Sábado, 27 de Junho de 2009

TRAUMA É UM EVENTO LEMBRADO DE FORMA INSUFICIENTE - CONTARDO CALLIGARIS

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Lembranças traumáticas
CONTARDO CALLIGARIS


Trauma não é uma lembrança muito forte; é um evento lembrado de forma insuficiente

O “NEW York Times” de 6 de abril passado publicou um artigo de capa sobre pesquisas recentes graças às quais, um dia, será possível “editar memórias indesejáveis” (por exemplo, Heida, Englot, Sacktor e outros, “Neuroscience Letters”, vol. 453, nº 5).

Apesar dos progressos da neurociência, estamos longe de entender exatamente o que é a memória. Simplificando, uma lembrança parece depender de substâncias que constroem pontes entre células do cérebro, pontes silenciosas, mas que podem ser imediatamente solicitadas caso um evento venha a ativar uma das células. Por exemplo, se você for Proust, quando der uma dentada numa madeleine, você não vai apenas saber que já comeu uma madeleine no passado: o gosto do docinho vai circular por inúmeras pontes e despertar todas as células relacionadas com as experiências de sua infância em Combray.

Até aqui, pensava-se que uma centena de moléculas estivesse envolvida na construção dessas pontes entre células.

A nova pesquisa encontrou uma substância, a proteína PMKzeta, cujas moléculas, mais do que outras, constituem e fortalecem as ditas pontes que, uma vez ativadas, produziriam uma lembrança. A pesquisa operou assim: escolheu ratos que tinham aprendido (de maneira permanente) a evitar pequenos choques elétricos no chão. Logo, injetou, no próprio lugar da dita memória, uma droga, chamada ZIP, que inibe a PMKzeta. E eis que os ratos voltaram à estaca zero: agiam como se não conhecessem o terreno.

Em tese, se a coisa funcionar nos humanos, deveria ser possível consolidar as lembranças injetando no cérebro PMKzeta (ou estimulando sua produção). Imagine as aplicações possíveis na demência senil ou, simplesmente, no envelhecimento (sem contar que todos começariam a querer injeções de PMKzeta para melhorar a memória deles e a de seus filhos). Até aqui, tudo bem.

O problema está na outra aplicação possível da pesquisa. O articulista do “Times” se entusiasmava com a ideia de que, um dia, com injeções cerebrais de ZIP, poderíamos produzir o esquecimento das lembranças desagradáveis ou traumáticas -claro, se a gente dominar o processo com precisão (para esquecer uma briga de casal, você não quer, ao mesmo tempo, perder a lembrança de seu primeiro beijo). Essa atitude do articulista talvez seja (perigosamente) compartilhada por parte da comunidade científica; ela se funda na ideia de que um trauma seria uma lembrança que nos estorva por ser, ao mesmo tempo, excessiva e desnecessária. Vistas do consultório de um psicoterapeuta, as coisas não estão bem assim.

Primeiro, a ideia de que a lembrança do trauma seria desnecessária e descartável é problemática. Se você foi estuprado na infância, é provável que você tenha construído sua vida inteira ao redor da lembrança dessa violência sofrida.

Imaginemos, por exemplo, que, desde então, a figura que dá sentido à sua vida seja a da vítima: suprimir essa lembrança com uma injeção significaria suprimir um dos alicerces de sua personalidade e de sua existência. O que sobrará de você sem aquela lembrança traumática?

Outro problema. Tudo indica que um trauma não é uma lembrança nociva por ser forte demais; ao contrário, em geral, ele é um evento mal lembrado ou lembrado de maneira insuficiente. Mesmo caso: você foi estuprada quando criança; em muitos casos, essa experiência é traumática porque é lembrada SÓ como uma violência penosa que você sofreu. Você não memorizou, por exemplo, sua satisfação em se sentir objeto da atenção de um adulto ou mesmo sua descoberta culpada de emoções e sensações que lhe eram, até então, desconhecidas. O fato de reativar essas lembranças não desculpa o adulto estuprador, mas, para você que sofreu a violência, o sentido da experiência passada muda bastante; talvez não lhe seja mais necessário se conceber para sempre como vítima da vida.

Em suma, a solução do trauma não consiste em apagá-lo, mas, ao contrário, em lembrá-lo melhor. Se quiséssemos usar a técnica da pesquisa citada, eu sugeriria, no lugar onde o trauma está registrado, injeções de PMKzeta para ajudar a memória, não de ZIP para apagá-la.

O tempo das injeções cerebrais nos prontos-socorros ainda está longe. Mas não é cedo para notar que a cura das experiências penosas de nossa vida não está no esquecimento, mas no esforço para se lembrar delas em toda sua incômoda complexidade.

ccalligari@uol.com.br

http://blogdofavre.ig.com.br/tag/contardo-calligaris/
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A NATUREZA E A CIDADE - DULCE CRITELLI



[...]
APENAS A NATUREZA É CAPAZ DE NOS OFERECER O SENTIMENTO DE ENRAIZAMENTO NECESSÁRIO À VIDA



Às vezes, vivemos situações que atuam em nós por muito tempo. As emoções e sensações que ali experimentamos, as compreensões que tivemos reverberam e modificam alguma coisa em nós.

Há alguns anos, em Fernando de Noronha, fiz um passeio de barco. Com o balanço e o som das águas me embalando, entretive-me contemplando a paisagem, os golfinhos que nos acompanhavam e... milagre.

Senti minha mente se aquietar. Nunca mais esqueci o que é ter o pensamento silenciado.

Recentemente, outra experiência decisiva. Também junto ao mar, num lugar de natureza exuberante: o Rio de Janeiro.

Em dois dias, caminhei pela praia, percorri a cidade de carro, fui ao teatro e a livrarias, vi amigos. Também faço isso aqui, mas, lá, sempre encontrava um ponto de onde espiar alguma beleza estonteante.

Quando a gente está envolvida pela beleza, parece que tudo está bem. Até me esqueci do problema da criminalidade.

A beleza, o mar, a natureza dão calma. Tive a sensação de voltar à São Paulo dos anos 60 e 70, quando minha cidade, que amo tanto, ainda era tranquila.

A filha de uma amiga, quando veio de Maceió para estudar, disse-me que era difícil se locomover aqui porque São Paulo não tinha frente. Uma cidade que tem mar tem frente.

No Rio é assim. Entre o mar e as montanhas, a cidade tem frente e fundos. Ela nos oferece referências, não ficamos perdidos. Outra razão para aquela calma que senti, justo eu que me desoriento no meu bairro.

O que mais ficou ecoando em mim, no entanto, foi aquela beleza natural exuberante me perseguindo. As construções não conseguiram escondê-la.

As cidades têm a tendência de esconder o mundo natural sob os seus artefatos.

Soterramos e encobrimos rios com avenidas, o asfalto dissimula a terra, os edifícios vedam o sol e as prováveis montanhas ao longe... Quando a construção das cidades toma conta de todo o ambiente, os artefatos artificializam o mundo.

A questão é que a natureza é um colo de mãe inesgotável.

Apenas ela é capaz de nos oferecer o sentimento de enraizamento necessário à vida.
O artefato é a demonstração do poder do homem de refazer um mundo à sua imagem e semelhança. Todavia, pontes, casas, indústrias, computadores, móveis e automóveis, tudo se desgasta, quebra, é substituído.

Todo artefato se desfaz. No meio de tal mutação, sentimo-nos também de passagem, sem vínculos e compromissos. Quase apátridas. Vivendo apenas em um mundo artificial, que camufla a natureza, ficamos esquecidos da perenidade desse solo original.

Saber que o mundo já estava aí antes de nós e que permanecerá aí quando partirmos empresta à vida o sentimento de duração e de segurança. Sem ele, a existência jamais consegue avançar nem se simplificar.

Mas, na presença do mundo natural, lembramos que nascemos e morremos. E nos lembramos de nos perguntarmos: o que, de fato, queremos e precisamos, enquanto vivemos?



