Sexta-feira, 28 de Novembro de 2008

FINDHORN

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 Findhorn: rosa florescendo em pleno inverno

Findhorn é o sinonimo de uma deliciosa experiencia ecológica da Nova Era, onde os seres da natureza, cooperando com pessoas de boa vontade , transformaram uma gleba de areia estéril em terra fecunda, mostrando ao mundo como os territórios devastados pela imprudencia e a maldade humana poderão ser reconquistados e transformados em regiões produtivas e belas, bastando para isso que os homens ouçam o que esses seres têm para ensinar e com eles colaborem!

Em 1962 quatro escoceses que trabalhavam num hotel de luxo perderam seus empregos . Eram Peter Caddy , sua esposa Eilen, Dorothy Maclean e Lena Lamont. Não havia razão aparente para essa simultanea perda de empregos mas o que causou ainda mais estranheza é que , apesar de serem profissionais eficientes , essas pessoas não conseguiam outro trabalho . Depois de inuteis tentativas , resolveram esperar que a adversidade amainasse e foram viver em dois trailers que possuíam. Como eram pessoas que não só trabalhavam mas estudavam e tinham-se submetido a um treinamento espiritual , não se aflingiram indevidamente e entregaram-se à vontade do plano superior. Eilen era também uma sensitiva , procurou orientação e nessa procura recebeu instruções para que ela e seus companheiros rumassem para a baía de Moray , no Norte da Escócia , um lugar mais próximo do Circulo Artico do que a cidade russa de Moscou . Lá havia um local perto de um acampamento para caravanas , denominado Findhorn . Situado num pequeno cabo, era varrido por ventos glaciais e naquela parte do ano ( novembro ) os dias eram curtos e quase sem sol. Dificil imaginar um lugar mais inóspito mas, pensavam eles --- que já o conheciam --- seria uma parada curta , temporária , enquanto aguardavam os esperados empregos! Para lá se dirigiram. E acamparam.

Como eram pessoas com conhecimentos espirituais , compreenderam que algum motivo deveria existir para essa mudança brusca de destino e moradia, e não desprezaram a oportunidade do isolamento obrigatório para prosseguir com seus estudos. Eileen , continuando com suas meditações diárias , quase que imperceptivamente entrou em sintonia com os seres da natureza que começaram a dar isntruções ao grupo. Quando a primavera chegou --- eles ainda em Findhorn e ainda sem emprego --- sabiam o que deveriam fazer e como proceder: trabalharo solo para melkhorar o ambiente e seu cardápio! Haviam sido instruidos como enriquecer o solo sem colocar produtos quimicos. Possivelmente por serem totalmente inexperientes em jardinagem e horticultura , não tinham idéias préconcebidas quanto à qualidade paupérrima do chão que , sendo composto de areia e pedregulho com uma fina camada de terra por cima, dificilmente se prestaria ao plantio de verduras! Puseram mão à obra e começaram a preparar o local para a horta.

Saíram à procura de produtos organicos naturais para enriquecer seu cantinho de areia e o primeiro tesouro encontrado foi um montão de capim apodrecido que transportaram para o acampamento. Pouco depois um conhecido que criava cavalos ofereceu um lote de estrume e permitiu que apanhassem o esterco que encontrassem nos pastos. Arramcavam as algas marinhas que ficam presas aos rochedos perto do mar, trabalho duro e até perigoso mas compensador , pois essas algas continham grandes quantidades de produtos químicos que fertilizavam o solo. Estavam precisando de palha para ajuntar ao montão de lixo que tinham conseguido , quando foram procurados por um vizinho que perguntou se não gostariam de apanhar um fardo que havia caio ao lado da estrada! Uma destilaria ofereceu seus residuos de cevada , outro poderoso fertilizante natural. Andando pelos arredores, Peter Caddy , o chefe da operação, viu um carneiro que havia se enroscado no arame farpado da cerca. Soltou-o e avisou o fazendeiro que, agradecido, presenteou-os com um carregamento de estrume. Uma mercearia deu um lote de batatas e verduras estragadas e um vizinho que estava desmanchando seu barracão , oferecu o madeiramento que o grupo de Findhorn precisava para construir uma cerca. Tudo que necessitavam vinha às suas mãos como que por "milagre" , mostrando que uma força inteligente trabalhava segundo um plano preestabelecido. Eram os espiritos da natureza que se faziam conhecer atravé das instruções que a sensitiva recebia e que davam ao solo a energia vital, sem a qual a Operação Findhorn teria fracassado!

Aqui fazemos uma curta digressão pois temos que apresentar ROC , uma pessoa que foi levada a Findhorn depois que o grupo inicial havia se instalado. Era um ex-operádor de um navio de transportes durante a Segunda Grande Guerra Mundial . Quando a guerra terminou, ROC ( R. Ogilvie Crombie ) ingressou na Universidade de Edimburgo, na Escócia , mas por ter sido vitimado por grave molétia foi forçado a abandonar os estudos. Durante sua longa convalescença começou a interessar-se por assuntos relacionados aos poderes paranormais do ser humano e quando sarou , voltou a morar na cidade de Edimburgo onde teve uma experiencia nesse campo que revolucionou a sua vida . Conta ROC que , como gostava de lugares ermos, passava longas horas no Jardim Botanico e certo dia , sentado na relva, encostou-se a uma arvore . Uma estranha paz invadiu-o no tranquilo silencio , ele observava a natureza que o cercava. repentinamente viu uma curiosa figurinha, meio gente, meio animal , que saltitava na grama. Pensando que estava sofrendo de uma alucinação , fechou os olhos mas com os olhos cerrados não via o fauno. Quando os abria, lá estava ele que aos poucos se aproximava. Quando chegou bem perto, ROC cumprimentou-o dizendo :

"Älô"
Assustado o fauno deu um pulo e perguntou :
"Você me pode ver? "
"Sim!" --- respondeu ROC .
"Mas os humanos não nos veem!" --- retrucou o fauno. Assim os dois começaram a se compreender e entabularam uma relação de amizade , o pequeno fauno iniciando um trabalho de grande importancia que tinha que fazer com ROC --- prepara-lo para um encontro decisivo em sua vida, que se deu da seguinte forma:

Voltava ROC para casa à noitinha e, passando por uma das tranquilas ruas de Edimburgo, sentiu que penetrava num ambiente diferente, singular . Parecia que estava nu e que o ar ficara tão denso que o sentia na pele, morno e vibrante como leves choques elétricos ou delicadas teias de aranha a roçar contra o seu corpo. Quando aproximou-se de um espaço entre duas casas , sentiu que algo ainda mais estranho estava para acontecer . De repente viu um ser gigantesco caminhando a seu lado --- meio homem , meio animal --- que irradiava uma enorme força. Era um outro fauno , mas não podia ser seu pequenino amigo que havia crescido a tais proporções . . . Naquele instante o fauno virou-se para ROC e começou a conversa mais curiosa que se pode imaginar . Apresentou-se em primeiro lugar. Era o grande Pã que a mitologia grega cita e que a Igreja Cristã havia usado para exemplificar, erroneamente , aquele ser que ela chamava de Satanás! O grande Pã , conhecendo o terro que muitos cristãos tem por sua figura , o que muito o entristece , queria saber se ROC também o temia ou se lhe inspirava repulsa. ROC asseguou-lhe que não e de seus sentimentos profundamente fraternos pelos seres da natureza! Mais aliviado , Pã continuou a conversando e acompanhou ROC até a porta de seu apartamento quando se tornou invisivel. ROC , apesar de não poder vê-lo , sentia sua presença dentro de casa. Esse foi o primeiro encontro . Outros seguiram e os dois tornaram-se bons amigos, Pã explicando os seus planos que estavam relacionados a Findhorn, para onde ROC deveria dirigir-se. ROC não hesitou --- partiu para lá e integrou-se ao grupo de Peter Caddy . Pã , por sua vez , iniciou sua parte na tarefa de reconstrução de Findhon.
 
Sendo pequena a área e como era , também , uma experiencia novel , ogrupo reuniu-se para decidir com o que iriam iniciar a horta. Resolveram que seria com repolhos e calcularam que , se vingassem e pesassem mais ou menos dois quilos cada, teriam uns quinze quilos que bastariam Plantaram , pois, oito sementes mas o resultado foi desconcertante, pois alguns repolhos chegara a pesar mais de inte quilos cada ! E uma semente de bróclos , plantada ao mesmo tempo , deu uma arvore de brócolos que serviu para alimentar o grupo durante semanas .

Quando o talo precisou ser arrancado , o peso era tanto que Peter Caddy quase não teve forças para carrega-lo Nessa primeira estação o grupo plantou 65 qualidades de verduras , 42 de ervas de cheiro e 21 de frutas, algumas que não era naturais a lugares frios.

Os resultados conseguidos começaram a ficar conhecidos e Findhorn foi por fim visitado por um representante do Departamento de Agricultura que pediu licença para tirar uma amostra da "terra" . Quando a examinou imdiatamente declaou que precisaria de pelos menos 80 gramas de sulfato de potássio por metro quadrado. Caddy explicou que não empregava fertilizantes artificiais ou químicos em Findhorn, ao que o digno representante do Departamento da Agricultura respondeu que os produtos "naturais" eram inadequados para suprirem as deficiencias do solo e para explicar os motivos de sua abalizada e técnica opinião levou duas preciosas horas. Enfim , levaria a amostra para ser examinada pelo Departamento Técnico em Aberdeem . Seis semanas mais tarde voltou trazendo o resultado da analise --- Não havia deficiencias no solo. Perplexo, convidou Caddy a explicar num programa de TV quais os métodos adotados em Findhorn que tornava os métodos adotados em Findhorn que tornava areia estéril em terra fertil!

A fama de Findhorn começou a correr o mundo e pessoas de todos os apises o visitavam . O grupo de Caddy acbou recebendo uma oferta para trabalhar num belo lote de terra, completamente cercado , com grandes estufas de vidro ( e dinheiro , bem entendido ) mas apesar de sentir-se tentado , o chefe do grupo recusou , pois todos já haviam percebidos que os resultados obtidos em Findhorn não eram normais, que havia um plano por detrás de tudo. Compreenderam enfim por que não conseguiam empregos ! Era preciso que se dedicassem inteiramente à experiencia novel que estava sendo eita em Findhorn que resultaria em beneficios ao mundo inteiro tão necessitado de recuperação ecológica.

Até então só verduras e plantas rasteiras haviam sido plantadas. Como a tentativa havia sido coroada de exito, outra fase foi iniciada: a do plantio de arvores de maior porte --- de sombras e frutiferas --- e arbustos. Com a chegada da primavera Caddy achou de iniciar-se essa segunda etapa com uma castanheira e alguns arbustos já escolhidos. Pã foi consultado e prometeu a sua cooperação. A castanheira cresceu normalmente apesar do verão que se seguiu ter sido excepcionalmente quente e seco, e os arbustos , que haviam sido colocados na mais pura das areias ( o fertilizante natural já havia acabado ) , floriram.

Anos mais tarde , quando o grupo de Caddy já havia adquirido um lote de terra vizinho a Findhorn , perto de seiscentas faias foram plantadas para cercar a área , e sobre essas faias Caddy conta uma curiosa história. Alguém havia visto um anuncio oferecendo árvores já crescidas em oferta especial . Mandaram o dinheiro e nove dias mais tarde foram avisados que as arvores estavam na estação . Seu estado era deplorável --- as raizes e folhas , secas e enrugadas , mas Pã foi convocado e ele e os devas prometeram um cuidado todo especial para elas. Foram também plantadas na areia e vingaram e floresceram!

Um pomar foi formado e os que visitaram o lugar exclamavam que jamais haviam visto tanta abundancia e frutas e verdura tão saborosas. Sobre esse pomar também contam outro incidente curioso . As arvores cresciam e o lugar precisava de uma capinada , mas o "mato" estava em plena floresccência. Assim mesmo cortaram as plantas . ROC , que viajara , chegou logo após a chacina e ao descer para a praia , sentiu-se perseguido por uma legião de irados elfos que pediam satisfação por terem tido seus lares destruidos . Viviam nas flores, diziam eles , e agora não tinham onde morar. Não trabalhariam mais em Findhorn ! Quando ROC descobriu o que havia acontecido , pediu desculpas e explicou aos elfos que os humanos não sabiam que as flores eram habitadas.

Com essa explicação os animos exaltados se acalmaram e mais tarde a sensitiva recebeu uma mensagem que dizia que, sendo Findhorn uma experiencia pioneira , a cooperação entre os homens e os seres da natureza era bidirecional e era imprescindivel que todos se abstivessem de desagradar a quem quer que fosse! Não bastava "acreditar" e pedir ajuda. Era preciso respeitar os seres da natureza e sua obra --- as plantas . .
 
Os antigos aceitavam a existencia dos seres da natureza , mas os supersensiveis orgãos que permitem a sua percepção atrofiaram-se no homem moderno que desenvolve unicamente o seu intelecto. Para eles esses seres não passam de figurinhas em histórias para criançasou, então, lendas da mitologia ! Mas o breakthrough --- a penetração em território desconhecido --- representado pela experiencia feita em Findhorn mostra que os seres da natureza existem e mostra , também, que se os homens se ligarem mais a eles e escutarem seus ensinamentos , a nossa triste e violentada Terra terá condições de volta à sua primitiva beleza.

Todos os ensinamentos recebidos pelo grupo deram resultados excelentes . Quando seu auxilio era solicitado , não negavam sua cooperação --- assistencia que prestavam era exatamente aquela que as plantas precisavam , mostrando que conheciam as deficiencias e tinham não só o poder mas o conhecimento técnico , qualidade tão apreciada hoje em dia pelos grandes capitães da industria . . .

Entre todos os ensinamentos prestados ao grupo , um que foi mais enfatizado é que a Terra precisa de arvores , muitas e de grande porte , pois arvores são para esse planeta o que a pele é para o homem . E se os humanos se afastarem deles e continuarem a transgredir as leis que mantem o equilibrio ecológico , esses seres se retirarão , levando consigo o poder de curar , sanar , transforma nosso solo doente e sobre a Terra se abaterão as forças destrutivas que ela não terá mais condições de conter !

Extraido de um texto de Elsie Dubugras --- 1976

http://br.geocities.com/rsmaike/findhorn.htm
 
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publicado por conspiratio às 20:46
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Terça-feira, 25 de Novembro de 2008

MATTER IS MERELY VACUUM FLUCTUATIONS


It's confirmed: Matter is merely vacuum fluctuations

Matter is built on flaky foundations. Physicists have now confirmed that the apparently substantial stuff is actually no more than fluctuations in the quantum vacuum.


The researchers simulated the frantic activity that goes on inside protons and neutrons. These particles provide almost all the mass of ordinary matter.


