Segunda-feira, 24 de Maio de 2010

"MUDAR OU PERECER"

 


MINHA ODISSÉIA EM NAVES EXTRATERRENAS

Oscar Magocsi

A MISSÃO DOS EXTRAS


Estudei o conteúdo da tela. Pontos de determinada cor se compunham para resultar em padrões de linhas de força ou nuvens de densidades variáveis. Eu estava impressiona­do com as dúzias de diferentes forças cósmicas predominan­tes, campos magnéticos planetários, emanações psíquicas, os quais contribuíam para a constituição de um "clima" intangível que influenciava os eventos naturais e os produ­zidos pelo homem.


Conforme Argus, a poluição do ar e a da água eram fatores bem conhecidos na Terra, mas a poluição psíquica dificilmente terá sido considerada seriamente alguma vez. No entanto, o clima psíquico era terrivelmente importante na formulação da vida em todos os aspectos, desde o caráter e a motivação individual, até as ideologias em escala global e suas conseqüências. Ele apontou para uma nuvem extre­mamente densa e opaca sobre a tela, dizendo que aquilo representava "precipitação psíquica” que se insinuava, pro­cedente de sistemas vizinhos como a minha dimensão, atra­vés das "áreas de janela". Essa precipitação era venenosa para diversas funções importantes naquele outro sistema, desencadeando, ocasionalmente, imediatas desordem em alguns lugares mais afetados.


Nos mapas de cenas imóveis interdimensionais de larga escala que Argus projetou, a Terra aparecia como um dos maiores ofensores da geração de precipitação psíquica. Por não importar quão vastas pareciam as distâncias, os espaços não eram uniformemente lineares, devido a muitas dobras, correntes cruzadas e outras anormalidades. No caso de "universos paralelos", havia diversas sobreposições e interpenetrações entre as dimensões. Portanto, poderia acontecer de duas localizações separadas por incríveis distâncias estarem quase lado a lado para as emanações psíquicas.

Então, Argus continuou com a explicação de como toda aquela precipitação psíquica era produzida e por quais agentes. Nas cenas seguintes da Terra, com melhores detalhe vi literalmente "nuvens" pesadas de poluição psíquica sob áreas como a do Oriente-Médio, África do Sul; muitos pontos sobre a índia, o Extremo Oriente; diversos pontos sob partes da Europa e as Américas. Esses indicadores de nuvens e pontos falavam por si mesmos: um nítido mapa de ódio e temor, violência, intranquilidade social. Outros pontos sobre grandes centros dos países ricos "amantes da paz" eram difíceis de ser lidos como emanações de medo, ambição, inveja e competição encarniçada. Num mapa de aproximação sobre uma grande cidade norte-americana, pude visualizar essas emanações em termos de discriminação, hipocrisia, materialismo grosseiro e assim por diante. Tudo isso se somava na névoa psíquica poluída, a qual, por sua vez, era capaz de gerar mais e mais de sua espécie e ainda pior. As cenas projetadas no "registro meteorológico psíquico” da Terra não careciam de explicação. Senti-me profunda tocado.


Interrompemos a explanação para um café. Retomamos a conversa, expressei minha preocupação acerca dos procedimentos humanos inconseqüentes, que acarretavam tanta desgraça e sofrimento através dos tempos – todavia a Natureza parecia operar de maneira igualmente cruel em sua promoção da sobrevivência apenas dos mais aptos. Argus disse que tudo dependia só do contexto. Num nível inferior certamente era válido o princípio da sobrevivência. Mas, uma vez sendo as criaturas suficientemente evoluídas, o trabalho grupal e a cooperação por si sós asseguravam o progresso contínuo das civilizações. A partir daí, as táticas primárias de sobrevivência eram decididamente obstáculos, ou mesmo um perigo mortal. O bem-estar coletivo ótimo poderia ser alcançado apenas com a compreensão, por parte de todos, de que nós deveríamos ser os guardiães de nossos irmãos, e que o que é bom para alguém deve ser posto como um bem para todos.

Voltamos à explanação. Os instantâneos projetados na ela a seguir mostraram grupos de pessoas em diferentes ambientes terrenos, junto com suas emanações psíquicas. Parecia que tipos específicos de atividades, por exemplo, estudar, jogar hockey, vender mercadorias, adoração religiosa, geravam emanações características distintas. Além do grupo, o mesmo se aplicava a qualquer indivíduo determinado dentro dele, existindo, contudo, algumas emanações básicas independentes da atividade específica em cada uma as pessoas.

Argus projetou diversos instantâneos em rápida suces­o. Eram fotografias de pessoas em silhueta, junto com as cores de suas emanações psíquicas, que formavam uma “aura" em torno delas. A parte interna das cores da aura caracterizavam as "vibrações" básicas da pessoa, tais como fatores de saúde, valores e orientações morais, atitudes e motivação. A parte externa da aura mostrava, por sua vez, emoções superficiais, condições e preocupações.

Fazendo correr uma seqüência animada, Argus narrou; o encaminhamento de uma pessoa comum através das principais porções de seu dia, e as mudanças correspondentes que se davam na aura. Em seguida, uma família de cinco pessoas foi mostrada com suas mudanças individuais de sua aura, enquanto se dirigia à igreja, para o almoço e para a praia. Era fascinante ver quão vastamente todos diferiam entre si, e quão diferentemente cada um deles reagia e se, correspondia nas situações comuns.

Tudo, enfim, se resumia naquelas características interiores de cada indivíduo. Era possível se prever quase como eles reagiriam em certas situações. Numa percepção rápida da aura era fácil de se traduzir a estatura moral de uma pessoa, o equilíbrio interno, a força do caráter, orientação de seus valores, grau de realização.

Sim, a tradução era fácil, para alguém como Argus, ou a inteligência central de uma nave. Embora eu pudesse compreender as generalidades das cores e configurações da aura, para se saber a respeito era em profundidade uma ciência em si mesma. Cada indivíduo tinha sua aura carac­terística, o que o tornava identificável a longa distância, mesmo numa multidão. Mas a definição instantânea do quadro mental mais sutil de alguém, ou a totalidade de alguém dentro de grandes grupos, era decididamente um trabalho de especialistas. Agora eu sabia por que o disco-voa­dor era capaz de me distinguir e interpretar a uma distância tão grande.

Argus disse que alguns humanos da Terra são capazes de ver a aura parcialmente, e que outros desenvolvem essa capacidade a um grau "bem maior. Com as pessoas daquela dimensão, tal coisa era uma habilidade natural. Eram capa­zes de ver auras se desejassem fazer o esforço de "sintonizar", sendo também capazes de fazer interpretações bem fundadas acerca de suas generalidades. Argus então proje­tou um instantâneo que mostrava um humano comum da Terra e um humano comum daquela dimensão, lado a lado. A configuração da aura deste último era de modo geral mais saudável, mais forte, mais pronunciada com relação aos atributos mentais e psíquicos. Nessa ilustração, Argus indi­cou os sete "centros de energia" do corpo. Mencionou o fato de esses centros emitirem vibrações próprias muito fortes se funcionassem o suficiente. No humano terreno, esses centros de energia estavam funcionando ou fracamente ou quase nada. Compreendi que a intensidade de energia nesses centros nos colocava num nível mais baixo ou mais alto de vida em geral. Obviamente, esta era a razão para os meus ativadores: eles ajudavam a fazer subir meu ritmo vibracio­nal com a ativação dos centros apropriados, de modo que meu corpo e minha mente pudessem funcionar naquela dimensão por um período. Argus disse que, no entanto, este estado não poderia ser mantido permanentemente, mesmo com a química do corpo e a estrutura molecular alteradas como resultado de minha visita tibetana.

Uma vez tendo analisado o feito diagnósticos das pes­soas, perguntei a Argus, como poderia um indivíduo se modificar para melhor?

— De três maneiras — disse ele. — Primeira: por começar a viver com sensibilidade, positivamente. Segunda: com a elevação do nível de entendimento consciente. Terceira: pela alteração do ritmo vibracional. Não importando por qual caminho se comece, as mudanças estarão cumulativamente afetando os outros dois igualmente. Afinal, esses três aspec­tos são apenas caminhos diferentes da mesma rede.

– Qual a relação dessas vibrações com as funções corporais e vitais de um ser humano? – perguntei.

Argus explicou que tudo vibra em uma freqüência específica própria. Isso inclui também os seres humanos. Pois um ser humano é muito mais do que uma mera máquina bioquímica produzida pelos genes através de moléculas de DNA. Para além dos genes codificados e da bioquímica, nossa forma e funcionamento dependem realmente de fatores organizacionais intangíveis, que se manifestam através de arranjos de energia chamados campos vibracio­nais.



Ele continuou:

Dentro do campo vibracional genérico de uma pessoa, um assim chamado campo vital ou "campo etérico" de um ser humano é o fator que governa os átomos, moléculas, células e órgãos. Assim, a modificação do ritmo vibracional dos subcampos altera a estrutura molecular e química, e isso por sua vez altera o ser humano inteiro. Você viu quão diversificadas são as mudanças. Os resultados podem se dar na existência de diferentes dimensões, na realização de alguns dos potenciais humanos, ou nos poderes de percepção extra-sensorial. Dentro de limites estreitos, vocês da Terra podem já ver o princípio vibracional em funcionamento: pois é de seu conhecimento comum que o calor, o som, a luz, telecomunicações, a radiação nuclear se diferem apenas na taxa vibracional. Como eu dizia, sua química e natureza de funcionamento é governada por um "campo etérico" genéri­co. Esse campo, por sua vez, é determinado por um fator organizacional ainda mais intangível, bastante além do alcance humano, chamado de "campo causal". Este é o campo que, de fato, dá origem ao "campo etérico", e também o "campo mental" coexistente; esses dois, por sua vez, produzem o corpo e a mente, respectivamente. De nossa parte, ao invés de um mero tratamento físico ou psicológico, do ponto de vista médico, curamos antes ao nível das causas na raiz, por meio do balanceamento dos campos. Em conseqüência, dificilmente temos quaisquer problemas sérios de saúde; além disso, nosso alcance de vida se torna bem mais amplia­do. Também podemos fazer várias outras alterações nos campos etérico e mental, por meios tecnológicos ou psíquicos. Todavia, nenhuma grande transformação através de tais meios pode ser permanente. O arranjo do campo causal que sustenta seu presente status quo não o permitiria, exceto por meio de um processo natural de crescimento ou de desenvol­vimento. Esse processo natural é, na verdade, um desdobra­mento fase por fase do arranjo causal de alguém até seu potencial completo, que é comum a todos os seres vivos. Isso faz com que se desdobre, inclusive, o modelo cósmico gené­rico de uma forma gradual; um ciclo distinto, entretanto, após o outro. Por exemplo, os ciclos de um planeta podem ter início em condições cruamente primitivas, e se desenvolver no sentido de condições mais e mais refinadas em todos os aspectos. De um desses ciclos para o próximo, pode parecer um salto quântico chocante, assim como o ciclo geológico pré-histórico se modifica, ou assim como em modificações climáticas drásticas. Ignore a mudança de ciclo e se exponha ao perigo; e vocês ficarão congelados ou torrados, ou compar­tilharão do destino dos dinossauros. O planeta Terra está muito próximo de uma drástica mudança de ciclo cósmico. Numa questão de uma geração humana no máximo, o pró­ximo ciclo terá começado numa dimensionalidade muito diferente daquela das condições presentes da Terra. Será o começo de uma Era de Ouro, um mundo realmente sensível e belo, num nível vibracional muito mais alto. Infelizmente, o mundo presente de vocês está ainda em seu modo vibracional inferior, hipócrita, a “lei-do-cão". A não ser que imensas transformações ocorram no curto tempo que resta antes da mudança inevitável, haverá um bom número de grandes perturbações numa escala global. As vibrações drasticamente crescentes do ciclo vindouro virão de encontro com a poluição psíquica que envolve a Terra, ocasionando violentos abalos. Embora venha a ser um processo purificador em essência, ele inevitavelmente desencadeará forças elementais, as quais levarão as pessoas vis e de mente estreita a um colapso; acarretará turbulência política e guerras devastadoras, e até mesmo cataclismos naturais. E tudo isso, por sua vez, produzirá ainda mais precipitação psíquica, afetando-nos, também, nesta outra dimensão, o que preferiríamos evitar.

É evidente, por si, mesmo, que uma transição mais pacífica para o novo ciclo seria mais benéfica para todos os envolvidos. E é aí que nós, desta outra dimensão, entramos na história. Temos tentado ajudar a melhorar as condições da Terra por um longo tempo. Estamos também de prontidão com uma vasta esquadra de, espaçonaves gigantes, para oferecer resgate a tantas pes­soas quantas pudermos, no caso de que as temidas devastações em larga escala não permitam nenhuma outra escolha. Sobreviventes capazes de viver na nova dimensionalidade vibratoriamente mais alta serão uma pequena porção da população total. Estes serão tipos suficientemente mais elevados para passar por trânsitos com auxílio de ativação para fora da dimensão da Terra. Nos primeiros resgates, esses tipos mais elevados podem ser facilmente distinguidos desde as naves por meio da "detecção da aura", e podem ser, apanhados por diversos meios.

