Terça-feira, 27 de Outubro de 2009

AMMA, SATGURU SRI MATA AMRITANANDAMAYI DEVI

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Um depoimento de Sylvie Shining woman Kuya Karai:

OM NAMO SHIVA YA



Um raio de luz entrou e se espalhou suavemente e intensamente no meio do meu coração. Um brilho diferente envolvendo o meu ser.

Nao é fácil descrever o encontro com uma verdadeira servidora da Grande Mãe, a Emissária das Deusas e dos Deuses, a servente do Criador em todo o seu esplendor e sua graca recoberta por um manto de luz transparente e incandescente flutuando entre o mundo dos Grandes Seres de Luz e o mundo dos humanos.

Falar e partilhar sobre uma Grande e simples Dama não é obra facil, pois em todos os tempos, fomos treinadas a partilhar sobre os deuses conquistando mundos, colonias, povos, culturas, civilizações e não nos lembramos como poderia ser perceber o mundo de uma maneira distinta, com a fluidez dos sentimentos correndo em abundância e vida no decorrer do momento e se instalando em cada um uma nova melodia repleta de doçura, afeto, entrega e abandono.

Há 3 anos atras eu tive a honra e o privilégio de me encontrar pela primeira vez com a Amma. Mulher simples e de uma humilidade que deixa estupefato. Dia e noite trabalhando a servico do Planeta Terra e dos seres humanos servindo, servindo e servindo através do Seu calor, do Seu amor, da Sua graca, da Sua ingenuosidade, da Sua pureza, da Sua grandeza de escolha de alma, da Sua beleza que transporta e que ultrapassa qualquer forma, condição ou limitação.

Mulher divina e sublime, descendente de todas as antigas sacerdotisas de todas as eras, de todos os mundos e de todas as tradições. Ela é um sonho, um sonho de se ver, de se tocar, de se contemplar, de se ouvir e de se elevar ao som do seu coração.

Ela é a Mãe, a Acolhedora, a Curadora, Aquela que guia, que abraça, que lidera, que vê, que observa, que dá e dá e dá sem jamais cansar ou reclamar ou desistir. Dia e noite, Ela aparece do jeito que Ela e, simples, grande, perfeita, aberta, entregue, onipresente em todas as dimensões e em todas as mnanifestações do Criador.

O que me impresiona mais com Ela e o que Ela é e manifesta no aqui e agora para todos nos. Ela é o exemplo de vida e de proteção à esta vida que todos nós devemos re aprender a compreender na sua Essencia. Ela honra e respeita todas as formas de vida, todas as tradições, religiões, povos. Todos são iguais para Ela e jamais terá nenhuma diferença entre ser rico ou pobre, alguém com mais posses ou menos. Ela é responsavel por tudo o que Ela transmita, respira, oferece.

Ela é um grande exemplo para todas as mulheres e Ela ensina com verdade a Sua total compreensao de alma e espirito. Ela é o colo para todos os homens poderem encontrar paz e silencio nos Seus Seios fartos e cheios de esperança.

Ela é uma nova possibilidade de vida para todas os seres pequenos e as crianças adoram estar por perto Dela acariciar o Seu rosto e ser acariciado por Ela.

E quando Ela beija as suas mãos, parece que voce acabou de entrar no reino do Criador na sua infinita compaixão.

Eu reverencio tal Mulher pelo o que Ela é e pelo o que Ela representa para mim e para todas as minhas relações. Eu rezo do fundo do meu ser para que todos e todas, em algum momento, possam se encontrar com essa Grande Mulher que atravessou o mundo comum para alcançar o som do Seu Coração e cantar a Grande sinfonia da Vida para a Paz, a Cura e o amor transcendendo a dor e o sofrimento na alegria e na compaixao do restabelecimento do equilibrio no nosso belo Planeta Terra.

Ela e a representação puríssima do Profundo Feminino e o maior espelho que jamais poderiamos reverenciar e honrar como sendo de fato, o nosso outro Eu Divino.

OM NAMO SHIVA YA

Sylvie Shining woman Kuya Karai
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Estar com Amma é tocar a luz que dança em meio à escuridao
é Kali destruindo os demonios da ignorancia e do sofrimento humano
è o olhar da Grande Mae das Origens em pura compaixao
simplicidade , alegria e beleza
é reerguer dentro de si
as memorias da vida alem de qualquer dualidade
dos prazeres simples
da infinita beleza do aqui e agora
um encontro memoravel
capaz de transformar a nossa consciencia
e a forma como caminhamos sobre o corpo de nossa Mae Terra
é tocar o diamente cristalino de luz que cada ser humano carrega dentro de si
é existir além das palavras , além de qualquer programaçao anterior
é o encontro com o inominavel na forma humana
que possamos novamente ter a honra de recebe-la em terras brasileiras !

Depoimento de Shirley Gomes



Amma no Brasil, 2007, no programa Alternativa Saúde, GNT:

Amma ( Mata Amritanandamayi Devi) in Brazil 2007
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http://www.youtube.com/watch?v=KiiWxB0wOdM&feature=player_embedded#
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http://www.ammabrasil.org/video/gnt.htm

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Sua Biografia e livros em português:
http://www.ammabrasil.org/lojinha/index.htm#livros


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Depoimentos:
http://www.ammabrasil.org/depoimentos/index.htm

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Um filme com a representação de um milagre ocorrido na juventude de Amma:
miracle by Amma
http://www.youtube.com/watch?v=5od7Kk0OmNA


Homenagem:
http://www.youtube.com/watch?v=PeMCKjCyD2s&NR=1

contato:
amma-rj@ammabrasil.org
http://www.ammabrasil.org/
http://www.amritapuri.org/






Aprimeira vez que ouvi falar em Amma, foi na TV através de um reporter, Louis Theroux, que foi à Índia para "testar" os vários ashrans e gurus conhecidos:

“Algo muito estranho aconteceu. Pela primeira vez em toda a viagem, senti que algo havia me tocado de uma forma inexplicável.” Louis Theroux, repórter da série de documentários - produzida pela BBC - “Os estranhos fins de semana de Louis Theroux – Índia”, depois de receber o abraço da Amma.

No Youtube, em inglês:

Louis Theroux meets Amma
http://www.youtube.com/watch?v=yf_vGArzIbE

E ainda:
Louis Theroux - Indian Gurus

1

http://www.youtube.com/watch?v=xCAWd9GEoRE&feature=PlayList&p=54A4BA62A1C9DE0C&playnext=1&playnext_from=PL&index=1

2
http://www.youtube.com/watch?v=PlXLRuN8gNc&feature=PlayList&p=54A4BA62A1C9DE0C&index=2&playnext=2&playnext_from=PL

3
http://www.youtube.com/watch?v=HzvetYIxFcs&feature=PlayList&p=54A4BA62A1C9DE0C&index=3&playnext=3&playnext_from=PL

4
http://www.youtube.com/watch?v=t13oSnOUIaE&feature=PlayList&p=54A4BA62A1C9DE0C&index=4&playnext=4&playnext_from=PL

5
http://www.youtube.com/watch?v=zugkS1RNuTA&feature=PlayList&p=54A4BA62A1C9DE0C&index=5&playnext=5&playnext_from=PL
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Shaktipat


Shaktipat ou Shaktinipata é um termo em Sânscrito que se refere a um ato de um guru ou professor espiritual conferida por um forma de poder espiritual ou despertamento sobre um discípulo/estudante. "Shakti" se traduz como energia e "pat" como toque. Shaktipat pode ser feita por um mestre iluminado ou pela transmissão da palavra sagrada ou mantra, um olhar, um pensamento ou pelo toque. O toque é normalmente feito no ajna chakra ou terceiro olho do discípulo.

As escolas de yoga em que os gurus realizam a pratica de shaktipat incluem:
Siddha Yoga. Neste tipo de yoga, um professor transmite a sua energia espiritual ao buscador pelo métodos mencionados acima.
Bhakti Yoga, O yoga da devoção.
Maha Yoga, um escola que usa o shaktipat como sua principal ferramenta de libertação espiritual. Em algumas tradições, a iniciação no Maha Yoga consiste normnalmente de 3 dias completos recebendo o shaktipat, seguidos de meditação com o guru. Gurus destas linhagens realizam o Shatipat durante uma cerimônia que dura apenas algumas horas.

A autora Barbara Brennan no livro Hands of Light descrive o shaktipat como a projeção da "aura" do guru sobre o discípulo, pela qual o discípulo adquire o mesmo estado mental do guru, sendo importância capital o alto nível espiritual do guru. O fenômeno psicológico do erguer da kundalini naturalmente se manifesta.

