Domingo, 27 de Setembro de 2009

REPENSANDO O PRÓPRIO NÚCLEO DO PENSAMENTO

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Recusa arrebatadora

Em "Dialética Negativa", livro que acaba de ser publicado no Brasil, Theodor Adorno critica e ultrapassa a noção de "conceito"

GABRIEL COHN
ESPECIAL PARA A FOLHA

A comunidade de "frankfurtianos" brasileiros está feliz. Se, desde os anos 80, já contava com edições da "Dialética do Esclarecimento", de "Minima Moralia" (com nova edição recente) e da "Teoria Estética", além de outros textos importantes, agora tem a "Dialética Negativa" (um pormenor expressivo: na capa, o autor é nomeado Adorno, sem mais).


Se, na "Dialética do Esclarecimento" [escrita com Max Horkheimer], se tratava da crítica racional da razão e, se "Minima Moralia" buscava decifrar as formas da vida falsa no mundo falso (que não entrega o que promete), na "Dialética Negativa" [ed. Zahar, trad.Marco Antonio Casanova, 352 págs., R$ 59] tenta-se transcender o pensamento conceitual mediante o conceito.


Trata-se de decifrar as condições objetivas e os limites subjetivos para pensar o mundo quando este cada vez mais resiste ao pensamento. Só isso já revela sua relevância nos dias que correm.


Trata-se de tentativa sistemática (conjugação contraditória, na qual a forma aberta do ensaio, preferida por Adorno, briga com o empenho na consistência conclusiva) de expor um pensamento que recusa o estado de coisas no mundo sem abrir mão da racionalidade. Compromisso inquebrantável com a razão, sim; mas com uma razão "impura", saturada de experiência do mundo.


Para isso, é preciso repensar o próprio núcleo do pensamento, o conceito. Na sua figura convencional, "positiva", o conceito opera como instrumento que permite identificar o caso particular de um conjunto geral, como o alfinete que prende a borboleta na coleção bem arrumada.


Pois bem, Adorno [1903-69] quer desarrumar a coleção, devolver a borboleta ao seu movimento próprio sem perdê-la de vista. Só há um meio para isso: é escapar à mera identificação, negar-lhe caráter conclusivo, ir além dela. Nisso consiste a índole negativa do pensamento de Adorno.


Seu mote básico é: quando o pensamento esbarra com a barreira do já dado sem mais, do "imediato", do já identificado e etiquetado, é aí mesmo que ele deve prosseguir, seguir adiante.


Ao fazê-lo, verá seu objeto desdobrar-se seguidamente em polos antagônicos, contraditórios, que revelam conteúdos insuspeitados e ao mesmo tempo induzem a buscar uma parada nesse movimento perturbador. É esse alívio, de resolver em alguma afirmação pacificadora a contradição, que Adorno demonstra ser equivocado. Cumpre aceitar a contradição, para acompanhar o seu desenvolvimento intrínseco. Nisso consiste a índole dialética desse pensamento.


Uma dialética radical, porque não abre mão da negatividade. E um pensamento conceitual (embora se opondo ao seu caráter meramente identificador) radicalmente racional ao buscar transcender os limites da razão possível aqui e agora. Mas nada de apostar no primado unilateral de um sujeito soberano, que arruma o mundo conforme as categorias do seu pensamento.


A negatividade não se dá no enunciado negativo, mas é um modo de pensar imposto pelas condições de existência do objeto. Daí o primado do objeto, afirmado pelo materialista Adorno. Não primado unilateral, porém: trata-se do objeto pensado, levado para além da sua posição de dado sem mais.


A negação não é mera rejeição. Trata-se de contestar o mutismo autossuficiente do dado.

Negação determinada


"Dialética Negativa" começa com a constatação de que "a filosofia, que um dia pareceu ultrapassada, mantém-se em vida porque se perdeu o instante da sua realização" e termina revelando-se "solidária com a metafísica no instante da sua queda". O final retoma o início, ao seu modo: negativo até o fim, opõe-se tanto ao pensamento do originário e do incondicionado quanto à sua queda.


Encontra-se nisso o cerne do modo de pensar desenvolvido na obra: o exercício sustentado da "negação determinada". Determinada nos dois sentidos: primeiro, ela não é só formal, tem conteúdo; depois, no próprio modo como se manifesta, estão inscritas as condições objetivas do mundo social, da sua história, enfim. Isso remete ao imperativo básico: ir além, seguir pensando.