DULCE CRITELLI , terapeuta existencial e professora de filosofia da PUC-SP, é autora de "Educação e Dominação Cultural" e "Analítica de Sentido" e coordenadora do Existentia - Centro de Orientação e Estudos da Condição Humana
dulcecritelli@existentia.com.br

Fonte: Folha de São Paulo, Caderno Equilíbrio


http://arvoresnacidade.blogspot.com/2009/06/natureza-e-as-cidades-dulce-critelli.html


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Quinta-feira, 18 de Junho de 2009

APOLÔNIO DE TIANA (2)

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Nem só Jesus Cristo tinha poder
Por Widson Porto Reis

"Ele nasceu do útero de uma virgem e seu nascimento foi anunciado por um anjo. Reuniu ao seu redor um grupo de leais seguidores a quem transmitiu uma avançada mensagem de igualdade e fraternidade. Foi um agitador das massas e suas palavras tanto desagradaram aos romanos que acabaram por matá-lo. Em vida fazia inúmeros milagres: curava inválidos, anulava pragas, expulsava o demônio das pessoas e certa vez até ressucitou uma menina. Mas o maior dos seus feitos foi sua própria ressurreição, é claro. Uma vez completada sua missão, tomou seu lugar ao lado do Pai, do Espírito Santo e de sua própria mãe, também alçada aos céus, deixando aos seus seguidores em terra a dura tarefa de explicar como tinha tanta gente no céu se Deus era para ser único.

Ah sim, esqueci de dizer que não estou falando de Jesus Cristo. Estou falando de Apolônio de Tiana.

Filósofo neo-aristotélico nascido na Capadócia no século I, um dos muitos profetas de seu tempo que, apesar das semelhanças no currículo, não teve a sorte de se tornar tão popular quanto seu colega de messianato.

Apolônio era basicamente um Cristo com maiores e melhores poderes. Além de fazer enxergar os cegos e andar os mancos, transmutar água em vinho e outros milagres usuais, Apolônio podia estar em dois lugares ao mesmo tempo, era capaz de ler pensamentos e falava línguas que nunca tinha aprendido. Certa vez, aprisionado pelo imperador romano, que o acusou de traição, escapou, milagrosamente é claro.

Mas não só de poderes mágicos se constrói um Messias. Um autêntico Messias precisa de um plano de salvação espiritual, de uma mensagem revolucionária de paz e amor. Apolônio tinha isso também. Como Jesus, Apolônio permaneceu celibatário e deu tudo o que tinha aos pobres, que não era pouco pois seus pais lhe deixaram uma polpuda herança ao morrer. Como J.C., Apolônio se opunha às danças, aos prazeres carnais e aos violentos espetáculos dos gladiadores (acho que Jesus não fez uma menção específica a isso nos testamentos mas suponho que ele teria algo a dizer sobre o assunto se alguém tivesse perguntado). Contrariamente a Jesus no entanto, Apolônio era vegetariano e condenava os sacríficos animais, tão frequentes em seu tempo (o que teria garantido pontos extras se eu estivesse considerando abraçar o cristianismo). Apolônio orava, mas considerava desprezível a idéia de que Deus pudesse ser demovido de Seu supremo propósito para atender as súplicas mundanas. Seres com que se podia fazer pactos, pregava Apolônio, não eram deuses, eram menos do que homens. Começo a entender porque a audiência de Apolônio tornou-se tão menor que a do Jesus… quem ia querer saber de um deus que não atende pedidos em plena Copa do Mundo?!

Diz-se que Apolônio era sempre sereno e nunca se zangava, ou seja, não era do tipo que armaria o maior barraco por causa de camelôs vendendo quinquilharias em pleno templo. Nisso eu defendo o Jesus. Queria ver Apolônio manter a serenidade diante de uma banca de adesivos “Deus é Fiel” e camisetas camufladas escritas “Exército de Deus, Aliste-se Agora“.

Apolônio, como Jesus, tinha um jeito com as palavras; quando, dias antes de ser morto, avisou aos seus apóstolos onde estaria depois de ressucitar, um deles lhe perguntou: “você estará vivo ou o quê?” ao que Apolônio respondeu: “Do meu ponto de vista estarei vivo, do de vocês estarei revivido”. Como convém aos verdadeiros profetas, como Jesus, o Oráculo de Matrix, o Mestre dos Magos e tantos outros, Apolônio sempre dava um jeito de falar por enigmas. Se ele soubesse a confusão que isso poderia causar alguns milhares de anos depois entre seus seguidores, teria sido mais objetivo.

Apolônio era popular em seu tempo; foi saudado por centenas ao adentrar os portões da cidade grega de Alexandria, assim como Jesus o foi ao chegar a Jerusalém. Sua partida para o reino dos céus parece ter sido mais teatral, entretanto. Depois de entrar em um templo grego, Apolônio simplesmente desapareceu, enquanto um coro de virgens entoava cânticos em sua homenagem.

O que a Igreja Católica diz sobre Apolônio? O argumento mais frequente é que a história de Apolônio Cristo não foi escrita por testemunhas oculares. Bem, até aí nada, já que a de Jesus Cristo também não foi. Aliás, se há uma coisa sobre a qual concordam todos os historiadores modernos é que nenhum dos evangelhos do novo testamento foi escrito por alguém que tenha pessoalmente conhecido Jesus (sobre isso recomendo duas fontes sérias: “Jesus e Javé” de Harold Bloom, um renomado intelectual judeu (que leio no momento) e “A História do Cristianismo” de Paul Johnson um dos maiores historiadores vivos, do qual li até hoje somente os três primeiros capítulos). Pelo contrário: é geralmente aceito que os evangelhos foram escritos baseados em tradições orais quase meio século depois da morte de Jesus.

Já de Apolônio quase tudo o que se sabe foi escrito pelo filósofo ateniense Flavius Philostratus entre os anos de 205 a 245 D.C baseada nos escritos de um dos discípulos conteporâneos de Apolônio: Damis de Nineveh. Philostratus foi instruído a escrever a biografia de Apolônio por Domna Julia, esposa do imperador Septimius Severus, uma amante da filosofia que tinha em seu templo particular estátuas de alguns grandes homens sábios, como Orpheus, Jesus e o próprio Apolônio. Da biografia escrita por Philostratus nasceu o culto Apolônico, que durou muitos séculos mas, como se sabe, nunca foi tão bem sucedido quanto aquele outro.

Em um jogo de “Super-Trunfo” que trouxesse profetas em vez de carros ou tanques, a carta de Apolônio certamente perderia no quesito “popularidade” e “flagelo” mas ganharia fácil em “santidade” . Afinal, enquanto Jesus era visto com prostitutas, tinha uma história mal contada com Maria Madalena (aquela história da lavagem dos pés não te lembra o diálogo sobre pés e massagem em Pulp Fiction?) e regalava-se com vinho e carne, Apolônio era abstêmio, não comia nada que não viesse da terra e era visto como um homem santo já em vida. Digamos que Dan Brown teria mais dificuldade em fazer intrigas com a vida sexual de Apolônio do que teve com Jesus (o que nos teria rendido um best-seller mal escrito a menos se a história tivesse sido diferente). Sendo assim o velho jogo do “meu messias é melhor que o seu” começou logo cedo e continua até hoje. Os primeiros historiadores cristãos, como Eusébio de Cesáreia, no século III, até reconheciam os milagres e a santidade de Apolônio mas diziam que, enquanto os milagres de Jesus eram manifestações de Deus, os de Apolônio eram coisa do diabo (o original grego usa a palavra “daemon“, que significa tão somente um ser espiritual, mas a conotação negativa foi a empregada pelos sucessivos teólogos cristãos). Mais tarde a tática para desacreditar Apolônio passou a ser acusar Philostratus de plagiar os evangelhos cristãos, algo que Eusébio, que estava na época e no lugar certo para saber disso, nunca fez. Hoje discute-se se não foram os escribas cristãos que se inspiraram na biografia de Apolônio.

