Domingo, 20 de Dezembro de 2009

RUÍNAS DE UMA ANTIGA CIDADE DESCONHECIDA, NO BRASIL




O manuscrito 512, ou documento 512, consiste em um dos arquivos manuscritos da época Brasil colonianista que está guardado no acervo da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. Tal documento, tem caráter expedicionário, e consiste em um relato de um grupo de bandeirantes, embora o nome de seu autor seja desconhecido.


Este manuscrito é a base da maior fábula arqueológica nacional, e um dos mais famosos documentos da Biblioteca Nacional. O acesso ao relato original é extremamente restrito atualmente, embora uma versão digitalizada dele tenha sido disponibilizada recentemente com a atualização digital da biblioteca nacional.


Descoberta e Valorização


Não obstante a datação do anos de 1753, estima-se que a escritura seja realmente setecentista por determinados aspectos relatados, seu descobrimento e noção de relevância, contudo, ocorreram apenas em 1839. De forma um tanto irônica para com a importância do documento, e ainda de maneira a reforçar todo o mito que envolve o objeto, o documento 512 foi encontrado ao acaso, esquecido no acervo da biblioteca da corte (então a biblioteca nacional).


O manuscrito, muito antigo, e já deteriorado pelo tempo, foi descoberto por Manuel Ferreira Lagos, e posteriormente entregue ao Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB); foi nas mãos de um dos fundadores do instituto que a escritura teve seu real valor reconhecido e e divulgado: após leitura o cônego Januário da Cunha Barbosa publicou uma cópia integral do manuscrito na Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, com a adição de um prefácio no qual esboçava uma teoria de ligação entre o assunto do documento e a saga de Roberto Dias, um homem que fora aprisionado pela coroa portuguesa por se negar a fazer revelações a respeito de minas de metais preciosos na Bahia.


Em um contexto de busca da identidade nacional, e valoração dos atributos brasileiros, o documento ganhou um destaque e um enfoque cada vez maiores ao longo dos anos, tanto por parte de aventureiros, como intelectuais, religiosos, e até do próprio imperador Dom Pedro II. O tão investigado relato que faz o documento, e que foi motivo de sua relevância ao longo da história defendido arduamente por muitos, contestado calorosamente por outros, e obsessivamente buscado por alguns: o documento 512 traz o relato do encontro de alguns bandeirantes com as ruínas de uma cidade perdida, uma civilização arruinada em meio à selva brasileira com indícios de desenvolvimento cognitivo, além de riquezas, e um fim desconhecidos.


O Mito da Cidade Perdida


O documento que hoje traz o subtitulo de Relação histórica de uma occulta e grande povoação antiquissima sem moradores, que se descobriu no anno de 1753, narra o encontro do grupo de bandeirantes com ruínas de uma cidade perdida e desconhecida até então.


O relato da expedição, em sua parte mais conhecida, conta que houve quem avistasse de uma grande montanha brilhante, em consequência da presença de cristais e que atraiu a atenção do grupo, bem como seu pasmo e admiração. Tal montanha frustou o grupo ao tentar escalá-la, e transpô-la foi possível apenas por acaso, pelo fato de um negro que acompanhava a comitiva ter feito caça a um animal e encontrado na perseguição um caminho pavimentado em pedras que passada por dentro da montanha rumo a um destino ignorado.


Após atingir o topo da montanha de cristal os bandeirantes avistaram uma grande cidade, que a princípio confundiram com alguma pole já existente da costa brasileira e devidamente colonizada e civilizada, todavia ao inspecioná-la verificaram uma lista de estranhezas entre ela e o estilo local, além do fato de estar em alguns trechos completamente arruinada, e absoluta e totalmente vazia: seus prédios, muitos deles co mais de um andar jaziam abandonados e sem qualquer vestígio de presença humana, como móveis ou outros artefatos.


A entrada da cidade era possível apenas por meio de somente um caminho, macadamizado, e ornado na entrada com três arcos, o principal e maior ao centro, e dois menores aos lados; o autor do texto expedicionário observa que todos traziam inscrições em uma letra indecifrável no alto, que lhes foi impossível ler dada a altura dos arcos, e menos ainda reconhecer.


O aspecto da cidade narrada no documento 512 mescla caracteres semelhantes aos de civilizações antigas, porém traz ainda outros elementos inidentificados ou sem associação; o cronista observa que todas as casas do local semelhavam à apenas uma, por vezes ligadas entre si em uma construção simétrica e uníssona.


Há descrição de diversos ambientes observados pelos bandeirantes, admirados e confusos com seu achado, todos relatados com associações do narrador, tais como: a praça na qual se erguia uma coluna negra e sobre ela uma estátua que apontava o norte, o pórtico da rua que era encimado por uma figura despida da cintura para cima e trazia na cabeça uma coroa de louros, os edifícios imensos que margeavam a praça e traziam em relevo figuras de alguma espécie de corvos e cruzes.


Segundo a narrativa transcrita no documento, próximo a tal praça haveria ainda um rio que foi seguido pela comitiva e que terminaria em uma cachoeira, que aparentemente teria alguma função semelhante a de um cemitérios, posto que estava rodeada de tumbas com diversas inscrições, foi neste local que os homens encontraram um curioso objeto que segue descrito a seguir.


Entrementes, quando a expedição seguiu adiante e encontrou os rios Paraguaçu e Una, o manuscrito foi confeccionado em forma de carta, com o respectivo relato, e enviado às autoridades no Rio de Janeiro; a identidade dos bandeirantes do grupo aparentemente foi perdida, restando apenas o manuscrito enviado, e a localização da cidade supostamente visitada tornou-se um mistérios que viria atrair atenção de renomadas figuras históricas.


A Moeda de Ouro e O Rapaz Ajoelhado


O único objeto mencionado pela expedição de bandeirantes, que foi encontrado ao acaso, e descrito cuidadosamente na carta consiste em uma grande moeda confeccionada em ouro. Tal objeto, de existência e destino incógnitos, trazia emblemas em sua superfície: cravados na peça havia em uma face o desenho de um rapaz ajoelhado, e no reverso combinados permaneciam as imagens de um arco, uma coroa, e uma flecha.


O Manuscrito 512


Relação historica de huma oculta, e grande Povoação, antiguissima sem moradores, que se descubrio no anno de 1753.


Em a America ................. nos interiores ................. contiguo aos ................. Mestre de campo .................. e sua comitiva, havendo dez annos de que viajava pelos certões, a vêr se descubria as decantadas minas de Prata do grande descubridor Moribeca, que por culpa de hum Governador se não fizerão patentes, pois queria lhe uzurpar-lhe esta gloria e o teve prezo na Bahia até morrer, e fi-arão por descubrir: Veio esta noticia ao Rio de Janeiro em principio do anno de 1754.


Depois de huma longa, e inoportuna perigrinação, incitados da incaciavel cobiça de ouro, e quazi perdidos em muitos annos por este vastissimo certão, descubrimos huma cordi-lheira de montes tão elevados, que parecia chegavão a Região etheria, e que servirão de throno ao vento as mesmas estrellas; o luzimento que de Longe se admirava, principalmente quando o Sol fazia impressão ao Cristal de que era composta e formando hu-ma vista tão grande e agradavel, que nin-guem daquelles reflexos podia afastar os olhos: entrou a chover antes de entrarmos a registrar esta christallina maravilha e viamos sobre a pedra escalvada correr as agoas precipitando-se dos altos rochedos, parecendo-nos como a neve, ferida dos raios do sol, pelas admiraveis vistas daquelle chris .................. uina se reduziria ................. das aguas e tranqui-lidade do tempo nos resolvemos a investigar aquelle admiravel prodigio da natureza, chegando-nos no pé dos Montes, sem embaraço algu de Matos, ou Rios, que nos difficultasse o trânsito, porem, circulando as Montanhas, não achamos pasio franco para exe-cutar-mos a rezolução de accommeter-mos estes Al-pes e Pyrineos Brasílicos, rezultando-nos deste des-engano huma inexplicavel tristeza.


Abarracados nós, e com o dezignio de retrocedermos no dia seguinte, sucedeo correr hum negro, andando à lenha, a hum veado branco, que vio, e descobrir por este acazo o caminho entre duas serras, que parecião cortadas por artifi-cio, e não pela Natureza: com o alvoroço desta novi-dade principiamos a subir, achando muita pedra solta, e amontoada por onde julgamos ser calçada desfeita com a continuação do tempo. Gasta-mos boas tres horas na subida, porém suave pelos christaes que admiravamos, e no cume do Monte, fizemos alto, do qual estendendo a vista, vimos em hum Campo razo maiores demonstracoes para a nossa admiração.


Divisamos cousa de legoa, e meia huma Povoação grande, persuadindo-nos pelo dilatado da figu-ra ser alguma cidade da Corte do Brazil: descemos logo ao Valle com cautela ................ lferia em semelhante cazo, mandando explorar ................ gar a qualidade, e ................. se bem que repararam ................. Fuminés, sendo este, hum dos signaes evidentes das povoações.


Estivemos dois dias esperando aos ex-ploradores para o fim que muito desejavamos, e só ouviamos cantar gallos para ajuizar que havia alli po-voadores, até que chegarão os nossos desenganados de que não havia moradores,ficando todos confu-zos: Resolveo-se depois hum índio da nossa com-mitiva a entrar a todo risco, e com precaução, mas tornando assombrado, afirmou não achar, nem desco-brir rastro de pessoa algua: este cazo nos fez confundir de sorte, que não o acreditamos pelo que via-mos de domecilios, e assim se arranjarão todos os exploradores a ir seguindo os passos do índio.


Vierão, confirmando o referido depoimento de não haver povo, e assim nos determinamos todos a entrar com armas por esta povoação, em huma madrugada, sem haver quem nos sahisse ao encontro a impedir os passos, e não achamos outro caminho senão o unico que tem a grande povoação, cuja entrada he por tres arcos de grande altura, o do meio he maior, e os dois dos lados são mais pequenos: sobre o grande, e principal devizamos Letras, que se não poderão copiar pela grande altura


Faz huma rua da largura dos três arcos, com cazas de sobrados de huma, e outra parte, com as fronteiras de pedra lavrada, e já denegrida. So ................ inscripções, abertas todas ................. ortas são baxas defei................. nas, notando que pela regularidade, e semetria em que estão feitas, pa-rece huma só propriedade de cazas, sendo em realidade muitas, e alguas com seus terraços des-cubertos, e sem telha, porque os tetos são de ladri-lho requeimado huns, e de lajes outros.


Corremos com bastante pavor alguas cazas, e em nenhuma achamos vestígios de alfaias, nem móveis, que pudéssemos pelo uso, e trato, conhecer a qualidade dos naturaes: as cazas são todas escuras no interior, e apenas tem huma escaça luz, e como são abóbodas, ressoavam os ecos dos que falavão, e as mesmas vozes atemorizavão.


Passada, e vista a rua de bom cumprimento, demos em huma Praça regular, e no meio della huma collumna de pedra preta de grandeza extraordinária, e sobre ella huma Estatua de homem ordinario, com huma mão na ilharga esquerda, e o braço direito estendido, mostrando com o dedo index ao Polo do Norte: em cada canto da dita Praça está huma Agulha a immitação das que usavão os Romanos, e mais algumas já maltratadas, e partidas, como feridas de alguns raios.