Entre um ponto e outro, um longo processo de elaboração, que passa por duas partes mais "sistemáticas" e por três "modelos". Estes nada têm de modelar: são modos peculiares de exposição, que Adorno foi buscar na música, seu campo predileto. Neles se entrelaçam, no plano do pensamento, as duas faces do processo real: o "tema" e o "desenvolvimento".
O terceiro modelo, ponto culminante do conjunto, é uma construção arrebatadora (que depois não se fale mal do estilo de Adorno). Nele, todos os temas do livro são retomados e recombinados, no jogo entre a razão identificadora enlouquecida objetiva (Auschwitz) e a razão crítica subjetiva (Kant).



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GABRIEL COHN é professor aposentado da USP e tradutor da nova edição brasileira de "Minima Moralia" (ed. Azougue), de Theodor W. Adorno.


http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs1309200905.htm


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Terça-feira, 22 de Setembro de 2009

GRIPE SUÍNA: UMA CONSPIRAÇÃO?

 

Repassando:

Fw: GRIPE A - UMA REFLEXÃO E UMA PROSPOSTA



Ao ler este texto de Teresa Forcades i Vila, monja beneditina do Convento de Montserrat em Barcelona, médica especialista em Medicina Interna e doutorada em Saúde Pública, ninguém pode deixar de se interrogar sobre a capacidade dos seus governantes e autoridades de Saúde Pública do seu país – particularmente Primeiro-Ministro, Ministro da Saúde e Director-Geral de Saúde – sobre a sua honestidade e o seu grau dependência em relação aos grandes laboratórios internacionais.

Teresa Forcades i Vila* - 11.10.09
Dados científicos

Os dois primeiros casos conhecidos da nova gripe (vírus A/H1N1, estirpe S-OIV) diagnosticaram-se na Califórnia (EUA) no dia 17 de Abril de 2009 [1].

A nova gripe não é nova por ser do tipo A, nem tampouco por ser do subtipo H1N1: a epidemia de gripe de 1918 foi do tipo A/H1N1 e desde 1977 os vírus A/H1N1 fazem parte da época da gripe anual [2]; a única coisa que é nova é a estirpe S-OIV [3] [4].

Cerca de 33% das pessoas maiores de 60 anos parecem ter imunidade a este tipo de vírus da nova gripe [5].

Desde o seu início até 15 de Setembro de 2009, morreram com esta gripe 137 pessoas na Europa e 3.559 em todo o mundo [6]; há que ter em atenção que anualmente morrem na Europa entre 40.000 e 220.000 pessoas devido à gripe [7].

Como já disseram publicamente reconhecidos profissionais de saúde – entre eles o Dr. Bernard Debré (membro do Conselho Nacional de Ética em França) e o Dr. Juan José Rodriguez Sendin (presidente da Associação de Colégios Médicos do Estado espanhol) –, os dados desta temporada, pela qual já passaram os países do hemisfério Sul, demonstram que a taxa de mortalidade e de complicações da nova gripe é inferior à da gripe anual [8].

Irregularidades que têm de ser explicadas

Em finais de Janeiro de 2009, a filial austríaca da empresa farmacêutica norte-americana Baxter distribuiu a 16 laboratórios da Áustria, Alemanha, República Checa e Eslovénia, 72 kg de material para preparar vacinas contra o vírus da gripe anual; as vacinas tinham de ser administradas à população destes países durante os meses de Fevereiro e Março; antes que qualquer destas vacinas fosse administrada, um técnico de laboratório da empresa BioTest da República Checa decidiu, por sua conta, experimentar as vacinas em furões, que são os animais que desde 1918 são utilizados para estudar as vacinas para a gripe; todos os furões vacinados morreram.

Investigou-se então em que consistia exactamente o material enviado pela casa Baxter e descobriu-se que continha vírus vivos da gripe das aves (vírus A/H5N1) combinados com vírus vivos da gripe anual (vírus A/H3N2). Se esta contaminação não tivesse sido descoberta a tempo, a pandemia que, sem base real, as autoridades sanitárias globais (OMS) e nacionais estão a anunciar, seria agora uma espantosa realidade; esta combinação de vírus vivos pode ser particularmente letal porque combina um vírus vivo com cerca de 60% de mortalidade mas pouco contagioso (o vírus da gripe das aves) com um outro que tem uma mortalidade muito baixa mas com uma grande capacidade de contágio (o vírus da gripe sazonal) [9].

Em 29 de Abril de 2009, quando apenas tinham passado 12 dias sobre a detecção dos dois primeiros casos da nova gripe, a Drª Margaret Chan, directora-geral da OMS, declarou que o nível de alerta por perigo de pandemia se encontrava na fase 5 e mandou que todos os governos dos Estados membros da OMS activassem planos de emergência e de alerta sanitária máxima; um mês mais tarde, 11 de Junho de 2009, a Drª Chan declarou que no mundo já tínhamos uma pandemia (fase 6) causada pelo vírus A/H1N1 S-OIV [10]. Como pode fazer tal declaração quando, de acordo com os dados científicos expostos acima, a nova gripe é uma realidade mais benigna que a gripe sazonal e, além disso, não é um vírus novo e ao qual parte da humanidade está imune?

