com animais em laboratórios. De que outra maneira novas drogas poderiam ser desenvolvidas?
Faz muito mais sentido testar novas drogas em pedaços de tecidos humanos que num rato. Os resultados são mais confiáveis. Mas a indústria não gosta desses testes porque muitos medicamentos potencialmente perigosos para o homem seriam jogados fora e nunca poderiam ser comercializados. Qual o sentido de testar em animais? Existe uma lista de produtos que causam câncer nos bichos, mas são vendidos normalmente para o uso humano. Só as empresas farmacêuticas ganham com um sistema como esse.

O que você faz para cuidar da saúde?
Eu raramente tomo remédios. Para me manter saudável, evito comer carne, não fumo, tento não ficar acima do peso e faço exercícios físicos leves. Para proteger minha pressão, desligo a televisão quando médicos aparecem na tela apresentando uma nova e maravilhosa droga contra depressão, câncer ou artrite que tem cura garantida, é absolutamente segura e não tem efeitos colaterais.

Vernon Coleman
• Tem 57 anos
• Gosta de escrever livros de ficção e já publicou 12 romances
• Divide seu tempo entre o interior da Inglaterra e uma cobertura no centro de Paris
• Sofre de “cotovelo de tenista” nos dois braços por causa da má-postura ao digitar

http://super.abril.com.br/ciencia/medicina-faz-mal-saude-444338.shtml

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MÉDICO ALERTA PARA EXCESSO DE DIAGNÓSTICOS E RISCOS DA “EPIDEMIA” DE EXAMES PREVENTIVOS



Doenças devem ser detectadas o quanto antes, para que haja sucesso no tratamento, certo?Não, segundo o médico americano H. Gilbert Welch. O especialista em clínica médica é autor de “Overdiagnosed”, recém-lançado nos Estados Unidos.
No livro, Welch, pesquisa
dor da Universidade Dartmouth, afirma que a epidemia de exames preventivos, ou “screening”, como são chamados nos EUA, coloca a população em perigo mais do que salva vidas.

Citando pesquisas, ele mostra evidências de que muita gente está recebendo “sobrediagnóstico”: são tratadas por
doenças que nunca chegariam a incomodá-las, mas que são detectadas nos testes preventivos.
“O jeito mais rápido de ter câncer? Fazendo exame para detectar câncer”, disse ele à Folha, por telefone.

Folha – Como exames preventivos podem fazer mal? H. Gilbert Welch – A prevenção tem dois lados. Um é a promoção da saúde. É o que sua avó dizia: “Vá brincar lá fora, coma frutas, não fume”. Mas a prevenção entrou no modelo médico, virou procurar coisas erradas em gente saudável, virou detecção precoce de doenças. Isso faz mal. Não estou dizendo que as pessoas nunca devem ir ao médico quando estão bem. Mas a detecção precoce também pode causar danos.
De que maneira isso ocorre?
Quando procuramos muito algo de errado, vamos acabar achando, porque quase todos temos algo errado. Os médicos não sabem quais anormalidades vão ter consequências sérias, então tratam todas. E todo tratamento tem efeitos colaterais.
Há um conjunto de males que podem decorrer de um diagnóstico: ansiedade por ouvir que há algo errado, chateação de ter que ir de novo ao médico, fazer mais exames, lidar com convênio, efeitos colaterais de
remédios, complicações cirúrgicas e até a morte.
Para quem está doente, esses problemas não são nada perto dos benefícios do tratamento. Mas é muito difícil para um médico fazer uma pessoa sadia se sentir melhor. No entanto, não é difícil fazê-la se sentir pior.

Os médicos dizem que a detecção precoce é essencial no caso do câncer. Mas você diz que é perigoso. Não se deve tratar qualquer tumor inicial?
Não. Se formos tratar todos os cânceres quando estão começando, vamos tratar todo o mundo. Todos nós, conforme envelhecemos, abrigamos formas iniciais de câncer. Se investigarmos exaustivamente vamos achar câncer de tireoide, mama e próstata em quase todos. A resposta não pode ser tratar todos e nem tratar todo mundo. Ninguém mais ia ter tireoide, mamas ou próstata. Câncer de próstata é o símbolo dessa questão.

