Domingo, 30 de Janeiro de 2011

ÍNDIA HOJE - CONFRONTANDO O IMPÉRIO - ARUNDHATI ROY

FALTOU CITAR O BRAÇO SOCIALISTA DA NOM, a Rússia e a pressão do bloco socialista...

 

O Confrontando o Império

Arundhati Roy
27 de janeiro de 2002

Durante o III Fórum Social Mundial em Porto Alegre

Tradução Imediata

Pediram-me para falar a respeito de "Como confrontar o Império". Trata-se de uma pergunta muito ampla, mas eu não tenho respostas fáceis.

Quando falamos em confrontar o "Império", precisamos identificar o que significa "Império". Será que quer dizer o governo dos EUA (e seus satélites europeus), o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional, a Organização Mundial do Comércio, e as corporações multinacionais? Ou será algo mais do que isso?

Em muitos países, o Império tem feito brotar outras cabeças subsidiárias, alguns subprodutos perigosos – o nacionalismo, o fanatismo religioso, o fascismo e, naturalmente, o terrorismo. Todos eles marchando lado a lado com o projeto de globalização corporativa.

Permitam-me ilustrar o que quero dizer com isso. A Índia – a maior democracia do mundo – está, atualmente, na linha de frente do projeto de globalização corporativa. Seu "mercado" de um bilhão de pessoas está sendo seriamente valorizado pela OMC. A corporativização e a privatização estão sendo bem acolhidas pelo governo e pela elite da Índia.

Não é uma mera coincidência que o Primeiro Ministro, o Ministro do Interior e o Ministro do Desinvestimento – os homens que assinaram o acordo com a Enron na Índia, os homens que estão vendendo a infra-estrutura do país para as corporações multinacionais, os homens que querem privatizar a água, a eletricidade, o petróleo, o carvão, o aço, a saúde, a educação e as telecomunicações são todos membros ou admiradores do RSS. O RSS é a associção hindu de direita, ultra-nacionalista, que tem expressado abertamente admiração por Hitler e seus métodos.

A destruição da democracia está ocorrendo numa velocidade e eficiência de um Programa de Ajuste Estrutural. Enquanto o projeto de globalização corporativa está produzindo rasgos profundos na vida do povo da Índia, a privatização "maciça" e as "reformas" trabalhistas estão expulsando as pessoas para fora de suas terras e de seus empregos. Centenas de agricultores empobrecidos estão cometendo suicídio, consumindo pesticidas. Estão sendo reportadas mortes por inanição em todo o país.

Enquanto a elite se aventura em direção de seus destinos imaginários em algum lugar perto do topo do mundo, os destituídos se encontram numa espiral descendente em direção ao crime e ao caos. Esse clima de frustração e desilusão nacional é o cenário perfeito, conforme nos revela a história, para o crescimento do fascismo.

Os dois braços do Governo Indiano têm feito evoluir uma perfeita ação de pinça. Enquanto um dos braços está ocupado em liquidar o país em pedaços, o outro, para desviar a atenção, está orquestrando um coro de uivos e brados de nacionalismo hindu e fanatismo religioso. Está conduzindo testes nucleares, rescrevendo textos de história, queimando igrejas e demolindo mesquitas. Censura, vigilância e controle, suspensão das liberdades civis e dos direitos humanos, a redefinição de quem é cidadão indiano e quem não é, particularmente com relação às minorias religiosas, tudo isso está se tornando agora uma prática normal.

No último mês de março, no estado de Gujarat, dois mil muçulmanos foram assassinados num progrom patrocinado pelo estado. As mulheres muçulmanas, especialmente, se tornaram um importante alvo. Foram desnudadas, estupradas por gangues, antes de serem queimadas vivas. Incendiários queimaram e saquearam lojas, lares, tecelagens e mesquitas.

Mais de cento e cinquenta mil muçulmanos foram expulsos de suas casas. A base econômica da comunidade muçulmana foi devastada.

Enquanto o Gujarat estava sendo incendiado, o Primeiro Ministro da Índia estava na MTV promovendo seus novos poemas. Em janeiro deste ano, o Governo que orquestrou a matança foi reeleito para tomar a posse, com uma confortável maioria. Ninguém foi punido pelo genocídio. Narendra Modi, orgulhoso membro do RSS que arquitetou o progrom, embarcou no seu segundo termo como Ministro Chefe do Gujarat. Se ele fosse Saddam Hussein, é claro que cada atrocidade teria sido mostrada na CNN. Mas já que não é – e como o "mercado" indiano está aberto para os investidores globais – o massacre não é nem mesmo uma inconveniência embaraçosa.

Há mais de cem milhões de muçulmanos na Índia. Uma bomba-relógio está tique-taqueando em nossa antiga terra.

Tudo isso para dizer que é um mito que o livre mercado destrói as barreiras nacionais. O mercado livre não ameaça a soberania nacional, ele destrói a democracia.

Enquanto cresce a disparidade entre os ricos e os pobres, a luta para tomar posse dos recursos está se intensificando. Para forçar seus "estimados acordos", para tornar corporativas as safras que produzimos, a água que bebemos, o ar que respiramos, os sonhos que sonhamos, a globalização corporativa precisa de uma confederação internacional de governos autoritários, leais e corruptos em países mais pobres que imponham reformas impopulares e reprimam os motins.
A Globalização Corporativa – ou será que deveríamos chamá-la pelo seu verdadeiro nome? – Imperialismo – precisa de uma imprensa que se faça passar como livre. Precisa de tribunais que finjam dispensar justiça.
Enquanto isso, os países do Norte fortalecem suas fronteiras e acumulam armas de destruição em massa. Afinal de contas, eles precisam garantir que somente o dinheiro, as mercadorias, as patentes e os serviços sejam globalizados. Não o livre movimento das pessoas. Não o respeito pelos direitos humanos. Não os tratados internacionais sobre discriminação racial ou armas químicas e nucleares ou a emissão de gases de efeito serra ou a mudança climática, ou – Deus me livre – a justiça.

De forma que – tudo isso – é "império". Esta leal confederação, esse obsceno acúmulo de poder, esta distância incrivelmente aumentada ente aqueles que tomam as decisões e aqueles que sofrem por causa delas.

Nossa luta, nosso objetivo, nossa visão de Um Outro Mundo deve ser aquela de eliminar essa distância.
 Portanto, como podemos resistir ao "Império"?

 
A boa nova é que não estamos indo tão mal. Tem havido importantes vitórias. Aqui na América Latina, vocês têm conquistado várias – na Bolívia, temos Cochabamba. No Peru, houve a revolta em Arequipa, na Venezuela, o Presidente Hugo Chavez está resistindo, apesar dos grandes esforços do governo dos EUA.

E o olhar do mundo está pairando sobre o povo da Argentina, que está tentando remodelar o país das cinzas do estrago provocado pelo FMI.

Na Índia, o movimento contra a globalização corporativa está ganhando força e está decidido a se tornar a única força política real para conter o fanatismo religioso.

Quanto aos reluzentes embaixadores da globalização corporativa – Enron, Bechtel, WorldCom, Arthur Andersen – quem te viu e quem te vê?

E, naturalmente, aqui no Brasil, devemos perguntar… quem era o presidente no ano passado e quem é o presidente agora?
Mesmo assim… muitos de nós enfrentamos momentos sombrios de desesperança e desespero. Sabemos que sob o baldaquino crescente da Guerra Contra o Terrorismo, os homens de terno estão trabalhando duro.
Enquanto as bombas chovem sobre nós e os mísseis cruise deslizam nos céus, sabemos que contratos estão sendo assinados, patentes estão sendo registradas, oleodutos estão sendo projetados, recursos naturais estão sendo saqueados, a água está sendo privatizada, e George Bush está planejando a guerra contra o Iraque.

Se olharmos para esse conflito como um confronto direto e olhos nos olhos entre o "Império" e aqueles entre nós que estão resistindo, poderá parecer que estamos perdendo.

Mas há uma outra forma de olharmos para isso. Nós, todos nós que nos encontramos aqui, cada um a seu modo próprio, assentamos um cerco ao "Império".

Talvez não o tenhamos parado em seus trilhos – ainda – mas conseguimos desnudá-lo. Conseguimos tirar a sua máscara. Conseguimos arrancá-lo para fora. E agora ele está aí, na nossa frente, no palco do mundo, em toda a sua brutal e iníqua nudez.
O Império pode até ir para a guerra, mas agora está exposto – monstruoso demais para encarar seu próprio reflexo. Monstruoso demais até mesmo para reunir seu próprio povo. Não demorará muito para que a maioria do povo americano se torne nossa aliada.
Há apenas alguns dias, em Washington, duzentos e cinquenta mil pessoas marcharam contra a guerra ao Iraque. A cada mês, o protesto se torna mais eloquente.

Antes de 11 de setembro de 2001, a América tinha uma história secreta. Secreta especialmente para o seu próprio povo. Mas agora os segredos da América são história, e a sua história é de conhecimento público. Está na boca de todos.

Hoje, sabemos que cada argumento que está sendo usado para escalar a guerra contra o Iraque é uma mentira. A mais ridícula delas sendo que o Governo dos EUA está seriamente empenhado em levar a democracia ao Iraque.

Matar as pessoas para salvá-las da ditadura ou da corrupção ideológica é, naturalmente, um velho esporte do governo dos EUA. Aqui, na América Latina, vocês sabem disso melhor que ninguém.

Ninguém duvida que Saddam Hussein é um ditador impiedoso, um assassino (cujos piores excessos tiveram o suporte dos governos dos EUA e da Grã-Bretanha). Não há dúvida de que os iraquianos estariam melhor sem ele.

Mas, igualmente, o mundo todo estaria melhor sem um certo Sr. Bush. De fato, ele é muito mais perigoso do que Saddam Hussein.

Então, deveríamos bombardear Bush para fora da Casa Branca?

Está mais do que certo que Bush está determinado a guerrear contra o Iraque, independentemente dos fatos – e independentemente da opinião pública internacional.

Em seu ímpeto de recrutamento de aliados, os Estados Unidos estão preparados para inventar fatos.

A charada com os inspetores de armas é a ofensiva dos EUA, insultando a concessão a algumas formas distorcidas de etiqueta. É come deixar a "porta do cachorro" aberta para a entrada de "aliados" da última hora, ou talvez, para que as Nações Unidas possam rastejar a sua entrada.

Mas, para todas as intenções e propósitos, a Nova Guerra contra o Iraque começou.

O que podemos fazer?

Podemos afiar a nossa memória, aprender com a nossa história. Podemos continuar a conscientizar a opinião pública até que ela se torne um rugido ensurdecedor.
Podemos tornar a guerra contra o Iraque em um aquário dos excessos do governo dos EUA.

Podemos expor George Bush e Tony Blair – e seus aliados – pelos covardes assassinos de crianças, envenenadores de água e pusilânimes bombardeadores a longa distância que são.

Podemos reinventar a desobediência civil de um milhão de maneiras diferentes. Em outras palavras, podemos criar um milhão de modos para nos tornarmos um grande estorvo coletivo.

Quando George Bush diz "ou vocês estão conosco, ou são terroristas", podemos dizer "Não, obrigado." Podemos dizer-lhe que os povos do mundo não precisam escolher entre um Mickey Mouse Malévolo e os Mulás Malucos.

A nossa estratégia deveria ser não somente a de confrontar o império, mas de encurralá-lo. Tirar-lhe o oxigênio. Envergonhá-lo. Ridicularizá-lo. Com nossa arte, nossa música, nossa literatura, nossa teimosia, nossa alegria, nosso brilho, nossa transparente persistência – e nossa habilidade de contar nossas próprias histórias. Histórias que são diferentes daquelas que querem nos forçar a acreditar por meio da lavagem cerebral.

A revolução corporativa desmoronará se nos recusarmos a comprar o que eles estão vendendo – as idéias deles, a versão deles da história, as guerras deles, as armas deles, a noção deles da inevitabilidade.

Lembrem-se disso: Nós somos muitos e eles são poucos. Eles precisam mais de nós do que nós precisamos deles.


Um outro mundo não é só possível, como também já está a caminho. Num dia tranquilo, posso até ouvi-lo respirar.



-Arundhati Roy


Porto Alegre, Brasil


27 de janeiro de 2003


Confronting Empire


Arundhati Roy


I've been asked to speak about "How to confront Empire?" It's a huge question, and I have no easy answers.

When we speak of confronting "Empire," we need to identify what "Empire" means. Does it mean the U.S. Government (and its European satellites), the World Bank, the International Monetary Fund, the World Trade Organization, and multinational corporations? Or is it something more than that?

In many countries, Empire has sprouted other subsidiary heads, some dangerous byproducts - nationalism, religious bigotry, fascism and, of course terrorism. All these march arm in arm with the project of corporate globalization.

Let me illustrate what I mean. India - the world's biggest democracy - is currently at the forefront of the corporate globalization project. Its "market" of one billion people is being prized open by the WTO.

Corporatization and Privatization are being welcomed by the Government and the Indian elite.

It is not a coincidence that the Prime Minister, the Home Minister, the Disinvestment Minister - the men who signed the deal with Enron in India, the men who are selling the country's infrastructure to corporate multinationals, the men who want to privatize water, electricity, oil, coal, steel, health, education and telecommunication - are all members or admirers of the RSS. The RSS is a right wing, ultra-nationalist Hindu guild which has openly admired Hitler and his methods.

The dismantling of democracy is proceeding with the speed and efficiency of a Structural Adjustment Program. While the project of corporate globalization rips through people's lives in India, massive privatization, and labor "reforms" are pushing people off their land and out of their jobs. Hundreds of impoverished farmers are committing suicide by consuming pesticide. Reports of starvation deaths are coming in from all over the country.

While the elite journeys to its imaginary destination somewhere near the top of the world, the dispossessed are spiraling downwards into crime and chaos. This climate of frustration and national disillusionment is the perfect breeding ground, history tells us, for fascism.


The two arms of the Indian Government have evolved the perfect pincer action. While one arm is busy selling India off in chunks, the other, to divert attention, is orchestrating a howling, baying chorus of Hindu nationalism and religious fascism. It is conducting nuclear tests, rewriting history books, burning churches, and demolishing mosques. Censorship, surveillance, the suspension of civil liberties and human rights, the definition of who is an Indian citizen and who is not, particularly with regard to religious minorities, is becoming common practice now.


Last March, in the state of Gujarat, two thousand Muslims were butchered in a State-sponsored pogrom. Muslim women were specially targeted. They were stripped, and gang-raped, before being burned alive. Arsonists burned and looted shops, homes, textiles mills, and mosques.


More than a hundred and fifty thousand Muslims have been driven from their homes. The economic base of the Muslim community has been devastated.


While Gujarat burned, the Indian Prime Minister was on MTV promoting his new poems. In January this year, the Government that orchestrated the killing was voted back into office with a comfortable majority. Nobody has been punished for the genocide. Narendra Modi, architect of the pogrom, proud member of the RSS, has embarked on his second term as the Chief Minister of Gujarat. If he were Saddam Hussein, of course each atrocity would have been on CNN. But since he's not - and since the Indian "market" is open to global investors - the massacre is not even an embarrassing inconvenience.

There are more than one hundred million Muslims in India. A time bomb is ticking in our ancient land.All this to say that it is a myth that the free market breaks down national barriers. The free market does not threaten national sovereignty, it undermines democracy.


As the disparity between the rich and the poor grows, the fight to corner resources is intensifying. To push through their "sweetheart deals," to corporatize the crops we grow, the water we drink, the air we breathe, and the dreams we dream, corporate globalization needs an international confederation of loyal, corrupt, authoritarian governments in poorer countries to push through unpopular reforms and quell the mutinies.


Corporate Globalization - or shall we call it by its name? - Imperialism - needs a press that pretends to be free. It needs courts that pretend to dispense justice.

Meanwhile, the countries of the North harden their borders and stockpile weapons of mass destruction. After all they have to make sure that it's only money, goods, patents and services that are globalized. Not the free movement of people. Not a respect for human rights. Not international treaties on racial discrimination or chemical and nuclear weapons or greenhouse gas emissions or climate change, or - god forbid - justice.


So this - all this - is "empire." This loyal confederation, this obscene accumulation of power, this greatly increased distance between those who make the decisions and those who have to suffer them.

Our fight, our goal, our vision of Another World must be to eliminate that distance.


So how do we resist "Empire"?


The good news is that we're not doing too badly. There have been major victories. Here in Latin America you have had so many - in Bolivia, you have Cochabamba. In Peru, there was the uprising in Arequipa, In Venezuela, President Hugo Chavez is holding on, despite the U.S. government's best efforts.


And the world's gaze is on the people of Argentina, who are trying to refashion a country from the ashes of the havoc wrought by the IMF.


In India the movement against corporate globalization is gathering momentum and is poised to become the only real political force to counter religious fascism.


As for corporate globalization's glittering ambassadors - Enron,

Bechtel, WorldCom, Arthur Anderson - where were they last year, and where are they now?

And of course here in Brazil we must ask ...who was the president last year, and who is it now?

Still ... many of us have dark moments of hopelessness and despair. We know that under the spreading canopy of the War Against Terrorism, the men in suits are hard at work.

While bombs rain down on us, and cruise missiles skid across the skies, we know that contracts are being signed, patents are being registered, oil pipelines are being laid, natural resources are being plundered, water is being privatized, and George Bush is planning to go to war against Iraq.

If we look at this conflict as a straightforward eye-ball to eye-ball confrontation between "Empire" and those of us who are resisting it, it might seem that we are losing.

But there is another way of looking at it. We, all of us gathered here, have, each in our own way, laid siege to "Empire."

We may not have stopped it in its tracks - yet - but we have stripped it down. We have made it drop its mask. We have forced it into the open. It now stands before us on the world's stage in all it's brutish, iniquitous nakedness.


Empire may well go to war, but it's out in the open now - too ugly to behold its own reflection. Too ugly even to rally its own people. It won't be long before the majority of American people become our allies. 

Only a few days ago in Washington, a quarter of a million people marched against the war on Iraq. Each month, the protest is gathering momentum.

Before September 11th 2001 America had a secret history. Secret especially from its own people. But now America's secrets are history, and its history is public knowledge. It's street talk.

Today, we know that every argument that is being used to escalate the war against Iraq is a lie. The most ludicrous of them being the U.S. Government's deep commitment to bring democracy to Iraq.

Killing people to save them from dictatorship or ideological corruption is, of course, an old U.S. government sport. Here in Latin America, you know that better than most.

Nobody doubts that Saddam Hussein is a ruthless dictator, a murderer (whose worst excesses were supported by the governments of the United States and Great Britain). There's no doubt that Iraqis would be better off without him.

But, then, the whole world would be better off without a certain Mr. Bush. In fact, he is far more dangerous than Saddam Hussein.

So, should we bomb Bush out of the White House?

It's more than clear that Bush is determined to go to war against Iraq, regardless of the facts - and regardless of international public opinion. In its recruitment drive for allies, The United States is prepared to invent facts.

The charade with weapons inspectors is the U.S. government's offensive, insulting concession to some twisted form of international etiquette. It's like leaving the "doggie door" open for last minute "allies" or maybe the United Nations to crawl through. But for all intents and purposes, the New War against Iraq has begun.

What can we do?

We can hone our memory, we can learn from our history. We can continue to build public opinion until it becomes a deafening roar.

We can turn the war on Iraq into a fishbowl of the U.S. government's excesses.


We can expose George Bush and Tony Blair - and their allies - for the cowardly baby killers, water poisoners, and pusillanimous long-distance bombers that they are.

We can re-invent civil disobedience in a million different ways. In other words, we can come up with a million ways of becoming a collective pain in the ass.


When George Bush says "you're either with us, or you are with the terrorists" we can say "No thank you." We can let him know that the people of the world do not need to choose between a Malevolent Mickey Mouse and the Mad Mullahs.

Our strategy should be not only to confront empire, but to lay siege to it. To deprive it of oxygen. To shame it. To mock it. With our art, our music, our literature, our stubbornness, our joy, our brilliance, our sheer relentlessness - and our ability to tell our own stories. Stories that are different from the ones we're being brainwashed to believe.

The corporate revolution will collapse if we refuse to buy what they are selling - their ideas, their version of history, their wars, their weapons, their notion of inevitability.


Remember this: We be many and they be few. They need us more than we need them.

Another world is not only possible, she is on her way. On a quiet day, I can hear her breathing.


-Arundhati Roy


Porto Alegre, Brazil


January 27, 2003


Arundhati Roy of India is the author of the acclaimed novel The God of Small Things (Harper-Perennial, 1997). Her non-fiction books are The Cost of Living (Modern Library, 1999) and Power Politics (South End Press, 2001). She is a leading anti-war and anti-corporate globalization activist. This commentary was first broadcast on Radio 4's Today program in the UK.

http://www.imediata.com/lancededados/ARUNDHATIROY/arundati_noforum.html



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A solidão de Noam Chomsky



Arundhati Roy
 
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Sábado, 29 de Janeiro de 2011

SEGURANÇA OU LIBERDADE?




CONTARDO CALLIGARIS

As proibições protegem nossa segurança; mas qual liberdade é certo sacrificar para sermos mais seguros?




PASSEI A SEMANA em Nova York e devorei "Só Garotos" (Companhia das Letras), o livro em que Patti Smith, poetisa, artista e roqueira, conta a história de seu amor por Robert Mapplethorpe, desde o encontro dos dois no parque de Tompkins Square, em 1967, até a morte do artista e fotógrafo, 20 anos depois, de Aids.

A leitura conjurou fantasmas de meu passado: como Smith e Mapplethorpe, fui jovem no fim dos anos 60 -e um tempo em Nova York. Vestindo jeans pata-de-elefante e uma jaqueta militar surrada, errei do Brooklyn ao Lower East Side de Manhattan, frequentei o parque de diversões de Coney Island e os inferninhos da rua 42 ao redor de Times Square.




Talvez Smith amenize um pouco os fatos, para proteger a imagem de Mapplethorpe, ou talvez minhas extravagâncias passadas pareçam maiores do que foram (sempre idealizamos nossa rebeldia). Seja como for, lendo o livro, achei que minha turma era, no mínimo, tão louca quanto Mapplethorpe e Smith.

Não penso na promiscuidade sexual ou nas "experimentações" com tóxicos ilícitos. A verdadeira loucura de todos estava na intransigência da liberdade. Smith, numa época em que a fome era violenta, para não desistir (e voltar para a casa dos pais), repetia o mantra "Eu sou livre, eu sou livre".

Essa liberdade corajosamente defendida não se confundia com a preguiça de uma vida à toa. Smith e Mapplethorpe queriam se afirmar como artistas, únicos, diferentes. Se não se confundiam com os demais, não era por eles não serem devorados por um sonho de sucesso. Ao contrário, suas ambições eram tamanhas que eles estavam dispostos a lhes sacrificar todo conforto e segurança. Nisto eram diferentes: não havia preocupação com conforto e segurança que pudesse induzi-los a moderar a liberdade de seus sonhos.

Todos nós fumávamos como se o tabaco fosse um vegetal em extinção (será mesmo que não sabíamos que era nocivo?). Transávamos sem camisinha e ao deus-dará (tudo bem, não havia Aids, mas havia gonorreia, sífilis, chatos e maníacos sanguinários). Dirigíamos com o pé na tábua (não havia limites de velocidade, mas sabíamos como tinham morrido James Dean e Albert Camus). Cuidado, não havia nada de suicida nessas atitudes: ao contrário, viver nos importava muito -sobreviver, muito pouco.
 Em Nova York, mexi em pertences e documentos de meu filho -claro, a pedido dele. Aprendi assim que, nos anos em que morou em Nova York, apesar de minha oposição furiosa, ele tinha uma motocicleta. Passei da irritação ao riso: justamente em 1967, em Ibiza, num estado mental nada indicado para pilotar, eu aluguei uma moto e abracei uma árvore a 60 por hora -sem capacete.

Imediatamente, de Nova York, postei no meu Twitter (@ccalligaris): Sem dúvida, as proibições podem aumentar nossa segurança. Mas que liberdades seria correto sacrificar para sermos mais seguros?

Alguns lembraram uma frase de Benjamin Franklin: os que renunciassem à liberdade essencial para comprar um pouco de segurança temporária não mereceriam nem a liberdade nem a segurança.


1) As liberdades "inessenciais" são apenas aquelas às quais já renunciamos, covardemente. 2) Há 20 ou 30 anos, estamos no meio de uma negociata, da qual sairemos com alguma segurança e liberdade nenhuma. Não vou exemplificar: só faça a lista das atividades que, 30 anos atrás ou menos, não eram sequer regulamentadas.


Na luta entre segurança e liberdade, a liberdade está sempre em desvantagem, pois, assim que começarmos a prezar a segurança, como correremos algum risco para defender nossa liberdade?

Alguém observará que os "garotos" sempre vivem como se não houvesse amanhã. Concordo, mas não acho que seja apenas porque, em tese, eles estão ainda longe da morte.

Há uma outra razão. 1) Em geral, a juventude é o tempo durante o qual mais acreditamos num sentido da vida; 2) o que dá sentido à vida também dá sentido à morte: sempre vale a pena arriscar a pele por uma ideia ou esperança que pareça justificar a existência (no caso de Mapplethorpe, vale a pena sacrificar-se pela arte); 3) inversamente, quando não acreditamos num sentido, estamos muito preocupados com nossa segurança, pois este é o paradoxo: QUANTO MENOS sentido a vida tem, TANTO MAIS valorizamos (mesquinhamente) o simples fato de sobreviver.

ccalligari@uol.com.br  


http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2701201126.htm


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Sexta-feira, 28 de Janeiro de 2011

OS PODERES QUE DISPUTAM O MUNDO

"'Império' e 'Estados Unidos', não são a mesma coisa. O Império global é supranacional, não só nos objetivos, mas também na constituição interna." 

TRÊS ESQUEMAS GLOBALISTAS (BILDERBERG, RUSSO-CHINÊS E ISLÂMICO) VÍDEO DE OLAVO DE CARVALHO
https://youtu.be/5dMtR5iidME

https://www.youtube.com/watch?v=5dMtR5iidME

 

GLOBALIZAR OU DEMOCRATIZAR?

Mario Sanchez

 
RESUMO - Os ditadores em guerra pelo domínio do Mundo tentam chamar de Globalização à ditadura à qual nos querem submeter. Será que não temos o direito de mobilizar-nos e estabelecer a Democracia Verdadeira com todos nossos direitos de Conhecer, prosperar e ver respeitados nossos Méritos e as conquistas honestas que tivermos?

OLAVO DE CARVALHO, jornalista brasileiro hoje vivendo nos Estados Unidos, comentou e nós resumimos no shvoong que três forças se digladiam para comandar a Globalização, que, segundo os entendidos, terá que acontecer: Travessia PERIGOSA (para o Globalismo) -
Resumimos assim:

O Globalismo avassalador exige equipe altamente preparada para enfrentar essa mutação histórica. OLAVO Cita Arnold Toynbee falando em Oxford em 1962:
Se queremos evitar o suicídio em massa, precisamos ter nosso Estado mundial rapidamente, instaurado de forma talvez não democrática para começar. Era uma proposta trabalhada pelos anglo-americanos desde 1928. Desde H.G.Wells falam em Estado Mundial. Toynbee e Wells eram colaboradores do governo britânico. A obra de Toynbee fornece a visão unificada para o advento do governo mundial.