– Continua Argus:
– Os sobreviventes adaptáveis e interessados na nova dimensionalidade serão então levados para um planeta como a Terra, chamado "Nova Terra”o qual já está sendo preparado numa dimensão entre esta e a de vocês. No momento em que sua nave abordou a nave-mãe, numa dimensão intermediária muito mais elevada, você teve já uma primeira visão daquele planeta, que é como a Terra. Esse é o lugar onde ficarão os sobreviventes, até que se desenvolvam o suficiente para viver num nível vibracional mais alto – e até que a Terra se tenha purificado e normali­zado para a nova dimensionalidade de mais alta vibração, e pronta para ser reocupada pelo estoque humano renovado vindo da Nova Terra...

Fiquei abalado até a alma pela monumentalidade das palavras de Argus. Decidi que precisava beber algo. Além do mais, havia alguns pontos a serem esclarecidos, o que foi feito, por Argus de boa-vontade.

– E o novo estoque humano aperfeiçoado haverá de ficar apenas pelo período de transição em Nova Terra, o planeta de proteção temporário. A razão para o retorno eventual é que a Terra é o verdadeiro lar afinal, com sua evolução própria, seu próprio destino. Os humanos da Terra são um estoque valioso e fantasticamente diversificado, com muitos atributos e potenciais de valor incalculável e insubstituível, sendo assim definitivamente dignos de ser poupados. Além disso, o destino futuro dessa dimensão é estreitamente liga­do ao destino da humanidade da Terra. Uma vez que estamos na posição de ajudar o povo de vocês, em nossa ética não há como se evitar de ajudar. E por fim, mas não menos impor­tante, nós realmente não temos escolha nessa questão: um poder superior além de nós, que chamamos de Os Guardiães, quer, de fato, que nós ajudemos. Eles são os Irmãos Mais Velhos de toda a Humanidade, administradores da Lei Uni­versal.

– Por que todas essas atividades ufo do tipo brincadeira-de-esconder no planeta Terra? Por que não contar a todos, num contato oficial mundialmente noticiado? – perguntei.

– Porque não temos justificativa para interferir assim tão drasticamente – disse Argus. – Não, a não ser que absolutamente necessário. Pense no imenso impacto psicológico que nossa aterrissagem em massa ocasionaria. Seria, uma interferência direta com a linha do destino da Terra, a qual deve ser elaborada somente pelos seres humanos. Todavia, temo-nos dedicado a retardar catástrofes físicas e guerras maiores pendentes, por meio de ações mínimas e dissimuladas, na esperança de ganhar tempo para uma transição mais pacífica para o novo ciclo cósmico. Até este momento há uma esperança bem-definida; poderá ainda
haver um despertar razoavelmente pacífico para a Era de Aquário. Ainda queremos que vocês descubram a verdade de nossa presença eventualmente; além de chamar a atenção para o fato de que os humanos da Terra não estão sós na cosmos, e que não são certamente os mais evoluídos. Entretanto, pelas razões já apresentadas, é melhor introduzir a verdade, lentamente, a princípio, dando-lhe maiores gradações aos poucos.

Incidentalmente, um de nossos distante aliados, os Etéreos, são mais bem qualificados para esse tipo de propagações por infiltração. Eles raramente se deixa avistar, mas certamente fazem bastantes transmissões telepáticas para o povo da Terra. Ocorre também um sem-número de avistamentos de discos-voadores, contatos esporádicos entre os contactados, alguns podem ser levados a variado passeios. É sempre um pouco diferente em cada caso, uma vez que há muitos aspectos que desejamos demonstrar.

Existem muitos tipos diferentes de naves, apresentando-se em modos e formatos variáveis. Isso se deve ao fato de que, além dos Mundos da Federação Psiquiana, existem muitos outros sistemas estelares nessa nossa Aliança Galáctica, com culturas bem diversas. Uma vez que possivelmente você não seria capaz de ver tudo isso nesses poucos dias, tivemos que conceber um modo de fazê-lo aprender acerca de nossos procedimentos mais característicos.





Continuou Argus:

– Essa é a razão pela qual você foi trazido aqui de uma maneira peculiarmente não-convencional: de modo que você pudesse obter os mais completos subsídios, junto com o máximo possível de experiências de primeira mão. Outros humanos da Terra poderão ter diferentes contatos, diferen­tes viagens, "mensagens" incorporadas de maneira diferen­te. Mas a essência dessas mensagens será a mesma em todos os casos: "Homem da Terra, modifique-se ou pereça!".

Quan­to a você e aqueles que lhe são semelhantes, o conselho é para que intensifiquem suas transformações pessoais, de modo que possam garantir o acesso na Era de Ouro. Vocês serão capazes de encontrar maneiras de fazê-lo, se realmen­te o desejarem. Conte a seus amigos, conte a tantas pessoas quantas puder, sobre as coisas que aprendeu nessa viagem aventurosa. Quanto maior o número de pessoas a quem você contar, maior será a chance de uma sensível reorientação em larga escala. Algumas das pessoas que tiveram experiências conosco relataram à imprensa, ou fizeram conferências, ou mesmo escreveram livros a respeito. Fica inteiramente a seu critério contar tudo ou não contar nada. E isso é tudo que eu desejava lhe contar...


Fiquei em silêncio. Simplesmente não sabia o que dizer, sentindo-me soterrado pela avalancha de revelações da explanação. Considerei vagamente se jamais seria capaz de extrair dela todos os seus aspectos.


OSCAR MAGOCSI

 

MINHA ODISSÉIA EM NAVES EXTRATERRENAS

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publicado por conspiratio às 15:23
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Domingo, 23 de Maio de 2010

VISÕES DO PASSADO: SOBRE A HISTÓRIA DA TERRA


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CAI O RAIO


Eu tinha de ser atingido por um raio para conhecer o amor da Terra. Tinha de aprender que não havia nada mais importante neste universo do que descobrir como amar cada ser sensível.É esta a história que tenho de contar. Fui atingido por um raio sob um céu tremulante, num campo aberto, e não morri. Em vez disso, experimentei o mais doce sabor da kundalini, que mudou e acelerou minha vida como o batimento das asas de um beija-flor.


Em Nova Yorque, no dia 12 de março de 1985, fui atingido pelo raio.


Enquanto fiquei no chão, todo o meu corpo começou a tremer e a vibrar. A eletricidade pulsava por minhas células como um grande purificador de tudo o que eu pensava que sabia, seguida por chuva e mais chuva. Ouvi sons estranhos, como ondas de rádio fazendo ruído dentro do meu ouvido. Depois, um zumbido persistente e profundo encheu minha cabeça. Era como um coração se abrindo, como quando o Quinto Mundo dos Maias se abre para as visões das Danças dos Espíritos e Danças do Sol e por um breve segundo o mundo deixa de ser dual, e torna-se um, perfeito em cada imagem.


Posteriormente aprendi que esta experiência foi minha iniciação xamânica, mas, naquela hora, pensei que estava louco. Fiquei olhando um beija-flor pairando à frente do meu terceiro olho. O que ele queria? Então uma explosão de cores opalescentes, iridescentes, inundou os meus sentidos: laranja-rosa, azul prateado-verde – cores que nunca tinha visto antes. Senti o sabor de algo doce – o néctar da glândula pineal – abrindo-se em pura felicidade. Havia esse persistente zumbido, e eu sentia mundos arrebentando-se e minha coluna vertebral dividindo-se em duas sob o peso de falsas estruturas de realidade, fragmentando-se sob um encantamento iluminados. Meu corpo de luz estava em combustão. O néctar da glândula pineal estava saciando anos de sede espiritual. Fronteiras entre tempo e espaço, físico e não-físico foram se dissolvendo.


Por que eu? – queria saber. Por que o caminho da iluminação de Cauac, a iniciação pelo fogo? Porque eu era principalmente "água" e abordava minha experiência de modo emocional. Eu precisava da "aguardente", uma alquimia que nos torna bêbados de vida.


Tive, depois, a visão de um diamante, como se meu corpo se juntasse num casamento sagrado com o centro da Terra, que me atraía como um magneto. Eu irradiava a eletricidade do raio e era sugado para o núcleo da Terra – eu me ajustava de algum modo dentro dele, impregnando-o. Vi xamãs cantando, realizando a Dança dos Espíritos, dançando como animais. Tenho de me lembrar dessas canções, eu ficava me dizendo, porque as usaria para ajudar outros a curarem suas almas e retornarem a seus corpos.


Meu corpo estava ficando de um púrpura intenso e eu ouvia o número dezenove... dezenove... dezenove – o fim do karma, o início e o fim. De repente, pude sentir a memória de carbono cio meu corpo adquirindo a forma de um diamante, ressoando em anéis cada vez mais amplos do ser. Estava em êxtase, descobrindo o sol, o Atoma, no centro da Terra e me fundindo com ele.


Comecei a ter flashes de onde eu tinha vindo, de muito longe da Terra... Alcyone nas Plêiades e Alfa Centauro, nosso vizinho estelar mais próximo. Depois me foi mostrado um mapa das estrelas, o caminho real que tomei para chegar aqui como espírito. Eu sabia que tinha de recriar este mapa num tecido ou tapete e sentar sobre ele e meditar. Sabia que poderia retornara este momento sempre que quisesse... Sirius, Vênus... Vênus foi trazida a este sistema solar na cauda de um cometa. Sua rotação não se dá na mesma direção daquela dos outros planetas. É um lugar muito diferente – lar dos Kumaras, seres espirituais hindus –, um local com construções de quartzo rosa, arcadas emplumadas e almas gêmeas decidindo se irão ou não empreender a jornada para a Terra.


Acreditei em tudo isso? Fora do tempo, poderia contemplar e acreditar em tudo sempre e sempre. Escolhi apenas permanecer na experiência, esperando sobrevivera ela sem ficar louco. Sabia que tinha me preparado para isso em outras vidas e que, de algum modo, estava habilitado para esse momento. Imediatamente desejei que cada pessoa que eu conhecia experimentasse a mesma coisa.


Comecei a sonhar comyurts, donos, construções pentagonais em comunidades. Vi pessoas vivendo em casas circulares, plantações realizadas em espiral, com muitas cerimônias novas para cada estação do ano. As pessoas estavam equipadas com computadores orgânicos, que serviam para transmitir pensamentos a grandes distâncias ou registrar sonhos através de terminações nervosas em suas mãos. Vi crianças dançando e brincando, felizes por estarem vivas – crianças amadas por ambos os pais, comunicando-se por "telempatia", uma mistura de pensamento e sentimento.


Fiquei surpreso na Terra Interior. Vi túneis, depois mapas de sistemas subterrâneos de túneis, com portais nos Andes, no Amazonas, na Ilha da Páscoa – em todo o planeta. Vi escorpiões e chacais de outras dimensões guardando essas entradas para evitar que pessoas despreparadas se aventurassem na Terra Interior.


Comecei a pensar nas divindades iradas dos budistas tibetanos e nos demônios do cristianismo. Eu mesmo tentei invocá-los e enfrentá-los, mas eles nunca se materializaram. Vi a Terra como um Éden primitivo, intocado pelos seres humanos, um lugar onde os animais viviam no Tempo do Sonho. Será que tinha entrado no Tempo do Sonho dos Aborígines?


Vi gravuras brancas feitas à mão nas paredes de cavernas. Senti a Terra respirando por essas cavernas. Respirei urânio do interior da Terra, através das cavernas dos meus pulmões em lugares sagrados guardados pelos povos Lakota e Hopi na América do Norte, pelos Aborígines, na Austrália, pelo povo Maori, na Nova Zelândia, pelos Dogons, na África, pelos Kahunas, no Havaí e pelos xamãs da Sibéria. Senti uma profunda ligação com os peles-vermelhas, os Guardiães das Tradições, e com a terra vermelha. As linhas pulsantes de minhas veias eram as linhas-guias do planeta, ondas eletromagnéticas da terra encontrando o céu.


Em minha visão, vi como as linhas-guias convergem para locais de intensa iniciação. Vi templos etéricos, ainda não presentes fisicamente na Terra, cada um marcado por raios coloridos diferentes. Eram centros de rejuvenescimento, onde as pessoas lo m para se lembrar quem eram e ter visões de códigos estelares e Corpos de arco-íris — como a serpente emplumada, Quetzalcoatl, reconhecendo-se em todos os seres humanos.


Depois, vi artistas construindo obeliscos, colunas e pitares nos cruzamentos das linhas-guias. No início, apenas indivíduos sozinhos apareciam; depois, centenas de pessoas vinham construir projetos em grande escala, esculpindo mandalas, figuras e "sentinelas" nas faces de rochas vermelhas em toda a superfície do indo. As pessoas começaram a se reunir e a cantar escalas harmônicas dodecafónicas, os seus sobretons ressoando pelo ar. Seres humanos ficavam em teias hexagonais, os módulos-sementes criação, compondo tons conforme se próximavam do centro.


Escadas de Jacó – como ondas colunares – eram adis onde quer que as pessoas se reunissem para comungar com a Mãe Terra. Vi que essas pessoas estavam representando uma transformação ritual do DNA, partindo da hélice de dois fios para a hélice de doze fios. Como fios de pérolas alcançando o céu, as pessoas estavam despertando para uma vida multidimensional. O alinento parecia diferente. Havia comida azul, e crianças iluminadas tinham estabelecido centros de ensino.