Por quê?
Há 20 anos, um teste de sangue foi introduzido para detectar câncer de próstata. Vinte anos depois, 1 milhão de americanos foram tratados por causa de um tumor que nunca chegaria a incomodá-los. Esse teste é o PSA [antígeno prostático específico]. Muitos homens têm números anormais de PSA. Eles fazem biópsias e muitos têm cânceres microscópicos e fazem tratamento, o que não é mero detalhe. Pode ser retirada da próstata ou radioterapia. Isso leva, em um terço dos homens, a problemas sexuais, urinários ou intestinais. Alguns até morrem na operação. Não podemos continuar supondo que buscar a
saúde é procurar doenças.
Qual é o impacto desses testes de próstata na população?
Um estudo europeu mostrou que é necessário fazer exames preventivos de PSA em mil homens entre os 50 e 70 anos, por dez anos, para evitar a
morte por câncer de uma pessoa. É bom ajudar uma pessoa. Mas precisamos prestar atenção às outras 999. Por causa desses exames, de 30 a 100 homens são tratados sem necessidade.
As pessoas precisam refletir. Cada mulher pode decidir se quer fazer mamografia todo ano. Mas temo que estejamos coagindo, as
sustando e incutindo culpa nelas, para que façam mamografias.
Mas a detecção precoce não é o fator que mais reduz a mortalidade de câncer de mama?
Na verdade, não. Os esforços mais relevantes no câncer de mama vêm de tratamentos melhores, como quimioterapia e hormônios. Os avanços no tratamento nos últimos 20 anos reduziram a mortalidade em 50%.
O problema é se adiantar aos sintomas. Não há dúvida de que uma mulher que percebe um caroço deva fazer uma mamografia. Isso não é teste preventivo, é exame diagnóstico. Claro que os médicos preferem ver uma mulher com um pequeno nódulo no seio do que esperar até que ela desenvolva uma grande massa. A questão não é entre atendimento cedo ou tarde, mas entre buscar atendimento logo que você fica doente e procurar
doenças em quem não tem nada.
Critérios usados em exames como de pressão e diabetes estão mais rígidos. Estão deixando todo mundo ‘doente’?
Sim. Somos muito tirânicos sobre
saúde. O que é saúde? Se formos medicalizar a definição de saúde, seria: “Não conseguimos achar nada errado”. A pressão está abaixo de 12 por 8, o colesterol está abaixo de tal valor, fizemos uma tomografia e não há nada de errado. Se essa virar a definição de saúde, pouquíssimas pessoas serão saudáveis. É certo tachar a maioria como doente? Saúde é muito mais do que a ausência de anormalidades físicas.
Por que essa conduta está se tornando dominante?
Os médicos recebem mais para fazer mais, o que ajuda a alimentar o círculo vicioso da detecção precoce. É um bom jeito de recrutar mais pacientes, de vender mais
remédios ou exames. Nos EUA, há os problemas de ordem legal. Os advogados processam os médicos por falta de diagnóstico, mas não há punições para sobrediagnóstico.
E tem quem creia realmente na detecção precoce. Nunca se diz que há perigo nisso. Pacientes diagnosticados com câncer de próstata e mama por detecção precoce têm muito mais risco de serem sobrediagnosticados do que ajudados pelo teste. Quando você ouve histórias de sobreviventes de câncer, na maioria das vezes o paciente acha que sua vida foi salva porque ele fez um exame preventivo.

E isso não é verdade?
Ele tem mais chance de ter sido tratado sem necessidade. Histórias de sobreviventes geram mais entusiasmo por testes e levam mais pessoas a procurar
doenças, gerando sobrediagnóstico.
O que fazer para evitar isso?
Um paciente nunca vai saber se recebeu um sobrediagnóstico. Nem o médico sabe. Não é preciso decidir para sempre se você vai ou não fazer exames. Mas todos os dias novos testes são criados. É preciso ter um ceticismo saudável sobre isso.


Fonte: Folha de São Paulo

http://saudealternativa.org/2011/03/22/excesso-de-exames-pode-fazer-mal-a-saude/


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Evolução da medicina

Robin Cook

Desde 1966, quando me formei em medicina, ouvi falar com tanta freqüência da "crise na medicina" que me lembro da história do jovem pastor mentiroso. Você deve conhecer. Ele tantas vezes gritou "Lobo!" que, no fim, ninguém mais prestava atenção. No entanto, até agora, as crises eram sempre anunciadas por grupos de interesse específico e, freqüentemente, contraditórias: falta de leitos hospitalares, excesso de leitos; falta de médicos, excesso de médicos. Todos ficavam confusos e indiferentes.

Hoje, porém, acredito que a "crise na medicina" é uma realidade. Infelizmente, tantas pessoas gritaram "Lobo!" no passado, que os meios de comunicação estão apenas começando a registrar esta crise. Testemunhamos a gradativa — cada vez mais acelerada — intromissão de interesses comerciais na prática da medicina. É preciso compreender que a mentalidade empresarial, voltada a lucros e perdas, é frontalmente oposta às atitudes de altruísmo que formavam os alicerces da profissão médica. Essa dicotomia faz pressentir efeitos catastróficos sobre a base moral e ética da medicina. As mentes voltadas a grandes negócios vêem o campo da medicina como investimento altamente lucrativo, de baixo risco.