No Times em 21 de fevereiro de 2006, Richard Hass, do conselho de relações exteriores dos EEUU dizia: Na era da globalização, os Estados devem estar preparados para perder parte da soberania para os órgãos mundiais, como no comércio. Alguns governos estão preparados para atender ao protocolo de Kyoto, eliminando certas emissões de gases.

Segundo R. Hass, a globalização implica em que a soberania deve mesmo tornar-se mais fraca. Olavo faz observações:
1- Há uma onda alarmista por problemas inexistentes. Desde 2006 falam de aquecimento global e em 2008 cientistas contestam e até crianças de escola já sabem que é uma campanha bilionária de interesses comerciais.
2- A rapidez das mudanças torna impossível perceber o sentido dos acontecimentos dado por decisões tomadas em comissões tecnico-científicas. O programa proposto por Toynbee está sendo realizado - O Estado Mundial não suprime mas engole a Democracia que continua existindo como órgão controlado por ele sem a democracia o saber.
3- Os centros de comando do poder globalista não se encontram com o governo americano. Os interesses desse Estado Global não são os do "imperialismo yankee". Antonio Negri, lúcido intelectual de esquerda, explicou e repetiu que "Império" e "Estados Unidos", não são a mesma coisa. O Império global é supranacional, não só nos objetivos, mas também na constituição interna. O grande e verdadeiro Império usa também a esquerda latino-americana e os Estados Unidos são os que mais oposição fazem às pretensões imperiais.
4- Os três esquemas globalistas estão em guerra entre si:
- Um é o do Council on Foreign Office;
- Outro é russo-chinês do Pacto de Shangai usando o terrorismo e a corrupção interna das nações.
- O terceiro é o islâmico através da imigração fazendo a ocupação por dentro, e parecendo unido com o esquema russo-chinês para simular ser contra o "globalismo imperialista".
5- Como conclusão, diz Olavo de Carvalho que nenhum país pode enfrentar o globalismo avassalador mas cada um tem a obrigação de integrar-se nele do modo mais proveitoso possível para seu povo e para isso tem que possuir uma elite altamente preparada e capaz para orientar-se sobre o que ele chama de a mais vasta e complexa mutação da História. No Brasil essa elite não existe.

No BLOG em 26.05.08 fizemos uma análise das forças que lutam para dirigir o Globalismo e resumimos no shvoong como aplicação da Arte da Guerra de Sum Tzu, apresentando um quarto protagonista nesse confronto, assim:
Confrontam-se o Council of Foreign Office, o Pacto de Shangai, a Jirad (3% violentos do Islã) e uma Democracia Ideal.
O CFO envolve América do Norte, União Européia, Japão e Austrália. Na verdade é a força dos Banqueiros cheios de ouro da City.
O Pacto de Shangai é Rússia e China.
Aguerra Santa, Jirad, tem duas frentes (O Terrorismo e a Infiltração sociocultural no CFO).

O que o artigo chama de Quarto Império no confronto da Globalização é a grande maioria da Terra, que não pactua em ser engolida pelo CFO, nem pelo Pacto de Shangai, nem aceita nenhuma guerra santa. Neste Quarto Império podemos somar todos os seres da Terra que desejam a Democracia - somam na realidade 6.5 Bilhões de seres humanos, assim distribuidos: 1.5 bilhão de cristãos e judeus + 1 bilhão de muçulmanos pacifistas + 1 bilhão de budistas e yoguismos + 1 bilhão de TAO-bahais-cultos menores + 2 bilhões não enquadrados de afro/asiático/americanos.

O que sobra querendo a violência são 0.2 bilhão de Jirad/russo/china, onde o terror e a infiltração são insuflados pelos estrategistas do Pacto de Shangai.

Estes três grupos operam na América (norte e sul), na UE, na África, Austrália, Oriente médio, India.

Eles possuem em comum o desejo de impor a ditadura mundial Sem Deus, Sem Família, Sem Pátria, Sem direitos pessoais ou propriedades, mediante ANIQUILAR as nações. Entretanto, seus planos envolvem depois aniquilar também os seus hoje aliados.

O artigo compara este confronto com o acontecido na China dos tempos de SUN BIN. E explica que o erro daquela época foi a ingenuidade do rei Wei e seus sucessores caindo sob a estratégia de aliar-se com o reino de Ch'in. Ora, a estratégia dos ditadores se repete, mas, avisa Sun Tzu que as estratégias são repetitivas, mas, seu sucesso não é repetitivo.

Assim, o conselho da Arte da Guerra daquela época é igual para hoje - O TAO, Caminho, ou modo rege a diretriz a ser seguida pelos Peritos. Conclui-se que os Democráticos de todos os sistemas de espiritualismos constituem o Quarto Império em confronto pela Globalização.

O Artigo nos coloca um tema ainda não bem ventilado:
Acima das nuvens há um Reino Concreto, (muito superior ao reino de trevas que dirige os ditadores), e que está atento, não permitindo que destruam a humanidade.

O que é diferente hoje é que os ditadores estão bem perto de conseguir dominar a globalização e começar a tentativa de aniquilação de todos nós e entre eles. É plenamente compreensível que esse confronto aconteça no meio de um aumento de problemas geológicos e climáticos que já se mostram terríveis. Isso já está ocorrendo e fomos avisados por sábios do passado que quando isso acontecer, a intervenção desse Reino Superior terá que ser feita. E se cumprirá a promessa de separar o JOIO do TRIGO.

CONCLUSÕES - Não é fácil orientar os povos que querem a Democracia para vencer essa guerra onde seis bilhões de humanos estão sob ameaça de terem suas algemas arrochadas em um acordo entre os três súditos das Sombras para serem exterminados por qualquer um que assuma o comando mundial, sabendo que a guerra só vai terminar quando um dos três tenha exterminado também os outros dois... Ou melhor (PIOR, Né?): Não terminará nem quando o Império sobrevivente estiver cantando de Galo vitorioso, pois nesse momento, das Sombras os Crocs virão cobrar sua parte, saboreando as Obesidades de quem engoliu os terrestres e engordou com a ajuda dos invisíveis reptilianos. Para nós isso é simples porque temos dentro de nós uma energia ou essência cujo ponto de união podemos chamar de TAO, BUDA, CRISTO, ALÁ, JEOVÁ, KRISHNA, TEOS, ou qualquer nome que quisermos, e que terá que ser por nós solicitada a expulsar as Sombras que hoje parecem impor sua escuridão a todas as mentes, mas terão que dissolver-se no Nada ao qual pertencem, assim que acendermos a Luz que é a essência de todos nós.


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NÓS SOMOS O ALIMENTO (PREDADORES DA HUMANIDADE)



Alimentação dos Controladores da Sociedade
do blog, saude perfeita...


"Não jogue pérolas aos porcos", Jesus Cristo
"Conheça a verdade e ela te libertará", Jesus Cristo


Podemos, e devemos, evoluir através do amor e, não, através da dor e sofrimento. O mundo que vemos com os nossos olhos físicos é sustentado energeticamente por um mundo invisível aos nossos olhos físicos. E no sentido inverso, existem seres invisíveis aos nossos olhos físicos que se alimentam da energia invisível emitida pela humanidade que observamos com os nossos olhos físicos. Estes seres são os vampiros energéticos que controlam a sociedade humana civilizada. Eles exercem este controle escravagista utilizando uma invenção chamada DINHEIRO. Para termos uma casa bonita, um carro do ano, alimentos para comermos e para nos divertirmos - tudo incentivado pela propaganda de todas as mídias - precisamos ter bastante dinheiro e, portanto, precisamos nos sujeitar à escravização pelos controladores sociais que, obviamente, controlam o dinheiro. É importante notarmos que, para vivermos, não é necessário haver dinheiro: os índios, no meio do mato e em sua comunidade, vivem tranqüilamente e em paz sem usarem dinheiro!


Qual é a energia que os controladores nos sugam? É a energia que transmitimos quando nos preocupamos, nos tensionamos (estressamos), temos medo, tristeza, ódio, raiva, depressão, insegurança, dúvida, espectativa, culpa, etc. A sociedade humana foi estruturada para gerar a máxima quantidade dessas energias negativas, para servir de alimento para os controladores (somos gado para eles). As energias que emitimos quando estamos em paz, alegres, sem dores e sem preocupações, etc. não servem de alimentação para esses vampiros sociais, pois estão em uma outra faixa de freqüências, que não entram em ressonância com esses seres. Portanto, quando somos colocados em estados negativos, somos 'ordenhados' por esses sanguessugas. Você já percebeu que quando tiramos um pequeno cochilo durante o dia (a siesta mexicana, por exemplo), acordamos com muito mais energia? Por que? Porque durante o cochilo não estamos gerando energias negativas (medo, preocupação, etc) e, portanto, não estamos sendo ordenhados por essas pragas. Algo semelhante ocorre quando estamos em estado meditativo.


Note alguns exemplos de como a manada humana é ordenhada energeticamente: milhões de estudantes se preocupando em passar no vestibular, bilhões de pessoas se estressando com os jogos das olimpíadas, futebol, basquete, volei, corridas de automóveis, etc, milhões de pessoas se angustiando assistindo novelas e ouvindo notícias trágicas, ódio ininterrupto no Oriente Médio, guerras constantes e ameaças contínuas geradas pelos governos, "Guerra ao Terrorismo", etc. Obviamente, a luta para arranjar dinheiro para poder sobreviver na nossa sociedade é a fonte mais farta de preocupações e, portanto, de geração da energia apreciada por esses vampiros.


Tendo essas informações como pano de fundo, veja o que diz Zíbia Gasparetto no seu último livro [1]:


Acreditar na vida após a morte do corpo físico é uma questão de vivência. Antes que a vida escancare fatos que fazem pensar no assunto cutucando o comodismo de cada um, raros são aqueles que buscam esse conhecimento.




Por preconceito, receio de iludir-se com coisas perigosas ou mesmo pretendendo fugir do confronto inevitável da morte, a maioria só resolve encarar os fenômenos espirituais com seriedade, depois de sofrer perdas de toda sorte; a morte de um ente querido, a falta de saúde, do emprego, do dinheiro, ou da paz, aparecem para sacudir essa indiferença.


Sem encontrar remédio nos meios convencionais, deprimidos, angustiados, descrentes, cansados e insones, buscam recursos nos meios alternativos, apelando para médiuns, terapeutas e até para a medicina holística, iniciando um processo de reintegração espiritual, de recuperação dos valores verdadeiros da alma, o que pode demandar várias encarnações.


Em minha vivência com os amigos espirituais, descobri que existem caminhos menos dolorosos e que é possível você conquistar o desenvolvimento da consciência sem tantos sofrimentos (pelo amor ao invés da dor). Só que para isso você terá de pagar o preço do esforço próprio, da coragem de confrontar os valores falsos nos quais você acreditou até agora (levando à verdade libertadora).


A educação errada, verdadeira lavagem cerebral a que todos nós somos submetidos desde que nascemos, utilizada inclusive por aqueles que nos amam, na intenção louvável de nos proteger contra o mal, de nos ensinar e nos conduzir ao bem, em vez da felicidade desejada tem nos levado ao desequilíbrio, aos altos e baixos emocionais, à limitação dos nossos potenciais, tendo como conseqüência a depressão, o estresse e a insegurança (energias que os vampiros adoram).


É que, em vez de valorizarem nosso lado bom, salientarem nossas qualidades, puxarem para fora o que temos de melhor, valorizam o mal, policiam os erros, reprimem atitudes que não se encaixam no modelo estabelecido de normalidade, sem perceber que a vida é versátil e que mesmo tendo valores próprios e eternos, criou pessoas diferenciadas, com aptidões diversas que não podem ser enquadradas em uma regra comum.


Claro que há leis de proteção que disciplinam as relações sociais, organizam e mantêm a ordem que nosso bom senso manda acatar e seguir. Respeitar as leis de trânsito, por exemplo, favorece nossa segurança, assim como tantas outras que estabelecem os direitos dos cidadãos.


Não é a isso que me refiro. A organização, a disciplina e a ordem, precisam ser respeitadas porque nos ajudam a viver melhor. Estou falando dos conceitos de comportamento, do modelo de normalidade estabelecido, do julgamento sumário e deprimente de todos aqueles que são diferentes da maioria.


Esses modelos mudam de acordo com o momento. Antigamente eram mais rígidos, porém, ainda, tanto na escola como dentro do lar, os adultos, a pretexto de educar, forçam as crianças a entrar nos modelos (errados) convencionais.


Há padrões para tudo. Para beleza física, para formação profissional, para a vida em família, para o relacionamento afetivo, etc. São eles que, colocados como fundamentais desde cedo, estabelecem crenças, obstruem a livre manifestação da vocação profissional, impedem a pessoa de amar com naturalidade, criam bloqueios e conflitos.


Para serem aceitos, agradar e tornar-se bem-vistos, todos entram no contexto da maioria, com medo de serem discriminados e apontados como exceção. Acontece que não há duas pessoas iguais. Então, o recurso é reprimir a expansão do próprio eu e tentar adaptar-se ao convencionado.


Quando você faz isso, você trai sua natureza, foge à programação que a vida fez a seu favor, perde sua identidade, ignora a própria força, torna-se inseguro. Não sendo honesto consigo mesmo, não expressando o que você sente, se impedindo de ser aquilo que é, não confia mais no próprio discernimento nem na própria capacidade.


Como não confia em si, você passa a valorizar o que a maioria diz. Vive consultando os outros. Baseia-se nas informações de terceiros para gerir a própria vida. Segue o que eles disseram. Quanto mais famosos e mais importantes forem, mais você se orienta por eles.


A educação acadêmica favorece esse conceito. E, quanto mais culto, mais intelectual, mais você se ajusta a esse papel. Quanto mais ajustado nele, mais incapaz de controlar as suas próprias emoções, mais deprimido, mais só, mais descrente e amargurado fica.


A solidão, o vazio no peito, a angústia e o abandono que você sente, revelam o quanto você está distanciado da sua verdadeira identidade. O quanto você ignorou e reprimiu os valores verdadeiros do seu espírito.


É triste tudo isso, porquanto a vida deseja mostrar-lhe que você pode viver melhor, progredir sem sofrimento, ir pelo bom senso, pela inteligência. Contudo, você resiste, pressionado pelas crenças que aprendeu, continuando a não querer enxergar as coisas como elas são, com medo de perder o que nunca possuiu. Então, você atrai a dor, o sofrimento, a perda real, porque só elas podem quebrar essa auto-hipnose e fazer com que você perceba a verdade.


Quando todas as portas se fecharam, quando tudo quanto você acreditava ruiu, quando você não confia em mais ninguém e sente que só pode contar consigo mesmo, só a fé na espiritualidade pode renovar sua confiança na vida e fazer com que você reaja.


Só a certeza de que a vida continua após a morte do corpo físico, de que você é um ser eterno, (esta convicção elimina nosso medo) de que tudo no Universo é perfeito (por ser obra de Deus) e que a vida responde de acordo com o que você lhe dá, fará com que você saia da inversão de valores a que foi submetido e descubra as verdadeiras causas do que acontece no mundo, modificando seu modo de ver e de fazer suas escolhas.


Então você ficará mais lúcido, mais perspicaz, usará melhor sua força interior, vai se tornar mais equilibrado e feliz.


A vida me colocou em sintonia com essa realidade e a cada dia eu reconheço o quanto essa certeza tem contribuído para que eu enfrente melhor os meus desafios. Mudou completamente minha visão de justiça, de solidariedade. Tem permitido que eu conserve minha paz, mesmo me sentindo impotente para modificar e resolver os dolorosos problemas que grassam no mundo.


Eu sei que quando eu não posso, Deus pode. Se ele não resolve é porque não quer e se ele não quer é porque assim será melhor para todos os envolvidos. Deus não erra!! A fé na espiritualidade é algo pessoal e intransferível. É conquista de cada um.


Acredito que quando um fenômeno é verdadeiro, repete-se em todos os tempos da humanidade. Os "milagres" dos profetas, dos santos, dos iniciados continuam ocorrendo todos os dias, com a mesma força e as mesmas características.




Quem estiver interessado de verdade e prestar atenção descobrirá que os espíritos desencarnados continuam interferindo no mundo físico, provocando acontecimentos que não podem ser explicados pela lógica materialista.


Os fenômenos naturais obedecem às leis universais. É preciso estudá-los devidamente, deixando de lado as crendices do sobrenatural. Só assim poderemos compreender como a vida funciona de fato, agir para obtermos melhores resultados e sermos mais felizes.
 Gostaria de concluir esta postagem com um fato relatado por David Icke. Ele nos conta que nos rituais satânicos que envolvem o sacrifício de pessoas, principalmente de crianças (por serem mais puras que os adultos), as vítimas são primeiramente aterrorizadas para que emitam a energia correspondente a este estado negativo e depois são sacrificadas, tendo seus sangues (agora cheio de adrenalina) e carnes devorados por esses parasitas. David Icke conta que existem testemunhas oculares de que a atual rainha da Inglaterra (Elizabeth II) e seu filho, Príncipe Charles, participam rotineiramente desses rituais satânicos que devoram crianças [2].


Referência:
[1] Zibia Gasparetto, Eles continuam entre nós, Centro de Estudos Vida & Consciência Editora, agosto 2008.
[2] David Icke, Tales from the Time Loop, Bridge of Love, 2003.


Retirado do blog de Rui Fragassi, http://www.saudeperfeitarfs.blogspot.com/


Mais em http://sombradainternet.blogspot.com/2010/04/alimentacao-dos-controladores-da.html



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Terça-feira, 25 de Janeiro de 2011

DESAPARECER ATRAVÉS DE MUDANÇA VIBRATÓRIA




 Já li e ouvi alguns relatos sobre pessoas desaparecendo diante de nossos olhos, sumindo do nosso alcance visual, tornando-se invisíveis. Me lembro de uma colega de faculdade que contou para nós que sua mãe "sumiu" na maca onde estivera segundos antes, após alguns procedimentos do terapeuta Adelino Rosa. Outra história desse tipo é do Apolõnio de Tiana que escapou de um tribunal mal intencionado, sumindo diante dos olhos incrédulos dos presentes. 

De acordo com o parecer, Eliano deteve Apolônio e colocou-o na prisão. Antes do que preparar uma defesa, Apolônio passou seu tempo encorajando os outros prisioneiros. Damis protestou que "é um erro falar de filosofia com homens tão quebrantados em espírito como estes". "Não", respondeu o sábio, "são eles exatamente as pessoas que mais desejam que alguém lhes fale e os conforte". Apolônio operou tamanha transformação entre os prisioneiros, embora estivesse acorrentado e sua cabeça tivesse sido raspada, que Domiciano rapidamente antecipou a data do julgamento. Damis preocupou-se que Apolônio não tivesse tempo suficiente para prepara sua defesa. "Estás indo defender tua vida ex tempore?", perguntou Damis. "Sim, pelo Céu, pois uma vida ex tempore é a que eu sempre levei".

Damis chorou ao ver seu mestre cruelmente acorrentado, mas Apolônio insistiu: "Até onde depende do veredito da corte, estarei livre hoje mesmo, mas até onde depende de minha vontade, será aqui e agora". Então, livrando seu pé sem qualquer esforço das correntes, acrescentou: "Eis uma prova positiva para ti de minha liberdade; assim, consola-te". Damis escreveu que só então percebeu que Apolônio não era apenas abençoado pelos deuses, mas que era ele mesmo divino. Logo antes de seu julgamento, Apolônio enviou Damis por terra para Diceárquia, "pois lá me verás aparecer para ti".
"Vivo, ou como?"
"Vivo", sorriu Apolônio, "mas tu me crerás ressuscitado dos mortos".
A corte estava superlotada, pois Domiciano queria que muitas testemunhas vissem Apolônio desmascarado como conspirador. Apolônio não pôde defender-se; antes, Domiciano fez-lhe perguntas importantes. "Por que os homens te chamam de um deus?"
"Porque todo homem considerado bom é honrado com o título de deus".
"O que inspirou tua previsão de que os efésios sofreriam uma praga?"
"Eu seguia uma dieta mais leve que os outros, assim eu fui o primeiro a sentir a praga".
Domiciano, embaraçado com o efeito que estas respostas tiveram sobre a audiência, tentou adiar a sessão, mas o sábio interrompeu: "Concede-me a oportunidade de falar. Se não, envia alguém para prender meu corpo, pois minha alma não podes tomar. Antes, não podes nem mesmo tomar meu corpo - pois não me podes matar, uma vez que, digo-te, não sou mortal". E Apolônio se desvaneceu diante dos olhos de todos. Domiciano ficou tão atônito que recusou emitir uma ordem de busca ao sábio. Em Diceárquia, Apolônio apareceu para Damis, contou-lhe tudo o que havia acontecido e fez planos para embarcar para a Hélade.

http://www.levir.com.br/teosofia/inst-008.php

Tenho duas postagens sobre Apolônio aqui no blog:
http://holosgaia.blogspot.com/search/label/apol%C3%B4nio%20de%20tiana
 Além dele, me lembro de uma postagem que cita uma comunidade invisível no meio de uma guerra: http://holosgaia.blogspot.com/2008/02/uma-comunidade-invisvel-medita-no-meio.html




Abaixo um texto de Kyriacos Markides sobre o mesmo assunto:

Júlia há já algum tempo me falava sobre Baba. Ela me garantia que ele era "in­crível". Baba, ela me disse, tinha habilidades paranormais extraordinárias que, lite­ralmente, iriam me deixar louco. Disse que após haver conhecido Baba, sua vida ha­via mudado drasticamente para melhor. Ela havia reclamado para mim muitas vezes que sua vida era cheia de sofrimento físico e emocional, e que médico nenhum, te­rapeuta ou curandeiro, nos seus cinqüenta anos de vida, haviam sido capazes de aju­dá-la. Isto é, até ela encontrar Baba, esse extraordinário fazedor de maravilhas do sul da índia. Júlia havia me dito várias vezes que se não fosse por suas preocupações es­pirituais ela teria se suicidado em várias ocasiões. Mas, inspirada pela literatura es­piritual, ela sabia que o suicídio não resolve problemas pessoais. O aparecimento des­se misterioso guru oriental havia terminado com sua procura por um significado e um objetivo para a vida. Era gratificante ouvir sobre a mudança de Júlia para uma visão de vida mais saudável e otimista.

Eu tinha curiosidade de conhecer Baba, não apenas devido ao apoio entusiás­tico de Júlia e o possível papel desempenhado por ele em sua súbita transformação, mas também pelo que Júlia dizia ser seu poder de fazer os corpos ficarem visíveis e invisíveis. Cético por temperamento e por treinamento em sociologia, eu normal­mente teria descartado essa conversa como fantasia de uma mente descontrolada. Mas, o que me intrigava era que eu sabia que Júlia era uma cientista, por muitos anos membro da diretoria de uma fundação de pesquisa importante. Fiquei ainda mais intrigado quando, em sua última carta, ela dizia que Baba " ... move-se no tem­po e no espaço com a mesma facilidade e naturalidade com que a maioria de nós se move de uma sala para outra; e ele vê um mundo que é tão mais complexo e mul­tidimensional que se torna extremamente cativante". Júlia escreveu que, "Se os mestres que você estudou em Chipre são alguns dos últimos grandes místicos da era cristã, então eu acho que Baba é o grande mestre dos próximos dois mil anos — da próxima era, ou seja lá como vai ser chamada. A oportunidade de estar com ele, estar perto dele, especialmente agora, enquanto ele é relativamente desconhe cido não tem preço."

"O que você acha, Kyriaco? Vamos?", Ted me perguntou antes de pôr o telefone no gancho.

"Vamos", eu disse sem hesitar e me levantei. O próprio Ted interessava-se por questões espirituais e pelo paranormal. Como eu, ele ficava intrigado e curioso.

O endereço que Júlia havia nos dado era o de uma casa no centro de Manhat­tan. Tomamos um táxi e chegamos lá em menos de vinte minutos. Batemos várias vezes até que uma mulher sorridente, de uns trinta e muitos anos, abriu a porta. An­tes de nos fazer entrar, tivemos que explicar que éramos convidados de Júlia e que gostaríamos de conhecer o professor indiano. Fomos levados até o hall onde várias outras pessoas simpáticas e descontraídas estavam esperando que o mestre apareces­se. Júlia chegou um pouco depois e, com o seu entusiasmo usual, começou a nos apresentar às pessoas na sala. Todos pareciam ser simpáticos e inteligentes, transmitindo uma sensação de bem-estar. Na verdade olhavam-nos como pessoas que compartilhavam um grande segredo ao qual apenas eles, uns poucos privilegiados, tinham acesso.

"Devo admitir", eu disse a Júlia, "que nunca vi você em melhor forma."
"Ah, eu estou ótima', ela garantiu, radiante de felicidade. "Eu devo isso a Baba. É simplesmente maravilhoso. É o que eu, durante toda a minha vida, desejei e procurei."

Quando perguntamos sobre onde Baba se encontrava, disseram-nos que ele estava na outra sala, ouvindo um de seus seguidores. Disseram que a casa pertencia a uma psiquiatra que, por apreciar o trabalho de Baba, havia oferecido o primeiro andar, sem cobrar nada, para as reuniões semanais. Ela tinha seu consultório no segundo andar.

"Baba não é um ser humano. Baba é uma experiência", uma bonita mulher declarou discretamente depois que Ted e eu começamos a fazer perguntas sobre o seu mestre. Disseram-nos que realmente tínhamos muita sorte de ter a oportunidade de passar pela experiência de conhecer um Yogue tão profundamente avançado. Também nos contaram que Baba havia sido trazido para os Estados Unidos, há uns poucos anos, por vários psiquiatras que haviam conhecido suas estarrecedoras habilidades quando visitaram a índia, e que desejavam estudá-lo. "Estamos ansiosos para vê-lo", eu disse e olhei para Ted, que meneando a cabeça, concordava e sorria.

Eu mal havia terminado a minha sentença quando a porta se abriu e um homem bonito, alto e magro, de quarenta e poucos anos apareceu. Ele usava uma camisa azul forte, estava bem barbeado e tinha olhos penetrantes e olhar inteligente. Percebi imediatamente que aquele devia ser Baba ao ver largos sorrisos nos rostos de todos. Ted e eu também sorrimos e apertamos as mãos do guru ao sermos apresentados por Júlia, com aquele ar de felicidade iluminando-lhe o rosto.

Fomos convidados para almoçar com eles no quintal, um espaço pequeno e fechado, rodeado por altos edifícios de apartamentos, mas mesmo assim muito agradável e bem-cuidado, com grama, plantas e vasos.

Servimo-nos na cozinha, a comida preparada pelos seguidores de Baba, e sentamo-nos em duas mesas redondas. Ted e eu tivemos a honra de sentar à mesma mesa que Baba. Júlia sentou-se a meu lado. Enquanto comíamos e sem preâmbulos, comecei a fazer perguntas a Baba. Júlia apertou o botão de seu minigravador. Pareceu-me que Baba já esperava as minhas perguntas e calmamente começou a contar sua história pessoal.

Ele nos contou sobre a sua juventude numa pequena cidade ao sul da índia, e como muito cedo percebeu que nem todos viam o mundo da mesma maneira que ele. Que logo havia descoberto que tinha habilidades extraordinárias, que ele próprio havia sempre achado normais.

"Baba", eu disse, interrompendo. "É verdade que você pode fazer os corpos ficarem invisíveis para as outras pessoas?" Ele parou de comer o pedaço de frango e virou-se para Júlia com um olhar inquiridor, quase crítico.