Each proton (or neutron) is made of three quarks - but the individual masses of these quarks only add up to about 1% of the proton's mass. So what accounts for the rest of it?


Theory says it is created by the force that binds quarks together, called the strong nuclear force. In quantum terms, the strong force is carried by a field of virtual particles called gluons, randomly popping into existence and disappearing again. The energy of these vacuum fluctuations has to be included in the total mass of the proton and neutron.


But it has taken decades to work out the actual numbers. The strong force is described by the equations of quantum chromodynamics, or QCD, which are too difficult to solve in most cases.


So physicists have developed a method called lattice QCD, which models smooth space and time as a grid of separate points. This pixellated approach allows the complexities of the strong force to be simulated approximately by computer.



Mais em:

http://www.newscientist.com/article/dn16095-its-confirmed-matter-is-merely-vacuum-fluctuations.html?DCMP=OTC-rss&nsref=quantum-world
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publicado por conspiratio às 16:44
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Segunda-feira, 24 de Novembro de 2008

ALGUÉM SE ALIMENTA DE NÓS?

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Loosh – a parábola de Robert Monroe

Observando a cadeia alimentar, cientistas e filósofos têm-se debruçado por sobre um enigma: servimos de alimento para quem?

É muito degradante para o nosso ego de reis da criação insistirmos nessa questão. Como dizia Charles Fort, o papa do Realismo Fantástico, o que incomoda é prontamente ignorado, posto de lado, são os fatos DANADOS.

Lendo ‘Viagens além do universo', de Robert Monroe, nos cai de chofre uma espantosa resposta para a incômoda indagação.

Quando tive oportunidade, comuniquei ao Bob que ele fora crudelíssimo para com os seus leitores, pois lhes dera apenas uma simples virada de folha do seu livro, para se recuperarem do choque produzido por sua revelação, ao passo que ele havia levado alguns meses para se recompor. Bob sorriu.

Na sua parábola, muito século XXI, Bob esclarece que produzimos uma substância identificada como loosh, muito apreciada e solicitda por alguém em algum lugar. A extração deste nosso produto é feita após a nossa morte. E o que vem a ser loosh?

Em princípio, baseado 'nas informações primeiras que recebeu, Bob declara:

O loosh é apreciado, colecionado, comido, bebido, necessitado, amado ou usado como droga.

E acrescenta:

O loosh é uma substância rara, em ALGUM LUGAR. Seus usuários estão convencidos de que o seu uso é vital.

A sua dúvida se dissipa quanto ao método usado para a estocagem do loosh. Levado até um armazém deste precioso produto que produzimos, quase se esvai, exposto à reverberação dos raios desta estranha e energética substância. Foi salvo pelo seu acompanhante, um INSPEC (Intelligent Species - Espécies inteligentes). Este ser se postou diante dele, minimizando a tremenda radiação do loosh e tornando-a suportável para Bob, uma espiral muito curiosa.

Robert Monroe descobriu que a produção da energia loosh está ligada às nossas emoções e se indagou: o Amor é loosh? A sua resposta foi SIM, na qualidade pura e abrangente do SUPER AMOR, ou seja, do AMOR ALTRUÍSTA, INTEGRAL.

Uma experiência direta — de primeira mão



N° 4 — Final do ano de 1983

Eu havia perdido o meu filho Arthur no final de julho. Certa tarde, absorvida na leitura de um livro de Harold Sherman, fui levada pelo tema e cheguei a concentrar-me, sem o perceber, no significado real do sofrimento. Repentinamente, recebi um ensinamento completo sobre o assunto, algo que chamei então de comunicação em bloco, e que, cinco anos depois, em 1988, iria aprender, durante o programa Gateway, a chamar de NVC (non verbal comunication), ou seja, comunicação não verbal. O impacto foi tremendo e muito vivificante. Fiquei impossibilitada de comentar o episódio, pois eu o recebera de forma tão inexplicável que não poderia transmiti-lo.

No dia seguinte, ainda de madrugada, minha filha Tina, de quatorze anos, irrompe em prantos no meu quarto. Tina é uma sensitiva incrivelmente bem dotada e... apavorada pelos dons que possui.

— Mamãe, você não vai acreditar no que me aconteceu!
Contou que entrara em um estado esquisito e que, de repente, se viu em um local parecido com o hall de uma universidade. Muitas pessoas entravam e saíam, mas ela sabia que estava no lugar para onde os mortos vão. Tina ficou muito alegre por pensar:

— Oba! Agora vou me encontrar com o Arthur...

— Você não veio aqui para isso — uma voz cortou os seus Pensamentos.

Tina se voltou, deparando-se com uma luzinha muito enigmática. Via a luz à sua frente, mas sabia que era una com ela. A luzinha levou-a para executar várias tarefas, em diversos níveis. Dava-lhe uma ajuda substancial, inclusive estimulando-a a não desistir, quando a dificuldade era muito grande. E assim, de nível em nível, chegaram a um platô. E aí Tina encontrou a mim e a diversas outras pessoas que desconhecia. Estávamos umas ao lado das outras, espaçadamente. Minha filha contou-me que havia qualquer coisa, não evidente, que envolvia cada uma de nós e que não permitia que nos comunicássemos entre nós e com ela. (Seria um campo de força?) E foi após essa observação que a minha menina olhou para a frente.

— Mamãe, caí num êxtase imediato. Jamais fui e serei mais completa e feliz do que o fui naquele momento. À minha frente existia uma luz maravilhosa e cheia de amor, e eu soube que aquela energia luminosa é o que chamamos DEUS. De repente, a senhora começou a falar. Não ouvi um som, mas sabia que a senhora estava dando contas a Deus de como aceitou a morte de Arthur. E Deus estava muito satisfeito com a senhora. As outras pessoas também falavam e Deus foi ficando cada vez mais luminoso, tão luminoso e brilhante que eu não podia vê-lo sem ficar ofuscada. (Ver experiência de Robert Monroe, no Armazém de Loosh~Amo)

Então eu soube: Deus é uma grande energia omnisciente. Mas tem uma fraqueza: não pode experienciar nada, por ser omnisciente.
Deus explodiu de si mesmo um monte de centelhas e as cobriu da matéria, para que elas experienciassem por ele, e depois trouxessem a experiência de volta, para que ele se tornasse cada vez mais sábio.
Nós somos esses pedaços de Deus e estamos aqui para levar experiência para ele. Quando é hora de voltar de Deus, para colheras experiências, há uma reunião e Deus nos dá uma coleção das experiências que ele deseja que façamos. Escolhemos as que mais gostaríamos de viver. Então, Deus escolhe onde vamos nascer. Há um grupo de PAIS e MÃES, e todos estão dormindo nas suas camas na Terra, mas estão acordados lá, e são escolhidos os que podem facilitar os acontecimentos para nós. Sabe, mãe, os que vão colocar agente na boca do forno!
Nós nascemos, mas esquecemos tudo, senão o jogo perderia a graça. Quando chegam aquelas experiências, as que escolhemos, Deus nos dá o direito de vivê-las do jeito que quisermos: enlouquecer, suicidar, brigar, adoecer ou crescer com elas. É isto o que Deus quer, porque assim vai ter a experiência completa, cujos resultados poderão ser aproveitados como ajuda aos vivos e àqueles que chamamos de mortos e em outros planos também. Mãe, eu não queria mais voltar de lá. Estou apaixonada por Deus. Eu tinha tudo lá... Era como se estivesse vivendo mil vidas felizes ao mesmo tempo. Mas a minha luzinha me puxou, com muita força, de volta para o meu corpo. E... eu quero voltar, lá tudo é muito emocionante. Aqui é muito enjoado e sempre igual!

A essência desse depoimento da minha filha Ana Christina, a Tina, foi o que eu havia recebido em NVC, um dia antes, e que, impossibilitada, não transmitira a ninguém.

É impressionante comparar este relato de 1983 com o de Robert Monroe, cujo livro Viagens além do universo só iria ser editado dois anos após, em 1985, nos Estados Unidos.



O jogo Cósmico de Donald Crowhurst


Pequena biografia: quem foi Donald Crowhurst? Campeão de corrida em Trimaran, promovida pelo Sunday Times, ao redor do mundo.
Foi campeão em toda a linha. Talentoso, inventivo, sempre preocupado em criar avanços técnicos para a navegação. Desapareceu misteriosa e tragicamente, nas proximidades dos Açores, quando vencia a sua última corrida, pois foi esta a última das posições que comunicou através do rádio.

Patrice-Gaston escreveu um livro superinteressante, “Desaparições Misteriosas”, e o dedicou à memória de Donald Crowhurst, julgando-o um grande injustiçado pelo Sistema perante o público.

O Sistema, como sempre, escamoteou os escritos do navegador, principalmente um texto com o título Meditações, composto de vinte e cinco mil palavras, onde Crowhurst fez considerações filosóficas e revelações que o sistema achou por bem sonegar à humanidade por esclarecer fatos danados, como aqueles em que Charles Fort esgrimia, e que eram dedicados a esta mesma humanidade.

Psicólogos foram escolhidos e contratados para taxarem o navegador com a pecha de esquizofrênico, suicida ou qualquer mote que pudesse desmoralizá-lo perante a opinião pública. Tem sido sempre assim... Todavia, "o tiro lhes saiu pela culatra", pois os psicólogos acharam impossível alguém ser um mistificador, um suicida em potencial, ou mesmo um esquizofrênico, tendo escrito Meditações. Lançaram um repto aos detratores: experimentem fazê-lo!

O que veio a lume das considerações de Donald Crowhurst guarda incríveis semelhanças com os textos de Robert Monroe. São experiências afins, vale a pena citá-las e proceder às comparações devidas. Donald Crowhurst se refere a um encontro seu, em pleno mar, com o Pai e o Filho, que jogavam juntos um jogo cósmico com a humanidade.

Pai e Filho eram seres que o navegador julgou perfeitos. E o tal jogo cósmico, em que consistia? Na transformação de macacos em deuses.
Crowhurst dá uma dica: os macacos não tinham nenhuma autorização de saber coisa alguma sobre os deuses, e nota, também, que o maior dos pecados que estes deuses cometiam era o da... dissimulação completa.

O navegador ia fornecer as regras gerais deste Jogo, mas os seus detratores escamotearam ignominiosamente as suas palavras. Como se adivinhasse o futuro reservado às suas Meditações, compostas por vinte e cinco mil palavras, Crowhurst ataca o sistema e convida a cada um de nós a não lutar ingloriamente contra ele. A tática, preconiza, é nos imiscuirmos nele, no sistema, e tentarmos mudá-lo, usando da nossa inteligência, de dentro para fora. Caso não consigamos este intento, aconselha-se o transporte da inteligência para um sistema mais satisfatório.

Outros aconselhamentos: não ao desespero, diante da nossa verdadeira realidade; não ao suicídio, talvez por ter descoberto também ser possuidor da certeza de que saberia jogar o jogo cósmico muito melhor do que o Pai e o Filho, do que a inteligência humana, da qual era o modelo, se aperfeiçoara e evoluíra, encontrando uma brecha no tal Jogo dos Seres Cósmicos, inteligência esta capaz de mudar as regras vigentes, todas elas fontes de sofrimento para a Raça Humana, em uma situação melhor para nós humanos.

Parece até ficção científica, mas os Diários de Bordo 1 e 2 de Crowhurst e as suas Meditações filosóficas, apesar de criminosamente agredidos e vilipendiados pelos sensores do sistema, foram aprovados como escritos por um homem sadio, no dizer de um grupo de psicólogos selecionados pelo próprio sistema (!), do qual ainda recebeu um repto atrevido: experimentem fazê-lo. Ninguém ousou!



Sherlock Holmes em ação...


Paralelos com os textos de Robert Monroe

Robert Monroe apresentou-nos a BB, um indivíduo oriundo da dimensão KT-95, onde se criam e se comercializam os Jogos mais inventivos e interessantes do Cosmos. Sherlock Holmes jamais perderia essa pista, meu caro Watson!

Robert Monroe também se referiu, nos seus textos, muitas vezes, ao Jogo Cósmico, aquele que conosco jogam do algures o Criador ou Criadores, manipulando nossas emoções, fontes inacreditáveis do Loosh, para o seu uso.

Sem o mérito dos citados, quero lembrar também qual foi a designação dada por uma menina de quatorze anos, minha filha, quando narrou a sua valiosa experiência. Ela referiu-se textualmente a um Jogo, ignorado (e dissimulado) por todos os seres humanos, porque, se conhecido, perderia a graça. Ou seja, poderíamos ganhar este jogo para o nosso próprio proveito: LIBERDADE!

Fonte: ESTADOS DE CONSCIÊNCIA ALTERADOS, Vera Filizzola , MAZA Edições, 1998
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Mais em:
http://holosgaia.blogspot.com/2008/10/os-reptilianos-na-viso-de-barbara.html
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http://holosgaia.blogspot.com/2007/09/carlos-castaneda-ns-podemos-tornar.html
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http://pistasdocaminho.blogspot.com/2008/11/o-deus-que-no-deus-predadores-voadores.html
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publicado por conspiratio às 21:51
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Domingo, 23 de Novembro de 2008

SONO SEM SONHOS E A FONTE IMANIFESTA - ECKHART TOLLE

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Um sono sem sonhos



Todas as noites, quando entramos na fase sem sonhos do sono profundo, fazemos uma viagem à região do Não Manifesto. É nesse momento que cada um de nós forma uma só unidade com a Fonte. É da Fonte que retiramos a energia vital que nos sustenta quando retornamos ao manifesto, o mundo das formas separadas. Essa energia é muito mais importante do que o alimento: "Nem só de pão vive o homem." Mas não se chega ao sono sem sonhos de um modo consciente. Embora o corpo ainda esteja funcionando, "nós" já não existimos mais nesse estado. Você consegue imaginar o que seria penetrar no sono sem sonhos completamente consciente? E impossível imaginar, porque nesse estado não há conteúdo.

O Não Manifesto não nos liberta, a menos que sejamos capazes de chegar a ele de modo consciente. Essa é a razão pela qual Jesus não disse que a verdade nos libertará e sim que 'conheceremos a verdade, e a verdade nos libertará". Não se trata de um simples conceito de verdade. É a verdade da vida eterna além da forma, que só se conhece de um modo direto. Mas não tente ficar consciente no sono sem sonhos. E altamente impro­vável que você consiga. Na melhor das hipóteses, você pode permanecer consciente durante a fase do sonho, mas não além dela. É o chamado sonho lúcido, que pode ser interessante e fascinante, mas que não é libertador.

Portanto, use seu corpo interior como um portal de entrada para o Não Manifesto e mantenha-o aberto, de modo que você esteja em conexão com a Fonte em todas as situações. Não faz diferença, até onde interessa ao corpo interior, se o seu corpo exterior é velho ou novo, frágil ou rijo. O corpo interior não tem um tempo. Se você ainda não é capaz de sentir o corpo interior, use um dos outros portais, embora, em última análise, todos sejam a mesma coisa.