Pôde declará-lo porque no mês de Maio a OMS tinha alterado a definição de pandemia: antes de Maio de 2009 para poder ser declarada uma pandemia era necessário que por causa de um agente infeccioso morresse uma proporção significativa da população. Esta exigência – que é a única que dá sentido à noção clínica de pandemia e às medidas políticas que lhe estão associadas – foi eliminada da definição adoptada no mês de Maio de 2009 [11], depois dos EUA se terem declarado em «estado de emergência sanitária nacional», quando em todo o país havia apenas 20 pessoas infectadas com a nova gripe, e nenhuma delas tinha morrido [12].

Consequências políticas da declaração de «pandemia»

No contexto de uma pandemia é possível declarar a vacinação obrigatória para determinados grupos de pessoas ou, inclusivamente, para o conjunto dos cidadãos [13].

O que é que pode acontecer a uma pessoa que decida não se vacinar? Enquanto a vacinação não for declarada obrigatória não lhe pode acontecer nada; mas se chegasse a declarar-se a vacinação obrigatória, o Estado tem a obrigação de fazer cumprir a lei impondo multa ou prisão (no estado de Massachussetts dos EUA a multa para estes caso pode chegar a 1.000 dólares por cada dia que passe sem o prevaricador se vacinar) [14].

Perante isto, há quem possa pensar: se me obrigam, vacino-me e já está, a vacina é mais ou menos como a sazonal, também não há para todos…

É preciso que se saiba que há três novidades que fazem com que a vacina da nova gripe seja diferente da vacina da gripe anual: a primeira é que a maioria dos laboratórios estão a desenhar a vacina de forma que uma só injecção não seja suficiente e sejam necessárias duas; a OMS recomenda também que não se deixe de administrar a da gripe sazonal; quem seguir estas recomendações da OMS expõe-se a ser infectado três vezes e isto é uma novidade que, teoricamente, multiplica por três os possíveis efeitos secundários, embora na realidade ninguém saiba que efeitos pode causar, pois nunca antes se fez assim. A segunda novidade é que alguns dos laboratórios responsáveis pela vacina decidiram adicionar-lhe coadjuvantes mais potentes que os utilizados até agora nas vacinas anuais. Os coadjuvantes são substâncias que se adicionam às vacinas para estimular o sistema imunitário. A vacina da nova gripe que está a ser fabricada pelo laboratório Glaxo-Smith-Kline, por exemplo, contém um coadjuvante, AS03, uma combinação que multiplica por dez a resposta imunitária. O problema é que ninguém pode assegurar que este estímulo artificial do sistema imunitário não provoque, passado algum tempo, doenças auto-imunitárias graves, como a paralisia crescente de Guillain-Barré [15]. E a terceira novidade que distingue a vacina para a nova gripe da vacina anual, é que as companhias farmacêuticas que a fabricam estão a exigir que os Estados assinem acordos que lhes garantam a impunidade no caso das vacinas terem mais efeitos secundários que os previstos (por exemplo prevê-se que a paralisia Guillain-Barré venha a afectar 10 pessoas por cada milhão de vacinados); os EUA já assinaram estes acordos que garantem, tanto às farmacêuticas como aos políticos, a retirada de responsabilidade pelos possíveis efeitos secundários da vacina [16].

Uma reflexão

Se o envio de material contaminado fabricado pela Baxter não tivesse sido casualmente descoberto em Janeiro passado, efectivamente, ter-se-ia dado a gravíssima pandemia potencialmente causadora da morte de milhões de pessoas que alguns andam a anunciar. É inexplicável a falta de ressonância política e mediática do que aconteceu em Fevereiro no laboratório checo. Ainda mais inexplicável o grau de irresponsabilidade demonstrado pela OMS, pelos governos, pelas agências de controlo e prevenção de doenças ao declarar uma pandemia e promover um nível de alerta sanitário máximo sem uma base real. É irresponsável e inexplicável até extremos inconcebíveis o bilionário investimento saído do erário público destinado ao fabrico milhões e milhões de doses de vacina contra uma pandemia inexistente, ao mesmo tempo que não há dinheiro suficiente para ajudar milhões de pessoas (mais de 5 milhões só nos EUA) que por causa da crise perderam o seu trabalho e a sua casa.