"Você falou isso a eles?", perguntou em voz baixa e sorriu.

"Bem", Júlia explicou meio sem jeito, "nós não falamos sobre esses assuntos normalmente. Eu apenas mencionei isto a você devido ao seu trabalho em Chipre."

"Eu agradeço", eu disse, e fiz um sinal a Baba, querendo dizer que tudo bem. Que nem Ted e nem eu éramos ignorantes sobre os poderes da mente humana e o que ela podia fazer. Baba não queria falar mais sobre a invisibilidade dos corpos ma­teriais e, portanto, eu mudei de assunto.
"Dentro do contexto de que tradição mística você trabalha?", eu perguntei. Eu me questionava se Baba seria alguma espécie de iogue hindu, do tipo que Yoganan­da cita em sua Autobiografia ou se ele era um bodhisattva budista. Ou talvez um jo­vem guru começando sua própria escola, mapeando um caminho completamente novo e baseando a sua prática exclusivamente em seu próprio carisma, suas desco­bertas, invenções e inovações psíquicas.


Eu não tinha certeza se Baba havia respondido à minha pergunta ou não. Ele preferiu, em vez disso, dizer que os métodos dele eram diferentes. Que ele não tra­balhava seguindo alguma tradição em especial, por assim dizer, e que a sua principal preocupação era levar os seus seguidores a um estado tal que pudessem "absor­ver a luz diretamente". De fato, no panfleto que me deram isso estava escrito claramente: " ... experimentando a luz em uma sessão ou em minha presença é como se a escuridão dentro de você se desvanecesse."

Perguntei a Baba se em sua prática havia lugar para curas. "Não diretamente", ele disse. "A saúde é um produto do seu estado psíquico. Se você estiver psicologica­mente sadio, então você estará sadio fisicamente. Nós trabalhamos com a psique."

"Venham comigo", ele disse, após termos acabado o almoço. Baba queria ver individualmente tanto a Ted quanto a mim. Fiquei esperando com os outros no hall enquanto Ted ia primeiro. Quando ele saiu da sala, depois de quinze minutos, veio meneando a cabeça. "O que aconteceu?", eu perguntei. "Você já vai descobrir", ele disse, e apontou,para a sala onde Baba estava sentado. Entrei um pouco apreensivo, sem saber o que esperar. Mas me acalmei. Baba me parecia ser um homem agradá­vel. Júlia havia me dito antes que o centro dos ensinamentos dele era amor e com­paixão. Não havia "pontos obscuros". Uma frase no panfleto atribuída a Baba era acalentadora, do ponto de vista da liberdade pessoal. Tornar-se dependente de algo fora de si mesmo como drogas ou sexo, ou mesmo tornar-se dependente de mim, é contrário ao natural desabrochar de seu próprio despertar. [ ... ]"

"Deite-se, fique à vontade e feche os olhos", Baba me orientou, enquanto apontava para um sofá freudiano ao lado de onde ele estava sentado. Eu não ha­via ido lá para passar por algum tipo de experiência psíquica. Queria apenas falar com Baba e não deixar que ele fizesse coisas comigo, especialmente enquanto eu ainda não sabia praticamente nada sobre ele, a não ser o que Júlía havia me con­tado. Mas o seu tom amigo deixou-me à vontade e eu me deitei e ele apagou as luzes. A escuridão era total, não havia nenhuma luz na sala. Eu estava com os olhos fechados e Baba estava sentado ao meu lado. Ele colocou as palmas das mãos  sobre a minha testa e manteve as mãos lá, sem dizer uma palavra. Ouvi Baba respirando profundamente enquanto eu estava deitado, sem saber o que esperar. E então, de repente, usando um de seus dedos, ele pressionou o centro da minha testa. Eu só consegui dizer "Oh, meu Deus, o que é isto! Ah, meu Deus!" Meu coração disparou. Com o toque do dedo dele eu vi uma explosão de luz de diversas cores, predominantemente um branco brilhante. Baba demonstrava o seu poder, mas eu não tinha certeza se queria ter a experiência ou não. Eu estava com os olhos fechados, o quarto estava completamente escuro, e de repente foi como se um sol brilhasse frente aos meus olhos, mas eles estavam bem fechados. Isso durou alguns segundos, mas foi o suficiente para mexer comigo. O pensamento que imediatamente veio à minha mente foi: "Por que Baba demonstrou seus poderes psíquicos tão depressa?"

Fui para fora onde todos estavam sentados. Concluí pelo sorriso deles, que eles sabiam o que eu havia acabado de passar. Então um homem com barba, de seus trinta e tantos anos, entrou na sala. Eu o vi deitar enquanto Baba fechava a porta. Júlia disse-me que ele era engenheiro, mas que Baba o havia aconselhado a largar essa profissão e a se tornar motorista de táxi. Era uma forma de exercício espiritual, disseram-me. Mike estava muito acomodado como engenheiro e precisava de um desafio. Ele precisava fazer algo que ele profundamente detestasse fazer.
Quando Baba abriu a porta, uma brisa fresca veio da sala. Parecia que ele havia aberto a porta de um freezer, como aqueles que os açougueiros usam para conservar a carne. Mas não havia freezer no quarto. E Mark, que antes estava deitado no sofá, não estava à vista. "Baba acaba de aumentar as vibrações de Mark, o que o deixou invisível aos nossos olhos", Júlia suspirou, sem fazer rodeios. Ted e eu trocamos olhares incrédulos. "Júlia, você tem certeza de que não está brincando conosco?", eu disse meio rindo, meio a sério e levantei as sobrancelhas. "Tem certeza de que Mark não está escondido em algum lugar naquela sala?"

"Não", Júlia disse enfaticamente, com uma risada. "Venham ver."

Entramos no quarto enquanto Baba saía e conversava despreocupadamente com os outros. Olhamos em volta, mas não vimos Mark em lugar nenhum. "Mark está bem ali no sofá", Júlia afirmou, "mas as vibrações dele são mais altas do que as nossas, e podemos até nos sentar naquele sofá enquanto ele ainda se encontra deitado lá."

Sentamo-nos no sofá por alguns instantes. "Júlia", eu disse, "você está pessoalmente convencida de que Baba não é alguma espécie de mágico ou ilusionista? É possível que ele tenha combinado criar esta ilusão ou fenômeno, ou seja lá o que você decida chamar isto, com Mark?" Na década passada eu ficaria tentado a dizer "farsa". Mas o meu grande contato com místicos e sensitivos ensinou-me a manter os olhos abertos e nunca chamar algo de absurdo antes da hora, não importando o que
possa parecer aos meus sentidos no momento. Eu sigo esta regra como princípio, um axioma metodológico, por assim dizer.

"Veja, eu conheço tanto Mark quanto Baba há muito tempo. Eu lhe garanto que não há truque. Eu mesma me questionei quanto a isto no início e pesquisei a possibilidade nos mínimos detalhes. Acredite, é para valer. Deixe-me repetir o que eu disse a você muitas vezes por telefone", Júlia disse enfaticamente, enquanto está­vamos sentados no sofá vazio onde Mark deveria estar ainda deitado. "Eu nunca en­contrei ninguém que pudesse conduzir alguém ou facilitar a sua ascensão à ilumina­ção. Sempre ansiei por isto e finalmente encontrei alguém que pode realmente me ajudar. Aqui está um homem que pode fazer as pessoas ficarem totalmente transpa­rentes para que a luz possa permeá-las por completo. Ele também pode se tornar tão transparente que não vamos mais poder vê-lo", Júlia acrescentou depressa.

"Isso é coisa séria", eu resmunguei.

"Pode crer. Eu o vi em dois lugares ao mesmo tempo. Um estava subindo as escadas e o outro estava nesta sala, dando. aula."

"Isto pode mexer com a credulidade até mesmo do mais devotado crente", eu declarei.

"E aqui está um outro caso", Júlia continuou, falando mais baixo para que só Ted e eu ouvíssemos. "Vários dias atrás, Baba saiu desta sala, ficou lá fora e fez al­guns comentários sem maior importância. E então voltou para a sala. Durante todo esse tempo havia uma mulher aqui neste quarto falando com Baba sem parar, enquanto segurava a mão dele. Aquela mulher perguntou a ele, 'Baba, eu estou ouvindo a sua voz lá fora.' Ele disse em tom jocoso: 'Ali, é mesmo?' "Ele não saiu do quarto", Júlia disse com entusiasmo e teve que se controlar para falar devagar. "E mesmo assim ele estava também lá fora e nós todos o vimos e falamos com ele, enquanto ele ao mesmo tempo estava aqui dentro, segurando a mão da mulher e ensinando alguma coisa a ela.



"Como você vê", Júlia continuou, "ele faz esse tipo de coisas. Não é para se exi­bir. Está nos ensinando algo. E parte disso possui o elemento da espontaneidade e graça." Júlia disse mais tarde que luz emana do corpo de Baba e se torna visível na sala. O corpo dele, ela disse, literalmente se ilumina, e a luz é suficientemente forte para que se possa até ler jornal, "se você conseguir ler um jornal nessas circunstân­cias, quero dizer."

"Ele lê os seus pensamentos?", Ted perguntou.

"Ele não interfere na nossa privacidade. Ele vê todo o mapa da vida de cada pessoa. Mas nunca diz nada para ninguém. Seu princípio é não interferir. Muitas ve­zes eu implorei a ele para me dizer. Ele nunca diz. Mas eu realmente acho que ele tem acesso a todo o conhecimento, se ele quiser tê-lo. Na maior parte das vezes ele diz que não quer olhar."

"Por quê?", eu perguntei.

"Porque não tem graça fazer isto", Júlia disse alegremente. "É melhor não saber."

Ted e eu meneamos a cabeça e saímos do quarto com Júlia. Em pouco tempo Baba voltou e fechou a porta por uns instantes. Quando ele a abriu novamente, no mesmo sofá onde nós havíamos estado sentados, Mark havia reaparecido em um estado que parecia ser sono profundo ou algum tipo de transe. Baba despreocupadamente abriu e fechou a porta algumas vezes, e nós alternadamente vimos e deixamos de ver Mark deitado lá. Mas nunca realmente testemunhamos seu desaparecimento ou reaparecimento, o que naturalmente aumentou as nossas suspeitas. Júlia explicou que ele não podia permitir que víssemos a desmaterialização e rematerialização do corpo de Mark diretamente, porque a luz que enche o quarto durante tais transformações seria insuportável para os nossos olhos.

Baba abriu a porta novamente, e uma vez mais o corpo de Mark havia desaparecido". Ele chamou Ted para entrar na sala, e pediu que ele permanecesse em pé, com os olhos fechados, virado em direção à porta com as mãos estendidas à frente, e o sofá atrás, onde presumia-se que Mark estivesse deitado, invisível. Baba então fechou a porta, ficando ele, Ted e o "invisível Mark" no quarto. Depois de cerca de dez minutos Baba abriu a porta e a mesma brisa fria saiu do quarto. Ted estava em pé, mãos estendidas à frente como antes, com os olhos fechados e assustadoramente pálido. Ainda não havia ninguém no sofá. Baba saiu do quarto e fechou a porta. Dois minutos mais tarde, Ted abriu a porta e saiu às pressas do quarto, ansioso.

"Ah, você não deveria ter saído", Baba disse, e meneou a cabeça. Então entendi o que estava acontecendo. Baba estava tentando fazer Ted ficar invisível! Ted me disse depois que quando Baba saiu do quarto e fechou a porta ele entrou em pânico, sem saber o que iria acontecer a ele. Então ele abriu os olhos, virou-se e viu Mark deitado no sofá sem um sinal de vida no rosto.

Depois de sair às pressas, Ted sentou-se numa cadeira tentando recuperar-se do choque. "Na verdade", ele disse a mim e a Júlia, enquanto Baba voltava para o quarto onde Mark ainda estava em transe, "eu estava sentindo um tipo de energia muito agradável passando pelo meu corpo. Mas entrei em pânico por não saber aonde isso estava me levando." Baba não havia avisado Ted que ele estava planejando torná-lo invisível.

A mulher que nos havia dito mais cedo que Baba "não era um ser humano, mas uma experiência" agora perguntava se nós queríamos ter uma "audiência privada" com Baba.

"Custa cem dólares por sessão." Seguiram-se alguns instantes de silêncio. "Como você vê, Baba tem que ganhar a vida", ela continuou, "e cobra o mesmo que os psiquiatras locais." Ela parecia meio sem jeito ao pedir desculpas.

"Ah, eu entendo perfeitamente, eu entendo", eu disse. "O custo de vida em Nova York é muito alto."

Nós agradecemos a todos eles, mas recusamos. Ted disse, e eu concordei, que precisávamos de mais tempo para processarmos o que havíamos testemunhado e passado, e não podíamos mergulhar nessa experiência, não importando quão exótica e intrigante ela pudesse nos ter parecido. Fiquei aliviado por Ted ter sido tão franco. Eu não estava de forma alguma preparado para colocar o meu subconsciente nas mãos de um estranho, que me parecia ter considerável poder psíquico. Baba era um homem agradável, obviamente um grande e carismático agente de curas para os seus seguidores, e a recuperação de Júlia havia sido notória, mas eu precisava de tempo para refletir sobre o assunto. Júlia então nos falou que Baba não era realmente quem causava esses fenômenos, mas que era capaz de receber poderosos guias espirituais. Tenho que admitir que este fato não me deixou nem um pouco menos apreensivo.

"Então, Ted, o que você acha de tudo isso?", perguntei enquanto íamos de tá­xi para o escritório dele.

"Eu não sei o que achar", Ted disse pensativamente, enquanto olhava para mim para ver a minha reação.

Levantei os ombros, mostrando o mesmo tipo de apreensão, sem saber como responder à experiência que havíamos acabado de vivenciar. Eu tinha estado envolvi­do com o estudo de curas psíquicas por tempo suficiente para simplesmente descar­tar todo o episódio como se fosse uma brincadeira. Obviamente, Baba era um indi­víduo com extraordinárias habilidades paranormais. Ele era capaz de, no mínimo, criar ilusões coletivas que convenciam seus seguidores de seus assustadores poderes psíquicos de fazer corpos aparecerem e desaparecerem. Não obstante, as tradições eso­téricas e ocultas através dos tempos, e especialmente as da índia e do Tibete, contam que tais fenômenos são possíveis e reais e que alguns indivíduos são capazes de cau­sar esses fenômenos. Diz-se que Sai Baba, por exemplo, materializou "cinza sagrada" e todo o tipo de objetos diante dos olhos admirados de seus seguidores. Muitas tes­temunhas oculares atestaram a autencidade do que haviam testemunhado. Ainda as­sim eu sou cauteloso em relação a histórias como essas. Sem diminuir a contribuição de tais fenômenos paranormais para sensibilizar os incrédulos quanto à realidade de outras dimensões, as altas tradições espirituais advertem quanto ao uso de tais pode­res, a não ser em circunstâncias extraordinárias, e apenas para serviço ou cura.


"Estou feliz por você não ter ficado invisível", eu disse a Ted, brincando. "Eu teria ficado realmente preocupado."

"E eu também, e eu também", Ted respondeu com alívio.

"Mas imagine só", eu disse, "as implicações, no que se refere à nossa noção de realidade, se o que passamos tivesse sido uma experiência autêntica, que pudesse ser comprovada. Bem aqui, no centro de Manhattan, neste exato momento, enquanto centenas de cientistas nesta cidade tão pagã estão suando em seus laboratórios para desvendar as leis da natureza, um iogue desconhecido faz corpos desaparecerem pe­la simples força de sua vontade!

"Por falar nisso", eu continuei, "enquanto você estava naquele quarto, duran­te o processo de se tornar invisível, uma das mulheres me disse que Baba havia teleportado um amigo dela de uma parte da cidade a outra. Ela disse que seu amigo estava saindo de um edifício na Sétima Avenida com a rua Cinqüenta e Quatro e quando saiu para a rua ele se encontrava na rua Trinta e Quatro com a Quinta Avenida. Em outra ocasião, uma mulher que tinha se tornado invisível no sofá foi encontrada deitada na cama, de bruços, no quarto do apartamento de cima. Júlia me garantiu que ela estava presente quando esse fenômeno aconteceu, bem em frente aos olhos dela. Quando coloquei em dúvida a realidade do que ela havia observado, ela respondeu que 'a posição de advogado do diabo só é válida até certo ponto e então você tem que abandoná-la ao se confrontar com provas suficientes'."

"Para falar a verdade, imagine só se fosse possível verificar tal fenômeno cientificamente." Ted riu e meneou a cabeça. Eu fiz o mesmo nervosamente.

De "Cavalgando o Leão", de Kyriacos C. Markides
publicado por conspiratio às 19:53
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Sexta-feira, 21 de Janeiro de 2011

SEQUESTROS E OUTRAS PRESSÕES PARA FORJAR A NECESSIDADE DE MICROCHIPS


A sociedade sem dinheiro em papel-moeda nao é um "novo" conceito, mas, um antigo recuperado pela elite globalizadora para exercer um controle absoluto sobre todos os individuos. Em agosto de 1975, o senador americano Frank Church declarou que "o Governo tem capacidade tecnologica para impor uma "tirania total" no caso de que um ditador tomasse o poder. Nao existiria um so lugar para ocultar-se".


O dinheiro em metálico nos garante intimidade e anonimato ou, o que e o mesmo, liberdade. Tambem nos garante independencia. Todos nos poderiamos conseguir que os bancos do mundo quebrassem apenas tirando simultaneamente o dinheiro que temos depositado neles. O dinheiro em papel-moeda tambem e sinonimo de descentralizacao. O governo sabe que para controlar, vigiar e seguir a pista da populacao deve suprimir o dinheiro em efetivo.


Na decada de 1960, segundo meu avo ─ um oficial do Servico Contra espionagem da KGB ─, este ultimo baralhou um plano que consistia na introducao de um cartao de credito no sistema para assim poder efetuar com facilidade um seguimento, tanto das pessoas, como do dinheiro. Para sua desgraca, embora felizmente para o resto da populacao, havia um inconveniente de carater pratico em todo este assunto. Naquela epoca as lojas russas, se se caracterizavam por algo, era por sua falta de mercadorias. Embora cada cidadao russo dispusesse de um sofisticado cartao de credito, o governo nao poderia seguir a pista de ninguem, excetuando um reduzidissimo grupo de clientes, geralmente aqueles que tinham contatos, aqueles que conheciam alguem em alguma parte e podiam trocar seus bens e favores pelos de seus amigos. Isto me recorda uma anedota de minha juventude: uma vez, em pleno inverno, meu pai e eu, enquanto retornavamos a casa, depois de esperar duas horas em um supermercado local, encontramo-nos com uns amigos da familia. Antes de partimos meu pai trocou doze rolos de papel higienico por um par de sapatos, que eram muito estreitos a seu amigo. Conforme me explicou meu pai mais tarde, as pessoas sempre levavam consigo alguma coisa que lhes resultasse imprestavel e que sempre pudessem trocar por algo que pudessem tirar proveito.


Como ja assinalei no capitulo 3, o objetivo da Nova Ordem Mundial é erradicar aos poderes descentralizados, portanto, devem suprimir os territorios independentes, que sao mais dificeis de controlar, e criar uma comunidade europeia dependente, a fim de estabelecer um Governo Mundial Unico (autoridade universal, monopolio) que se autoperpetue.


Na decada de 1980, o professor B. A. Hodson, diretor do Centro Informatico da Universidade da Manitoba, recomendou gravar uma marca identificadora na frente de cada individuo. Num primeiro momento, a ideia consistia em tatuar um fluido permanente, nao toxico, sobre a carne humana, que se trasluziria, com a ajuda de raios ultravioleta, ou infravermelhos.


Em 20 de setembro de 1973, a capa do Senior Scholastics ─ uma publicacao especializada (agora desaparecida), orientada aos centros de ensino medio e superior ─ mostrava um grupo de meninos com numeros tatuados na fronte e divulgava um artigo de fundo intitulado ≪Necessidades sociais e direitos privados. Quem o vigia?≫. Em tal artigo se especulava o seguinte: ≪Sem moeda, sem mudanca e sem cheques. No programa, a todas as pessoas lhes atribuira um numero que terao tatuado, bem no pulso, ou na fronte. Deste modo, todos os artigos de bens de consumo marcar-se-ao digitalmente. No ponto de controle, gracas a um ordenador situado na saida da loja, captar-se-a o numero de artigos selecionados para sua compra, assim como o numero da pessoa, e automaticamente o ordenador somara o preco e descontara a importancia da conta do cliente.≫


O Premio Nobel de Quimica de 1954, Linus Pauling, propos que se tatuasse uma marca nos pes, ou na fronte de todos os jovens, o codigo de seu respectivo genotipo.


Em 1974, um professor da universidade publica de Washington, o doutor R. Keith, inventou uma pistola laser que se empregaria para numerar peixes em menos de um segundo. Farrell disse que tal arma tambem poderia utilizar-se para registrar numericamente as pessoas.


O assessor do Servico de Inteligencia, McAlvany, declarou que ≪a era do dinheiro em papel moeda esta chegando a seu fim e uma nova era com uma sociedade sem dinheiro esta amanhecendo. Se os modernos cartoes eletronicos de credito e debito podem trocar-se por dinheiro em efetivo, entao cada transacao economica de sua vida pode ser catalogada e armazenada como uma futura referencia e, aqueles com o poder de interromper seu acesso ao dinheiro eletronico, podem estrangula-lo no tempo que dura um batimento cardiaco. O potencial do totalitarismo para chantagear e controlar é incrivel, mas a maioria das pessoas nem sequer parece dar-se conta≫.


Michael Journal, do Canada, lancou uma advertencia sinistra sobre os perigos dos cartoes de debito: ≪Enquanto voce puder tirar dinheiro dos caixas automaticos mediante cartoes, estes parecer-lhe-ao bastante praticos, ja que eliminam a necessidade de levar dinheiro em papel-moeda. Em tal caso, o sistema do cartao de debito se convertera em um instrumento para exercer um controle absoluto sobre o ser humano. O objetivo e conseguir uma sociedade sem dinheiro; em que toda transacao economica deva fazer-se, obrigatoriamente, atraves de um sistema bancario informatico, para utiliza-lo se, por qualquer razao, voce e classificado como "pessoa indesejavel".≫ Tomem como exemplo ao autor deste livro. Quanto tempo pensa voce que a Nova Ordem Mundial me deixara conservar meu dinheiro eletronico, em minha conta eletronica, que em papel-moeda sao so numeros na tela, antes de decidir suprimir cada euro, duramente ganho, so pressionando a tecla e apagando tudo do ordenador? Ou, realmente voce cre, que apos ler este livro, deixar-me-ao seguir atuando a meu bel prazer?


Convertido em ≪inimigo do Estado≫ pelo Governo, so terao que apagar seu numero do ordenador central e voce ja nao podera comprar nem vender e, deste modo, condenarao a desaparecer pouco depois. Boris Illinietz, um dissidente sovietico exilado no Ocidente na decada dos setenta, que atualmente vive em Paris, o Estado confiscou seu dinheiro antes de aparta-lo, mediante a imposicao de um exilio permanente no estrangeiro, por atividade anti-sovietica, uma frase chave para a ≪pessoa indesejavel≫.


O continuo fluxo de noticias, procedentes da imprensa mundial ao longo dos anos setenta e oitenta, apontou questoes preocupantes sobre as implicacoes da tecnologia do Grande Irmao sob nossa pele. Em 1980, reportagens anonimas de investigacao aparecidas em U. News e World Report assinalavam que o Governo Federal estava considerando implantar ≪carteiras de identidade nacional sem as quais ninguem poderia trabalhar nem dirigir um negocio≫.


Em 1981, The Denver Post Sun perguntava-se em voz alta o que aconteceria se um dia os implantes de microchip substituissem as carteiras de identidade. O artigo, com data de 21 de julho de 1981, dizia em uma passagem: ≪O chip [...], aproximadamente, do tamanho do diametro de uma ponta de um lapis [...] colocase em uma agulha, que se encaixa em uma simples seringa de injecao esterilizada com uma solucao anti-bacterias [...] pode injetar-se mediante uma simples seringa de injecao ─ do tipo que se utiliza para injetar o medicamento de insulina nos doentes ─ em um ser humano (ou animal) [...] codifica-se uma hostia com um numero exclusivo de doze digitos. A agulha se embainha e ja esta preparada para identificar algo, ou alguem para sempre.≫


Uma ilustracao de pagina inteira em um exemplar de 1993 do London Daily Mail, mostrava as donas das casas europeias realizando compras somente colocando as maos sobre a tela do ordenador na caixa registradora. A titulo de comparacao historica, quando Sylvan Goldman inventou o primeiro carro de compras em 1937, teve que contratar modelos para ensinar como se usava exatamente o novo artefato.


The Sunday Oregonian uniu-se a crescente lista dos meios de comunicacao preocupados com as tecnologias alfa-numericas de identificacao sanitaria, capazes de seguir aos individuos, que ≪reduziriam [as liberdades pessoais] e o direito a intimidade≫. O artigo de fundo do periodico mostrava humanos com codigos de barras na fronte.


A usurpação do Grande Irmão .


Enquanto falamos, esta-se criando um perigoso sistema de bases de dados interconectadas internacionalmente e, como demonstrarei ao longo deste capitulo, podem chegar a armazenar os dados de toda nossa vida em sofisticados arquivos informaticos, que contribuem a uma substituicao gradual de seu dinheiro real por dinheiro virtual, ou eletronico, representado por um conjunto de numeros numa tela de computador.


Para cumulo, o uso de cartoes e de dinheiro eletronico se converte, pouco a pouco, em obrigatorio na maioria das nacoes do mundo desenvolvido, tais como, Canada, Estados Unidos, Australia, Franca e Alemanha, para toda operacao em dinheiro efetivo que seja mais de alguns poucos milhares de dolares. A desculpa que alegam os bancos e que, com o movimento de grandes quantidades de dinheiro, as medidas drasticas atuam para precaver do dinheiro procedente do negocio da droga, a lavagem de dinheiro se da dentro do proprio sistema. Nem temos o que dizer, so um idiota daria credito a esse argumento.


Desgracadamente, a grande maioria submeteu-se a uma lavagem cerebral para acabar acreditando nisso. Nao movemos um dedo para protestar quando os bancos nos exigem justificar qualquer operacao a vista de uns milhares de euros.


Em Committee of 300, John Coleman explica que os verdadeiros multimilionarios dirigem seu dinheiro mediante o sistema CHIPS, acronimo de Camara de Compensacao do Sistema de Pagamentos Internacionais. Vinte dos maiores bancos utilizam este sistema. Um deles e o Banco de Hong Kong e Shanghai. Outro e o Credit Suisse. Em combinacao com o sistema SWIFT (acronimo de Sistema Internacional de Operacoes Financeiras de Alcance Mundial, criado pela comunidade economica internacional em 1973 para garantir a seguranca, a rapidez e a eficacia na transmissao de dinheiro), com base em Virginia, o dinheiro sujo procedente do negocio da droga torne-se invisivel. So os casuais descuidos provocam os exitos do FBI, e isso unicamente quando nao lhe ordena olhar para outro lado. Como resultado, so apanham dinheiro derivado do negocio de droga nas maos dos traficantes de pouca monta. A elite, como Drexel Burnham, Credit Suisse, ou o Banco de Hong Kong e Shanghai, passam totalmente desapercebidos.