A história de Apolônio me fascina. Primeiramente porque mostra como as histórias de milagres na antiguidade e de homens santos que voltaram da morte não são únicas nem tão especiais quanto os cristãos imaginam. Em segundo lugar porquê como admirador das minorias alternativas e geralmente fracassadas, como PDAs Newton, fitas Sony Betamax e Ceticismo Brasileiro, é bom saber que tenho uma alternativa para o dia em que pensar em me converter; só preciso aceitar Apolônio no meu coração."


http://ceticismo.wordpress.com/2006/11/19/nem-so-cristo-tinha-poder/
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Quarta-feira, 17 de Junho de 2009

O UNIVERSO QUE NOS RESPONDE - JAMES REDFIELD

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O UNIVERSO QUE NOS RESPONDE

Nas últimas décadas, os pesquisadores da psicologia começaram a estudar seriamente o efeito das nossas intenções no universo físico. Algumas das primeiras descobertas ocorreram na área de biofeedback. Através de centenas de estudos, mostrou-se que podemos influenciar muitas das funções do nosso corpo que, anteriormente, julgava-se serem totalmente controladas pelo sistema nervoso autônomo, inclusive o ritmo cardíaco, a pressão arterial, o sistema imunológico e as ondas cerebrais. Quase todos os processos que podemos monitorar mostraram alguma sensibilidade à nossa vontade.

Pesquisas recentes, no entanto, têm mostrado que nossa ligação e influência vão bem mais longe: as nossas intenções podem afetar também o corpo de outras pessoas, sua mente e a forma dos acontecimentos no mundo. A nova física mostrou que estamos ligados de um modo que transcende os limites de tempo e espaço. O teorema de Bell parece aplicar-se, tanto quanto à operação das partículas elementares, também aos nossos pensamentos.

Ninguém contribuiu mais para a popularização dessa nova compreensão do que o dr. Larry Dossey, que escreveu uma série de três livros enfocando os poderes da intenção e da oração. Estudando pesquisas antigas e atuais de fontes que vão desde F. W. H. Myers até Lawrence LeShan, desde J. B. Rhine até o Laboratório de Pesquisa de Engenharia de Anomalias de Princeton, Dossey apresentou um instigante de evidências de que podemos atravessar o espaço, e às vezes o tempo, para afetar o mundo.

Numa pesquisa em particular citada em seu livro Recovering the Soul, Dossey descreve um grupo de pesquisados reunidos para testar sua capacidade de receber informações através de grandes distâncias. Outros pesquisados, a centenas de quilômetros, não apenas conseguiram acertar muito mais vezes do que seria de se esperar o nome de uma carta tirada por alguém a centenas de quilômetros, como também era freqüente receberem essa informação antes mesmo que a carta fosse escolhida.

Em outras experiências para testar essa capacidade, os pesquisados conseguiram distinguir um grupo de algarismos produzido por um gerador de números ao acaso, antes mesmo que os números fossem sorteados. As implicações dessas e de outras experiências similares são de extrema importância, pois fornecem evidências de certas habilidades que muitos de nós experimentam repetidamente. Não apenas estamos ligados uns aos outros telepaticamente, como também temos a capacidade da premonição: aparentemente conseguimos apreender imagens ou sugestões de acontecimentos iminentes, especialmente se eles afetam a nossa vida e o nosso crescimento.

No entanto, a nossa capacidade tem alcance ainda maior: com a nossa mente podemos não apenas receber informações sobre o mundo, como também afetar o mundo. Dossey cita uma pesquisa, hoje bastante conhecida, que foi levada a cabo pelo dr. Randolph Byrd no Hospital Geral de San Francisco. Nessa experiência, uma equipe de voluntários rezou por um grupo de pacientes cardíacos, ao passo que um grupo de controle não recebeu orações em sua intenção. Dossey relata que o grupo que recebeu orações teve cinco vezes menos possibilidade de precisar de antibióticos e três vezes menos possibilidade de desenvolver fluido nos pulmões. Além disso, nenhum dos pacientes desse grupo precisou de respiração artificial, ao passo que 12 membros do grupo de controle precisaram.

Outras experiências citadas por Dossey mostraram que o poder da oração e da intenção funciona igualmente bem com as plantas (aumentando o número de sementes que germinam); com as bactérias (aumentando a taxa de crescimento); e com objetos inanimados (afetando os padrões casuais de bolas de isopor ao caírem).

Uma série de experiências mostrou uma coisa especialmente interessante: embora a nossa capacidade de afetar o mundo funcione em ambos os casos, a intenção não-instrutiva (isto é, sustentar a idéia de que o melhor deveria acontecer, sem introduzir a nossa opinião) funciona melhor do que a intenção instrutiva (sustentar a idéia de que deveria ocorrer um determinado desfecho). Isto parece indicar que existe um princípio embutido na nossa ligação com o resto do universo, que mantém o nosso ego cerceado.

As experiências citadas por Dossey sugerem também que devemos ter algum conhecimento pessoal do indivíduo por quem rezamos, e que parece funcionar melhor a intenção que flui de uma sensação de ligação com o divino, ou com o Eu superior da outra pessoa. Além disso, as experiências parecem confirmar que nossas intenções têm efeito cumulativo - em outras palavras: os pacientes por quem as orações foram feitas por mais tempo beneficiaram-se mais do que aqueles por quem as orações duraram menos tempo.

Dossey cita experiências que indicam algo muito importante: as nossas teorias costumam agir no mundo exatamente como as nossas intenções ou orações conscientes. A famosa experiência de Oak School mostrou esse fato: disseram a alguns professores que certo grupo de alunos, identificados por meio de testes, progrediria mais durante o ano letivo. Na realidade, os professores receberam uma lista de alunos escolhidos inteiramente ao acaso. No final do ano, esses estudantes mostraram realmente uma melhora significativa não apenas no seu desempenho (o que poderia ser explicado por alguma atenção extra dada pelos professores), mas em testes de QI destinados a avaliar apenas a capacidade inata. Em outras palavras, as teorias do professor a respeito dos seus alunos modificaram o potencial de aprendizado deles.

Infelizmente esse efeito parece agir também numa direção negativa. Em seu livro recente Be Careful What You Pray For, You Just Might Get it, Dossey descreve pesquisas que mostram que as nossas teorias inconscientes podem fazer mal a outras pessoas. Um exemplo importante é quando rezamos para que alguém mude de idéia ou interrompa o que está fazendo, antes de investigarmos cuidadosamente se a nossa opinião está correta; esses pensamentos são liberados e criam dúvidas na outra pessoa. A mesma coisa acontece quando temos pensamentos negativos a respeito da aparência ou dos atos de outra pessoa; muitas vezes são opiniões que jamais expressaríamos diretamente, mas, como somos todos ligados, os pensamentos vão como punhais influenciar o conceito que a pessoa tem de si mesma, e talvez até mesmo a sua conduta.

Isso significa, é claro, que podemos também influenciar negativamente a realidade da nossa própria situação com pensamentos inconscientes. Quando pensamos negativamente sobre a nossa capacidade pessoal, a nossa aparência ou as nossas perspectivas de futuro, esses pensamentos influenciam de maneira bastante real o modo como nos sentimos e aquilo que acontece conosco.


VIVENDO A NOVA REALIDADE

Podemos, portanto, enxergar o quadro mais amplo oferecido pela nova ciência. Agora, quando nos postamos em nosso jardim ou passeamos pelo parque admirando a paisagem num belo dia de sol, devemos ver um mundo novo. Não podemos mais pensar que o universo que habitamos está se expandindo em todas as direções até o infinito; sabemos que o universo é fisicamente infinito, mas curvado de uma forma que o torna limitado e finito. Vivemos dentro de uma bolha de espaço/tempo e, como os físicos que pesquisam o hiperespaço, intuímos outras dimensões. E quando olhamos em volta, para as formas dentro deste universo, já não podemos ver matéria sólida, mas substância energética. Tudo nada mais é do que um campo de energia, de luz, todas as coisas interagindo e influenciando-se mutuamente - inclusive nós mesmos.