Agora as linhas-guias se cruzavam como sinapses no cérebro planetário. Onde uma vez houve igrejas honrando São Miguel e Maria Madalena, agora havia novos monumentos — freqüentemente gravuras de animais na paisagem — para mostrar onde as linhas-guias tinham mudado de posição. O zodíaco estava sendo gravado em montes, campos e montanhas como a sombra de uma nuvem enorme. Vi arco-íris como círculos sendo completados dentro da Terra, e pessoas construindo barcos para navegar nesses arcos.


Vi, então, o passado. Vi a Terra sendo criada, com a matéria galática espiralando ao seu redor. Via Terra como um ovo primordial de terra, água, ar e fogo e, depois, como matéria, tempo, espaço e espírito. Tive uma visão da trama tecida pelos antigos celtas, a Teia de Wyrd, a teia de toda a vida. Os continentes eram um só. Tudo era possível então. Quatro grandes rios daquele tempo ainda existem dentro da Terra e nós, intuitivamente, os navegamos em nossos sonhos revividos.


Primeiro, descobri, houve a terra de Pã, também chamada de Pangéia, um mundo real de figuras mitológicas, incluindo sátiros, ninfas, centauros, grifos, duendes, fadas, devas, gnomos, silfos e anjos. Eles cantavam a vida em existência, como na novela The Silmarillion, de J. R. R. Tolkien. Com o auxílio de Sirius, os grandes anjos Elohim criaram uma vasta rede de energia, para manter intactas as vibrações da Terra e para registrar o pensamento e o sentimento de cada ser sensível que existisse. Cada memória da alma era enviada, por intermédio de Júpiter, para um enorme diamante complexo central em Alcyone, nas Plêiades.


Durante esse período, os arquétipos estavam sendo formados na Terra. Totens, sílabas-sementes — o mundo inteiro —foram criados a partir da cor e do som, a partir de um pensamento, um desejo, uma intenção. As almas eram criadas com material proveniente das constelações misturado à matéria da Terra, e cada alma tinha uma freqüência, como uma assinatura, pulsando em seu coração, que poderia ser monitorada para seu desenvolvimento e evolução.


Vi um diamante imenso vindo para a Terra e sendo recebido — um diamante que se originara nas Plêiades. Vi como, antigamente, os habitantes de Lira, de Sirius e muitos outros extraterrestres tinham colonizado a Terra, deixando para trás suas memórias e genes, para hibridação. Cometas, tormentas de relâmpagos e alterações polares também afetaram periodicamente a Terra.


Vi as primeiras matriarcas na Lemúria, a terra-mãe. Flavia doze tribos de mulheres, num território separado daquele dos homens, realizando o trabalho de cura. Via primeira matriarca de Atlântida, durante a era do ouro. Vi até que Long Island, onde cresci nesta vida, foi uma vez um antigo campo de treinamento para os sacerdotes Atlantes e que Sedona, no Arizona, Bimini, nas Bahamas, e até mesmo o Texas foram outrora berços de uma antiga civilização, semelhante àquela dos últimos Anasazi.


Vi que os Atlantes tiveram três grandes cataclismos, dois deles naturais e um produzido pela mão humana. Aquele foi um período de muita diplomacia extraterrestre, com espaçonaves indo e vindo. Muitas dessas naves eram orgânicas, como se fossem seres vivos.


A destruição final de Atlântida ocorreu na época em que os extraterrestres queriam acelerara evolução do planeta para controlá-lo. O desejo de dominar e controlar os povos indígenas foi se perpetuando por seres de fora da Terra. Quando vi isso, meu coração sentiu uma dor profunda, que compartilho com todos os povos e raças. Foi a chaga do ser humano, as sombras de nossos ancestrais murmurando em nosso sangue, clamando por justiça e solução do conflito.


Há aproximadamente dez mil anos ocorreu um grande cataclismo eletromagnético que alterou para sempre o nosso DNA e nos tornou temerosos do poder. As pessoas procuram controlara natureza com a razão ou conhecimento tecnológico e criar o mito do mais forte sobre o mais fraco. Vi animais mudarem e se tornarem espelhos aterradores dos humanos. As matriarcas deram lugar aos patriarcas. As histórias das doze tribos de Israel, que originalmente tinham nomes de mulheres, foram reescritas como Histórias de clãs masculinos.


Aqueles da região do Nilo construíram linhagens masculinas e essa prática espalhou-se pelo mundo. Os sumérios alteraram o DNA humano, extraíram minérios do Lago Titicaca e da África do Sul e colonizaram o Iraque. Em Nipur, Iraque, os opressores construíram um grande templo, cuja função era escravizar outros seres humanos através da alteração de seus códigos genéticos.


Todos esses povos esqueceram como sentir, como ressoar com o núcleo da Terra. Eram tecnologicamente avançados, sobretudo em metalurgia, mas deixaram de sentir com o coração. Sua matéria era inerte. Seu sol central estava morrendo.


Fiquei fascinado pelas visões da índia. Vi como o norte escravizou o sul com as invasões. Os hindus dravidianos foram vencidos pelos arianos, cuja religião, com seu deus-céu caçador, misturou-se com aquela das comunidades litorâneas agrícolas do sul centradas na terra. Vi Krishna e o povo de pele azulada vivendo e ensinando no Alto Himalaia como parte de uma tribo. Eles desceram das montanhas para se comunicarem e intercruzarem com raças cujas peles eram de cores diferentes.


Finalmente, o império de Rama, na índia, criou armas incríveis e atacou Atlântida. O Ramayana e o Mahabharata, os livros épicos da antiga mitologia hindu, são registros daquilo que, hoje, é chamado de Terceiro Mundo dos Hopi e dos Maias. Os Maias viveram por todo o mundo, mantendo registros precisos dos ciclos planetários, relembrando o Arco Sagrado de toda a vida.


Então, um sonho sobre a união das Américas surgiu à minha frente. As energias do Himalaia retornaram à sua fonte nos Andes. Rios se ligaram, continentes se uniram, círculos foram completados. Vi os chakras, os aterradores cataventos energéticos das Américas do Norte e do Sul se acenderem. Belize era o chakra da coroa de sua região; a Costa Rica, o chakra do coração. Os antigos caminhos do Chile ao Alasca se ligariam em 1992. Tínhamos todos voltado para casa, para onde, pela primeira vez, nos encarnamos sobre o planeta.


Quando o átomo foi dividido, todos nós começamos a retornar, em massa, das estrelas, como que respondendo a uma sirene. Aqui voltamos para realizar cerimônias, para manter o equilíbrio da criação através do amor e da pura percepção, e para testemunhar nosso próprio renascimento e o renascimento da Terra.


Em 2013 d.C., chegaremos ao fim de um ciclo de vime e seis mil anos. Será o fim do tempo como o conhecemos. Estamos agora em alinhamento com o Grande Sol Central da criação, e milhões de outros planetas encontram-se nesse mesmo caminho. Este é o nascimento do Quinto Mundo, o mundo do beija-flor.


Avós e avôs me sustentaram, enquanto eu, um homem, engravidei da Terra e dei à luz. A criança divina que emergiu de mim era um novo homem, diferenciado, contudo andrógino, com seus lados masculino e feminino harmoniosamente casados. Meu corpo passou por toda a dor do parto, bem como por todas as minhas vidas passadas, sua ira, sua raiva e suas lágrimas acumuladas. Eu estava completamente mutilado. Essa foi minha Iniciação na verdadeira humanidade.


Então vi borboletas branco-e-pretas e um grande e negro Pavilhão do Sol, onde os Sustentadores das Teias da Terra se reuniam. Lá, Corvo, Golfinho, Alce, Sapo, Tatu, Urso e Coruja Introduziram-se como meus aliados e, finalmente ouvi um zumbido em meu ouvido esquerdo.


"Você ficou deitado no chão durante horas" – disse meu amigo Peter, que tinha vindo comigo ao campo e tinha ficado andando ali perto. "O que você viu?"


"Você viu o relâmpago?" – perguntei-lhe.


"Não" – ele respondeu. Peter não tinha visto nada.


Do livro de Foster Perry, “QUANDO UM RAIO ATINGE UM BEIJA-FLOR”




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Os Contos de Belzebu estavam destinados, na verdade, a constituir uma triologia, que se intitularia Tudo e Todas as Coisas, o que não aconteceu senão depois de muitos anos. De fato, o título foi usado quando o livro foi publicado. É uma obra extraordinária, cuja leitura não é, de modo algum, fácil. Tem-se a impressão de que Gurdjieff a tornou deliberadamente difícil, de modo que se torna necessária uma atenção considerável para que se possa captar-lhe o sentido. Gurdjieff dizia que a obra tinha de ser "lida pelo menos três vezes, naturalmente com intervalos. É cheia de nomes estranhos e de palavras que parecem ser uma mistura de grego e armênio, contendo idéias sutis e repleta de detalhes que parecem desnecessariamente longos e mesmo irrelevantes. Muitas das idéias parecem ser mera fantasia, ou podem mesmo causar repugnância, mas se o leitor se mostrar disposto a ter paciência, começará a discernir o fio da meada.

Belzebu diz a Hassan que as condições da Terra são o resultado de uma colisão com o cometa Kondoor, que arrancou dois pedaços do planeta, que se tornaram satélites. O maior desses satélites é a Lua, e o segundo uma lua mais distante, desconhecida pela ciência, mas conhecida pelos habitantes de Atlântida, que a chamavam Kimespai, o que quer dizer: "jamais permite que alguém durma em paz" Era necessário então que a Terra fornecesse energia àqueles satélites, até que eles pudessem ter a sua atmosfera própria. O homem já fora criado na Terra e resolveu-se então que as energias residuais de suas atividades pudessem ser usadas para aquele suprimento, o que foi suficiente durante algum tempo. Os Dirigentes do Universo, contudo, perceberam que, como o homem começava a desenvolver uma consciência objetiva, poderia não mais se mostrar disposto a continuar habitando a Terra com as suas condições de escravidão. Por isso, deram ao homem um órgão especial, chamado kundabuffer, que o levava a ver tudo de cabeça para baixo e fazia com que cada impressão que chegava fosse tomada de todo subjetivamente e dirigida para o prazer e o bem-estar. O recurso foi bem-sucedido, mas os seus efeitos se cristalizaram a tal ponto, que persistiram muito depois de ter sido alcançado o objetivo a que se visara. Em vista disso, tornou-se necessário enviar-se mensageiros à Terra, de vez em quando, para ensinarem à humanidade a relembrar, a reconhecer o eu real, atuando em um plano de consciência mais elevado do que as impressões rotineiras dos sentidos.


Ocorreram certa vez tais condições, continuou Belzebu, quando o homem alcançou o estado de auto-recordação por algum tempo. Isso se deu quando um indivíduo, a quem chamavam o santificado Ashiata Shiemash, se preocupou com a maneira pela qual a humanidade interpretara as três virtudes fundamentais, fé, esperança e caridade, que haviam sido substituídos por contrafações, tendo o mesmo nome, mas relacionadas tão-somente com desejos pessoais. Sob a influência daquele homem, reviveram-se os valores verdadeiros e as pessoas começaram a compreender umas às outras. As guerras e as contendas desapareceram, e a humanidade viveu por muitos anos em paz. Depois de sua morte, todavia, o sistema foi destruído por gente perversa, que Gurdjieff chama de Hasnamuss, a qual rejeitou toda a autoridade moral e tirava seu maior prazer do sofrimento alheio. Essa depravação pode ser adquirida de companheiros indesejáveis, embora na maioria das vezes seja uma tendência hereditária, resultante de uma mácula na Essência que tem de ser expiada. Essa influência maléfica jamais foi erradicada, e se mantém viva pela avidez com que pessoas se comprazem com acontecimentos desagradáveis.


Na convulsão social que se seguiu, a maior parte dos escritos de Ashiata Shiemash foi destruída, mas uns poucos foram preservados, e alguns dos aforismos escritos nas paredes da sala de reuniões do Prieuré vinham de lá. Esses e semelhantes temas são expostos minuciosamente, para benefício do jovem Hassan, juntamente com grande número de idéias auxiliares, sobre as quais se tem de refletir um pouco, em cada oportunidade. Em certo ponto, Belzebu conta que uma espécie peculiar de energia, por ele chamada de Sagrado Askokin, é desprendida para o universo na morte do corpo, mas a qualidade e a quantidade dessa substância dependem do estado de consciência do indivíduo em questão. Como a humanidade caiu progressivamente no estado de sono, há um suprimento insuficiente desse precioso material, tanto qualitativa como quantitativamente. Tem de haver, por isso, um número maior de mortes, em parte por meio de desastrosas guerras e catástrofes, e em parte pela redução da duração da vida do homem em geral. Mais tarde, Belzebu se refere à antiga idéia da purificação do que ele chama de perfeito corpo Existente ou alma. Supõe-se que a alma não é invulnerável e que pode adquirir características indesejáveis. Daí a necessidade de que habite o que ele chama de Santo Planeta Purgatório, até ficar bastante limpa para poder voltar ao seu verdadeiro lar. É de se deduzir que devemos considerar um privilégio habitar a Terra, qualificada como o mais belo planeta da galáxia.