Literatura Comparativas do professor
Paul Zweig descrevem a sua experiência ao receber o Shaktipat de Swami Muktananda, publicado na antologia Kundalini, Evolution, and Enlightenment de John White, editor, (ISBN 1-55778-303-9).

Gurus atuais que tenham realizado o shaktipat incluem:
Mata Amritanandamayi, Adi Da, e Shri Anandi Ma.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Shaktipat

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Segunda-feira, 26 de Outubro de 2009

GRANDES PROBLEMAS, PEQUENOS PROBLEMAS

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Grandes problemas, pequenos problemas

Falamos em grandes problemas. E tambem falamos em problemas pequenos.

Muitas vezes identificamos algo como um GRANDE problema.
Mas, depois percebemos que não passava de um problema menor.

O problema em si não mudou. Sua percepção foi o que mudou.

Muitos não se deram conta ainda, mas quando alguem fala em GRANDE problema, ele de fato está vendo a imagem do problema ENORME diante de si, ameçando esmaga-lo. Faz com que ele se sinta pequeno e impotente diante do problema. E geralmente age como se realmente fosse assim. E de fato, terá enormes dificuldades.

Quando alguem fala em um pequeno problma, ele está vendo a imagem do problema pequeno; ele se sente maior que o problema.

O "problema" não existe. O problema está na mente de cada um. Um problema nem é grande, nem é pequeno. Cada um decide ve-lo ENORME ou pequeno.


Cada um pode usar sua mente para se sentir pequeno ou GRANDE diante de seus problemas.


Mizuji Kajii
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ESTRESSE É MORDIDA DE CORDA

Um homem está voltando pra casa e vê uma cobra no meio do caminho. Pra evitar ser mordido, senta-se no chão e fica esperando a cobra ir embora. Espera a noite inteira, mas a cobra não sai do lugar. Pela manhã, resolve atirar uma pedra. Pra facilitar na pontaria, se aproxima. Porém, quanto mais se aproxima, mais percebe que a cobra é, na verdade, um pedaço de corda. Ora, nossos problemas são assim também, cordas que parecem cobras. Estresse é medo de mordida de corda. Por isto, quando encaramos os problemas de frente, a cobra se desintegra e fica só a corda, só o fato. Lembra do filme "A hora do pesadelo"? O Freddy Krueger só é capaz de nos assombrar quando caímos no sonho. Probleeeeema! Gritamos aflitos. Mas gritar não nos retira do pesadelo, pelo contrário, aumenta o terror. Só tem um jeito de sair de um pesadelo, acordando. Só tem um jeito de acordar, encarando os fatos (a vida como ela é). Só tem um jeito de encarar os fatos (a vida como ela é), desistindo da busca pela vida ideal.
http://ferrarinanet.blogspot.com/2011/08/estresse-e-oportunidade.html


Veja também:

MEDITAÇÃO AJUDA A RELATIVIZAR O PROBLEMA

http://holosgaia.blogspot.com/2008/09/meditao-ajuda-relativizar-o-problema.html

publicado por conspiratio às 17:20
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SEGREDO SOBRE UFOS NAS CAIXAS PRETAS

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Da Série "Arquivos Extraterrestres" do "The History Channel".

Segredos de OVNIs das Caixas Pretas - Parte 1
http://www.youtube.com/watch?v=gc0R_rapV68&feature=PlayList&p=5E3FC72340AA5CA3&playnext=1&playnext_from=PL&index=10

Segredos de OVNIs das Caixas Pretas - Parte 2
http://www.youtube.com/watch?v=Ys0wYPE_Ohk&feature=PlayList&p=5E3FC72340AA5CA3&index=11&playnext=2&playnext_from=PL

Segredos de OVNIs das Caixas Pretas - Parte 3
http://www.youtube.com/watch?v=k2zaMq5xNMg&feature=PlayList&p=5E3FC72340AA5CA3&index=12&playnext=3&playnext_from=PL

Segredos de OVNIs das Caixas Pretas - Parte 4
http://www.youtube.com/watch?v=0YN31z_J0r8&feature=PlayList&p=5E3FC72340AA5CA3&index=13&playnext=4&playnext_from=PL

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Sexta-feira, 16 de Outubro de 2009

RAMANA MAHARSHI E OS ANIMAIS

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Assevera-se geralmente que é possível fazer progresso e cumprir todo o karma ao longo de uma vida humana; no entan­to, Sri Bhagavan indicou que também é possível que os animais estejam cumprindo o seu karma. Numa conversa citada neste capítulo ele disse: - Não sabemos que almas poderão estar ocupando estes corpos, e para terminar que parte do seu karma incompleto, estarão procurando a nossa companhia. - Shanka­racharya também afirmou que os animais podem chegar à liberação. Ademais, um dos Puranas conta como o Sábio Jada­Bharata foi assaltado em seu leito de morte por um breve pen­samento do seu veado amestrado e teve de nascer novamente sob a forma de veado a fim de exorcizar este último vínculo.

Sri Bhagavan mostrava a mesma consideração para com os animais que o destino punha em contato com ele e para com as pessoas. E os animais não se sentiam menos atraídos por ele do que as pessoas. Já em Gurumurtam os pássaros e esqui­los costumavam construir seus ninhos em torno dele. Naque­les dias os devotos supunham que ele não tomava conhecimento do mundo, mas na verdade era um arguto observador e falou de uma família de esquilos que ocupava um ninho abandonado por aves.

Sri Bhagavan jamais se referia a um animal no estilo tâmil normal, usando o pronome neutro, mas empregava sempre "ele" ou "ela". - Já deram comida aos rapazes? - decerto estaria se referindo aos cães do Ashram. - Dê a Lakshmi seu arroz imediatamente - e a referência agora era feita à vaca Lakshmi. Era regra corrente no Ashram que na hora das refeições os cães eram os primeiros a ser servidos, a seguir os mendigos que por ventura ali estivessem e por fim os devotos. Conhecedor da relutância com que Sri Bhagavan aceitava qualquer coisa que não fosse partilhada igualmente por todos, surpreendi-me certa vez ao vê-lo comer uma manga entre as refeições; depois com­preendi a razão - a estação das mangas estava começando e ele desejava verificar se estavam suficientemente maduras para serem dadas ao pavão branco que fora enviado pela Marani de Baroda e se tornara seu protegido. Havia também outros pa­vões. Ele os chamava, imitando-lhes a fala, e eles vinham até ele apanhar amendoins, arroz e mangas. No dia anterior à sua morte física, quando os médicos afirmaram que as dores deveriam ser pavorosas, Sri Bhagavan ouviu um pavão gritar numa árvore próxima e perguntou se já havia recebido a sua ração.

Os esquilos costumavam saltar a janela e vir até o seu sofá e ele tinha sempre uma reserva de amendoins para eles. Por vezes entregava a lata de amendoins a algum esquilo visitante e deixava que o animal se servisse à vontade; outras vezes segu­rava na mão uma noz e o animal vinha comer-lhe na mão . Certo dia, quando em virtude do reumatismo e da idade já havia começado a caminhar com auxílio de uma bengala, des­cia os poucos degraus que levavam ao Ashram e um esquilo passou diante de seus pés, perseguido por um cachorro. Ele chamou o cachorro e atirou a bengala entre os dois, mas, ao fazê-lo escorregou e fraturou a clavícula; o cachorro, porém, teve a sua atenção distraída e o esquilo foi salvo.

Os animais sentiam-lhe a Graça. Quando um animal sel­vagem é cuidado por pessoas e volta ao seu meio é invariave!­mente boicotado pelos seus companheiros; mas quando era cui­dado por Bhagavan tal coisa não sucedia. Ao contrário ~ pare­cia que os demais o tratavam com deferência. Os ammais sen­tiam a total ausência de medo e raiva em Bhagavan. Estava sentado na encosta do monte quando uma cobra subiu-lhe na perna. O Sábio não se mexeu nem se alarmou. Um devoto perguntou­-lhe qual era a sensação de uma cobra passar sobre a gente e, rindo ele retrucou: - Macia e fresca. Não permitia que se matassem cobras onde residia. - vie­mos até os seus domínios e não temos o direito de perturba-Ias. Elas não nos incomodam.

E de fato não incomodavam. Certa vez sua mãe ficou ame­drontada quando uma cobra aproximou-se dela. Sri Bhagvan caminhou para o réptil que se voltou e afastou-se. O animal passou entre duas pedras e ele o seguiu; no entanto, a passa­gem terminava de encontro a uma parede de pedra e, não po­dendo fugir, a cobra voltou-se, enrodilhou o corpo e olhou para ele. Ele também encarou-a. Aquilo prosseguiu durante alguns minutos e afinal a cobra desenrodilhou-se e, percebendo que não havia razão para medo, rastejou tranqüilamente para longe, passando bem perto dos pés de Bhagavan.