Essa mudança de rumo na medicina, em direção aos interesses comerciais, se reflete nas cadeias de hospitais particulares e sanatórios, nos fornecedores de suprimentos médicos e numa infinidade das mais diversas instituições para tratamento médico. Até a pesquisa se voltou para os negócios, como comprovam os laboratórios de biotecnologia.

Apesar do efeito traiçoeiro dessa evolução sobre a prática da medicina, a reação é muito tímida. As publicações médicas têm encarado o processo com estranho desinteresse. Os médicos aderem à mentalidade empresarial ou a ignoram. O público não se manifesta e a mídia só recentemente começou a publicar artigos soando o alarme.

Tomei consciência da intrusão do comércio na medicina através da carta que recebi de um hospital. Na carta, a direção do hospital me informava que a taxa de ocupação estava baixa e que eu deveria internar mais pacientes para cirurgia — como se eu tivesse um estoque de doentes a quem recusasse uma cirurgia necessária. Mais do que qualquer outro fator, essa carta me fez compreender como nosso sistema de medicina foi inadvertidamente organizado de modo a depender da superutilização de instalações e serviços e recompensá-la. Dessa forma, o sistema provoca seu próprio aumento de custo. Não é de estranhar que os empresários tenham se interessado tanto.

A indústria farmacêutica é o mais antigo ramo de negócios ligados à medicina. Sua influência é muito grande. Entretanto, é bom lembrar que as indústrias farmacêuticas são empresas. Elas não visam o bem do público, por mais que procurem convencer-nos do contrário. Seu objetivo é obter retorno para o capital dos investidores.

O interesse comercial das indústrias farmacêuticas é confirmado pelas somas incríveis (bilhões de dólares por ano) gastas na promoção de seus produtos. Procuram, principalmente, influenciar o médico que, infelizmente, é uma presa bastante fácil. São poucos os médicos que nunca aceitaram um presente ou favor de alguma indústria farmacêutica. Tenho até hoje a maleta preta que recebi quando cursava o terceiro ano de medicina e também já participei de vários simpósios patrocinados por indústrias farmacêuticas. Hoje em dia elas empregam mais recursos em promoções e publicidade do que em pesquisas! Na verdade, os gastos promocionais são maiores do que o total de recursos gastos no treinamento dos alunos em todas as faculdades de Medicina dos Estados Unidos.



medicina hojeVocê está com hipertensão, gastrite, artrite e o colesterol muito alto.
Isso não é nada, é perfeitamente normal nos dias de hoje ! !


Não seria justo insinuar que a indústria farmacêutica não contribuiu para o bem-estar da sociedade. No entanto, essa não-contribuição é apenas um subproduto e não o verdadeiro objetivo. Existem também casos em que o bem-estar público foi completamente ignorado. Basta mencionar o desastre causado pela Talidomida ou a calamidade do DES (Diethylstilbestrol), para perceber que interesses comerciais podem ter conseqüências lamentáveis.

As indústrias farmacêuticas têm comercializado produtos sabendo que poderiam ser perigosos ou ineficazes, ou ambos, visando somente o lucro.

A medicina está mudando. O relacionamento médico-paciente, antigamente a coisa mais importante, está cedendo lugar a interesses econômicos e comerciais. O público tem o direito e a obrigação de saber que tipo de sistema de saúde está se desenvolvendo.



O Dr. Robin Cook é autor de diversos livros como: "Vírus", "Coma", "Cérebro", "Febre", "Servidão mental", "Medo mortal", e "Médico — o Semideus".
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Erwin Chargaff, o grande mestre da biologia molecular,disse:

"Como limite moral da ciência exijo, como mínimo, que não deturpe a natureza; que não torne o homem desumano. Receio, porém, que da maneira que hoje é  praticada, a ciência esteja a ponto de obter justamente esses dois resultados"
http://www.taps.org.br/Paginas/Rumos.html
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BIG PHARMA NO COMANDO DA MEDICINA

http://videosvitais.blogspot.com/2011/04/big-pharma-no-comando-da-medicina.html

É preciso lembrar que estas práticas "mercadológicas" pelas farmacêuticas, que agora são um dos tentáculos da Nova Ordem Mundial (NOM),  visam não só o lucro, mas o monopólio da área médica e o controle mente/corpo da população submetida a ela. Através de depoimentos como este temos uma noção do porquê a SAÚDE e a medicina preventiva são descartadas pelos governos do mundo: não interessa aos controladores da manada humana que ela se torne independente deles.