Depois de completar o primeiro esboço de Contos de Belzebu, parece que Gurdjieff decidiu baixar das alturas da alegoria e voltar a um estilo mais ortodoxo. Escreveu então o que correspondeu a um longo, ensaio sobre as oportunidades de desenvolvimento oferecidas pelas influências conscientes, que estavam decaindo na humanidade. Intitulou-o “O Arauto do Bem Vindouro” e publicou-o em 1933, em edição limitada.


Fonte: “GURDJIEFF - O MESTRE DO ESPÍRITO E AS PARÁBOLAS DE BELZEBU” de J. H. Reyner
publicado por conspiratio às 19:17
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Segunda-feira, 17 de Maio de 2010

INTERNAUTAS! CONHEÇAM SEU PODER! OMS QUER CONTROLAR INTERNET DEPOIS DA VITÓRIA DOS INTERNAUTAS NA QUESTÃO DA VACINA

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OMS QUER CONTROLAR INTERNET DEPOIS DA VITÓRIA DOS INTERNAUTAS NA QUESTÃO DA VACINA H1N1

Reuni aqui alguns artigos tirados da grande mídia para que o internauta tenha uma noção da repercussão da sua cyberação, enfocando como exemplo a questão da vacina imposta ao mundo pela OMS (um dos braços da nova ordem mundial). Depois do texto mais recente sobre a pretendida tentativa de taxar as atividades online em favor da $aúde,  postei outros que revelam que pouco antes dessa decisão, a OMS demonstrava estar um tanto perturbada com a ação massiva dos internautas que acabou redundando numa confissão de erro por parte da organização, coisa que precisa ainda de muita investigação. Mais abaixo, outro artigo nos informa que finalmente OMS admite seu erro; e por fim, um último artigo tratando do poder político das redes, Facebook, twitter etc. Portanto, meus caros, não subestimem seu poder e o poder da Internet. "Somos muitos e 'eles' são poucos"...

A seguir:

Como se a OMS já não estivesse fazendo estrago suficiente... Desta vez, a OMS - Organização Mundial contra a Saúde está considerando um plano para pedir aos governos que imponham impostos globais aos consumidores tais como imposto sobre atividade na internet ou imposto sobre transações financeiras (como exemplo, usam o CPMF do Brasil).

No relatório entitulado "Saúde pública, inovação e propriedade intelectual: Relatório do Grupo de Trabalho de Peritos sobre financiamento de pesquisa e desenvolvimento da Estratégia Global sobre Saúde Pública, Inovação e Propriedade Intelectual", é discutido um esquema de financiamento que poderia levantar "dezenas de bilhões de dólares" para a unidade de saúde pública das Nações Unidas, a partir de uma ampla base de consumidores, que passariam a ser usados para transferir pesquisas de drogas, desenvolvimento e capacidade de manufatura, entre outras coisas, ao mundo em desenvolvimento. Para mim,  cheira mais a uma forma de controlar e dificultar o acesso à internet e encher os bolsos desta máfia.


O dito Grupo de Especialistas da OMS sugeriu também pedir aos países ricos dispor parcelas fixas de seu produto interno bruto para financiar a transferência de pesquisas a nível mundial e desenvolvimento, e bem como pedir às nações em desenvolvimento com dinheiro, como China, Índia ou Venezuela a entrar com o restante do dinheiro.
Isto acrescentaria bilhões em fundos adicionais para os cuidados de saúde internacional para o futuro - 7,4 bilhões dólares anuais dos países ricos, e 12 bilhões de nações de baixa e média renda.


Mas as idéias de tributação são as que chamam mais atenção. O painel de peritos cita vários exemplos possíveis. Entre eles:


- Um imposto de 10% no mercado do comércio de armas, o que resultaria em 5 bilhões de dólares por ano

- Imposto digital ou "Imposto do bit": o tráfego na internet é imenso e irá provavelmente aumentar rapidamente. Esta taxa traria bilhões de dólares de uma ampla base de usuários.

- Taxa sobre transações financeira, CPMF - Contribuição Provisória Sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira: um imposto sobre transações bancárias, fixado em 0,38% e cobrado sobre pagamento de contas on-line e saques, que levantava uma estimativa de 20 bilhões de dólares por ano.

O painel conclui que "os impostos vão proporcionar uma maior segurança ao invés de contribuições voluntárias," e o relatório insiste para que o conselho executivo da OMS promova todas as alternativas, e ainda outras mais, para apoiar a criação de coordenação de inovações e pesquisas de saúde globais e um mecanismo de financiamento para a revolução esperada na pesquisa médica, desenvolvimento e distribuição.

O grupo de peritos chamado "Expert Working Group on R&D financing" conta com o brasileiro José Carvalho de Noronha que é atualmente funcionário da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), um dos principais centros de pesquisas de vacinas no Brasil.

Realmente não me surpreende.


Fontes:


http://www.anovaordemmundial.com/2010/05/oms-pretende-criar-imposto-global-sobre.html

Notícias reais sobre a gripe H1N1, a vacina e a toda corrupção envolvida na pandemia

http://blog.antinovaordemmundial.com/2010/06/noticias-reais-sobre-a-gripe-h1n1-a-vacina-e-a-toda-corrupcao-envolvida-na-pandemia/
 
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Fox news: U.N.'s World Health Organization Eyeing Global Tax on Banking, Internet Activity
Relatório Executivo: Public health, innovation and intellectual property: Report of the Expert Working Group on Research and Development Financing

http://www.foxnews.com/world/2010/01/15/uns-world-health-organization-eyeing-global-tax-banking-internet-activity/  

OMS acusa novas mídias de atrapalharem comunicação sobre gripe H1N1
13:55 | 13 de Abril de 2010

GENEBRA (AFP) - A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou nesta terça-feira que as novas mídias, como o Twitter, blogs e e-mails, prejudicam a informação sobre a gripe H1N1.

"Houve informações, rumores, muita especulação e críticas em inúmeras mídias", afirmou, em Genebra, o conselheiro especial da OMS para as gripes, Keiji Fukuda, em relação às dificuldades encontradas na comunicação sobre a pandemia.

"A mídia tradicional transmitiu as informações das autoridades, assim como os debates, as dúvidas e as polêmicas em torno da nova gripe, assim como as novas mídias, como a internet, twitter, os blogs e os e-mails", afirmou.

"É muito difícil corrigir as ideias erradas uma vez elas circulem pela internet e redes sociais", declarou por sua parte um ex-chefe de doenças contagiosas da OMS, David Heymann.

No entanto, segundo um estudo apresentado nesta terça-feira em um congresso de especialistas em doenças infecciosas em Viena, o Twitter poderá servir de sistema de alerta precoce em caso de epidemia.

Um comitê de especialistas iniciou na segunda-feira, em Genebra, um exame sobre a gestão internacional da gripe H1N1 que fez a OMS ser alvo de inúmeras críticas.

"Queremos saber o que funcionou bem. Queremos saber o que não funcionou e por que. Queremos saber o que poderia ser melhorado e como", explicou a diretora-geral da OMS, Margaret Chan, na abertura dos debates.

O comitê, formado por 29 especialistas de 28 países, é uma resposta da OMS às acusações segundo as quais a organização exagerou a ameaça da primeira pandemia do século XXI influenciada pelos laboratórios farmacêuticos o que levou seus 193 países membros a comprar muito mais vacinas que o necessário.

Os especialistas, que devem entregar seu primeiro informe provisório antes de maio, abordaam uma questão crucial: a dificuldade de avaliar a virulência de uma enfermidade contagiosa em termos de mortalidade e não apenas por sua expansão geográfica.
Em junho de 2009, dois meses depois de sua descoberta no México e Estados Unidos, a OMS declarou que este novo tipo de gripe era uma pandemia, baseando-se em sua rápida progressão.

O vírus H1N1 causou 17.700 mortos confirmados em laboratório em mais de 200 países e territórios, segundo a OMS, uma cifra muito inferior ao número de mortos causados por uma gripe tradicional.

http://veja.abril.com.br/agencias/afp/veja-afp/detail/2010-04-13-997506.shtml


OMS admite falha na gerência da crise relativa à gripe A

A Organização Mundial da Saúde (OMS) admitiu pela primeira vez que falhou na gerência da crise envolvendo a gripe suína e em sua estratégia para lidar com a primeira pandemia de influenza em 40 anos. Nesta segunda-feira (12), em Genebra, o Brasil deu o tom nos debates e sugeriu que a entidade redefina critérios para estabelecer a severidade de futuras pandemias e o impacto das medidas adotadas pelos países para lidar com surtos.

A proposta foi apresentada no primeiro dia de reuniões da entidade máxima de saúde em Genebra para começar a revisão da pandemia e gripe suína. Um ano após o primeiro surto, a OMS iniciou uma reavaliação completa do que seria uma pandemia e como deve reagir em futuros casos.

Criticada por supostamente ter sido influenciada pelo setor farmacêutico e por ter criado desnecessário pânico ao declarar a pandemia, a OMS tenta restabelecer sua credibilidade, em um processo que promete ser longo. A diretora da entidade, Margaret Chan, garantiu que o processo de revisão será real. "Queremos saber o que ocorreu de errado e por quê", disse. A entidade iniciou um trabalho com um grupo de 29 especialistas de todo o mundo estude formas de revisar a forma de lidar com pandemias.

O processo de revisão deverá levar um ano e poderá obrigar a OMS a adotar novos critérios para declarar uma pandemia. O próprio uso da palavra poderá ser modificado, assim como a relação com empresas como a GlaxoSmithKline e a Sanofi-Aventis, que lucraram milhões com a venda de remédios em 2009.

Confira mais detalhes no Caderno Viva Bem da edição impressa de terça-feira (13).

http://www.abril.com.br/noticias/ciencia-saude/oms-admite-falha-gerencia-crise-relacao-gripe-suina-997334.shtml


http://www.diariopopular.com.br/site/content/noticias/detalhe.php?id=6¬icia=16740


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SOBRE O PODER DO INTERNAUTA

Redes sociais alteram equilíbrio de poder na Indonésia
Por NORIMITSU ONISHI

JACARTA, Indonésia - Descontentes com a instalação de uma estátua de Barack Obama aos dez anos de idade numa praça de Jacarta, os indonésios levaram seu protesto não às ruas, mas ao Facebook. Após queixas de mais de 56 mil manifestantes on-line, as autoridades municipais cederam aos argumentos de que o parque deveria homenagear um indonésio.

Esse exemplo de organização comunitária de alta tecnologia foi o resultado direto da explosão das redes sociais na Indonésia. Mas o boom está gerando um acirrado debate sobre os limites da liberdade de expressão na jovem democracia local. O governo tenta regulamentar o conteúdo da internet, e a fortalecida imprensa local reage.

Defensores de uma maior liberdade veem as redes sociais como uma ferramenta vital para democratizar ainda mais o sistema político frequentemente corrupto do país. Céticos, especialmente entre políticos e líderes religiosos, se preocupam com o domínio das massas e a perda de valores tradicionais.

No lance mais recente, o governo propôs uma lei que obrigaria provedores de internet a filtrar o conteúdo. O projeto foi abandonado diante dos estrondosos protestos on-line e na grande imprensa.

Graças aos celulares relativamente baratos que oferecem acesso à internet, o Facebook, o Twitter e as redes sociais locais se espalharam rapidamente das cidades para aldeias de todo o Sudeste Asiático, especialmente na Indonésia e nas Filipinas.

Em pouco mais de um ano, o número de usuários indonésios do Facebook disparou de menos de 1 milhão para mais de 21 milhões. Segundo dados do Facebook, a Indonésia está atrás apenas dos EUA (118 milhões de usuários) e do Reino Unido (24 milhões).

O país tem o maior número de usuários do Facebook e do Twitter na Ásia, de acordo com empresas como a Sysomos, de Toronto, que analisa o tráfego nas redes sociais. Com dezenas de milhões de pessoas instantaneamente conectadas, as redes sociais se tornaram rapidamente uma força política poderosa, embora às vezes imprevisível.

Protestos no Facebook e em outros sites deram apoio a líderes do principal órgão indonésio de combate à corrupção, que, numa prolongada disputa contra a polícia e a Procuradoria-Geral, acabaram sendo presos, aparentemente sob falsas acusações.

A reação na rede levou o presidente Susilo Bambang Yudhoyono a interceder; a polícia e a procuradoria, vistas como instituições corruptas, arquivaram o caso e libertaram os funcionários em novembro.

Em outra "cause célèbre", a mobilização digital contribuiu com a libertação de uma mulher de 32 anos, presa depois de se queixar do mau atendimento em um hospital na periferia de Jacarta.

Promotores a denunciaram sob uma nova lei relativa à informação eletrônica, já que ela havia mandado a amigos um e-mail detalhando suas queixas. A Justiça acabou por inocentá-la em dezembro.

Tifatul Sembiring, ministro de Comunicação e Tecnologia da Informação, disse que o governo vai reapresentar o projeto de regulamentação do conteúdo digital depois que a polêmica "esfriar".