- Eckhart Tolle: Portais para o Não Manifesto ("O Poder do Agora")

http://sonhoslucidus.blogspot.com/2008/11/o-sono-sem-sonhos-e-fonte-imanifesta.html
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publicado por conspiratio às 00:43
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Quinta-feira, 20 de Novembro de 2008

COMPROMISSO COM O EU

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Paul Ferrini no livro
ASSUMINDO UM COMPROMISSO COM O EU


A maioria de vocês sabe o que quer, mas não espera por isso. Vocês estão constantemente adaptando as suas necessidades e os seus valores para que se ajustem as situações que surgem na sua vida. Você suporta o seu emprego ou um relacionamento não porque ele ofereça o que você quer, mas porque tem medo de que não apareça nada melhor. Você vive a vida com medo de assumir riscos, pois não quer desistir da segurança que tem.

Eu tenho que lhe dar uma noticia. Essa segurança é o anúncio da sua morte. Ela impede você de buscar sinceramente pelo que quer.

Se está pronto para deixar para trás padrões negativos, masoquistas, para agradar as pessoas, você precisa se dispor a defender as suas convicções acerca de quem você é, sem se importar com o modo como reagirão a isso. Você tem de mergulhar fundo no seu mundo interior e afirmar aquilo que só você sabe que é.

Coloque as idéias e opiniões dos outros de lado e defenda a sua própria integridade. Assuma plenamente os seus pensamentos e sentimentos. Apro­prie-se da sua vida. Ligue-se com a sua alegria. Encontre a fonte de energia e sabedoria dentro de você e viva a partir desse centro.
A menos que se dê tempo para fazer isso, você não se ligará com a sua própria energia de desejo. Não conseguia tomar as rédeas da sua vida se estiver sempre se desculpando ou buscando a aprovação dos outros.

Pare para respirar e se conectar. Pare para ser, para encontrar a sua alegria e para sair em busca dela. Pare de olhar para fora. Reserve um dia, uma semana, um mês para olhar para dentro de si mesmo.

Assuma um compromisso consigo mesmo. De que outro modo você pode encontrar a si mesmo?

Você requer a sua atenção!

Os seus pensamentos e sentimentos precisam da sua aprovação.

Por um momento, pare de procurar satisfação fora de si mesmo. Faça o que o deixa feliz. Não questione nem se desculpe por fazer isso.

Cuide de si mesmo com gentileza e generosidade.

Coma o que tem vontade de comer.

Durma quanto quiser. Energize-se em todos os níveis do seu ser.

Não abra mão de nada. Comprometa-se consigo mesmo.

Faca isso durante uma hora por dia, todo dia, sem falhar um dia. Ou faca isso um dia por semana, toda semana, sem falhar um dia. Reserve esse tempo para você, como se fosse um presente.
E assim que você começa a se conhecer melhor. E assim que desenvolve um compromisso consigo mesmo.

Sem esse compromisso, você não realizará nada de valor nesta vida. Se nunca assumir um compromisso consigo mesmo, como fará isso com outra pessoa?

Não dá!

Existem milhões de pessoas que acham que tem um compromisso com outra pessoa, no entanto, muito poucas tem um compromisso consigo mesmas. A maioria delas usa esse “compromisso” com outra pessoa para evitar o compromisso consigo mesmo.

Esse compromisso consigo mesmo lhe parece egoísta?

Se parece, você tem de aprender que aquilo que enobrece e dignifica você não pode causar mal a ninguém nem tirar das outras pessoas algo que lhes pertence. Se as outras pessoas se sentem incomodadas com esse com­promisso que você assumiu consigo mesmo, você pode considerar isso um sinal de que elas estão sendo desleais com elas mesmas. Como elas pode­riam fortalecer você? As opiniões e interesses delas sempre levarão você para longe de si mesmo.

Não seja tolo a ponto de dar o seu tempo ou a sua atenção a elas. As pessoas que traem a si mesmas querem manipular as outras porque acham que estas têm algo a lhes oferecer que elas não podem conseguir por si mesmas. Evidentemente, isso não é verdade.

Os outros só podem lhe dar o que podem dar a si mesmos, pois eles são simplesmente o reflexo disso. Tudo o que você recebe dos outros é algo que já tem dentro de si; caso contrário, você não conseguiria atrair esse reflexo para você.

A idéia de que os outros podem dar algo para o eu ou tirar algo dele é uma ilusão. Ninguém pode lhe dar o que você não tem ou tirar o que você já tem. Só o que é ilusório pode ser dado ou tirado. Só o julgamento, a interpretação, a opinião e a aprovação podem ser dados e tirados. Se você aceitar esses presentes enganadores para aumentar a sua autoconfiança, pre­pare-se para quando eles lhe faltarem.

Aceitar um presente enganador de outra pessoa é iludir a si mesmo. Não dê valor ao que não tem. Se você construir a sua casa sobre areia move­diça, não se surpreenda se ela vier abaixo na primeira tempestade.
Você só tem duas chances na vida. Você pode ser leal ao seu eu ou pode traí-lo. Ninguém mais é responsável pela sua felicidade ou pela falta dela.

Quando você é desleal consigo mesmo, também é desleal com os ou­tros, pois toda deslealdade consigo mesmo é insincera e desonesta. Quando não pede o que quer, você dá margem para que o outro se decepcione. Mais cedo ou mais tarde, você terá de admitir a verdade: você não quer de fato aquilo que pediu!

Todo abuso resulta da mentira inicial que contamos a nós mesmos. Essa mentira é: eu digo que quero você, quando, na verdade, eu quero a mim mesmo. Se aceita essa mentira, você vai tentar em vão me dar eu mesmo, mas isso nunca vai funcionar. Você só pode me dar eu mesmo se eu estiver disposto a fazer o mesmo por mim. Se eu estou usando o relacionamento que eu tenho com você para fugir de mim mesmo, então não ha absolutamente nenhum jeito de você me dar o que eu quero.

Nesses casos, só será uma questão de tempo ate que o meu desejo ilusório por você siga o seu curso e fique claro para mim que você não pode me dar o que eu quero. Se eu tenho muito medo de encontrar a mim mesmo, eu continuarei buscando o eu por meio dos outros, deixando um rastro de falsas promessas e lágrimas desnecessárias. Não que eu esteja abusando conscientemente de você. Acontece simplesmente que a minha decisão de não me respeitar leva a um beco sem saída. Eu busco o eu por meio do outro e não é possível encontrá-lo ali. Se você se junta a mim nessa jornada, pode ter certeza de que você está buscando o eu por meio do outro. E você só obterá o mesmo que eu. O que prometemos um ao outro nenhum de nos dois pode dar. O nosso relacionamento é uma armadilha para nós dois. Nós nos espelhamos um no outro.

O ciclo de abusos continua até que você acorde. Acordar significa não projetar a culpa na outra pessoa. Significa se recusar a ser uma vitima. Sig­nifica ver a deslealdade consigo mesmo pelo que ela é.

Quando você tira a culpa do outro e reconhece que está se iludindo, você dá o primeiro passo para romper o padrão de abusos. Esse passo con­siste apenas em ver que essa tentativa de encontrar o ser amado no outro inútil. Quanto mais você procura o amor Ia fora, mais impetuosamente será levado a se confrontar consigo mesmo.

Eu já disse antes que até que encontre o bem-amado dentro de si mes­mo, você não poderá encontrá-lo lá fora. Os outros só podem lhe dar o que você se dispõe a dar a si mesmo. E o que você não está disposto a dar — que evidentemente é o que você quer — ninguém mais pode Ihe dar.

Isso significa que todo relacionamento é uma deslealdade consigo mes­mo e, portanto está fadado ao fracasso? Nem todos talvez, mas muitos mais do que você pensa!

A maioria dos relacionamentos é uma conspiração para que ambos os parceiros se traiam e evitem assumir um compromisso consigo mesmo.

Uma pessoa usa a outra como um substituto para a entrega verdadeira a presença do amor interior.

O único jeito de evitar os relacionamentos co-dependentes, decepcio­nantes para ambos, é fazer amizade com o eu, respeitá-lo, amá-lo e aceitá­-lo. Então é possível construir um relacionamento sobre a verdade da coe­rência consigo mesmo. Esse é o novo paradigma dos relacionamentos.

No novo paradigma, o meu compromisso de amar você é sempre uma extensão do meu compromisso de amar a mim mesmo. Pelo fato de amar você, o meu compromisso com o eu se expande para incluir você. Eu estou, portanto, compromissado com nós dois ao mesmo tempo.
Nos relacionamentos que pertencem ao antigo paradigma, o compro­misso com o eu é corrompido pelo compromisso com o outro. Na tentativa de agradar a outra pessoa, o eu é abandonado. Uma vez que o eu abandona­do é incapaz de amar, esse é um circulo vicioso de atração e rejeição. Pri­meiro o eu é excluído e depois o outro é excluído.

Todo relacionamento verdadeiro tem de ser construído sobre o alicerce da aceitação de si mesmo e do amor-próprio. Esse é o gesto espiritual bási­co, que abre a porta para o potencial da intimidade.

Quando sabe o que quer, você pode pedir por isso. Quando alguém diz, “Desculpe, não posso lhe oferecer isso”, você diz, “Sem problemas. Isso virá no tempo certo”. Você continua focado no que quer, não importa o que a outra pessoa lhe ofereça. Você rejeita todas as condições com as quais o amor e a atenção lhe são oferecidos. Você se mantém firme na verdade do seu coração, não aceitando menos do que prometeu a si mesmo.

No devido tempo, isso vem, pois você se manteve fiel a si mesmo, aprendeu a dar amor a si mesmo. Como você respondeu ao chamado do seu coração, o Bem Amado apareceu na sua porta da frente, sem nem se­quer ser anunciado. Essa não é uma formula mágica, mas o fruto de uma prática espiritual compromissada.
Esse mundo que você conhece foi engendrado pela deslealdade consigo mesmo. E um mundo triste, derrotado, destituído de espírito. Aqueles que tentam redimi-lo concentram-se na deslealdade das outras pessoas, legislando o vitimismo e fazendo do ataque um crime. Eles não sabem que o único ataque é o ataque contra si mesmo. E, se você castigar alguém por atacar a si mesmo, isso só serve para perpetuar o padrão de abuso.

Em vez de se investigar a ferida e descobrir-ilhe as causas dentro da psique, a responsabilidade por causá-la é projetada em outra pessoa. Cria­-se um bode expiatório. Outro cordeiro é enviado para sacrifício porque o ser humano não tem a força e a coragem de olhar para o seu mundo interior.

Enquanto continuar responsabilizando o objeto pelo comportamento do sujeito, você estará agindo de acordo com a filosofia do “olho por olho, dente por dente”. Isso não trará paz nem a você nem a ninguém.

Você realmente acredita que alguém possa ser vitima ou fazer alguém de vitima sem trair a si mesmo? E impossível. Todo abuso é um abuso contra si mesmo, não importa se você é quem aparentemente sofre o abuso ou quem o comete.

Por que, eu lhe pergunto, você tem mais compaixão pela vitima do que pelo algoz? Não será porque você não vê o algoz como uma vitima também? Ou porque você não vê a vitima como um algoz também?

A redenção não é possível enquanto você encarar tanto a vitima quanto o algoz como o objeto, como o outro. Ambos são sujeitos. Ambos são o eu.

Ambos consistem no eu buscando a si mesmo por meio do outro. Ambos estão enganando a si mesmos.

Tanto a vitima quanto o algoz clamaram um pelo outro. E, quando eles atenderam a esse clamor, fizeram isso com convicção. Sejam gratos, pois vocês representaram um para o outro um chamado do despertar, vocês mos­traram um para o outro a deslealdade com relação a si mesmos. Só é preciso reconhecer isso.

Se queremos uma sociedade cheia de compaixão, temos de ajudar as pessoas a reconhecer e a assumir a responsabilidade. Temos de fazer isso.

Ferrini no livro
O Silêncio do Coração: A Aceitação Do Eu, Ed. Pensamento.
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Sábado, 15 de Novembro de 2008

A AMAZÔNIA AINDA É DO BRASIL?

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Este é o vídeo que esta passando nos EUA
http://uk.youtube.com/watch?v=cTo-mxT9eXM


AGORA A AMAZONIA NÃO É DO BRASIL??? É DO MUNDO?



Você até pode achar que o problema não é seu, mas isto não é verdade. O futuro do País é o futuro dos nossos filhos.


Paises interessados nas riquezas amazônicas estão investindo pesado, ha muito tempo, numa propaganda cujo teor é uma mensagem de que a Amazônia não pertence ao Brasil, mas ao mundo (leia-se USA). Fala-se em preservação ambiental, minorias étnicas, terras de índios, mas o que já não conseguem esconder é a sua sede de apropriação indébita, de usurpação, de conquista.


Veja, por exemplo, os recentes exemplos da "defesa" americana do Kuwait, a invasão do Iraque, guerra do golfo, etc. Os EUA não estão preocupados com a defesa das liberdades dos povos, mas sim com o petróleo que jorra no oriente. Com a Amazônia não é diferente. Eles não estão nem ai como os índios ou com a preservação. Apenas com a riqueza incalculável de nossas terras.


Infelimente o governo brasileiro adotou uma politica insana e caótica com relação aos indios e a própria Amazônia. Parece não enxergar o óbvio.A politica externa brasileira é uma lástima: cite-se o exemplo a tímida reação brasileira diante do golpe de mão que os bolivianos deram nas refinarias da Petrobrás. O Paraguai agora quer fazer o mesmo, com relação a Itaipú. Não podemos deixar que o governo entreguista prossiga dilapidando o futuro dos nossos filhos. O mínimo a fazer é divulgar, discutir e fiscalizar o governo que pagamos para nos proteger.


Categoria: Educação
Palavras-chave:
humanities






Outros Vídeos que devem ser assistidos e repassados

http://uk.youtube.com/watch?v=1K9x0rTKpwk&feature=related

http://uk.youtube.com/watch?v=0cKVaEUVkFI&feature=related

http://uk.youtube.com/watch?v=VLECZHU5_tk&feature=related

http://uk.youtube.com/watch?v=Sk0ckvtWshg&feature=related

http://uk.youtube.com/watch?v=YLUMrgjoSi0&feature=related

http://uk.youtube.com/watch?v=sRgEqMun0is&feature=related

http://uk.youtube.com/watch?v=hXvMHRZPWbM&feature=related

http://uk.youtube.com/watch?v=XR-Zk0icSOQ&feature=related

http://uk.youtube.com/watch?v=D85e9hXr9FM&feature=related

http://uk.youtube.com/watch?v=oUZ0a4MCP74&feature=related

http://uk.youtube.com/watch?v=xs1ncyrT4hU&feature=related

http://uk.youtube.com/watch?v=dA2AcSNHR6U&feature=related

http://uk.youtube.com/watch?v=ScR7iK4RY6E&feature=related

http://uk.youtube.com/watch?v=xs1ncyrT4hU&feature=related

***

http://www.mobilizacaonacional.org.br/

A Mobilização Nacional é um mecanismo constitucional bastante recente, previsto no art.84, XIX. e em fase de implementação no Estado Brasileiro.