Na verdade, a maioria dessas descrições da nova realidade já foi confirmada pela nossa própria experiência. Todos nós temos, por exemplo, momentos em que podemos constatar que outras pessoas captaram nossos pensamentos, ou ocasiões em que sabemos o que outra pessoa sente ou está prestes a dizer. De modo semelhante, vivemos situações em que sabemos que alguma coisa está prestes a acontecer ou poderia potencialmente acontecer, e essas premonições muitas vezes são acompanhadas por pressentimentos que nos dizem aonde deveríamos ir ou aquilo que deveríamos fazer, para estarmos no lugar certo, na hora exata. O mais significativo é que sabemos que a nossa atitude e a nossa intenção a respeito das outras pessoas são extremamente importantes. Como veremos mais tarde, quando pensamos positivamente, nos elevamos e elevamos os outros, e acontecimentos incríveis começam a ter lugar.

O nosso desafio é colocar tudo isso em prática cotidianamente, integrado à nossa vida diária. Vivemos num universo inteligente, de energia dinâmica, que nos responde, no qual as expectativas e teorias das outras pessoas irradiam-se delas para nos influenciar.

O próximo passo, portanto, em nossa viagem em direção a uma vida com uma nova consciência espiritual é ver o mundo humano de energia, expectativa e drama como ele realmente é, e aprender a lidar com esse mundo de maneira mais eficaz.

SUPERANDO A DISPUTA DE PODER

A grande conquista dos psicólogos da interação foi identificar e explicar a tendência dos seres humanos a competir entre si e a dominar uns aos outros por causa de uma profunda angústia existencial. Veio do Oriente, no entanto, um esclarecimento maior sobre o processo psicológico subjacente a esse fenômeno.

Como tanto a ciência quanto o misticismo demonstram, o ser humano é, em essência, um campo de energia. No entanto, a sabedoria oriental afirma que o nosso nível normal de energia é baixo e fraco, e assim permanecerá até nos abrirmos às energias absolutas disponíveis no universo. Quando isso ocorre, o ch'i - que talvez devêssemos chamar de nosso nível de energia quântica - eleva-se o suficiente para sanar nossa angústia existencial.

Mas até então vivemos procurando extrair das outras pessoas energia adicional.
Vamos começar esse estudo examinando aquilo que realmente acontece quando dois seres humanos interagem. Existe um velho provérbio místico que diz que aonde vai a atenção, para lá flui a energia. Assim, quando duas pessoas voltam a atenção uma para a outra, elas literalmente fundem seus campos energéticos, juntando as energias. Aí surge logo a questão: quem é que vai controlar essa energia acumulada? Se um dos dois consegue dominar, fazendo o outro aceitar seu ponto de vista - enxergar o mundo à sua maneira, através dos seus olhos -, então esse indivíduo capturou para si a energia de ambos. Ele sente uma imediata onda de poder, segurança, autovalorização e até mesmo euforia.

Mas esses sentimentos positivos são conseguidos às custas da outra pessoa, que, dominada, sente-se fora do centro, ansiosa e desprovida de energia - todos nós já nos sentimos assim alguma vez. Quando somos forçados a ceder a alguém que nos manipulou até nos confundir, nos tirar do equilíbrio, nos expor, de repente nos sentimos exaustos. E a tendência natural é tentar tomar de volta a energia do nosso dominador, usando em geral de qualquer meio necessário.

Esse processo de dominação psicológica pode ser observado em toda parte, e é a fonte oculta de todos os conflitos irracionais no mundo humano, em nível de indivíduos e famílias até todas as culturas e nações. Assim, olhando realisticamente para a sociedade, veremos um mundo que compete pela energia, com pessoas manipulando umas às outras de maneiras muito engenhosas (e em geral bastante inconscientes). À luz da nova compreensão do universo, podemos ver também que a maioria das manipulações usadas - a maioria dos jogos que as pessoas jogam - resulta das teorias básicas de cada um. Em outras palavras: são elas que formam o campo de intenção do indivíduo.

Quando entramos em interação com outro ser humano, precisamos ter isso tudo em mente. Cada pessoa é um campo de energia consistindo num conjunto de teorias e crenças, que se irradiam e influenciam o mundo. Isso inclui as crenças sobre aquilo que um indivíduo pensa dos outros, e como sair vitorioso na conversa.

Todo mundo tem um conjunto único de teorias e estilo de interação, que chamo de "dramas de controle". Acredito que esses "dramas" seguem um continuum que vai de muito passivo a muito agressivo.


Mais em


http://pistasdocaminho.blogspot.com/2009/06/jogos-de-competicao-pela-energia.html

http://www.scribd.com/doc/6681451/James-Redfield-Visao-Celestina
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IMPLANTES ALIENÍGENAS

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Somos cobaias?
Terça-feira, 16 de Junho de 2009

Pessoal, esse documentário que nós disponibilizamos é muito raro e recomendo que façam o download o mais rápido possível, nele são mostradas provas materiais, os chamados implantes alienígenas, extraídos cirurgicamente pelo Dr. Roger Leir.

Download do documentário
AQUI!



Somos cobaias de um experimento alienígena? A resposta é sim e a prova está nesse documentário. Prova material. Implantes com uma composição metálica estranha para os padrões terrestres, envolvidos por uma membrana biologicamente desconhecida e que não produz rejeição, nem apresenta no corpo dos implantados qualquer marca cirúrgica. Tais implantados se dizem abduzidos e um exame radiográfico do corpo deles revelou tais objetos.

Não é menos verdade também que somos cobaias de um experimento humano. Basta ver a disseminação recente do vírus da gripe suína e de outros, por exemplo, o HIV. Basta lembrar o que o Estado Nazista e o antigo Estado Soviético fizeram em campos de concentração. Basta citar o Projeto MK Ultra norte-americano e o documentário sobre o mesmo que postamos aqui.

A seguir dois textos sobre o tema que extrai da internet.



OS PRIMEIROS EXAMES EM IMPLANTES ALIENÍGENAS

Análises em artefatos encontrados nos corpos de abduzidos surpreendem os investigadores
http://gpsufos.chez.com/doc_implantes.html


No dia 19 de agosto de 1995, o doutor Roger Leir removeu cirurgicamente dois objetos dos corpos de dois contatados supostamente abduzidos por Ets. Para tentar verificar a origem destes objetos, a National Institute for Discovery Science(NIDS) conduziu uma inspeção externa detalhada, com base no teste de espectroscopia extensiva de raios laser. Para aumentar o número de informações sobre esses objetos, o NIDS também decidiu suprir os recursos com mais exames metalúrgicos realizados no laboratório New México Tech, na cidade norte-americana de Socorro, Novo México. Nesse caso, Leir fez um excelente trabalho documentando a extração dos corpos estranhos. Similarmente. O cuidado foi tomado em cada passo da transferência dos materiais durante o teste e no retorno dos exemplares.

O objetivo do envolvimento do NIDS foi o de estabelecer alguns padrões para o exame do material. Um grande número de especialistas foi consultado para determinar quais análises não destrutivas seriam apropriadas neste etapa da investigação. A bateria de testes recomendada diz respeito à estrutura química, mecânica e eletromagnética, compreendendo a técnica de imersão de densidade em tolueno, determinação de dureza e módulo elástico, além do uso de um microscópio de varredura eletrônica. De acordo com o relatório dos testes de Paul A. Fuierer, professor assistente do Departamento de Engenharia de Materiais do New México Tech, apresentada no dia 19 de julho de 1996, os exemplares examinados continuam duas peças semelhantes a palitos ou agulhas, primariamente de cor preta acinzentada, com algumas partes de suas superfícies na cor branca amarronzada.

EXAMES LABORATORIAS - Descobriu-se que dois deles são fortemente magnetizados ao longo do comprimento dos seus eixos, embora nenhum seja condutor de energia. Em um dos objetos foi encontrada uma substâncias amarelada e uma alta concentração de um elemento reflexivo que parecia cobre. A densidade da massa dos exemplares foi medida utilizando-se uma técnica de imersão baseada no Princípio de Arquimedes, a qual consiste em submergir os exemplares em um líquido de densidade já conhecida. Nesse caso, foi utilizado o tolueno, ao invés de água, para evitar qualquer hidrólise possível ou reações de oxidação com o material. A diferença entre as densidades dos exemplares foi considerada significativa.