Portanto, os bancos pedirem a seus clientes para justificar uma transacao financeira de uns milhares de dolares, ou euros, nao e mais que uma farsa. Seguir o jogo para velar pela honestidade do cliente, so equiparavel a farsa nos aeroportos depois do 11/09: devido a esta montagem e, de acordo com as medidas acordadas, ja nao podemos passar ao interior do aviao os objetos mais rotineiros e inofensivos, no caso de que possam comprometer a seguranca dos passageiros, quando o 11/09 foi na verdade uma operacao do Governo dos Estados Unidos. Existem varios livros excelentes sobre o tema, como o do Michael Ruppert Crossing the Rubicon que o demonstra de maneira inequivoca e faz recair todo o peso da culpa diretamente sobre as costas do Bush e do vice-presidente Cheney. Nao obstante, todo o ≪espetaculo≫ contribui para fazer boa televisao.



Microchips


Para preencher o vazio deixado pela ≪sociedade sem dinheiro≫, os globalizadores precisarao desenvolver um sistema paralelo de compra ou, dito em outros termos, como conseguirao fazer que a gente instale os chips? Fazendo pois as pessoas acreditarem, mediante o uso dos meios de comunicacao controlados, que é necessario, para assim convence-las de que levem para casa um dos aparelhos desenvolvidos pelo Instituto Tavistock de Relacoes Humanas. O argumento, que se esta provando nos Estados Unidos, efetivar-se-a da seguinte maneira:


≪Em primeiro lugar ─ escreve Texe Marrs em Millennium: Peace, Promises, and the Day They Take Our Money Away ─, o mundo ver-se-a obrigado a utilizar um novo sistema de identificacao internacional informatizado, que permitira um acesso imediato aos dados pessoais digitalizados como detalhes bancários, classificaçao creditícia, ou situacao trabalhista. Todas as pessoas disporao de novos cartoes de identificacao pessoal para que o novo sistema funcione. Pouco depois disso, todos os cartoes de identificacao pessoal, cartoes de debito, carteiras de motorista e cartoes de credito aglutinar-se-ao em um so Cartao Inteligente Multiuso de tecnologia avancada com um circuito integrado de sistemas embutidos capazes de armazenar tanto dinheiro eletronico como informacao referente a identidade pessoal. Quase simultaneamente a este acontecimento, o mundo ficara sem dinheiro e a moeda se ilegalizará para que tudo o que devamos comprar e vender o facamos mediante operacao informatizada, quer dizer, simplesmente uma serie de numeros flutuando no ciberespaco.≫


(...)


Uma empresa de pesquisas de mercado, cujo nome é Allied Business Intelligence, estima que o mercado global dos microchips do cartao inteligente crescera em mais de cento e tres milhoes de dolares por volta do ano 2008. Na atualidade, 850.000 consumidores utilizam regularmente cartoes inteligentes na Franca. No Japao estao em circulacao 650.000 moedeiros eletronicos conhecidos como cartoes ≪Edy≫. O cartao frances Moneo (o cartao inteligente que se pode carregar como dinheiro eletronico e se utiliza para pagar no parquimetro, nas maquinas vendedoras e nos comercios. Os protocolos criptograficos protegem a transferencia de dinheiro entre o cartao inteligente e a maquina que a aceita) incorporou-o em seus cartoes de credito ja existentes, algo que nunca se tentou fora da Franca. De fato, acrescentou-se automaticamente 25 milhoes de cartoes de credito que deviam renovar-se sem que os proprietarios o soubessem.


Na etapa final, o Grande Irmao nos dira que tem a solucao ultima para acabar com todos os problemas: unir as pessoas pessoalmente a seus cartoes. Essa sera a razao que esgrimira para que todos recebamos um Transpondedor Biochip de Identificacao Pessoal injetavel sob a pele, que substituira nossas carteiras de identidade. Sem ele, nao se permitira a ninguem comprar ou vender nada.


E aqui o tem: um microcomputador chip pode implantar-se sob sua pele, e as estatisticas demograficas podem ler-se com um exploratorio eletronico. Dispor-se-a tudo para um Governo que deseja controlar os movimentos de todos e cada um de nos, ate que saibam tudo sobre voce.



Um plano para implantar microchips na humanidade


Atualmente, a implantacao de microchips apresenta-se como um procedimento voluntario. Entretanto, Elaine M. Ramish escreveu em uma reportagem para o Franklin Pierce Law Centre [8] que ≪o sistema (obrigatorio) de identificacao nacional mediante a implantacao de microchips pode alcancar-se em duas fases: com sua introducao como sistema voluntario, ja em funcionamento no rastreamento de animais, em cujo caso a implantacao do microchip parecera aceitavel. Depois de um periodo de familiarizacao com o procedimento e o conhecimento de seus beneficios, a implantacao seria obrigatoria≫.


Em WorldNetDaily.com, [9] John E. Dougherty cita ao George Getz, diretor de comunicacoes do Partido Libertario Americano: ≪Depois de tudo, o governo nunca obrigou a ninguem a obter uma carteira de motorista (nem a dispor de um numero da Seguranca Social, hoje obrigatorio), mas tentar viver sem um deles, quando todo mundo, do empregado de seu banco, ao agente do escritorio de aluguel de carros, ou o agente de reservas de um hotel, ou na loja de comestiveis, pedem a voce para que possa beneficiar-se de seus servicos, isto deve ser mesmo uma obrigacao. Se o Governo pode lhe exigir dar seus rastros digitais para conseguir uma carteira de motorista (algo obrigatorio na Espanha nas carteiras de identidade nacional; no passado, so os criminosos tinham que deixar a estampagem de seus rastros) por que razao nao poderiam lhe obrigar a implantar um chip eletronico?≫


O objetivo ultimo é provocar uma rede de controle em uma sociedade sem dinheiro que permita seguir o rastro de cada uma de suas compras, controladas por um Governo Mundial, vigiados por um Exercito das Nacoes Unidas, financiado em sua maior parte pelos contribuintes americanos, regulados economicamente por um Banco Mundial mediante uma unica Moeda Global, e povoados por uma Humanidade desorientada com microchips implantados e conectados a um ordenador global.


Este nao e um ensaio geral do Apocalipse. Isto nao é uma prova. Esta é a nova realidade que gente como os bilderbergers projetou, preparada pelo Tavistock e executada pelos meios de comunicacao, com um esforco de colaboracao por parte das corporacoes multinacionais (as quais "por razoes de seguranca" optaram por empregar cartoes de inteligencia para seguir os passos de seus empregados dentro dos limites de seus escritorios corporativos).


Por hora, para fazer que a populacao em geral aceite o produto, ja lhes impoem literalmente chips a grupos inteiros de pessoas dentro da sociedade: pedófilos, assassinos, violadores, traficantes de droga, delinquentes comuns, doentes mentais, agressores de mulheres, pessoal militar, servicos secretos.


"As etiquetas eletronicas poderao colocar-se aos pedófilos", Sunday Time de Londres, 11/17/2002, http://www.timesonline.co.uk/article/0,2087-483510,00. .html. "Esperanza Aguirre apresenta o bracelete contra os maltratadores", O Mundo, 29/06/2004 , A presidenta de Madrid, Esperanza Aguirre, apresentou o primeiro prototipo de bracelete eletronico que se desenhou na Espanha para detectar quando um maltratador viola a ordem judicial de afastamento e participou, desempenhando o rol de vitima, nas provas demonstrativas de seu funcionamento. [10] A titulo de anedota, Esperanza Aguirre e membro do Clube Bilderberg. "Chip implantado nos empregados judiciais no Mexico", le-se em Associated Press, 14 de julho de 2004.


Desde novembro, os mais relevantes fiscais e investigadores do Mexico comecaram a receber implante nos braços para acessar a áreas restringidas no interior das dependencias do Ministerio de Justica. Segundo e conforme a entrevista que transcrevi de Televisa, so dezoito funcionarios judiciais receberam implantem de microchip, mas o Washington Post, USA Today, AP, NBC, CNN, Business Week e outros 37 meios de canais internacionais principais informaram que o numero de implante era de 160.


Quiça voce se pergunte, o que tem que mau nisso? Inclusive poderia sentir-se mais seguro ao saber que se vigia a todo elemento delitivo. Salvo que nunca parará ai. A elite, o Governo Mundial Único, nao pode lhe implantar um microchip, amparando-se em um processo obrigatório, ate que toda a populacao mundial aceite que é uma progressao natural para um futuro "melhor", como demonstrarei ao longo deste capitulo. Recorde, nenhuma ditadura pode funcionar sem um controle absoluto sobre cada pessoa do planeta. Bem, se voce fosse ditador por um dia, como poderia controlar a cada um de nos simultaneamente? A seguinte historia apareceu no periodico ingles Independen: "Vigia-se via satelite a 5000 dos piores criminosos na Inglaterra." A inovadora tecnologia, desenvolvida nos Estados Unidos, permitira aos organismos de seguranca do estado, assinalar com precisao a localizacao de quao criminosos tenham sido postos em liberdade, antes do tempo, e lhes implantarao etiquetas eletronicas."


Em um futuro muito próximo, colocar um chip sera visto como algo positivo socialmente gracas a uma diversidade de tecnicas desdobradas por parte dos meios de comunicacao. Como no caso de uma operadora espanhola de telefonia movel, cujo principal diretor e um assiduo das reunioes Bilderberg, e que utiliza uma publicidade agressiva para seduzir a juventude espanhola, o publico ao que destinam seus produtos principalmente. A posteriori e com modificacoes de pouca importancia, a publicidade com que a companhia experimenta para "atrair" aos clientes jovens a seus telefones moveis, e a mesma que se utilizara para convencer a essa mesma juventude de injetar-se um novo e "atrativo" microchip dentro do corpo.


Parece-lhe pouco provavel? Olhe so a seu ao redor. Mesmo porque, os piercing na cara e na lingua sao muito populares entre os adolescentes porque se sentem "diferentes": o que esses jovens nao parecem entender é que nao têm identidade propria, mas sim, sao melhores "similarmente diferentes", formam parte de um grupo. O plano publicitario do Bilderberg/Tavistock sacudirá com a mesma eficácia a mesma juventude quando o tempo "mostrar", a fim de exercer pressâo pelo grupo paritario, as vantagens de ter implantado um chip. Alem disso, quando todos os seus amigos e os amigos de seus amigos tenham implantado um chip, como poderá resistir? Ver-se-á como algo moderno e atrevido, e os atrativos membros do sexo oposto disporão de uma vasta coleção de artigos de chips diferentes para escolher.


Por exemplo, USA Today informa que "se esta levando a cabo um importante experimento cientifico entre os clientes do Baja Beach Club Barcelona, Espanha, que rapidamente, em trajes apropriados, sigam ao local ultra-mauricinho, caso eles tenham inseridos sob a pele cartoes de credito eletronicos. As atrativas assíduas do local encontram um problema: vestidas com um top sem costas, nem mangas, e com uma minissaia, nao tem espaco para levar a carteira. E quem quer carregar um moedeiro quando o proposito de ir ali foi para dançar? Por sorte, este ano uma companhia chamada VeriChip achou a solucao em uma tecnologia de identificação por radiofreqüência (RFID). Dentro de um fina cápsula de vidro de aproximadamente 2 cm.


coloca-se um chip digital, que armazena um código exclusivo que permite identificar um individuo, algo similar ao numero eletrônico da Segurança Social. A cápsulas também contem uma antena metálica que pode transmitir por radio esse código ao comerciante, pouco depois do cliente entrar no local. No Baja Beach Club Barcelona, na terça-feira é o dia da implantação dos VeriChips. Uma "enfermeira" ─ a palavra que emprega o Clube ─ utilizara uma seringa de injeção para injetar-lhe uma cápsula VeriChip sob a pele".


Em maio de 2004, NewScientist.com indicava: "O Baja Beach Club Barcelona permite a seus clientes escolher entre um chip RFID, ou um cartão normal, para registrar-se como membros VIP. Estes podem evitar as filas da entrada, reservar uma mesa e utilizar o salão VIP de tal clube noturno."


Assim e como VeriChip proporciona seu "maravilhoso" novo produto. Um de seus gerentes, conhecido de um amigo meu, que vive no Sitges, desde 1960, falou-me sobre o "publico alvo" do Baja Beach Club Barcelona. O Mercado Objetivo: os jovens, os estudantes universitarios, os yuppies em ascensao social, os adolescentes.


IMPLANTE UM CHIP: PROGRAMA DE REGISTRO AO VERICHIP


VeriChip, a primeira tecnologia mundial de identificacao pessoal sob a pele, anuncia um programa especial de lancamento para a inscricao preliminar. Registre-se para ser um dos primeiros no mundo a "implantar um chip."


Convidamos-lhe a preencher o formulario de pre-inscricao que encontrara abaixo, para ter direito a esta oferta de lançamento especial, da qual se beneficiarão as primeiras 100.000 pessoas que se registrarem e todos os titulares acionistas do ADS.


Desconto de 50 %: Todos os acionistas ADSX receberão um desconto de 50 % no momento de implantar o chip. Desconto de 50 %: As primeiras 100.000 pessoas que se registrarem conseguirão uma economia inicial no momento de implantar o chip.


Registre-se hoje!!!


Por puro azar, IBM, a companhia que esta por trás do VeriChip, o maior comerciante de chips implantáveis, também se encarregou do sistema de catalogação pelos nazistas para armazenar informação sobre os judeus na Alemanha de Hitler.


Esta impressionante descrição procede do próprio site Web da companhia: “VeriChip TM - Ali quando você necessitar.


Visão geral.


O sistema de identificação miniaturizado VeriChip de radio-freqüência (RFID) e o núcleo de todas as aplicações VeriChip. Do tamanho de um grão de arroz, cada VeriChip contem um numero de identificação pessoal que se pode utilizar para acessar a uma base de dados subscritos abastecida de informação pessoal. E a diferença das formas convencionais de identificação, VeriChip não se perde, não pode ser roubado, esquecido, extraviado ou falsificado.


Processo.


Uma vez implantado sob a pele do paciente mediante um processo rápido e indolor (muito parecido a uma injeção), o VeriChip pode escanear-se, quando for necessário, pelo proprietário de um scanner VeriChip. O numero de inscrição VeriChip permite um acesso imediato ao Registro Global de Inscritos VeriChip (GVS); acesso a Web, por meio de uma contra-senha segura e que protege a informação dos inscritos. Estes dados se mantém mediante os centros de Operações de Registro GVS, mais pontos situados em Riverside, California e Maryland.


O futuro.


O emprego da tecnologia avançada VeriChip significa reduzir substancialmente, ou eliminar o risco de roubo, perda, duplicação, ou falsificação de dados. Os produtos VeriChip desenvolvem-se ativamente para uma variedade de funções como segurança, defesa, segurança nacional e aplicações de acesso seguro, tais como, o controle de acesso autorizado ao Governo, ou facilidades do setor privado, laboratórios de investigação e recursos para o transporte confidencial, incluindo a área de segurança nos aeroportos.


No âmbito financeiro, VeriChip tem um potencial enorme como tecnologia de identificação pessoal, que pode ajudar a frear os roubos e prevenir o acesso fraudulento as contas bancárias e dos cartões de credito. VeriChip obtém isto sem baterias, ou qualquer fonte de energia interna. Mantêm-se inativo sob sua pele até que o proprietário de um leitor VeriChip ative-o. Então o VeriChip transmite seu número de identificação pessoal, em milésimos de segundo, ao leitor externo.


Os meios (insinuação de êxito, normalidade e aceitação em função da cobertura da imprensa dos Estados Unidos).


Desde seu anúncio, em 19 de dezembro de 2001, VeriChip conquistou uma enorme atenção nos meios de comunicação dos Estados Unidos, assim como em todo mundo. Apareceram artigos sobre tecnologia nas principais publicações, entre elas: Time Magazine, People Magazine, The Washington Post, The Los Angeles Time, The Chicago Tribune, The Assodated Press, Reuters.


Os diretores da companhia discutiram e demonstraram esta tecnologia em: NBC's Today Show, ABC's Good Morning America, CBS Early Show, CBS Evening News, ABC's World News Tonight, CBS Eye on America, The View, CNN com a Paula Zahn, CNN Headline News, ABC Family/CBN, The O' Reilly Factor on Fax News, National Public Radio, The BBC, CBS Radio, ABC, CBS e os afiliados da NBC em todo o territorio nacional.”


Dão-se conta de que todos os meios que acabo de citar pertencem ao Clube Bilderberg, a Comissao Trilateral e ao Council on Foreign Relations(CFR). O novo segmento da população que se fixara objetivamente são as crianças.





Falaram-me sobre o próximo plano dos bilderberger de converter o espantoso tema dos seqüestros infantis em tema de domínio publico (ajudados pelo necessário frenesi dos meios de comunicação). Este não e um fenômeno novo.


Segundo as estatísticas do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, só no último ano seqüestraram 358.000 crianças. Só que os meios de comunicação, por hora, querem guardar em silencio este impressionante dado.


Para implantar microchips nas crianças, será necessario convencer aos pais de que este crime horrível alcançou proporções epidêmicas. Contra quem clamarão os pais e a sociedade quando os seqüestro saírem a luz? Contra o Governo por não fazer o suficiente? Contra os criminosos? Mas, quais e onde estão? Os bilderberger utilizam os meios de comunicação como veiculo para provocar turbulências. E quando as terriveis cenas de assassinato e tragedia se apresentarem frente ao mundo inteiro, a sociedade sentirá a necessidade de reagir. No "Committee of 300", John Coleman escreve: "Tera que destacar tres fases distintas na resposta e reação mostradas pelos grandes grupos sociais. Em primeiro lugar, a fase da superficialidade; a população ante ataques defenderá a si mesmo com lemas (leia-se ≪Nao aos crimes≫, ≪Mais amparo policial ja≫, ≪Deus queira que isto nao aconteca em nosso tranquilo e agradavel bairro≫...) Isto nao identificará a origem da crise e, portanto, nao haverá nada concreto contra o que se dirigir, dai que a crise persistira. Em segundo lugar, a fase da fragmentacao.


Terá lugar enquanto a crise continuar e a ordem social se desmoronar (leia-se que chegados a esse ponto, os cidadãos se organizarão por si mesmos como vigilantes, dentro de seus bairros, para defender seu territorio, pouco seguros de quem e o inimigo). Entao, entrará em jogo a terceira fase em que a população se radicalizará e se desviará da crise induzida, ao que seguirá uma reação de inadaptaçao acompanhada de um ativo idealismo sinotico e dissociaçao (leia-se: contra os resultados, como no 11/09 e nao da causa, como no interrogante suspenso, faz muito tempo: como um recluso árabe, podia ter os meios, com um walkie talkie, para dirigir uma operaçao logistica tao complicada, de seu esconderijo remoto, perdido entre as montanhas do Afeganistao. E se nao, quem poderia ter sido e por que?). O Instituto Tavistock, que estuda o comportamento humano, e principal órgão de lavagem cerebral da Nova Ordem Mundial, chamado "Penetração de Longo Alcance".


Durante mais de meio século, os bilderbergers, apoiados por Tavistock e sua "jóia" americana ─ o Instituto de Investigação de Stanford ─, ocasionaram um trauma de penetracao a longo prazo e de lavagem cerebral em nossa sociedade. Coleman explica que "os conspiradores podem criar e capitanear aos elementos quebrantadores do equilíbrio que lhes agradem." Por exemplo, assinala "as misteriosas guerras de bandos" que irromperam em Nova Iorque, Los Angeles, Filadélfia e Chicago na década de 1950... e que foram "cuidadosamente planejadas no Stanford, desenhadas deliberadamente para ludibriar a sociedade e provocar uma onda de perturbação". Ate a década de 1980 não descobriu aos "que controlavam das sombras os assim chamados fenômenos sociais". Seus promotores pertenciam ao conselho do Stanford-Tavistock-Bilderberg.


Depois de servir a seu propósito intencionado de criar um elemento perturbador na sociedade, as turmas desapareceram repentinamente em 1966. A questão é o que sabia o Departamento de Policia de Los Angeles, LAPD, que contava entre seu pessoal com os melhores e mais brilhantes agentes de Policia; o Departamento da Policia de Chicago, que tem a maior mão dura nos Estados Unidos e é celebre por sua luta contra Capone e outros gângster; o Departamento de Policia da Filadélfia, com seus agentes de policia acostumados a lutar com traficantes e delinqüentes, que se movem nos guetos dos carentes bairros centrais, cuja visão recorda-me como ficou a cidade de Dresde, em 1945, apos receber o impacto de uma chuva de bombas.


Que fazia o legendário Corpo de Policia de Nova Iorque quando surgiu a primeira turma pela primeira vez e pouco depois se estendeu e multiplicou rapidamente? Por que o aparelho de segurança dos Estados Unidos e as forças de Proteção Civil podem controlar meio milhão de homens durante uma manifestação e, entretanto, não são capazes de lutar contra um pequeno bando de valentões? Por que não intervieram os militares americanos com seus tanques, helicópteros, exércitos, marines, rangers para ajudar a derrubar esta situação e proteger aos aterrorizados cidadãos contra esta ameaça? A menos que toda a operação estivesse dirigida pela mesma gente que organizou o 11/09, aqueles que dirigem nossa firme marcha para a escuridão de sua desejada ditadura de uma Única Ordem Mundial...


Fixem-se no que acontecera aos casos de seqüestro na America, assim como, suas terríveis conseqüências (a violação e o assassinato de uma pessoa inocente, com toda riqueza de detalhes, que transladarão a sua casa a sensação de que a sociedade não e segura) pelos quais nos informarão os meios de comunicação controlados pelo Grupo Bilderberg. Os acontecimentos apresentar-se-ao da mesma maneira que se apresentou a violência entre os bandos para uma sociedade desconcertada, durante a década recente de 1960, devido a ação soterrada dos bilderbergers.


Depois da reunião secreta do Clube Bilderberg na Suécia me inteirei, através de uma fonte de Inteligência extremamente confiável, de que os bilderbergers estavam planejando "um ensaio geral na primavera e no verão (de 2002) pelo que, em pouco tempo, se converteria em uma tragédia de proporções epidêmicas (de seqüestro infantis)". Por desgraça, minha fonte (com uma bem-sucedida percentagem de 94% em sua predição) estava certa.


Os casos recentes abalaram aos pais porque a maioria das vitimas seqüestrada estava em sua própria casa, ou justo na soleira da porta. Por exemplo, durante as horas em que se informou que Cassandra Williamson tinha desaparecido da casa de seus vizinhos, situada nos subúrbios de St. Louis, a busca foi transmitida direta pelos canais de noticias de televisão a cabo por todo Estados Unidos. Estes são alguns dos titulares desse fatídico 2002: "Elisabeth Smart, de quatorze anos e natural de Utah, desapareceu de seu dormitório em 5 de junho e ainda continua o paradeiro desconhecido", The Oregonian, 5 de junho de 2002.


"Encontrou-se o corpo sem vida de uma menina, cujo paradeiro era desconhecido... Apos semanas de busca, Danielle van Dam, de sete anos de idade, foi achada morta" , CNN.com, fevereiro de 2002.

 "Samantha Runnion, de cinco anos, raptada perto de sua casa", PRWeb.com, 15 de julho de 2002. Samantha Runnion, de cinco anos de idade, foi encontrada morta em Riverside, California, CNN.com, 16 de julho de 2002. "Percepção de perigo apesar da cobertura nos meios, acontece a onda de estranhos seqüestro." Os recentes seqüestro são descarados e transpassaram os limites sociais e econômicos, São Francisco Chronicle, 28 de julho de 2002.


"Erica Pratt, de sete anos, seqüestrada na calcada de uma favela da Filadélfia", São Francisco, Chronicle, 24 de julho de 2002.


"Cassandra Williamson, que desapareceu da cozinha da casa de uns vizinhos, foi achada morta". Fax News, CBS News, 26 de julho de 2002.


Outra vez, depois de servir a um fim determinado, os seqüestro se evaporaram da opinião publica no inicio de 2003. Como no caso das guerras de bandos "o publico reagiu de acordo a reação esperada e projetada pelo Stanford" (leia-se: indo contra as conseqüências visíveis em lugar de procurar a causa invisível); porque a sociedade em conjunto não reconheceu os sintomas de uma etapa de um processo dirigido por eles. Os meios de comunicação, em cooperação com o Stanford, centraram a atenção de milhões de americanos nos preocupantes casos de seqüestro, seguidos de violações e amputações que gelaram o sangue da população, devido a sua intensidade, sadismo e crueldade.

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Terça-feira, 18 de Janeiro de 2011

OS TRÊS TIPOS DE PROVAS

 
 
 
Texto de Louis Colombelle
­
Foi em 1928 que o Sr. Paul Dupuy, então diretor do jornal Le Petit Parisien, deu-me a edição original americana de "A Vida dos Mestres. "

Não pude abandonar o livro antes de terminar a leitura, e quase não comi nem dormi durante os três dias que levei para lê-lo. Escrevi em seguida ao autor e aos editores, sem no entanto obter resposta. Solicitei aos amigos informações da Califórnia; eles me deram opiniões variadas e com muitas dúvidas
.


Soube apenas que Life and Teachings of the Masters of the Far East vendia de 25 a 40 mil exemplares por ano, sem interrupção, desde 1921.

Foram precisos 19 anos de paciência para aprender que não somos nós que escolhemos os Mestres, mas são eles que escolhem o momento que nos convém. Com efeito, foi só em 1947 que uma série ordenada de circunstâncias me pus­eram em contato com Baird Spalding.


Ele me concedeu o tempo necessário para esclarecimentos e me pediu para responder à correspondência em língua francesa referente ao seu livro. Mantive contato com ele até sua passagem para o Além, no dia 18 de março de 1953. Seu corpo tinha durado cerca de cem anos.

Eu já tinha pronta a tradução de A Vida dos Mestres, em 1937. A primeira publicação só aconteceu em 1942, sem a ciência de Spalding, que eu não conhecia ainda, e seguindo as indicações especiais que me foram dadas por certos amigos.

Uma das perguntas mais freqüentes feitas por meus leitores era a seguinte: "O Livro é uma ficção ou a narrativa de uma viagem real?" Spalding respondeu: "Que cada um tire deste livro o que é bom para si, e acredite naquilo que é apropriado ao seu grau de evolução."

E preciso notar que, desde o princípio de suas publicações, Spalding se viu na impossibilidade material de responder a milhares de cartas de seus leitores americanos, dos quais muitos eram jornalistas ou simples curiosos. Eu queria lembrar ao público francês que há três princípios de provas: a prova material, a prova por testemunhas e a prova pelo espírito. Elas são de valor inegável mas crescente, a última de muito mais importância, contrariando certas opiniões muito difundidas.


1 - A prova material corresponde aos sentidos físicos. Ela está, pois, sujeita a todas as ilusões sensórias.


Se alguém nos apresenta uma fotografia de um gnomo ou de um espírito da natureza podemos dizer sempre que ela foi falsificada.


No entanto, vi algumas que me pareceram autênticas. Se você leva uma carta ao guichê por via aérea e se o empregado afirma que ela pesa 12 gramas, você não fica de todo seguro, e com razão. Se uma secretária, sua conhecida, assegura que verificou o peso em sua própria balança, controlada no decorrer de anos de uso, você fica certo de seu peso, porque conhece a secretária que efetuou a pesagem.


Então, o princípio da prova pelo espírito se efetua, e se vê que ele ultrapassa a prova material.