Pelo lado direito desta Praça esta hum soberbo edifício, como casa principal de algu se-nhor da Terra, faz hum grande sallão na entrada e ainda com medo não corremos todas as casas, sendo tantas, e as retrat ................... zerão formar algu............... mara achamos hum................. massa de extraordinária................. pessoas lhe custavão a levanta lla.


Os morcegos erão tantos, que investião as caras das gentes, e fazião uma tal bulha, que admirava: sobre o pórtico principal da rua está huma figura de meio relevo talhada da mes-ma pedra e despida da cintura para cima, coroa-da de louro: reprezenta pessoa de pouca idade, sem barba, com huma banda atraveçada, e hum fraldelim pela cintura: debaixo do escudo da tal figura tem alguns characteres já gastos com o tempo, divizão-se, porém os seguintes:


Da parte esquerda da dita Praça esta outro edifício totalmente arruinado, e pelos vestígios bem mostra que foi Templo, porque ainda conserva parte de seu magnífico frontespicio, e alguas naves de pedra inteira: ocupa grande territorio, e nas suas arruinadas paredes, se vem obras de primor com alguas figuras, e retratos embutidos na pedra com cruzes de vários feitios, corvos, e outras miudezas que carecem de largo tempo para admira llas. Segue-se a este edificio huma grande parte de Povoação toda arruinada e sepultada em grandes, e medonhas aberturas da terra, sem que em toda esta circunferencia se veja herva, arvore, ou plan-ta produzida pela natureza, mas sim montões de pedra, humas toscas outras lavradas, pelo que entendemos ha as fronteiras de ................. verção, porque ainda entre ................. da de cadáveres, que ................ e parte desta infeliz ................. da, e desamparada, ............. talves por algum terremoto.


Defronte da dita Praça corre hum caudalozo Rio, arrebatadamente largo, e espaçoso com alguas margens, que o fazem muito agradavel a vista, terá de largura onze, até doze braças, sem voltas concideraveis, limpas as margens de arvoredo, e troncos, que as inundações costumão trazer: sondamos a sua Altura, e achamos nas partes mais profundas quinze, até dezesseis braças. Daparte dalém tudo são campos muito viçosos, e com tanta variedade de flores, que parece entoar a Natureza, mais cuida-doza por estas partes, fazendo produzir os mais mi-mozos campos de Flora: admiramos tambem algu-mas lagôas todas cheias de arrôs: do qual nos aproveitamos e também dos innumeraveis ban-dos de patos que se crião na fertilidade destes campos, sem nos ser deficil cassa-llos sem chum-bo mas sim as mãos.


Tres dias caminhamos Rio abaixo, e topamos huma catadupa de tanto estrondo pela força das agoas, e rezistencia no lugar, que julgamos não faria maior as boccas do decantado Nillo: depois deste salto espraia de sorte o Rio que parece o grande Oceano: He todo cheio de Peninsulas, cubertas de verde relva: com alguas arvores disperças, que fazem...............hum tiro com davel. Aqui achamos................. a falta delle de noss............... ta variedade de caça................ tros muitos animais criados sem cassadores que os corrão, e os persigão.


Daparte do oriente desta catadupa achamos varios subcavões, e medonhas covas, fazendo-se experiência de sua profundidade com muitas cordas; as quais por mais compridas que fossem, nunca podemos topar com o seu centro. Achamos também alguas pedras soltas, e na superfície da terra, cravadas de pra-ta, como tiradas das minas, deixadas no tempo


Entre estas furnas vimos huma coberta com huma grande lage, e com as seguintes figuras lavradas na mesma pedra, que insinuão grande mistério ao que parece. **** Sobre o Portico do Templo vimos outras da forma seguinte dessignadas.


Afastado da Povoação, tiro de canhão, está hum edificio, como caza de campo, de duzentos e sincoenta passos de frente; pelo qual se entra por hum grande portico, e se sobe, por huma escada de pedra de varias côres, dando-se logo em huma grande salla, e depois desta em quin-ze cazas pequenas todas com portas para a dita salla, e cada huma sobre si, e com sua bica de agoa ...............qual agoa de ajunta ...............mão no pateo externo ..................columnatas em cir- ................dra quadrados por arteficio, suspensa com os seguintes caracteres:


Depois destas admirações entramos pelas margens do Rio a fazer experiencia de descobrir ouro e sem trabalho achamos boa pinta na superficie da terra, prometendo-nos muita grandeza, assim de ouro, como de prata: admiramo-nos ser deixada esta Povoação dos que a habita-vão, não tendo achado a nossa exacta diligencia por estes certões pessoa algua, que nos conte desta deploravel maravilha de quem fosse esta povoação, mostrando bem nas suas ruínas a figura, de grandeza que teria, e como seria populosa, e oppulenta nos séculos em que floreceu povoada; estando hoje habitada de andorinhas, Morcegos, Ratos e Rapozas que cebadas na muita creação de galinhas, e patos, se fazem maiores que hum cão perdigueiro. Os Ratos tem as per-nas tão curtas, que saltão como pulgas, e não andão, nem correm como os de povoado.


Daqui deste lugar se apartou hum companheiro, o qual com outros mais, depois de nove dias de boa marcha avistarão a beira de huma grande enseada que faz hum Rio a huma canôa com duas pessoas brancas, e de cabellos pretos, e soltos, vestidos a Europea, e dando hum tiro como signal para sever .................... para fugirem. Ter ................ felpudos, e bravos, .................. ga a elles se encrespão todos, e investem


Hum nosso companheiro chamado João Antonio achou em as ruinas de huma caza hum dinheiro de ouro, figura esferica, maior que as nossas moedas de seis mil e quatrocentos: de huma parte com a imagem, ou figura de hum moço posto de joelhos, e da outra parte hum arco, huma coroa e huma setta, de cujo genero não duvidarmos se ache muito na dita povoação, ou cidade dissolada, por que se foi subversão por algu terremoto, não daria tempo o repente a por em recato o preciozo, mas he necessario hum braço muito forte, e poderozo para revolver aquele entulho calçado de tantos annos como mostra.


Estas noticias mando a v.m., deste cer-tão da Bahia, e dos Rios Pará-oaçu, Uná, assen-tando não darmos parte a pessoa algua, por-que julgamos se despovoarão Villas, e Arraiais; mas eu a V.me. a dou das Minas que temos descuberto, lembrando do muito que lhe devo.


Suposto que da nossa Companhia sahio já hum companheiro com pretexto differente, contudo peço-lhe a V.me. largue essas penúrias, e venha utilizar-se destas grandezas, usando da industrias de peitar esse indio, para se fazer perdido, e conduzir a V.me. para estes thesouros, etc ................... Acharão nas entradas .................... sobre lages.


Referências


* ANÔNIMO. Relação histórica de uma oculta e grande povoação antiquíssima sem moradores, que se descobriu no ano de 1753. Na América [...] nos interiores [...] contiguos aos [...] mestre de campo e sua comitiva, havendo dez anos, que viajava pelos sertões, a ver se descobria as decantadas minas de prata do grande descobridor Moribeca, que por culpa de um governador se não fizeram patentes, pois queria uzurpar-lhe esta glória, e o teve preso na Bahia até morrer, e ficaram por descobrir. Veio esta notícia ao Rio de Janeiro no princípio do ano de 1754.. Bahia/Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, documento n. 512, 1754.




http://pt.wikipedia.org/wiki/Manuscrito_512

***

2009-05-04 17:27


Há quase 250 anos a narração de uma viagem de bandeirantes indicava a existência de uma cidade fantástica no interior da Bahia. Muitos pesquisadores procuraram por ela e, agora, existem indícios de que ela pode ter sido encontrada.



Pablo Villarrubia Mauso



Estava caminhando por uma longa estrada de pedras arredondadas, marcada pela presença das ruínas de inúmeras casas de pedra. Algumas eram construídas com blocos ciclópicos bem cortados e com até dois metros de comprimento, que deviam pesar mais de três toneladas. À minha esquerda, vi grandes amontoados de lajes e, poucos passos à direita, abria-se um desfiladeiro que se perdia de vista. Tinha deixado para trás um complexo de ruas e ruínas de construções espalhadas sobre uma grande área montanhosa.


Emocionado e cansado após muitas horas de caminhada subindo a encosta, finalmente o resultado valeu a pena: tinha chegado à famosa ‘cidade perdida’ do Brasil, a ‘Machu Picchu brasileira’, a mesma que o célebre coronel inglês Percy Harrison Fawcett buscou com tanta tenacidade e afinco entre os anos de 1921 e 1925, data de seu trágico desaparecimento nas selvas do Mato Grosso.


Continuei descendo a montanha até encontrar um edifício com muitas janelas e com mais de 30 metros de comprimento. Estava na cidade abandonada de Igatú, município de Andaraí, em plena Chapada Diamantina, no estado da Bahia. “Esta é a cidade que aparece no manuscrito número 512, conservado na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, o mesmo documento que despertou o interesse de muitos estudiosos”, afirmou o explorador alemão Heinz Budweg, em São Paulo. A se acreditar nisso, Budweg conseguiu decifrar um dos maiores enigmas arqueológicos do século: o da existência de uma cidade pré-colombiana em território sul-americano oriental, onde se supunha que apenas haviam habitado indígenas ‘selvagens’, que jamais tinham construído cidades de pedra.


Muitas hipóteses controversas foram elaboradas sobre a origem dos construtores da cidade perdida, até então conhecida apenas por meio de lendas e crônicas. Para uns, poderiam ser incas, pré-incas, egípcios e até mesmo sobreviventes do continente perdido da Atlântida, como acreditava cegamente o coronel Fawcett.


Eu havia seguido as indicações de Budweg para chegar a Igatú, saindo de Salvador e percorrendo mais de 450 km até a vila que sequer aparece nos mapas. Igatú fica no alto de uma serra isolada e escarpada, próxima ao povoado de Andaraí, ‘um lugar esquecido por Deus’. A maltratada estrada que sobe a Igatú mostrava um cenário titânico, com centenas de formações rochosas trabalhadas pela erosão, construindo formas de criaturas monstruosas. Um chuvisco sublinhava ainda mais o aspecto oculto e misterioso da região.


Expedição Misteriosa


Ainda que sejam bem conhecidas a história do coronel Fawcett e sua procura incessante pela cidade perdida em Mato Grosso, a viagem solitária que realizou pela Bahia não é tão famosa. Em sua expedição, o explorador inglês chegou muito perto de Igatú, uma vez que esteve na vila de Lençóis — um importante ponto de encontro de exploradores que buscavam riquezas e onde havia um consulado francês para negociar a compra de ouro e diamantes. No entanto, naquela época, falava-se que indígenas ‘hostis’ e não-catequizados habitavam as selvas da Bahia.


Em Lençóis, percorri o antigo mercado, no qual Fawcett chegou com suas mulas em 1921 e comprou provisões para seguir viagem. Alguns investigadores acreditam que o teimoso inglês conseguiu chegar à cidade perdida e a importantes minas de prata, mas preferiu se calar e buscar outras ruínas em Mato Grosso.