Certa vez estando sentado com alguns devotos em Skan­dashram, um mangusto correu para ele e saltou-lhe ao colo. - Quem sabe por que veio? - indagou ,Bhagavan. - Não pode ter sido um mangusto qualquer. - Ha um outro caso de um mangusto nada comum relatado pelo Professor Venkatramiah em seu diário. Em resposta a uma pergunta do Sr. Grant Duff, Sri Bhagavan disse:

Foi por ocasião do Arodra Darshan (um festival xi­vaíta). Eu vivia então na montanha, em Skandashram. Fileiras de visitantes vinham da cidade até a montanha e um mangusto, de tamanho fora do comum e matiz dou­rado e não cinzento como de hábito, atravessou destemi­damente por entre a multidão. Pensaram tratar-se de um animal domesticado cujo proprietário estaria entre o povo: O mangusto dirigiu-se diretamente para Palanis­wami que tomava um banho na fonte da Gruta Viru­paksha. Ele acarinhou a criatura. Esta seguiu-o até o interior da gruta, inspecionou todos os recantos da mesma e, a seguir, juntou-se à multidão para chegar até Skan­dashram. Todos ficaram impressionados com o seu aspecto atraente e seus movimentos ousados. O mangusto veio até mim, subiu-me ao colo e descansou algum tempo. Depois levantou-se, olhou em torno e pôs-se em marcha. Percorreu todo o lugar e eu segui-o a fim de evitar que algum visitante descuidado ou pavão o incomodasse. Dois pavões lançaram olhares interrogativos sobre ele, mas o animal deslocou-se calmamente de um lugar para outro até desaparecer por fim entre as rochas do sudoeste do Ashram.

Certa vez Sri Bhagavan estava colhendo legumes para a cozinha do Ashram pela manhã, antes do sol nascer, juntamente com dois devotos. Um destes, Lakshmana Sharma, havia trazido consigo o seu cão - um belo animal, inteiramente branco - e o cão corria alegre pelo lugar sem aceitar a comida que lhe era oferecida. Sri Bhagavan disse: - Vê que alegria ele demonstra? É uma alma elevada que tomou esta forma canina.

O Professor Venkatramiah relatou em seu diário um notá­vel caso de devoção entre os cães do Ashram. Naquela época (1924) havia quatro cachorros no Ashram. Sri Bhagavan afirmou que nenhum deles aceita­ria qualquer comida se ele próprio não partilhasse da refeição. O pândita resolveu tirar a limpo e espalhou comida diante dos cães, mas nenhum destes a tocou. De­pois de algum tempo Sri Bhagavan levou um bocado à boca e imediatamente os animais atiraram-se sobre os ali­mentos e os devoraram.

A ancestral da maioria dos cães do Ashram foi Kamala que veio ainda filhote para Skandashram. Os devotos tentaram afugentá-la, temendo que ela enchesse o Ashram de filhos, mas a cadela recusou-se a ir embora. Na verdade, cresceu uma gran­de família canina, mas todos tinham que ser tratados com igual consideração. Por ocasião da sua primeira cria, Kamala foi banhada, pintada com açafrão da índia, vermelhão na testa e deram-lhe um lugar limpo no Ashram onde ela permaneceu du­rante dez dias com sua prole. No décimo dia sua purificação foi celebrada com as devidas festividades. Era uma cachorra inteligente e serviçal. Sri Bhagavan amiúde a encarregava de acompanhar um visitante num giro pela montanha. - Kamala, leve este forasteiro a passear. - E o animal guiava-o até todas as imagens, piscinas e santuários do monte.

...

Enquanto estava em Skandashram, Sri Bhagavan geralmente se achava ao lado dos cães do Ashram . Quando estes exalavam o seu último suspiro, e providenciava um enterro condigno para o corpo, sendo uma lápide colocada sobre o túmulo. Em anos posteriores, quando os prédios do Ashram já haviam sido erigidos e particularmente quando Sri Bhagavan já não se mostrava tão ativo do ponto de vista físico, os humanos passaram a ter preferência e os devotos animais tornaram-se escassos.

Até os últimos anos os macacos continuaram a vir à jane1a diante do catre de Sri Bhagavan, espiar através das grades. Por vezes viam-se macacas com suas crias nelas agarradas, como se tivessem vindo mostrá-las a Sri Bhagavan, da mesma forma que as mães humanas faziam. Como uma espécie concessão, os criados tinham permissão para enxotá-las, mas não sem antes atirar-lhes uma banana.

Até tornar-se demasiado enfermo, Sri Bhagavan manteve o habtto de passear na montanha todas as manhãs depois de sete horas e, todas as tardes por volta de cinco horas. Certa tarde, ao inves de fazer a curta caminhada de hábito, dirigiu-se a Skandashram. Como nao voltasse na hora costumeira alguns dos devotos foram até o flanco da montanha, ao passo que outros reuniram-se em pequenos grupos, discutindo acerca do paradeiro de Sri Bhagavan, do significado que aquilo poderia ter e que providencias deveriam ser tomadas, enquanto outros ainda permaneceram no saguão, esperando. Um par de macacos veio ter à porta do saguão e, esquecendo o seu temor pelas pessoas, entrou e olhou com ansiedade para o catre vazio.
Depois disso, poucos anos antes que os humanos também perdessem de vista Sri Bhagavan neste mundo, o dia dos ma­cacos terminou. Os tetos de folhas de palmeiras foram amplia­dos, tornando o acesso dos animais difícil para eles e, de qualquer forma, a maioria dos símios foi levada de volta ao jângal ou capturada pela municipalidade e mandada para Os Estados Unidos a fim de ser submetida a experiências.

Desde 1900, ano em que Sri Bhagavan foi morar no monte até 1922, ano em que desceu para o Ashram ao pé do dito monte, grande foi a sua intimidade com os macacos. Ele os observava atentamente, com o amor e a compreensão que um Gnani (Sábio) tem por todos os seres e com aquele agudo senso de observação que era todo seu. Aprendeu a compreender­-lhes os gritos e familiarizou-se com o seu código de conduta e ststema de governo. Descobriu que toda tribo tem seu rei e seu distrito reconhecido e se alguma outra tribo infringir a alguma regra isto significará guerra. Mas antes de começar uma guerra ou declarar a paz um embaixador é enviado de uma tribo para outra. Bhagavan costumava dizer aos visitantes que os maca­cos reconheciam-no como um membro da sua comunidade e aceitavam-no como árbitro em suas disputas.

- Os macacos, via de regra, sabotam um membro do seu clã se este já foi tratado por humanos, mas abrem uma exce­çao no meu caso. Também, quando há incompreensão e briga, recorrem a mim e eu os pacifico, fazendo cessar suas desavenças. Um Jovem macaco foi certa vez mordido por um elemento mais velho do grupo e abandonado nas proximidades do Ashram. O pequeno ser veio mancando até o Ashram na Gruta de Virupaksha, daí, o nome de Nondi (Manco) que lhe demos. Quan­do o seu grupo surgiu, cinco dias mais tarde, viram que ele ha­via sido cuidado por mim mas ainda assim aceitaram-no de volta. Dali em diante passaram a vir todos recolher tudo quanto sobejasse no Ashram, mas Nondi saltava direto para o meu colo. Comia com rigoroso asseio. Quando um prato de arroz era colocado diante dele, comia sem derramar um só grão. Quando acontecia de derramar algo, imediatamente o apanhava e comia, antes de voltar ao que restava no prato.

"Era muito sensível, porém. Certa vez, por alguma razão, derramou comida e eu ralhei com ele ... - Que! Por que está desperdiçando comida? - Prontamente, ele atingiu-me no olho, machucando-me um pouco. Como castigo não lhe dei permissão para subir ao meu colo durante alguns dias, mas a pequena criatura choramingou e implorou com empenho e reconquistou afinal o seu lugar. Aquela foi a sua segunda falta. Na pri­meira ocasião eu levei sua xícara de leite quente aos lábios a fim de esfriá-la para ele, mas o animal se aborreceu e golpeou­-me nos olhos, mas não houve ferimentos sérios e ele logo veio carapitar-se no meu colo, choramingando como a dizer: ­'Perdoe-me - e, por isso, foi perdoado."