2 - A prova por testemunhas é utilizada quase sempre em inúmeros casos resolvidos pelas cortes de justiça. Por exemplo, se algumas testemunhas reconheceram um trabalhador agrícola que pôs fogo em medas de feno por vingança, condena-se com rigor o incendiário. Provavelmente, a prova material resultante do fato de que o boné desse trabalhador tenha sido encontrado próximo ao incêndio não seria suficiente.


Milhares de testemunhas viram Jesus em sua passagem pela Palestina. Outros milhares tiveram revelações de sua presença no correr dos vinte séculos. Enfim, milhões acreditaram em seu ministério em virtude de provas pelo espírito.


Isso não impede de modo algum que um certo número de pessoas afirme tenazmente que Jesus jamais existiu.


O leitor notará que esses céticos chegam algumas vezes a semear a dúvida entre aqueles que preferem as provas materiais, mas jamais entre os que fundam seu julgamento sobre a prova pela espírito.


3 - Chego a este último modo de prova com um novo exemplo. Suponhamos que um historiador diga que Joana d'Arc desempenhou uma comédia, que sua vida foi impura e que ela chamava "vozes do céu" as informações confidenciais dadas por certos cavalheiros.


Esse historiador teria de mostrar documentos, fornecer provas escritas; pois, trazendo o testemunho da época, ele não convenceria nada. O espírito de Joana d' Arc é o de uma pura heroína resolvida ao sacrifício de seus desejos pessoais e de sua vida. Ela está acima das suspeitas e das calúnias. A prova da origem de seus atos reside nas suas intenções, isto é, no espírito geral de sua vida desinteressada, e esta prova é peremptória.


Os opositores não estão entre as pessoas que têm um pensamento elevado ou mesmo média.


Então Spalding encontrou fisicamente os personagens que citou. Desde o dia em que acabei o seu livro, a prova pelo espírito estava feita para mim no sentido afirmativo. Não se inventam coisas semelhantes. Os ensinamentos dessa ordem provêm sem dúvida de uma fonte espiritual excepcionalmente elevada. Senti os ecos que eles despertaram em minha alma e nas de numerosos leitores.


Quando os tempos amadureceram, tive a felicidade de passar longos dias com Spalding em Nova Iorque. Fui convidado a jantar em casa de algumas anfitriãs americanas de meus amigos, que conheciam a livro e lhe fizeram todas as perguntas compatíveis com a imaginação normal.


Ele respondeu sempre com calma e um humor perfeitos, ornados de uma ciência e graça maravilhosamente adaptadas ao nível da inteligência espiritual do auditório.


Um dia num círculo, ele encontrou um general inglês que conheceu por tê­-lo visto na Índia, onde este estava a serviço.


Assim, tive uma prova por testemunho que Spalding tinha estado nas Índias. Mas essa prova era fraca ao lado da prova pelo espírito, confirmada ao máximo pelos ensinamentos verbais que Spalding me deu algumas vezes em particular.


Enfim, diversas provas materiais se juntaram a esse feixe, tais como a existência de uma rede de comunicações telepáticas das quais ele fazia uso e as indicações que me deu para que me fosse permitido o reencontro de certos personagens.


Mas as provas desse gênero concernem principalmente aos interessados diretos e são, sobretudo para os amigos íntimos.


Concluo, pois, como Spalding: que cada um retire de A Vida dos Mestres aquilo que é bom para si mesmo e faça uma opinião pelo estudo e a meditação.

 
Do livro: A VIDA DOS MESTRES, de Baird T. Spalding, Editora Expressão e Cultura, 2002 (é uma edição mais recente do livro VIDA E ENSINAMENTOS DOS MESTRES DO EXTREMO ORIENTE, de Spalding, traduzida do francês )

Sobre o livro:

http://holosgaia.blogspot.com/2008/03/mestres-do-extremo-oriente.html




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Segunda-feira, 17 de Janeiro de 2011

EFEITOS SECUNDÁRIOS DAS PRÁTICAS PSI

 
 
AVISOS PARA PARAPSICÓLOGOS E SENSITIVOS
Barbara Ivanova
 
Nesta breve seleção, Barbara discute medidas de precaução para estudantes e pesquisadores do fenômeno psi. Sua experiência como estudante e professora do psi possibilita que ela chegue a sugestões e conselhos concretos para uma abordagem fundamental e saudável do psi. – Larissa Vilenskaya.
 
Como mencionei várias vezes, acredito que todos possuem aptidões psi em diferentes graus, e cada um pode treiná-las e desenvolvê-las para um notável progresso no desempenho psi. Porém, houve alguns casos onde experiências e treinamentos psi (especialmente no campo da psicocinese e cura psi) levaram a efeitos negativos temporários. No processo do nosso trabalho voltado para o estudo e prevenção de reações e sensações negativas, que podem ser "produtos-acompanhantes" de exercícios, experiências e treinamentos psi, descobrimos que reações negativas ocorrem quando certas regras e precauções, assim como psico-higiene e proteção da saúde do sensitivo, não são observadas. Essas reações negativas são as seguintes:
 
1.Formigamento: forte, em graus maiores ou menores, nas faces, mãos, pés e por todo o corpo. Isso está freqüentemente ligado a uma sensação de calor ou aquecimento, algumas vezes perturbadoras em excesso.
 
2. Contrações musculares: às vezes muito fortes.
 
3. Vertigem: às vezes com completa perda de consciência.
 
4. Transpiração: mais ou menos profusa.
 
5. Exaustão: fraqueza e exaustão completas como conseqüências das atividades psi (clarividência, PK, cura etc.) se praticadas por um período maior do que a energia ou aptidão      do sensitivo podem permitir.
 
6. Sensação de febre: tremores, resfriamento, fraqueza, como conseqüências da perda de energia em grande escala.    
 
7. Perda de peso: às vezes 800/ 1000 gramas após trinta minutos de trabalho.
 
8. Alta concentração de açúcar no sangue: até o nível do que ocorre com diabéticos.    
 
9. Mudanças na pressão sangüínea: às vezes a um nível perigoso.
 
10. Ondas cerebrais stressadas: tabela EEG como quando sob forte agitação emocional.
 
11. Disfunções cardíacas: pulso batendo acelerado ou quase imperceptível, eletrocardiogramas indicando uma atividade cardíaca disritmada.
 
12. Perda de coordenação: em raras ocasiões.
 
13. Perda temporária do paladar, olfato e outros sentidos: eles podem se alterar ou se desviar da realidade - às vezes, sensações inexistentes ou supersensibilidade aparecem.
 
14. Distúrbios no funcionamento do sistema endócrino: em raras ocasiões.
 
15. Dores: nas pernas, mãos ou outras partes do corpo.
 
16. Desordem respiratória: profusa ou excessivamente baixa.
 
17. Perda ou distúrbio do sono: ocorre freqüentemente.
 
18. Depressão geral: irritabilidade ou outros sinais de exaustão do sistema nervoso, assim como outros sintomas de mau funcionamento.
 
(*Vale mencionar também os casos em que o curador inexperiente atraiu a doença da pessoa do doente para si, isto é, ele sente a mesma condição que está tentando aliviar na pessoa doente. Para prevenir tais casos, o curador deve observar regras de higiene psíquica (regime, dieta, padrões éticos etc.). Alguns curadores também sugerem que estudantes de cura devem aprender técnicas específicas de "proteção”. – L.V.)
 
Todas essas desordens podem ser sentidas por minutos, horas ou dias, e algumas delas até por meses, se medidas necessárias não são tomadas. As desordens têm sido confirmadas por métodos objetivos de exames médicos e pela observação das condições dos sensitivos, e também subjetivamente, através de constatações dos sensitivos. Podemos ver essas desordens como uma resposta ao stress, em vários graus. Isso sustenta a idéia da natureza real dos fenômenos, que encontram meios físicos para
suas expressões. A bioenergia do corpo tem um papel importante no processo, e devemos tomar cuidado para não exauri-la, sendo cuidadosos com os sensitivos, para poupar sua saúde mental e física.
 
Podemos evitar essas respostas negativas da mente e do corpo treinando gradualmente o sensitivo e expondo o corpo às influências das nossas energias psi ou às de outros sensitivos, somente até um grau compatível com o potencial do sensitivo. Por exemplo, começamos nossos exercícios uma vez por semana ou em um período de dez dias (como fiz quando senti-me exausta e experimentei alguns dos sintomas descritos enquanto treinava clarividência e outras qualidades. Isso ocorreu em 1973, quando
comecei o primeiro treinamento de grupo e ainda não tinha ganhado experiência).
        
Em nosso grupo, descobrimos que não é bom mais do que quinze a vinte minutos por vez, com intervalos maiores do que a duração das experiências. Se o sensitivo agüenta bem esse ritmo de treinamento, ele pode continuar o trabalho com mais freqüência e por períodos mais longos. Se sentir bem, os períodos de trabalho devem ser reduzidos. E atente-se: se a energia psi é usada em excesso, o sensitivo pode se perturbar e até ficar doente. Temos observado tais casos.
 
É importante estar consciente do fato de que não é a prática psi que pode causar dano ao sensitivo, mas somente a "ignorância" psi. Essa ignorância - a falta de real conhecimento ou informação, assim como a falta de estudo sério no campo do fenômeno psi – é muito perigosa nesse trabalho. Ainda mais perigosa é a nova forma de superstição que simplesmente nega todos os fatos do fenômeno psi, privando as pessoas da possibili­dade de usarem suas faculdades de forma correta. Não podemos evitar que sensitivos natos se tornem clarividentes ou recebam mensagens de "informação PK", assim, é melhor que eles com­preendam esses processos e conheçam as regras para conduzir esses tipos de atividades.
 
Atitudes negativas das pessoas em relação a dons podem também ter um efeito desastroso: os sensitivos tentam esconder essas aptidões, tornam-se assustados ou consideram-se casos mentais. Isso cria um sério problema social: tais pessoas, às ve­zes, tornam-se incomunicáveis ou mentalmente doentes porque sentem necessidade de reprimir essas qualidades naturais e ine­rentes. Ou começam a explorar suas aptidões em uma larga es­cala, sem instrução apropriada, o que pode resultar em um de­sastre. É preferível que os sensitivos compreendam os fenôme­nos fundamentais de suas aptidões, pois, caso contrário podem tornar-se extremamente assustados quando produzirem invo­luntariamente efeitos psi. Com uma formação negativa em tra­dições e ambiente social, e ninguém em quem confiar e receber conselho, o sensitivo pode sofrer não só mentalmente, mas tam­bém fisicamente.
 
Se uma pessoa tem faculdades psi (e uma grande parte das pessoas as têm em larga escala sem ser conscientes disso), elas não devem ser reprimidas ou o indivíduo pode sofrer de stress. O uso deve ser sob a orientação de pessoas experientes, bons li­vros, em ambientes próprios e com os objetivos corretos. Não se deve tentar receber ou transmitir informação psi para ganhos pessoais ou isso poderá causar danos a outros ou revelar segre­dos dos outros.
 
Não se esqueçam da "Lei do Bumerangue": isso o atingirá quando você menos esperar! O mesmo é verdade para a cura: quem somos nós para desafiar os princípios do karma? Não podemos fazer isso!
 
Todas essas coisas são muito conhecidas, mas existem mui­tas pessoas que são inconscientes delas. Assim, esse breve tre­cho lembrará vocês dessas regras. Espero que isso ajude os ini­ciantes, experimentadores e sensitivos a dominar a arte e a ciên­cia da Parapsicologia. Nossa experiência, apresentada aqui brevemente, poderá ser útil para sensitivos, seus pais, amigos, pro­fessores e médicos, para avançarem em seus trabalhos e adqui­rirem a correta atitude. 

 Fonte: "O CÁLICE DOURADO" 
 
 
 
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Domingo, 16 de Janeiro de 2011

ANNA SHARP - CROP CIRCLES


 



PodFlash com Amaury Jr.

http://www.podflash.com.br/entrevistas/anna-sharp-parte-1/


Anna Sharp - Parte 1

17/10/2006 10:31 em Entrevistas com Amaury Jr.

Confira no PodFlash a entrevista exclusiva de Amaury Jr. com a terapeuta, escritora e pesquisadora da paranormalidade Anna Sharp. Ela faz um alerta sobre um fenômeno de âmbito internacional, que reuniu a opinião de várias tradições exotéricas. Trata-se de um processo chamado “abertura cósmica”, no qual basicamente, raios de alta dimensão do Universo cruzarão a rota da Terra. O efeito será a ampliação de nossos pensamentos e emoções na intensidade de um milhão de vezes, ou seja, mentalizar coisas positivas terão grande chance de materialização.

http://www.podflash.com.br/entrevistas/anna-sharp-parte-2/


Anna Sharp - Parte 2
18/10/2006 9:12 em Entrevistas com Amaury Jr.
Na segunda parte da entrevista de Amaury Jr. com Anna Sharp, a pesquisadora comenta sobre os grandes paranormais brasileiros, e ainda conta algumas de suas experiências com o sobrenatural.

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YOUTUBE - 2012: Amaury Jr entrevista Anna Sharp e Oscar Quiroga - 4ª Dimensão


http://www.youtube.com/user/cepua#p/search/0/YXCB2knqHqg
http://www.youtube.com/user/cepua#p/search/1/d2RG0LPhsIM
http://www.youtube.com/user/cepua#p/search/2/rsih7NlMyh0
http://www.youtube.com/user/cepua#p/search/3/cP8fOF5zYRU



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Programa Dimensões-AnnaSharp 3de6-Crop Cicles
Seminário sobre Crop Cicles


http://www.youtube.com/user/solimar231#p/u/5/AprDghsiB3o


http://www.youtube.com/user/solimar231#p/u/4/gQ3zD6b9Hwk


http://www.youtube.com/user/solimar231#p/u/3/9hXVwsKyG-M

http://www.youtube.com/user/solimar231#p/u/2/BSpMgbEQtdE

http://www.youtube.com/user/solimar231#p/u/1/5lF07vCGa1khttp://www.youtube.com/user/solimar231#p/u/0/v4m-LjRFfTE




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Jô Soares entrevista Anna Sharp 29/09/2010

http://www.youtube.com/watch?v=2LEQdUsDOvI

http://www.youtube.com/watch?v=lM_-jBC5jd0&feature=related

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A gente se esquece que a maior parte da realidade não é material.

Celia Barcellos

Minha praticista da Ciência Cristã, dona Edy, contou a seguinte história: uma mulher chegou até a casa dela, em busca de cura espiritual, amparada por duas pessoas, porque a válvula do coração precisava ser trocada e ela se sentia muito mal. Enquanto ela aguardava na sala de espera, ia lendo e se informando sobre o tratamento que ia receber. Quando dona Edy explicou para ela que o tratamento consistia em compreender a perfeição divina em nós e que isso expulsaria a ilusão da doença, ela entendeu prontamente. Parecia ter estado a vida toda esperando por aquilo. Saiu de lá um pouco melhor e muito motivada a se aprofundar naquela nova visão de mundo. Passaram os anos e ela voltou, mas apenas para contar o resto da história. Ela tinha melhorado tanto que não fez a cirurgia da válvula. Ao invés de ser ajudada, agora cuidava dos netos e ajudava como podia a família. Um dia foi aos EUA fazer uma operação plástica e teve que dizer ao médico sobre o problema cardíaco. O médico resolveu fazer um raio x e outros exames para se certificar sobre o estado da válvula. Mas o que ele constatou foi que a válvula tinha desaparecido: "A senhora está enganada. Seu coração é normal, não tem válvula nenhuma."!!!

 
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Sexta-feira, 14 de Janeiro de 2011

HABITUAR-SE É ENVELHECER

HABITUAR-SE É SUBSTITUIR A SENSIBILIDADE PELO PENSAMENTO, A PERCEPÇÃO PELA MEMÓRIA, A MENTE RECEPTIVA PELA REPETITIVA, O INFINITO PELO LIMITADO...

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1- Atenção, Atenção, Atenção !

Por Harry R. Moody e David Carroll(*)

Como acadêmico e administrador, trabalhei no campo do envelhecimento por quase metade da minha vida. Contudo, ainda fico extremamente confuso sobre o que, psicologicamente, nos seres humanos os faz envelhecer. Quando esse processo realmente começa?
Um colega meu, o psicólogo dr. Robert Kastenbaum, também ficou intrigado com essa questão – tão intrigado que desenvolveu uma teoria bastante surpreendente para explicá-la. Ele acredita que o envelhecimento psicológico começa na infância.
O que o dr. Kastenbaum quer dizer com essa estranha afirmação é que, quando ficamos mais velhos, desenvolvemos uma diminuição gradual de reação à estimulação persistente, um processo que ele chama de ficar habituado.
Em termos psicológicos, ficar habituado significa tornar-se gradualmente desatento a um estímulo repetitivo, o tique-taque de um relógio, por exemplo, ou o som de pés se arrastando no apartamento do andar de cima. No início, esses sons nos perseguem durante o dia e nos mantêm acordados à noite. Depois, um filtro passa a funcionar nos nossos cérebros e, com o tempo, começa a bloquear os sons. Um dia despertamos e percebemos que nos tornamos tão acostumados a esses ruídos que, para todos os efeitos, eles não existem mais.
Essa “válvula mental de redução”, como Aldous Huxley a ela se referia, é essencial no que diz respeito à nossa vida e à nossa lida cotidianas; sem ela, ficaríamos enlouquecedoramente distraídos com as milhares de impressões irrelevantes que atingem os nossos sentidos a cada momento.
Contudo, o ficar habituado de que fala Kastenbaum é um grau mais sutil do que a pura reação física. É uma redução da nossa consciência, bem como dos nossos sentidos, um processo no qual, com o tempo, os estímulos comuns da vida, os prazeres simples e as pequenas alegrias, perdem a qualidade por força da simples repetição.
Esse processo se inicia na infância, no momento em que começamos a observar o mundo. Em princípio, tudo o que nos rodeia é brilhantemente vivo e animado – o gorjeio do pardal, o gosto do sorvete, a visão das nuvens de verão. Então, os anos se passam. Quando escutamos o gorjear de milhares de pardais, quando lambemos a nossa décima milésima casquinha de sorvete, quando vemos a nossa milionésima nuvem passar sobre a nossa cabeça, a imediação da nossa reação a esses estímulos diminui. Finalmente, ficamos insensíveis à sua beleza. O ficar habituado se estabelece e, com ele, uma sensação de nos tornarmos rígidos, endurecidos – mais velhos.
(*) O Texto aqui apresentado é um excerto do capítulo 5 do livro Os Cinco Estágios da Alma, de Harry R. Moody e David Carroll, lançado recentemente pela Nova Era. Tradução: Beatriz Penna.






2- A novidade e o hábito

Nesse sentido, o envelhecimento é menos cronológico ou físico do que psicológico. As suas origens podem ser remontadas mais diretamente a uma perda auto-induzida de flexibilidade mental do que a qualquer declínio natural no processamento cognitivo.
A razão pela qual nos sentimos mais vivos quando viajamos, por exemplo, ou quando nos encontramos em circunstâncias incomuns é que as novas impressões tendem a afrouxar as garras do hábito. Cores, sons, gostos, odores, idéias parecem mais vívidos quando estamos na estrada ou em novos ambientes. Até o próprio tempo parece diminuir o ritmo (o que nos faz pensar se o nosso sentido de tempo também não está condicionado à velocidade na qual processamos as impressões). Até certo ponto, isso explica por que gastamos tanto tempo de nossas vidas buscando experiências novas – um novo filme, um novo restaurante, um novo amante. Inconscientemente, estamos nos automedicando contra ficarmos habituados.
Evidentemente, de determinadas maneiras, ficar habituado é essencial à vida, fazendo com que não nos seja necessário reagir a cada fragmento de informação sensorial que passa no nosso caminho. Contudo, isso também nos torna velhos antes do tempo. Em resumo, o hábito é uma faca de dois gumes, proporcionando liberdade da sobrecarga sensorial, mas também fazendo com que as pessoas fiquem acomodadas, mesmo aquelas que, sob outros aspectos, são brilhantes e capazes. Lembro-me do filósofo alemão Emmanuel Kant. Intelectualmente, um dos maiores paladinos da filosofia da autonomia e da liberdade. Em sua vida particular, Kant tornou-se tão preso ao hábito quando envelheceu que os cidadãos da sua Königsberg natal estavam acostumados a acertarem os seus relógios pelos seus regulares passeios vespertinos.
O que o ficar habituado tem a ver com a espiritualidade?
Em seu sentido mais profundo, ficar habituado é mais do que simplesmente uma entrega crônica às rotinas. Em um nível mais profundo, pode ser considerado o oposto polar da consciência e da atenção, que são os pilares da vida espiritual.
A Bíblia nos prescreve: “Fique tranqüilo e saiba que Eu sou Deus.” Do mesmo modo, o objetivo da oração contemplativa é ancorar a nossa consciência no momento presente e manter as nossas mentes livres do fluxo de pensamentos mundanos que usurpam a nossa atenção. Se fazemos isso tempo suficiente e se somos capazes de aquietar as nossas mentes da maneira adequada, algo estranhamente maravilhoso acontece. Algumas pessoas experimentam a sensação de que estão se movendo de uma dimensão familiar para uma desconhecida. Outras sentem uma sensação de expansão, de se moverem para o exterior, além dos limites comuns da percepção cotidiana. Ainda outras descobrem um espaço ilimitado dentro de si mesmas que parece conter todas as coisas. As palavras perdem a importância.




3- Viver fora do momento

Faça uma experiência. Respire fundo algumas vezes, depois sente-se, relaxe o máximo que puder e não pense em absolutamente nada. Por mais ou menos 30 segundos, deixe que a sua mente fique totalmente em branco, como uma lousa sem nada escrito nela. Feche os seus olhos, respire totalmente e concentre a atenção na sua respiração. Inspire e expire mantendo a sua consciência fixa na respiração. Toda vez que perceber a sua atenção vagando, traga-a de volta à sua respiração.
Se você nunca tentou essa forma rudimentar de meditação, vai ficar surpreso em primeiro lugar com quão difícil é deter os seus pensamentos; em segundo, com quão calmo e enraizado no momento presente você vai se sentir mesmo depois de apenas 20 ou 30 segundos de esforço. Essa sensação de presença relaxada é o início da consciência. É o local de partida da prática contemplativa. Todas as religiões e todos os caminhos espirituais adotam alguma variação desse método como parte de sua prática espiritual.
Ficar habituado, por outro lado, é o que poderíamos chamar de “inconsciência” ou “desatenção”. Se consciência significa vivermos no aqui e estarmos visceralmente atentos ao que fazemos a cada momento, ficar habituado significa vivermos fora do momento, estarmos desatentos a nós mesmos e não observarmos o que fazemos. Significa permitirmos que as nossas mentes desperdicem o tempo pensando os seus pensamentos costumeiros e sonhando os seus sonhos costumeiros – eu quero, eu não quero, eu gosto, eu detesto, eu lembro, eu esqueço. Visto sob essa luz, ficar habituado é uma forma de sonho espiritual.
Como exatamente lutamos contra ficarmos habituados?
Antes de respondermos a essa pergunta, precisamos responder muitas outras que a precedem: qual é a diferença entre hábito e ficar habituado? E, se os hábitos são uma parte necessária da vida, não poderia ser perigoso eliminá-los?
Os hábitos, é verdade, são necessários. Alguns, como guardar as chaves do seu carro no mesmo lugar todas as vezes e escovar os seus dentes, são extremamente úteis. Talvez a maioria dos hábitos seja boa.
O perigo não está escondido em nenhum hábito em particular, embora certamente existam muitos sem os quais estaríamos melhor. Os hábitos individuais podem ser úteis ou prejudiciais, dependendo do caso. Por outro lado, ficar habituado, em seu sentido mais negativo, é mais um mecanismo mental cumulativo do que uma acomodação ajustada ao viver. Ele ocorre durante todas as nossas horas de vigília e causa o fechamento da nossa consciência a um nível tão empobrecido de percepção que só interagimos com o mundo no nível mais superficial através de idéias fixas, suposições preconcebidas e uma mente fechada.




4- O Nosso Universo é ReduzidoEm seu estudo seminal Sobre a Psicologia da Meditação, os psicólogos Robert Ornstein e Claudio Naranjo afirmam que a nossa suposta visão da realidade é, na verdade, uma construção mental subjetiva e tendenciosa na qual selecionamos um pequenino grupo de idéias e estímulos e eliminamos sistematicamente o resto. O homem e a mulher comuns acreditam que aquilo que vêem ao seu redor quando descem a rua é um reflexo exato do que realmente existe. Ornstein e Naranjo insistem que essa idéia é impossível de ser mantida, mesmo no nível mais elementar, se considerarmos as inumeráveis formas de energia que nos cercam a todo momento – eletricidade, magnetismo, radiação, ondas luminosas, sinais de rádio, raios X, para não mencionar as nossas próprias químicas interior e descargas elétricas, os nossos pensamentos, sentimentos, sensações, impulsos musculares.
Já que somos bombardeados por essa ampla saraivada vibratória em todos os momentos de nossas vidas, uma grande quantidade de energia deve ser gasta para que tudo isso faça sentido. Fazemos isso, em primeiro lugar, nos descartando e simplificando a maioria das informações que chegam aos nossos cérebros e, em segundo, separando e classificando esses dados em concisos pacotes de consciência e reação; como se fossem bytes de consciência.
O resultado desse esforço mental de organização é que o nosso universo se torna reduzido ao nível da nossa própria capacidade de compreendê-lo e processá-lo. Literalmente, “sintonizamos” a nossa consciência nos canais que são mais fáceis de conectar e bloqueamos o resto. “Quando nos tornamos experientes em lidar com o mundo”, escrevem Ornstein e Naranjo, “tentamos cada vez mais fazer com que outras coisas da massa de informações que chegam aos nossos receptores tenham um ‘sentido’ consistente. Desenvolvemos sistemas ou categorias estereotipados para classificarmos os estímulos que nos alcançam. Esse conjunto de categorias que desenvolvemos é limitado, muito mais limitado do que a riqueza dos estímulos. (...) Esperamos que os carros façam um determinado ruído, que os sinais de trânsito sejam de uma determinada cor, que o odor da comida seja de determinada maneira e determinadas pessoas digam determinadas coisas”.
Ornstein e Naranjo dizem que, como um resultado desse processamento estereotipado, o que nós realmente percebemos não são absolutamente carros ou sinais de trânsito ou comidas reais. São invenções dos nossos limitados sistemas internos de processamento que vêem o que o hábito nos diz para vermos e que são filtrados através das lentes das nossas próprias subjetividade, imaginação e sugestionabilidade. Sendo assim, em última análise, todo o nosso senso de realidade vem a ser construído não sobre as coisas como realmente são, mas sobre modelos interpretativos baseados em uma versão excessivamente editada e intensamente processada das experiências passadas e do futuro.
Então, ficar habituado é o subproduto de todas as rotinas e escaninhos aos quais as nossas mentes se entregam durante décadas. Perto da meia-idade, esse mecanismo se torna predominante em nós, censurando, classificando, distorcendo, julgando, supondo, rotinizando, mecanizando tudo o que vemos, sentimos e pensamos. O ficar habituado se estabelece, por exemplo, quando não escutamos mais o que as pessoas estão nos dizendo (porque as nossas noções preconcebidas nos dizem que já sabemos a verdade). Isso acontece quando ficamos entorpecidos diante das belezas sutis que nos cercam, quando paramos de ver as coisas como se fosse pela primeira vez, como uma criança é capaz de fazer. Ficar habituado é quando nos ouvimos expressar as mesmas desgastadas opiniões, quando nos pegamos contando uma história que já contamos centenas de vezes antes, exatamente da mesma maneira. Ficar habituado é falarmos automaticamente de coisas sobre as quais nada sabemos. É supor sem entender, julgar sem avaliar, reagir a partir de uma tendência em vez de um fato evidente. Resumindo, é uma redução da nossa percepção ao invés de uma expansão da nossa
consciência.