O índice de dureza foi obtido através da média calculada entre os valores da densidade e o tamanho das ranhuras feitas com um micro cortador de ponta de diamante. Um dos objetos era duro, como quartzo ou aço, enquanto que o outro, relativamente macio, como calcita. Por causa do pequeno tamanho dos implantes, a análise química ficou limitada a uma estimativa qualitativa na qual foi utilizada espectroscopia de dispersão de energia a raios-x e uma unidade auxiliar de um microscópio eletrônico de varredura. Como tais exemplares tinham uma membrana envolvendo-os, ao isolá-los foi necessário depositar uma pequena camada de carbono para evitar a carga elétrica, durante a leitura das imagens. Foram detectadas maiores quantidades de ferro, fósforo e cálcio, e alguns traços de cloro. O espectro mostrado foi todo obtido num intervalo de tempo de um minuto. Como não existe virtualmente diferença nesse espectro, foi concluído que a composição do material era uniforme.

DIFRAÇÃO DE RAIO-X - Todas as tentativas de se obter um padrão de difração de raio-x dos exemplares, utilizando-se um difratômetro Philips, foram fracassadas. A detecção de qualquer reflexo em exemplares pequenos requer instrumentação e condições especiais. Por conseguinte, os exemplares foram levados a um local especial para raios-x, equipado com um difratômetro Simens D - 5000. Numa tentativa de estudar mais sobre o ferro encontrado no centro desses exemplares, foi efetuada a metalografia tradicional com um microscópio óptico. Embora a microestrutura não revelasse a estrutura clássica da perlita, o sistema interpretado como supostamente de ferro-carbono com uma fase escura, poderia ser, talves, cemelita, uma substância obtida a partir do elemento químico ferro. Uma porcentagem de carbono finalmente disperso pode ser considerada a causa da alta dureza.

Após diversas análises, pudemos perceber que um dos exemplares pôde ser escrito como uma agulha, com um centro predominantemente de ferro não condutor e uma membrana envolvente cinza escura. Esta membrana, ou camada de material da superfície, tem como seus componentes ferro, cálcio, fósforo, cloro e muito possivelmente alguns elementos mais leves, como carbono e oxigênio. A análise de fase gasosa não foi totalmente conclusiva por causa do pequeno tamanho do exemplar. A microestrutura do centro do exemplar (polida e corroída), quando observada sob um microscópio óptico, lembra uma liga rica em ferro com grandes quantidades de carbono, provavelmente na forma de carbide de ferro. O composto é provavelmente ferroso, com um empacotamento de corpo do tipo centro-cúbico. Desde que os exemplares sejam magnetizados, sua dureza central torna-se muito alta, semelhante à dureza das ferramentas de metais carbonados.

O outro exemplar é uma mistura muito complexa de materiais. Enquanto que a parte interna é similar ao primeiro, a porção externa é feita de uma combinação de muitos elementos e fases diferentes, dependendo do local. Esse segundo exemplar apresenta uma substância flocosa, que pode ser um complexo mineral silicado.

IMPLANTES METEÓRICOS? - A hipótese de que as amostras teriam origens meteóricas foi levantada a partir do alto valor de dureza relativa obtido para o núcleo de ferro de uma delas, pois ligas de ferro muito duras podem ser encontradas em exemplares de meteoritos. De fato, características como a complexa combinação de diferentes elementos químicos, por exemplo, são similares a certos meteoritos.

As análises elementares feitas por espectroscopia energética dispersiva de raios-x indicaram ferro e fósforo como maiores componentes do material externo que envolvia o núcleo. Em adição, identificou-se um resíduo de fosfato de cálcio como possível fase dentro do material externo de ambos os exemplares. Curiosamente, a cloropatita está entre os minerais mais comuns dos meteoritos. Isso seria a justificativa para a presença de uma quantidade substancial de cálcio e menor quantidade de cloro detectada na amostra.

Contudo, nenhuma porção de níquel foi detectada na primeira amostra e somente uma quantidade mínima na segunda. Um pesquisador afirmou que "a maioria dos meteoritos contém entre 6 e 10% de níquel. Nenhum meteorito contém menos de 5% desse elemento". Uma explicação pode ser formulada com base no fato de que esses espécimes foram extraídos de um corpo, onde qualquer peça de ferro incrustada dentro de um tecido pode possivelmente causar uma reação de calcificação. Isso explicaria a presença de cálcio e fósforo na superfície dos exemplares. Não é surpreendente que as vítimas não tenham tido uma reação adversa ao objeto estranho. No entanto, devemos enfatizar que isso é apenas uma teorização sobre a origem dos espécimes baseada em dados e informações preliminares. Estudos mais aprofundados devem ser efetivados para provar qualquer tese.




ENDEREÇO:

Derrel Sims e Roger Leir podem ser contatados no endereço:

P. O. Box 60944, Houston, TX 77205, EUA.




Por Marcelo Zammarian, UPOANI

Adaptação de texto: Yolanda Hollaender

A Ufologia preocupava-se inicialmente apenas com a observação do fenômeno até a descoberta da síndrome da abdução ou seqüestro. Durante mais de quarenta anos, uma das maneiras de um indivíduo ser considerado louco era afirmar ao seu psiquiatra que tinha estado em contato com seres estranhos que desceram de um óvni. Já durante a década de 50, os profissionais de saúde mental, especialmente nos Estados Unidos, mostravam-se inclinados a considerar essas pessoas como personalidades mal ajustadas à sociedade. O tratamento aplicado estava destinado a induzir a um comportamento coerente com as normas sociais. Esses terapeutas foram desencorajados a expressar publicamente seu interesse a respeito de tais temas, devido ao fato de a maioria não ter condições de manter discussões sérias sobre o fenômeno óvni.

Já nos anos 80 e 90 despertou o que há de mais profundo em termos de pesquisa das origens e intenções alienígenas. Os últimos acontecimentos pareciam indicar que a relação entre profissionais de saúde mental nos Estados Unidos e as vítimas de óvnis estava começando a mudar radicalmente. Muitos médicos e cientistas de saúde começaram a discutir publicamente os tipos de terapias a serem ministradas nas vítimas de traumas, resultantes de contatos imediatos com óvnis e a terapia com hipnose regressiva tornou-se um dos mais importantes métodos empregados.

Na América do Norte, o surgimento de uma série inédita de conferências sobre o tratamento e investigação de traumas anômalos (TREAT – Treatment of Anomalous Traumas), organizadas pela psiquiatra Rima Laibow, serviu como ponto inicial para chamar a atenção de profissionais de medicina, psicologia e psiquiatria para vítimas ufológicas. O primeiro evento do gênero, que teve lugar em Fairfield, Connecticut, em maio de 1989, recebeu o nome de “Conferência Sobre o Tratamento e Investigação das Experiências de Traumas Anômalos”. Posteriormente, mais dois encontros tiveram lugar, respectivamente em fevereiro de 1990, no Instituto Politécnico e na Universidade Estadual de Blacksburg, na Virgínia, e em março de 1992, na Universidade do Kansas, em Kansas City.

A partir daí, surge então, mais recentemente, o trabalho do psiquiatra de Harvard, Dr.John Mach, que corajosamente enfrentou a ira de seus conservadores colegas de profissão, que tentaram manchar sua reputação com calúnias e comentários depreciativos a seu respeito.

Em suas pesquisas com abduzidos, ele constatou que, com freqüência, as experiências de abdução seguem com uma família às vezes até por três gerações, e que a natureza imprevisível de sua recorrência é um dos aspectos mais angustiantes do fenômeno. Existem sintomas característicos manifestados pelas vítimas, diz ele, como por exemplo: sensação geral de vulnerabilidade, principalmente à noite; medo de escuro e de ficar sozinho à noite, dormir com a luz acesa (quando adulto), pesadelos e sonhos de estar em estranhas naves voadoras, ou enclausurado. Irritações na pele, cortes, furos ou outras lesões podem surgir da noite para o dia. Sangramentos nasais, queixas urológicas ou ginecológicas, além de dificuldade urinária durante a gravidez e sintomas gastro intestinais persistentes. Gravidez interrompida e implantes deixados nos corpos dos abduzidos ocorrem com intensidade, afirma John Mach.