Que mistérios se escondem nas pesquisas de Fawcett na Bahia? Segundo seu diário, no Rio de Janeiro ele teve acesso às páginas de um manuscrito redigido em 1753 — conhecido pelo número 512 —, que no século passado foi reproduzido por uma revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB). Na antiga capital do país, conheceu o ex-cônsul inglês, coronel O’Sullian Beare, que lhe disse ter chegado a uma cidade antiga na Bahia, em 1913, com a ajuda de um guia mestiço. Lá, viu uma coluna negra no meio de uma praça, no alto da qual havia uma estátua, tal como tinha sido descrito no documento 512.


Fawcett dirigiu-se à região dos rios Contas e Pardos, onde ouviu relatos de camponeses que, ao se perderem, encontraram uma cidade de pedra com estátuas e uma confusão de ruas. Os índios aimorés e botocudos contaram a ele sobre a existência de ‘aldeias de fogo’, uma cidade com telhados de ouro semelhante às descrições do Eldorado e das Sete Cidades de Cibola.


O explorador inglês acreditava que o Brasil era o continente mais antigo do mundo, tanto geologicamente como também pelos vestígios de espécies pré-históricas. Primeiro, teria sido habitado por ‘trogloditas’ e, mais tarde, por sobreviventes do cataclismo que aniquilou a Atlântida, aos quais denominou toltecas, fundadores de grandes cidades no que hoje é o território brasileiro.


Enquanto percorria a Chapada Diamantina — cujas montanhas e desfiladeiros gigantescos são semelhantes aos do deserto do Arizona e Colorado, no EUA —, caminhando e acampando, pensei que ainda existem muitos enigmas sobre a cidade perdida. Um deles é o significado das inscrições que aparecem no documento 512. Nos anos 30, Bernardo da Silva Ramos, aficcionado por arqueologia e paleografia — e que já havia decifrado uma inscrição supostamente fenícia da Pedra da Gávea, no Rio de Janeiro —, descobriu que os sinais que aparecem reproduzidos no manuscrito faziam referência a um antigo governante grego, Pisistrates, e a um conselho de montanheses gregos no santuário de Demeter e Apolo, na Grécia. Os últimos símbolos ele interpretou como sendo planetas do sistema solar. Uma civilização astronômica no planalto baiano? Talvez. Nos anos 80, a arqueóloga Maria da Conceição Beltrão, do Museu Nacional do Rio de Janeiro, encontrou no interior da Bahia muitas pinturas rupestres com simbologia astronômica e efeitos de luz durante os equinócios e solstícios.






Vikings no Brasil


A exemplo do que ocorreu com o Alasca e a Austrália, a partir de meados do século passado, a Chapada Diamantina foi invadida por um número muito grande de pessoas à procura de riquezas minerais, especialmente ouro e diamante. A vila de Igatú, que chegou a ter 10.000 habitantes, foi um dos acampamentos desses aventureiros que abandonavam a região assim que esgotavam seus recursos naturais.


Por isso é que eu caminhava por ruas desertas, com exceção da entrada da vila, onde cerca de 300 habitantes ainda resistem em abandonar o local, ainda que vivam em condições paupérrimas. São descendentes daqueles aventureiros e de escravos africanos. Em outros tempos, ali haviam sido erguidos os palácios, templos, inscrições misteriosas, estátuas e colunas de pedra negra, sobre a chamada ‘serra resplandecente’, que fascinou a lendária expedição dos Bandeirantes em 1753.


Como me revelou Heinz Budweg, “a cidade foi construída pelos vikings em cerca do ano 1000 de nossa era. Deixaram um sistema complexo de encanamentos para esgoto que, segundo os livros de história, jamais havia existido no Brasil até o final do século passado. Também encontrei várias inscrições rúnicas na entrada de uma mina. Todo o planalto está marcado por caminhos, os peabirus usados pelos vikings e incas para se comunicarem com a América andina”. Budweg apóia e amplia as hipóteses do francês Jacques de Mahieu, dos anos 60, e do investigador brasileiro Amadeu do Amaral, por volta de 1900.


O septuagenário lingüista e explorador Luis Caldas Tibiriçá apresenta outra hipótese. “Os índios brasileiros jamais construíram casas de pedra”, disse quando entrevistado em São Paulo. “Alguns edifícios assemelham-se aos da Idade Média da Etiópia. As inscrições encontradas poderiam ser do idioma gueez, dos etíopes, os mesmos que, em suas crônicas, falavam de terras distantes que alcançaram com suas embarcações”. Tibiriçá acrescenta que os exploradores de riquezas aproveitaram as antigas construções para fazer suas casas, usando o cimento ou modificando algumas paredes, fato que se percebe na diferença existente entre as duas arquiteturas: uma, ciclópica, a outra de estilo colonial, com pedras menores.






Cidade Fantástica


A história da cidade perdida da Bahia aparentemente tem início em meados do século XVIII, com o já mencionado documento 512 que tem como título Relato histórico sobre uma grande, muito antiga e secreta cidade, sem quaisquer habitantes, descoberta no ano de 1753. O destinatário desconhecido da carta havia anotado na mesma que “esta notícia chegou ao Rio de Janeiro no início de 1754”.


O manuscrito, parcialmente devorado pelos cupins — e, por isso, ocultando o nome do autor —, começa falando de uma expedição de bandeirantes que percorria o interior do Brasil. O grupo, que havia partido de São Paulo, viajava já há 10 anos por locais desconhecidos de Minas Gerais em busca das lendárias minas de prata de Muribeca, ou Robério Dias, que Felipe II, da Espanha, tentou localizar sem êxito.


Os bandeirantes se depararam com uma cordilheira cujas montanhas eram tão altas que “pareciam que chegavam à região etérea, e que serviam de trono ao vento, às próprias estrelas”. Temperado com toques poéticos e de mistério, o relato descreve as montanhas como sendo de cristal, em cuja superfície refletiam intensamente os raios de sol, a ponto de deslumbrar os exploradores. Um raríssimo e providencial veado branco, surgido do nada, foi o guia que os conduziu por uma estrada de pedra até as ruínas da cidade perdida. Os rudes aventureiros passaram entre duas serras, através de um vale com uma selva espessa repleta de riachos. Durante a caminhada, os bandeirantes ouviam o canto de um galo e, por isso, julgavam estarem próximos de uma região povoada. Assim como outros ‘galos encantados’ que existem na América, o fenômeno foi interpretado como sendo de origem sobrenatural, uma vez que não existiam povoados na região.


De madrugada, os bandeirantes chegaram à cidade perdida, amedrontados e com as armas prontas a disparar diante de um eventual inimigo escondido. A entrada era formada por “três arcos de grande altura”, sendo que sobre o maior havia inscrições. A seguir, o cronista descreve uma rua com casas de sobrados, cujos telhados eram de cerâmica ou de lajes. “Percorremos com bastante pavor algumas casas, e em nenhuma achamos vestígios de utensílios domésticos, nem móveis... têm pouca luz e, como são abobadadas, ressoavam os ecos dos que falavam e as mesmas vozes aterrorizavam”.


No final da rua principal, os experientes, mas então temerosos exploradores, encontraram uma praça em cujo centro erguia-se uma coluna de pedra negra, encimada pela estátua de “um homem comum, com a mão no quadril esquerdo e o braço direito estendido, mostrando com o dedo indicador o Pólo Norte. Em cada canto da praça, está uma Agulha, semelhante às que usavam os romanos”. Que agulhas eram aquelas? Marcadores geográficos ou astronômicos?






Templários na América


Mais adiante, o relato fala de milhares de morcegos que moravam num ‘palácio’, no qual existe um friso sobre o pórtico com a imagem de uma pessoa jovem e sem barba, vestindo apenas uma espécie de faixa que atravessava seu peito até os quadris. A cabeça ostentava uma coroa de louros, e algumas inscrições incompreensíveis estavam abaixo de seus pés, as quais o cronista procurou copiar.


O Relato Histórico falava de outro grande edifício que foi interpretado como sendo um templo, em cujas paredes podiam ser vistas “figuras e retratos encravados na pedra com cruzes de várias formas, corvos e outras miudezas...”.


Depois desse ‘templo’, os bandeirantes encontraram um terreno apocalíptico, ferido por aberturas na terra, onde jazia sepultada parte da cidade e no qual não nascia qualquer vegetação. À distância de um ‘tiro de canhão’, os aventureiros encontraram um enorme edifício com comprimento de “250 passos de frente”, no qual se entrava por um grande pórtico e subia-se uma escada de pedra de várias cores. A escada terminava num grande salão rodeado por 15 habitações, cada uma com uma fonte e um pátio com colunas circulares.


Um dos bandeirantes, João Antonio, encontrou entre as ruínas de uma casa uma moeda de ouro que, de um lado, trazia a imagem de um jovem ajoelhado, e do outro lado um arco, uma coroa e uma seta. Investigando meus arquivos, encontrei uma foto publicada pelo já mencionado Jacques de Mahieu em seu livro Os Templários na América, na qual se vê uma moeda com características semelhantes, porém de prata. Mahieu acreditava que os templários teriam sido ‘sócios’ dos vikings na exploração de minas de prata na Bolívia e no Brasil por volta do século XIV.


Perto da praça, corria um rio largo por cujas margens aqueles homens caminharam por três dias, até chegar a uma imensa cascata cuja força das águas foram comparadas às do rio Nilo. Caíam com grande estrondo e formavam um rio tão largo que “parecia um oceano”. Entre as rochas que sobressaíam do rio, o grupo encontrou algumas pedras repletas de inscrições que “insinuam um grande mistério”. Perto dali, localizaram pedras com veios de prata. Alguns dias depois de excursionar por Igatú, explorando a Chapada Diamantina, encontrei uma gigantesca cascata, a Cachoeira da Fumaça, cuja altura supera os 300 metros e que poderia ser a mesma do enigmático documento.

Os últimos parágrafos do manuscrito informam que ele havia sido redigido nos sertões da Bahia, entre os rios Paraoaçu (Paraguaçu) e Una. Quem era o autor daquela misteriosa carta? Alguns historiadores propuseram a possibilidade de que fosse uma farsa bem elaborada. No entanto, o importante historiador Pedro Calmon, em seu livro O Segredo das Minas de Prata (Rio de Janeiro, 1950), conseguiu identificar o cronista: o capitão João da Silva Guimarães, falecido entre 1764 e 1766.

O manuscrito foi encontrado por um jovem erudito, Manoel Ferreira Lagos (1816 – 1871), funcionário do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Estava nas prateleiras da Biblioteca Pública da Corte do Rio de Janeiro, e foi reproduzido em 1839, no primeiro número da mencionada Revista do IHGB. Mais tarde, foi traduzido para o inglês e anexado a outra obra, The Highlands of the Brazil, do famoso explorador inglês Richard F. Burton.

Continua a Busca


Entre 1841 e 1846, o cônego Benigno José de Carvalho e Cunha (1789 – 1848), correspondente do IHGB, lançou-se numa aventura para encontrar a cidade perdida na Bahia, acreditando poder localizá-la no sul da inexplorada Serra de Sincorá. Benigno era um personagem curioso: português de Trás-dos-Montes, estudioso de línguas orientais e ex-estudante de matemática na Universidade de Coimbra. Chegou ao Brasil em 1834 e dedicou quatro anos de sua vida à busca das ruínas, com patrocínio do IHGB e do presidente da então província da Bahia.