5- Para escapar da armadilha

Como escapamos dessa armadilha? Como superamos o emaranhado de hábitos que nos mantêm tão acorrentados e cegos? Uma resposta é simplesmente atenção.
Roshi Philip Kapleau conta a história de como um dia um homem veio até o mestre zen Ikkyu e lhe pediu para escrever um conjunto de máximas sábias para pessoas comuns lerem e entenderem.
Ikkyu escreveu uma única palavra em um pedaço de papel e o entregou ao homem. A palavra era “atenção”. “Isto é tudo?”, perguntou o homem, incapaz de esconder o seu desapontamento. “Você não pode acrescentar alguma coisa mais esclarecedora?”
Ikkyu pegou o papel de volta e escreveu a palavra “atenção” duas vezes.
“Realmente”, disse o homem, “não consigo entender o significado do que você me deu”.
Diante disso, Ikkyu escreveu a palavra três vezes: “Atenção. Atenção. Atenção.”
Imensamente irritado, o homem gritou: “De qualquer modo, o que significa esta palavra ‘atenção’?”
Ikkyu respondeu gentilmente: “Atenção significa atenção.”
Como começarmos a praticar a atenção em um nível cotidiano?
Começamos prestando atenção aos eventos que acontecem ao nosso redor – entrando na vida diária com total concentração nas atividades comuns. Abrir uma garrafa. Datilografar uma carta. Acender a luz. Atender o telefone. Tomar o café da manhã.
Nas culturas asiáticas, especialmente aquelas inspiradas por ideais espirituais, os exercícios são igualmente empregados para cultivar a atenção cuidadosa. Um dos mais conhecidos é a cerimônia do chá. Longe de ser uma pitoresca versão oriental de um intervalo para o café, como certa vez denominou-a um americano, a cerimônia do chá está profundamente imbuída do espírito zen e é um exercício ativo de atenção para todos os participantes. Cada movimento que o mestre do chá faz durante a cerimônia – e que, teoricamente, os convidados repetem do mesmo modo – tem um propósito. Nada está fora do lugar, nada é aleatório ou acidental. Ao mesmo tempo, apesar das regras tão precisas de comportamento, há, como em todas as artes sagradas, latitudes ilimitadas para a criatividade e para a espontaneidade.
Conta-se a história de um famoso mestre do chá que certo dia convidou um dignitário de alta categoria à sua casa de chá. Naqueles tempos, era costumeiro que o mestre do chá desse aos seus convidados um presente pequeno e apropriado. Contudo, naquele dia, enquanto a cerimônia prosseguia, nenhum presente estava disponível.
O mestre preparou e serviu o chá. O dignitário e as pessoas da sua comitiva beberam o chá, admiraram as xícaras antigas e fizeram os elogios apropriados. Mas onde estavam os presentes? Poderia o maior mestre do Japão estar cometendo uma tal violação da etiqueta?
Então, exatamente quando os convidados tinham terminado o seu chá e estavam se preparando para partir, o mestre do chá levantou-se, andou até a janela e abriu as cortinas. Do lado de fora, perfeitamente enquadrada pela janela, exatamente naquele momento, uma gloriosa Lua cheia estava se erguendo do mar, com o seu reflexo brilhando majestosamente no oceano abaixo. O mestre não havia se esquecido de dar um presente aos seus ilustres visitantes. Estava simplesmente aguardando o exato momento para dá-lo.

http://www.terra.com.br/planetanaweb/338/transcendendo/mente/atencao.htm

publicado por conspiratio às 19:39
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TAO E SONHO LÚCIDO






O Sonho do Adormecido


Quando sonha, o adormecido vê coisas que lhe dão prazer, raiva, tristeza e alegria – cenas de riqueza, nobreza, fama e proveito. O sonhador toma essas cenas por reais e não sabe que as está sonhando.


O que percebo quando observo isso é o Tao da profundidade do poder prático no cultivo da realidade.


A mente das pessoas é enganada pelas energias do álcool, da sexualidade e das posses; sua natureza é obscurecida pelas emoções e pelos desejos artificiais por dentro e por fora, elas perdem por completo o sentido da realidade. Se tiver alguma impureza que não consegue dissolver, quem cultiva a realidade não consegue atingir por completo o grande Tao, mesmo que ele esteja à vista.


Isso ocorre porque a raiz do problema ainda não foi inteiramente extraída. Como podemos verificá-lo? Podemos verificá-lo nos sonhos. Se, quando as pessoas sonham, as energias do álcool, da sexualidade e das posses não puderem influenciá-las, nem as emoções e os desejos se apegar a elas, e se elas forem imperturbáveis e inabaláveis, puras e claras, perfeitamente lúcidas, não confundidas por coisas artificiais, só então estarão vendo a realidade.


Se as pessoas se dedicarem, a partir daí, a um trabalho ainda mais profundo, de maneira que nada mais sonhem, a raiz do problema terá sido inteiramente extraída. Se elas ainda sonharem, estará provada a existência de percepções sensoriais ainda não descartadas.


Por conseguinte, diz-se que as pessoas perfeitas não têm sonhos. Naqueles que não têm sonhos, o poder da prática se consumou. Naqueles que têm sonhos, o poder da prática ainda não está consumado.


Se a pessoa tiver sonhos, mas, enquanto sonhar, souber que sonha, o poder da prática terá avançado. Se tiver sonhos e, enquanto sonhar, não souber que sonha, o poder da prática será nulo.


Se puder alcançar de fato a consumação do poder da prática, de modo a não ter nenhum sonho, a Criação estará nas suas mãos. Mesmo que a pessoa durma, será como se estivesse acordada. Mesmo morta, ainda estará viva. Isso porque o que morre é o corpo material, enquanto o que vive é o corpo espiritual. O que dorme são os olhos e os ouvidos, e que fica acordado é o espírito original.


Do livro “O DESPERTAR PARA O TAO” de Liu I-ming
publicado por conspiratio às 16:47
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Quinta-feira, 13 de Janeiro de 2011

SALVEM AS ABELHAS! A VIDA DEPENDE DELAS







Avaaz.org - The World in Acti
Caros amigos,


As abelhas estão morrendo em todo o mundo, colocando em perigo a nossa cadeia alimentar. Os cientistas culpam os agrotóxicos e quatro governos europeus já os proibiram. Se conseguirmos que os EUA e a União Europeia se unam à proibição, outros governos ao redor do mundo poderão seguir o exemplo e salvar da extinção milhares de abelhas. Assine a petição e encaminhe este apelo urgente:


Silenciosamente, bilhões de abelhas estão morrendo, colocando toda a nossa cadeia alimentar em perigo. Abelhas não fazem apenas mel, elas são uma força de trabalho gigante e humilde, polinizando 90% das plantas que produzimos.


Vários estudos científicos mencionam um tipo de agrotóxico que contribui para o extermínio das abelhas. Em quatro países Europeus que baniram estes produtos, algumas populações de abelhas já estão se recuperando. Mas empresas químicas poderosas estão fazendo um lobby pesado para continuar vendendo estes venenos. A única maneira de salvar as abelhas é pressionar os EUA e a União Europeia para eles aderirem à proibição destes produto letais - esta ação é fundamental e terá um efeito dominó no resto do mundo.


Não temos tempo a perder - o debate sobre o que fazer está esquentando. Não se trata apenas de salvar as abelhas, mas de uma questão de sobrevivência. Vamos gerar um zumbido global gigante de apelo à UE e aos EUA para proibir estes produtos letais e salvar as nossas abelhas e os nossos alimentos. Assine a petição de emergência agora, envie-a para todo mundo, nós a entregaremos aos governantes responsáveis:


https://secure.avaaz.org/po/save_the_bees/?vl


As abelhas são vitais para a vida na Terra - a cada ano elas polinizam plantas e plantações com um valor estimado em US$40 bilhões, mais de um terço da produção de alimentos em muitos países. Sem ações imediatas para salvar as abelhas, muitas das nossas frutas, legumes e óleos preferidos poderão desaparecer das prateleiras.


Nos últimos anos, temos visto um declínio acentuado e preocupante a nível global das populações de abelhas - algumas espécies já estão extintas e semana passada ficamos sabendo que algumas espécies nos EUA chegaram a 4% da população normal. Cientistas vêm lutando para obter respostas. Alguns estudos afirmam que o declínio pode ser devido a uma combinação de fatores, incluindo doenças, perda de habitat e utilização de produtos químicos tóxicos. Mas cada vez mais novos estudos independentes produzem fortes evidências que os culpados são os agrotóxicos neonicotinóides. A França, Itália, Eslovênia, e até a Alemanha, sede do maior produtor do agrotóxico, a Bayer, baniram alguns destes produtos que matam abelhas. Porém, enquanto isto, a Bayer continua a exportar o seu veneno para o mundo inteiro.


Este debate está esquentando a medida que novos estudos confirmam a dimensão do problema. Se conseguirmos que os governantes europeus e dos EUA assumam medidas, outros países seguirão o exemplo. Não vai ser fácil. Um documento vazado mostra que a Agência de Proteção Ambiental dos EUA já sabia sobre os perigos do agrotóxico, mas os ignorou. O documento diz que o produto da Bayer é "altamente tóxico" e representa um "grande risco para os insetos não-alvo (abelhas)".


Temos de fazer ouvir as nossas vozes para combater a influência da Bayer sobre governantes e cientistas, tanto nos EUA quanto na UE, onde eles financiam pesquisas e participam de conselhos de políticas agrícolas. Os reais peritos - apicultores e agricultores - querem que estes agrotóxicos letais sejam proibidos, a não ser que hajam evidências sólidas comprovando que eles são seguros. Vamos apoiá-los agora. Assine a petição abaixo e, em seguida, encaminhe este alerta:


https://secure.avaaz.org/po/save_the_bees/?vl  


Não podemos mais deixar a nossa cadeia alimentar delicada nas mãos de pesquisas patrocinadas por empresas químicas e os legisladores que eles pagam. Proibir este agrotóxico é um caminho necessário para um mundo mais seguro tanto para nós quanto para as outras espécies com as quais nos preocupamos e que dependem de nós.


Com esperança,


Alex, Alice, Iain, David e todos da Avaaz






Leia mais:


Itália proibe agrotóxicos neonicotinóides associados à morte de abelhas:
http://www.ecodebate.com.br/2008/09/22/italia-proibe-agrotoxicos-neonicotinoides-associados-a-morte-de-abelhas/


O desaparecimento das abelhas melíferas:
http://www.naturoverda.com.br/site/?p=180


Alemanha proíbe oito pesticidas neonicotinóides em razão da morte maciça de abelhas:
http://www.ecodebate.com.br/2008/08/30/alemanha-proibe-oito-pesticidas-neonicotinoides-em-razao-da-morte-macica-de-abelhas/


Campos silenciosos:
http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/campos_silenciosos_imprimir.html  


----------------
A Avaaz é uma rede de campanhas globais de 5,6 milhões de pessoas que se mobiliza para garantir que os valores e visões da sociedade civil global influenciem questões políticas internacionais. ("Avaaz" significa "voz" e "canção" em várias línguas). Membros da Avaaz vivem em todos os países do planeta e a nossa equipe está espalhada em 13 países de 4 continentes, operando em 14 línguas. Saiba mais sobre as nossas campanhas aqui, nos siga no Facebook ou Twitter.
publicado por conspiratio às 22:00
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O APRENDIZADO DE PODERES PSI

 

 

 
Larissa Vilenskaya
São Francisco janeiro de 1986.
 
Durante meu primeiro ano na faculdade, aconteceu um fa­to inesperado, o primeiro em uma longa cadeia de even­tos que mudaram completamente minha vida. Ou não eram inesperados, mas intencionais? Era meu destino? Meu karma? Um prelúdio para minha missão neste mundo? E eu tenho uma? Todos têm uma? Eu não tinha respostas para essas per­guntas naquele momento e não as encontrei ainda... Mas deixe-me voltar ao caso.
Em 1967, presenciei uma palestra demonstrativa de Karl Nikolayev e Yuri Kamensky, o tão conhecido grupo telepático, com o qual os cientistas soviéticos vinham trabalhando há algum tempo. O teste era feito em duas salas diferentes. Era um teste ESP, no qual Kamensky devia mandar um objeto telepaticamen­te para Nikolayev. Era uma espécie de corrente ou colar de me­tal. Mas um amigo teve uma idéia interessante: talvez pudéssemos interferir na sessão e mandar nossa própria imagem. A idé­ia era compreender se estávamos assistindo a uma demonstra­ção de palco, truques mágicos, ou se estávamos realmente vendo uma interação de mentes humanas.
Nikolayev estava isolado em uma sala distante, e meu ami­go e eu decidimos nos concentrar e enviar a ele a imagem de um magneto. Por vários minutos, nós nos concentramos em mandar a ele a imagem de um magneto que eu havia trazido por acaso do laboratório de física. Eu imaginei Nikolayev parado atrás de mim, olhando o magneto sobre meu ombro. Logicamente, não tínhamos como saber o que ele estava relatando; os resultados da experiência só foram conhecidos após o término da demons­tração.
Tudo que foi dito por Nikolayev na outra sala foi trans­crito. Descobrimos, mais tarde, que ele começou por descrever o colar – longo, fino, de metal e cor dourada; mas, então, ele co­meçou a descrever nosso magneto como retangular, de metal, cinza-prateado, seu tamanho aproximado e assim por diante. Depois ele voltou a falar do colar. Isso nos provou que pudemos interferir na experiência e fazer uma transmissão telepática bem-sucedida.
 
Esse evento me levou a um sério interesse pelo fenôme no psi e pela Parapsicologia. Dirigi-me ao Laboratório de Bio­informação da Sociedade Científica e Tecnológica A. S. Popov, para Engenharia e Comunicação de Rádio em Moscou, pri­meiro como voluntária e depois como chefe do laboratório pa­ra o Grupo Experimental e de Treinamento. Tive a sorte de logo trabalhar com Rosa Kuleshova, especializada em "dermo-­óptica" ou "visão sem olhar". Foi fascinante observar Rosa identificar cores com os dedos, mesmo quando as amostras eram colocadas sob várias camadas de papel opaco, e eu mesma não tinha visto as cores. Mas mais fascinante ainda foi sa­ber que Rosa havia aprendido essa aptidão através de exercí­cios persistentes enquanto trabalhava com os cegos. Comecei a brincar com a idéia de que eu poderia desenvolver poderes semelhantes e, desde o início de minhas tentativas para estu­dar essas extraordinárias qualidades, cheguei à conclusão de que os pesquisadores do fenômeno psi não deveriam somente estudar essas aptidões nos outros, mas tentar desenvolvê-las em si mesmos.
 
Tentei, e embora não possa dizer que aprendi a ler com os dedos, tive sucesso na identificação das cores, letras grandes e desenhos. Logo comecei a treinar outras pessoas nesse tipo de percepção dermo-óptica. Enquanto a maioria das garotas do meu grupo finalmente aprendiam algum grau de "dermo-ópti­ca", outro resultado do projeto foi de maior interesse.
 
Isso começou em 1969, um pouco antes de trabalhar com Rosa Kuleshova, quando me tornei aluna do curador paranor­mal Sergei Vronsky, que também trabalhava no Laboratório de Bioinformação. Eu tinha vinte e um anos naquela época, muito tímida e insegura. Vronsky me assegurou de que eu poderia curar através da aplicação das mãos se eu me empenhasse em conhecer e simpatizar com o sofrimento do outro indivíduo. Ele nos ensinou várias técnicas de visualização e nos dirigiu na con­centração na sensação de energia que fluía através de nossas mãos.
 
"Se o paciente sofre de dor de cabeça", Vronsky instruía seus alunos,"imaginem a dor de cabeça como uma névoa e ali­viem a pessoa doente dela pensando na dispersão dessa névoa, usando a energia de suas mãos para conseguir isso." Usei essa técnica para aliviar a dor de cabeça de uma amiga. Ela estava sentada com os olhos fechados e, quando eu "visualizei" na mi­nha tela mental que toda a névoa havia se dispersado, a garota abriu os olhos e, para minha surpresa, disse: "O que você fez? A dor se foi!" Mais adiante, cheguei intuitivamente à idéia da cura com cores, sem saber sobre as numerosas publicações e os prati­cantes ocidentais que defendiam esse método. Isso aconteceu após minhas primeiras tentativas de percepção dermo-óptica, quando descobri que o desenvolvimento dessa percepção aumenta a sensibilidade do indivíduo para o biocampo humano (aura) e a capacidade para perceber as cores, a estrutura da aura e fazer a diagnose.
 
Comecei a trabalhar com diversas pessoas que haviam pre­viamente aprendido a dermo-óptica e descobri que muitas delas sentiam uma leve sensação de formigamento (zumbido e/ou vi­bração) enquanto moviam as mãos ao longo do corpo humano, quinze a quarenta e cinco centímetros do mesmo. Acreditamos que isso era produzido por uma interação entre a mão da pessoa e o biocampo humano (aura). Aprendemos que uma pessoa sem enfermidades tem um biocampo mais ou menos regular, cons­tante e previsível. Mas, quando a pessoa doente tinha alguma desordem, meus alunos e eu sentíamos uma distorção (desequilíbrio) no campo energético. Muitas vezes, não podíamos explicar isso em termos médicos, pois todos nós tínhamos pouco conhecimento dessa área. Naquela época, comecei a dar pales­tras sobre o fenômeno psi e cura.
 
Quando a palestra era para uma audiência sem conheci­mentos médicos, normalmente eu evitava demonstrações de diagnoses e curas, porque eu não desejava transformar a minha apresentação em algo parecido com um espetáculo de circo. Mas, quando falava para uma audiência médica, eu sempre de­monstrava com sucesso as diagnoses, apontando onde as pes­soas doentes tinham problemas - inflamações, tumores, úlce­ras, cicatrizes de operações anteriores etc. Embora estivesse atraída pelas possibilidades que essa espécie de diagnose pode­ria trazer, e gosto de poder ajudar as pessoas, eu estava mais in­teressada em uma possibilidade ainda maior: mostrar às pesso­as seus potenciais escondidos. Eu disse a mim mesma: "Todos nós somos clarividentes, curadores, somente precisamos permi­tir-nos ver, sentir e experimentar."
 
Nessa época, no começo dos anos setenta, comecei a traba­lhar com Barbara no Laboratório de Bioinformação. Ela logo se tornou minha professora e amiga mais querida. Embora ela nunca tivesse olhado para nosso relacionamento nos termos de professora/aluna, seu vasto conhecimento, sua intuição surpre­endente e seu otimismo inesgotável trouxeram com muita luz e alegria para minha vida. Barbara, que tem ajudado centenas de indivíduos de várias cidades e aldeias da União Soviética a des­pertar seus poderes de cura, repetidamente nos aconselhou a sermos muito cuidadosos com esse tipo de treinamento:
"Ter a aptidão de irradiar bioenergia não é suficiente para dar a alguém o direito de curar. Antes de tudo, uma harmoniza­ção de ambos, pessoa doente e curador, é necessária, e somente depois, deve se tentar mandar a energia. Não pode haver resul­tados finais sem um certo desenvolvimento ético e moral."
 
Graças à sugestão de Barbara, compreendi que é perigoso levar as pessoas a um desenvolvimento de seus poderes de cura sem um desenvolvimento espiritual simultâneo, pois as mesmas energias podem ser usadas não somente em uma direção positi­va, mas também negativa. Porém, levar as pessoas a um desen­volvimento espiritual na Rússia daqueles tempos era extrema­mente difícil (se não impossível), onde ESP era chamado de "bioinformação" e aura de "biocampo".
 
Enquanto eu ainda estava buscando meus interesses em muitos aspectos do psi e do auto-desenvolvimento e continuan­do a dar palestras sobre Parapsicologia e cura, decidi não mais liderar grupos de treinamento. Nas minhas meditações, cheguei primeiro a uma sensação, e depois à decisão, de que eu deveria mudar minha vida completamente e deixar a União Soviética.
 
Levei três dolorosos anos para obter meu visto de saída da URSS. Durante esses anos, passei por muitos problemas, o stress era insuportável e tive que diminuir minha sensibilidade inten­cionalmente. Quando finalmente consegui sair (primeiro para Israel e depois para os Estados Unidos) e emergir sozinha em um mundo completamente desconhecido, sentia-me totalmente exausta, gasta e esgotada - física, emocional e espiritualmente. Parecia-me que estava muitos anos atrás olhando para o desen­volvimento dos meus próprios poderes paranormais; muito foi perdido, pensei, nessa luta pela liberdade. Embora eu tentasse fazer curas ocasionais para ajudar amigos, não me sentia com vontade de tentar ir adiante, nem em pesquisa ou auto-desen­volvimento. Até parei minhas meditações. Quando me mudei para os Estados Unidos em 1981, logo comecei a revista Psi Research, uma edição trimestral internacional sobre Parapsicologia e estu­dos sobre o potencial humano. Naquela época, sentia que escre­ver era a única atividade que havia para mim, mas, dois anos mais tarde, descobri que não era bem assim.
 
No começo de 1983, recebi um artigo da União Soviética que me intrigou. Intitulado "Conheça-se a Si Mesmo", o artigo descrevia um entusiasta soviético da auto-exploração, Valery Avdeyev, que demonstrava o andar sobre brasas cruzando, sem nenhum dano, uma fogueira de brasas ardentes de 9,9 metros de comprimento, baseado em sua firme crença do virtual e ilimita­do potencial humano escondido. "Assim que submetemos nosso organismo a condições extremas pondera ele, "além dos meca­nismos de proteção instintiva, outros mecanismos de defesa es­pecíficos e subconscientes serão ativados." Avdeyev descreveu não somente sua primeira tentativa bem-sucedida de andar so­bre brasas, como também uma outra ocasião em que ele "não conseguiu permanecer em um estado apropriado de mente" e se queimou. "Essa segunda tentativa me ensinou muito", escreveu ele. "Compreendi que o fator primordial necessário para andar sobre as brasas era entrar em um estado de consciência no qual isso parecesse possível. Pode-se aprender não somente a tocar violino, correr 100 metros rasos, nadar  de peito, mas também se dessensibilizar do fogo."
 
Tive logo a oportunidade de convencer-me de que ele esta­va certo através da minha própria experiência. No outono de 1983, fui convidada para um "workshop sobre andar sobre bra­sas" em Portland, Oregon, conduzido por um professor espiri­tual da Califórnia, Tolly Burkan, que aprendera essa arte do alu­no de um tibetano. Embora Tolly prometesse ensinar todos como andar com segurança sobre brasas em menos de quatro horas, eu tinha ido com a intenção de não fazer a maluquice de andar sobre brasas", mas sim para escrever sobre o assunto para a revista Psi Research. Mas, quando eu vi Tolly andando so­bre as quentes brasas vermelhas, e depois outros, inclusive uma garota de doze anos que o seguiu, lembrei-me de Avdeyev e per­guntei a mim mesma: "Se ele pode andar sobre aquelas brasas, se Tolly pode, se outros também, por que eu não poderia? Eles têm a mesma pele e tecido que eu!" Senti que tudo bem se eu participasse. As brasas, de um laranja claro brilhante, pareciam convidativas e amigáveis. Subitamente percebi que eu podia fazê-lo, que eu iria fazê-lo — e fui! As brasas eram quentes, mas não insuportáveis; era como andar sobre areia quente. Senti-me estimulada: "Consegui! Consegui!"
 
Agora eu tinha certeza: sim, andar sobre brasas é definiti­vamente possível até para indivíduos destreinados. Estudei físi­ca ao mesmo tempo e sei que o tecido humano normalmente não suporta temperaturas acima de 60°C (140°F) e a tempera­tura das brasas normalmente excede 600°C (1200/1300°F). Que forças e mecanismos protegem, então, a pele das queimaduras? Revisei cuidadosamente a literatura disponível. Histórias de pessoas andando através de infernos sem nenhum dano vieram da índia, Grécia, Bulgária, Sri Lanka, Pacífico do Sul, África, In­donésia e Japão. A Dra. Vittoria Manganas, ao estudar por dois anos os gregos que andavam sobre brasas, conduziu testes médi­cos e psiquiátricos. Ela acredita que o componente crucial é a compreensão clara de que se irá vencer: "Os dançarinos gregos sobre brasas, filipinos, islâmicos e indianos usam diferentes tipos de fé religiosa para conseguir a força da crença absoluta."
 
Parece-me agora que compreendo o que aconteceu no workshop de Tolly Burkan sobre andar em brasas. Quando as pessoas vêem alguém fazendo algo que parece impossível (por exemplo, andar sobre brasas!), elas sentem uma mudança ins­tantânea em seu sistema de crença, o que faz com que seja possí­vel a elas "desaprender" suas limitações e "reprogramar-se" ins­tantaneamente. De uma maneira semelhante, quando Rosa Kuleshova demonstrou suas capacidades dermo-ópticas e então pediu a outros que reconhecessem cores e desenhos com os olhos fechados, muitos foram bem-sucedidos, pois haviam aca­bado de testemunhar outra pessoa fazendo a "proeza impossí­vel”. Eu havia demonstrado anteriormente a diagnose da aura e a cura, o que levou as pessoas a acreditarem em poderes "impos­síveis". Agora compreendo que possuo uma "arma" muito mais importante: ser capaz de mostrar como se anda sobre brasas. Heureca! Era disso que eu precisava. Fui até Tolly Burkan e dis­se: "Gostaria de estudar com você. Quero saber tudo o que você sabe. Quero compreender a arte de andar sobre o fogo e ser capaz de conduzir esses workshops."
 
Em maio de 1984, fui convidada para participar de uma viagem de estudo por três semanas com Tolly Burkan e sua es­posa Peggy com o objetivo de me tornar uma "instrutora do an­dar sobre brasas" - aprender a conduzir workshops sobre andar nas brasas. Durante esse treinamento, Tolly e Peggy nos leva­ram não somente para exercícios de respiração e transpiração terapêutica nas tendas aquecidas de índios americanos, como também através de testes inéditos.
 
O tópico específico dos seminários de Tolly era sobrepujar o medo e as limitações através do andar  sobre brasas, e nós, os onze em treinamento (incluindo três mulheres), fomos convida­dos a romper com nossos próprios medos e limitações. As tare­fas propostas a nós durante essas "três semanas fora dos limites" incluíam fazer explorações na maior caverna da Califórnia (que começava com uma descida de 66 metros em uma corda), salto de pára-quedas, passar uma noite sozinha na floresta e outras "provas" semelhantes. Isso foi muito mais difícil para mim do que andar sobre as brasas, pois alguns desses testes requeriam um certo grau de aptidão física, o que eu não tenho, mas ainda assim tive que enfrentar o desafio. Ao iniciar a descida de um escarpado com a ajuda de cordas ou ao pular de um avião (fiz dois saltos de pára-quedas), pensava: "Estarei nas mãos de Deus! Sei que fisicamente não estou preparada para fazer algo assim, mas eu posso e farei!"
 