Mas é o norte-americano Derrel Sims, chefe de investigação da “Found for Interactive Research and Space Technology”(FIRST), o mais conhecido pesquisador de implantes hoje em dia. Ex-funcionário da CIA e de outras agências de informação dos Estados Unidos, possui formação na área médica com especialização em hipnoterapia e hipnoanestesia.

Atualmente, Derrel coleciona um conjunto de artefatos alienígenas retirados de humanos e acredita que uma explicação completa para o fenômeno óvni tem que necessariamente passar pela pesquisa da abdução e dos implantes. Ele vem trabalhando em parceria com a equipe cirúrgica do Dr.Roger Leir, trabalho esse que recebeu recentemente enorme atenção da mídia após a remoção de vários objetos estranhos do corpo humano de pessoas abduzidas.

As peças de metal no organismo desses pacientes estavam envolvidas num denso labirinto membranoso e numa trama de proteínas e coágulos. Os cirurgiões nunca haviam visto nada parecido em muitos anos combinados de trabalho. Dr. Leir foi avisado, antes das cirurgias, que se os objetos fossem de natureza alienígena, não haveria células inflamatórias e deveria haver células nervosas do tipo errado presentes. Depois de prontos os relatórios, Doutor Leir fez descobertas incomuns: não havia reações inflamatórias e os preceptores nervosos estavam presentes; havia células erradas para aquela parte do corpo. Então, o “National Institute of Discovery Science” (NID) concordou em custear a pesquisa após uma rigorosa avaliação de 16 profissionais de altíssimo nível. Os objetos foram então transferidos para “Los Alamos” e, posteriormente, para o “Novo México Tech” para a realização de testes qualitativos e quantitativos, respectivamente. A conclusão, após meses de testes e grandes gastos, foi a de que as amostras eram de origem desconhecida. Ao que tudo indica, os objetos não são rejeitados pelo corpo humano, pois ficam “embrulhados” numa densa membrana fibrosa de material queratinoso própria da superfície cutânea.

Exames Laboratoriais: Descobriu-se que dois dos implantes são fortemente magnetizados ao longo do comprimento dos seus eixos, embora nenhum seja condutor de energia. Em um dos objetos foram encontradas uma substância amarelada e uma alta concentração de um elemento reflexivo que parecia cobre. A densidade da massa dos exemplares foi medida utilizando-se uma técnica de imersão baseada no Princípio de Arquimedes, a qual consiste em submergir os exemplares em um líquido de densidade já conhecida. Nesse caso, foi utilizado o tolueno, ao invés de água, para evitar qualquer hidrólise possível ou reações de oxidação com o material. A diferença entre as densidades dos exemplares foi considerada significativa.

O índice de dureza foi obtido através da média calculada entre os valores da densidade e o tamanho das ranhuras feitas com um micro cortador de ponta de diamante. Um dos objetos era duro, como quartzo ou aço, enquanto que o outro, relativamente macio, como calcita. Por causa do pequeno tamanho dos implantes, a análise química ficou limitada a uma estimativa qualitativa na qual foi utilizada espectroscopia de dispersão de energia a raios-x e uma unidade auxiliar de um microscópio eletrônico de varredura. Como tais exemplares tinham uma membrana envolvendo-os, ao isolá-los foi necessário depositar uma pequena camada de carbono para evitar a carga elétrica, durante a leitura das imagens. Foi detectado maior quantidade de ferro, fósforo e cálcio e alguns traços de cloro. O espectro mostrado foi todo obtido num intervalo de tempo de um minuto. Como não existe virtualmente diferença nesse espectro, foi concluído que a composição do material era uniforme.

O importante a considerar aqui é o quadro clínico das vítimas de implantes alienígenas como um todo. Os resultados dos testes físicos dos implantes não são suficientemente substanciais para resolverem o mistério, por mais que se procure não abordar a presença alienígena no nosso planeta. As reais experiências dos abduzidos mostram que é necessário parar e pensar a respeito. A resposta para o enigma se encontra em algum lugar entre a Ciência e a psique humana.



Texto do bloghttp://pistasdocaminho.blogspot.com/2009/06/somos-cobaias.html

http://www.youtube.com/user/gaiasohl#p/c/C459EDAD77B9FC92/0/NSkaVub7eq8



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O REINO DAS MULHERES

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O matriarcado dos Mosuo ...

Jürgen Vogt


Como funciona um matriarcado na realidade? O escritor argentino Ricardo Coler decidiu descobrir e passou dois meses com os Mosuo, no sul da China. "As mulheres tem um jeito diferente de dominar", explicou o pesquisador à Spiegel Online.

Spiegel Online: Você é da Argentina, que tem fama de ser um país com comportamento machista. Como foi viver por dois meses na sociedade matriarcal dos Mosuo, na China?
Coler: Eu queria saber o que acontece numa sociedade em que as mulheres determinam como as coisas são feitas. Como as mulheres funcionam quando, desde o nascimento, sua posição social as permite decidir tudo? Nós, homens, sabemos o que é um homem, descobrimos isso rapidamente - mas o que constitui uma mulher? Apesar disso, não fiquei mais sábio em relação a esse assunto.

Spiegel Online: A sociedade Mosuo é um paraíso para as feministas?
Coler: Eu esperava encontrar um patriarcado às avessas. Mas a vida dos Mosuo não tem nada a ver com isso. As mulheres têm um jeito diferente de dominar. Quando as mulheres governam, isso faz parte do trabalho delas. Elas gostam quando tudo funciona e a família está bem. Acumular riquezas ou ganhar muito dinheiro não passa pela cabeça delas. A acumulação de capital parece ser uma coisa masculina. Não é sem razão que a sabedoria popular diz que a diferença entre um homem e um menino é o preço de seus brinquedos.

Spiegel Online: Como é a vida do homem no matriarcado?
Coler: Os homens vivem melhor quando as mulheres estão no comando: você não tem quase nenhuma responsabilidade, trabalha bem menos e passa o dia todo com seus amigos. E fica com uma mulher diferente todas as noites. E, além disso, você sempre pode morar na casa da sua mãe. A mulher serve o homem, e isso acontece numa sociedade em que ela lidera e tem o controle do dinheiro. No patriarcado, nós, homens, trabalhamos mais - e de vez em quando temos que lavar os pratos. Na forma de matriarcado original de Mosuo, você é proibido de fazer isso. Quando a posição dominante da mulher está segura, esse tipo arcaico de papeis de gênero não têm muito significado.

Spiegel Online: O que mais o surpreendeu?
Coler: Que não há violência numa sociedade matriarcal. Sei que isso pode descambar para uma idealização - toda sociedade humana tem problemas. Mas resolver os conflitos com violência simplesmente não faz sentido para as mulheres Mosuo. Como elas estão no comando, ninguém briga. Elas não têm sentimentos de culpa ou vingança - é simplesmente vergonhoso brigar. Elas ficam envergonhadas quando o fazem, e isso pode até ameaçar sua posição social.

Spiegel Online: E quando não há solução para um problema?
Coler: Tanto faz, não haverá nenhuma briga. As mulheres decidem o que acontece. Algumas fazem isso de forma mais rígida e outras de forma mais amigável. Elas são mulheres fortes que sabem dar ordens claras. Quando um homem não terminou uma tarefa que recebeu, espera-se que ele admita isso. Ele não é censurado nem punido, mas em vez disso, é tratado como um menino que está aquém da tarefa.