Sob a ótica e coordenação do Ministério da Defesa, ele está orientado para a defesa de interesses, ameaças e agressões estrangeiras, o que está definido na Lei 11.631, de 27/12/2007 (
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2007/Lei/L11631.htm)

e no decreto 6.592, de 02/10/2008 (http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Decreto/D6592.htm), que o regulamenta.

Assim, a Mobilização Nacional pode e deve ser utilizada em situações como: tráfico internacional de seres humanos (órgãos, crianças e mulheres para fins de exploração sexual), de armas e de drogas; tráfico internacional (colecionadores e zoológicos) e contrabando de animais silvestres e plantas, principalmente as medicinais, e madeira (muita madeira de lei é extraída iregularmente por aqui); contrabando de minerais, de pedras preciosas e semi-preciosas, de ferro e outros tantos. Todas essas são situações de ameaças e agressões ao povo e ao território brasileiros, passíveis de decretação de Mobilização Nacional (fase de execução), parcial ou regional, pelo Presidente da República.

Quanto às ações de defesa para coibir brasileiros de praticarem atos e agressões contra o povo, os animais, as matas e o patrimônio público brasileiro, a fase de preparo da Mobilização Nacional, certamente, trará essa conscientização aos cidadãos, que se não puderem evitar, agir e repelir a ameaça ou agressão, saberão onde e quando denunciar esses atos e agressões, fiscalizando, com eficácia, a aplicação e o cumprimento das leis.

Nós, do Centro pela Mobilização Nacional em Minas Gerais, desde 01/06/2007, quando fomos criados, vimos empreendendo esforços e formando parcerias no sentido de conscientizar e capacitar cidadãos nas áreas de segurança pública (território) e meio ambiente (riquezas naturais e minerais), em uma primeira etapa, da importância e necessidade de sua permanente participação nas fases de preparo da Mobilização Nacional.

Sem essa conscientização e capacitação para a fase de preparo, não há como se implementar a Mobilização Nacional da forma como ela está prevista (mínimo de transtorno para a população e economia brasileira).

Atualmente, os esforços do Ministério da Defesa estão concentrados na implementação do SINAMOB - Sistema Nacional de Defesa - e na elaboração de normas para o funcionamento do Sistema, em conjunto com os órgãos de direção setorial (veja artigo 9º do decreto).

Uma vez o SINAMOB em funcionamento, será a vez dos cidadãos serem conscietizados de seu papel para fazer funcionar esse mecanismo de defesa.


Sandra Mara Albuquerque Bossio
Diretora do CMN-MG
31 3422.9769 / 31 9235.8388

http://www.mobilizacaonacional.org.br/

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A LONGEVIDADE INEXPLICÁVEL DOS HABITANTES DE VILCABAMBA

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José Medina, 112, que parou de beber aos 106


Qual é o segredo da longevidade?

[...] OS CENTENÁRIOS DE VILCABAMBA LÊEM SEM ÓCULOS, CONSERVAM OS DENTES ORIGINAIS; A MAIORIA TRABALHA E TEM VIDA SEXUAL ATIVA; SEUS CABELOS FICAM BRANCOS, MAS VOLTAM À COR NATURAL SEM EXPLICAÇÃO

Médico e escritor argentino lança livro sobre a população de Vilcabamba, no sul do Equador, que vive muito mais do que a média mundial

ADRIANA KÜCHLER

DE BUENOS AIRES
Don José Medina parou de beber aos 106. De vez em quando, ainda toma "um puro" (aguardente), mas não mais de um por dia. Fuma, mas muito menos do que quando "era jovem" -ali pelos 70 anos. Aos 112, não conseguiu largar o chamico, cigarro feito com uma erva alucinógena.

Medina vive em Vilcabamba, um povoado com cerca de 4.000 habitantes no interior do Equador (650 km ao sul da capital, Quito) que a paranóia pela vida saudável ainda não encontrou. As condições sanitárias do local são um desastre -na maioria das casas, não há esgoto nem água encanada. Seus habitantes fumam, bebem álcool, comem muito sal, tomam muito café, usam drogas. E são um dos povos com maior proporção de pessoas centenárias no mundo -cerca de dez vezes mais do que a média. Centenários e saudáveis.

Por ali, é comum encontrar idosos de 110, 120 anos. Lêem sem óculos, conservam os dentes originais. A maioria ainda trabalha e tem vida sexual ativa. Os cabelos ficam brancos quando chega a idade, mas depois voltam à cor natural, sem explicação. E, ao contrário da maioria dos lugares do mundo, os homens vivem mais do que as mulheres.

"Alguma coisa estranha acontece em Vilcabamba", diz o médico e escritor argentino Ricardo Coler, um entre tantos profissionais que foram à cidade em busca de uma explicação. Sobre o mistério, ele escreveu "Eterna Juventud - Vivir 120 Años" (editora Planeta, sem previsão de lançamento no Brasil), em que relata histórias como a de José Medina.

São várias as teorias que tentam explicar a longevidade saudável dos habitantes de Vilcabamba. Cientistas americanos afirmaram que era a composição da água que bebem. Franceses atribuíram o fato ao clima da região. Outros dizem que é o ar, a alimentação saudável à base de milho, batata, vegetais e pouca carne ou a vida tranqüila. Nenhuma explicação foi comprovada até hoje.

"Estudei a água de Vilcabamba, e sua composição se parece bastante com a água que se bebe em Buenos Aires", diz Coler, que também exclui a possibilidade de a longevidade ser genética. "Até os cachorros vivem mais, cerca de 25 anos. Ninguém descobriu a causa, senão já estaria rico."


Há também algumas teorias pseudocientíficas, que vinculam os efeitos benéficos de Vilcabamba à eletricidade no ar ou à possível presença de óvnis e extraterrestres.

Seja qual for a explicação, a fama de Vilcabamba atrai todo tipo de gente. O comediante mexicano Cantinflas (1911-1993) passou o ano de 1968 na cidade, onde teria se curado de problemas cardíacos. Uma ex-executiva da Nasa fundou ali uma espécie de spa new age que promove hábitos saudáveis.

Um ex-astronauta e um general do Exército americano também estão entre os que circulam pela avenida Eterna Juventud, a principal da cidade. Todos, acredita Coler, vão atrás dos 40 anos a mais de vida.

"Por isso, além dos cientistas, chegam os multimilionários, os crentes, os políticos, os messiânicos. Vêm por esses 40 anos como antes se ia por ouro ao velho oeste ou por petróleo ao Oriente Médio", conta.Nada recomendável

"O século 19 foi o século dos antibióticos, o século 20, o das doenças cardiovasculares e do câncer, e o 21 é o da longevidade", diz Coler, ao justificar por que crê que Vilcabamba é a meca desta época em que ser saudável é fundamental.

[...] APENAS COMER 30% MENOS DO QUE DEVERIA GARANTE VIDA MAIS LONGA, DIZ O MÉDICO E ESCRITOR RICARDO COLER; OS LONGEVOS SÃO SEMPRE GENTE MAGRINHA


O problema é que Vilcabamba carrega em si uma contradição. Apesar de viverem 120 anos e de não ficarem doentes, a conduta de seu povo está distante de ser regrada e a preocupação com a saúde passa longe de suas roças, puros e chamicos. O chamico é uma planta tóxica e alucinógena, também chamada de erva do diabo, que antigamente era usada por xamãs e indicada para acalmar dores fortes, como a do parto. "Seus primeiros efeitos podem ser comparados com os da maconha; depois de algumas tragadas, somam-se os da cocaína", explica Coler. "Traz alucinações, pensamentos fantásticos, perda de memória, excitação e fúria." Em Vilcabamba, virou hábito diário.

"Aos amantes da virtude é insuportável que os vilcabambenses vivam mais tempo e em melhores condições que os que não têm vícios. Parece injusto", afirma Coler. "Nada do que eles fazem é recomendável."

Um médico que foi estudar aquele povoado saiu de lá sem grandes conclusões e a única mensagem que deixou para aqueles senhores foi: "Não comam sal". Os longevos, é claro, ignoraram o conselho.

Como agir sem regras a seguir? É difícil, acredita Coler, numa época em que a medicina ocupa um lugar muito parecido com o que já teve a igreja. "Se você segue suas vontades, paga com a doença. Sempre estão o castigando com o que você faz. Quem pode discutir hoje um conselho médico? Se a medicina diz, é verdade."

Velhice como doença

O médico está menos preocupado em encontrar a razão para a longevidade dos cidadãos de Vilcabamba do que em buscar fundamentos para a sua idéia da velhice como uma doença, entre tantas outras.

"Dizer que é normal e que todo mundo envelhece, mesmo que não pareça, é uma forma de pensar. Uma posição filosófica", argumenta Coler no livro. "Será a doença mais difundida de todas, mas é uma doença. Parece que em Vilcabamba há uma espécie de antídoto que produz uma melhora."

Ele cita estudos que determinam que há cerca de dez causas de ordem molecular que provocam envelhecimento e sobre as quais em algum momento será possível atuar."Então os 120 anos que até agora são um limite podem se converter em 150. Velhice e morte deixarão de ser palavras absolutas", acredita.

Em Vilcabamba, conta Coler, as pessoas não sofrem durante anos com doenças. Um dia, sentem-se mal e morrem. "Gostaria que meu pai pudesse ter tido uma velhice como a de um deles. Seria bom se todos os problemas da idade não se estendessem, se juntassem por um período curto no final da vida", afirma Coler, que, enquanto conhecia os saudáveis idosos equatorianos, tinha que administrar as idas ao hospital e as enfermeiras dos pais, "apenas" octogenários, mas doentes e dependentes.

Para ele, quando -e se- a fórmula da fonte da juventude do povoado equatoriano for descoberta, talvez ela até possa ser distribuída. Mas, enquanto a água ou o ar vilcabambenses não chegam pelo correio, é melhor prevenir.

"O que hoje funciona é a prevenção. Mas prevenir muito tem algo de perverter um pouco", escreve Coler. "Tomara que em Vilcabamba exista outra possibilidade, a de viver mais sem se mortificar tanto."



http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq1311200807.htm

Mais em:

http://saudeperfeitarfs.blogspot.com/search/label/Vilcabamba


Longevidade do cérebro:

http://wwwterra.com.br/istoe/edicoes/1962/artigo52073-1.htm

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Sexta-feira, 14 de Novembro de 2008

LEVITAÇÃO ATRAVÉS DO SOM

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Monges Tibetanos e a Levitação



Savitre escreve “Um dos possíveis métodos de se gerar gravidade artificial ou “anti-gravidade” é através do SOM. Mais especificamente, através da ressonância.Uma história muito intrigante agora nos vem a tona relacionada com uma técnica de construção dos templos dos monges tibetanos. Eles conseguem elevar enormes blocos de pedra através de um complicado sistema de instrumentos musicais dispostos ao redor do bloco.O grande Mestre é quem comanda este “concerto”, e, quando determinado arranjo de freqüências é atingido, o bloco simplesmente começa a flutuar, e a subir, e quando ele chega na altura desejada, o “concerto” pára e o bloco é posicionado.

A seguir, está o relato, publicado em uma revista alemã, que descreve toda a história em detalhes:

“Nós sabemos dos mestres do oriente que eles eram capazes de levantar pesados blocos de pedra e colocá-los em alturas muito elevadas, com o auxílio de um arranjo de vários sons. O conhecimento das várias vibrações na freqüência audível demonstra para um físico que um campo sonoro vibrante e condensado pode anular o efeito da gravidade. O engenheiro suiço Olaf Alexanderson escreveu sobre este fenômeno na publicação Implosion, No. 13.

O seguinte relato é baseado nas observações que foram feitas a apenas 20 anos atrás no Tibet. O autor do relato é o engenheiro civil e aviador Henry Kjelson, um amigo meu. Ele mais tarde incluiu este relato no livro The Lost Techniques (As técnicas perdidas).

Este é o relato:

Um doutor suiço, Dr. Jarl, amigo de Kjenson, estudou em Oxford. Nessa época, ele fez amizade com um jovem estudante tibetano. Alguns anos depois, em 1939, Dr. Jarl fez uma viagem ao Egito para a English Scientific Society. Lá ele foi visto por um mensageiro de seu amigo tibetano, e urgentemente pediu que viesse ao Tibet para tratar de um grande Lama. Depois que o Dr. Jarl se desocupou, ele seguiu o mensageiro e chegou, depois de uma longa viagem de avião e de caravana de Yakes (animais de carga tibetanos), no monastério, onde o velho Lama e seu amigo, que agora estava em uma alta posição, estavam vivendo.

Dr. Jarl ficou lá por um tempo, e por causa de sua grande amizade com os tibetanos, ele aprendeu um monte de coisas que outros estrangeiros não têm chance de escutar, ou observar.

Um dia seu amigo o levou para um lugar na vizinhança do monastério e mostrou a ele um prado inclinado perto de grandes colinas ao noroeste. Em uma das paredes da colina, com uma altura de aproximadamente 250 metros, estava um grande buraco que parecia ser a entrada de uma caverna. Na frente deste buraco estava uma plataforma que os monges estavam utilizando para construir uma parede de pedra. O único acesso a esta plataforma era do topo da colina e os monges desciam com a ajuda de cordas.

Mais 250 metros abaixo da plataforma estava um grande bloco de pedra polido com uma cavidade em forma de tigela no centro. Esta cavidade tinha um diâmetro de um metro e profundidade de 15 centímetros. Um outro bloco de pedra foi manipulado com a ajuda dos Yakes e foi encaixado na cavidade. O grande bloco tinha um metro de largura e um metro e meio de profundidade. Então 19 instrumentos musicais foram posicionados em um arco de 90 graus a uma distância de 63 metros do bloco de pedra. O raio de 63 metros foi medido com extrema precisão. Os instrumentos musicais consistiam de 13 tambores e 6 trumpetes. Oito tambores tinham raio de 1 metro e profundidade de 1 metro e meio.