Enquanto não forem clarificados estes factos, o risco de este Inverno serem distribuídas vacinas contaminadas e o risco de poderem ser adoptadas medidas legais coercivas para forçar a vacinação, são riscos reais que em caso algum podem ser desvalorizados.

No caso da gripe continuar tão benigna como até agora, não faz qualquer sentido a exposição ao risco de receber uma vacina contaminada ou o de sofrer uma paralisia Guillain-Barré.

No caso de a gripe se agravar de forma inesperada, como já há meses anunciam sem qualquer base científica um número surpreendente de altos dirigentes – entre eles a Directora-Geral da OMS –, e repentinamente, começarem a morrer muito mais pessoas do que é habitual, ainda terá menos sentido deixar-se pressionar para ser vacinado, porque uma surpresa assim só poderá significar duas coisas:

1. Que o vírus da gripe A que agora circula sofreu uma mutação;
2. Que está em circulação outro (ou outros) vírus.

Em qualquer dos casos a vacina que se está a preparar agora não serviria para nada e, tendo em conta o que aconteceu em Janeiro passado com a Baxter, podia ser, inclusivamente, que servisse de veículo de transmissão da doença.

Uma proposta

A minha proposta é clara:

Além de manter a calma, tomar precauções sensatas para evitar o contágio e não se deixar vacinar, coisa que já se propõem muitas pessoas com senso comum no nosso país [Espanha].

Apelo a que se active com carácter de urgência os mecanismos legais e de participação cidadã necessários para assegurar de forma rotunda que no nosso país não se poderá forçar ninguém a vacinar-se contra a sua vontade, e que os que decidirem livremente vacinar-se não serão privados do direito de exigir responsabilidades nem do direito de serem economicamente compensados (eles ou os seus familiares), no caso de a vacina lhes causar uma doença grave ou a morte.





Notas:
[1] Zimmer SM, Burke, DS. Historical Perspective: Emergence of Influenza A (H1N1) viruses. NEJM, Julio 16, 2009. p. 279
[2] 'The reemergence was probably an accidental release from a laboratory source in the setting of waning population immunity to H1 and N1 antigens', Zimmer, Burke, op. cit., p. 282
[3] Zimmer, Bunker, op. cit., p. 279
[4] Doshi, Peter. Calibrated response to emerging infections. BMJ 2009;339:b3471
[5] US Centers for Disease Control and Prevention. Serum cross-reactive antibody response to a novel influenza A (H1N1) virus after vaccination with seasonal influenza vaccine. MMWR 2009; 58: 521-4.
[6] Dados oficiais do Centro Europeu para o controlo e prevenção de doenças (www.ecdc.europa.eu).
[7] Dados oficiais do Centro Europeu para o controlo e prevenção de doenças (www.ecdc.europa.eu)
[8] Cf. Le Journal du Dimanche (25 juliol '09): Debré: 'Cette grippe n'est pas dangereuse'; cf. La Razón (4 septiembre '09): Rodríguez Sendín: Cordura frente el alarmismo en la prevención de la gripe A
[9] Cf. Virus mix-up by lab could have resulted in pandemic. The Times of India, sección de ciencia, 6 marzo 2009.
[10] http://www.who.int/mediacentre/news/statements/2009
[11] Cohen E. When a pandemic isn't a pandemic. CNN, 4 de mayo '09.http://edition.cnn.com/2009/HEALTH/05/04/swine.flu.pandemic/index.html
[12] Doshi Peter Calibrated response to emerging infections VMJ 2009;339:b3471
[13] Falkiner, Keith. Get the rushed flu jab or be jailed. Irish Star Sunday, 13 septiembre '09.
[14] Senate Bill n. 2028: An act relative to pandemic and disaster preparation and response in the commonwealth. 4 agosto '09. Cf. Moore, RT. Critics rage as state prepares for flu pandemic. 11 septiembre '09. WBUR Boston.
[15] Cf. Vaccination H1N1: méfiance des infirmières. www.syndicat-infirmier.com/Vaccination-H1N1-mefiance-des.htlm
[16] Stobbe, Mark. Legal immunity set for swine flu vaccine makers. Associated Press, 17 Julio '09.



Texto publicado no sítio da Coordenadora Antiprivatização de Saúde Pública, Madrid,

(
http://www.casmadrid.org/ ), em Setembro de 2009.


* Teresa Forcades i Vila, monja beneditina do Mosteiro de San Benedito em Montserrat, Barcelona, é doutorada em Saúde Pública, especialista em Medicina Interna pela Universidade de Nova Iorque, autora entre outros livros de «Los crimines de las grandes compañias farmaceuticas».