"Queremos limitar a distribuição de conteúdo negativo, como a pornografia, o jogo de azar, a violência e a blasfêmia", disse Tifatul, acrescentando que o conteúdo digital deve ser regulamentado de modo a preservar "nossos valores, também nossa cultura, e também nossas normas".
O parlamentar e ex-jornalista Ramadhan Pohan disse que esses movimentos on-line perturbam profundamente políticos, burocratas e até administradores hospitalares desacostumados a contestações diretas -e bem-sucedidas- à sua autoridade.

"O problema é que muitos funcionários do governo são paranoicos com esse novo conteúdo on-line", disse Pohan. "Eles são políticos e burocratas antiquados que, se você perguntar, não têm uma conta de Facebook ou Twitter. Eles não percebem que, em termos de democracia e liberdade de expressão, chegamos a uma espécie de ponto sem volta." No Parlamento, Pohan disse que ele e outros defensores da mídia digital desregulamentada "ainda estão em minoria".

O influente blogueiro Enda Nasution disse que as leis podem sufocar a florescente blogosfera indonésia. Nasution, 34, disse que quando começou a blogar, há quase uma década, contava os blogueiros do país nos dedos das mãos. Hoje, segundo a Virtual Consulting, há mais de 1 milhão de blogueiros indonésios.

Em Cingapura, na Malásia e em outros países da região onde a mídia é controlada, os blogs tendem a ser o local de informações que não podem ser noticiadas na grande imprensa, disse Nasution. Na Indonésia, onde a imprensa é livre, "os blogueiros também atuam como fiscais ou comentaristas", acrescentou.

Os movimentos on-line, disse ele, são um divisor de águas na evolução do papel das mídias sociais locais. "Não sabemos aonde isso vai nos levar", afirmou ele, acrescentando que os defensores da regulamentação "estão parados no caminho de um tsunami on-line".

"Não dá para pará-lo", afirmou. "Não se trata só de tecnologia. Trata-se de a Indonésia redefinir seus valores."


http://www1.folha.uol.com.br/fsp/newyorktimes/ny0305201006.htm

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Mais algumas vitórias foram conseguidas através do movimento popular via Internet. O "FICHA LIMPA" foi o último de que tive notícia:

 OAB comemora aprovação de "ficha suja" e diz que Parlamento funciona sob pressão
http://www1.folha.uol.com.br:80/folha/brasil/ult96u737570.shtml

FICHA LIMPA É VITÓRIA EXEMPLAR

http://campanhafichalimpasp.blogspot.com/2010/06/da-folha-de-sao-paulo-opiniao-ficha.html

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Por falar nisso, se queremos viver numa democracia e não num simulacro, o movimento contra a manipulação das urnas eletrônicas tem que crescer:
 ELEIÇÕES: FRAUDE NAS URNAS
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ESCANDALO PANDEMIA GRIPE SUINA H1N1 NUNCA EXISTIU

https://youtu.be/k41BSGXm2c4
Gripe A: novas acusações contra OMS - “A pandemia de gripe A nunca existiu”. Esta é a conclusão do relatório aprovado ontem pela assembleia parlamentar do Conselho da Europa, que acusa a Organização Mundial de Saúde (OMS) de ter “sobrestimado o vírus H1N1”.
http://pt.euronews.com/2010/06/05/gripe-a-novas-acusaces-contra-oms/
http://conspiratio.blogs.sapo.pt/191653.html
http://conspiratio.blogs.sapo.pt/118103.html
http://conspiratio.blogs.sapo.pt/133981.html
http://conspiratio.blogs.sapo.pt/42581.html
http://conspiratio.blogs.sapo.pt/31707.html
http://conspiratio.blogs.sapo.pt/54484.html
http://cacadordemisterio.blogspot.com.br/2010/03/conspiracao-da-vacina-da-gripe-suina.html
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MINISTRA DA POLÔNIA RECUSA A VACINA - 18 04 2010
https://youtu.be/tK0huWwLkTQ
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 H1N1 Operação Pandemia (Dublado em Português)
https://youtu.be/ZVuPW6Zs-us
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ZIKA: EL NUEVO FRAUDE
https://detenganlavacuna.wordpress.com/2016/01/29/zika-el-nuevo-fraude/
https://detenganlavacuna.wordpress.com/
 
 
 
publicado por conspiratio às 22:40
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Domingo, 16 de Maio de 2010

GOVERNO OCULTO ASSASSINOU PRESIDENTE DA POLÔNIA E SUA COMITIVA?

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MAIS UM CAPÍTULO DA CONSPIRAÇÃO GRIPE SUÍNA

Vídeo no youtube:

Avião Polonês derrubado pelos Iluminatis? (Jane Burgermeister)

http://www.youtube.com/watch?v=6wd-MgP5l50&feature=player_embedded


http://www.youtube.com/watch?v=Cgw9_DmEWxE&feature=player_embedded

O povo polonês começa a se questionar se foi realmente um acidente que derrubou o avião do presidente Lech Kaczynsky e o matou juntamente com mais de 100 membros da elite polonesa. Mas as provas foram coletadas por investigadores russos e mandadas para Moscou juntamente com os corpos das supostas vítimas. Um vídeo não oficial registrou tiros logo após a queda. Não foram vistos vestígios de corpos ou pertences dos passageiros. 0 serviço de segurança russo confiscou as gravações. Testemunhas afirmaram ter visto alterarem a disposição das luzes indicativas da pista de pouso logo depois do acidente. Caixas pretas não revelaram problemas técnicos ou outros.


Lembrando que a Polônia foi o único país que não compactuou com a vacina H1N1 nem com o Euro.

http://pistasdocaminho.blogspot.com/2010/05/aviao-da-presidencia-da-polonia-abatido.html

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Assuntos relacionados:
David Icke sobre el accidente de avión de Polonia y el terremoto de Haití.avi
http://www.youtube.com/watch?v=kUMV4Egz9TA&feature=player_embedded

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Os Bilderbergs e a despopulação mundial através da Vacina contra H1N1 e envenenamento dos alimentos - por Jesse Ventura
http://ahoradosassassinos.blogspot.com/2010/03/os-bilderbergs-e-despopulacao-mundial.html

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Acidente com Presidente da Polônia: Acidente ou Assassinato?
http://www.anovaordemmundial.com/2010/05/acidente-com-presidente-da-polonia.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+UmaNovaOrdemMundial+%28Uma+Nova+Ordem+Mundial%29

http://senzalamundi.com/wp/archives/1925

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Sociedades Secretas (Bilderbers, com Jesse Ventura-LEGENDADO 
1 - http://www.youtube.com/watch?v=outL8Hf5LcU&feature=player_embedded
2 - http://www.youtube.com/watch?v=i-TfQMlparA&feature=player_embedded
3 - http://www.youtube.com/watch?v=8vTLBgDBT6U&feature=player_embedded
4 - http://www.youtube.com/watch?v=ku5dMTHaAHk&feature=player_embedded#!

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publicado por conspiratio às 01:38
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Quarta-feira, 12 de Maio de 2010

JESUS COMO CAMINHO - ESTUDO DO ARAMAICO

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Jesus como o Caminho (do Livro: O Evangelho segundo Jesus Aramaico de Neil Douglas-Klotz)



... as primeiras fontes dos Evangelhos (por exemplo, as fontes Q e o Evangelho de Tomé) nos mostram um Jesus que dá pouca ou nenhuma ênfase na crença dele mesmo como condição de salvação. Em vez disso, enfatiza uma mudança radical de coração e de vida com o cultivo da sabedoria. Por essa razão, um grande número de estudiosos da Bíblia cristã advoga que a passagem mais exclusivista atribuída a Jesus como “Eu sou o caminho, a verdade e a vida” — deve ser tomada no sentido de alguém que fala uma “linguagem de amor”, apropriada àqueles que estão dentro de uma comunidade de fé particular, mas não aplicável àqueles fora dela. Se quisermos encontrar qualquer sentido de sabedoria nessas passagens mais exclusivistas, devemos olhar novamente ao aramaico para ver se o subtexto pode revelar uma camada mais profunda. Por exemplo, podemos observar a passagem citada por João 14:6 (VRJ):


Eu sou o caminho, a verdade e a vida.
Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim.


Na versão aramaica percebemos a construção “Eu sou” representada pela palavra “eu” de modo repetitivo: ena ena, como em “eu-eu”. Isso tem várias possíveis interpretações: sobre a forma intensiva de “eu”, a essência da individualidade, o “eu” dentro do “eu” ou algo do tipo “eu sou”. Nova­mente, em uma cultura em que a palavra usada para designar Deus significa Unidade, o sentido individual não pode ser se­parado do divino. Somente um “eu sou” existe, que é Alaha.


A palavra aramaica urha, geralmente traduzida como “caminho”, está relacionada a uma das palavras usadas para luz (que consideraremos no próximo capítulo). Aqui está a luz que descobre um caminho, mostra uma possibilidade escondida ou revela um caminho prático que anterior­mente desconhecíamos.


A palavra sherara, geralmente traduzida como “verdade”, é a mesma que consideramos sobre espírito e verdade no capítulo três. Ela aponta para uma solução ou liberação, a abertura de um círculo, um sentido de direção correta que está em harmonia com o universo.


A palavra hayye, geralmente traduzida como “vida”, indica, tanto em aramaico como em hebraico, a força de vida sagrada, a energia principal que invadiu toda a natureza e o universo.


A frase “a não ser por mim” é formada por três preposições em aramaico (mais o significado da terminação “mim”). A primeira, “exceto”, pode também significar “se somente” e “apesar de” Assim, a palavra expressa a condição que passa adiante, como o corpo. Por essa razão, é relacionada à palavra usada para lamentar uma morte.


A segunda, uma palavra que aparece somente na versão aramaica, significa “se” ou “desde que” e expressa uma sensação de tempo presente, ou seja, aquilo que existe agora.


Finalmente, percebemos a preposição “por” em aramaico prefixada como a letra b. Essa preposição freqüentemente usada pode expressar muitas relações diferentes: através de, em, entre, com, para, dentro, sobre, por, ou porque. O que une esses vários significados é a ação de alguma coisa passando do interior para o exterior, ou de idéia para forma.


Juntas, essas três preposições sugerem um processo que


(1) reconhece que as formas passam;


(2) faz uso de formas no presente para criar uma sensação de presença;


(3) reconhece que forma serve como um veículo, de uma realidade para outra. Assim, podemos resumir a passagem:


O “Eu Sou” é o caminho,a sensação de direção correta e a força da vida para nele viajar. A simples presença ilumina o que vem adiante, libera nossas escolhas e nos conecta ao poder da natureza.


Ninguém entra em ritmo com o sopro da vida, com o som e a atmosfera que criaram o cosmos, a não ser através do sopro, do som e da atmosfera de outro “eu” incorporado, conectado ao último “Eu sou”.


Nesse sentido, a pessoa de Jesus — aquele que os discípulos viam e que com eles caminhava, conversava e co­mia — fornece uma passagem entre as realidades. Pela presença dele, eles poderiam encontrar uma relação pessoal com abwoon, o sopro de toda a vida. Pela sintonização com o sopro, a atmosfera e o modo de orar de Jesus, eles seriam levados a experimentar o que ele experimenta. Focalizar o mestre como sendo uma passagem para o divino é uma prática espiritual que existe ainda hoje no misticismo judaico e islâmico.


Talvez eu esteja prolongando a questão aqui. Alguém pode simplesmente dizer, como os teólogos cristãos mencionados anteriormente, que a frase “a não ser por” só é válida para aqueles inicialmente guiados por Jesus ou para quem ele era o fundamento de sua espiritualidade. Apesar de tudo, as imagens consistentes nessa passagem apontam para uma prática espiritual que usa ritmo, vibração e sopro como passagens para obter um sentido mais completo da Unidade Sagrada. Acredito que o versículo 108 do Evangelho de Tomé aponta para essa prática:


Quem beber de minha boca tornar-se-á como eu. Eu mesmo me tornarei ele, e as coisas que estão ocultas ser-lhe-ão reveladas.
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publicado por conspiratio às 06:47
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CONSCIÊNCIA E CLIMA: CONFLUÊNCIA DE DOIS SISTEMAS VIVOS

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BRAHMA KUMARIS WORLD SPIRITUAL UNIVERSITY


Consciência e Clima: Confluência de Dois Sistemas Vivos


Declaração para a Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança Climática


7 a 18 de Dezembro de 2009, Copenhagen, Dinamarca


Contexto


Como uma organização não-governamental com status consultivo no Conselho Econômico e Social das Nações Unidas, a Brahma Kumaris World Spiritual University (BKWSU) contribui com a ONU ao reformular temas, tais como a mudança climática, e em termos espirituais, ao destacar a dimensão interior das decisões que os estados-membros da ONU enfrentam.


Nossa premissa neste contexto é que, para que a Conferência da ONU sobre a Mudança Climática tenha impacto real, ela não pode se restringir a debates sobre emissões e submissão a critérios. Neste momento é necessária uma profunda mudança de consciência – uma mudança no padrão de pensamento que está produzindo nossa crise atual. Mudar o diálogo para incluir a dimensão interior transformará a qualidade dos diálogos, bem como do possível plano de ação entre os envolvidos.