Quatro tambores eram de tamanho médio, com raio de 70 centímetros e profundidade de 1 metro. O único tambor pequeno tinha raio de 20 cm e profundidade de 30 cm. Todos os trumpetes eram do mesmo tamanho. Eles tinham um comprimento de 3.12 metros e abertura de 30 cm. Os tambores grandes e todos os trumpetes estavam fixados em montes que podiam ser ajustados com cajados na direção do bloco de pedra. Os grandes tambores eram feitos de folhas de ferro de 3 mm de espessura, e tinham um peso de 150 kg. Eles eram construídos em 5 seções. Todos os tambores eram abertos na extremidade, e na outra estavam fechados por paredes de metal, na qual os monges batiam com paus revestidos de couro. Atrás de cada instrumento estava uma fila de monges. Quando a pedra estava em posição, o monge atrás do pequeno tambor dava um sinal para começar o concerto. O tambor pequeno tinha um som muito agudo, que podia ser ouvido mesmo com os outros instrumentos fazendo um terrível barulho. Os monges estavam cantando uma oração, aos poucos fazendo crescer o período deste barulho inacreditável. Durante os primeiros quatro minutos nada aconteceu, então à medida que a velocidade de batida dos tambores e o barulho crescia, o grande bloco de pedra começou a se mexer, e de repente ele levantou vôo com uma velocidade crescente em direção da plataforma na frente do buraco da caverna. Depois de três minutos de subida ele pousou na plataforma.

Continuamente eles traziam novos blocos para a plataforma, e os monges usando este método transportavam de 5 a 6 blocos por hora em uma trajetória parabólica de aproximadamente 500 metros de extensão e 250 metros de altura. De tempos em tempos uma pedra caía, e os monges moviam a pedra caída para longe. Uma tarefa inacreditável. O Dr. Jarl sabia do transporte destas pedras. Outros experts tibetanos como Linaver, Spalding e Huc já falaram sobre isso, mas eles nunca tinham visto. Então Dr. Jarl foi o primeiro estrangeiro que teve a oportunidade de ver este espetáculo fantástico. Ele fez dois filmes sobre o experimento, porque achava que podia estar sendo vítima de uma psicose, mas os filmes mostraram exatamente aquilo que ele estava testemunhando.

A Sociedade Inglesa para a qual o Dr. Jarl estava trabalhando confiscou os dois filmes e os declarou altamente sigilosos. Eles não estarão disponíveis até 1990 (este prazo expirou há muito). Esta atitude é difícil de explicar, ou de entender.O fato de que os filmes foram imediatamente confiscados não é muito difícil de entender.Torna-se claro que os monges tibetanos estão totalmente a par das leis que governam a estrutura da matéria, que os cientistas do mundo ocidental da atualidade estão investigando. Acha-se que as orações cantadas pelos monges não têm relação com a levitação. O segredo está no posicionamento geométrico dos instrumentos musicais em relação as pedras a serem levitadas, e o ajuste harmônico dos tambores e trumpetes. As ondas de som sendo geradas pela combinação eram direcionadas de certa forma que um efeito anti-gravitacional era criado no centro de foco, onde estavam as pedras, e na periferia ao redor, certa de um terço do círculo no qual as pedras se moviam.

Em alguns livros muito antigos, existia a descrição de máquinas voadoras que ao voar provocavam um som melodioso, e teorizavam que existia um propulsor sônico que emitia som em freqüências que ressonavam com as freqüências naturais da máquina.

Agora os tibetanos nos deram uma indicação direta de como construir uma máquina voadora com propulsão sônica anti-gravitacional. Tudo o que é necessário é completar o círculo de geradores sônicos, indicados pelos tambores e trumpetes, e nós teremos um disco que cria um força de levitação anti-gravitacional no centro.

Pelo visto, nosso conhecimento científico já está a frente deste tipo de pesquisa, e certamente muitos veículos experimentais já foram construídos. Geradores de alta freqüência provavelmente tomaram os lugares dos de baixa freqüência, e sistemas eletrônicos de controle das freqüências nos dariam controle da direção do movimento.
Com este tipo de pesquisa sendo feita, diria que os dias dos aviões convencionais estão contados.”


Créditos: Universo de Luz

Mais em:

http://conspireassim.wordpress.com/2008/08/10/

http://www.crystalinks.com/levitationtibet.html


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publicado por conspiratio às 21:18
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ROYAL RAYMOND RIFE E "A CURA DO CÂNCER QUE FUNCIONOU: 50 ANOS DE SUPRESSÃO"

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Imagine, por um momento, que você gastou mais de duas décadas em uma pesquisa árdua e laboriosa ..., que você descobriu um aparato eletrônico incrivelmente simples para curar literamente todas as doenças do planeta causadas por viroses e bactérias. De fato, é uma descoberta que poria um fim à dor e ao sofrimento de incontáveis milhões de pessoas e mudaria a vida na terra para sempre. Certamente, o mundo médico viria correndo a você para abraçá-lo com todas as honras e recompensas financeiras imagináveis.


Infelizmente, o que se constata com os maiores gênios da medicina em toda os registros da história, é que tiveram um destino literalmente oposto à lógica esperada. Na verdade, a história da medicina está repleta de estórias de gênios traídos pelo pensamento retrógrado e o ciúme, mas mais pateticamente, pela ganância e pelo dinheiro.

No século XIX, Semmelweiss enfrentou grande resistência para convencer os cirurgiões de que era uma boa idéia esterelizar instrumentos e adotar procedimentos cirúrgicos estéreis. Pasteur foi ridicularizado por anos por sua teoria de que germes poderiam causar doenças.Muitos outros médicos visionários foram parar no inferno por simplesmente desafiar a ortodoxia médica vigente, incluindo legendas como Roentgen e seus raios-x; Morton por promover a idéia "absurda" da anestesia; Harvey por sua teoria da circulação do sangue; e muitos outros em décadas recentes, incluindo: W.F.Koch, Revici, Burzynski, Naessens, Priori, Livingston-Wheeler e Hoxsey.

A medicina ortodoxa altamente financeira se indigna e busca neutralizar e/ou destruir aqueles que desafiam seus padrões e crenças vigentes. Frequentemente, o visionário que a desafia paga um preço alto por sua "heresia".

Então, você acabou de descobrir uma nova terapia que pode erradicar qualquer doença microbial mas, até agora, você e sua fantástica cura não é muito popular. O quê fazer então? Bem, ... certamente as fundações de pesquisa e instituições de ensino dariam as boas vindas à sua maravilhosa descoberta. Eles não estarão loucos para saber que você tem uma cura para as mesmas doenças pelas quais eles estão ganhando centenas de milhões de dólares por ano para investigar? Talvez não ... se isto significa o fim dos seus ganhos fáceis. Estas pessoas têm prestações a pagar e famílias para sustentar. Pensando melhor, ... esqueça as fundações de pesquisa.

Talvez você devesse levar a sua descoberta à indústria farmacêutica. Certamente, ela teria grande interesse nos protetores da humanidade, certo? Mas lembre-se, você desenvolveu uma cura universal que torna as drogas obsoletas, e talvez a indústria farmacêutica esteja um pouco menos do que entusiasmada a ouvir sobre o seu trabalho. De fato, os grandes chefões podem mesmo dar um jeito de assegurar que a sua tecnologia que põe fim às doenças da humanidade nunca veja a luz do dia, impedindo que ela seja licenciada pelas agências reguladoras.
Agora, pressupondo que a sua surpreendente cura seja um instrumento eletrônico, o único custo será o uso da eletricidade. E ela é absolutamente segura para pacientes, que podem se recuperar sem perder os seus cabelos, vender a casa da família e perder a poupança de toda a sua vida. Assim, com a sua tecnologia, não há mais razão para as pessoas com câncer pagarem US$ 200.000,00 por paciente – para ficarem com aparência de doentes semi-mortos por causa das quimioterapias, tratamentos de radiação e mutilações cirúrgicas. Pois é, ... não parece que você encontrará muitos amigos e apoio entre os oncologistas, radiologistas e cirurgiões, etc..., o quê você acha?

Você pode tentar os hospitais e as grandes clínicas. Mas o que será que eles acharão de uma terapia que poderá ser administrada em qualquer consultório médico; que reverte a doença antes do paciente ter de ser hospitalizado? Graças a você, os funcionários destas instituições estarão basicamente desempregados.

Bem, ... então, ... que tal as empresas de seguros? Certamente, eles gostariam de poupar as despesas de hospitalização – pelo menos as empresas que não tenham investido em hospitais, onde os funcionários estejam lá sentados esperando que alguém que tenha quebrado a perna ou tenha se envolvido em um acidente de carro ... e aqueles que não perderam seus clientes segurados como resultado da sua invenção ... e as empresas que estejam tentando se livrar de seus estoques farmacêuticos. Bem, ... esqueça as seguradoras também.

Parece que apenas tenha um pequeno problema com os estabelecimentos médicos, não?Provavelmente os únicos amigos que você terá serão os pacientes e aqueles doutores progressivos que a mudança como uma oportunidade, mais do que uma ameaça aos seus estabelecidos monopólios geradores de dinheiro. Essas pessoas amarão você. Mas elas não têm autoridade!


Royal Raymond Rife


O que se segue, agora, é a estória de uma exatamente sensacional terapia e o quê aconteceu com ela. Num dos mais negros episódios registrados na história, está notável terapia eletrônica foi sabotada e sepultada por um grupo de homens desumanos. Ele tem ressurgido nos subterrâneos do mundo da medicina alternativa somente após a metade da década de 80. Esta é a estória de Royal Raymond Rife e suas fabulosas descobertas e instrumentos eletrônicos. Se você nunca ouviu falar de Rife antes, prepare-se para ficar furioso e incrédulo com o quê este homem alcançou para todos nós, apenas para ter isso praticamente banido da face do planeta. Mas, reserve sua opinião e decisão final até você ter lido isto.

Obviamente, alguns podem considerar isto apenas como uma impressionante peça de ficção. Entretanto, para aqueles que estão motivados a fazer alguma investigação por conta própria, mencionaremos vários doutores altamente respeitados e autoridades médicas que trabalharam com Rife, como também alguns dos mais notáveis aspectos de sua criação.

Todavia, em uma análise final, a única maneira real para determinar se esta tão revolucionária terapia existe é experimentar, você mesmo. A literatura médica está cheia de testes e pesquisas clínicas manipuladas, em que nem os sujeitos da experiência e nem as pessoas que as conduzem conhecem os aspectos críticos do experimento, cujos resultados são, em sua maioria, previamente determinados pelos interesses corporativos envolvidos.

Se a FDA e outros procedimentos reguladores e de licenciamento forem observados, é privilégio seu experimentar esta terapia inofensiva. Então vamos agora nos voltar para a história do mais impressionante pioneiro da medicina do nosso século.

Royal Raymond Rife foi um brilhante cientista que nasceu em 1888 e morreu em 1971. Após estudar no Johns Hopkins, Rife desenvolveu uma tecnologia que é ainda comumente usada hoje nos campos da ótica, eletrônica, radio-química, bioquímica, balística e aviação. É justo afirmar que Rife praticamente desenvolveu sozinho a medicina bioelétrica.Ele recebeu os 14 maiores prêmios e honras e recebeu um doutorado honorário pela Universidade de Heidelberg por seu trabalho.

Durante os 66 anos que Rife levou desenhando e construindo instrumentos médicos, ele trabalhou para Zeiss Optics, o governo americano e vários benfeitores. O mais notável foi o milionário Henry Timkin, da Timkin Rolamentos.

Porque Rife foi autodidata em tantos campos diferentes, ele intuitivamente procurou por suas respostas em áreas além da rígida estrutura científica de seu tempo. Ele se tornou proficiente em tantas disciplinas diferentes que, literalmente, teve à sua disposição intelectual, as habilidades e conhecimentos de uma equipe inteira de cientistas e técnicos de muitos campos científicos diferentes. Assim, sempre que uma nova tecnologia era necessária para desempenhar uma tarefa, Rife simplesmente inventava e então a construia sozinho.

As invenções de Rife incluem um microscópio heteródino ultravioleta, um micro dissecador e um micro manipulador. Quando você compreende inteiramente as conquistas de Rife, você bem pode decidir que ele teve a mente científica mais talentosa e versátil da história da humanidade.

Em 1920, Rife tinha terminado de construir o primeiro microscópio de vírus do mundo. Em 1933, ele aperfeiçou aquela tecnologia e construiu o incrivelmente complexo Microscópio Universal, que tinha perto de 6.000 partes diferentes e era capaz de ampliar objetos 60.000 vezes o seu tamanho normal. Com este incrível microscópio, Rife se tornou o primeiro ser humano a ver de fato um vírus vivo e até bem recentemente, o Microscópio Universal era o único capaz de ver viroses vivas.

Os modernos microscópios eletrônicos matam instantaneamente tudo o que estiver sob ele, vendo apenas os restos mumificados e os detritos. O que o microscópio de Rife pode ver é a atividade viva de viroses viventes enquanto eles se mudam de forma para se acomodar as mudanças no ambiente, duplicam rapidamente em resposta aos carcinógenos e transformam células normais em células tumorosas.

Mas como Rife foi capaz de conseguir isto em uma época em que a eletrônica e a medicina estavam apenas ainda se desenvolvendo? Aqui estão alguns detalhes técnicos para apaziguar os céticos. Rife edentificou meticulosamente a assinatura (tom) espectroscópica individual de cada micróbio usando um espectroscópio com uma fenda estreita anexado. Ele então girou lentamente prismas de blocos de quartzo para focar a luz de comprimento de onda único sobre os microorganismos que estava examinando. Este comprimento de onda foi selecionado porque ressonava com a frequência da assinatura (tom) do espectroscópio do micróbio baseado no fato agora estabelecido de que cada molécula oscila em sua distinta frequência.Os átomos que se juntam para formar uma molécula são mantidos juntos nessa configuração molecular com uma cadeia de energias covalentes que emite e absorve sua própria frequência eletromagnética específica. Nenhuma entre duas espécies de moléculas têm as mesmas oscilações eletromagnéticas ou assinatura energética. A ressonância amplifica a luz da mesma maneira que duas ondas do oceano intensificam uma a outra quando se juntam.

O resultado de usar um comprimento de onda ressonante é que os microorganismos que são invisíveis na luz branca repentinamente se tornam visíveis em um brilhante flash de luz quando são expostas à frequência de cor que ressona com a sua própria e distinta assinatura espectroscópia. Rife foi então pode ver estes organismos, invisíveis de outra forma e assisti-los invadindo ativamente culturas de tecidos. A descoberta de Rife possibilitou a ele ver organismos que ninguém mais poderia ver com microscópios comuns.