Tradução de José Paulo Gascão


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E ainda:

Operação pandemia (Legendado)
http://www.youtube.com:80/watch?v=CcgCBiyGljM
*
Dra Rauni Kilde fala sobre conspiração e gripe suína http://odetriunfante.wordpress.com/2009/10/07/dra-rauni-kilde-fala-sobre-conspiracao-e-gripe-suina/

*

VACINA H1N1JANE BURGERMEISTER PROCESSOU A ONU



Pandemia ou plano para despovoar o planeta?


http://www.youtube.com/watch?v=7aE3mgHM-ag






Jane Burgermeister em Português - 1 de 12


( em 12 partes - Denúncia Gravíssima ! )


[1] http://www.youtube.com/watch?v=OzerXYBJAhE&feature=related


[2] http://www.youtube.com/watch?v=Fdj8mA6EGUc&feature=related


[3] http://www.youtube.com/watch?v=OGGuTAQW7M0&feature=related


[4] http://www.youtube.com/watch?v=Mv8VMYynyXc&feature=related


[5] http://www.youtube.com/watch?v=cGEuzs830N4&feature=related


[6] http://www.youtube.com/watch?v=YDO2KgrZZrk&feature=related


[7] http://www.youtube.com/watch?v=2gcvXBYrn5c&feature=related


[8] http://www.youtube.com/watch?v=9R9NxB6iops&feature=related


[9] http://www.youtube.com/watch?v=_qHg8mytAIc&feature=related


[10] http://www.youtube.com/watch?v=1uTx2AEnoR4&feature=related


[11] http://www.youtube.com/watch?v=y7idz1LyyLw&feature=related


[12] http://www.youtube.com/watch?v=k5j79d4SsLA&feature=related

O depoimento da freira também pode ser visto no youtube:

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Segunda-feira, 21 de Setembro de 2009

UM ÍNDIO, SUA CORUJA E SUAS IDÉIAS SOBRE O TEMPO - GRANDFATHER SEMU HUAUTE

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Texto de Luiz Carlos Lisboa

UM VELHO ÍNDIO SUA CORUJA E UMAS IDÉIAS SOBRE O TEMPO


... na direção da casa principal da Ojai Foundation, há um homem imóvel, com um casaco de couro e a cabeça branca, olhando o horizonte como se esperasse alguma coisa. Mais tarde ele nos diz que espera uma coruja, seu animal guia. É o mais velho dos índios Chumash, chege e depositário vivo de uma tribo que quase se extinguiu. Conhecido como Grandfather Semu Huaute, conversa com os recém-chegados de modo atencioso e interessado, mas seus olhos não se afastam das montanhas distantes, o que faz com que às vezes pareça cego.

As longas traças brancas balançam sobre seu peito, enquanto faz perguntas sobre os índios brasileiros, e a maneira como vivem no nas reservas. Semiu Huate, no entanto, não tem nada a dizer sobre a situação dos índios norte-americanos, porque sua atenção está voltada para o que acredita eterno na tradição de seu povo – eterno também segundo ele, no coração de todo homem. A cura do corpo está associada, segundo crê, à cura do espírito, e não há porque separar saúde e paz interior. Na Ojai Foundation já nos havim falado do seu humor sério, da agilidade de seus movimentos aos 80 anos, da singeleza da sua expressão verbal. Semu é conhecido onde vive como um homem feliz mas inabalável, aparentemente despido de emoções mas capaz de se interessar profundamente pelos que se aproximam dele.

Uma visitante, pequenina e loura, estende-lhe uma folha datilografada: é um presente para o velho Chumash, um poema japonês antigo do Terceiro Patriarca Zen, um irmão espiritual do chefa índio. Semu Huate faz um cumprimento, guarda na manga o papel, e ouve em silêncio um comentário sobre a antiguidade do poema. “Cada vez que você lê”, diz ele, pronunciando cada sílaba num inglês com sotaque índio, “é novo como se tivesse sido feito agora, não é verdade?”. A moça loura sorri, confirma. Semu olha agora para o alto do céu, acompanhando o vôo distante de uma ave, quase invisível para nós.

“O homem apressado vive para amanhã e recorda o ontem”, fala devagar, fitando as nuvens. “Sei interesse nunca está aqui, onde tudo acontece, onde o mundo existe e as pessoas existem nele. O único viajante feliz é aquele que está em determinado ponto de sua viagem, no instante em que está. O que passou na estrada, já passou. O que vem pela frente ainda não se realizou. Vivendo agora, somente agora, o viajante é um ponto no mapa da vida. Somente ali ele existe. Como trajetória, ele é uma fantasia, alguma coisa que os professores e sábios de vocês chamam de hipótese.” Um leve sorriso passa pelos lábios finos de Semu, enquanto seu rosto está voltado para oeste, onde um sol alaranjado se escondeu atrás das nuvens ralas.