Enquanto nosso grupo viajava pela costa oeste dos Estados Unidos, presenciei centenas de pessoas "destreinadas" andarem sobre leitos de brasas ardentes após três ou quatro horas de se­minários, e saírem ilesas ou com uma bolha ocasional. Fiquei in­teressada nas diferenças que havia entre os que tinham bolhas e os que saíam completamente ilesos do leito de brasas. Minhas observações preliminares indicavam que não havia diferenças óbvias ou facilmente detectáveis. A única tendência que eu po­dia localizar com precisão era que aqueles que caminhavam com maior confiança (não necessariamente rápido, muitas ve­zes bem ao contrário) muito raramente tinham bolhas. Quando perguntei a Peggy Burkan se ela tinha uma técnica "anti-bolhas", sua resposta foi imediata: "Às vezes eu também tenho bolhas. O mais importante é não ir para o fogo negligentemente! Quando eu começo a ter bolhas, preciso elevar o nível da minha energia." Sua resposta me recordou o que havia lido algum tempo atrás a respeito do andar sobre brasas na Polinésia.
No começo do século, o Coronel Gudgeon escreveu acerca de uma cerimônia de andar sobre brasas na Polinésia, na qual quatro europeus participaram. Ele descreveu que o sacerdote local (chamado tohunga no dialeto) e seu discípulo vieram até os europeus, e o discípulo entregou a um deles um galho da planta Ti (dracena), enquanto o sacerdote dizia a ele: "Eu entrego meu mana (poder) a você; guie seus amigos." Gudgeon, que andou pelas quentes pedras vermelhas sem dano, enfatiza nesse relato: "um homem precisa ter mana para fazer isso; se ele não tem, será muito tarde quando estiver sobre as pedras quentes... Eu só posso lhes dizer que isso é mana - mana tangata e mana atua."
 
Será que essa é só mais uma crença que pode ser dispensada tão facilmente quanto a noção de observar-se uma específica dieta para andar com sucesso sobre as brasas (que é conhecida na Grécia e outros países)? Ou estamos novamente nos depa­rando com esse conceito sobre "energia vital" conhecido como Prana, Chi ou Mana? Afinal, todos os pesquisadores (por exem­plo, Joseph Chilton Pearce e Andrew Weil) indicam uma clara ligação entre andar sobre brasas e cura:
"Concordo com os gregos que andam sobre brasas que o
poder que os protege da queima também pode curar doenças (ênfase acrescentada). A mente possui a çhave para a cura, e a cura é tão extraordinária como andar sobre brasas. Também pode fazer uso de alguns caminhos e mecanismos nervosos."
 
Os Yogues afirmam que o prana cura, e os mestres chineses de chi-gong atribuem as mesmas qualidades à energia chi. Fico propensa a acreditar que os workshops sobre andar nas brasas, que normalmente incluem o canto coletivo, Aum, entoações e outros tipos de interação grupal, levam a um "focar de energia" dos participantes (se podemos falar nesses termos), para criar uma energia grupai unificada e sinergética. Barbara conduz ses­sões de cura em massa onde ela trabalha com todo o grupo de uma maneira semelhante àquela usada quando cura uma só pes­soa doente. Ela acredita que o "campo de energia grupal" é cria­do durante esse processo. Outro curador de Moscou, Alexander Maisyuk, discute idéias semelhantes:
"Todas as ações em que o ser humano participa podem ser subdivididas em individuais e coletivas. "Coletivo" supõe três ou mais pessoas. Quando são somente duas, ainda é um ato pesso­al. Nas sociedades primitivas, supõe-se que uma consciência, coletiva, tem um grau maior de poder e influência. Isso é baseado na bem conhecida afirmação de que um pensamento é uma ação. Isso confronta uma das questões básicas da filoso­fia: o que é uma ação? O conceito ou idéia de uma ação corresponde à ação em si mesma? Se é assim, possivelmente podemos explicar os fenômenos e as visões que ocorrem na cura em grupo e oração em grupo."
 
Quando estudei sobre andar nas brasas com Tolly e Peggy Burkan, recebi uma pista mais interessante na mesma direção. No último dia do nosso curso de treinamento, eles conduziram um tipo de "cerimônia de graduação" do nosso grupo, que in­cluía um antigo ritual indígena americano com penas. Enquanto Peggy colocava sálvia no carvão ardente e orava, Peggy nos cha­mou um a um para perto dela e moveu as penas do ritual em vol­ta da pessoa, sussurrando algo que era quase inaudível para o resto do grupo. Quando fui até ela, não tinha nenhuma expecta­tiva ou preconceitos a respeito do que iria acontecer; na verda­de, eu respeitei o ritual, mas não esperei nada em especial. Po­rém, parada com meus olhos fechados, como era esperado, senti um tremendo surto de energia através do meu corpo, de uma in­tensidade que eu nunca havia sentido antes em minha vida. E então eu ouvi as palavras de Peggy: "Tome o poder!"
 
Concordo que esse conceito de energia externa leva à mes­ma questão feita pelo Dr. Weil: "Por que os que andam sobre brasas, de Fiji até a Grécia, pensam que seus poderes vêm de di­vindades e santos ao invés de suas próprias mentes?" Acredito que não há contradição entre as duas visões: somos interligados uns aos outros e as forças e energias externas, conhecidas e des­conhecidas, e o que se acredita ser o poder da nossa mente po­dem ser o resultado dessas interligações globais.
 
Logo após meu aprendizado com os Burkans, comecei meus próprios workshops sobre andar nas brasas pelos Estados Unidos e Europa. Senti-me então muito mais confiante: quero usar essa técnica como um instrumento, como uma metáfora pa­ra levar as pessoas a sobrepor seus medos e crenças limitadoras, para curar, mudar e crescer psicologicamente. "Se você pode andar sobre as brasas, você pode fazer tudo o que quiser", falo, repetindo Tolly. Concordo plenamente com ele de que "nada nos limita mais do que o medo", e, embora eu compreenda que o andar nas brasas não seja o único meio de se libertar do medo, pela minha própria experiência, vejo que é eficaz.
 
Com a recente difusão do interesse pelo andar nas brasas, tenho também pensado em outra intrigante possibilidade. Já se sabe de longa data que os dançarinos sobre brasas gregos "consi­deram-se curadores de toda a comunidade." Crenças semelhan­tes estão difundidas em outras partes do mundo onde o andar e dançar sobre brasas são praticados como um ritual. Eu estou longe de endossar as reivindicações que a Meditação Transcen­dental (TM) advoga que a prática da TM por muitos indivíduos cria um efeito inexplicável no "campo social", que resulta em uma diminuição de acidentes, doenças e crimes (como foi apu­rado por indicadores estatísticos sociais) em suas comunidades. Mas, uma vez que fiquei mais integrada ao andar sobre brasas, meus pensamentos ficam retornando à possibilidade de que an­dar sobre brasas tem potenciais iguais para representar esse pa­pel. Afinal, tem-se comprovado que muitas lendas e rituais anti­gos estão baseados em fatos e não na imaginação das pessoas. Por que não uma outra?
 
Acredito que estudar o andar sobre brasas (tanto a prática tradicional como a contemporânea) nos levará a uma melhor compreensão dos mecanismos da cura parapsicológica e auto-cura, especialmente à luz das sugestões dadas acima por J.C. Pearce, A.Weil e outros, onde se diz que "andar sobre brasas en­volve o mesmo processo da cura inata." Agora, todos meus inte­resses se encontraram: junto com a direção de seminários sobre andar nas brasas, comecei novamente a ensinar cura "parapsico­lógica" e "por energia" (alguns dos meus seminários de cura ter­minam com um caminhar sobre brasas). Fico muito feliz de ver que muitos dos participantes dos seminários sobre andar nas brasas estão extremamente interessados em explorar as implica­ções espirituais dessa prática, considerando os seminários como experiências espirituais profundas. Ao mesmo tempo, a maior parte dos participantes compreende claramente que o andar so­bre brasas não é o último objetivo, mas apenas o início da auto-exploração, transformação pessoal e uma melhor compreensão de nós mesmos, nossa consciência e o universo.
 
Do livro ”O CÁLICE DOURADO”, de Barbara Ivanova

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Poderes adquiridos por seres de pouca consciência acabam exigindo um controle externo? O artigo A INFLUÊNCIA DIRETIVA POR TRÁS DO PROCESSO HISTÓRICO  toca nessa questão. No entanto, o caminho do crescimento implica integrar mais e mais partes reprimidas ou desconhecidas em nós.

 
publicado por conspiratio às 20:28
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Terça-feira, 11 de Janeiro de 2011

PRÓPOLIS "CURA-TUDO"

 

Por que a tintura de própolis não é tão utilizada, conhecida, nem seus benefícios são divulgados? Porque, assim como a auto-hemoterapia, é um remédio natural e barato e não vai dar mas sim tirar o lucro das farmacêuticas. 

Da minha experiência com a gripe, dor de garganta, tosse, posso dizer que ela ela tem sido um remédio infalível! Provavelmente deve ser mais eficaz e menos danosa que as vacinas e fármacos da bigfarma.

(Por falar nisso, protejam as abelhas! elas estão morrendo!)

Bem, aí vai um artigo da Revista Saúde:

Defenda-se com Própolis

Eis o melhor conselho para quem pretende vencer qualquer batalha contra bactérias, fungos e vírus ou irigir uma fortaleza inespugnável para e se esses malfeitores, um bando microscópico capaz de provocar os mais variados tipos de doenças. Fique por dentro das propriedades da resina das abelhas, um manancial de benefícios.


Imagine se sua casa fosse totalmente blindada contra invasores e ainda mantida na temperatura ambiente e umidade ideais para que você se sentisse confortável e ao mesmo tempo livre de qualquer sorte de problema – de saúde que fique claro. È exatamente assim que funciona a própolis numa colméia, protegendo a morada das abelhas contra qualquer ataque. O melhor é que a blindagem proporcionda por essa resina também reforça as defesas do nosso corpo.


Estudos originários de diversos institutos de pesquisa têm revelado que a substância age em duas frentes: é capaz de estimular o sistema imunológico ao mesmo tempo que age diretamente contra vírus, bactérias e fungos. “A própolis ativa células envolvidas nas etapas iniciais da nossa resposta imune, favorecendo a atividade delas.”, explica o imunologista José Maurício Sforcin, da Universidade Estadual Paulista, em Botucatu, no interior do estado. “Além disso, auxilia a elevar a produção de anticorpos. È por isso que tem sido ção testada junatmente com as vacinas”, conclui Sforcin, que é autor do recém- lançado livro Própolis e Imunidade (Editora Unesp).


Esse potecial quase inesgotável chama atenção não somente dos cientistas mas também da indústria farmacêutica e alimentícia – je a própolis até m balas e chocolates. Sua composição é prova indiscutível de que ela é um legítimo petardo natural. Na receita entram 55% de resina de bálsamo, 30% de cera, 10% de pólen, sem contar flavonóides, ácido fenólicos e minerais. “ Esse mix faz com que a própolis se destaque pelas suas propriedades anti-inflamatórias, ccicatrizantes e anestésicas”, revela o cientista de alimentos Severino Matias de Alencar, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/ USP), em Piracicaba, no interior paulista. Sem contar que ela dá uma basta aos radicais livres, moléculas que podem causar um senhor estrago em nossas células. E as boas notícias não param aqui: há suspeitas de que a própolis brecaria até o câncer. “


Pesquisadores investigam seu efeito em animais portadores de tumores para verficar até que ponto, aumentar a atividade do sistema imunológico, a própolis ajudaria o organismo a destruir eventuais células cancerosas”, diz Sforcin. Além do poder de fogo contra o câncer, pesquisas indicam que um flavonóide encontrado na própolis auxiliaria no tratamento de incontinência urinária em mulheres. A tal da substância atende pelo nome de galangina e melhora a contração da bexiga. A resina também freia a erupção de espinhas no rosto. “Ela combate as bactérias envolvidas no surgimento da acne”, afirma Gisele Mara Silva Gonçalves, que é professora da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Pontifícia Universidade Católica de Campinas, no interior paulista. Essa peculiaridade, aliás, também lhe dá o aval para debelar odores desagradáveis, rachaduras entre os dedos e coceiras que se intalam nos pés. E, já que o assunto é higiene, outras de suas substâncias dão cabo da bactéria Streptococcus mutans, uma das culpadas pelo surgimento de cáries. Na Universidade Estadual de Campinas, também no interior de São Paulo, e no Centro de Biologia Oral da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, descobriu-se que a própolis econtrada nas colméias brasileiras suprime a placa bacteriana, uma dos principais vilões dos consultórios odontológicos. A substância que as abelhas utilizam como revestimento na construção de suas colônias neutraliza em até 90% a ação da GTF, enzima responsável pela cola biológica que estrutura a placa.


Outra linha de pesquisa, conduzida na Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto, no interior do estado, avalia os poderes cicatrizantes d própolis. Os resultados são promissores: ela propicia a regeneração das lesões e previne a contaminação da área afetada. Com tantas benesses vindo à tona nos laboratórios, cai muito bem dizer: viva a própolis.

Colméia protegida

Própolis é uma palavra de origem grega e quer dizer pró (em defesa de) e polis (cidade).
Coleta. As abelhas do tipo Apis mellifera colhem a resina de algumas plantas, brotos, botões, folhas e cascas. Para isso, usam a estrutura de suas patas posteriores.
Revestimento. É a resina é transformada e utilizada como um cimento para recobrir os favos e colméia internamente. Esse processo também tem a função de manter a umidade e a temperatura interna em torno de 36°C.
Controle de doenças. A vedação com a própolis impede que a colméia seja atacada por outros insetos ou micro-organismos, incluindo fungos e bactérias que podem matar as larvas e até as abelhas adultas.

As espécies

Verde. Também é conhecida como green própolis, assim em inglês, por apresentar a cor verde-musgo. Para produzi-la, colhem a resina do alecrimdo-campo, que é chamado popularmente de vassourinha. No Brasil, é encontrado principalmente em Minas Gerais e no norte de São Paulo. Ele tem aroma agradável, daí ser bem aceita pelo consumidor. Age sobretudo contra bactérias e inflamações. Também vem sendo estudada no combate ao câncer e para retardar o processo de envelhecimento.


Vermelha. Sua coloração é semalhante à do sangue. Predomina as regiões de mangue no Nordeste. Foi identificada pela primeira vez no litoral de Alagoas, por pesquisadores da Universidade de São Paulo e da Universidade Estadual de Campinas. Este é o primeiro relato da presença em uma própolis brasileira de isoflavonóides, componetes com potencial para barrar as bactérias, tumores e radicais livres. A versão vermelha também está associada à prevenção a osteoporose, doenças cardiovasculares, redução do colesterol e alívio nos sintomas da menopausa. Devido à ação antimicrobiana, tem sido investigada no campo de odontologia.


Silvestre, eucalipto e marrom. São os tipos que ainda estão em estudo. A última espécie é encontrada com maior frequencia no sul do país. De forma em geral, as propriedades da própolis vão depender muito da região de onde é produzida e da flora local. É por isso que os especialistas procuram analisar os tipos encontrados nas mais variadas localidades para flagar a existência ou não de determinadas substância – e, consequentemente, de maior ou menor benefício.

Como tirar proveito

O ideal é utilizar a própolis em curto prazo, e não todo dia, para obter resultados satisfatórios. Além disso, os pesqusadores advertem que a eficácia do produto dependerá muito da origem, do método de obtenção e conservação. “A população deve tomar cuidado, só comprando produtos de boa procedencia e registrados pelo Ministério da Agricultura”, afirma o professor Osmar Malaspina, coordenador do Centro de Estudos do Inseto Sociais do Instituto de Biociências da Universidade Paulista de Rio Claro, no interios do estado. Ele adevete também que crianças e mulheres grávida devem evitar soluções que levam álcool. Para elas, aliás, já existem extratos não alcóolicos.

Referência


 

VOCÊ SABIA?
Desde a Antiguidade, a própolis vem sendo usada para fins medicinais. Há relatos dizendo que na Grécia ela teria sido empregada para a cura de feridas e infecções e, no Egito, para conservar múmias...

Fonte: Revista Saúde! É vital; edição de Janeiro de 2010, por Cristiana Felippe

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SAÚDE

Biólogo explica como usar Própolis contra Dengue


Própolis no combate a dengue


Redação
O biólogo Gilvan Barbosa Gama, de Florianópolis, em contato com nossa redação, explica como usar a própolis contra a dengue.


Segundo ele, a própolis exala na sudorese dois dos seus princípios ativos (flavona e vitamina B) que repelem os insetos.


Composição da Própolis
A própolis é uma cera produzida pelas abelhas a partir cascas, resinas e botões de flores.


Sua composição: além das vitaminas do complexo B, C, H e O, a própolis também possui em sua composição a Flavonóides, galangia, resinas com bálsamo, cera e pólen.




Uso Preventivo
A tintura de Própolis na prevenção aos mosquitos da dengue, deve ser ingerida da seguinte forma:


Adultos: de 30 a 40 gotas diluída em água (ausente de) cloro. Um copo a cada 6hs.


Crianças: crianças de 0 a 10 anos deverão tomar a metade do peso corporal em gotas diluídas em água sem cloro (quantidade a critério).




Uso com a Dengue Instalada (TRATAMENTO RADICAL)


http://www.anoticia-to.com.br/noticias.php?IdNoticia=2707

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Olá meninas!

Alguém ai já tinha ouvido falar de própolis? Sim, aquele da abelha! Vocês sabiam que ele é um aliado poderoso e único pra nos ajudar a resolver alguns problemas belezísticos, que nós achamos que nunca teria solução? Então prepare-se, seus problemas acabaram (Tabajara rsrsrs)!
Primeiro, vou contar como tudo começou: um dia, do nada, surgiu uma espinha gigante na minha boca, perto do nariz. Mas juro, era grotesca! Eu tentava esconder com base e corretivo, mas não adiantava, era uma montanha enorme no meio da minha cara (fora que meu lindos alunos ficavam apontando e rindo, umas graçinhas...). Até que uma amiga que trabalha comigo disse “Porque você não passa própolis?”. Nem sabia que existia isso pra vender, mas existe sim, em lojas de produtos naturais e farmácias de manipulação.

Passei e... Nada. Simples assim. Cheguei xingando, porque tinha gasto 18 reais em um vidrinho. Ela me disse então que o própolis funciona só pra espinhas pequenas (e funciona mesmo, eu testei depois). Bom, ai eu meu enchi, cheguei em casa e fiz uma coisa que não recomendo pra ninguém: espremi. Ai no lugar da espinha enorme, ficou uma ferida enorme. Num ato de desespero pra aquela casquinha gigante sair de mim, passei o própolis e fui dormir. E no dia seguinte, a mágica aconteceu: o machucado tinha praticamente desaparecido! A casquinha estava super sequinha, o machucado não estava inflamado nem inchado! Perfeito! Passei de novo no dia seguinte e, quando acordei depois, a casquinha já tinha caído e não sobrou nada, nem uma marquinha no lugar!


Além de diminuir espinhas (pequenas) e cicatrizar machucados, o própolis também ajuda a cicatrizar aqueles “bifes” que a gente tira da cutícula e curar aftas, além de claro servir pra qualquer machucado.

O própolis, por ser natural, não tem nenhuma contra-indicação. Porém, eu recomendo que vocês comprem o própolis sem álcool (o que tem álcool não é legal pra usar em aftas de crianças, por exemplo, fora que arde pra caramba!). Outra coisa: nunca, jamais, em hipótese alguma, passem o própolis durante o dia! Própolis mancha, e muito, em contato com o sol! Passem somente a noite, de preferência antes de dormir (porque fica uma manchinha amarela e o cheiro é meio ruinzinho), e no dia seguinte, lavem bem pra não sobrar nenhum vestígio de própolis.

O própolis que eu mais gosto é esse aqui, da Propomax. Ele vem com um conta-gotas, mas eu gosto de pingar em um cotonete ou algodão e depois passar no machuchado

http://etcemari.blogspot.com/2010/09/voce-sabe-usar-o-propolis.html
publicado por conspiratio às 23:20
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Segunda-feira, 10 de Janeiro de 2011

A NASA RECEBE MENSAGENS DO CENTRO DA TERRA?


 

 

 

A NASA RECEBE MENSAGENS DO CENTRO DA TERRA?





    Há vários anos atrás foi publicado um artigo num jornal com o titulo em destaque que acima utilizo, tendo sido revelado na altura que durante vários meses foram recebidos sinais de rádio que provinham do centro da Terra. Depois de os analisar, os cientistas concluiram que se tratava de mensagens cifradas embora não tenham conseguido a chave para as interpretar. Também não sabem quem envia as mensagens mas garantem que são feitas e comunicadas por vida inteligente.

“Está claro que alguém ou algo daí de dentro (da Terra) está a tentar comunicar-se connosco e de modo inexplicável tem tecnologia necessária para atravessar centenas de milhares de toneladas de terra e rochas”... declarava um alto funcionário da NASA na altura que manteve seu anonimato por motivos óbvios.

  Os especialistas detectaram os primeiros sinais com a ajuda de aparelhagem sofisticada (outros nem precisam isso para se comunicar com os Intraterrenos) e desde então repetiram-se as transmissões de maneira intermitente com intervalos regulares em que um técnico da NASA explicou que as ondas seguem um complexo código matemático que aos poucos tem sido decifrado, tendo-se obtido assim as primeiras mensagens que falam da Humanidade da superficie que está correndo riscos de destruição por causa de sua famigerada forma de civilização.

  Isto mesmo sabem as pessoas que não são cientistas mas formulam há muito seus vários pontos de vistas.

  Nessas mensagens que a NASA possui sabe-se que “são tão catastróficas que não vamos torná-las públicas e não queremos alarmar ninguém”, dizia o entrevistado ao jornal que publicou o artigo onde se concluia o seguinte:

“Durante muito tempo pensámos que o Espaço era a última fronteira e agora descobrimos que no nosso próprio Planeta há um território inexplorado que poderá esclarecer muitas coisas acerca do nosso futuro, pois está claro que eles sabem muito mais de nós, do que nós próprios e deles”...
  Para quem quiser saber algo mais a respeito deste assunto, clicar na imagem acima ou no link aqui  Viagem à Terra Oca em memória do Almirante Richard Byrd e suas expedições aos polos dizendo tudo o que descobriu.

 Rui Palmela

http://misterios-desvendados.blogspot.com/2011/01/nasa-recebe-mensagens-do-centro-da.html


Mais em


Antártida, 1947
http://nonas-nonas.blogspot.com/2007/04/livro-ler-antrtida-1947.html


Recomendação Literária - Hollow Earth




Não apenas a terra é oca, como é também habitada por civilizações avançadas!

Lê àcerca da existência destas civilizações evoluídas que vivem envoltas em paz e irmandade no centro da nossa terra, que é oca, e que contém um Sol Central, oceanos e montanhas, ainda no seu estado mais puro.

Descobre a Biblioteca perdida de Alexandria!

"Neste livro, podes descobrir factos fantásticos que são vedados ao público sobre a terra oca."
Timothy Green Beckley, President, Global Communications.
"Se desejas compreender melhor a criação de Deus que existe no interior da terra e no vasto universo em que vivemos, então este livro é para tí."Bruce Walton (BRANTON), Hollow Earth Researcher.
www.DianneRobbins.com

A descrição acima, foi retirada da contra-capa do Livro
"Messages from the Hollow Earth" de Dianne Robbins, (Versão Inglesa).
Pessoalmente, considero este livro um verdadeiro Portal Multidimensional, onde se fica a conhecer o interior da nossa terra e os seres que nele habitam. Mensagens de elevada vibração de Mikos, responsável da Biblioteca de Porthologos, que nos vai guiar através desta fantástica viagem, e que podes ficar a conhecer um pouco melhor neste livro. Contém também mensagens de Mestre Adama e Ashtar Sheran, que nos ajudam a compreender um pouco melhor o quão interligados os nossos mundos estão.
Este é apenas um dos três fantásticos livros que podes encontrar no site da autora
Dianne Robbins. De momento ainda só disponível em versão Inglesa.

http://cyber7.blogspot.com/2006/09/recomendao-literria.html

Star People and Hollow Earth Demonic Hybrids Below Us
http://hptruth.info/2010/12/01/star-people-and-hollow-earth-demonic-hybrids-below-us/
VIAGEM À TERRA OCA
Em memória do Almirante Richard Byrd
http://www.novaera-alvorecer.net/a_terra_oca.htm

Nassim Haramein 24: Terra Oca, Sol Oco, Átomo Oco
http://www.youtube.com/watch?v=bH4RZAhI5S0




Resultados da pesquisa para "TERRA OCA" no youtube

http://www.youtube.com/results?search_query=%22TERRA+OCA%22&aq=f


publicado por conspiratio às 20:45
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Sexta-feira, 7 de Janeiro de 2011

DNA EXTRATERRESTE EM "HUMANÓIDES VOADORES"


Monster Quest Terror do Céu


http://www.youtube.com/watch?v=yu2NouifDqw&p=179314D10CA3FAE1


http://www.youtube.com/watch?v=bQx-cT-raTw&feature=autoplay&list=PL179314D10CA3FAE1&index=2&playnext=1


http://www.youtube.com/watch?v=8FS59MKLIuI&feature=autoplay&list=PL179314D10CA3FAE1&index=3&playnext=2


http://www.youtube.com/watch?v=jah7_tGUd34&feature=autoplay&list=PL179314D10CA3FAE1&index=4&playnext=3


http://www.youtube.com/view_play_list?annotation_id=annotation_471390&p=179314D10CA3FAE1&feature=iv


Monster Quest on Unidetified Flying Humaniods


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Este é um dos programas mais interessantes do show. Ele realmente tem provas de que apareceram alguns resultados muito incomum. O episódio tratado com muitos avistamentos de criaturas do tipo humanóide que parecem voar sem o auxílio das asas. Videos destes avistamentos foram examinados, e alguns relatos de testemunhas oculares, muito bons, também foram mostrados. O policial mexicano ficou bastante assustado com seu encontro com o humanóide feminino a voar. O problema era que ele não tinha um esboço ou desenho feito dele para darmos uma olhada.


Os vídeos não foram forjadas (sem CGI), mas um pesquisador acha que muitos deles poderiam ser balões. Na verdade, ele amarrou alguns balões e balões envolto em um saco de lixo. O resultado assemelhou-se muito aos vídeos mostrados. Ele não conseguiu provar que eles eram todos os balões, mas mostrou que poderia ser uma resposta para a maioria dos vídeos. Muitos dos vídeos que foram analisados não eram bons o bastante para constatar realmente o que foi visto. As câmeras não eram da melhor qualidade e os tremores do vídeo não ajudam.


A melhor evidência veio da descoberta de um pequeno corpo que estava em uma armadilha. (Isto tem sido visto em toda a Internet.) O corpo não parece humano e nunca antes havia sido submetido a testes. Pode, eventualmente, ser um bebê dos humanóides voadores, apesar de onde veio estar em questão. A ponta da cauda foi cortada para o teste de DNA. Eles não poderiam ficar de DNA real do corpo. Havia indícios de uma pele como substância, e os cientistas forenses todos concordaram que o corpo não era falso. Ressonância magnética revelou um monte de detalhes da criatura, e no final todos os cientistas concordaram que era uma criatura desconhecida. Era um alien? Eles não puderam conclui-lo, apesar de terem sido surpreendidos, não poderia ficar de DNA a partir dele como fariam com qualquer criatura terrestres.