Mais de 75% dos organismos que Rife podia ver com seu Microscópio Universal são visíveis somente com a luz ultravioleta. Mas a luz ultravioleta está fora do âmbito da visão humana, é invisível para nós. O gênio de Rife permitiu a ele superar esta limitação pelo heteródino, que basicamente, é uma técnica de combinar dois sinais para obter um terceiro sinal. Ele iluminou o microscópio (geralmente um vírus ou bactéria) com dois comprimentos de ondas da mesma frequência da luz ultravioleta que ressonava com a assinatura do espectro do micróbio. Estes dois comprimentos de ondas produziram interferência onde eles se juntaram. Esta interferência era, em efeito, uma terceira onda, mais longa que adentrou a porção visível do espectro eletromagnético. Foi assim que Rife tornou visíveis os micróbios invisíveis sem matá-los, um feito notável que os microscópios eletrônicos atuais não podem repetir.

Neste tempo, Rife estava tão à frente dos seus colegas dos anos 1930 que eles não poderiam compreender o quê ele estava fazendo, sem ir ao laboratório de Rife em San Diego para ver através o seu microscópio de vírus, eles mesmos. E muitos fizeram exatamente isso. Uma delas foi Virginia Livingston. Ela finalmente mudou-se de New Jersey para Point Loma nos arredores de San Diego e se tornou uma frequente visitante do seu laboratório. Hoje, é frequentemente dado a Virginia Livingston o crédito por identificar o organismo que causa o câncer humano, começando pelas pesquisas que ela começou a publicar em 1948.

Na realidade, Royal Raymond Rife tinha identificado o vírus do câncer humano primeiro ... nos anos 20! Então, Rife fez mais de 20.000 tentativas sem sucesso para transformar células normais em células tumorais. Ele finalmente conseguiu quando irradiou o vírus do câncer, o passou pelo filtro ultrafino de porcelana que retia células e injetou em animais de laboratório. Não satisfeito em provar que este vírus causaria um tumor, Rife então criou 400 tumores em sucessão a partir da mesma cultura. Ele documentou tudo com filme, fotografias e registros meticulosos. Ele deu ao vírus do câncer o nome "Cryptocides Primordiales".

Virginia, em seus papéis, o renomeou "Progenitor Cryptocides". Royal Rife nunca foi nem mesmo mencionado em seus papéis. De fato, Rife raramente obteve o crédito por suas descobertas monumentais. Ele era um cientista quieto e modesto, dedicado a expandir suas descobertas, mais do que ambições, fama e glória. Sua aversão pelas políticas médicas (que ele se dava ao luxo de ignorar graças aos generosos beneméritos privados) o deixaram em desvantagem mais tarde, quando poderosas forças o atacaram e conjudadas com a influência da indústria farmacêutica para retirar seus artigos dos jornais médicos, não é surpreendente que poucos tenham ouvido falar de Rife hoje em dia.

Neste , a discussão inflamou entre aqueles que tinham visto as viroses se modificando em diferentes formas sob o microscópio de Rife e aqueles que não tinham visto. Aqueles que condenaram sem investigação, tal como o influente Dr. Thomas Rivers, que afirmou que estas formas não existiam.

Porque o seu microscópio ordinário não as revelava, Rivers argumentou que "não havia base lógica alguma para acreditar nesta teoria". O mesmo argumento é usado hoje na avaliação de muitos outros "alternativos"; se não há precedentes, então isso não pode ser válido. Nada pode convencer uma mente fechada. A maioria nunca tinha de fato olhado através do microscópio de San Diego ... prque as viagens aéreas nos anos 30 eram desconfortáveis, primitivas e principalmente arriscadas. Por isto, o debate sobre o ciclo de vida das viroses foi resolvido a favor daqueles que nunca o viram (mesmo os microscópios eletrônicos modernos mostram imagens mortas, congeladas, não o ciclo de vida das viroses em processo).

Mesmo assim, muitos cientistas e doutores têm confirmado a descoberta de Rife do vírus e sua natureza polimórfica, usando as técnicas do campo-escuro com o microscópio de Naessens e experimentos de laboratório. Rife também trabalhou com cientistas e doutores renomados do seu tempo, que também confirmaram ou endossaram várias áreas do seu trabalho.

Rife ignorou o debate preferindo se concentrar no refinamento do seu método de destruição destas viroses matadoras. Ele usou o mesmo princípio para matá-las, a que as tornou visíveis: a ressonância.
Aumentando a intensidade de uma frequência que ressonava naturalmente com estes micróbios, Rife aumentou suas oscilações naturais até que eles distorcerem e desintegrarem do seu estresse natural. Rife chamou esta frequência de "taxa oscilatória mortal (TOM), e não causou danos nenhum aos tecidos vizinhos.

Os instrumentos de Rife atuais usam certas frequências selecionadas e seus harmônicos para executar o trabalho. Estes princípios podem ser ilustrados pelo uso de uma intensa nota musical para quebrar uma taça de vidro: as moléculas do vidro já estão oscilando em algum harmônico (múltiplos) dessa nota musical; elas estão em ressonância com elas. Porque todas as outras têm frequências de ressonância diferentes, nada além do vidro é destruído. Há literalmente centenas de trilhões de frequências de ressonância diferentes e cada espécie e molécula tem a sua própria, bem peculiar.

Rife levou muitos anos, trabalhando 48 de cada vez, até descobrir as frequências que destruiam especificamente herpes, pólio, meningite espinhal, tétano, influenza e um número imenso de outros organismos causadores de doenças perigosas.

Em 1934, a Universidade da Califórnia do Sul formou um comitê especial de pesquisa médica para trazer pacientes de câncer terminal do Hospital de Pasadema County para o laboratório e clinica de Rife em San Diego para tratamento. A equipe incluia doutores e patologistas reconhecidos para examinar os pacientes – se ainda vivos – em 90 dias.
Após os 90 dias de tratamento, o comitê concluiu que 86,5% dos pacientes tinham sido completamente curados. O tratamento foi então ajustado e os restantes 13,5% dos pacientes também reagiram nas 4 semanas seguintes. O índice de recuperação total usando a tecnologia de Rife foi de 100%.

Em 20 de novembro, 44 das mais respeitadas autoridades médicas do país honraram Rife com um banquete anunciando "o fim de todas as doenças" sob os cuidados do Dr. Milbank Johnson em Pasadema. Mas em 1939, quase todos estes distintos doutores e cientistas negaram ter encontrado com Rife. O que aconteceu para fazer com que tantos homens brilhantes tivessem esse completo lapso de memória? Parece que a notícia do milagre de Rife com pacientes terminais tinha chegado a outros ouvidos. Você se lembra da nossa questão hipotética no início deste relato: O que aconteceria se você descobrisse a cura para tudo? Você vai saber agora ...

Em primeiro lugar, uma tentativa foi feita para "comprar" Rife. Morris Fishbein, que tinha adquirido todo o estoque da Associação Médica Americana em 1934, enviou um advogado/procurador a Rife com um oferta "irrecusável". Rife recusou. Nunca soubemos os termos exatos desta oferta. Mas sabemos os termos da oferta que Fishbein fez para Harry Hoxsey para controlar o seu remédio herbal contra câncer. Os associados de Fishbein receberiam todos os lucros por nove anos e Hoxsey não receberia nada. Depois, se eles estivessem contentes com o desempenho do produto, Hoxsey passaria a receber 10% dos lucros. Hoxsey decidiu a continuar o negócio sozinho. Quando Hoxsey recusou a proposta de Fishbein, este valeu-se das suas conexões políticas imensamente poderosas para prender Hoxsey 125 vezes em 16 meses. As acusações (baseadas em prática sem licença) foram sempre removidas no tribunal, mas o tormento levou Hoxsey à loucura.

Mas Fishbein deve ter concluído que a sua estratégia não funcionaria com Rife. Primeiro, Rife não poderia ser preso por prática sem licença como Hoxsey. Um acusação falsa significaria que as testemunhas de defesa de Rife seriam apresentadas por proeminentes autoridades médicas trabalhando com Rife. E a defesa teria a oportunidade de apresentar evidência como o estudo médico de 1934 feito com o comitê americano. A última coisa no mundo que a indústria farmacêutica queria era uma audiência pública sobre a terapia sem dor que curou 100% dos pacientes terminais de câncer e não custa nada além de um pouco de eletricidade. Isto poderia dar às pessoas a idéia de que elas não precisavam de drogas.

E finalmente, Rife tinha gasto décadas acumulando meticulosa evidência de seu trabalho, incluindo filmes e fotografias de imagens congeladas. Nenhuma outra tática era necessária.O primeiro incidente foi o gradual roubo de componentes, fotografias, filmes e registros escritos do laboratório de Rife. O ladrão nunca foi pego. Então, enquanto Rife se esforçava para reproduzir seus dados perdidos (naquele tempo as fotocópias e computadores não estavam disponíveis), alguém vandalizou seus preciosos microscópios de vírus. Peças do seu microscópio de 5682 partes foram roubadas.

Antes, um incêndio provocado tinha destruído o laboratório de Burnett de vários milhões de dólares, justamente quando cientistas estavam preparando-se para anunciar a confirmação do trabalho de Rife. Mas o pior aconteceu mais tarde, quando a polícia confiscou ilegalmente o restante dos 50 anos de pesquisas de Rife.

Então, em 1939, agentes de uma família que controlava a indústria de drogas ajudaram Philip Hoyland em uma frívola causa judicial contra seus próprios sócios na Beam Ray Corporation. Esta era a única empresa que fabricava os instrumentos de frequência de Rife (Rife não era sócio). Hoyland perdeu, assalto legal e assistido teve o efeito desejado: a empresa foi à falência por causa das despesas com a justiça. E durante a Grande Depressão, isto significou a completa paralização da produção comercial dos instrumentos de frequência de Rife.

Lembre-se o que a cura universal significava para os hospitais e as fundações de pesquisas. Doutores que tentaram defender Rife perderam os subsídios financeiros às suas fundações e os privilégios de seus hospitais. Por outro lado, muito dinheiro foi gasto para assegurar que os doutores que tinham visto a terapia de Rife esquecessem o quê tinham visto. Virtualmente, nenhum dinheiro era demais para suprimi-lo. Lembre-se que, hoje, o tratamento de um paciente com um simples câncer chega, em média, a mais de US$ 200.000,00. Este é um grande negócio.
Arthur Kendall, o diretor da Escola de Medicina de Northwestern, que trabalhou com Rife no vírus do câncer, aceitou quase US$ 250. 000,00 para, de repente, se retirar para o México. Essa era uma quantidade imensa de dinheiro naquela época da Depressão.

O Dr. George Dock, uma outra proeminente figura, que colaborou com Rife, foi silenciado com uma enorme quantia, juntamente com a mais alta honra que a AMA poderia agraciar. Todos, exceto os Doutores Couche e Milbank Johnson, deixaram de lado o trabalho de Rife e voltaram a prescrever drogas.

Para terminar, os jornais médicos, patrocinados quase que inteiramente pelos anúncios das empresas de drogas e controlados pela AMA, recusaram publicar qualquer artigo de qualquer um envolvido com a terapia de Rife. Portanto, uma geração inteira de estudantes de medicina se formaram e começaram a trabalhar sem nunca terem ouvido falar dos importantes avanços da medicina de Rife.

A magnitude de um crime tão insano eclipsa todas os assassinatos em massa da história. O câncer nos atingiu, um a um, silenciosamente ... mas em 1960 as mortes causadas por este ínfimo vírus excedeu às carnificinas de todas as guerras em que a América lutou. Em 1989, foi estimado que 40% de nós experimentará câncer em algum momento de nossas vidas.

Durante a vida de Rife, ele tinha testemunhado o progresso da civilização, as viagens de cavalo ao avião a jato. Nesse mesmo tempo, ele viu a epidemia do câncer aumentar de 1 em 24 americanos em 1905 para 1 em 3 em 1971, quando Rife morreu.

Ele também testemunhou o fenomenal crescimento da Sociedade Americana do Câncer, a Fundação Salk e muitas outras coletarem centenas de milhões de dólares para doenças que foram curadas muito tempo antes em seus próprios laboratórios em San Diego. Em um período, 176.500 drogas para o câncer foram submetidas para aprovação. Qualquer uma que apresentasse resultados "favoráveis" em apenas 1/6 e 1% dos casos estudados poderiam ser licenciadas. Algumas dessas drogas tiveram uma taxa de mortalidade de 14 a 17%.

Quando a morte advinha pela droga, não pelo câncer, o caso era registrado como uma remissão "completa ou parcial" porque o paciente, de fato, não havia morrido de câncer. Na realidade, era uma corrida para ver qual mataria o paciente primeiro: a droga ou a doença.A conclusão inevitável alcançada por Rife foi que seu trabalho durante toda a vida e as descobertas não só tinham sido ignoradas, mas provavelmente seriam enterradas com ele.

Naquele ponto, ele parou de produzir e gastou o último terço da sua vida se afogando no alcoolismo. Isto atenuou a sua dor e sua aguda consciência de meio século de esforços desperdiçados – ignorados – enquanto o sofrimento de milhões de pessoas continuava para que alguns tivessem lucro. E lucro eles tiveram, e lucro eles têm.

Em 1971, Royal Rife morreu de uma combinação de Valium e álcool com a idade de 83 anos. Talvez sua continuada exposição às suas próprias frequências o tenham ajudado a sobreviver ao abuso do álcool por tantos anos. Felizmente, sua morte não foi o fim da sua terapia de eletrônica. Alguns doutores humanitaristas e engenheiros reconstruiram seus instrumentos de frequências e mantiveram o seu gênio vivo. A tecnologia de Rife se tornou de conhecimento público outra vez em 1986 com a publicação de "A CURA DO CÂNCER QUE FUNCIONOU", DE Barry Lynes e outros materiais sobre Royal Rife e seu monumental trabalho.

Há uma grande variação de custo, projeto e qualidade dos modernos instrumentos de pesquisas de frequências de Rife disponíveis. O custo parece variar de cerca de US$ 1.200,00 até US$ 6.500,00, contudo o preço não tem sido um especial indicador de competência técnica nos projetos ou desempenho do instrumento. Algumas das unidades mais caras têm sérias limitações técnicas e não valem o que custam. No outro extremo, alguns pesquisadores conseguem poucos resultados de geradores de frequências simples, baratos e de baixa qualidade, mas isto não justifica um gasto de dinheiro excessivo. Sem modificações apropriadas, o gerador básico de frequências geralmente oferece apenas resultados mínimos e inconsistentes. Por favor, lembre-se que a real destruição de viroses e bactérias, etc. não é necessariamente alcançada pela frequência primária mostrada nestes geradores baratos, mas pelas frequências harmônicas mais altas dessa particular frequência, que pode ser bloqueada pela baixa qualidade de um instrumento barato e rudimentar por si só.