Mais tarde Nondi tornou-se rei da sua tribo. Sri Bhagavan contou também o caso de um macaco rei que teve a ousada medida de proscrever dois turbulentos machos da sua tribo. A tribo tornou-se insubordinada e o rei abandonou-a, entrando sozinho no jângal onde permaneceu durante duas semanas. Ao voltar desafiou os críticos e os rebeldes e, tal era a fortaleza que adquirira naquelas duas semanas de tapas (privações) que ninguém ousou aceitar seu desafio.

Foi comunicado certa manhã que um macaco agonizava perto do Ashram. Sri Bhagavan foi ver e tratava-se do rei e o animal foi trazido para o Ashram, apoiado a Sri Bhagavan. Os dois machos proscritos estavam sentados numa árvore das proximidades, observando. Sri Bhagavan mexeu-se a fim de mudar o peso de uma perna para outra e o macaco instintiva­mente mordeu-o. - Tenho quatro dessas marcas produzidas por macacos reis - disse ele certa vez, mostrando a perna. A se­guir, o macaco rei soltou um derradeiro gemido e morreu. Os dois macocos espectadores começaram a saltar e guinchar de dor. O corpo foi enterrado com as honras dispensadas a um sanyasin: foi banhado em leite e depois em água; untado com cinzas sagradas; colocou-se um pano novo sobre o corpo, dei­xando o rosto descoberto e queimou-se cânfora. Foi feito um túmulo nas proximidades do Ashram e sobre este ergueu-se uma lápide.

Conta-se uma estranha história de gratidão entre macacos.
Sri Bhagavan passeava certa vez em torno do sopé da montanha com um grupo de devotos e quando se aproximaram de Pa­chaiamman Koil sentiram fome e sede. Imediatamente uma tribo de macacos trepou às figueiras silvestres à margen da es­trada e sacudiu os galhos, coalhando o leito da estrada de frutos maduros, e ,a seguir fugiu, sem comer nada. Ao mesmo tempo surgiu um grupo de mulheres com jarras de barro contendo água potável.

O mais apreciado de todos os devotos animais de Sri Bha­gavan foi a vaca Lakshmi. Ela foi trazida para o Ashram ainda novilha, em companhia de sua mãe, em 1926, por um certo Arunachala Pillai de Kumaramangalam perto de Gudiyatham e presenteada a Sri Bhagavan. Este relutou em aceitar a dávida, pois não havia na ocasião acomodações para vacas no Ashram. No entanto, Arunachala Pillai negou-se peremptoriamente a levar de volta os animais e um devoto, Ramanath Dikshitar, ofereceu­-se para cuidar deles, de modo que puderam ficar. Diksmtar supriu-lhes as necessidades durante três meses e a seguir as vacas foram deixadas na cidade com alguém que entendia do assunto. Depois de um ano os animais foram trazidos ao Ashram, quando o seu cuidador veio fazer uma visita e ter darshan de Sri Bhagavan. A novilha parece ter sido irresistivelmente atraí­da para Sri Bhagavan e gravado o caminho para o Ashram, pois no dia seguinte voltou sozinha e dali em diante passou a vir todas as manhãs, regressando à cidade apenas à noite. Mais tarde, quando veio morar no Ashram, continuou a procurar Sri Bhagavan, dirigindo-se diretamente para ele sem tomar conhecimento de qualquer outra pessoa, e Sri Bhagavan sempre tinha algumas bananas ou outras guloseimas para ela. Durante muito tempo ela compareceu diariamente no saguão à hora do almoço e o acompanhou até a sala de refeições, e tão pontual­mente que se ele acaso estivesse ocupado com alguma coisa e se demorasse, olhava para o relógio quando a via entrar e cons­tatava que era hora.

A vaca teve um certo número de bezerros, três pelo me­nos no Jayanthi (dia do aniversário) de Bhagavan. Quando se construiu uma cocheira de pedra ou Ashram ficou decidido que Lakshmi seria a primeira a entrar no dia da inauguração, mas no momento azado não foi possível encontrá-la; ela fora deitar­-se ao lado de Sri Bhagavan e não se moveu enquanto ele não veio também, de modo que ele entrou primeiro e ela logo após. Não apenas Lakshmi tinha uma devoção incomum por Sri Bha­gavan como também a Graça e bondade que este tinha por ela eram excepcionais. Em anos posteriores houve numerosas va­cas e muitos touros no Ashram, mas nenhum provocou vínculos tão fortes nem evocou tanta Graça. Os descendentes de Lakshmi continuam lá.

A 17 de junho de 1948, Lakshmi caiu doente e na manhã de 18 de junho parecia estar próximo o seu fim. Às dez horas Sri Bhagavan foi ter com ela. - Amma (mãe) - disse ele ­queres que fique junto de ti? - Ele sentou-se ao lado dela e colocou-lhe a cabeça no colo, olhou-a nos olhos e descansou a mão na sua cabeça, como que a dar-lhe diksha (iniciação). Apertando as bochechas do animal contra o seu rosto, acariciou-o. Contente porque o coração de Lakshmi estava isento de toda vasana (tendência latente) e totalmente focalizado em Bhaga­van, ele pediu-lhe licença e foi à sala de refeições almoçar. Lakshmi manteve-se consciente até o fim; seus olhos estavam calmos. Às onze e meia ela deixou o seu corpo, de forma muito tranqüila. Foi enterrada no Ashram com todos os ritos fune­rários, ao lado dos túmulos de um veado, um corvo e um cão que Sri Bhagavan também fizera enterrar ali. Uma pedra quadrada foi colocada sobre o seu túmulo. Sobre a lápide havia um epitáfio escrito por Sri Bhagavan declarando que ela con­seguira Mukti (Liberação). Devaraja Mudaliar perguntou a Sri Bhagavan se se tratava de uma frase convencional, da mesma forma pela qual a frase de que alguém alcançou samadhi é uma forma polida de dizer que faleceu, ou se se tratava realmente de Mukti. Sri Bhagavan disse que realmente se tratava de Mukti.

Do livro "Ramana Maharshi e o Caminho do Autoconhecimento" , Arthur Osborne - Ed. Pensamento. (Cap. XI)


Ver também:


http://holosgaia.blogspot.com/2008/08/uma-vaca-em-samadhi-em-ingls.html

http://holosgaia.blogspot.com/2008/02/mouni-sadhu-no-ashram-de-ramana.html

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publicado por conspiratio às 18:58
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Quarta-feira, 14 de Outubro de 2009

O VIDENTE FERNANDO PESSOA

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Carta de Fernando Pessoa à tia Anica (1916)


"O fato é o seguinte. Aí por fins de Março (se não me engano) comecei a ser médium. Imagine! Eu, que (como deve recordar-se) era um elemento atrasador nas sessões semiespíritas que fazíamos, comecei, de repente, com a escrita automática. Estava uma vez em casa, de noite, vindo da Brasileira, quando, senti vontade de, literalmente, pegar numa pena e pô-la sobre o papel. É claro que depois é que dei por o fato de que tinha esse impulso. No momento, não reparei no fato, tomei-o como o fato, natural em quem está distraído, de pegar numa pena para fazer rabiscos. Nessa primeira sessão comecei por a assinatura (bem conhecida de mim) ‘Manuel Gualdino da Cunha’. Eu nem longe estava pensando em meu tio Cunha. Depois escrevi umas coisas, sem relevo, nem interesse nem importância.

De vez em quando, uma vezes voluntariamente, outras obrigado, escrevo. Mas raras vezes são ‘comunicações’ compreensíveis. Certas frases percebem-se. E há sobretudo uma coisa curiosíssima - uma tendência irritante para me responder a perguntas com números; assim como há a tendência para desenhar. Não são desenhos de coisas mas de sinais cabalísticos e maçónicos, símbolos do ocultismo e coisas assim que me perturbam um pouco. Não é nada que se pareça com a escrita automática da tia Anica ou da Maria - uma narrativa, uma série de respostas em linguagem coerente. É assim mais imperfeito, mas muito mais misterioso.

[...]

Guardo, porém, para o fim o detalhe mais interessante. É que estou desenvolvendo qualidades não só de médium escrevente mas também, de médium vidente. Começo a ter aquilo a que os ocultistas chamam a ‘visão astral’ e também a chamada ‘visão etérica’. Tudo isto está muito em princípio, mas não admite dúvidas. É tudo, por enquanto, imperfeito e em certos momentos só, mas nesses momentos existe.