Spiegel Online: Os homens são criados para serem incompetentes?
Coler: Para os Mosuo, as mulheres são simplesmente o gênero mais eficiente e confiável. Entretanto, elas dizem que as decisões "verdadeiramente importantes" - como comprar uma casa ou uma máquina, ou vender uma vaca - são tomadas pelos homens. Os homens são bons para tomar esse tipo de decisão, assim como para o trabalho físico. O líder oficial do governo do vilarejo, o prefeito, é um homem. Eu andei com ele pelo vilarejo - ninguém o cumprimentava ou dava atenção. Um homem não tem nenhuma autoridade.

Spiegel Online: Como essa divisão de papeis funciona no que diz respeito ao amor?
Coler: Na sociedade matriarcal, o amor e o erotismo são onipresentes. Mas há uma grande diferença entre os dois. Eles sempre fazem piadas ambíguas. Sempre tem alguém querendo lhe apresentar uma mulher e sempre há uma mulher sorrindo para você. Como eu disse, são mulheres muito fortes, que dão ordens e gritam com você como se você fosse surdo. Mas quando chega a hora da sedução, elas mudam totalmente. As mulheres agem com timidez, olham para o chão, cantam baixinho para si mesmas e ficam ruborizadas. E elas deixam os homens acreditarem que são eles que escolhem as mulheres e fazem a conquista. Daí eles passam a noite juntos. Na manhã seguinte, o homem vai embora e a mulher continua com seu trabalho como antes.

Spiegel Online: É um paraíso do amor livre, em outras palavras?
Coler: A vida sexual dos Mosuo é muito diferente e muito ativa - troca-se de parceiro com frequência. Mas as mulheres decidem com quem elas querem passar a noite. O lugar onde elas moram tem uma entrada principal, mas toda mulher adulta tem sua própria cabana. Os homens vivem juntos numa casa grande. A porta de cada cabana tem um gancho e todos os homens usam chapéus. Quando um homem visita uma mulher, ele pendura o chapéu nesse gancho. Dessa forma, todo mundo sabe que a mulher está acompanhada. E ninguém vai bater na porta. Se uma mulher se apaixona, ela recebe apenas aquele homem específico, e o homem só vai para falar com aquela mulher.

Spiegel Online: O que torna um homem atraente para uma mulher Mosuo?
Coler: Quando ela pode conversar com um homem, fazer sexo, e sair com ele, então ela está apaixonada. O amor é mais importante para elas do que o compromisso. Elas querem estar apaixonadas. O motivo para ficar com alguém é o amor. Elas não estão interessadas em se casar ou constituir uma família com um homem. Quando o amor acaba, então tudo está acabado. Eles não ficam juntos por causa dos filhos ou por causa do dinheiro ou outro motivo qualquer.

Spiegel Online: O conceito de casamento existe para os Mosuo?
Coler: Sim, as crianças são até mesmo ameaçadas com ele: "Se você não for bom, nós iremos casá-lo". As crianças entendem o casamento como uma história de terror. Perguntaram para mim como é que nós vivemos.
Eu disse: o homem conhece a mulher, eles se apaixonam, têm filhos e vivem juntos para o resto da vida. Ah, disseram, isso deve ser ótimo. Mas no fundo dão risada do fato de nós sempre repetirmos uma coisa que nós mesmos sabemos que não funciona.

Spiegel Online: Podemos perguntar se você também pendurou seu chapéu num gancho?
Coler: Uma mulher quis ter um filho comigo. Eu disse a ela que não, não posso ter um filho com você porque você mora aqui na China e eu moro na Argentina. "E daí?", foi a reação dela. As crianças sempre ficam com as mães. Eu disse que eu não poderia ter nenhum filho que eu nunca pudesse ver. Ela apenas sorriu, como se eu estivesse levando tudo muito a sério. Quando elas têm filhos, as crianças são só delas - os homens não têm nenhum papel.

Spiegel Online: Na China, a sociedade dá mais valor aos filhos homens do que às filhas - isso é diferente com os Mosuo?
Coler: Uma família sem filhas é uma catástrofe. Além disso, essas famílias são menos prósperas economicamente, porque são as mulheres que controlam o dinheiro. Uma família tem de 15 a 20 membros.
Entretanto, há também famílias pequenas com cinco ou seis membros. Os Mosuo podem ter até três filhos, o que é incomum na China, onde a população urbana só pode ter um filho e as pessoas do interior só podem ter dois. Mas os quase 25 mil Mosuos são considerados uma minoria étnica, e portanto podem ter três filhos.

Spiegel Online: Os Mosuo têm uma palavra para "pai"?
Coler: Sim, existe uma palavra, mas não é nada parecido com o nosso conceito do que um pai deve ser. Esses deveres são assumidos pela mãe ou pela família. Normalmente, as mulheres não sabem quem foi que as engravidou. Então, as crianças também não sabem quem é seu pai biológico. Mas, para as mulheres, normalmente isso não é importante porque os homens quase não trabalham e têm pouco controle sobre as coisas de valor material. A família é o que importa, e elas jamais se separariam dela.

Tradução: Eloise De Vylder

http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/derspiegel/2009/05/31/ult2682u1183.jhtm


Ricardo Coler (autor do livro O REINO DAS MULHERES) nasceu em Buenos Aires em 1956. É médico, fotógrafo e jornalista. As suas notas, fotografias e ensaios sobre as suas experiências com sociedades matriarcais têm sido publicados em diversos meios de comunicação argentinos e estrangeiros. É fundador e director da revista cultural Lamujerdemivida.

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Segunda-feira, 8 de Junho de 2009

IMORTALIDADE E VIVER DE LUZ NO EVANGELHO DE TOMÉ SEGUNDO ROHDEN

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11 — Disse Jesus: Este céu passará, e passará também aquele que está por cima deste. Os mortos não vivem, e os vivos não morrerão. Quando comíeis o que era morto, vós o tornáveis vivo. Quando estiverdes na luz, que fareis? Quando éreis um, vos tornastes dois; mas, quando fordes dois, que fareis?


Estas palavras do Evangelho de Tomé são de imen­sa profundidade, e dificilmente encontrarão paralelo em outros livros sacros.

0 céu físico passará, e mesmo os outros céus —astral, etéreo, mental, ou que outro nome tenham — são estágios evolutivos não definitivos.

Todos os seres que não integrarem a sua individua­lidade viva na Vida Universal são mortos, porque mortais, embora se considerem fisicamente vivos. O que não é metafisicamente vivo não é realmente vivo. Somente o vivo que se integra na Vida é que é real e definitivamente vivo. Os vivos não integrados na Vida são mortos, pseudo-vivos, mas realmente mortos. Imor­tal é somente a Vida, a Divindade, o Infinito, o Eterno, o Absoluto; todas, as creaturas são mortais, ou então imortalizáveis; nenhuma creatura é realmente imor­tal; imortal é somente o Creador.

A Sagrada Escritura chama "morto" o homem que vive na ego-consciência, porque não integrou o seu ego, pseudo-vivo, na Vida; — o homem da ego-consciên­cia não é realmente vivo. Realmente vivo é somente o homem da cosmo-consciência, que integrou o seu vivo individual na Vida Universal.

Os verdadeiramente vivos não podem morrer jamais, porque integraram o seu indivíduo potencial­mente imortal na Realidade atualmente imortal.

0 homem ainda não realmente imortal come coisas mortas, como são todos os alimentos assimiláveis, mesmo os que ciência chama vivos, como vegetais crus. O homem definitivamente imortalizado não se nutre e nada que seja morto ou mortal.

Quem digere e assimila o morto ou mortal torna-o imortal. Assimilar quer dizer tornar o assimilado seme­lhante ao assimilados. A Filosofia Oriental manda "comer o mundo". O profano, porém, é comido pelo mundo, e por isto é mundanizado ou profanizado. O místico isolacionista recusa comer o mundo e se isola longe do mundo; não é mundano nem mundanizado. Somente o homem cósmico, o místico dinâmico, não é comido pelo mundo, nem recusa comer o mundo, mas come o mundo e o digere devidamente; e, neste caso, o mundo, devidamente digerido e assimilado, ajuda o homem a crescer e realizar-se cada vez mais. O homem cósmico é o homem realmente vivo e imortalizado.