A Terra como um Sistema Vivo


Qualquer entendimento real do tema da mudança climática global precisa ser colocado no contexto da Terra como sendo um sistema vivo. A Teoria dos Sistemas Vivos é um trabalho que descreve como todos os sistemas vivos funcionam, como eles se sustentam, e como eles se desenvolvem e mudam. “Sistemas vivos” é uma metáfora que representa um arranjo vivo de partes e processos que continuamente afetam uns aos outros através do tempo. Por definição, os sistemas vivos são auto-organizáveis. Eles crescem. Eles mudam. Eles se conectam. Eles são cíclicos. Eles são integrais e sistêmicos.


Para vermos os sistemas vivos e entendermos como eles trabalham, precisamos observar as conexões que formam todo o sistema. Quando somos capazes de ver as interconexões e entender como elas estão intrinsecamente relacionadas, então nossa visão de mundo começa a mudar.


O Pensamento Humano como um Sistema


Para englobar o escopo completo da crise da mudança climática global, é necessário olhar outro sistema que está influenciando o sistema vivo da Terra: o sistema dos pensamentos em todos os níveis das interações humanas, que afeta nossos esforços coletivos para criarmos um mundo e civilização suportáveis.


Em 1990, durante um seminário em Ojai, Califórnia, o físico David Bohm explicou o sistema dospensamentos que está por detrás da crise atual. Reconhecendo a difícil situação em que o mundo está – ecologicamente, economicamente, e assim por diante – ele disse: “As pessoas têm lidado com estes retalhos – olhando para os sintomas, dizendo que temos que resolver este problema ou aquele problema, ou aquele outro. Mas existe algo mais profundo, o qual as pessoas não têm considerado, e que constantemente tem gerado estes problemas. Podemos usar a analogia de um rio, em que as pessoas estão despejando poluentes rio acima, ao mesmo tempo em que estão tentando remover aquilo rio abaixo. Mas, conforme elas removem, elas podem estar adicionando mais poluentes de diferentes tipos. Qual é a fonte de todo este problema? A fonte está basicamente nos pensamentos” (p. 2, Bohm).


“... uma das coisas erradas em relação ao pensamento, e que é óbvia, é a fragmentação. O pensamento está quebrando as coisas em pedaços, as quais não deveriam ser quebradas”. (pp. 2-3, Bohm). O pensamento, segundo Bohm, estabelece fronteiras que separam as nações, religiões e grupos profissionais. O pensamento fragmenta o conhecimento, portanto, nosso sistema de pensamentos nos permite separar as causas dos efeitos, perdendo as interconexões entre o que está acontecendo rio acima e o efeito daquela ação rio abaixo.


Bohm também explica outro problema em relação ao pensamento – que o pensamento é participativo – que ele afeta o mundo, ao mesmo tempo em que reivindica estar apenas explicando o mundo: “O pensamento está sempre fazendo bastante, mas ele tende a dizer que não fez nada, que ele apenas está dizendo a você a forma como as coisas são. Mas os pensamentos afetam tudo. Mesmo o Pólo Sul tem sido afetado pela destruição da camada de ozônio, basicamente devido ao pensamento. As pessoas pensaram que queriam ter um refrigerador – um refrigerador bom e seguro – e elas construíram tudo ao pensarem mais e mais sobre aquilo. E agora temos a camada de ozônio sendo destruída” (p. 5, Bohm).


Bohm argumenta de forma veemente que o pensamento produziu tremendos efeitos externos, e talvez, mais importante, tremendos efeitos internos em cada um de nós. A hipótese geral subentendida sobre o pensamento é que ele apenas diz a você o modo como as coisas são e que ele não está fazendo nada – que ‘você’ está ali, decidindo o que fazer com a informação...mas você não decide o que fazer com a informação. A informação se apodera e controla você” (p. 5, Bohm).


As condições deteriorantes do mundo natural são o resultado de não se ver os relacionamentos das várias partes e processos do sistema vivo. Nossa falta de habilidade de ver estes relacionamentos é o resultado da fragmentação em nosso sistema interno de pensamento. O que podemos fazer para intervir no ciclo vicioso da crescente fragmentação e cegueira? O que nos permitirá desmantelar as fronteiras artificiais que construímos e ver o sistema unificado do qual fazemos parte e para o qual somos os tutores?


Uma Mudança na Consciência: Ver com a Visão Sistêmica


A chave para intervir nos eventos que se desdobram no sistema biológico externo é criar uma mudança no sistema interno de pensamentos. Primeiro, temos que tornar o pensamento consciente de seu papel na criação do mundo – ou, colocando de outra maneira – devemos fazer com que aqueles que pensam se tornem conscientes que nós não somos observadores neutros de uma seqüência de eventos: nossas crenças internas afetam nosso processo de observação e as escolhas que fazemos como um resultado, afetando o próprio mundo que estamos observando.


Segundo, nós devemos ter uma epifania, uma experiência que rompa nosso sistema interno de pensamentos com uma nova consciência, que destrua paradigmas. É a experiência que muda a nossa consciência.


Precisamos de uma epifania em uma escala global. Para mudarmos nosso sistema interno de pensamentos, precisamos de um momento de “aha” coletivo, no mesmo nível da experiência daqueles astronautas e cosmonautas que viram a Terra do espaço pela primeira vez:


Dizem que se você tiver experimentos a fazer, permaneça distante da janela. Para mim, preocupado com o Módulo “Dynamics Drop”, foi apenas no último dia de nosso voo que tive a chance de olhar para fora. E quando fiz isto, fiquei completamente impressionado.


Há um conto chinês que fala sobre alguns homens enviados para ferir uma jovem garota e que, vendo sua beleza, tornaram-se seus protetores ao invés de agressores. Foi assim que me senti ao ver a Terra pela primeira vez. Não pude evitar de amá-la e apreciá-la. (p. 60, Kelley).


- Taylor Wang, China/USA


Vi a Terra a partir do espaço – indescritivelmente bela, sem as cicatrizes das fronteiras nacionais. (p. 77, Kelley).


- Muhannad Ahmad Faris, Syria


Depois de uma nuvem de cor laranja – formada como resultado de uma tempestade de areia no deserto do Saara e pegos por correntes de ar – chegamos nas Filipinas e ficamos lá sob uma chuva; foi quando entendi que todos nós estamos navegando no mesmo barco. (p. 77, Kelley).


- Vladimir Kovalyonok, USSR


Os astronautas e cosmonautas são membros de um clube exclusivo – aqueles que testemunharam a Terra a partir de uma plataforma no espaço. Esta experiência inspirou a todos eles. E este é o tipo de experiência que precisamos – uma mudança coletiva na consciência que mexa com os nossos corações, fazendo com que examinemos nosso sistema interno de pensamentos. Esta mudança de consciência não acontecerá ao citarmos estatísticas uns para os outros. Isto acontecerá quando formos profundamente tocados e nos tornamos conscientes do que precisamos preservar.


Cultivando a Visão Sistêmica: Uma Visão de Amor


Quando olhamos com uma visão de amor, nossa visão se expande. O biólogo cognitivo e teórico de sistemas chileno Humberto Maturana define o amor como o domínio do relacionamento quando o outro se faz presente diante de nós como alguém legítimo. Maturana diz: “A visão sistêmica de amor ocorre somente quando não existem emoções interferindo, as quais fazem com que seus propósitos ou desejos guiem aquilo que você faz.


Conforme o amor se torna o guia inconsciente daquilo que você faz, você passa a ver a matriz sistêmica relacional-operacional da qual você faz parte e na qual você está imerso. Você imediatamente sabe como se mover nela. Ver com amor não é ver com bondade, ou gentileza, ou boa vontade, ou generosidade – é simplesmente ver sistematicamente”. (p. 64, Rodgers e Naraine).


Maturana diz que quando vemos com amor, vendo os outros (neste caso, a Terra e a família humana) como sendo legítimos, nossa visão se expande e então vemos todo o delicado sistema. No entanto, quando vemos a partir do auto-interesse, ficamos cegos devido aos nossos próprios desejos. Perdemos nossa visão sistêmica e vemos com uma visão linear limitada: “O pensamento linear persistente, através de qualquer convicção, quer seja religiosa, filosófica, política ou científica, quer venha a partir de um desejo de alcançar altos ideais ou ganhos privados, nega o amor. E quando nosso pensamento nega o amor, ele nega a visão sistêmica”. (p. 98, Rodgers e Naraine).


A Oportunidade da Iniciativa sobre Mudança Climática da ONU


A ONU é extraordinária em sua habilidade de congregar as nações do mundo em nome dos interesses de todo o mundo. A urgência da iniciativa sobre Mudança Climática requer a nossa profunda visão e o mais abnegado plano de ações. Os legisladores, na maioria dos casos, estão presos em um paradigma de desenvolvimento e riqueza. Acreditamos que esta conferência, e conferências posteriores sobre este tema crucial, devem intervir no ciclo de adormecimento de estatísticas sobre as emissões de CO2 e de mediação dos interesses especiais das nações.


Acreditamos que a ONU deva reforçar a importância da iniciativa para congregar os estados-membros e inspirá-los a criar um novo nível de consciência global. Qualquer coisa a menos será um desperdício do poder singular da ONU de congregação. Qualquer coisa a menos será uma oportunidade perdida. Os tomadores de decisões do mundo não precisam ser censurados nem bajulados, eles precisam ser despertados para a beleza da Terra como sendo um delicado sistema e inspirados a assumirem a elevada tarefa de serem os tutores da Terra.


Dadi Janki, Diretora da Brahma Kumaris, nos ajuda a encontrarmos a coragem e a força para fazer o que precisamos, ao nos inspirar:


Quando sua intenção é pura, ela tem um impacto vibrante sobre os outros. Quando você é tocado por uma boa qualidade – inspirado por uma virtude ou valor – e age de uma maneira elevada, sua ação tem o potencial de inspirar outros. É uma lei natural que as almas respondem de acordo com a qualidade da intenção que elas experimentam nos outros. Quando falamos sobre inspiração, é sobre isso que estamos falando. Muitas coisas não podem ser feitas sem inspiração.


Se você tem inspiração, você encontra a coragem e a força que precisa, e nada pode pará-lo.


(p.79, Rodgers e Naraine).


- Dadi Janki


Bibliografia


Bohm, David, Thought as a System. Londres, Routledge, 1994, 2, 3, 5.


Kelley, Kevin. The Home Planet. Reading, MA., 1988, 60, 77.


Rodgers, Judy e Naraine, Gayatri. Algo Além da Grandeza: Conversas com um Homem da Ciência e uma Mulher de Deus.


Integrare Editora, 2010.


Sweeney, Linda Booth. Connected Wisdom: Living Stories About Living Systems. Schlumberger


Excellence in Educational Development, 2008.


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Brahma Kumaris World Spiritual University


A BKWSU é uma organização não-governamental com status consultivo geral no Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC) e status


consultivo junto ao UNICEF.


A Organização foi fundada na Índia em 1937 e tem unidades em mais de 100 países no mundo.


É afiliada ao Departamento de Informações Públicas das Nações Unidas desde 1980.


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©BKWSU, 2009; podem ser reproduzidos trechos sob a condição de que a fonte seja indicada e uma cópia da publicação no qual o trecho for usado, seja


enviada para o endereço de Nova York citado acima.

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Segunda-feira, 3 de Maio de 2010

NOVAS ARMAS, MICROCHIPS, CONTROLE MENTAL - RAUNI KILDE

 



Projeto Iluminati – Rauni Kilde – Dublado


http://www.youtube.com/watch?v=JDBnzRKGTRI

http://www.youtube.com/watch?v=NJesJg74k8g

http://www.youtube.com/watch?v=Xpl7zWGyBxE

http://www.youtube.com/watch?v=UR2DY2wCMtg

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Implantes de Microchip, Controle Mental e Cibernética


- de Rauni-Leena Luukanen-Kilde, MD


Ex Chefe Médica da Finlândia


6 de dezembro de 2000


Em 1948 Norbert Weiner publicou um livro, Cibernética, definido como uma comunicação neurológica e teoria de controle já em uso em pequenos círculos naquele tempo. Yoneji Masuda, “Pai da Sociedade da Informação”, expressou sua preocupação em 1980 que nossa liberdade esteja ameaçada no estilo orweliano pela tecnologia cibernética desconhecida pela maioria das pessoas. Esta tecnologia liga os cérebros das pessoas por meio de microchips implantados a satélites controlados por supercomputadores baseados no solo.


Os primeiros implantes cerebrais foram inseridos cirurgicamente em 1974, no Estado de Ohio, EUA e também em Estocolmo, na Suécia. Os eletrodos cerebrais foram inseridos nos crânios de bebês em 1946 sem o conhecimento de seus pais. Nas décadas de 1950 e 1960, os implantes elétricos foram inseridos em cérebros de animais e de humanos, especificamente nos EUA, durante a pesquisa de modificação de comportamento, e funcionamento cerebral e corporal. Os métodos de controle mental foram usados em tentativas de mudar comportamento e atitudes humanas. Influenciar as funções cerebrais se tornou uma importante meta dos serviços militares e de inteligência.