Há momentos, por exemplo, em que tenho perfeitamente alvoradas (?) de ‘visão etérica’ - em que vejo a ‘aura magnética’ de algumas pessoas e, sobretudo, a minha ao espelho e no escuro, irradiando-me das mãos. Não é alucinação, porque o que eu vejo outros vêem-no, pelo menos um outro, com qualidades destas mais desenvolvidas. Cheguei, num momento feliz de visão etérica, a ver, na Brasileira do Rossio, de manhã as costelas de um indivíduo através do fato e da pele. Isto é que a visão etérica no seu pleno grau. Chegarei eu a tê-la realmente, isto é, mais nítida e sempre que quiser?

A ‘visão astral’ está muito imperfeita. Mas às vezes, de noite, fecho os olhos e há uma sucessão de pequenos quadros, muitos rápidos, muito nítidos (tão nítidos como qualquer coisa do mundo exterior). Há figuras estranhas, desenhos, sinais simbólicos, números (também já tenho visto números), etc.

E há - o que é uma sensação muito curiosa - por vezes a sentir-me de repente pertença de qualquer outra coisa. O meu braço direito, por exemplo, começa a ser-me levantado no ar sem eu querer. ( É claro que posso resistir, mas o fato é que não o quis levantar nessa ocasião). Outras vezes sou feito cair par um lado, como se estivesse magnetizado, etc.

Perguntará a tia Anica em que é que isto me perturba, e em que é que estes fenómenos - aliás, ainda tão rudimentares - me incomodam? Não é o susto. Há mais curiosidade do que susto, ainda que haja às vezes coisas que metem certo respeito, como quando, várias vezes, olhando para o espelho, a minha cara desaparece e me surge uma face de homem de barbas ou um outro qualquer (são quatro, ao todo, os que assim aparecem).

O que me incomoda um pouco é que eu sei pouco mais ou menos o que isso significa. Não julgue que é loucura. Não é: dá-se até o fato curioso de, em matéria de equilíbrio mental, eu estar bem como nunca estive. É que tudo isto não é vulgar desenvolvimento de qualidades de médium. Já sei o bastante das ciências ocultas para reconhecer que estão sendo acordados em mim os sentidos chamados superiores para um fim qualquer que o mestre desconhecido, que assim me vai iniciando, ao impor-me esta existência superior, me vai dar um sofrimento muito maior do que até aqui tenho tido, e aquele desgosto profundo de tudo o que vem com a aquisição destas altas faculdades. Além disso, já o próprio alvorecer dessas faculdades é acompanhado duma misteriosa sensação de isolamento e de abandono que me enche de amargura até o fundo da alma. Enfim, será o que tiver de ser.

Eu não digo tudo, porque nem tudo se pode dizer: Mas digo o bastante para que, vagamente, me compreenda.

Não sei se realmente julgará que estou doido. Creio que não. Estas coisas são anormais, sim, mas não antinaturais."

Fonte:
http://br.groups.yahoo.com/group/zen_vergonha/


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publicado por conspiratio às 20:31
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A INFLUÊNCIA DA MENTE NO ENVELHECIMENTO (E DESENVELHECEMENTO)

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Do Vitalvotes do Dr. Mercola
http://blogs.mercola.com/sites/vitalvotes/default.aspx

Um experimento impressionante foi apresentado que nosso estado mental pode realmente mudar nossa idade efetiva. Ellen Langer, psicologista de Harvard, realizou um estudo alguns anos atrás com um grupo de homens idosos. Ela reformou e isolou um hotel antigo em New England e que dito que todo o sinal visual era de 20 anos antes. Foi dito aos homens a não relembrar o passado, mas agir como se eles tivessem viajado no tempo.

As descobertas foram surpreendentes - depois de uma semana, os homens no grupo experimental ganharam mais flexibilidade nas juntas, aumentaram a destreza e reduziram a artrite em suas mãos. A acuidade mental cresceu de forma mensurável e eles ainda melhoraram a postura e o modo de andar. Observadores externos os quais foram mostradas as fotografias dos homens julgaram estes serem mais jovens que o grupo de controle. Em outras palavras, o processo de envelhecimento foi de algum modo revertido.

Segundo a teoria de Langer, argumentada em seu novo livro "Counterclockwise" é que todos são vítimas de seus próprios estereótipos sobre envelhecer e de saúde. As pessoas, sem perceber, aceitam exemplos culturais negativos sobre idade avançada e envelhecer, e estas formas, autoconceitos e comportamentos.

Você está rodeado todos os dias por sinais sutis que envelhecer é um período indesejado de declínio. Estes sinais fazem com que fique difícil envelhecer de forma elegante. Com um pouco de cuidado, você poderá ser capaz de reverter o processo e acordar sentindo-se 20 anos mais jovem.



Texto original do qual foi traduzido este artigo:


An astonishing experiment has shown that your mental state can actually change your effective age. Harvard psychologist Ellen Langer performed a study some years ago with a group of elderly men. She retrofitted an isolated old New England hotel so that every visible sign said it was 20 years earlier. The men were told not to reminisce about the past, but to actually act as if they had traveled back in time.

The findings were stunning -- after just one week, the men in the experimental group had more joint flexibility, increased dexterity and less arthritis in their hands. Their mental acuity had risen
measurably, and they had improved gait and posture. Outsiders who were shown the men's photographs judged them to be significantly younger than the controls. In other words, the aging process had in some measure been reversed.

Langer’s theory, argued in her new book "Counterclockwise," is that everyone is a victim of their own stereotypes about aging and health. People mindlessly accept negative cultural cues about disease and old age, and these cues shape self-concepts and behavior.

You are surrounded every day by subtle signals that aging is an undesirable period of decline. These signals make it difficult to age gracefully. With a little mindfulness, you just might be able to
reverse to process and wake up feeling 20 years younger.

--

From: "Origami Zen"

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Mais em:

http://www.desenvelhecimento.com.br/port/index.php?secao=3&tema=3&cod_artigo=3

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publicado por conspiratio às 16:30
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Terça-feira, 13 de Outubro de 2009

O PONTO SEM RETORNO

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Os sinos de plena consciência


Os sinos de plena consciência estão nos chamando, tentando nos acordar, nos lembrando para olharmos profundamente para nosso impacto no planeta.

Os sinos de plena consciência estão soando. Por toda a Terra estamos experimentando enchentes, secas e incêndios florestais massivos. O gelo está derretendo no Ártico e furacões e ondas de calor estão matando milhares. As florestas estão desaparecendo rapidamente, os desertos estão crescendo, espécies estão se extinguindo cada dia, e mesmo assim continuamos a consumir, ignorando o soar dos sinos.

Todos sabemos que nosso belo planeta verde está em perigo. Nossa maneira de caminhar na Terra tem uma grande influência nos animais e plantas. Mesmo assim, agimos como se nossa vida diária não tivesse nada a ver com a condição do mundo. Somos como sonâmbulos, sem saber o que estamos fazendo ou o que estamos enfrentando. Se podemos acordar ou não depende de podermos andar em plena atenção na Mãe Terra. O futuro de toda vida, incluindo a nossa, depende de nossos passos em plena consciência. Temos que ouvir os sinos de plena consciência que estão soando por todo o planeta. Temos que começar a aprender como viver de modo que um futuro possa ser possível para nossos filhos e netos.

Tenho sentado com o Buda por muito tempo e o consultei sobre a questão do aquecimento global, e o ensinamento do Buda é muito claro. Se continuarmos a viver como temos vivido, consumindo sem pensar no futuro, destruindo nossas florestas e emitindo perigosas quantidades de dióxido de carbono, então uma mudança de clima devastadora será inevitável. Muito de nosso ecossistema será destruído. O nível do mar subirá e as cidades costeiras serão inundadas, forçando a centenas de milhões de refugiados saírem de suas casas, criando guerras e um repentino aumento de doenças infecciosas.

Precisamos um tipo de despertar coletivo. Há entre nós homens e mulheres que estão despertos, mas não é suficiente. A maioria das pessoas ainda está dormindo. Construímos um sistema que não podemos controlar. Ele se impõe a nós, e nos tornamos escravos e vítimas. Para a maioria de nós que quer uma casa, um carro uma geladeira, uma televisão e assim por diante, é necessário sacrificar nosso tempo e vidas em troca. Estamos constantemente sob pressão do tempo.

Nos tempos antigos, poderíamos gastar três horas para beber uma xícara de chá, desfrutando a companhia de amigos em uma atmosfera serena e espiritual. Podíamos organizar uma festa para celebrar o desabrochar de uma única orquídea em nosso jardim. Mas hoje não podemos nos dar ao luxo de ter essas coisas. Dizemos que tempo é dinheiro. Criamos uma sociedade na qual os ricos se tornam mais ricos e os pobres mais pobres, e na qual somos capturados por nossos problemas imediatos e não podemos nos dar ao luxo de estarmos conscientes do que está acontecendo com o resto da família humana ou nosso planeta Terra. Em minha mente vejo um grupo de galinhas em uma gaiola disputando poucas sementes de grão, inconscientes que em poucas horas todas elas serão mortas.