As cinco pessoas que o cercam estão presas ao chão, não se animando a tirar fotos ou a fazer-lhe perguntas, tão impressionante ele parece. Alguém na Ojai Foudation me dissera que o velho índio era melhor que qualquer serviço de meteorologia para predizer que tempo teríamos no dia seguinte, mas isso parece banal demais para ser trazido à conversa. Um instante de silêncio, e Semu Huaute parece adivinhar meus pensamentos. “Hoje tem sol até o fim do dia, mas à noite tem chuva e de madrugada esfria bastante”. Balancei a cabeça, agradecido, e perguntei alguma coisa sobre o viajante imóvel no mapa, de que o grandfather havia falado há pouco. “Sim”, diz ele reanimado, “também quando estamos, estamos num ponto da frase, como estamos num ponto dos nossos pensamentos. Mas aqui a coisa fica um pouco complicada, porque pensar é jogar com o tempo e o verdadeiro entendimento é silencioso – principalmente por dentro”.

Seus olhos piscam duas vezes pela primeira vez desde que nos encontramos. Há um movimento numa árvore próxima, num ponto da folhagem que já havia chamado a atenção do índio. “É ela, meu animal-guia, mas ainda é muito cedo para uma coruja se mostrar”, continua Semu, apontando na direção do poente. Faz uma pausa e retoma o assunto, enquanto os visitantes se acomodam de modo a poderem ouvi-lo melhor. “O pensamento é um jogo de esconder com o tempo, como a memória é uma espécie de marcação do terreno para facilitar a vida do caçador, do viajante pela vida. Pensamos projetando para o futuro ou refazendo o passado, o que já acabou. Quando alguém pensa, está fora do agora mágico, o único ponto real no mundo, a ira da flecha, o foco do olhar do Grande Pai”. A voz de Semu é grave, seu aspecto é reverente.



Por coincidência, há uma agitação maior naquele ponto da folhagem que ele vigia com atenção. Duas das moças visitantes parecem inquietas, os olhos muito abertos, os pés querendo dirigir-se para o edifício da Ojai Foundation. Então, uma nuvem maior escondeu completamente o sol, e tudo o que se destacou na penumbra foi a silhueta poderosa do grandfather Semu Huaute, imóvel e vasto como um menir da antiguidade. As cabeças viraram todas na mesma direção, quando as asas abertas de uma coruja passaram sobre nós, silenciosas. O velho índio começou a descer a colina. “A caminho de casa”, dizia ele, “apenas isso, a caminho de casa, eternamente isso, aqui e agora. Não mais na colina, ainda não na casa, apenas a caminho, entende? Completamente a caminho.”

Ficamos, os cinco visitantes, no lugar em que estávamos há meia hora, vendo a silhueta escura diminuindo até sumir numa cerca das proximidades.


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Sexta-feira, 18 de Setembro de 2009

DASKALOS E O VIVER DE LUZ

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E quando a invasão ocorreu, Kostas estava entre os últimos a fugir diante da invasão dos tanques turcos na cidade. Durante essas horas trágicas, Kostas passou por uma experiência que permaneceu um mistério para ele mesmo. Foi no momento em que aviões turcos estavam bom­bardeando a cidade, causando a destruição de vários hotéis construídos na orla do mar.

"Eu estava ao lado de um muro perto da praia", contou-nos ele, "quando um avião se aproximou vindo do mar, metralhando. Se eu tivesse ficado ali, certamente teria sido morto. Eu não podia fugir para lugar nenhum para me proteger, a não ser para o outro lado do tal muro. Mas ele era alto demais e eu não tinha a menor possibilidade de saltar para o outro lado. No meu desespero, foi exatamente o que tentei fazer. Foi espantoso!" Ao nos descrever o episódio, Kostas ainda não conseguia compreender o que acontecera. "Alguma força me levou para o outro lado, e eu me vi salvo do outro lado no exato momento em que projéteis caíam em toda a parte." Ele acrescentou que, na época, não conseguiu encontrar nenhuma explicação lógica para esse resgate milagroso, uma vez que a experiência ocorreu alguns anos antes do seu despertar completo como mestre. "Numa visão retrospectiva, devo ter sido salvo naquele dia por forças superiores." Kostas mencionou então os nomes de vários mestres e guias que o acompanharam durante toda a sua vida.