A exposição à frequência apropriada e a umidificação do corpo com uma grande quantidade de água pura e limpa é crucial para alcançar os resultados que Rife conseguiu. Estes procedimentos são totalmente explicados nos manuais das melhores unidades disponíveis no mercado.
Assim, a menos que você se contente com resultados esporádicos para condições menos severas, é sugerido que você use somente os equipamentos da mais alta qualidade apenas os apropriados, comprovando os procedimentos em sua pesquisa pessoal. Se você assimproceder, você pode descobrir que nada pode se comparar ao quê você pode conseguir através da aplicação desta frequências seguras e testadas no tempo (muitos por mais de 65 anos) e todas sem drogas, cirurgias ou radiações.

Um dia, o nome de Royal Raymond Rife poderá ascender ao seu lugar merecido, como um gigante da moderna ciência médica. Até lá, sua fabulosa tecnologia se mantém disponível somente para as pessoas que têm interesse em buscá-la. Enquanto perfeitamente legal para veterinários, para salvar as vidas dos animais, a brilhante terapia de frequências de Rife permanece um tabú para os prevalescentes médicos ortodoxos, por causa da contínua ameaça que ela representa para o monopólio médico/farmacêutico internacional, que controla as vidas, e mortes, da vasta maioria das pessoas neste planeta.

Também, poderia ser dito aqui que, há muitos profissionais da saúde maravilhosos hoje e dia. Apesar de eles serem frequentemente limitados pelas ferramentas que eles podem utilizar, procure sua assistência se você desejar. Eles podem ser de grande ajuda em muitas situações.

Qualquer um que queira ler mais profundamente a fascinante história de Royal Raymond Rife e a supressão da tecnologia que ele desenvolveu, é fortemente encorajado a ler o livro:


A CURA DO CÂNCER QUE FUNCIONOU: 50 ANOS DE SUPRESSÃO

de Barry Lynes (The Cancer Cure That Worked: 50 Years of Suppression).

Você pode consegui-lo na "Amazon Books". Veja o Website deles para ter uma descrição e informação sobre o livro.


http://www.amazon.com/exec/obidos/ISBN%3D0919951309/gordonkaranhes-KeA/002-2935002-2569813

Bill ChebEmail: bcheb@sprint.ca

Website: http://www.geocities.com/ResearchTriangle/2958/

mattron.com.br/TEXTOS%20PDF/breve-historia-rife.pdf
BIBLIOTECA:
http://www.mattron.com.br/biblioteca.htm

"A Conspiração do Câncer" livro em pdf:

http://www.mattron.com.br/TEXTOS%20PDF/AConspira-do-Cancer.pdf
http://www.rifenovice.com/

http://www.rense.com/general31/rife.htm

http://lablogatorios.com.br/chivononpo/2006/05/20/royal-raymond-rife/


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publicado por conspiratio às 17:26
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Quinta-feira, 13 de Novembro de 2008

SUA MÚSICA PREFERIDA FAZ BEM PARA SEU CORAÇÃO

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Escutar boa música é bom para o coração



Ter, 11 Nov, 09h55
WASHINGTON (AFP) -




Ouvir as músicas preferidas faz bem ao sistema cardiovascular, afirma um estudo americano divulgado nesta terça-feira.


Pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Maryland, que já tinham mostrado, em 2005, uma relação entre o riso e a performance cardíaca, encontraram agora benefícios para o coração no ato de ouvir música agradável.

"Já tínhamos demonstrado que emoções positivas, como o riso, são boas para a saúde vascular, mas a pergunta lógica era se outras emoções, provocadas, por exemplo, pela música, tinham o mesmo efeito", disse Michael Miller, diretor de Prevenção em Cardiologia do centro médico da Universidade de Maryland.

Miller fez com que uma dezena de estudantes escolhesse a música que "mais os deixava felizes" e os expôs a quatro tipos de som para comparar seu efeito sobre o sistema vascular: música apreciada pelo paciente, música estressante, áudio para relaxamento e canções engraçadas.
O diâmetro dos vasos sanguíneos foi ampliado em 26% com a música escolhida, enquanto a música estressante fez os vasos encolherem 6%.

"É impressionante a forte diferença antes e após se escutar uma música agradável, assim como entre uma música apreciada e uma estressante", disse Miller.

Com as músicas engraçadas, os vasos sanguíneos se dilataram 19%, enquanto a música de relaxamento produziu uma dilatação vascular de 11%.

http://br.noticias.yahoo.com/s/afp/081111/saude/eua_sa__de_cardiologia

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publicado por conspiratio às 21:18
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ONDE ESTÁ A MENTE? A MENTE ESTÁ NO CORPO? OU O CORPO ESTÁ NA MENTE?

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Achando a própria mente
Thich Nhat Hanh

Quando estamos estressados com alguma coisa, ou muito ocupados, dizemos freqüentemente que estamos “perdendo a cabeça” [i.e, a mente]. Mas onde a sua mente estava antes de se perder e para onde ela teria ido? No Sutra Surangama um texto budista popular no Vietnã e China, Buda e seu discípulo Ananda discutem como localizar a mente. Ela está dentro do corpo, fora do corpo ou entre o corpo e o mundo exterior? Em última instância, o sutra nos ensina que a mente não é localizável. Em outras palavras, você não pode dizer que ela está dentro do corpo, fora do corpo, ou entre eles. A mente não tem um local estabelecido.

Não só a mente é não-localizável, tudo é assim. Hoje de manhã eu peguei uma tenra folha verde solta no chão. Esta folha está em minha mente ou fora dela? Que pergunta! É uma pergunta muito simples, mas muito difícil de ser respondida. A noção de fora e dentro não pode ser aplicada a realidade.

Nós temos a tendência de pensar na mente como “aqui dentro” e no mundo como “lá fora”, a mente como subjetiva e o mundo, o corpo, como objetivo. Buda ensinou que mente e objeto da mente não existem separadamente, eles interexistem. Sem este, o outro não pode ser. Não há observador sem o observado. Objeto e sujeito se manifestam juntos. Geralmente quando pensamos em mente, pensamos somente em consciência mental. Mas mente não é apenas consciência mental, ela também é manas, ela também é consciência armazenadora.

Podemos nos treinar para ver o nosso corpo como um rio, e a nossa mente como parte daquele mesmo rio, sempre fluindo, sempre mudando. De acordo com a psicologia budista, o maior dos obstáculos à nossa habilidade de ver a realidade claramente é a nossa tendência de ficar muito envolvido na noção do sujeito ser algo diferente do objeto, e objeto ser algo independente do sujeito. Este modo de olhar se tornou um hábito, um padrão influenciador do nosso pensamento e comportamento.

Quando eu era um jovem noviço, nós estudávamos que a consciência possui três partes. A primeira e a segunda partes são: darshana, o observador, e nimita, o observado – isto é, o sujeito e o objeto. Sujeito e objeto se apóiam um no outro para se manifestar. Se você acredita que sujeito pode existir sem objeto, este é o maior dos erros. Temos a tendência de acreditar que o sujeito de cognição, a nossa mente, é algo que pode existir separadamente e independentemente do objeto de cognição, ou objeto da experiência. E nós acreditamos que o objeto de cognição, o que está lá fora, é algo que existe separado do sujeito de cognição.

No budismo existe o termo namarupa.
* Namarupa é equivalente ao psicossomático. A realidade se manifesta em duplo aspecto: psique e soma; o mental e o biológico. E um não pode existir sem o outro. Cérebro e mente são dois aspectos da manifestação de uma coisa. Então, nós temos que nos treinar para ver o cérebro como a consciência e a não ver a consciência como algo totalmente separado e diferente do cérebro.

Quando você convida a chama a se manifestar, você pode pensar que a chama é algo totalmente diferente do fósforo. Mas você sabe que a chama é imanente, está escondida no combustível da cabeça do fósforo, está escondida no oxigênio do ar, a chama não tem localidade real. E quando as condições se reúnem, a chama se manifesta. A natureza da consciência também não é localizável. Sabemos que consciência é sempre consciência de algo. Objeto e sujeito estão sempre juntos. Olhando dentro desta parte, você vê a outra parte. Olhando dentro da outra parte, você ver esta parte. Esta é a natureza da interexistência. Um está dentro do outro.

Dupla manifestação

A manifestação é sempre dupla: sujeito e objeto – o sujeito, o conhecedor; e o objeto, o conhecido. Então vijñapti, manifestação, é uma manifestação dupla. Qualquer manifestação é reconhecida como tendo seu sujeito e objeto. Em chinês, o caractere de ‘consciência’ tem duas partes, uma significando o sujeito de cognição e a segunda indicando o objeto de cognição. No entanto, olhando mais profundamente, nós vemos uma terceira parte, que serve de base para as duas primeiras partes. Olhe para uma moeda. Você tem cara e coroa. A cara é uma parte, a coroa é outra parte e elas não podem existir separadas. O reconhecimento de que existem duas faces da moeda está claro. Mas se você olhar profundamente vê que existe uma substância que torna possível a manifestação das duas faces, que é o metal, a substância, svabhava em sânscrito. Cada semente em nossa consciência: a semente da alegria, a semente da dor, do medo, da raiva, a semente da atenção plena, da concentração - toda semente tem dentro dela estas três partes sempre juntas.

Quando olho para uma montanha, posso pensar que este é um objeto que pode existir desassociado da consciência - este é um erro fundamental. Olhar para as nuvens como uma coisa objetiva, como uma realidade externa, que não tem nada a ver com a sua consciência, é um erro fundamental. Nuvem e montanha são apenas objetos de sua consciência ocular. E sua consciência formada de sujeito e objeto, está baseada em um alicerce, para a manifestação ser possível. Esta é a terceira parte, a substância.

A onda e a água

Um exemplo que nós utilizamos frequentemente no budismo é o da onda e da água. A onda surge do oceano e quando você observa o fenômeno da onda, você vê que existe um começo e um fim. Você vê o subir e o descer, você vê a presença e a ausência da onda. Antes de subir parece que a onda não existia, e depois dela ter descido também não a vemos existindo. Fazemos distinções entre uma onda e outra onda. Uma onda pode ser mais bonita, mais alta, mais baixa do que a outra onda. Então, no que diz respeito ao mundo dos fenômenos, temos todos os tipos de conceitos: começo, fim; alto, baixo; mais bonito e menos bonito; e isso cria muito sofrimento. Mas ao mesmo tempo sabemos que a onda também é água. É possível para uma onda viver a vida dela como uma onda e como água simultaneamente. Enquanto onda, ela pertence ao mundo dos fenômenos: ela tem um início, um fim, uma subida, uma descida. Ela se distingue das outras ondas. Mas se ela tiver tempo de sentar e tocar profundamente sua própria natureza, ela compreenderá que é água. Ela não é somente uma onda, ela também é água. No momento em que ela compreende que é água, ela deixa de sofrer completamente. Ela não mais teme subir e descer. Ela deixa de ficar preocupada em existir ou inexistir. Água representa o mundo noumenal
NT, o mundo sem nascimento e sem morte, sem chegada, sem partida.

Se você vai um pouco mais fundo, vê que o que fazemos juntos, falamos juntos, pensamos juntos, terá um efeito sobre nós e sobre o mundo, agora e posteriormente. No ensinamento budista, nada é estritamente individual e nada é estritamente coletivo. Estas noções são relativas.

Você poderia pensar que o seu corpo é uma posse individual sua, mas o seu corpo também pertence ao mundo. Suponha que você é um motorista e sua segurança depende dos seus nervos óticos. Você pensa em seus nervos óticos como algo estritamente individual; eles lhe pertencem e você é a pessoa que se beneficia deles e é responsável por eles. Mas se você é um motorista de ônibus, todos nós que sentamos no seu ônibus confiamos muitíssimo nos seus nervos óticos. Nossas vidas dependem de você. Por isso, dizer “Esta é a minha própria vida!” é um pouco ingênuo. Nós estamos em você e você está em nós. Nós interexistimos.

Vendo uma flor, nós a identificamos como uma rosa branca, e estamos muito certos de que esta é uma realidade objetiva que existe separadamente da nossa consciência – quer estejamos pensando na flor ou não, ela está ali. Ela pertence à realidade objetiva externa. Temos a tendência de pensar desta maneira. Mas nós aprendemos com a ciência que as cores que percebemos é uma matéria da vibração de uma onda de luz particular. Se o comprimento da onda for demasiadamente curto ou demasiadamente longo nós não a percebemos. Quando as freqüências são apropriadas aos órgãos dos nossos sentidos nós acreditamos que àquelas coisas existem. Mas quando não percebemos a freqüência, pensamos que elas inexistem. Eu posso perguntar a outro ser humano: “Você ver a mesma coisa que eu vejo? Você ouve o que eu ouço?” E a pessoa responde: “Sim, eu vejo o que você vê, eu ouço sim o que você ouve.” Então você tem a impressão, como nós dois concordamos com aquilo, que aquilo deve ser daquela forma, e que é algo objetivo e externo. Mas esquecemos do fato de que nós seres humanos somos constituídos de modo semelhante. Nossos órgãos dos sentidos são constituídos de modo semelhante. Todos nós concordamos que isto é uma mesa; nós a chamamos “mesa”. Nós somos da mesma opinião que ela é um suporte para nós escrevermos sobre ela. Porque somos seres humanos temos a tendência de olhar para esta mesa, como um instrumento. Mas se tivéssemos nascido cupins, olharíamos para a mesa de modo diferente. Nós poderíamos vê-la como uma fonte de comida, suculenta, saborosa e nutritiva. Os cupins são construídos de tal modo que a mesa se torna alimento; nós somos construídos de tal modo que a mesa é um suporte para nossa escrita e leitura.

É por isso que o que acreditamos ser uma realidade exterior pode ser apenas uma construção mental. Como os nossos órgãos dos sentidos estão construídos de um modo tal, recebemos o que se chama de mundo objetivo de determinada forma, e acreditamos ser este uma realidade objetiva. Nós sabemos que a rosa é uma construção mental coletiva de um grupo de seres vivos chamados humanos. Isto é participação no reino do ser. As abelhas têm o seu reino de existência, os pássaros têm o seu reino de existência, os humanos têm o seu reino de existência; e este reino de existência é uma manifestação coletiva, uma concepção coletiva do carma deles, da consciência deles, da consciência armazenadora deles.

No ensinamento budista, uma vez que a mente não é localizável, ela não pode morrer, ela só pode se transformar. Você continua no meio ambiente. A consciência armazenadora, os seus pensamentos, a sua fala e as suas ações fazem surgir o fruto do carma, que é composto de você e do seu meio ambiente. Você e o seu meio ambiente são um e criam o seu carma. Podemos assegurar um belo futuro tomando conta dos nossos pensamentos, da nossa fala e das nossas ações. Você tem o poder de se mudar por dentro, e você tem o poder de mudar você mudando o seu meio ambiente. Cuidar de você significa cuidar do seu corpo e cuidar do seu meio ambiente. Não é verdade que os genes determinam tudo. Ao produzir os seus pensamentos, falas e ações você cria o seu meio ambiente. Você sempre tem a oportunidade de se organizar e organizar o seu meio ambiente de modo a aguar as sementes positivas dentro de si. Este é o segredo da felicidade.