As pessoas na China, Vietnã e em outros países em desenvolvimento ainda estão vivendo o “sonho americano”, como se este sonho fosse o objetivo último da humanidade – todos terem seu próprio carro, conta no banco, telefone celular e televisão. Em 25 anos a população da China será de 1,5 bilhão de pessoas, e se cada um deles quiser seu próprio carro, a China precisará de 99 milhões de barris de petróleo todo dia. Mas a produção mundial é de 84 milhões atualmente. Portanto o sonho americano não é possível para as pessoas da China, Índia ou Vietnã. O sonho americano nem mesmo é mais possível para os americanos. Continuamos a viver assim. Não é uma economia sustentável.

Temos outro sonho: o sonho da irmandade, da bondade amorosa e da compaixão. Este sonho é possível exatamente aqui e agora. Temos o Dharma, temos os meios, e temos bastante sabedoria para sermos capazes de viver este sonho. Plena consciência está no coração do despertar, da iluminação. Praticamos respirar para sermos capazes de estar aqui no momento presente de forma que possamos reconhecer o que está acontecendo em nós e ao nosso redor. Se o que estiver dentro de nós for desespero, temos que reconhecer isto e agir imediatamente. Podemos não querer nos confrontar com esta formação mental, mas é uma realidade e temos que reconhecê-la de forma a transformá-la.

Portanto não temos que afundar no desespero sobre o aquecimento global: podemos agir. Se apenas assinarmos uma petição e esquecermos sobre o assunto, não ajudará muito. Ação urgente deve ser tomada no nível individual e coletivo. Todos temos grande desejo de ser capazes de viver em paz e ter sustentabilidade ambiental.

O que a maioria de nós ainda não tem são meios concretos de fazer nosso comprometimento para a vida sustentável uma realidade em nossas vidas. Não nos organizamos. Não podemos apenas culpar nossos governantes e corporações pelos compostos químicos que poluem nossa água potável, pela violência na nossa vizinhança, pelas guerras que destroem tantas vidas. É hora de cada um de nós acordar e agir nas nossas vidas diárias.

Testemunhamos violência, corrupção e destruição ao nosso redor. Todos sabemos que as leis que existem não são fortes o suficiente para controlar a superstição, crueldade e abusos de poder que vemos diariamente. Apenas fé e determinação podem evitar que caiamos no desespero.

Budismo é a mais forte forma de humanismo que temos. Pode nos ajudar a viver com responsabilidade, compaixão e bondade amorosa. Cada praticante budista deveria ser um protetor do ambiente. Temos o poder de decidir o destino de nosso planeta. Se despertarmos para nossa verdadeira situação, haverá uma mudança na nossa consciência coletiva. Temos que fazer algo para acordar as pessoas. Temos que ajudar o Buda a acordar as pessoas que estão vivendo num sonho.


(Do livro “The world we have” – Thich Nhat Hanh)

(Traduzido por Leonardo Dobbin)

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publicado por conspiratio às 15:50
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OBEDIÊNCIA E TOTALITARISMO

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"Perigos da obediência"

Livro e filme retratam como a sociedade administrada e a manipulação da linguagem desenvolvem no indivíduo o ódio pelo outro

RENATO MEZAN
COLUNISTA DA FOLHA

Teria o mês de setembro alguma afinidade secreta com a violência? Diante do número de matanças que ocorreram ou começaram nele, poderíamos brincar com a ideia: em 2001, os atentados de Nova York; em 1939, o início da Segunda Guerra; em 1970, o massacre dos palestinos na Jordânia (o "Setembro Negro"); em 1792, grassa o Terror em Paris, que deu origem aos termos "septembriser" e "septembrisade", significando "massacre de opositores" -e haveria outras a lembrar.

Nesse setembro de 2009, um filme -"A Onda" [em cartaz em SP]- e um livro -"LTI - A Linguagem do Terceiro Reich" [de Victor Klemperer, trad. Miriam Bettina Paulina Oelsner, ed. Contraponto] nos convidam a refletir sobre a facilidade e a rapidez com que a violência se alastra, fazendo com que pessoas comuns se convertam em sádicos ferozes.

O primeiro transpõe para a Alemanha atual um fato que teve lugar em 1967, na cidade de Palo Alto [EUA]. Querendo mostrar a seus alunos como o fascismo se apoderou das massas nos anos 1930, um professor põe em prática um "experimento pedagógico": durante uma semana, organiza com eles o núcleo de um movimento ao qual dão o nome de "Terceira Onda".

Sem lhes contar que ele só "existe" na escola, vai treinando-os com as técnicas consagradas pelo totalitarismo: exercícios de ordem unida, uniformes, adoção de um símbolo e de uma saudação etc. Os efeitos dessas coisas aparentemente inocentes não tardam a surgir: como num passe de mágica, o grupo adquire extraordinária coesão, que dá a cada integrante a sensação de ser parte de algo "grande" ou, pelo menos, maior que sua própria insignificância.

Aparecem também aspectos menos simpáticos: intolerância contra os que se recusam a participar, desprezo, ódio e logo agressões a supostos opositores (os alunos de outra classe, que estão estudando o anarquismo, passam a ser vistos como anarquistas, e portanto inimigos). Escolhido como chefe pela garotada, o professor se identifica com o papel; rapidamente, o "experimento" foge ao controle -dele e dos próprios integrantes- e termina em tragédia: na vida real, um rapaz perde a mão tentando fabricar uma bomba caseira -o que custou a Jones sua licença para lecionar- e, no filme... bem, não vou contar o desfecho.

Em "Psicologia das Massas e Análise do Ego", Freud desvendou os mecanismos psicológicos que nas "massas artificiais" criam a disciplina e o devotamento ao líder: instituindo-o no lugar do superego, os indivíduos que delas participam passam a obedecê-lo mais ou menos cegamente e, imaginando-se igualmente amados por ele, identificam-se uns com os outros, pois de certo modo são todos filhos do grande Pai.

Instrumentos Nesse processo, abdicam de sua capacidade de pensar por si mesmos; compartilhando a crença na doutrina proposta pelo chefe, que geralmente divide o mundo em bons (os adeptos da "causa") e maus (todos os demais), eles a transformam em instrumento de uma dominação capaz de os arrastar a atos que, se não fizessem parte do grupo, jamais teriam coragem de praticar.

Muito bem dirigido e interpretado, o filme mostra como a euforia de ser membro de algo supostamente tão "poderoso", e o desejo de agradar ao líder, vão dando margem a ações cada vez mais próximas da delinquência. Tudo se justifica em nome da "causa", que no caso é nenhuma: a "Onda" não tem conteúdo, a não ser ela mesma e uma vaga solidariedade entre seus membros, que se incentivam e protegem mutuamente.



Forças destrutivas

À medida que transcorre a semana, no íntimo dos adolescentes dão-se modificações de vulto. Por um lado, eles transferem seu entusiasmo juvenil para o movimento, que desperta neles qualidades até então adormecidas: mostram-se criativos, capazes de levar a cabo projetos que exigem organização e trabalho conjunto (como, por exemplo, a montagem de uma peça de teatro).

Por outro, a vibração dessa intensa energia como que dissolve os freios sociais e morais e libera forças destrutivas das quais não tinham consciência: ameaçam colegas, intimidam crianças, um rapaz esbofeteia a namorada que se recusa a participar do grupo, outro adquire um revólver, um terceiro tenta afogar um adversário no polo aquático...

Nas primeiras décadas do século 20, e em escala muitíssimo maior, os mesmos fenômenos ocorreram em várias sociedades europeias. Os mais graves tiveram lugar na Alemanha, cujo führer arrastou o mundo para uma guerra que deixou dezenas de milhões de mortos e refugiados. Muito se escreveu sobre por que os alemães aceitaram seguir um demagogo enlouquecido e por 12 anos aplaudiram suas iniciativas e seus discursos delirantes, que Victor Klemperer -o autor de "LTI"- compara aos "desvarios de um criado bêbado".

Entre os motivos que os levaram a isso, o analisado por ele se destaca como dos mais importantes: a manipulação da linguagem. O estudo da LTI -sigla de "Lingua Tertii Imperii", ou do Terceiro Reich- é uma das mais originais contribuições à compreensão do fenômeno totalitário.