VÍDEO: http://www.youtube.com/watch?v=wYRZAMinr0M&feature=channel_video_title




Texto de G. Edward Griffin

A primeira coisa que as pessoas pensam quando ouvem sobre a ciência do cancro é a seguinte: "bem, se isso é verdade, se o que diz é verdade e é assim tão simples, como é que o meu médico não sabe isso?
Quero dizer, ele andou na escola de medicina, ele é um tipo muito inteligente e conheço a sua família há anos, ele é uma pessoa maravilhosa, com princípios, ele não iria reter, deliberadamente, controlo para o cancro!" E de facto ele não o faz.

A questão é: como é que o seu médico não sabe sobre isto? Ou pior, como é que o seu médico lhe diz para fugir, ficar longe disto, porque isto é charlatanismo e ele pensa que está a fazer um favor ao dizer-lhe isso. Porquê? Como é que isto aconteceu?

Vamos rever a história e ver como estes interesses capturaram o controlo da instituição médica americana. O mecanismo que usaram foi brilhante. Eles usaram as fundações isentas de impostos.

A maioria das grandes fundações isentas de impostos, pelo menos as dos EUA, foram criadas pelos mesmos interesses financeiros que têm poderosa influência na indústria farmacêutica. Estamos a falar dos Rockefellers, dos Carnegies e outros tais. E o que eles fizeram foi usarem as fundações isentas de impostos, algumas das quais criadas por eles próprios e outras que eles adquiriram, o que não é difícil de fazer quando se tem muito de dinheiro.

(...)

Eles ofereceram uma tremenda quantidade de dinheiro às escolas que concordassem em cooperar com eles. O que eles pediram em troca? Não muito, realmente. Eles tinham o que chamavam de triunvirato, 3 homens, primeiramente constituído por Abraham Flexner, o seu irmão Simon Flexner e Fred Gates, este foi quem mencionei antes como o cérebro por trás da estratégia.

Os três homens, chamados triunvirato, os doadores disseram às escolas: "estamos a dar todo este dinheiro, seria pedir muito se pudéssemos colocar algumas das nossas pessoas no Conselho de Administração, para confirmarem que o nosso dinheiro será gasto sabiamente?" Bem, quando alguém oferece a uma escola esfomeada, a uma escola em dificuldades, um par de milhões de dólares e tudo o que pede em troca é que alguns indivíduos, bem conhecidos e prestigiados, sejam adicionados ao seu conselho de administração a resposta em muitos casos, é sim, será uma honra para nós ter essas pessoas no nosso Conselho de Administração.

Quase de imediato todas as grandes universidades, que hoje consideramos ser as principais universidades, no campo da medicina, receberam grandes concessões a partir destas fontes e também aceitaram uma, duas ou três dessas pessoas que mencionei no seu Conselho de Administração e essas escolas foram literalmente tomadas pelos interesses financeiros que colocaram o dinheiro.

Agora, o que aconteceu como resultado disso foi que as escolas receberam uma infusão de dinheiro e foram capazes de construir novos prédios, foram capazes de adicionar equipamento caro aos seus laboratórios, foram capazes de contratar os melhores professores, foram capazes de multiplicar o nível da educação médica nos Estados Unidos por cem vezes, mas ao mesmo tempo que faziam isso eles torceram tudo na direcção das drogas farmacêuticas.

Essa foi a eficiência na filantropia, os médicos a partir desse ponto da história seriam ensinados em medicamentos. As escolas que não aceitaram aqueles termos não receberam o dinheiro e, de forma geral, caíram pelo caminho e hoje provavelmente nunca ouviu falar delas. Todas as grandes instituições de ensino nos EUA foram, desta forma, capturadas pelos interesses farmacêuticos e é realmente incrível quão pouco dinheiro foi necessário para o fazer.

Então, agora o médico comum vai para a escola, recebe uma educação superior, tem que ser muito inteligente para conseguir terminar, descobre tudo sobre as drogas e não sabe muito sobre nutrição básica. Descobri que uma comum esposa destes médicos sabe mais sobre nutrição do que eles, mas eles conhecem com certeza os seus medicamentos.
Se for ao seu médico típico, hoje, não importa de quê, é provável que saia de lá com uma receita médica.