Durante o resto da viagem para casa, Kostas nos contou que, nos primeiros anos do seu despertar, ele realizou várias experiências psiconoéticas como uma maneira de se certificar da validade dos ensinamentos e dos mundos nos quais sua consciência estava se desenvolvendo. "Durante um ano inteiro", disse ele, "eu praticamente nada comia. Eu alimentava meu corpo diretamente com a luz."

Kostas afirmou ter realizado essa experiência pouco depois de fugir de Famagusta. "Durante esse período, meu sogro, um médico, morava conosco. Ele simplesmente não conseguia entender que eu pudesse continuar vivendo sem me alimentar. Eu quase não comia. Ocasionalmente, alguns pedaços de melão. Segundo suas convicções médicas, eu deveria ter morrido muito tempo antes."

"Você lhe contou o que estava fazendo?", perguntei.

"Não. Procurei manter em segredo meu envolvimento com Daskalos e o Erevna. Só minha mulher sabia quais eram as minhas intenções. Meu sogro simplesmente preferiu não dar atenção ao assunto, ou achou que eu estaria participando de algum tipo de farsa, mas comendo secretamente em casa ou em restaurantes."

Bem-humorado, Kostas argumentou que é possível para os seres humanos sobreviver praticamente sem comida, desde que saibam como fornecer energia ao duplo etérico com meditações especiais. "E gostaria de acrescentar", enfa­tizou ele, "que, durante esse longo período de jejum quase total, não perdi um grama sequer de peso. Pelo contrário, meu peso era superior ao peso atual." Essas façanhas, disse ele, foram realizadas ao longo dos séculos por iogues, por ascetas cristãos e por místicos. É uma questão de treinamento psiconoético e de disciplina, da vontade sobrepondo-se à matéria.

A história contada por Kostas fez com que eu me lembrasse de uma ques­tão formulada certa vez a Daskalos a respeito da possibilidade do impulso evolutivo da humanidade, que eventualmente poderia levar a uma dieta vege­tariana universal. "Não", respondera ele. "Nosso destino evolutivo é nos 'ali­mentarmos de luz'. Em vez de consumir a luz por meio dos legumes e dos vegetais, ou, mais remotamente ainda, pelo consumo da carne animal, os seres humanos um dia irão conservar seu corpo por meio da absorção direta da energia etérica vital."

"O que o impediu de continuar jejuando?", perguntou Antonis.

"Eu descobri que essa não era a coisa mais certa a ser feita", respondeu Kostas. "Em primeiro lugar, isso estava preocupando as pessoas que conviviam comigo, como meu sogro. Isso criava problemas e suspeitas sem necessidade. Durante esse período, através do Erevna, fiquei sabendo que os poderes psí­quicos devem ser usados apenas para a cura — e ponto final. Nunca para satisfazer a própria curiosidade nem para impressionar os outros. Em segundo lugar, eu estava começando a enfrentar sérios problemas na minha vida do dia-a-dia. Eu não conseguia ficar no meu corpo."

"De que forma?", perguntou Antonis.

"Com muita freqüência, eu me surpreendia fora do meu corpo e enfrentava sérios perigos. Certo dia, por exemplo, eu estava dirigindo o carro na estrada entre Nicósia e Limassol. De repente, percebi que estava flutuando acima do carro enquanto meu corpo, feito um robô, continuava no volante. Não fui capaz de controlar a situação. Eu poderia ter sofrido um acidente. Foi então que compreendi a necessidade de interromper a experiência. Veja bem, esse tipo de estilo de vida e essas experiências são realizadas por ascetas e iogues que vivem em locais isolados. Eles não vivem no mundo moderno, onde precisam dirigir automóveis, lidar com aparelhos elétricos e assim por diante. A partir desse dia, voltei a me alimentar regularmente. Eu disse a mim mesmo: 'Agora basta'."

Depois disso, Kostas declarou com um ponta de ironia na voz que não apenas se alimentava regularmente, mas também fumava periodicamente seu cachimbo para queimar a energia em excesso no corpo, o que, às vezes, lhe causava problemas. Depois de atingir certo nível de energia etérica excessiva, isso o mantinha fora do corpo durante períodos mais longos do que desejava. "O hábito de fumar", afirmou, "é ruim por queimar sua energia vital. No meu caso, é uma maneira de pôr os pés no chão. Periodicamente, fumo um cachimbo durante breves períodos de tempo até sentir que adquiri controle sobre a exo­matose."

Daskalos tinha uma explicação diferente. Confidencialmente, ele me con­tou que o uso periódico do cachimbo por Kostas era um hábito que ficara do tempo de sua encarnação como indígena americano. "Olhe bem para o rosto dele", comentou ele certa vez, despreocupado, na presença de Kostas. "Você não acha que ele se parece com um apache?"