A partir das informações de um viajante — que não se atreveu a penetrar na espessa selva que então cobria as ruínas —, Benigno ganhou coragem e organizou sua expedição. Os dados fornecidos pelo viajante coincidiam com os dos bandeirantes: próximo, havia uma grande cascata formada pelo Rio Sincorá, em cujas margens se encontravam ricas e profundas minas de ouro e prata. Os camponeses contaram a Benigno que a cidade perdida havia sido destruída por um terremoto e que nela morava um dragão que devorava os intrusos.


Tudo indica que o cônego Benigno esteve muito perto da cidade, se é que não conseguiu encontrá-la. Em uma das cartas que enviou ao IHGB, menciona um proprietário de terras e seu escravo negro que haviam estado na cidade perdida, próxima a um quilombo. No entanto, o proprietário não permitiu que o escravo acompanhasse o sacerdote, que já estava sofrendo com a malária, que também atingiu os 22 homens que formavam sua expedição. Nem mesmo as mulas escaparam às febres terríveis. A falta de recursos financeiros interrompeu a expedição do religioso.


Apesar do aparente fracasso da longa jornada de Benigno, na primeira metade do século XX outro investigador do tema, Estelita Jr., referiu-se aos rumores de que o sacerdote teria descoberto a cidade. Os superiores de Benigno teriam proibido que ele divulgasse tal descoberta, uma vez que existiam minas de prata e outras riquezas minerais nas proximidades.


Mais tarde, em 1880, Teodoro Sampaio, um erudito e explorador das terras baianas, atingiu os paredões da Serra de Sincorá, onde encontrou inúmeras pinturas rupestres e formações geológicas que lembravam uma cidade de pedra. “Não há dúvida”, ele escreveu na época, “o autor do Relato Histórico de 1753 teve diante de suas vistas esse terreno... onde se ouvem estrondos e estampidos misteriosos, o canto do galo nos locais obscuros onde jamais alguém penetrou e que mantém a tradição das célebres minas de prata de Robério Dias.” (O Rio de São Francisco e a Chapada Diamantina, Bahia, 1938).


A procura pela cidade perdida continua sendo, em pleno século XX, tema de muitas discussões. O recentemente falecido arqueólogo brasileiro Aurélio de Abreu acreditava que nos planaltos e desertos da Bahia ainda se escondem muitas outras cidades perdidas, que aguardam ser descobertas e escavadas, algumas possivelmente obras dos incas. Outros investigadores têm encontrado vestígios de tais cidades na Bahia, como os pesquisadores e escritores Renato Bandeira e Gabrielle D’Annunzio Baraldi.

Fonte: http://www.revistasextosentido.net/news/a-cidade-perdida-do-manuscrito-512/
publicado por conspiratio às 16:51
link do post | comentar | favorito
 O que é? |  O que é?
Quarta-feira, 16 de Dezembro de 2009

PERSPECTIVA EXTRATERRESTRE (ANDRÔMEDA) SOBRE NOSSA HISTÓRIA - ALEX COLLIER

*



Entrevista no Youtube:




Alex Collier - Aliança Galáctica vs Reptilianos de Orion 1
http://www.youtube.com/watch?v=pd4HBPYIE9I&feature=PlayList&p=EE2D0F4842557506&index=0&


playnext=1


Alex Collier - Aliança Galáctica vs Reptilianos de Orion 2
http://www.youtube.com/watch?v=cJhHBW4f8SI&feature=PlayList&p=EE2D0F4842557506&index=1


Alex Collier - Aliança Galáctica vs Reptilianos de Orion 3
http://www.youtube.com/watch?v=PE0Eo30aw1s&feature=PlayList&p=EE2D0F4842557506&index=2


Alex Collier - Aliança Galáctica vs Reptilianos de Orion 4
http://www.youtube.com/watch?v=jCccNcio2l0&feature=PlayList&p=EE2D0F4842557506&index=3


Alex Collier - Aliança Galáctica vs Reptilianos de Orion 5
http://www.youtube.com/watch?v=2lg7NW3jEsw&feature=PlayList&p=EE2D0F4842557506&index=4


Alex Collier - Aliança Galáctica vs Reptilianos de Orion 6
http://www.youtube.com/watch?v=EB5iVsXj7H0&feature=PlayList&p=EE2D0F4842557506&index=5


Alex Collier - Aliança Galáctica vs Reptilianos de Orion 7
http://www.youtube.com/watch?v=WoKLT0c0c58&feature=PlayList&p=EE2D0F4842557506&index=6


Alex Collier - Aliança Galáctica vs Reptilianos de Orion 8
http://www.youtube.com/watch?v=yaXzT-EFJXw&feature=PlayList&p=EE2D0F4842557506&index=7


Alex Collier - Aliança Galáctica vs Reptilianos de Orion 9
http://www.youtube.com/watch?v=ZvHN7sMg2js&feature=PlayList&p=EE2D0F4842557506&index=8


Alex Collier - Aliança Galáctica vs Reptilianos de Orion 10
http://www.youtube.com/watch?v=0qbHiCN-PTs&feature=PlayList&p=EE2D0F4842557506&index=9


Alex Collier - Aliança Galáctica vs Reptilianos de Orion 11
http://www.youtube.com/watch?v=LuqSl3ZHgbs&feature=PlayList&p=EE2D0F4842557506&index=10


Alex Collier - Aliança Galáctica vs Reptilianos de Orion 12
http://www.youtube.com/watch?v=x_IEfsDFGug&feature=PlayList&p=EE2D0F4842557506&index=11




Uma Perspectiva Andromedana Sobre a História Galáctica


por Alex Collier


Conferência Global Wings, Agosto 2002 (Transcrita em Jun/07)



Esta é a conferência final de Alex Collier antes de sua saída do circuito de conferências UFO em 2002. Nunca foi publicado. O conteúdo trata de informações reveladas a ele por contatos extraterrestres andromedanos a respeito da história galáctica. A informação é vital para o entendimento da intervenção histórica por extraterrestres. Investigações conduzidas pelo editor chefe do Jornal Exopolitics apontam para a credibilidade de Alex Collier como alguém que interagiu fisicamente com os extraterrestres. Transcrito por Teri Callaghan – Junho 2007.



Introdução


Meu nome é Alex Collier. Essencialmente, falaremos sobre as 22 raças extraterrestres. De forma resumida, nós somos uma composição de diferentes raças, 22 para ser exato.


Foi nos ensinada uma versão bem superficial da história da Terra. Fomos ensinados que evoluímos de uma única célula, que essencialmente somos um acidente. Algo muito estranho, porém milagroso, aconteceu para um casal de chimpanzés e aqui estamos! Poderia ser tão simples. Na verdade, eu prefiro mais a versão real que a inventada.


Vou iniciar com algumas das linhas de tempo terrestres da história e vou adentrar períodos específicos para provar um ponto.



A história ensinada da Terra


A Terra está se formando juntamente com outros planetas no sistema solar. A Terra está nascendo, a vida está acordando. As primeiras placas tectônicas estão começando a se mover. Fungos, plantas, animais e organismos estão se desenvolvendo e a atmosfera está se tornando enriquecida com oxigênio.




A história ensinada pelos Andromedanos


Uma antiga raça, conhecida como “Os Fundadores”, a qual andromedanos e pleiadianos acreditam ser uma antiga raça chamada Paa Tal, está trabalhando num programa de engenharia, por meio do qual os ambientes dos planetas e terra-forming estão sendo feitos. Eles o fazem para tornar estes planetas adequados e habitáveis para organismos e vida, convertendo-se em ecossistemas preenchidos com hidrogênio, oxigênio, metano e amônia. Todos estes são gases para a introdução e colonização de microrganismos e outras formas de vida. È um mecanismo auto-replicador que bombardeia cometas e planetóides para mudar a rotação e a química dos planetas.


O feito de engenharia de transladar planetas para mais perto ou mais longe de seu sol ou movimentar e adicionar luas é uma prática que está em plena atividade hoje nesta e em outras galáxias. É a construção de um sistema solar. Acontece muito. Há raças, como os andromedanos, que são capazes de criar um sistema solar.


Todos os projetos, parece, foram feitos para adentrar muitos sistemas estelares e muitos corpos planetários habitáveis para a vida orgânica. Pequenas máquinas, construídas há muito tempo, foram descobertas e ninguém sabe exatamente quem as construiu. Elas não podem ser replicadas.


Incrivelmente, estas máquinas ainda funcionam. Elas não tem um nome na língua inglesa, não têm nem mesmo um símbolo que possamos compreender. Foi a mim explicado que se trata de um mecanismo de anti-matéria. Ele cria matéria. Ele cria moléculas que então criam átomos que se manifestam fisicamente. E eles são verdadeiras máquinas. São como computadores onde você pode programá-lo para o que quiser e esta máquina irá, literalmente, trazê-lo à tona e manifestá-lo fisicamente. Se cada um de nós tivéssemos esta máquina, seria como ganhar na loteria todo dia. Mike gosta de fazer VWs. Ele pôde fazer por si próprio um novo VW assim que os novos modelos vieram, assim que soube o que queria. Eu pude criar uma babá de forma que minha esposa e eu pudéssemos sair. Aparentemente, há 7 destas funcionando realmente e 7 diferentes raças tem um. Estes são achados arqueológicos, descobertas, máquinas fazedoras de átomos, por ausência de melhor palavra. Há uma aqui no planeta. Eles também descobriram complexos de construção avançados, maquinário muito grande e ecossistemas completos. A vida orgânica terrestre é muito menos comum que os ecossistemas de gás hidrogênio na nossa galáxia porque ecossistemas de gás oxigênio são limitados à presença geológica de água. Para formas de vida à base de oxigênio, o que é tudo neste planeta, há de existir água. O nosso ecossistema é precioso, nossa biosfera. Em segundo lugar, a nossa água. Nosso planeta inteiro costumava ser de água fresca, porém os oceanos foram salinizados. Foi Nibiru, da constelação de Bootes, que o fez porque queria controlar a água. Eles salgaram o mar e quando o fizeram, havia somente 4% de água pura e eles tinham total controle sobre ela. Foi preciso 36 anos (em nosso sistema de referência) para salgar completamente os oceanos, o que deu tempo para todas as formas de vida se adaptarem lentamente. Mas, nós não podíamos beber a água depois disto.


Eu lhe darei um exemplo sobre os andromedanos. Os andromedanos são de 430 a 450 anos (em nosso sistema de referência) mais avançados que nós tecnologicamente. Um ano equivale a 365 dias, ou seja, uma rotação do planeta ao redor do sol. Os andromedanos contam os anos de forma completamente diferente. De fato, quase todos os extraterrestres o fazem. Na contagem de tempo deles, o que consideram ser um ano é o período que leva toda célula de seu corpo a ser duplicada, replicada. Desta forma, 1 ano andromedano seria igual a 7 anos em nosso corpo. Levam aproximadamente 34 anos (em nossa referência) para replicar cada célula em seus corpos.