Examinando cartazes, livros, jornais, revistas, conversas ouvidas e discursos de dignitários do regime, Klemperer (irmão do regente Otto) mostra como uma ideologia absurda e cruel se entranhou "na carne e no sangue das massas".

Impostas pela repetição e pelo controle absoluto dos meios de comunicação, as frases e expressões nazistas foram "aceitas mecânica e inconscientemente" pelo povo alemão, passando a moldar sua autoimagem e a justificar a barbárie, pelo método simples e eficaz de a fazer parecer natural.

Não é possível, neste espaço, mais do que uma breve referência aos recursos de que se valeram Goebbels [o ministro da Propaganda no regime nazista] e sua corja para obter tão fantástico resultado. Numa prosa límpida, que a tradutora Miriam Oelsner restitui com fluidez e precisão, o autor vai desmontando os ardis que inventaram.

Seu livro revela como a criação de novas palavras, o uso desmesurado de abreviações e de superlativos, a mescla de tecnicismo "moderno" e apelo ao "orgânico", o emprego de estrangeirismos bem-soantes, mas intimidadores, a ênfase declamatória, o exagero, a mentira, a calúnia e, ao mesmo tempo, a pobreza monótona de um discurso calculado para abolir toda nuança e toda reflexão se combinam para produzir alienação.

Até as vítimas do regime empregam, sem se dar conta, termos e expressões da "língua dos vencedores"! No filme, temos vários exemplos do poder ao mesmo tempo mobilizador e mistificador da linguagem. Um deles é a explicação dada pelo professor para o exercício de marchar no lugar: "melhorar a circulação".



Ritmo acelerado

O bater dos pés em uníssono cria um efeito de homogeneidade: a energia posta na pisada se espraia por entre os alunos, fazendo-os sentir-se parte de um só corpo e capazes de grandes feitos. O ritmo se acelera, uma expressão beatífica aparece no rosto de alguns, os olhos brilham -alguma coisa está de fato circulando, uma exaltação crescente- e, sem se darem conta, rendem-se à manipulação de que estão sendo objeto.

(Em "O Triunfo da Vontade", Leni Riefenstahl utiliza a aceleração das respostas dos recrutas à pergunta "de onde você vem?" para sugerir que o movimento hitlerista está se expandindo irresistivelmente.) O que ambos -filme e livro- revelam sobre a capacidade do ser humano para obedecer sem questionar é confirmado por diversos experimentos científicos; para concluir essas observações, mencionemos o mais famoso deles.

Em 1961, por ocasião do processo Eichmann, Hannah Arendt falava da "banalidade do mal": o carrasco nazista não era um monstro, mas um homenzinho insosso como tantos que existem em toda parte.

O psicólogo Stanley Milgram decidiu por à prova a ideia de que, sob certas condições, qualquer pessoa pode agir como Eichmann: na Universidade Yale (EUA), convocou voluntários para o que ficou conhecido como Experimento de Milgram ("google it", caro leitor, e veja por si mesmo os detalhes do teste).

Em resumo, pedia aos "instrutores" que acionassem um aparelho de dar choques a cada vez que os "sujeitos" errassem na repetição de certas palavras. A voltagem iria num crescendo, atingindo rapidamente patamares que, era-lhes dito, poderiam causar danos irreversíveis ao cérebro. A máquina, é claro, estava desligada; do outro lado da parede, o ator que representava a pessoa sendo testada permanecia incólume, apenas gritando como se estivesse de fato sendo eletrocutado.

O objetivo do experimento não era avaliar a memória dele, mas até onde seriam capazes de ir os "instrutores". Para surpresa de Milgram, dois terços deles superaram o limiar além do qual o choque levaria a prejuízos irreparáveis.

Ao chegar ao nível perigoso, muitos se mostravam aflitos, mas cediam aos pedidos do psicólogo para prosseguir; mesmo cientes das consequências para o outro, a garantia de que nada lhes aconteceria bastava para continuarem a apertar os botões. O artigo em que Milgram discute sua experiência -cujo título tomo emprestado para estas notas- tornou-se um clássico da psicologia.

Ela foi reproduzida em outros lugares, com outros sujeitos, por outros cientistas -sempre com resultados próximos aos da primeira vez. A conclusão do psicólogo americano merece ser citada: "A obediência consiste em que a pessoa passa a se ver como instrumento para realizar os desejos de outra e, portanto, não mais se considera responsável por seus atos. Uma vez ocorrida essa mudança essencial de ponto de vista, seguem-se todas as consequências da obediência".

Outros experimentos, como o Experimento Prisional de Stanford, de 1971, confirmam os achados de Milgram e, a meu ver, também a análise de Freud sobre a submissão ao líder.

Nestes tempos em que, sob os mais variados pretextos, volta-se a solicitar nossa adesão a ideais de rebanho, impõe-se meditar sobre o que em nós se curva tão facilmente à vontade de outrem.

A "servidão voluntária" de que falava La Boétie nos idos de 1500 espreita nas nossas entranhas; já o sabia Wilhelm Reich, cujo alerta é hoje tão atual quanto em 1930: "O fascista está em nós".


RENATO MEZAN é psicanalista e professor titular da Pontifícia Universidade Católica de SP. Escreve na seção "Autores", do Mais!.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs1110200915.htm
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publicado por conspiratio às 14:34
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Quinta-feira, 8 de Outubro de 2009

KALAMA SUTRA - GAUTAMA BUDA

CHB - 2011 janeiro 113a.jpg

Gautama Buddha - Kalama Sutra


"Tenhais confiança não no mestre, mas no ensinamento.
Tenhais confiança não no ensinamento, mas no espírito das palavras.
Tenhais confiança não na teoria, mas na experiência.
Não creiais em algo simplesmente porque vós ouvistes.
Não creiais nas tradições simplesmente porque elas têm sido mantidas de geração para geração.
Não creiais em algo simplesmente porque foi falado e comentado por muitos.
Não creiais em algo simplesmente porque está escrito em livros sagrados; não creiais no que imaginais, pensando que um Deus vos inspirou.
Não creiais em algo meramente baseado na autoridade de seus mestres e anciãos.
Mas após contemplação e reflexão, quando vós percebeis que algo é conforme ao que é razoável e leva ao que é bom e benéfico tanto para vós quanto para os outros, então o aceiteis e façais disto a base de sua vida."


http://nobresilencio.arteblog.com.br/190442/Kalama-Sutra/


Mais em:

http://www.acessoaoinsight.net/sutta/ANIII.65.php

http://zhongdao.com.br/sutras/index.php?id=3&tipo=thera

http://nalanda.org.br/buddhadasa/socorro-kalama-sutta-socorro

http://www.viverconsciente.com/textos/14_treinamentos_ordem_interser_1.htm

 

 
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Quarta-feira, 7 de Outubro de 2009

O BARCO VAZIO - ZHUANGZI

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"Quem dirige os outros, acaba confuso.
E quem se deixa dirigir, vive triste.
O ideal é não desejarmos influenciar os outros
Nem nos deixarmos influenciar por eles.
E viver com o Tao, na terra do grande Vazio.

Mesmo que tenha muito mau feitio,
Um homem que atravessa um rio num barco
Não se zanga se um barco vazio colidir com o seu.
Mas, se nesse barco estiver alguém,
Vai-lhe gritar que vire o leme.
E gritará outra vez se o grito não for ouvido
E começará a praguejar.

Porque há alguém dentro do barco.
Se o barco estivesse vazio,
Não gritaria nem ficaria zangado.

Se conseguirmos esvaziar o nosso barco,
Ao atravessar o rio do mundo,
Ninguém se nos oporá.
Ninguém nos tentará fazer mal.

O homem perfeito é assim:
Como um barco vazio."

(Zhuangzi)


http://br.groups.yahoo.com/group/zen_vergonha/

----- Original Message -----
From: Editora Advaita
To: zen_vergonha@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, October 07, 2009 4:21 PM
Subject: [zen_vergonha] O BARCO VAZIO


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publicado por conspiratio às 19:44
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Sábado, 3 de Outubro de 2009

ENCONTRO COM EXTRATERRESTRES

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O ENCONTRO

“O Jovem que se encontrava com extraterrestres”

Estava meditando em determinado local afastado da cidade, e já devia ser tarde da noite. Ele, o jovem, estava já imaginando se valeria a pena todo aquele sacrifício, pois tinha caminhado vários quilômetros a pé e sozinho. Sentia-se bastante cansado por ter subido a pequena elevação e chegado até um pequeno platô onde costumava meditar. Além do cansaço, sentia uma palpitação cardíaca, pois ele era cardíaco, e os médicos sempre lhe recomendavam repouso e nenhuma espécie de emoção forte. E assim permaneceu por algum tempo pensando, como dizia, no sacrifício de ir até ali a pé, e imaginava a dificuldade do retorno e a longa espera de um transporte coletivo que, naquelas cercanias, era bastante raro, ainda mais àquela hora da noite. E caso não encontrasse ônibus algum, teria que retornar a pé para casa. Pensava em tudo isto e nas dificuldades que enfrentava por ser pobre e não ter um carro para locomover-se até aquele local, quando sua atenção foi despertada por uma espécie de clarão!