Eu percebi que Kostas sempre começava a fumar muito seu cachimbo durante um período de aproximadamente um mês. Depois, deixava o cachimbo e não tocava nele durante um ou dois anos. Depois, eu via que ele retomava o hábito por um curto período, para depois abandoná-lo com a mesma facili­dade da vez anterior. Ele nos garantia que não se tratava de um vício, mas de uma política consciente para se certificar de que estava integrado no mundo tridimensional. Ele certamente não recomendava esse hábito a ninguém, e aconselhava a seus discípulos que evitassem o tabaco caso quisessem se tornar mestres da vitalidade etérica.

Eu me lembro de certa ocasião em que Kostas me procurou, em casa, em Nicósia, bem cedo pela manhã, antes de uma reunião programada para o círculo interior. Ele me confidenciou que, no dia anterior, tivera uma experiência que muito o abalara. Ele disse: "Eu estava na cozinha, quando de repente me vi do outro lado. Não foi um ingresso voluntário nesses outros mundos e foi justamente aí que estava o problema. Tive dificuldades para voltar ao meu corpo. Mecanicamente, fui à sala onde minha mulher e minha filha estavam assistindo à televisão sentei-me numa poltrona e também fiz de conta que estava interessado na programação. Na verdade, eu estava me esforçando de­sesperadamente para voltar ao meu corpo. Finalmente, consegui ter sucesso." O que o preocupava era a natureza involuntária da exomatose. Quando lhe perguntei quais, na sua opinião, poderiam ser as causas dessa experiência, ele respondeu que provavelmente seus três corpos, cansados e esgotados, não estavam devidamente harmonizados e que estava precisando de repouso mental, físico e emocional. Kostas mencionou naquele dia que, se aquilo tivesse acon­tecido com alguém sem treinamento e não versado em práticas esotéricas, em filosofia e nas pesquisas, poderia causar um acesso esquizofrênico. É por esse motivo, disse ele, que sempre adverte sobre experiências psíquicas que os amadores têm.


Do livro: “O FOGO DO CORAÇÃO”, de Kyriacos C. Markides, Editora Pensamento
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publicado por conspiratio às 20:00
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Segunda-feira, 7 de Setembro de 2009

BOLAS DE LUZ PARA AUTOCURA (DASKALOS)

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Bolas de Luz para a Autocura

Dr. Stylianos Atteshlis


Eleve os seus braços etéricos e estique-os à sua frente. Eles estão banhados em luz branca e em suas mãos está uma bola de luz azul celeste. Respire no padrão 4X4. Enquanto você se concentra e respira, a bola adquire uma brilhante cor azul, como a cor do céu mediterrâneo ao meio dia. Coloque essa linda bola azul em seu plexo solar. Inale esta rica luz azul.

Uma vez mais estenda suas mãos etéricas à sua frente. Respire no padrão 4X4, veja uma bola rosada tomar forma em suas mãos. A cada respiração, o matiz rosado fica mais vivo. Quando você tiver uma bola radiante de pura luz rosada, coloque-a em seu peito, sobre o seu coração, e deixe que ele absorva essa luz.

Com suas mãos etéricas à sua frente, veja e sustente uma bola de radiante luz dourada. Encha essa bola dourada com vitalidade etérica e leve-a à sua testa, naquela região situada acima do nariz. Deixe que a bola preencha toda a sua cabeça e estenda-se para fora, criando um halo deslumbrante.

Absorvendo a luz rosada de seu coração e misturando-a à luz dourada existente ao redor de sua cabeça, visualize, em suas mãos etéricas, uma bola de luz laranja. Transforme essa luz laranja – uma comunhão entre mente e coração – numa bola pequena. Coloque-a sobre sua garganta, na região da tiróide. Deseje que seu sangue se torne limpo e puro.

Finalmente, crie uma bola de brilhante luz branca – a luz da vida. Respire profundamente até que essa bola se torne de um radiante branco-neve puro. Deixe que seus braços etéricos adquiram a cor rosa pink – a luz o amor logóico. Estude o contrate entre a bola de luz branca e seus braços rosados. Ofereça-se a Joshua.

Lentamente veja a bola branca dissolvendo-se em sua mãos etéricas rosada. Uma vez mais , ela está completamente embebida de desejo de boa saúde à sua personalidade atual com seus três corpos.


http://daskalos.org/Portuguese/Bolas-de-Luz-para-a-Autocura.html
*
Mais em:
http://daskalos.org/Portuguese/Daskalos/meditacoes.htm

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publicado por conspiratio às 19:57
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