Então, é difícil precisar datas de fatos ditos por eles em nossa linha de tempo. Na realidade, se eu disser que foi há 4000 anos atrás, é muito mais que isto. Mas, eles tiveram muitas dificuldades em me explicar dentro do tempo terrestre, porque não lidam com o conceito de tempo. Eu estou lhe dando estes números somente para lhe conferir uma idéia do quão vasta é nossa história.


Esta é a única forma de apresentar este conteúdo a você, de outra forma, ficaria muito confuso.


Os ecossistemas à base de hidrogênio são mais abundantes que os de metano porque não são complicados. Os ecossistemas à base de oxigênio são mais complexos, os mais complexos da galáxia. Evidências arqueológicas, registros e lendas apontam para ”Os Fundadores”, os Paa Tal, como criadores e amparadores desta galáxia. Este desaparecimento e/ou extinção dos fundadores parece premeditado. Para os andromedanos, quando se referem à extinção, se não há registro físico deles na terceira densidade, estão extintos na terceira densidade. Isto não significa que se foram, pode ser que ascenderam e evoluíram para uma freqüência mais alta ou se moveram para uma frequência mais alta para criar a terceira densidade e, quando terminaram, foram-se. Mas estão extintos na terceira dimensão.


Para compartilhar esta informação em particular, é importante tentar pensar holograficamente aqui. Há muitas implicações decorrentes desta informação e é difícil tentar expressá-la porque a língua inglesa é tão limitada para dar a você um conceito de como tudo foi feito.


Quando os Paa Tal aparentemente se foram, de acordo com o registro arqueológico, outros tipos de vida, formas de vida aptas a experimentar coisas através dos sentidos tais como reptilianas, humanas, plásmicas e outras formas à base de metano começaram a aparecer, e aparecer de forma completa. Agora pense, isto significa que vieram de algum outro lugar ou foram trazidos de outro lugar. Não houve milhões e milhões de anos neste período. Este é o mesmo problema que os nossos arqueólogos têm no planeta. Eles continuam adotando a evolução mas não há prova de evolução no registro geológico, arqueológico. As formas de vida apareceram completamente formadas. É incrível! São os arcanjos Paa Tal os deuses ? Ninguém sabe o que são, motivo pelo qual se referem a eles como “Os Fundadores”, porque não o sabem. Os Andromedanos dizem que há uma criação, um criador. Eles, em sua tradição, dizem que não há uma freqüência masculina dominante. Na opinião deles, a freqüência dominante é feminina, ou seja, o criador é uma DEUSA.






A era paleozóica: de 554 milhões a 245 milhões de anos atrás.






Na era paleozóica houve uma dramática explosão de diversos animais multicelulares. Eles a colocaram porque, de repente, tudo está lá, está no registro geológico. Não sabem como chegou lá, de onde vieram, mas está lá, então dizem “Bem, apenas explodiu, lá está”. Todas estas diferentes formas aparecem de lugar nenhum. Espécies aparecem com todos os seus animais viventes e espécies aparecem dentro de alguns milhões de anos. De novo, não há nenhum processo evolutivo aqui. Eles somente começam a ser vistos no registro arqueológico e cada um existindo em diferentes partes dos nossos modernos continentes.


No momento em que isto estava acontecendo, os pólos norte e sul estavam diferentes. Havia tido um deslocamento dos pólos. É onde os pólos norte e sul físicos giram geralmente seguindo uma mudança de pólo magnética, se feita por si própria. Se não foi feita por si própria, é porque um planetóide ou um asteróide atingiu o planeta, fê-lo rolar e então o que acontece é, os pólos magnéticos se corrigirão com o tempo e o farão com que o planeta gire de volta, ou os pólos magnéticos seguirão. Eu não entendo este mecanismo.


A costa oeste da América do Norte correu de leste a oeste ao longo do equador. No mesmo período, 544 milhões a 245 milhões de anos atrás, tem-se a história dos ETs, a história dos ETs andromedanos. As raças do sistema solar começaram a desenvolver viagens espaciais. A maioria estava somente apta a viajar dentro dos seus sistemas estelares. Alguns, entretanto, estavam aptos a viajar fora de seus sistemas estelares e começaram a contatar e descobrir outras culturas. O início do tráfego entre os sistemas estelares começa. Rotas de tráfego são estabelecidas e negociadas. O compartilhamento de tecnologia começou e o desenvolvimento de novos sistemas de viagem espacial também começou porque agora as colônias espaciais, as diferentes raças estabelecidas aqui que vieram completamente formadas, descobriram como deixar os seus planetas e agora estão falando para outras pessoas captando diferentes perspectivas e compartilhando idéias e opiniões.


Tratados foram forjados entre os sistemas estelares e as raças. Uma raça particular de seres aptos a experimentarem coisas através dos sentidos, a Alpha Draconian ou Ciakar, muito avançada em termos de viagem espacial, começou a explorar a galáxia. Eles foram os pioneiros, de acordo com os andromedanos, a sair do planeta e eram, na época, os mais avançados.


É uma incrível raça, apenas têm alguns preconceitos ridículos. Mas, como uma cultura, têm feito coisas incríveis e muitas outras raças aprenderam a partir deles também. Sua espaçonave, à época, eram luas e planetóides ocos equipados com propulsão que foram restaurados para a criação de seus próprios ecossistemas.


Algumas delas usavam combustível que não é à base de óleo como temos aqui, mas algum tipo de gel que foi cavado em seu sistema estelar. Eles criaram motores de energia cinética, um tipo de eletricidade no meu entender.






A era mesozóica: de 245 milhões até 65 milhões de anos atrás



De acordo com a história terrena, “mesozóica” significa animais intermediários. É o período em que a fauna mundial mudou drasticamente. Ela não tinha mudado antes, mas agora muda subitamente, assim como a vegetação terrestre. Os dinossauros apareceram de lugar nenhum e evoluíram nas eras jurássicas e triássicas, somente para depois se tornarem extintos. Outro asteróide, conhecido como Columbia, atinge a terra no oceano atlântico distante da costa. Agora, foram estes fatos premeditados? Ninguém parece saber se eles são ou não. O que é interessante é que toda vez que o planeta é atingido por um asteróide ou há um deslocamento de pólo, muda-se radicalmente o planeta ou seu ecossistema se torna mais e mais amigável à vida humana. Há 244 milhões de anos atrás, nós não podíamos viver neste planeta. Havia muitas outras cosias lá fora que poderiam nos machucar.






História Extraterrestre do período de 245 a 65 milhões de anos Atrás.


Muitas civilizações planetárias fazem viagem espacial completa. O tráfego interplanetário é muito bem estabelecido, a necessidade dos recursos naturais aumenta e provoca a exploração da galáxia por seres avançados capazes de experimentar coisas através de seus sentidos. A viagem espacial esteve em progresso por mais de 17 milhões de anos terrestres neste período. Olhe para o que temos concluído em 4000 anos. Sabemos que estivemos detidos e também sabemos que há tecnologia que nos foi escondida.


As mais bem estabelecidas raças são as Ciakars da constelação do Dragão, as civilizações de Órion e do sistema estelar de Vega na constelação de Lira. A colonização está em plena atividade. Muitas alianças planetárias acertaram regras de colonização que estão se estendendo cada vez mais adiante na galáxia. Então, há 245 milhões de anos atrás, nossos irmãos estelares ou ancestrais já faziam viagens espaciais. Eles estavam levantando regras de colonização entre eles. Isto é incrível para mim.


A descoberta de rodovias espaciais, o que nossos cientistas teorizam existir como buracos de minhoca.

Há rodovias espaciais (buracos de minhoca). O descobrimento delas aconteceu neste período. Até agora, 17 foram descobertas somente na nossa galáxia. Os buracos de minhoca são túneis que vão a diferentes partes da galáxia. Somente para dar um exemplo, nossos cientistas teorizam que se você puder adentrar em um deles, você está do outro lado da galáxia num piscar de olhos, decorrido tempo nenhum, como no filme “Stargate”. Muitos deles se conectam com outras galáxias. E nós temos de assumir que ao menos 1 destes túneis conectores poderiam ser para a galáxia de Andrômeda, que poderia ser aqui acima. Então, você tem um buraco e agora você tem um caminho de chegar a ele, incrivelmente rápido. Então, não é uma situação em que você entra num foguete e, no momento em que você alcança o seu destino, todo mundo está morto por idade elevada, porque a galáxia é imensa e está se expandindo o tempo todo.


Alguns destes tubos ou rodovias espaciais foram rompidos repentinamente à medida que a galáxia expandiu. Nenhuma raça galáctica até o momento sabia como foram construídos ou quem os construiu e portanto não podem ser reparados. Há uma hipótese de que “Os Fundadores” o criaram, o que explica como estavam aptos a fazer todas as eco-construções na galáxia preparando a introdução da vida aqui. A verdade é que não sabemos. Pode ter sido construído por alguém antes deles, nós não sabemos. De acordo com os andromedanos, a terceira densidade, como a conhecemos, tem 21 bilhões de anos. O universo que conhecemos, que inclui todas as dimensões, tem 21 trilhões de anos terrestres, o que é um número assombroso.


Segundo os andromedanos, somente 2 destes buracos de minhoca não estão rompidos na nossa galáxia. Então, de 17, 2 estão completamente operacionais. Conforme o tráfego aumentou, a amplitude de formas de vida também ocorreu. A experiência de transplante de formas de vida e vegetação está em plena atividade.


No período de 245 até 65 milhões de anos atrás, nossos ancestrais extraterrestres transplantavam as formas de vida e a vegetação de alguns sistemas para outros sistemas estelares. O transplante de formas de vida acontece somente com vidas que tem potencial. Segundo Moraney, este potencial pode somente se desenvolver em ecossistemas complexos. E o ecossistema mais complexo da galáxia é o baseado em oxigênio. Ecossistemas verdadeiramente complexos ocorrem somente num número relativamente pequeno na galáxia. Poderia haver alguns bilhões de planetas, mas quando você leva em conta a quantidade de sóis e sistemas estelares que temos, de fato é um número pequeno pois os sistemas à base de hidrogênio pesam sobre todos os outros.


Um ecossistema planetário, complexo é muito valioso no universo para a consciência. As espécies, entretanto, vêm e vão. Mas, uma biosfera verdadeiramente rica irá perdurar até que não fique comprometida. Dinossauros, pássaros, árvores frutíferas são trazidos ao nosso ecossistema e transplantados em 3 ecossistemas do nosso sistema solar: Terra, Marte e Urano.


Todas as raças extraterrestres desenvolvidas incutiram em suas civilizações que a conservação da biosfera foi e é uma necessidade. Eles já estavam ensinando suas crianças sobre a conservação do ecossistema.






A história ensinada da Terra


Às vezes chamada de era dos mamíferos porque os animais terrestres maiores e mamíferos se mostraram nesta época. É também chamada da era das plantas florescentes, da era dos insetos, dos peixes e pássaros.






A história ensinada pelos andromedanos


Nosso sistema solar está sendo visitado cada vez mais. Três ecossistemas altamente complexos já existem aqui. A primeira bio-esfera auto-contida foi chamada “Éden”, termo também adotado pelos seres de Órion, Nibiru e das Plêiades. Um É-den é como um jardim: uma bio-esfera completamente transplantável que contém tudo que é necessário para existir em outro lugar qualquer.