Porquê? Porque foi isso que ele foi treinado para fazer. As drogas farmacêuticas são o tratamento de escolha. Foi assim que isto aconteceu, Senhoras e Senhores, e precisam saber disto.


http://nouraladen.blogtok.com/menu/6/25242//
Veja também:

INTERNAUTAS! SALVEM A MEDICINA NATURAL! PETIÇÃO

INTERNAUTAS! SALVEM A MEDICINA NATURAL! PETIÇÃO
A Big Pharma (Corporação Farmacêutica), o Codex Alimentarius, a NOM (Nova Ordem Mundial) têm a intenção de controlar, proibir ou extinguir todo potencial natural de cura a que temos acesso, todos os recursos naturais não lucrativos ou controláveis. Informe-se e aja agora !




artigo do New York Times:
E MAIS NOS LIVROS:
La Mafia Médicale – Guylaine Lancôt, M.D., Québec, 1994, Édition: Voici La Clef Inc.
White Coat Black Hat – Carl Elliott. Boston, 2010, Beacon Press books.
publicado por conspiratio às 16:32
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Segunda-feira, 25 de Abril de 2011

O TAMANHO DO UNIVERSO - PLANETAS, ESTRELAS, GALÁXIAS E VOCÊ

 
 
 

"Você não é o centro do Universo"... nem seus problemas são absolutos. Relativize e se localize. A saída pode estar em abrir. Abrir a mente amplia a percepção e o leque de opções. Resgata uma noção de todo. O Universo tb está dentro de vc.


VÍDEO: O TAMANHO DO UNIVERSO - PLANETAS, ESTRELAS, GALÁXIAS E VOCÊ 

http://www.youtube.com/user/gaiasohl?feature=chclk#p/u/118/RPfJqTzBYyk








VÍDEO "ZOOM!"







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Ken O’Donnell Ensina a Vencer o Stress

Eu vejo uma mosca na parede. Se eu pego a mosca e coloco debaixo do microscópio, aumentando a resolução, aquela mosca se torna um monstro. Se eu deixo a mosca em seu contexto, na parede, ela é apenas uma mosca. Se eu tiro do contexto, e fico analisando, aquilo se transforma num grande problema. Nós fazemos isto o tempo todo...

 
Compreensão inclui duas coisas: deixar as coisas no seu contexto e criar uma perspectiva mais ampla. Para isso naturalmente a meditação ajuda. A meditação cria sempre uma sensação de ser um observador desapegado da vida, e da sua vida. A meditação amplia a sua perspectiva das coisas; você vê as coisas no contexto e diminui o tamanho dos problemas. Como diz o ditado - você torna montanhas em sementes de mostarda.
 
http://holosgaia.blogspot.com/2008/09/meditao-ajuda-relativizar-o-problema.html
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DAVID ICKE - CONECTANDO OS PONTOS, RECUPERANDO A VISÃO DO TODO, INTEGRANDO A SI MESMO

 
http://conspiratio.blogs.sapo.pt/123213.html
 
E quando vc junta as peças do quebra-cabeça o mundo parece muito, muito diferente, quando você conecta os pontos. Porque o que o sistema quer fazer, por trás da sociedade, é fazer com que as pessoas foquem em pontos, pontos individuais como religião, família, trabalho, time de footebol ou o que for. Não há nada errado em se manter o foco enquanto você mantém também uma visão periférica e global da coisa toda, e você pode perceber que sua concentração se conecta a tudo o mais, mas não é o que o sistema quer. Ele quer a concentração em um ponto isolado para que vc não tenha uma visão ampla das coisas. Assim, nós tentamos passar pela confusão que chamamos vida. O sistema de controle coloca infinitos caminhos para nos distrair e confundir, para nos mantes afastados do entendimento que nos libertaria.

A idéia é manter a humanidade constantemente confusa, então nós não sabemos onde estamos, quem somos nós, nem mesmo o que é a realidade. Mas quando você conecta os pontos, e muitos deles não têm, aparentemente, nenhuma conecção com os outros, a luz se acende e de repente a imagem se forma. E isso vai fazer o mundo em que vivemos extraordinariamente diferente daquele que nos mostraram desde o nascimento. O elefante na sala de estar aparece quando você conecta os pontos, e é tão evidente que chega a ser ridículo. Mas se você não conecta os pontos não há elefante, pois você não consegue vê-lo. Esse elefante na sala de estar significa: existe uma conspiração multinível para escravizar a humanidade em algo parecido com um campo de concentração global. O truque é garantir que os escravos não percebam que são escravos para que nada façam contra sua escravidão.
 Quando comecei essa jornada, 20 anos atrás, nos primeiros anos toda a informação vinha a mim de maneira sincronizada: conhecendo pessoas, encontrando documentos, informações, tendo experiências, que nos primeiros anos foram o que eu chamo de informações dos 5 sentidos dessa conspiração. As fraudes bancárias, o estado policial, a vigilância orwelliana, o cartel farmacêutico atacando o corpo e o sistema imunológico humano, as guerras planejadas. E então, depois de alguns anos somente seguindo as sincronicidades, seguindo as pistas, eu me deparei com a ligação reptiliana para com as famílias que governam nossa realidade. Então a parte mais importante por volta de 2003, 2002, quando a sincronicidade começou a me dirigir para a natureza da realidade em si. 