30 anos atrás, os implantes cerebrais que apareciam aos Raios X tinham o tamanho de um centímetro. Os implantes subsequentes ficaram do tamanho de um grão de arroz. Eles eram feitos de silício, mais tarde de arsenídeo de galio. Hoje eles são pequenos o bastante para serem inseridos pelo pescoço ou costas, e também intravenosamente em diferentes partes do corpo durante intervenções cirúrgicas, com ou sem o consentimento do sujeito. É quase impossível detecta-los ou remove-los.


É tecnicamente possível para cada recém nascido ser injetado com um microchip, que pode então funcionar para identificar as pessoas pelo resto de sua vida. Tais planos estão sendo secretamente discutidos nos EUA sem o conhecimento do público das questões da privacidade que estão envolvidas. Na Suécia, o Primeiro Ministro Olof Palme deu permissão em 1973 para implantar prisioneiros, e o Diretor Geral de Inspeção de Dados, Jan Freese revelou uma casa de enfermagem onde os pacientes eram implantados em meados da década de 1980. A tecnologia é revelada no 47 Relatório Estatal Sueco de 1972, Statens Officiella Utradninger (SOU).
Seres humanos implantados podem ser seguidos a todos os lugares. Suas funções cerebrais podem ser remotamente monitoradas por supercomputadores, até mesmo alteradas através da mudança de frequências. As cobaias nos experimentos secretos tem incluido prisioneiros, soldados, doentes mentais, crianças deficientes, pessoas cegas e surdas, homossexuais, mulheres sozinhas, idosos, e qualquer grupo considerado “marginal” pelos experimentadores da elite. As experiências publicadas com prisioneiros na Prisão Estadual de Utah estão chocando a consciência.


Os microchips de hoje operam por meio de ondas de radio de baixa frequência que os alvejam. Com a ajuda de satélites, a pesoa implantada pode ser rastreada em qualquer lugar no globo. Tal técnica foi testada em um certo número de pessoas durante a Guerra do Iraque, segundo o Dr. Carl Sanders, que inventou a interface biótica de inteligência pilotada (IMI), que é injetada nas pessoas. [mais cedo, durante a Guerra do Vietnã, soldados foram injetados com um chip Rambo, destinado a aumentar o fuxo de adrenalina na corrente sanguínea). Os supercomputadores de 20 bilhões bit/por segundo na Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA) agora pode "ver e ouvir" o que os soldados vivenciam nos campos de batalha com um sistema de monitoramento remoto (RMS).


Qunado um micro chip de 5 micromilímetros [o diâmetro de um fio de cabelo é 50 micromilímetros] é colocado dentro do nervo ótico do olho, isto leva os impulsos do cérebro para incorporar as experiências, cheiros, visões e vozes das pessoas implantadas. Uma vez transferidos e armazenados no computador, ests neuroimpulsos podem ser projetados de volta para o cérebro da pessoa via o microchip a ser reexperienciado. Usando o sistema de monitoramento remoto , um operador de computador no solo pode enviar mensagens eletromagnéticas [codificadas como sinais] ao sistema nervoso, afetando a performance do alvo. Com o sistema de monitoramento remoto, as pessoas sadias podem ser induzidas a verem alucinações e ouvirem vozes em suas cabeças.


Cada pensamento, reação,audição e observação visual causa um certo potencial neurológico, pontas e padrões no cérebro e seus campos eletromagnéticos que agora podem ser decodificados em pensamentos, imagens e vozes.A esimulação eletromagnética pode portanto mudar as ondas cerebrais de uma pessoa e afetar a atividade muscular, causando dolorosas cãimbras musculares vivenciadas como tortura.


O sistema de vigilância eletrônica do NSA pode simutaneamente seguir e manipular milhões de pessoas. Cada um de nós tem uma única frequência biolétrica de ressonância no cérebro, como temos únicas impressões digitais. Com a estimulação cerebral da frequência eletromagnética completamente codificada, os sinais eletromagnéticos pulsantes podem ser enviados para o cérebro causando a desejada voz e efeitos visuais a serem vivenciados pelo alvo. Esta é uma forma de guerra eletrônica. Os astronautas americanos foram implantados antes de serem enviados ao espaço para que seus pensamentos pudessem ser acompanhados e todas as emoções pudessem ser registradas 24 horas por dia.


O Washington Post relatou em maio de 1995 que o Príncipe William da Grã Bretanha foi implantado aos 12 anos. Assim, se ele fosse raptado, uma onda de radio com uma frequência específica pode ser alvejada para este microchip. O sinal do chip seria roteado por meio de um satélite até a tela do computador dos quartéis generais de polícia, onde os movimentos do Princípe seriam acompanhados. Ele realmente pode ser localizado em qualquer lugar no globo.
A media de massa não relatou que a privacidade de uma pessoa implantada desaparece pelo resto de sua vida. A pessoa poe ser manipulada de muitos modos. Usando diferentes frequências, o controlador secreto deste equipamento pode até mesmo mudar a vida emocional de uma pessoa. Ela pode se tornar agressiva ou letárgica. A sexualidade pode ser artificialmente influenciada. Sinais de pensamento e pensamento subconsciente podem ser lidos, os sonhos afetados e até mesmo induzidos, tudo sem o conhecimento ou o consentimento da pessoa implantada.


Um perfeito ciber-soldado pode então ser criado. Esta tecnologia secreta tem sido usada em certos países da OTAN desde a década de 1980 sem que as populações acadêmicas e civis tenham ouvido qualquer coisa sobre isto. Então, pouca informação sobre tais sistemas invasivos de controle mental está disponível nas revistas profissionais e acadêmicas.
O grupo de Sinais de Inteligência do NSA pode remotamente monitorar informação de cérebros humanos ao decodificar os potenciais evocados (3.50 HZ, 5 milliwatt) emitidos pelo cérebro. As experiências em prisioneiros em Gothenburg, Suécia e Vienna, Áustria tem sido descobertos terem evidentes lesões cerebrais. A diminuida circulação sanguínea e a falta de oxigênio nos lobos frontais direito resultam de onde os implantes cerebrais são geralmente operacionais. Um experimentador finlandês vivenciou atrofia cerebral e ataques intermitentes de inconsciência devido a falta de oxigênio.


Técnicas de controle mental podem ser usadas para propósitos políticos. A meta dos controladores mentais hoje é induzir as pessoas ou grupos alvo a agirem contra sua convicção e melhores interesses. Indivíduos zumbificados podem até mesmo serem programados para matar e depois de nada se lembrar do crime. Exemplos alarmantes deste fenômeno podem ser encontrados nos EUA.


Esta “guerra silenciosa” está sendo realizada contra civis e soldados não cientes por agências militares e de inteligência. Desde 1980, a estimulação eletrônica do cérebro (ESB) tem sido usada secretamente para controlar pessoas alvo sem seu conhecimento ou consentimento. Todos os acordos internacionais de direitos humanos proibem a manipulação não consensual de seres humanos, até mesmo em prisões, sem falar nas populações civis.


Sob uma iniciativa do Senador americano John Glenn, as discussões começaram em janeiro de 1997 sobre os perigos de radiar populações civis. Alvejar as funções cerebrais das pessoas com campos eletromagnéticos e raios [de aviões, helicópteros, satélites, vans estacionadas, casas vizinhas, postes elefônicos, aparelhos elétricos, telefones celulares, TV, radio etc] é parte do problema de radiação que deve ser abordado nos corpos de governo democraticamente eleitos.
Além do controle mental eletrônico, métodos químicos também tem sido desenvolvidos. Drogas que alteram a mente e diferentes gases de cheiro que afetam a função cerebral negativamente podem ser ejetados em dutos de ar ou canos de água. Os vírus e as bactérias também tem sido testados deste modo em vários países.


A super tecnologia de hoje, ligando as nossas funções cerebrais via microchips (ou até mesmo sem eles, segundo tecnologia mais recente) a computadores via satélites nos EUA e em Israel, oferece a maior ameaça a humanidade. Os supercomputadores mais recentes são poderosos o bastante para monitorar a inteira população mundial. O que acontecerá quando pessoas são tentadas por falsas premissas para permitir microchips em seus corpos? Uma isca será a carteira de identidade por meio de microchip. A legislação compulsória tem até mesmo sido proposta nos EUA para criminalizar a remoção de um implante de identidade.


Estamos prontos para a robotização da humanidade e a total remoção da privacidade, inclusive da liberdade de pensamento? Quantos de nós desejariam ceder nossas vidas inteiras, inclusive os nossos pensamentos mais secretos ao Big Brother? Ainda que já exista a tecnologia para criar uma Nova Ordem Mundial totalitária. Sistemas encobertos de comunicação neurológica estão em lugar para conter o pensamento independente e controlar a atividade política e social em benefício de interesses militares e auto-serviços privados.


Quando nossas funções cerebrais já estão conectadas a supercomputadores por meio de raio implantes e microchips, será tarde demais para protestar. Esta ameaça pode ser derrotada somente por educar o público, usando a literatura disponível em biotelemetria trocada em congressos internacionais.


Uma das razões pelas quais esta tecnologia tem permanecido um segredo de Estado secreto é o prestígio disseminado do Manual VI de Estatítica Diagnóstica psiquiátrico produzido pela Associação Americana de Psquiatria (APA) e impresso em 18 linguas. Os psiquiatras trabalhando para as agências de inteligência dos EUA sem dúvida participaram em escrever e revisar este manual. Esta “bíblia” psiquiatra encoberta o desenvolvimnto secreto das tecnologias de controle mental ao rotular alguns de seus efeitos como sintomas da esquizofrenia paranóide.


As vítimas da experimentação de controle são portanto rotineiramente diagnosticadas como mentalmente doentes por médicos que aprenderam os sintomas da lista de DSM na escola médica. Os médicos não tem sido academicamente preparados para que o paciente pode estar dizendo a verdade quando relata estar sendo alvo contra a vontade dele ou sendo usado como cobaia para formas eletrônicas, químicas e bacteriológicas de guera psicológica. O tempo está se esgotando para mudar a direção da medicina militar, asegurando o futuro da liberdade humana.


Este artigo foi originalmente publicado na edição de 36 anos da revista científica filandesa SPEKULA (1999). SPEKULA (circulação 6500) é uma publicação dos estudantes de medicina do Norte da Finlândia e dos médicos da Universidade Oulu OLK (Oulun Laaketieteellinen Kilta). E enviado a todos estudantes de medicina da Finlândia e todos o médicos do Norte da Finlândia


http://conspireassim.wordpress.com/2008/06/25/implantes-de-microchip/



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Quem é Rauni Kilde? (extraído ipsis-literis do site Português)
“Nascida em 1939, na Finlândia, Rauni-Leena Luukanen-Kilde formou-se em medicina. Figura controversa, foi directora clínica da região finlandesa da Lapónia e retirou-se em 1986, depois de um acidente de automóvel em que diz ter sido raptada por extraterrestres. Desde então, tem escrito vários livros e artigos sobre OVNIS, como “Os meus cem encontros com extraterrestres” e vive na Noruega.


A UFO-Norway (associação norueguesa para estudo dos OVNIS) fez um comunicado, disponível na Internet, em que se demarca totalmente da visão de Kilde sobre os Objectos Voadores Não Identificados e a acusa de assumir uma postura de “desinformação” face ao fenómeno.


Uma das suas teorias mais polémicas é a de que a circulação sanguínea nos extraterrestres ocorre de forma horizontal; Kilde também defende que os Estados Unidos têm um programa de implantação de microchips em recém-nascidos para controlo.

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SOBRE VACINAS E AUTISMO
Autismo Fabricado nos EUA
 http://www.youtube.com/user/Autismoemfoco#p/u

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Os Bilderbergs e a despopulação mundial através da Vacina contra H1N1 e envenenamento dos alimentos - por Jesse Ventura

http://ahoradosassassinos.blogspot.com/2010/03/os-bilderbergs-e-despopulacao-mundial.html

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Sociedades Secretas(Bilderbers, com Jesse Ventura-LEGENDADO

http://www.youtube.com/watch?v=outL8Hf5LcU&feature=player_embedded

http://www.youtube.com/watch?v=i-TfQMlparA&feature=player_embedded

http://www.youtube.com/watch?v=8vTLBgDBT6U&feature=player_embedded

http://www.youtube.com/watch?v=ku5dMTHaAHk&feature=player_embedded#!


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Domingo, 2 de Maio de 2010

CHEMTRAILS (RASTROS QUÍMICOS) - O QUE ESTÃO PULVERIZANDO NO CÉU?

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Rastros Químicos: Destruição de Ecossistemas – O que eles estão pulverizando no céu?


Poderia o alumínio, bário e outras substâncias de aerossol estratosférico estar destruindo os ecossistemas do nosso planeta?


Por Michael J. Murphy




O que você faria se você fosse informado que substâncias tóxicas estão sendo pulverizados no céu, contaminando o solo e dizimando os ecossistemas ao redor do planeta? Esta é a afirmação feita por vários cidadãos no lado de fora da reunião da AAAS – American Association for the Advancement of Science no mês passado em San Diego, que despertou meu interesse em investigar mais sobre o assunto.