Não se enganava: era um clarão que vinha por trás de uma duna. Era como se raios de sol rompessem por trás dos brancos montes de areia. Então, seu coração acelerou mais ainda, e ele sentiu um aperto na garganta, e tremia de emoção, e ainda se perguntava se não estava delirando ou sonhando com o que via. Sentia vontade de ir até o clarão. Ao mesmo tempo tinha receio e deslumbrava-se com uma espécie de fosforescência que inundava o vale. Ouviu a voz do Ser com o qual já mantivera contacto, dizer: JAI... vá sem receio; somos teus amigos...pensa no Mestre...

Com as pernas trêmulas e o coração palpitando, sentindo o pranto rolar pela face, deu-se repentinamente ao contornar a duna de onde provinha o clarão, com uma gigantesca nave que pairava a alguns metros do chão, dois metros talvez. E ouviu a mesma voz do Ser dizer-lhe: não te chegues muito para cá; deves permanecer onde estás, pois poderás tocar o campo magnético. Era uma espécie de halo luminoso que envolvia toda a nave como uma redoma luminosa, mais precisamente.

A nave era gigantesca, devia ter o tamanho de uns 3 aviões Caravelles, embora de forma oval, em fila. Tinha uma altura muito superior. Era toda vedada, não se vendo nenhuma ranhura em nenhuma parte; era como que compacta. Ele sentia um perfume que não conseguia distinguir perfeitamente, porém tinha um aroma inigualável.
De repente partiu da nave uma espécie de luz, um filete azulado, e ele sentiu-se como que a vontade, totalmente calmo.

Ouvia-se apenas uma espécie de farfalhar do ar e a nave tomava uma tonalidade mais leitosa e metálica e, como por encanto, saía uma espécie de lingüeta ou esteira da parte central da nave, indo terminar a alguns passos dele, numa espécie de patamar; formava-se lateralmente e rente à nave, e em direção à esteira, como se a própria parede se interpenetrasse, formando um arco luminoso, projetava-se sobre ele um feixe de luz vindo daquela direção!

A luminosidade que vinha do interior da nave, não permitindo que se vislumbrasse o interior, mesmo estando com a porta aberta, foi parcialmente interrompida por uma longa cabeleira loira acompanhada de uma figura esbelta, vestida com uma espécie de macacão fluorescente, que tomou a posição à esquerda do jovem, ficando no patamar rente a nave. Logo a seguir outra figura também tão esbelta e quase tão alta quanto à primeira assomava à porta da nave e se postava à direita do patamar, do outro lado da esteira. Houve então uma maior intensidade de luz, e o jovem viu mais uma vez a luz ser parcialmente interrompida (ao mesmo tempo aumenta o brilho). A figura não interrompia a luz; era como se fosse uma determinada tonalidade, movendo-se em frente a outra.

Então os dois seres que estavam postados numa atitude de vigilância com os braços cruzados (o direito por cima), no momento em que a terceira figura ultrapassava a porta, eles, automaticamente, fizeram uma rápida reverência com a cabeça, e levaram o braço direito à altura do peito num gesto rápido e quase imperceptível.

A terceira figura era um pouco mais baixa fisicamente do que as duas anteriores, porém parecia um pouco mais robusta (não era gordo), mais forte... não sabemos explicar no momento! Tinha botas longas e em torno de si uma luz fortíssima resplandecia em torno de sua cabeça. Seus cabelos de uma cor indefinível (do castanho ao louro passando pelo prateado e o róseo). Seu porte era majestoso e cada passo seu era como se salpicasse a longa esteira de chuva de prata. Seus passos cadenciados lembravam os de um militar alemão. Seu rosto de uma beleza máscula tinha a dureza de um a rocha e a suavidade de uma flor. Seus olhos de um brilho estranho (meigo e severo), de uma tonalidade também indecifrável, e no seu peito resplandecia o brilho de sete estrelas cintilantes cada uma de uma cor, o que dava um belo contraste com a suavidade do verde de sua roupa. Ao chegar na ponta da esteira onde se formava um pequeno patamar, colocou a mão direita espalmada para frente, e a esquerda no peito. O jovem caiu sentado ao ouvir um estampido como de um trovão... PAX! Então falou o Comandante! e continuou: Saúdo-vos, ó filho das estrelas! Que a Paz do Altíssimo se faça em vosso coração e a Luz da Verdade brilhe na vossa Consciência.

PAX!

EU SOU ASHTAR SHERAN!

Acordai da vossa inércia temporária e caminhai para a Luz Maior. Recordai da vossa jornada pelo cosmos infindo à procura do Amor, e rompei os grilhões da ignorância espiritual: voltai-vos novamente para o mergulho dentro de vossa consciência pura (Vosso EU), deixai que o Amor seja o vosso guia no caminho a seguir. E ouvi-me, ó filho, com atenção o que vos digo - EU SOU ASHTAR SHERAN - e se vos falo neste momento é porque sei da hora... E se for vossa vontade seguir-me e ao AMADO JESUS em nome d'Aquele que É, Louvado Seja!

Escuto vosso pensamento e vejo vosso pranto. LOUVADO SEJA! Assim como outrora bendizia e abençoava Osíris, Eu, ASHTAR SHERAN, vos bendigo.

PAX!

Vamos, enxugai vosso pranto, ó filho, e escutai-me, porque urge que recordeis como já vos foi dito, pois o tempo vos será curto, e vossas barreiras mui grandes; deveis erguer-vos a cada tropeço e sede firme como as pirâmides e sereno qual esfinge para seguirdes a vossa jornada em nome do AMOR, da PAZ e da LUZ DIVINAL!

NÃO TENHAS MEDO - segui servindo e procurando homens e mulheres que escutem a voz da sensatez, pois foi dito que: "aqueles que tiverem ouvidos que ouçam". Quanto à vossa tarefa, será árdua, e tereis que seguir em muito momentos com os vossos meios materiais, porém, se tudo ocorrer conforme determinado no momento preciso, estaremos ao vosso lado.

Não vos desespereis. Amai. Nós vos amamos.

Segui como foi ensinado: "Amai ao teu próximo como a ti mesmo".
Pois em breve cumprir-se-ão as profecias: "muitos serão chamados, porém poucos os escolhidos".

Neste processo seletivo, estamos contatando com muitos irmãos do orbe Terra em pontos diferentes, pois haverá necessidade de muitos "obreiros de última hora". Segui os ensinamentos do Cristo e a nós, em verdade.
Enquanto isto, Paulo Fernandes (este era o nome do "jovem") meditava no encontro e nas revelações feitas pelo Comandante Ashtar Sheran.
Paulo Fernandes foi instruído pelo Comandante, para fundar um grupo espiritualista, sem distinção de sexo, nacionalidade, cor, posição social, crença religiosa ou filosófica.

Em homenagem ao Comandante, o Grupo foi denominado Centro de Estudos Exobiológicos Ashtar Sheran (C.E.E.A.S.).


Fonte:
http://www.ceeas.com.br/cosmos/cosmos.htm


O Centro de Estudos Exobiológicos Asthar Sheran – Ceeas é uma instituição sem fins lucrativos e de utilidade pública desde 1982. Foi fundado oficialmente, em 17 de setembro de 1973, pelo baiano Paulo Fernandes, seguindo orientação de Ashtar Sheran, Comandante das Frotas Intergaláticas, com quem esteve frente a frente, neste mesmo espaço-tempo, em um lugar deserto ao norte de Salvador, na noite de 2 de julho de 1969. Paulo deixou um livro – “
O jovem que se encontrava com extraterrestres”, para contar como tudo isto aconteceu.
O Ceeas é um centro de estudos de natureza filosófica, cientifica e espiritualista, sem quaisquer sectarismos e possui como finalidade fundamental promover a educação cosmológica, visando a reintegração do homem ao cosmos e incentivar a pesquisa exobiológica.

http://www.ceeas.com.br/

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publicado por conspiratio às 18:58
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