David Icke
 

Eu ainda não sei o que concluir de tudo o que tenho visto. A única coisa que permanece firme em minha mente é a decisão de juntar (ou de não separar!) informações e fatos que aparecem como díspares e distantes entre si, mas que podem ser peças de um mesmo quebra-cabeça. Nós temos que cruzar as mais diferentes informações, checá-las e integrá-las no todo do qual elas fazem parte. E fazer isto fora é fazer isso dentro, pois na verdade, nossa cabeça, é que está desmontada, por assim dizer, dissociada e só entende por partes. Só que o entendimento das partes não é o conhecimento que liberta. É preciso somá-las, juntá-las, é preciso permitir que se reúnam e se relacionem. Sem isso, nem mesmo uma acareação é possível. É o que eu tenho sentido, e seguir o sentir também faz parte. Esta palestra de David Icke também aborda este tema. Ao conectar pontos aparentemente isolados, propositalmente separados por uma barreira de pré-conceitos, estamos desmanchando um programa milenar e recobrando nossa integridade perdida e nossa percepção do todo.

Celia


http://videosvitais.blogspot.com/2011/04/o-tamanho-do-universo-planetas-estrelas.html

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http://www.planetanews.com/news/2011/11496

Quatro Cegos e a Avaliação de um Elefante. Como cada um o vê?

Por Benito Pepe

Certo dia, um príncipe indiano mandou chamar um grupo de cegos de nascença e os reuniu no pátio do palácio. Ao mesmo tempo, mandou trazer um elefante e o colocou diante do grupo. Em seguida, conduzindo-os pela mão, foi levando os cegos até o elefante para que o apalpassem. Um apalpava a barriga, outro a cauda, outro a orelha, outro a tromba, outro uma das pernas. Quando todos os cegos tinham apalpado o animal, o príncipe ordenou que cada um explicasse aos outros como era o elefante, então, o que tinha apalpado a barriga, disse que o elefante era como uma enorme panela.

O que tinha apalpado a cauda até os pelos da extremidade discordou e disse que o elefante se parecia mais com uma vassoura. “Nada disso”, interrompeu o que tinha apalpado a orelha. “Se alguma coisa se parece é com um grande leque aberto”. O que apalpara a tromba deu uma risada e interferiu: “Vocês estão por fora. O elefante tem a forma, as ondulações e a flexibilidade de uma mangueira de água…”. “Essa não”, replicou o que apalpara a perna, “ele é redondo como uma grande mangueira, mas não tem nada de ondulações nem de flexibilidade, é rígido como um poste…”. Os cegos se envolveram numa discussão sem fim, cada um querendo provar que os outros estavam errados, e que o certo era o que ele dizia. Evidentemente cada um se apoiava na sua própria experiência e não conseguia entender como os demais podiam afirmar o que afirmavam. O príncipe deixou-os falar para ver se chegavam a um acordo, mas quando percebeu que eram incapazes de aceitar que os outros podiam ter tido outras experiências, ordenou que se calassem. “O elefante é tudo isso que vocês falaram.”, Explicou. “Tudo isso que cada um de vocês percebeu é só uma parte do elefante. Não devem negar o que os outros perceberam. Deveriam juntar as experiências de todos e tentar imaginar como a parte que cada um apalpou se une com as outras para formar esse todo que é o elefante.”


 
 
 
publicado por conspiratio às 23:59
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Sábado, 16 de Abril de 2011

TERRORISMO FINANCEIRO, ESCRAVIDÃO POR ENDIVIDAMENTO (NOVA ORDEM MUNDIAL)




VÍDEO: http://www.youtube.com/user/gaiasohl#p/a/u/0/gn9gYPpPEL8



"BEM, É O MESMO CASO, SEJA PORTUGAL, IRLANDA, GRÉCIA OU QUALQUER OUTRO PAÍS EUROPEU. TODOS ELES ENFRENTAM O MESMO PROBLEMA: BANCOS FORAM AUTORIZADOS A LEVAR A CABO ATIVIDADES FRAUDULENTAS.


Max Keiser: Governo Irlandês escravo da máquina de terror FMI !


Vamos agora falar sobre a crise do euro com o analista financeiro Max Keiser, o homem amado pelo povo, odiado pelos bancos.


Fontes:
http://www.youtube.com/user/luxcitania#p/c/3435545560C5D14A/0/8MPJkq8LiNQ
http://nouraladen.blogtok.com/menu/6/25242//




Veja também:


AGENTES PARA DESESTABILIZAR NAÇÕES - John Perkins,el sicario económico

http://www.youtube.com/watch?v=xpMp7-M9ugw




Este ex-agente assassino econômico explica como a NOM (nova ordem mundial) age para derrubar um país, torná-lo dependente e submisso a ela, sabotando-lhe a economia:

1- Emprestam-lhe um dinheiro que, eles sabem, ele não tem como pagar.
2 - Asseguram-se de que vai ser mal empregado...
3- Depois vão lá COBRAR. 
4 - Os juros e correção garantem que o pobre estará para sempre acorrentado.