A reunião da AAAS hospedou diversos cientistas de topo da geo-engenharia, que se reuniram para discutir a plausibilidade de implementar diversos programas de geo-engenharia em todo o mundo. Uma das opções abordado era aerossol estratosférico de geo-engenharia [stratospheric aerossol geo-engineering - SAG], apelidado de Chemtrail pelos teóricos de conspiração, onde os renomados cientistas discutiam a plausibilidade de pulverizar aerossóis de alumínio, bário e outras partículas metálicas no céu, como meio de bloquear o sol, ”reduzindo” a temperatura da terra. Quando questionados sobre os riscos potenciais associados à utilização de aerossóis metálicos no céu, os cientistas responderam que não havia estudos sobre os riscos associados com aerossóis metálicos, acrescentando que algo terrível poderia acontecer no futuro que não têm sido previsto atualmente. Quando perguntados sobre os programas de aerossóis em andamento, os cientistas responderam que não havia programas de aerossol implementado no momento.


As pessoas que conheci no lado de fora da reunião reivindicavam o oposto. Eles vieram em protesto depois de avistarem aviões que eles acreditam estar frequentemente pulverizando aerossóis no céu. Muitas pessoas neste grupo têm detectado níveis extremamente elevados de alumínio, bário e outras substâncias metálicas em seu solo, água e neve. Ironicamente, as substâncias achados correspondem exatamente com as substâncias que os cientistas estão ”considerando” usar em vários programas de geo-engenharia discutido na reunião. Eles acreditam também que os aerossóis metálicos estão levando a destruição de ecossistemas, e que são provenientes de pulverizações de Chemtrail em andamento. Devido à seriedade do problema e meu desejo de conhecer a verdade fui levado a Condado de Shasta, norte da Califórnia, para investigar não somente as reivindicações de que estão pulverizando substâncias no céu, mas também realizar testes de solo, água e neve que muitos moradores e pesquisadores afirmam estar contaminados devido á pulverização de Chemtrails.


Na minha primeira parada nesta viagem conheci Dane Wigington e sua bela propriedade particular de 200 acres, com vista para o lago Shasta. Depois de apreciar a vista deslumbrante da paisagem, Wigington apontou para o céu onde rastros múltiplos cobria o céu. Ele disse que os rastros estão presentes quase todos os dias no Norte de Califórnia. Ele considerou esta pulverização como moderado. Como muitos outros moradores no Condado de Shasta, Wigington mudou-se para esta propriedade para ficar longe da poluição do Sul da Califórnia. Seus sonhos de morar longe das cidades e viver em harmonia com a natureza foi interrompido porque atualmente ele está dedicando o seu tempo e energia sobre a questão da geo-engenharia.


Wigington ficou preocupado com Chemtrail quando começou a perceber mudanças dramáticas de energia solar que ele usa para abastecer a sua propriedade. Dono de um dos maiores sistemas de energia solar residencial no Norte da Califórnia, ele começou a notar declínio acentuado em fornecimento de energia solar. Em dias de pulverizações intensas, o fornecimento de energia solar era reduzida em até 60 por cento. Wigington disse: ”Os rastros estão literalmente bloqueando o sol.” Ele disse que passou a recolher regularmente amostras de finas camadas de poeira nos painéis solares e de outras superfícies exteriores e detectou constantemente níveis extremamente elevados de alumínio, bário e outras substâncias metálicas. Ele considera que estes são produtos da pulverização de Chemtrails.


Wigington percebeu também que, ao mesmo tempo que a energia solar reduzia, mudanças dramáticas ocorria em sua propriedade, as arvores, as plantas, os insetos e os animais selvagens misteriosamente começaram a morrer. Isto o levou a fazer o seu primeiro teste de chuva apenas quatro anos atrás. Os resultados foram chocantes, os níveis de alumínio resultaram em 7ug/L ou 7 partes por bilhão (ppb). Embora o alumínio possa ser encontrado em quantidades menores ao redor do mundo, geo-hidrologistas lhe disseram que esse número era bastante elevado. Desde aquela época ele teve resultados de alumínio aumentado para níveis tão elevados como 50.000% com 3.400 ug/L. Isto é literalmente uma chuva tóxica letal. Estes resultados o levaram a fazer novos testes adicionais de pH do solo com dois cientistas da USDA, que produziram resultados ainda mais chocantes. O pH do solo foi de 6,6 em uma área e 7,4 em outra. Isto é equivalente a 11 vezes a alcalinidade normal do solo, que deve estar na faixa de 5,0 a 5,5. É importante observar que os testes foram realizados na floresta, distante de quaisquer indústrias, estradas e rios. Quando perguntado sobre o que estas alterações poderiam fazer no ecossistema, Wigington respondeu que é devastador. Ele disse: ”Se isto continuar, só podemos esperar coisas muito piores. Não apenas estamos vendo as nossas árvores morrendo aqui, mas também um declínio dramático na vida selvagem e de peixes. Wigington citou que, segundo a The National Oceanic Atmospheric Administration, os cardumes de salmão que eram vistos em abundância nesta área diminuiu de 769.868 em 2002 para 39.530 em 2009. Isto é uma queda de 90 por cento. Curiosamente, este declínio começou a acontecer no mesmo período de tempo em que os moradores começaram a perceber um aumento dramático no que eles acreditam ser pulverização de Chemtrails. Os esforços de Wigington em divulgar os testes aos funcionários de agências governamentais tem sido praticamente ignorados.


O meu espanto inicial pela beleza deslumbrante da paisagem me levou a uma profunda tristeza, frustração e ódio diante da contaminação que está destruindo o ecossistema. Isso me incentivou a investigar mais profundamente, procurando um especialista em biologia. Arrumei o meu carro e rumei direto para o norte da vila do Monte Shasta. Mt. Shasta é conhecido pela sua paisagem, ar puro e fontes de água que abastecem as companhias de água mineral. Muitos viajantes ao redor do mundo escalam esta montanha e passam as férias nesta bela paisagem na parte oeste dos USA.


Francis Mengels, Bacharel em Ciências de Engenharia Florestais, mestrado em zoologia, um conservacionista do solo e um biólogo aposentado que trabalhou durante trinta e cinco anos para o Serviço Florestal dos USA, me recebeu em sua bela casa, na vila do Monte Shasta, para discutir a ”crise” escondida que está acontecendo. Mengels me alertou sobre o rápido declínio dos peixes nos rios e córregos próximos á casa. Mengels me apresentou um riacho que havia oferta abundante de peixes há alguns anos atrás. Porque a dieta principal dos peixes no rio é de insetos aquáticos, ele executou um método de amostra-padrão para medir a quantidade de insetos presentes no rio. As amostras colhidas antes das pulverizações de Chemtrails havia em média 1000 insetos aquáticos. A nossa atual amostra rendeu apenas 31 insetos. Uma queda espantosa de 96%. Mengels afirmou que os peixes sobrevivem de insetos, então eles estão morrendo de fome. Este rápido declínio na quantidade de insetos é provavelmente devido as mudanças químicas da água. As únicas alterações no rio que Mengels está consciente são aumento dramático de alumínio, bário e estrôncio, que ele acredita ser proveniente das pulverizações de Chemtrails.


Ele testou também o pH do solo nas proximidades e o resultado foi alcalinidade 10 vezes acima do normal. Mengels tem provas de que esta mudança drástica no nível de pH do solo é devido ao aumento maciço de alumínio. Ele afirmou que as florestas, os campos e as ecologias das fazendas prosperam em solos ácidos. O alumínio age como um tampão que aumenta a alcalinidade do solo, o que pode dizimar ecologia em grandes quantidades. Mengels testou também a neve do Monte Shasta, que foi enviado para o EPA – Enviromental Protection Agency, os resultados foram de 61.100 ug/L de alumínio, e 83 ug/L de bário. A quantidade padrão de alumínio na neve no Monte Shasta é de 0,5 ug/L. O alumínio em água potável é admissível no máximo em 50 ug/L. Isso significa que o alumínio detectado na neve no Monte Shasta é 1200 vezes mais tóxico do que o permitido em água potável. Mengels disse, ”os escaladores que vêm de todo o mundo estão bebendo a água envenenada da neve da montanha”. Mengel esclareceu que para o governo agir é necessário detectar apenas 1.000 ug/L de alumínio. Embora várias agências ambientais terem sidos alertados sobre os achados, nenhuma ação governamental foi tomada até agora. Mengels me levou a outros locais em torno da vila do Monte Shasta, onde ele testou o solo, a água e a neve, que também resultaram em pH de alcalinidade dez vezes acima do normal. Ele disse que estes tipos de alterações químicas no solo, água e neve são muito raros, excepto em outros lugares ao redor do mundo onde as pessoas têm testemunhado o que muitos acreditam ser a pulverização de Chemtrails. Mengels afirmou que essas contaminações são responsáveis por essa ”crise ecológica”, e terá terríveis consequências se continuar. Mengel disse: ”As perdas serão incrivelmente enormes para a nossa economia. O crescimento das árvores será dramaticamente reduzida o que irá resultar na perda de muitos empregos. O declínio das plantas naturais e cultivadas irá resultar no desaparecimento da indústria pecuária e de pesca, e o pior de todos, a perda total da agricultura básica no norte da Califórnia.”


O que é realmente surpreendente é que esses e muitos outros testes ao redor do mundo são completamente ignorados pelas entidades governamentais que existem para combater esse problema. Muitos políticos como o presidente do Concelho do Monte Shasta, Ed Valenzuela ignoram o problema. Valenzuela em uma reunião do concelho da cidade foi alertado sobre a contaminação em massa no Monte Shasta, onde ele afirmou que a cidade não queria examinar os testes, porque o pedido era uma ”Caixa de Pandora” e que ao ”abrir uma caixa de Pandora” a cidade teria que pagar caro. Apesar de vários cidadãos locais ter voluntariamente financiado US$22,000 do teste realizado no laboratório da EPA, ambos os chefes do comitê Russ Porterfield e Valenzuela votaram não para ter a água testada. O prefeito Stearns queria o teste, mas foi rejeitado por um voto de 3-2. Essa resposta não é incomum, Mengel apresentou esses problemas e dados científicos para mais de 15 agências locais e federais, incluindo o gabinete do senador Feinstein e senador Boxer. Apesar disto não recebeu qualquer resposta ou ação do governo até a data.


É coincidência que as substâncias achados na chuva, neve e solo aqui e outras regiões do planeta correspondem exatamente com as substâncias que os cientistas estão ”considerando” usar em vários programas de geo-engenharia ao redor do mundo? Porque é que as agências governamentais ignoram os resultados dos testes que indicam destruição maciça do nosso ecossistema? Será que os funcionários estão com medo de expor um crime ecológico mundial? Ou eles acreditam que este problema é demasiadamente grande e complexo para eles resolverem? Seja lá qual for a razão para esta ignorância, precisamos que as nossas perguntas sejam esclarecidas e os resultados chocantes dos testes serem publicadas e abordadas, não só em Condado de Shasta, mas também em todas as partes do mundo. Nosso futuro neste planeta depende sobre este problema ser abordado e solucionado.


Porque este movimento está sob constante ataque vindo de pessoas que parecem estar protegendo os interesses políticos e corporativos associados ás pulverizações de Chemtrail, é essencial que as pessoas ao redor do planeta se envolvam nos testes de chuva, solo, neve e outras superfícies exteriores e comunicar os resultados para os funcionários eleitos e as agências ambientais locais. Devemos estender a mão e educar todas as pessoas envolvidas com o programa Chemtrail, que podem não estar cientes das implicações ambientais catastróficas associados aos seus programas. Testes de detecção de pH é bem simples e podem ser realizados em qualquer lugar do mundo a um preço nominal.


Instrução de testes simples e mais informações sobre os programas de geo-engenharia podem ser encontrados na internet em, http://geoengineeringwatch.org/


Biologist Francis Mengels can be contacted by e-mail at mailto:%20bioguy0311@sbcglobal.net para obter mais informações sobre esta questão, testes realizados e sugestões sobre os procedimentos de teste.


Por favor, tomem atitudes através de testes e relatórios, exigindo respostas sobre este assunto tão importante. Ambos, a natureza e a humanidade depende disto.
In
http://info-wars.org/2010/03/25/what-in-the-world-are-they-spraying-part-ii/


Tradução: http://www.assuntosincomuns.wordpress.com/  


No youtube:


Chemtrails - Clouds of Death 1 - LEGENDADO

http://www.youtube.com/watch?v=tu4eMGtklfY



Chemtrails - Clouds of Death 2 - LEGENDADO

http://www.youtube.com/watch?v=z18ghi9YcHo


http://www.youtube.com/watch?v=Kjt2hsv1aLw&feature=player_embedded#!
*
http://fimdostempos.net/rastros-quimicos-ecossistemas.html

*
 http://www.youtube.com/watch?v=KBirayBXgmY&feature=player_embedded#!

*
 http://www.youtube.com/watch?v=Psdg3OAw_a8&feature=fvst

*
 http://www.youtube.com/results?search_query=Chemtrails+sky&aq=f

*
Projeto Iluminati – Rauni Kilde – Dublado

(Sobre novas armas, controle da mente, etc)


http://www.youtube.com/watch?v=JDBnzRKGTRI
http://www.youtube.com/watch?v=NJesJg74k8g
http://www.youtube.com/watch?v=Xpl7zWGyBxE
http://www.youtube.com/watch?v=UR2DY2wCMtg


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publicado por conspiratio às 00:52
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