Nós não fazemos idéia do quão inteligentes são os nossos ancestrais porque eles não viajam sempre em naves enormes. Mas aprenderam a viajar à velocidade da luz e se assegurar de que o quer que precisem, eles têm ou podem fazer crescer. Agora, virtualmente qualquer nave mãe tem sua ecosfera interna. Há as naves de reconhecimento, as naves de 4, 5, 100 milhas. A nave de 100 milhas pode ter algum tipo de ecosfera interna porque ela tem uma equipe interna que precisa se alimentar, então eles irão criar um ambiente similar a um parque e uma ecosfera dentro dela. A maioria das naves que atingiram a Terra é mera nave de reconhecimento. Se uma nave de 100 milhas atingir a Terra, nós podíamos ter um deslocamento de pólos e todos saberiam.


Uma nave mãe andromedana é uma esfera completa cujo interior é um mundo completo. No centro desta nave, e ela pode ter três, há ecossistemas, como se fossem parques, de 21 milhas. Aquele que vi tinha 21 milhas de uma ponta à outra. A nave tinha 900 milhas e, para eu ver literalmente cada polegada daquela nave, demoraria 25 anos. Ela tinha tudo. Nestes parques, você não poderia dizer que estava numa nave, você pensaria que estava num parque, Agora Hills Califórnia, Parque Nacional Rocky Mountain, Parque Central. E eles são completos, tudo cresce à bordo da nave. Então, quando eles chegam aqui, enviam uma equipe para a superfície do planeta para pesquisar a vida das plantas, a geologia do planeta, os minerais, etc. Eles literalmente soltam 12 antenas cilíndricas plantando-as sob o solo, ao menos 1 milha abaixo. E quando as acionam, conectam-nas. Assim criam uma cúpula de freqüência descarregando as plantas, as árvores frutíferas e tudo de que precisam para atender a sua fisiologia. A biosfera não tem muito oxigênio nem carbono, é o que exatamente precisam. Pode até ser hidrogênio porque, então, uma vez que saem, vestem seus trajes espaciais e fazem seu trabalho. Mas quando chegam, retornam à sua bio-esfera e é como se vivesse no seu planeta lar.


A primeira biosfera foi fundada na atual América do Norte, ao longo do que hoje é conhecido como fronteira México-Arizona. E foi fundada e estabelecida pelos Ciakars, que são formas de vida baseadas em hidrogênio, então precisavam de algo similar. O hidrogênio é um gás que nossa fisiologia não permite inalar e viver num ambiente que o contém. Mas os seres à base de hidrogênio tendem a ser grandes, mais lentos em movimento e em ritmo do seu bio-sistema que os à base de oxigênio. Algo interessante sobre os seres à base hidrogênio é que não são mais rápidos que a velocidade da luz para viagens espaciais. Já, os seres à base de oxigênio são conhecidos por viajar 4 vezes a velocidade da luz. Em conferências anos atrás, eu falei sobre o preconceito com uma perspectiva extraterrestre. Todos os preconceitos que temos, nós aprendemos. Nós formamos alguns, mas a idéia de “não gostar de nenhum da sua própria raça” nos foi ensinado por eles há milhões e milhões de anos atrás.


O primeiro Éden foi criado há 899.701 anos pelos Ciakars na fronteira do Novo México / Arizona. Os reptilianos ainda preferem o deserto. Esta bio-esfera foi primeiramente habitada pela civilização reptiliana dividida num sistema de classes formidavelmente similar àqueles da Inglaterra onde há realeza: a classe dos oficiais que são os duques e condes e a dos camponeses que fazem o trabalho pesado.


Segundo Moraney, esta primeira bio-esfera foi construída pela classe dos oficiais de seres reptilianos e eles foram os primeiros a ficarem aqui.





[texto] Traduzido por Thiago Freitas para Anjo de Luz


ver também Diplomacia Galáctica






Vídeos de uma palestra de


Alex Collier


Fonte: Recebido por e-mail de Paulo Fradinho

*

Alex Collier : Entrevista por Shinydemise




entrevista realizada pelo Nebiros =) do Canal ShinyDemise e do site ShinyDemise Project e a quem devo agradecer não só pelo trabalho maravilhoso que ele realiza mas pelos conselhos inestimáveis. Nesta entrevista ele fala com Alex Collier sobre a mudança da consciência, fala sobre Jesus Cristo, fala sobre 2013, fala sobre sexo na perspectiva de outras raças, sobre Nibiru e sobre Alex Joens.


se ainda não visitaram o site, façam uma visita!


http://www.shinydemise.com/


canal no youtube: www.youtube.com/shinydemise



Alex Collier 2: Os Annunaki - Entrevista por: Shinydemise
http://www.youtube.com/watch?v=itU15QgWWx8

 
Alex Collier 3: ETs Benévolos e Malévolos - Entrevista por: Shinydemise
http://www.youtube.com/watch?v=Qfdwyb00yVQ&NR=1

Alex Collier 4: 2012 NÃO SERÁ O FIM - Entrevista por: Shinydemise
http://www.youtube.com/watch?v=tVQ3qDheVrM&NR=1

Alex Collier 5: Velha Nova Ordem Mundial
http://www.youtube.com/watch?v=kk1GKBc_Wx0

*


publicado por conspiratio às 21:35
link do post | comentar | ver comentários (3) | favorito
 O que é? |  O que é?
Terça-feira, 15 de Dezembro de 2009

ATO MÉDICO: UM ATO INSENSATO

*

Até parece que o nosso falido sistema de saúde vai dar conta de mais este encargo... Até parece que isso vai melhorar a qualidade de alguma coisa, já que a própria medicina não consegue cuidar nem se si mesma...


Texto disponível na página principal do Sindicato dos Psicanalistas do Estado de São Paulo, http://www.sinpesp.com.br/




http://www.sinpesp.com.br/index2.php?option=com_content&do_pdf=1&id=930  




ATO MÉDICO O "ACTING OUT" DA MEDICINA


No dia 21 de outubro de 2009, foi aprovado na Câmara dos Deputados o projeto de lei 25/2002, conhecido como Ato Médico. Hoje o projeto está tramitando no Congresso Nacional, fase em que não mais pode ser modificado, só podem ser suprimidos artigos, ou seja, se for aprovado da maneira que está, prejudicará 18 categorias profissionais (Psicólogos, Farmacêuticos, Fisioterapeutas etc).


O projeto se apresenta como um processo de regulamentação da medicina o que consideramos um legitimo direito, mas as entrelinhas deste projeto acabam com a autonomia de outras profissões. Viola, ainda, o direito individual de cada de cada cidadão constituindo um Monopólio Corporativista, garantindo por lei uma reserva desleal de mercado.


Com um discurso demagogo, Deputados e representantes da medicina tentam passar a população apenas a "necessidade de regulamentação", alegando serem regras para preservar a saúde do indivíduo e evitar o mau uso da medicina. Somos favoráveis à regulamentação, pois a saúde requer cuidados urgentes - nossa saúde esta doente. Mas para tanto, é necessário o Respeito e Ética. Deve-se respeitar, sobretudo, o direito individual garantido pela Constituição Federal. Este projeto é uma violência ética contra milhares de profissionais e com o direito de escolha da população Brasileira.


O projeto reza pela privação de direito aos médicos de diagnosticar, elaborar laudos e proceder ao encaminhamento para outros profissionais da saúde, como se fossem as detentoras do saber absoluto, onipotências autorizadas pelo Estado Maior. Todos os outros profissionais da saúde serão submetidos à sua vontade, à sua lei. Isto nos remete, psicanaliticamente, ao "pai da Horda Primitiva", o grande pai que tem todos os direitos - e seus filhos nenhum. Isto faz com que os filhos se revoltem e resolvam "matá-lo", pois só assim poderiam constituir sua família e estar em sociedade. Para manter esta sociedade, esses filhos fizeram um pacto: todos deveriam cumprir a lei contra o incesto e a violência entre familiares. O que vemos hoje, na sociedade pós-moderna, é a quebra constante deste pacto, o que coloca em risco a existência humana.


O que a medicina está fazendo, sacramentada pela Câmara dos Deputados, é uma violência totêmica. Isto vai resultar em graves riscos ao sistema de saúde publica - que já está um caos - e a toda população Brasileira.


A medicina está psiquicamente doente e precisa imediatamente de uma reavaliação moral e ética. E não é por uma lei estabelecida por 300 deputados (contra o já comprovado, por abaixo assinado, de mais de um milhão de assinatura contrárias a este Ato), que a medicina vai reconquistar o patamar da respeitabilidade da qual ela merece.
É necessário que se tenha uma ATITUDE ÉTICA e não um ato de lei imposto "goela abaixo", pois isto só reforça a hipótese de que a medicina esteja muito doente.


O que estou dizendo é de conhecimento publico, pois a mídia não se cansa de divulgar atrocidades cometidos por médicos e pelos serviços públicos da saúde.


Vamos relembrar alguns atos recentes, como o do Dr. Roger Abel Massih, manchete de todos os jornais e televisão – janeiro de 2009 – médico abusou sexualmente de 56 mulheres. A mais de dois anos atrás: Dr. Paulo Eugênio Chipkevittch, renomado médico formado pela USP, abusava de meninos de 10 a 16anos, comprovado pela gravação de 35 fitas de vídeo, gravadas pelo próprio médico. Dr. Jorge Farah que mata e esquarteja a paciente. A nível Internacional, 1998, na Inglaterra – Dr. Harald Sppnom acusado de matar 215 pacientes.


A mídia nos mostra constantemente que continuam ocorrendo mortes por falhas medicas, crianças que morrem em hospitais por falta de cuidados, crianças que são raptadas dentro de hospitais, pacientes que morrem por contaminação hospitalar e assim por diante.


E o que esta acontecendo?
Será que é só reflexo do sistema de saúde publica ou da formação médica? Pensamos que o medico existe enquanto pessoa biológica, e psíquica. Não sendo só um ser biológico nem só intelectual a escolha de sua profissão tem uma representação emocional mesmo que não o saiba. O MÉDICO TAMBÉM É HUMANO, NÃO É DEUS, e tem questões emocionais, como vimos acima.


Diante de todos os fatos acima comentados, como resolver a questão da saúde por um ato de lei arbitrário? Então, pergunto: É um ato ou um acting out?
Acting out – um ato movido por uma representação de caráter inconsciente. É proveniente de impulsos agressivos.


Isto nos deixa preocupados com o caminho que a medicina, no Brasil, vem tomando. Somos favoráveis a um movimento interdisciplinar das categorias de saúde, onde estas categorias se relacionam para buscar uma condição de melhoria para a saúde física, psíquica, e para o bem estar do paciente.


Mas não existe dialogo onde uma ciência "medicina" denomina–se como "O Saber Absoluto" - isto é, patológico.


Mediante aos fatos apontados, a Diretória do Sinpesp – Sindicato dos Psicanalistas do Estado de São Paulo, posiciona-se contrariamente ao Projeto de Lei, e convoca todos os Filiados para se unirem neste luta.