Me lembrou aquela frase: "Grandes países se comportam como ladrões e os pequenos como prostitutas."

E ainda:

Trecho - Documentário "Let's make money" - Ex-assassino econômico John Perkins
http://www.youtube.com/watch?v=dFtijO8qM6A&feature=player_embedded#at=103

Colapso Econômico, Fome e Miséria Programados e Iminentes
http://www.youtube.com/watch?v=QiY8QB1fNAY&feature=player_embedded#at=145



Fonte:
http://videosvitais.blogspot.com/2011/04/terrorismo-financeiro-bancario-max.html

http://www.youtube.com/watch?v=B-OTnI7ni2A&lc
Alex Jones explica como os banqueiros e os globalistas controlam e implosão da economia mundial rumo a escravização global.
publicado por conspiratio às 16:04
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Terça-feira, 12 de Abril de 2011

O CONSÓRCIO - OS ILLUMINATI, A CORPORAÇÃO, A ELITE GLOBALISTA, OS BILDERBERGS...




O texto abaixo, de autoria de Olavo de Carvalho, é um pequeno excerto do debate entre ele e Alexander Dugin publicado no blog USA e a Nova Ordem Mundial (http://debateolavodugin.blogspot.com).

Aqui ele explica brevemente quem é a elite que, há mais de um século (há indícios dela desde os Illuminati da Baviera, no sec. XVIII, pelo menos), tem secretamente manipulado a política, a economia, movimentos sociais, não só para lucrar sobejamente, como para controlar o mundo e instalar uma tirania global comandada por ela.



O Consórcio


A elite globalista não é apenas uma vaga classe social de capitalistas e banqueiros. É uma entidade organizada, com existência contínua há mais de um século, que se reúne periodicamente para assegurar a unidade dos seus planos e a continuidade da sua execução, com a minúcia e a precisão científica com que um engenheiro controla a transmutação do seu projeto em edifício.


A expressão mesma “elite global”, que tenho usado, não dá uma idéia exata da natureza dessa entidade. Muito melhor é o nome sugerido no título do livro de Nicholas Hagger, The Syndicate. [3] Só não a copio ipsis litteris porque sua equivalente brasileira denota organizações trabalhistas, que em inglês não se chamam “sindicatos” e sim unions, enquanto Syndicate se usa mais para associações comerciais e patronais, dando o sentido preciso do que Hagger pretende dizer. Contorno portanto essa dificuldade adotando o termo “Consórcio”, que será usado daqui por diante.


O Consórcio é a organização de grandes capitalistas e banqueiros internacionais, empenhados em instaurar uma ditadura mundial socialista (já veremos por que socialista). São tantos os documentos e estudos que descrevem meticulosamente sua origem, sua história, sua constituição e modus operandi, que nenhuma desculpa se pode admitir para o desconhecimento da matéria, sobretudo em pessoas que pretendem opinar a respeito. Não, isto não é uma insinuação contra o prof. Duguin. Ele está perfeitamente informado a respeito, e se erra nas conclusões que emite não é por ignorância, é porque a índole essencialmente belicosa do seu enfoque o impele a dividir o panorama em duas metades simetricamente opostas, falsificando o quadro todo e mandando para o limbo da inexistência todos os fatos que impugnam essa simplificação maniqueísta.


Tão abundante é a bibliografia sobre o Consórcio, que toda tentativa de resumi-la aqui seria vã. Só o que cabe fazer é indicar alguns títulos essenciais, que o leitor citados aqui e ali ao longo desta exposição, e destacar alguns pontos indispensáveis à compreensão deste debate:


1. O Consórcio formou-se há mais de cem anos, por iniciativa dos Rothschild, uma família multipolar, com ramificações na Inglaterra, na França e na Alemanha desde o século XVIII pelo menos.


2. O Consórcio reúne algumas centenas de famílias bilionárias para a consecução de planos globais que assegurem a continuidade e expansão do seu poder sobre todo o orbe terrestre. Esses planos são de longuíssimo prazo, transcendendo o tempo de duração das vidas dos membros individuais da organização e mesmo o da existência histórica de muitos Estados e nações envolvidos no processo.