Um dos melhores episódios até agora.

http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-br&sl=en&u=http://www.truthed.com/forums/showthread.php%3Fp%3D8256&ei=CIAnTePbJsL48AbJxIX6AQ&sa=X&oi=translate&ct=result&resnum=1&ved=0CB0Q7gEwAA&prev=/search%3Fq%3DMonster%2BQuest%2Bon%2BUnidetified%2BFlying%2BHumaniods%26num%3D100%26hl%3Dpt-br%26sa%3DG%26biw%3D766%26bih%3D399%26prmd%3Divnsfd  




 Monster Quest on Unidetified Flying Humaniods


This is one of the most interesting programs of this show. It actually has evidence that turned up some very unusual results. The episode dealt with many sightings of humanoid type creatures that appear to fly without the aid of wings. Videos of these sightings were examined, and some very good eyewitness accounts also were shown. The Mexican policeman was quite terrified with his encounter of the female flying humanoid. My problem was he did not have a sketch or drawing done of it to give us a look.


The videos were not faked (no CGI), but one researcher thinks many of them could be balloons. He actually tied up some balloons and wrapped balloons in a garbage bag. The result resembled a lot of the videos shown. It did not prove they were all balloons, but did show that could be an answer for most of the videos. Many of the videos that were analyzed were not good enough to really make out what was seen. The cameras were not of the best quality and the shakiness of the video did not help.


The best evidence came from the find of a tiny body that was in a trap. (This has been seen all over the internet.) The body does not look human and had never been subjected to tests. It may possibly be a baby of the flying humanoids, although where it came from is in question. The tip of the tail was snipped off for DNA testing. They could not get any real DNA from the body. There was evidence of a skin like substance, and the forensic scientists all agreed the body was not fake. MRI scanning did reveal a lot of detail of the creature, and in the end all the scientists agreed it was an unknown creature. Was it alien? They could not conclude that, even though they were surprised they could not get any DNA from it as they would any Earth based creature.


One of the best episodes to date.

_________________________



Martin Rees: aliens podem estar entre nós

Fonte:http://arquivosdoinsolito.blogspot.com/
Tradução: Carlos de Castro


Martin Rees, astrônomo da rainha da Inglaterra e presidente da Royal Society Academy of Science, afirmou, logo após a conferência sobre vida extraterrestre intitulada "A detecção de vida extraterrestre e as consequências para a Ciência e a Sociedade", que alienígenas podem estar olhando para a nossa cara e nós simplesmente não somos capazes de reconhecê-los.
"O problema é que estamos procurando por algo muito semelhante a nós, assumindo que eles tenham ao menos algo como a mesma matemática e a mesma tecnologia". 


Rees também expressou sua suspeita de que "poderia haver vida e inteligência lá fora, em formas inconcebíveis para os seres humanos: "Assim como um chimpanzé não pode entender a teoria quântica
, podem haver aspectos da realidade que estão além da capacidade de nossos cérebros".















  Martin Rees
http://hangarufo.blogspot.com/2010/03/martin-rees-aliens-podem-estar-entre.html
publicado por conspiratio às 22:48
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Quarta-feira, 5 de Janeiro de 2011

CONSIDERAÇÕES E QUESTIONAMENTOS SOBRE 2012, PROFECIAS, NOVA ORDEM MUNDIAL, ETS ...

Se não crescermos em consciência, nosso poder tecnológico nos destruirá ou terá que ser utilizado para nos controlar?



(Nesta postagem, atualizada constantemente,  pretendo expor aspectos não muito explorados de alguns temas correntes deste blog)


NOSSO CRESCENTE PODER (TECNOLÓGICO) NOS OBRIGA A UM CONTROLE CADA VEZ MAIOR?


Quando o trabalho interior é profundo alcança o exterior, mas e se não temos profundidade suficiente? Então, precisamos nos mexer, nos informar e agir antes, agora, e não depois que o problema tiver crescido. Pra começar, qualquer sinal de fumaça que indique que nossa parca liberdade e acesso à informação estão se esvaindo ainda mais, deve ser investigado. Ainda mais que liberdade tende a ser um artigo em extinção no mundo todo se as pessoas não se mexerem agora. Governantes legais e ocultos estão empenhados em concentrar em suas mãos os poderes e direitos ainda distribuidos à população. Há vários motivos envolvidos nessa questão e um deles tem me chamado a atenção: a tecnologia.


Se não me engano foi Edgar Morin que afirmou: se não crescermos em consciência, coletivamente, nosso poder tecnológico nos destruirá ou terá que ser utilizado para nos controlar. Já faz tempo que estudiosos se debruçam sobre a tese de que o crescente poder gerado pela tecnologia exigiria mais e mais controle, e agora ela é fato. Pois assim como nós não sabemos usar nossa liberdade com sabedoria, governantes, à direita e à esquerda, também não sabem usar seu poder com sabedoria nem sequer boa intenção. É com isso que teremos que lidar daqui para a frente, de muitas formas, o que é  razão suficiente para nos ocuparmos com a questão da liberdade.

______________________


 Segundo Evelyn Torrence, a própria Internet surgiu com o propósito de nos controlar. Só que o tiro saiu pela culatra, tornou- se uma faca de dois gumes, porque nós estamos cada vez mais conscientes e também podendo controla-los, de uma certa forma.

Mas os recentes (Agosto de 2011) tumultos de Londres me alertaram para um possível ensaio do controle que eles estão preparando. A propagação epidêmica de uma má idéia pode levar a sociedade deteriorada ao caos. E caos é o campo propício para implantar a ordem, a nova ordem mundial.

________________________-


O artigo A INFLUÊNCIA DIRETIVA POR TRÁS DO PROCESSO HISTÓRICO http://holosgaia.blogspot.com/2007/11/o-povo-do-segredo-influncia-diretiva.html  toca ainda na questão dos poderes psi exigindo um controle externo. No entanto, o caminho do crescimento implica integrar mais e mais partes reprimidas, adormecidas ou desconhecidas em nós. E esta motivação (crescimento, autoconhecimento, autorealização) faz toda a diferença, já que o crescimento da consciência geralmente desperta estes poderes (mas nem sempre o despertar dos poderes aumenta a consciência). 






PROFECIAS SÃO ADVERTÊNCIAS?


Já me juraram que profecias são programações. Mas Nostradamus dizia que profecias catastróficas são AVISOS  indicando o perigoso caminho que estamos trilhando, e servem para MUDAR isto e não para serem cumpridas.  Um antigo livro do Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento, dizia que profecias e artes divinatórias só dizem respeito à Fatalidade, uma das três forças que movem os universos criados.  Fatalidade, Livre Vontade e Providência Divina comporiam, então, uma tríade dinâmica onipresente na criação.  Contudo, tenho pra mim que pouco conhecemos destas duas últimas, já que nossa mente-ego opera e controla o mundo com sucessões deterministas de causas e efeitos. 

A Livre Vontade é uma atividade espiritual (atualmente em declínio no mundo) que pode neutralizar todas as profecias e previsões místicas ou científicas. Por outro lado, nossa inércia espiritual nos faz previsíveis e vulneráveis a futuros apocalípticos. Na verdade, profecias cumpridas podem indicar um profundo sono e inércia espitual de nossa parte.  Algo para se pensar...


 NEXUS 2012  sintetiza e expande as previsões relativas a 2012 com base em eventos cósmicos de vários níveis. No entanto, mesmo se tratamos de macrodimensões, as previsões são falíveis. Porque estes eventos não acontecem automaticamente, como uma bola posta em movimento depois de empurrada. Não estamos lidando com coisas. Estamos lidando com um Universo vivo e não com uma geringonça mecânica altamente engenhosa . Um Universo tão ou mais vivo e consciente que nós. Então, por que não podemos falar com ele, nos relacionar com ele? Com reciprocidade, mesmo que agora ele possa nos ouvir melhor que nós a ele? Sim, podemos falar com os ventos, com a Terra, o Sol,  a Galáxia, e mais. Podemos nos comunicar se temos a mesma fagulha divina. Mas, para isso, precisamos deixar nossa visão de mundo mecanicista, coisificista, que usamos para controlar os seres a nosso bel prazer. Não que seja fácil. Eu já tentei resolver algumas questões nessa base da reciprocidade e da colaboração entre espécies diferentes de seres e não obtive muito resultado, a não ser com o vento, o clima.

De qualquer modo, o mínimo que pode acontecer é a descoisificação das relações, ou seja, o resgate de um relacionamento mais respeitoso entre seres senscientes.

_________________________


SOBRE O EXCESSO POPULACIONAL SEMPRE MENCIONADO PARA JUSTIFICAR A NECESSIDADE DE CONTROLAR A NATALIDADE 



A questão da superpopulação está mais ligada à qualidade dos seres humanos do que à quantidade. Está mais relacionada à nossa ação no mundo do que à nossa simples existência. Mas nunca houve um real investimento no ser humano, corpo e alma. O incentivo que nos vem de cima é apenas para produzir, consumir e competir por um lugar mais alto na pirâmide social. O exemplo que nos vem da elite é o da predação.





SOBRE A AFIRMAÇÃO "Alienígenas tão avançados tecnologicamente poderiam ter nos matado ou invadido há muito tempo. Se não o fizeram é porque não querem e, portanto, devem ser benevolentes.":  não necessariamente. Há uma possibilidade de que Leis cósmicas podem estar freando sua atuação predatória. Outra é a de que, assim como só depois da engorda, o boiadeiro leva o gado ao matadouro, eles esperariam o tempo certo, o tempo da colheita.

______________________


Pensamento para 2011

“Não perca tempo especulando sobre o que acontecerá neste Ano Novo. Se suas ações são boas, seu futuro está fadado a ser bom. O futuro da nação depende de suas ações. Deus é um observador. Ele não o protege nem castiga. Cada um é responsável pelo seu prazer ou dor. Neste Ano Novo, desenvolva sentimentos novos e sagrados e faça todo mundo feliz. Não se esforce pelo dinheiro, se esforce pelo amor. Depois de desenvolver amor, não haverá espaço para más qualidades como raiva, inveja, etc. Se seus pensamentos e ações são bons, seu futuro está fadado a ser bom. Então, todo o país, ou melhor, o mundo inteiro prosperará. Ore pela paz e a prosperidade de todo o mundo. A paz só pode ser alcançada pela prática dos valores humanos.”
                                                                                                                          Sai Baba

 O presente é parte da eternidade

A mente existe no tempo, na verdade, mente é tempo; ela existe no passado e no futuro.

E lembre-se, tempo consiste somente de dois modos, o passado e o futuro.

O presente não é parte do tempo, o presente é parte da eternidade.

Osho, em "The Book of Wisdom"




EXTRATERRESTRES - Sobre a divergência de pontos de vista entre Kerry Cassidy e  Steven Greer sobre bons e maus extraterrestres:

Talvez o problema aqui seja querer generalizar demais, substituindo com isso nossa capacidade de perceber as situações a cada momento. Talvez não se possa concluir que há ETs bons e maus, mas se possa constatar que alguns são perigosos e outros benevolentes. Ou seja, o pensamento "ETs perigosos" pode surgir da percepção, uma esfera mental diferente  do pensamento "ETs maus". Existem "ETs maus" tanto quanto existem "comidas más", "ventos maus", "espinhos maus": são maus na medida em que nos prejudicam. Quanto a isso não podemos nos dar ao luxo da desatenção. Não é exatamente um julgamento, a percepção de que geralmente as águas-vivas nos queimam e os tubarões nos atacam e precisamos evitá-los (até prova em contrário). Não é exatamente um julgamento a constatação de que certas atitudes nos ferem ou até nos matam. Mas atitudes não são seres. Podem ser mais próprias de alguns, no entanto os seres podem mudar sua atitude.

Então, se ELES, quem quer que sejam,  PARAREM de nos usar, escravizar, matar, tudo muda.

__________________





MENSAGENS DOS CONTATADOS  costumam trazer um alerta sobre os tempos apocalípticos que enfrentaremos caso continuemos na mesma linha de conduta inconsciente e desrespeitosa que temos seguido conosco, com o planeta e tudo o mais. Sim, isso bem que pode ser fato, causa e consequência. Mas temos mais um problema: as tecnologias atuais, umas secretas e outras nem tanto, estão permitindo que se forje um apocalipse e se fabrique o caos que possibilitaria a instalação de uma "nova" ordem (NOM). Por enquanto não podemos descartar esta hipótese.


Um outro que me tem ocupado a atenção é o conceito de planeta, de astros, de espaço, estrelas, energia, tudo tirado da nossa parca percepção 3D. De acordo com alguns autores, como Ernesto Bono e David Icke , isto é parte de nosso aprisionamento e não condiz com a realidade. Estaríamos prisioneiros e as grades seriam nossa percepção limitada, iludida, como em Matrix. Ernesto Bono denomina extra-situacionais àqueles que chamamos de extraterrestres, pois estariam em uma condição fora da nossa conhecida 3D, e nesse caso, não caberia qualificá-los como de outros planetas, a não ser numa linguagem figurada adaptada à nossa ignorância.


Até que ponto podemos confiar em nossos sentidos e em conceitos daí derivados? E até que ponto podemos desconfiar deles? Pois dependendo da forma como desconfiamos deles, negando-os, podemos nos dissociar e estilhaçar ainda mais do que já estamos dissociados, perdendo contato com uma fonte de saber original e ficando nas mãos manipuladoras dos produtores de conceitos. Olavo de Carvalho  já abordou este tema em algum de seus escritos na Internet.


É algo para se considerar e esperar a resposta da intuição.


________________________





NAS MÃO MANIPULADORAS DOS FABRICANTES DE IDÉIAS



Faz parte da agenda illuminati criar aparições (projeto blue beam) de seres sobrenaturais, discos voadores e astros ameaçadores, que, conjugadas com a atuação do HAARP e outras tecnologias, podem produzir efeitos ambientais e sociais e controlar a população pelo medo ou pela adoração e, dizem, tb para matar o "excesso" dela no planeta!



Rauni Kilde supõe que isso esteja marcado para 2012. Acho que depende do cumprimento de etapas anteriores, como o mega-caos financeiro marcado para acontecer em 2008, mas, segundo Evelyn Torrence, por causa de uma interferência, foi adiado (para agora, em 2011?). Se dermos crédito às AGENDAS que circulam por aí ( agenda reptiliana , "protocolos dos sábios de sião", armas silenciosas para guerras tranquilas , "cartas inwo"  " carta de Albert Pike " e outras ), podemos esperar muitas medidas para "descontrução" da ordem social no ocidente (pelo menos) , com o fim de desestabilizar e destruir a sociedade como grupo cooperativo. As sociedades regredirão a um nível tão "selvagem", que aceitarão e até pedirão a implantação de uma NOVA ORDEM. E, aliás, é algo que já está em pleno andamento, pois as pessoas perderam a confiança e estão se vendo como inimigas umas das outras, cada dia mais. Prestem atenção de onde isto está vindo! Não é só uma batalha de egos, isto está sendo incentivado, produzido, induzido de forma ardilosa há tempos. Como diz David Icke, é a ditadura entrando nas pontas dos pés (vejam sobre a FABIAN SOCIETY ) A aliança familiar, de amizade, a já escassa confiança entre as pessoas, será extinta para  privilegiar uma relação de dependência com o poder central.  


Uma dica do David e de outros: a manipulação da sua mente fica muito mais difícil se você utilizar mais o SENTIR e a sua  própria percepção/intuição. A manipulação é induzida sobretudo através de idéias, pensamentos, crenças e suas reações emocionais, assim sendo, diante de uma informação preste atenção ao que vc SENTE, atente para todas as impressões, incluindo até os pensamentos. Não precisa excluir os pensamentos, apenas não deixe que a ditadura conceitual , o monopólio do pensamento se instale definitivamente em sua vida interior, se vc não quer ficar nas mãos dos fabricantes de idéias. Esteja inteiro, tente não se negar, tente não desvalorizar sua voz interior. Tenho observado dentro dos mais variados campos (escolas, universidades, mídia, artes,) o incentivo maciço do emprego da dita mente pensante ( racionalidade, imaginação, memória, projeção) e de um desincentivo (vigilância e repressão) a outras faculdades mais receptivas e independentes, como a intuição. Mas essa mente "pensante" é nada sem o alimento da percepção (sensorial e extra sensorial), a não ser uma reciclagem de velhas idéias, (idéias sobre idéias sobre idéias)  que acaba te isolando da realidade , te deixando sem outras referências a não ser a voz externa da "autoridade". 




Celia


publicado por conspiratio às 22:25
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MEDITAÇÃO ALIVIA DORES E FORTALECE O CÉREBRO


Meditar alivia dores e fortalece o cérebro


revista saude

Há muitos motivos para entrar em um estado meditativo. Agora, a ciência comprovou outros dois: as sensações dolorosas se tornam mais brandas e a massa cinzenta adquire maior resiliência

por KÁTIA STRINGUETO


Para cada pessoa que tem vontade de experimentar a meditação, há outra que não suporta a ideia de ficar parada, pensando em nada. Tudo certo. Afinal, que seria do azul se todos gostassem do amarelo, não é mesmo? Motivos, no entanto, não faltam para se sentar confortavelmente com a coluna ereta e exercitar a mente. Inúmeras pesquisas indicam que essa prática milenar abaixa a pressão arterial, controla o estresse, diminui o mal-estar da quimioterapia e alivia as dores. Por falar nisso, um estudo da Universidade de Montreal, no Canadá, confirma que um tipo específico de meditação, a zen, é mesmo eficiente contra o incômodo: é capaz de reduzir a percepção de sensações dolorosas em 18%. O trabalho descobriu ainda que esse maior manejo do sintoma se deve, entre outros fatores, a uma redução no ritmo respiratório. “O metabolismo se torna mais lento quando ficamos em repouso”, explica Elisa Kozasa, pesquisadora do Departamento de Psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo. “Por isso, a reação a um estímulo desconfortável é menor.”


Os cientistas canadenses também revelam outro benefício do método: quem medita suporta melhor essa baita indisposição mesmo quando não está imerso nos momentos de total tranquilidade. Ou seja, o efeito positivo se prolongaria pela vida afora. “A indicação dessa prática para a dor crônica é um clássico. Um de seus defensores é o professor John Kabat- Zinn, da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos”, confirma Paulo de Tarso Lima, especialista em medicina integrativa do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Além desses quadros, o pesquisador americano ensina a meditação para lidar com ansiedade, estresse... Uma das razões é que a técnica aumenta a resiliência. Ou seja, a gente se frustra menos diante daquilo que não controla. “A prática meditativa nota o estímulo, mas deixa de se envolver com ele. É como se nos tornássemos um pesquisador que está observando o fato sem se enrolar com ele. A emoção da dor passa a não ser tão negativa”, compara Elisa.


Estudos de neurociência comprovam que as duas áreas — a da emoção e a da dor — estão relacionadas. Também de Montreal, um estudo com 13 voluntários demonstrou, por meio de ressonância magnética, que a dor era amplificada quando vinha junto de uma imagem ruim e assustadora. E suavizada quando acompanhada de fotos com sol, sombra e água fresca.


Quem medita modifica o cérebro. E com alguma vantagem. Se não fosse assim, não haveria tanta gente começando — e continuando nessa onda. É mais ou menos como malhar numa academia de ginástica. Dá uma baita preguiça ir à primeira aula, mas uma vez lá, a atividade vicia. Já que o assunto é ginástica, não é que os estudos revelam o aumento na massa cinzenta de quem põe os pensamentos em estado meditativo?


A constatação veio por exames de ressonância magnética realizados por um grupo de pesquisadores americanos da Universidade da Califórnia. Eles observaram que certas regiões importantes do cérebro são mais espessas nos praticantes do treino mental. A diferença foi gritante nas áreas relacionadas à memória, à atenção e à tomada de decisões. Ou, anatomicamente falando, no hipocampo, no córtex frontal, no tálamo e no lobo parietal. “As alterações no córtex de quem medita foram descritas pela primeira vez por uma pesquisadora de Harvard, Sara Lazar, em 2005 ou 2006”, conta Elisa Kozasa. “Esse novo estudo é um bom sinal, mas é preciso fazer mais pesquisas porque não se sabe se esse aumento significa maior número de neurônios e conexões sinápticas. Se for, pode representar vantagens, principalmente à medida que envelhecemos.”


As pesquisas têm que evoluir, mas os pesquisadores já fazem suas apostas. Será que meditar pode mudar a expressão de um gene? E será que o gerenciamento do estresse com a meditação altera a atividade de enzimas que levam ao envelhecimento celular? “Um trabalho pioneiro com a participação de Elizabeth Blackburn, prêmio Nobel de medicina deste ano, está em busca dessa resposta”, anuncia Paulo de Tarso Lima. A bióloga australiana participa de um estudo que investiga quanto o controle do estresse pela meditação reduziria as ameaças de danos da telomerase, a enzima que protege as terminações dos cromossomos. Proteger essa enzima é a mesma coisa que dizer vida longa às células. E Elizabeth alegou que certas meditações tiveram efeitos salutares nesse ponto.


Construir um cérebro mais forte, que colabore com a longevidade humana, já é visto como consequência da prática mental. A hipótese é que, ao desempenhar essa atividade, o indivíduo se presenteia com uma cascata de eventos benéficos. “Estruturas como hipotálamo, hipófise e glândulas suprarrenais diminuem sua atividade e, assim, há menor secreção de cortisol, o hormônio da tensão”, explica a especialista em bases fisiológicas do comportamento Edna Bertini, da PUC de São Paulo. No fim, há a liberação de serotonina, substância relacionada a bem-estar e diminuição da depressão, e melatonina, que reduz a dor e a sensação de medo. “Por esse equilíbrio fisiológico, a meditação é uma ferramenta útil”, diz Edna. Difícil não querer experimentar.


Segundo estudo da Universidade Dalhousie, no Canadá, a meditação está entre as práticas complementares que mais benefícios trazem aos pacientes com câncer


Há 1 764 estudos com referência ao treino mental nas pesquisas divulgadas pelo PubMed, a respeitada biblioteca eletrônica dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos




Os tipos de meditação


Meditar não é esvaziar a mente. Até porque fisiologicamente isso é impossível. O cérebro não para de funcionar. O que acontece é o melhor direcionamento dos pensamentos. “Eles vêm e o praticante busca outro foco ou âncora. Pode ser a respiração, o movimento, um som, uma oração”, explica a professora Edna Bertini, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Veja alguns exemplos.


FOCO NA RESPIRAÇÃO: uma referência é a meditação do tipo zen, ou zazen, como os zen-budistas denominam a prática. Consiste em simplesmente sentar, inspirar e expirar. Embora os pensamentos fiquem pipocando, o praticante não os julga. Deixa-os ir embora.


FOCO NO MOVIMENTO: é possível conseguir o equilíbrio mental com exercícios físicos, danças ou simplesmente andando. Preste atenção na pisada, do calcanhar para a planta do pé. Conte os passos até quatro. Comece de novo.


FOCO EM UM SOM: algumas práticas hinduístas e budistas usam como ponto de referência os mantras, espécies de frases em sânscrito. Pode-se repetir, por exemplo, OMMMMM. Também é possível fazer uma oração várias vezes seguidas.


FOCO NA REFLEXÃO: nesse caso, as pessoas usam palavras como perdão, compaixão e paz e tentam não perder o foco.


Escolha um foco de atenção. Essa âncora pode ser a respiração. Sente-se confortavelmente em uma almofada, cadeira ou beirada de cama. Procure manter o corpo relaxado, sem tensionar coluna, ombros ou pescoço. De olhos semiabertos, concentre-se no seu ritmo respiratório. Inspire profundamente e solte todo o ar duas vezes. Em seguida, mantenha a respiração normal. Fique nessa postura por cinco minutos. Com a prática, a tendência é conseguir ficar mais tempo. O truque é não julgar seus pensamentos. Imagine que eles são como toras de madeira descendo um rio. Eles estão ali e passam. Mas você não se agarra a nenhum. Faça o exercício de manhã, no intervalo do almoço ou à noite, emendando com o sono.



POR QUE MEDITO

“Assim não preciso tomar tranquilizantes. Sou muito agitado, trabalho no mercado financeiro e, quando tomei remédio para ficar mais calmo, em 2004, tive efeitos colaterais. O medicamento mexe de alguma forma com a cabeça e deixa a gente mais lento. A meditação, não. Você consegue o mesmo benefício sem perder velocidade de raciocínio.” Sergio Luís Wasserstein, 44 anos, empresário


“Meu psicólogo indicou para minimizar a insônia e controlar as crises de duas doenças autoimunes. Tudo aconteceu há seis anos. Foi uma fase difícil, para a qual eu atribuía um peso ainda maior, o que me levava a piorar as lesões de pele. A serenidade da prática meditativa me ajudou a controlar o estresse e a estabilizar minha saúde.” Sarita Carmona Bastardas, 45 anos, economista


“Sou um curioso. Ao conhecer o zen, mal sabia eu que dali uma semana seria diagnosticado com um câncer. Durante um ano, enfrentei uma quimioterapia, que me causava náuseas, vômito e diarreia todos os dias. A prática me deu paz para entender que o bom e o ruim fazem parte da vida. Aprendi a apreciar isso. E acabei virando monge.” Ricardo Esteves, 38 anos, médico e monge




http://saude.abril.com.br/edicoes/0318/bem_estar/conteudo_520838.shtml
publicado por conspiratio às 19:35
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Domingo, 2 de Janeiro de 2011

DISCOS-VOADORES NA TERRA





Agrupamento de vídeos com depoimento de várias testemunhas, engenheiros, cientistas e outros especialistas que trabalharam para o governo, além da opinião de pesquisadores de ufologia, sobre a captura de naves alienígenas, ETs, área 51, engenharia reversa (tentativa de copiar e utilizar a tecnologia superior dos ETs à nossa) parcialmente bem sucessida.


Engraçado que Bob Lazar, um dos primeiros a pôr a boca no trombone e ser taxado de impostor, agora tem seu depoimento confirmado por muitas outras fontes independentes (ou aparentemente independentes...).

DISCOS VOADORES NA TERRA

1-
http://www.youtube.com/watch?v=Ox6pEx_ndpY
2-
http://www.youtube.com/watch?v=ByTpbGwJx90
3-
http://www.youtube.com/watch?v=JQgvn5kpy7M
4-
http://www.youtube.com/watch?v=FGOi7f1bTT8
5-
http://www.youtube.com/watch?v=3Ezr6sac3js
6-
http://www.youtube.com/watch?v=1xKyiP9LnUo
7-
http://www.youtube.com/watch?v=zgiNW7wk-ds
8-
http://www.youtube.com/watch?v=nESzzvNhYv8
9-
http://www.youtube.com/watch?v=ToCGwxcc09I
10-
http://www.youtube.com/watch?v=glqcWI6d7Ms
11-
http://www.youtube.com/watch?v=7Q-7Nqa_sLw
12-
http://www.youtube.com/watch?v=qymnvTwaJyc
13-
http://www.youtube.com/watch?v=OPYZCl9Fbl8
14-
http://www.youtube.com/watch?v=4vvLzdvnlwo
15-
http://www.youtube.com/watch?v=e5LH8q-SQbY
16-
http://www.youtube.com/watch?v=YlNAORvOKNE
17-
http://www.youtube.com/watch?v=37B_vXl2EoA
18-
http://www.youtube.com/watch?v=aFhRM86Nu30
19-
http://www.youtube.com/watch?v=wrOyGCd9mDI

http://www.youtube.com/results?search_query=%22DISCOS+VOADORES+NA+TERRA%22&aq=f


Agradecimentos ao canal Doc...
publicado por conspiratio às 20:01
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