Entrem no site http://www.crefito.com.br:80/app/atomedico/escolhedepto.htm  e mostre sua posição contraria, precisamos de um milhão de assinaturas, divulguem este trabalho em prol da saúde Brasileira e da liberdade de direitos.



publicado por conspiratio às 15:22
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
 O que é? |  O que é?
Domingo, 13 de Dezembro de 2009

O FAZEDOR DE CHUVA


CLOUDBUSTER - no youtube

http://www.youtube.com/watch?v=szt4qhUhwnI  


Palavras-chave:


Cloudbuster Wilhem Reich Orgón Orgonite Caja Orgónica

*

publicado por conspiratio às 18:13
link do post | comentar | favorito
 O que é? |  O que é?

UFOS, VIAGEM NO TEMPO, ETC - PROJETO CAMELOT ENTREVISTA DAN BURISH

*
Project Camelot entrevista Dan Burisch


1 - http://www.youtube.com/watch?v=kjmcI8E-oGo


2 - http://www.youtube.com/watch?v=CUd2GFDhgeo&NR=1


3 - http://www.youtube.com/watch?v=ltpaL70Kfa0&NR=1


4 - http://www.youtube.com/watch?v=_EKhzmGyXIs&feature=related


5 - http://www.youtube.com/watch?v=T2aErivuKA0&feature=related


http://www.youtube.com/user/deusmihifortis#p/search


Texto de :


http://pistasdocaminho.blogspot.com/2009/11/uma-historia-estranha-e-dan-burish-ex.html


Uma história estranha e Dan Burish, ex- MJ-12


segunda-feira, 30 de novembro de 2009


A entrevista do Projeto Camelot com Dan Burisch, microbiólogo do MJ-12, agência secreta criada para investigar o fenômeno OVNI, criar tecnologia a partir de OVNIs resgatados e desenvolver novas tecnologias a partir da interação com EBEs (entidades biológicas extra-terrestres), É SIMPLESMENTE A MAIS INCRÍVEL QUE JÁ ASSISTI ATÉ AGORA. Eu disse incrível não por que ache que seja ficção ou verdade, mas simplesmente pela natureza dos relatos vindos de um cientista que esteve por dentro dos projetos secretos negados sistematicamente pelo governo dos EUA, relatos que coincidem com outros de pessoas que estiveram em condições semelhantes. É uma entrevista em 12 partes, legendadas em espanhol, eis aqui como aperitivo as duas primeiras.




Serão essas pessoas (Dan Burisch, Alex Collier, David Icke, David Wilcock, Bárbara Marciniak, Jane Roberts, Bob Dean e tantos outros) completos pirados, viciados em "tarja preta alienígena"...risos? No, no lo creyo, pero los otros dicen que si...




O que ganham essas pessoas que colocaram sua reputação, imagem e cabeça à prêmio?




A ESTRANHA HISTÓRIA DE J-ROD UM EBE




Quando eu primeiro ouvi falar de Bill Uhouse, um engenheiro mecânico aposentado de Las Vegas, contar sua história de ter estado envolvido em engenharia de tecnologia reversa em certa instalação do governo, eu fiquei surpreso e confuso. Fiquei surpreso porque ele indicou que o grande chefe do projeto era uma entidade biológica extraterrestre que ele conhecia como J-Rod que supostamente havia chegado a Terra em 1953. Segundo uma outra fonte chamada BJ, foi discutido posteriormente neste artigo, o " J" e o "Rod" serem derivados das primeiras tentativas de estabelecer comunicação entre a entidade biológica extraterrestre, o EBE, e os cientistas americanos que privavam do contacto com o EBE . Desde a divulgação do Documento de Instrução do MJ-12 de Eisenhower no início dos anos de 1980, o termo EBE tem se tornado de uso popular para designar o diminutivo, os humanóides de cor cinza associados aos discos acinzentados. Uma outra variante de pronúncia é Eben, usada pelo físico Paul Bennewitz e outros. Alguns implicam que os Ebens eram também uma classe de EBEs com certas características físicas distintas e dita estar trabalhando com nossos cientistas militares e engenheiros em vários projetos. Segundo BJ, nenhuma linguagem para funcionar como interface com o EBE existia em 1953, e assim uma série de símbolos foram mostrados para testar sua reação. Alguns símbolos pareciam-se com letras e outros eram formas geométricas. O primeiro símbolo que o EBEN apontou parecia um "J." O outro era uma "barra inercial" que parecia um bastão. Assim, os humanos o chamaram "J-Rod." Eu fiquei confuso porque imaginei o porque ele estava revelando a informação concernente a uma operação altamente classificada e estava também cético sobre um outro interno com histórias sobre a Área 51 e S-4.




Kingman, Arizona 1953




O engenheiro Bill Uhouse afirma que houve a queda de uma aeronave EBE perto de Kingman, Arizona em 1953 e que quatro entidades sobreviveram. Isto teria sido seis anos depois das famosas quedas e recuperações de Roswell de uma "nave interplanetária de origem desconhecida". Em Kingman, segundo Uhouse, dois Ebens incapacitados e outros dois que estavam em boas condições foram recuperados por unidades do governo americano especialmente treinado para estas missões de resgate. Os dois não humanos em boas condições foram permitidos reentrar na nave e as entidades incapacitadas foram levadas a uma específica instalação médica. Ele também afirma que a equipe de recuperação que tinha entrado na nave para inspecioná-la ficou com uma misteriosa doença.




A nave foi carregada a bordo de um trailer e levada para a área de testes de Nevada ao norte de Las Vegas. Bill Uhouse afirma que os eventos em Kingman eventualmente resultaram no projeto que o emprega para desenhar e construir um simulador de vôo que nossos aviadores pudessem usar para aprender como pilotar um disco. Bill afirma que encontrou um dos aliens que aparentemente supervisionava este projeto e que era conhecido como J-Rod . Bill disse que trabalhava em Los Alamos e Área 51. Bill conta uma história fascinante e isto teria permanecido apenas uma história até ler sobre um documento que se propõe ser um papel técnico sobre amostras de tecido retiradas de um EBE conhecido como AQ-J-ROD. BJ diz que "AQ" significa Projeto Aquários sob o grupo Majestic -12 criado pelo Presidente Harry S. Truman em 1947 e destinado à pesquisa de discos acidentados e corpos não humanos que tinham caído na América na década de 1940.




J-Rod, Conselheiro Técnico, Área de Testes de Nevada




Em visitas ao simulador de vôo, Bill Uhouse ocasionalmente veria quem agia como conselheiro técnico para o programa ultra-secreto no qual Bill trabalhava. Era J-Rod, um típico EBE de pele cinza, sem pelos e sem expressões faciais. Ele tinha grandes olhos que são típicos destas criaturas. Diz-se ter 200 anos, sofrendo de deterioração celular e ainda localizado em Papoose S-4, Área 51 em Nevada. Mas não posso confirmar isso. Segundo Bill Uhouse, a coisa engraçada era como ele usava calças humanas e uma camisa solta. Seus pés eram diferentes, mas não sei de que forma. Suas mãos de quatro dedos eram longas.




Nota :- Editorial Note de EARTHFILES A Repórter e Editora Linda Moulton Howe: Em setembro de 1998, uma fonte que eu entrevistei longamente que deseja ser chamada simplesmente de "Kewper" me disse que trabalhou em C-A e Ar-y Signal Corps entre 1956 e 1960. Ele estava estacionado em uma escola do exército que ensinava criptação no sudeste americano. Seu supervisor pediu a Kewper para se juntar a um grupo CI altamente classificado para analisar fotografias, desenhos, documentos e outras evidências de todo o mundo relacionadas à presença de uma inteligência não humana. Kewper disse que em agosto de 1958, ele, seu chefe e outros cinco colegas voaram para a base da força aérea de Nellis , Nevada para um encontro com um coronel da força aérea em uma área construída nas montanhas Papoose perto de Groom Lake chamada S-4. Lá, o grupo não apenas viu sete naves redondas dentro de uma área oca das montanhas Papoose , mas foram levados a um escritório para tentar se comunicar telepaticamente com um não humano grey trabalhando de alguma forma com o governo americano.




BJ, Dr. Dan Burisch a as amostras de tecido de J-Rod




Enviei uma cópia do documento que recebi referente a J-Rod para um contacto meu em Las Vegas conhecido como BJ. Ela tinha trabalhado com o amigo dela, Dr. Dan Burisch, sobre objetos anômalos que apareciam em imagens de Marte, especialmente em uma área conhecida como "Inca City." Parece que anteriormente Dan tinha trabalhado na supersecreta S-4 como Dr. Danny Benjamin Cain, um microbiologista que tinha tomado amostras de tecido de um EBE. Ele foi listado no documento que recebi como Danny Benjamin Cain, Ph.D. (Capitão, marinha dos EUA, N.R.L.) Líder de Grupo de Trabalho, Projeto Aquários, R-4800, Papoose Site 4.




Nas palavras de BJ, "quando confrontado com a evidência , Dr. Burich se tornou altamente defensivo, mas mais tarde admitiu que de fato tinha estado envolvido com experimentos com tecidos de uma natureza "desconhecida" que por fim se provaram ser de uma fonte alien. Foi também confirmado que o material da fonte alien foi obtido de uma entidade biológica extraterrestre hospedada profundamente sob a base", em uma instalação segura que parecia uma esfera ou câmara arredondada como uma bola. Porque? Não sei. Esta revelação desencadeou uma série de problemas: nossas comunicações pela Internet e pelo telefone foram monitoradas repentinamente e sofreram interferência. A fonte desta interferência foi por último, determinada ser antigos empregadores do Dr. Burich lá de cima que estavam monitorado tudo que Dan dizia por medo que ele pudese divulgar informação sensível. Ele recebeu visitas de ameaça e intimidação de representantes de seus antigos empregadores em sua casa e trabalho como um aviso para não falar mais nada sobre o assunto. Segundo BJ, o Dr. Burisch teve até mesmo a mão quebrada e a memória alterada de forma a não se lembrar coisa alguma sobre S-4 e J-Rod. Mas um documento tinha vazado da Área-51 contendo a assinatura do Dr. Dan Crain e descrevendo em grandes detalhes a natureza dos experimentos que estavam ocorrendo na instalação de laboratório sob a Área-51 - experimentos que Dan não falaria sobre. Este documento indica que o Dr. Dan Burisch (que teve seu nome legalmente alterado para Crain em meados dos anos de 1990) era o cientista responsável por entrar na "esfera limpa" e tomar mais de 200 amostras de tecidos de um ser alien alojado lá e para ajudar a coordenar a pesquisa do DNA alien. Os conteúdos deste documento são de arrepiar. Descreve, em grande detalhe os tipos de preparações de tecido necessárias para a propagação do tecido alien e o uso de DNA humano retirado de cadáver para tentar reparar uma falha neural entre os aliens que era pensada ser genética. Também discute a unânime desaprovação da equipe de engenharia reversa genética sendo realizada [pela autoridade de quem?] que poderia ter o intento de intercruzamento de humano e alien para aparentemente revitalizar a espécie.