3. O Consórcio é uma organização dinástica, cuja continuidade de ação é assegurada pela sucessão de pais a filhos desde há muitas gerações. Veremos adiante (§ 9, “Geopolítica e História”) que esse tipo de continuidade é o fator que distingue entre os verdadeiros sujeitos agentes do processo histórico e as formações aparentes, veneráveis o quanto sejam, que se agitam na superfície das épocas como sombras chinesas projetadas na parede.


4. O Consórcio atua por meio de uma multiplicidade de organizações subsidiárias espalhadas pelo mundo todo, como por exemplo o Grupo Bilderberg ou o Council on Foreign Relations, mas não tem ele próprio uma identidade jurídica. Isso é uma condição essencial para a sua atuação no mundo, permitindo-lhe comandar inumeráveis processos políticos, econômicos, culturais e militares sem poder jamais ser responsabilizado diretamente pelos resultados (ou pela iniqüidade dos meios), seja ante os tribunais, seja ante o julgamento da opinião pública. Tendo agentes fidelíssimos espalhados em vários governos – e no comando de alguns deles –, é sobre esses governos que recai, no debate público, a responsabilidade pelas decisões e ações do Consórcio, fazendo com que os Estados e nações usados como seus instrumentos se tornem também, automaticamente e sem a menor dificuldade, seus bodes expiatórios. É esta a explicação de que tantas decisões políticas manifestamente contrárias aos interesses e até à sobrevivência das nações envolvidas sejam depois, paradoxalmente, atribuídas a ambições nacionalistas e imperialistas fundadas no “interesse nacional”.


Os exemplos históricos são muitos, mas, para ficarmos no presente, basta notar que o presidente Obama, notório servidor do Consórcio, gastou em apenas uma semana 500 milhões de dólares num esforço de guerra destinado a entregar o governo da Líbia a facções políticas declaradamente anti-americanas, podendo ser então acusado de imposição tirânica do poder americano no instante mesmo em que debilita esse poder e o põe a serviço de seus inimigos, tornando-se alvo da fúria “anti-imperialista” destes últimos no ato mesmo de ajudá-los paternalmente a demolir a força e o prestígio dos EUA. Não fez outra coisa o presidente Lyndon Johnson quando enviou os soldados americanos à guerra ao mesmo tempo que lhes amarrava as mãos para que não pudessem vencê-la de maneira alguma, tornando-se assim, ante a mídia de esquerda, o supremo agressor imperialista, quando era na verdade o melhor amigo secreto dos vietcongues. Mesmíssima desgraça produziu o presidente Clinton quando, ao fornecer ajuda à Colômbia para que combatesse o comércio de drogas, impôs como condição para isso que “as organizações políticas” envolvidas no narcotráfico fossem deixadas incólumes: o narcotráfico não diminuiu, apenas seu controle foi transferido das quadrilhas apolíticas para as Farc, que, enriquecidas e livres de concorrentes, puderam então financiar a construção do Foro de São Paulo e a transformação da América Latina quase inteira numa fortaleza do anti-americanismo militante. Duplamente presenteada, a esquerda latino-americana pôde assim beneficiar-se de um fabuloso acréscimo de poder e ao mesmo tempo protestar, com ares de indignação, contra a “intervenção imperialista” à qual deviam o mais generoso dos favores. Os exemplos poderiam multiplicar-se ad infinitum. [4] Esse é o modo de ação característico do Consórcio: usar os governos como instrumentos de planos que prejudicam as suas nações, e depois ainda acusá-los de prepotência nacionalista e imperialista.





5. O Consórcio é uma entidade característicamente supra-nacional, formada de famílias de nacionalidades diversas, independente e soberana em face de qualquer interesse nacional possível e imaginável. Um breve exame da lista dessas famílias basta para demonstrá-lo com evidência sobrante. Supor que os Onassis, os Dupont, os Agnelli, os Schiff, os Warburg, os Rothschild, o príncipe Bernhard e a rainha Beatrix da Holanda, o rei Juan Carlos da Espanha, o rei Harald V da Noruega sejam todos patriotas americanos, empenhados em exaltar o poder e a glória dos EUA, é uma hipótese tão boba, tão pueril que nem merece discussão. A identificação do poder globalista com o interesse nacional americano – como outrora com o Império Britânico ou variados colonialismos – é apenas a camuflagem de praxe com que essa entidade onipresente confere a si própria as vantagens e confortos de uma relativa invisibilidade, batendo e roubando com mão alheia para não queimar os dedos nas fogueiras que vai ateando pelo mundo (e contando, para isso, com a colaboração servil da mídia internacional, que pertence a membros do próprio Consórcio).
Fonte:

http://debateolavodugin.blogspot.com/2011/04/r2-olavo-de-carvalho-portugues.html

__________________

Olavo tb está no youtube:
http://www.youtube.com/watch?v=uxrv7ZEsQS8

publicado por conspiratio às 18:44
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