Só o homem quando definitiva e realmente vivo, não necessita de comer, a não ser luz, que é a última fronteira do mundo material; a luz cósmica é energia descondensada, a substância mais sutil que existe no mundo creado. O homem, lucigênito e lucificado, é também lucífago.

No princípio, todo o Verso era Uno. 0 Uno creador manifestou-se no Verso creado, em infinitos graus de diversidade e diversificação. Agora o Universo existe como Realidade Uno e Facticidades Verso. Quando o Verso morre, volta ao Uno, o Vivo se dilui na Vida; ou então, como no homem, o Verso do Vivo se integra no Uno da Vida. As creaturas infra-humanas se diluem no Creador e deixam de existir como creaturas distin­tas. Somente o homem, em vez de se diluir, pode inte­grar-se na Vida do Creador.


Fonte: “O QUINTO EVANGELHO, A Mensagem do Cristo Segundo Tomé” Huberto Rohden , Editora Martin Claret

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Quinta-feira, 4 de Junho de 2009

O SONO É UM ESTADO FAVORÁVEL À COMUNICAÇÃO ESPIRITUAL

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O Ocultismo mostra o que somos, por que estamos aqui, para onde vamos e, conseqüentemente, o que deveríamos fazer; daí não somente sua importância espiritual, mas também seu valor prático para todos os homens. Escreve o Mestre K. H.: "As verdades e os mistérios do Ocultismo constituem, certamente, um corpo da mais ele­vada importância espiritual, ao mesmo tempo profundo e prático para o mundo em geral..., pois essas idéias tocam em assuntos da maior importância. Não são os fenômenos físi­cos, mas as idéias universais que estudamos, pois antes de compreender aqueles temos de compreender estas. Elas tra­tam da verdadeira posição do homem no Universo, em relação aos seus nascimentos passados e futuros; sua origem e seu destino básico; a relação entre o mortal e o imortal, entre o temporário e o eterno; entre o finito e o infinito; idéias mai­ores, de mais alcance, mais abrangentes, reconhecendo o rei­no universal da Lei Imutável, inalterada e inalterável, em relação à qual há somente um ETERNO AGORA, enquanto para os mortais não-iniciados o tempo é passado ou futuro, como relacionado à sua existência finita nesta partícula de poeira material. Isso é o que estudamos e o que muitos torna­ram claro." (C.M.) E sobre esta faculdade de saber, diz o Mestre: "Até um certo ponto... pode ser adquirida pelos euro­peus através do estudo e da meditação...." (C.M.)


Não é demais enfatizar que o conhecimento oculto nun­ca é comunicado pela palavra escrita ou falada, ou por uma série de lições. Valiosos e inspiradores ensinamentos e con­selhos podem ser dados dessa maneira, mas não a verdadeira Gupta Vidya. Esta é dada à alma quando afastada do corpo, de noite, ou via Antahkarana, o elo – uma vez que esteja suficientemente formado – entre a alma e sua contraparte divina. Há uma certa parte do plano astral onde alguns desses ensinamentos são mais facilmente comunicados à alma, tem­porariamente livre do corpo, denominada em Luz no Cami­nho como a Sala do Aprendizado. A mais comum das "lem­branças" nó cérebro físico é a de um vasto templo grego com degraus baixos, enquanto no interior parece haver salas cujas paredes estão emitindo luz violeta, na qual desenhos, palavras e símbolos aparecem e desaparecem.
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Fonte: "AS ESCOLAS DE MISTÉRIO", Clara Codd, Editora Teosófica
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COMUNICAÇÃO ENTRE ESPÉCIES

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Sheila Waligora


Tenho, desde criança, grande conexão com os animais e com os reinos da Natureza.Estudei veterinária e tornei-me uma veterinária naturalista, isto é, utilizo diversos tipos de tratamentos naturais na minha prática com os animais, entre eles, tratamentos com plantas medicinais, homeopatia, essências minerais e florais, orientação em dietas compostas de alimentos crus e sessões de comunicação telepática, para ajudar os animais e seus companheiros humanos a se compreenderem melhor e a viverem com mais harmonia.


O ponto de partida da Sintonia de Comunicação com os Reinos foi no ano 2000 quando encontrei pela primeira vez um livro da americana Penelope Smith, pioneira da Comunicação Telepática entre Espécies nos Estados Unidos.


Li seu primeiro livro, Linguagem Animal (Editora Mercuryo) e fiquei absolutamente fascinada. Reconheci no livro o que eu mesma vinha fazendo instintivamente quando criança e depois profissionalmente como veterinária.


Resolvi ir até a Califórnia para estudar e praticar com ela. Fiz meu primeiro curso em abril de 2001 e desde o instante em que começei a aprender a comunicação, decidi que traria este trabalho para o Brasil. Mais do que decidir, eu simplesmente sabia que faria isso…


E assim foi. Fiz cursos com Penelope Smith nos EUA e na Alemanha, e entre um curso e outro eu treinava. Em abril de 2004, quando Penelope veio ao Brasil para o lançamento de seu livro, entrei para o diretório de comunicadores internacionais e, desde então venho divulgando este trabalho maravilhoso.


Atualmente o livro “Eu Falo, Tu Falas… Eles Falam” está na 3a edição e foi lançado também “A Aventura da Comunicação entre Espécies”, em 2 Cd’s contendo uma palestra e uma seção de perguntas e respostas. (Editora Irdin http://www.irdin.org.br)/


Continuo praticando, escrevendo, atendendo e oferecendo palestras e workshops em todo o Brasil, tendo sempre em mente que através destas atividades posso colaborar para a expansão da consciência humana em relação aos reinos da Natureza. Para que possa partir do ser humano o desejo e a atitude de compatilhar a vida na Terra, com respeito, dignidade, amor e compaixão.
Minha intenção maior, por trás de tudo o que pratico, é promover a cura das relações do ser humano com os reinos e seres da Natureza, para que possamos evoluir juntos , em cooperação, neste novo momento da nossa vida sobre a Terra.


From childhood I have a big connection with animals and the realms of Nature.
I became a veterinary doctor specialized in natural treatments for animals, meaning that in my practice with animals, I use herbal medicine, homeopathy, mineral and flower essences, orientation on raw diet and sessions of telepathic communication, to help animals and their human companions to understand each other better and live together in harmony.


The starting point of this practice was in the year 2000 when I found out about Interspecies Communication and about Penelope Smith.


After reading her first book, Animal Talk, I was absolutely fascinated. I identified in the book, the practice I had been doing instinctively from childhood, and afterwards, as an animal doctor.
I decided to go to California, to study and practice with her. I did my first workshop on April 2001, and from the instant I started learning interspecies communication, I decided I would bring this practice to Brasil. More than deciding, I just knew and recognized that I would be doing this.


And so it happened. I did workshops with Penelope in USA and Germany, and between courses I came home and practiced. In April 2004, when Penelope came to Brasil to give courses and launch her book in portoghese, I was able to become an authorized instructor, enter the directory of international practitioners and since then I have been dedicating myself to teach and give talks and seminars on interspecies communication.


In december 2006 I published the book “I speak, you speak…they speak” and today, december 2008, it is on its 3rd edition. I have also published 2 CD’s – The Adventure of Interspecies Communication”, with a talk and questions and answers (both by Editora irdin)


Today, I keep spreading this wonderful message based on the expansion of human consciousness, and on the possibility of a more compassive relationship between humans and the realms of nature. I do it through consultations, writting, talks and workshops all over Brasil.


In 2007, I started a work with wild animals, to inspire people to change their relationship towards them. I wrote about my experience of communication with elephants, in my book “Eu Falo, Tu Falas… Eles Falam”. By dissolving the imaginary barriers we have created, we can experience the unity with all life!


My main goal, behind all my activities, is to promote healing in the relationships of humans towards Nature, so that we can grow together, in coorperation, in this new moment of life on Earth.


Do blog: http://sheilawal.wordpress.com/sheila-waligora/


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