Trechos deste documento vazado da Área 51 e assinado pelo Dr. Dan Crain aka Dr. Dan Burisch. "Este documento (identificado como Q-94-109A) é roteado para as próprias autoridades de direito a nível de MAGIC do Comando Espacial Naval, de acordo com o UNOST (adotado em 19 de dezembro de 1966: entrado em vigor em 10 de outubro de 1967)... os conteúdos deste relatório são para serem vistos como relatório final (spec. K-24) do Principal Investigador, Líder de Grupo de Trabalho (R-4800, Occupant Papoose Site 4). "Os resultados da experimentação IN VITRO sob o Projeto Aquários dirigido peloNSA/NSC (Amostra por Avulsão Aspiratória de subtegumento Neuronal Subsecção King-35 {K-24, Extraterrestrial Biological Entity {EBE} também conhecida como 'AQ-J-Rod' {JR}) são aqui relatados”.




O relatório continua para afirmar: "...metodologia necessária a introdução do investigador principal na esfera limpa pressurizada, que constituiu um I.G.A. - declarado "Contacto Imediato Extraterrestre (E.C.E.), Classe IV.c." Sob a seção intitulada "ORDEM", o propósito do estudo principal foi explicado: 'determinar, para uma certeza científica, as razões para in vivo reparar a falência neuronal, nas extremidades dendríticas terminais, de um conjunto de amostras celulares, in vitro. Classificar tais razões, funcionalmente, para determinar os mecanismos de tal falha, então isolar as mais prováveis condições celulares pré existentes para permitir a apropriada regeneração" (isto parece indicar que o estudo foi realizado para tentar entender porque a fisiologia alien não estava se auto reparando - ao menos no tecido neural - no modo que deveria .) O relatório continua.... [as amostras de tecido que foram retiradas do EBE foram desenvolvidas em um meio de agar] "igual combinações de desoxilato dictostélio pressurizado em 10.000/100.000 (%) e acetato de glicose."




Este meio produziu as mais altas taxas de crescimento celular, fibrilar . O relatório continua para dizer que "os protocolos nominais de contaminação-restrição foram seguidos" e então citou " contaminação cruzada protocolo 6, N.R.L., Documento Número Q-93-016B para orientação de procedimento. "




Breve História de alegados Visitantes Eben




EBE-1 foi supostamente retirado vivo de um dos discos acidentados de 1947 e foi alojado em cativeiro em uma área subterrânea dos laboratórios de Los Alamos, Novo México. EBE-1 morreu de causas desconhecidas em 18 de junho de 1952.




J-ROD foi alegadamente recuperado de um disco acidentado perto de Kingman, Arizona e levado para a área de testes de Nevada e Área 51, S-4, Groom Lake a o complexo de desenvolvimento de pesquisa nas montanhas Papoose. Alguns internos tem implicado que J-Rod pode ter sido parte da equipe EBE-3, mas penso que ele chegou separadamente depois do acidente perto de Kingman, Arizona em 1953.




EBE-2 chegou em abril de 1964 para o primeiro pouso oficial para contacto. A localização foi uma área altamente segura chamada de Área 17 em White Sands (não é a base da força aérea de Holloman ) localizada exatamente ao sul do presente sítio de pouso de cápsulas. EBE-2 foi descrito durante uma entrevista de 5 de março de 1983 com um antigo agente da AFOSI em Los Alamos como tendo 4' 9" de altura e um corpo muito pequeno: estava vestido com um estreito macacão justo e tinha quatro dedos e nenhum polegar. A entrevista supostamente aconteceu segundo depois alegados mesmo CI que me foram mostrados por um antigo empregado de Wright-Paterson e Sandia Labs.




EBE-3 veio em uma troca de cientistas em 1978 junto com dois ajudantes. Um ajudante foi designado para Groom Lake e o outro para o laboratório de Los Alamos . EBE-3 era macho e a auxiliar de LANL era fêmea. EBE-3 e seus ajudantes saíram em novembro de 1994.




Aqui você tem isto - uma história maravilhosa e um documento provocante a ser acrescentado a todos os outros que vazaram - , documentos J-12 e do Projeto Aquários . Você pode alegar que é apenas uma história fantástica ou desinformação CI [com que propósito?], mas a verdade é que não sabemos. Os testemunhos em separado e os documentos, precisam de pesquisa posterior e análise. Também precisamos que mais indivíduos voluntariamente se apresentem e dêem seu testemunho e tenham sua história pregressa autenticada pelos pesquisadores se formos dispender esforço adicional em buscar a verdade sobre a presença extraterrestre. Se você tem qualquer mais informação sobre J-Rod e Ebens, por favor entre em contacto com Bill Hamilton em:




skywatcher22@hotmail.com.




Reconhecimentos: Meus agradecimentos a Bill Uhouse, Robert Collins, B.J., e Robert por partilharem a informação sobre J-Rod e os Ebens. E a Linda Moulton Howe e Kewper pela comparação de desenhos do encontro em primeira mão de Kewper em agosto de 1958 em Papoose S-4, Área 51, base da força aérea de Nellis .




fonte: EARTHFILES
publicado por conspiratio às 17:31
link do post | comentar | favorito
 O que é? |  O que é?

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Abril 2014

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30

.posts recentes

. NÃO AO MARCO CIVIL DA INT...

. INVASÃO CUBANA - PROGRAMA...

. PAPA FRACISCO: UM COMUNI...

. GOVERNO TEM PRESSA PARA C...

. FORO DE SÃO PAULO É O PRO...

. Yoani Sanchez dissidente...

. TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO E ...

. NOVA ORDEM MUNDIAL ESTÁ P...

. O DESEJO IRRESPONSÁVEL DE...

. COMUNISMO SE CURA COM VER...

. A HISTÓRIA SECRETA DE ANA...

. A CONSPIRAÇÃO DO FORO DE ...

. A LISTA DE CLINTON - ESTR...

. A EDUCAÇÃO MORREU?

. CAUSAS DO CAOS BRASILEIRO...

. CONSPIRAÇÃO DO FORO DE SA...

. A HISTÓRIA SECRETA DE ANA...

. ABORTISMO SENDO INSTALADO...

. NOVA ORDEM MUNDIAL ESTÁ P...

. TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO,

. O PROBLEMA É O FORO DE SÃ...

. ORVIL - TENTATIVAS DE TOM...

. CONSPIRAÇÃO CONTRA A CIVI...

. RITALINA E OUTRAS DROGAS ...

. O EX-REVOLUCIONÁRIO DOSTO...

. UM POUCO SOBRE ABDUÇÃO E ...

. FINS E MEIOS, BEM E MAL,...

. PRIORADO DE SIÃO E A NOV...

. SE NÃO INVESTIRMOS EM CON...

. CONGRESSO QUER MANDAR NO ...

. COREIA, NOVA ORDEM MUNDIA...

. BLOSSOM GOODCHILD E A NAV...

. AGRICULTOR EM GUERRA CONT...

. CONTRA A CAMPANHA CONTRA ...

. OPRIMIR O CIDADÃO COM LEI...

. MANIPULAÇÕES DA LÓGICA, D...

. EXTINGUINDO A PROFISSÃO D...

. KARL MARX , ADAM WEISHAUP...

. CONTROLE E MAIS CONTROLE ...

. UFO OU MÍSSEL ATINGE "MET...

. LÚCIFER E A REVOLUÇÃO

. HIPNOSE PELA TV - DAVID I...

. FORMAÇÃO DO IMBECIL COLET...

. VOAR É COM OS PÁSSAROS?

. OS BILDERBERGERS/ILLUMINA...

. QUEM MANDA NO MUNDO

. O ILLUMINATI OBAMA SE DÁ ...

. ARIZONA WILDER REFUTA DAV...

. QUEM MATOU AARON SWARTZ?

. AGENDAS DE DOMINAÇÃO GLOB...

.arquivos

. Abril 2014

. Novembro 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Julho 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

.tags

. 3 elites globalistas(6)

. a corporação(9)

. acobertamento(13)

. agenda illuminati(13)

. alex jones(8)

. amor(20)

. animais(29)

. arqueologia proibida(4)

. atenção(7)

. auto-realização(33)

. autoritarismo(7)

. bancos terroristas(8)

. benjamin fulford(5)

. bíblia(7)

. big pharma(12)

. bilderberg(8)

. budismo(24)

. calar a democracia(5)

. censura da internet(15)

. cérebro(22)

. codex alimentarius(15)

. comunismo(13)

. concentração(14)

. consciência(7)

. conspiração(94)

. conspiração antidemocrática(6)

. conspiração financeira(11)

. controle da informação(17)

. controle da internet(22)

. cura(25)

. daskalos(7)

. david icke(9)

. denúncia(10)

. depopulação(6)

. despopulação(8)

. deus(10)

. ditadura(14)

. ditadura através da mentira(6)

. ditadura através da saúde(11)

. documentários ufológicos(7)

. ecologia(35)

. educação(7)

. ego(25)

. engenharia social(9)

. ensonhar(11)

. eqm (experiência de quase-morte)(12)

. extraterrestre interferência(11)

. filosofia(6)

. globalistas(5)

. goldsmith(8)

. google(9)

. governo oculto(31)

. gripe suína(8)

. história(17)

. história da nom(5)

. illuminati(54)

. integração(9)

. internautas conheçam seu poder(6)

. internet censura(11)

. intraterrestres(8)

. jesus(8)

. krishnamurti(13)

. lei cala-boca da internet(5)

. liberdade(8)

. livre-arbítrio(6)

. manipulação da informação(13)

. manipulação da mente(8)

. manipulação das massas(8)

. medicina natural(10)

. mentecorpo(5)

. microchip(7)

. milton cooper(7)

. monsanto(6)

. movimento revolucionário(9)

. neurociência(20)

. nom(43)

. nova ordem mundial(83)

. obama(7)

. olavo de carvalho(31)

. poder da internet(5)

. poder da mente(97)

. poder das farmacêuticas(5)

. política(16)

. predadores da humanidade(16)

. problema-reação-soluçao p-r-s(7)

. profecias(9)

. project camelot(11)

. psicanálise(5)

. pt(9)

. rauni kilde(6)

. realidade(7)

. rockefeller(7)

. saúde(19)

. sonho lúcido(22)

. totalitarismo(9)

. totalitarismo global(9)

. ufo(46)

. universo(16)

. vida(31)

. xamanismo(15)

. todas as tags

.favorito

. NÃO AO MARCO CIVIL DA INT...

. INVASÃO CUBANA - PROGRAMA...

. PAPA FRACISCO: UM COMUNI...

. GOVERNO TEM PRESSA PARA C...

. FORO DE SÃO PAULO É O PRO...

. TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO E ...

. NOVA ORDEM MUNDIAL ESTÁ P...

. COMUNISMO SE CURA COM VER...

. A HISTÓRIA SECRETA DE ANA...

. A EDUCAÇÃO MORREU?

.links

.links

.EXPANDIR A CORRUPÇÃO É ESTRATEGIA REVOLUCIONÁRIA - OLAVO DE CARVALHO

.DAVID ICKE - PROBLEMA-REAÇÃO-SOLUÇÃO - a mais poderosa técnica de manipulação das massas

.EXPANDIR A CORRUPÇÃO É ESTRATEGIA REVOLUCIONÁRIA - OLAVO DE CARVALHO