É claro que nosso ambiente não está construído somente das coisas que vemos a nossa volta. Existem coisas que nós não vemos ou ouvimos. E tendemos a descrevê-las como inexistentes. Suponha que olhamos para o espaço em uma grande sala de meditação. O espaço a nossa volta está cheio de sinais de televisão, rádio e celulares que não conseguimos ver ou ouvir. Nós precisamos do mecanismo – o telefone celular ou televisão – para traduzir estes sinais para nós. O que freqüentemente descrevemos como vacuidade está realmente bem cheio. É a nossa consciência mental que traduz todas estas coisas em sons e cores. Portanto eu não tenho certeza se a folha que eu segurava estava dentro ou fora da minha mente. Nós temos que ser humildes e abertos para permitir que a verdade penetre. O segredo do budismo é remover todas as idéias, todos os conceitos, para que a verdade tenha chance de penetrar e se revelar.


* Nama em sânscrito significa “mente”, e “rupa” significa “corpo”.
NT No que diz respeito aos possíveis significados deste termo, podemos observar que “noumena, ou seres em si mesmos; (em Alemão Dinge-na-sich) é um termo usado por Kant com referência às coisas subjacentes a nossa experiência tanto do mundo físico como dos nossos próprios estados mentais (chamado por ele de fenômenos do sentido externo e interno) e que não são eles mesmos objetos de experiência possível” (The Fontana Dictionary of Modern Thought; 1988, Londres, Fontana Press, segunda edição, editores: Bullock, Stallybrass e Trombley).

(Do livro Buddha Mind, Buddha Body: Walking toward Enlightenment, de Thich Nhat Hanh)

(Tradução para o português: Tâm Vân Lang)

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Segunda-feira, 10 de Novembro de 2008

JUSTIÇA IMPEDE ANVISA DE ANALISAR AGROTÓXICOS!

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9/11/2008

Justiça impede Anvisa de analisar agrotóxicos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vem tentando, desde o início do ano, submeter à análise de seus técnicos doze produtos que são base para fabricação de mais de uma centena de agrotóxicos no país. Utilizados em lavouras de soja, arroz, milho, feijão, trigo, maçã, laranja e dezenas d e outras frutas, verduras e legumes, os agrotóxicos são produzidos a partir de ingredientes ativos banidos e proibidos na União Européia, nos Estados Unidos, no Japão e na China.


A reportagem é de Evandro Éboli e publicada pelo jornal O Globo, 09-11-2008.

Mas a ação da Anvisa foi barrada. Com pareceres favoráveis do Ministério da Agricultura, empresas brasileiras produtoras de agrotóxicos e multinacionais conseguiram na Justiça impedir o exame dos fiscais da Anvisa.

Um dos produtos foi considerado nocivo à saúde

As ações judiciais foram movidas por empresas e pelo Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Agrícola (Sindag), que reúne fabricantes nacionais e estrangeiros.

Com base nas liminares, a indústria do agrotóxico no Brasil continua importando e estocando esses produtos.

Os técnicos da Anvisa até conseguiram concluir a análise de dois ingredientes. O cihexatina, agrotóxico muito utilizado na plantação de laranja, foi considerado nocivo à saúde e a agência recomendou que fosse proibido seu uso no país. Experiências em ratos, coelhos e camundongos detectaram que o agrotóxico causa má-formação fetal, risco de aborto e danos à pele, visão e fígado.

Mas a empresa Sipcam Isagro Brasil recorreu e conseguiu liminar da 6a Vara do Distrito Federal proibindo a Anvisa de adotar qualquer medida restritiva contra os defensivos agrícolas à base de cihexatina.

A Sipcam contou com a adesão do Ministério da Agricultura, que se manifestou no processo a favor da empresa e argumentou que a retirada do produto do mercado seria danosa para a empresa porque impediria o controle do "ácaro da leprose, que atinge de maneira quase letal a citricultura (cultura de laranja)".

A Anvisa analisou também o acefato, produto apontado em estudos e alertas internacionais como cancerígeno e vetado em vários países. Mas a empresa Arysta Lifescience do Brasil recorreu e a agência foi proibida de divulgar o resultado.

Mais uma vez, a decisão da Justiça levou em conta uma intervenção do Ministério da Agricultura, que se manifestou contrário à proibição do uso do acefato.

Uma terceira ação foi movida pelo setor, dessa vez pelo Sindag. Numa decisão só, uma liminar da 13a Vara Federal suspendeu a reavaliação de nove ingredientes ativos usados na fabricação de 99 agrotóxicos.

Entre esses produtos está o paration metílico, que foi proibido na China em 2007.

Barrado na China, importado pelo Brasil Dados de evolução de exportação do Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex), ligado ao Ministério do Desenvolvimento e Comércio, revelam que há crescimento da entrada no Brasil desses agrotóxicos, à medida que essas substâncias são proibidas em outros países.

O paration é um exemplo.

Desde que foi banido da China, em 2006, a importação brasileira do produto duplicou de um ano para outro. Saltou de 2,3 milhões de quilos em 2006 para 4,6 milhões de quilos em 2007.

Outro agrotóxico que conquistou maior fatia do mercado brasileiro foi o carbofuran, proibido na União Européia em 2005 . Em apenas dois anos, a importação saiu de cerca de um milhão de quilos para dois milhões de quilos.


FONTES:
Portal EcoDebate » Blog Archive » Justiça impede Anvisa de ...
Justiça impede Anvisa de analisar agrotóxicos. Agência diz que decisão põe população em risco. Incluído por admin, em Notícia. Spanish French German Italian ...


www.ecodebate.com.br/.../justica-impede-anvisa-de-analisar-agrotoxicos-agencia-diz-que-decisao-poe-populacao-...

http://74.125.113.104/search?q=cache:5lCUITh8LlkJ:www.ecodebate.com.br/+%22Justi%C3%A7a+impede+Anvisa+de+analisar+agrot%C3%B3xicos%22&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=2&gl=br

http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2008/11/9/justica-impede-anvisa-de-analisar-agrotoxicos

http://www.google.com.br/search?num=100&hl=pt-BR&q=%22Justi%C3%A7a+impede+Anvisa+de+analisar+agrot%C3%B3xicos%22&btnG=Pesquisar&meta=
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publicado por conspiratio às 19:35
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Sexta-feira, 7 de Novembro de 2008

UNIVERSO HOLOGRÁFICO - O SEGREDO POR TRÁS DA MATÉRIA

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Tradução da narração do vídeo:
UNIVERSO HOLOGRÁFICO

http://video.google.com/videoplay?docid=8143461915008673259


O tema do filme que você está para ver, revela um segredo crucial em sua vida. Você deve vê-lo atentamente, pois se refere a um tema que poderá provocar alterações fundamentais em sua visão do mundo material. O conteúdo deste filme não é apenas uma visão diferente ou um pensamento filosófico. Na realidade são fatos comprovados pela ciência.


O SEGREDO POR TRÁS DA MATÉRIA


O homem é condicionado, desde seu nascimento, a pensar que o mundo em que vive é uma realidade absolutamente material. Assim ele cresce sob o efeito deste condicionamento e constrói toda a sua vida baseado neste ponto de vista. As descobertas da ciência moderna, entretanto, revelaram a completa diferença entre a realidade significativa e o que é presumido.

Toda a informação que recebemos de nosso mundo exterior nos é transmitida por nossos cinco sentidos. O mundo que conhecemos consiste do que nossos olhos vêem, nossos ouvidos ouvem, nossos narizes cheiram, nossa língua saboreia e nossas mãos sentem. O homem depende, desde o nascimento, destes cinco sentidos. Assim ele conhece o mundo exterior apenas da forma com que é apresentado por estes cinco sentidos.

Atualmente, pesquisas científicas sobre os nossos sentidos revelaram fatos bem diferentes daquilo que denominamos de "mundo externo". E estes fatos trouxeram à luz um importante segredo sobre a matéria de que é feito o "mundo externo".

Um pensador contemporâneo (Frederick West.) assinala as declarações de alguns cientistas afirmando que "o homem é uma imagem, toda experiência é temporária e ilusória, e este universo é uma sombra", parecem estar sendo comprovadas pela ciência em nossos dias.
Para melhor captar este segredo por trás da matéria, devemos nos relembrar de como captamos a informação da realidade que nos provê com a mais extensa informação de nosso mundo exterior.


COMO VEMOS?

A visão ativa ocorre progressivamente. No momento da visão, partículas luminosas, denominadas fótons, viajam do objeto observado até o olho e passam pelo cristalino onde são refratados e focados na retina, no fundo do olho. Aqui, os raios luminosos são transformados em sinais elétricos e transmitidos, por neurônios, até o centro da visão na parte posterior do cérebro.

A visão realmente ocorre no centro da visão no fundo do cérebro. Todas as imagens que vemos durante a vida e todos os eventos que experimentamos são na realidade experimentados neste pequeno e escuro lugar. Tanto o filme que você esta vendo agora bem como as paisagens sem fronteiras que você vê quando mira o horizonte, na realidade comprimem-se neste espaço de poucos centímetros.

Vamos reconsiderar alguns conceitos, cuidadosamente. Quando dizemos "nós vemos", na realidade vemos o efeito dos raios atingindo os olhos, convertidos em sinais elétricos e formados no cérebro. Quando dizemos "nós vemos", na realidade observamos os sinais elétricos em nosso cérebro.
A propósito, há um outro aspecto a considerar. O cérebro está "selado" para a luz e está sempre em completa escuridão. Assim, não é possível ao cérebro constatar a luz, por si mesmo. Podemos explicar este interessante fenômeno com um exemplo. Vamos supor que à nossa frente está uma vela acesa e nós vemos sua luz. Durante o período em que vemos a luz da vela, o interior de nosso crânio e o cérebro estão em completa escuridão. A luz da vela jamais ilumina diretamente nosso cérebro e nosso centro de visão. Entretanto, nós vemos um mundo luminoso e colorido dentro de nosso cérebro sem luz.

O mesmo se aplica a todos os nossos outros sentidos, som, tato, sabor e olfato, que são percebidos no cérebro como sinais elétricos. Desta forma, o cérebro, durante nossa vida, jamais se confronta com a fonte original da matéria existente fora de nós, mas apenas com uma cópia elétrica da mesma, formada dentro de nosso cérebro.

Neste ponto, somos iludidos a pensar que estas cópias são instâncias da realidade material fora de nós.


O MUNDO EXTERIOR EM NOSSO CÉREBRO


Estes fatos físicos nos fazem chegar a uma indiscutível conclusão. Tudo aquilo que vemos, ouvimos, tocamos e sentimos como matéria, o mundo e mesmo o universo, são realmente apenas sinais elétricos em nosso cérebro.

Por exemplo, vemos um pássaro em nosso mundo exterior. Mas na realidade este pássaro visto não está realmente em nosso mundo exterior, porém em nosso cérebro. As partículas de luz refletidas pelo pássaro alcançam o nosso olho e, de lá, são convertidos em sinais elétricos. Estes sinais são transmitidos por neurônios para o centro da visão no cérebro. O pássaro que vemos é, na realidade, o resultado da interpretação de sinais elétricos em nosso cérebro. Se o nervo conduzindo a informação fosse desconectado, o pássaro desapareceria subitamente. Da mesma forma, os sons do pássaro são também formados em nosso cérebro. Se o nervo conduzindo os sinais elétricos do ouvido ao cérebro fosse desconectado, não haveria qualquer som.

Colocando de forma simples, o pássaro, a forma do pássaro que vemos e o seu som que ouvimos é apenas a interpretação, efetuada pelo cérebro, de sinais elétricos.

Outro ponto a ser considerado é a sensação de distância. Por exemplo, a distância entre você e esta tela. É apenas uma sensação de espaço formada em seu cérebro. Também, objetos que parecem estar muito distantes na visão de um indivíduo, são, na realidade, imagens plasmadas em um ponto dentro do cérebro.

Por exemplo, alguém que observe as estrelas, assume que elas estão a milhões de anos luz distantes dele. Na realidade, as estrelas estão dentro dele. É a visão em seu cérebro.

Enquanto você vê este filme, você assume que está em um ambiente, mas, na realidade, o ambiente está em você. Você, vendo seu corpo, o faz pensar que está dentro dele; entretanto você deve observar que seu corpo também é uma imagem formada em seu cérebro.

Até agora falamos de um mundo exterior, de um mundo de percepções formadas em nosso cérebro. Do que nós vemos. Entretanto, como nunca podemos alcançar o mundo externo, como podemos estar certos de que este mundo externo realmente existe? Definitivamente, não podemos. A única realidade com que lidamos é o mundo de sensações nas quais vivemos em nossa mente.

Nós acreditamos na existência de objetos somente porque os vemos e tocamos e eles são refletidos para nós, por nossas percepções. Entretanto, nossas percepções são somente idéias em nossa mente. Assim, objetos que captamos por percepções não são nada além de idéias e estas idéias existem apenas em nossa mente.

E se tudo isto existe apenas em nossa mente, isto significa que nós somos iludidos por decepções, quando imaginamos um universo e objetos com existência fora de nossas mentes.

Imaginar a matéria como tendo uma existência fora de nossa mente é na realidade uma decepção. As sensações que observamos podem estar vindo de uma fonte artificial. É possível ver isto com um exemplo.
Primeiro vamos supor que podemos retirar o cérebro de nosso corpo e mantê-lo vivo em uma caixa de vidro. Vamos adicionar um computador com toda sorte de informações e finalmente vamos enviar todos os sinais elétricos (dados) que temos de luz, som, sabor, tato e olfato para este computador. Vamos conectar, então, este computador aos sensores de sentidos de nosso cérebro com conectores, e vamos enviar-lhe os dados previamente gravados nesse computador.

Quando nosso cérebro perceber estes sinais ele vai "ver", "sentir" e "viver" as cenas que lhe apresentamos. Deste computador também podemos enviar sinais elétricos referentes a imagens e cenas criadas. Por exemplo, podemos mandar sinais referentes ao que percebemos e sentimos enquanto estamos sentados em nossa mesa de trabalho. Neste estágio, o cérebro pensará que é um homem de negócios sentado em seu escritório.

Este mundo imaginário continuará enquanto a estimulação vinda do computador persistir. Nós nunca nos daríamos conta de que somos apenas um cérebro. É de fato muito simples, para nós, sermos enganados acreditando que percepções sem qualquer causa material sejam reais. Isto é precisamente o que ocorre em nossos sonhos.


O MUNDO EM SONHOS


Para você, realidade é tudo aquilo que pode ser tocado com as mãos e visto com os olhos. E nos sonhos também podemos tocar com as mãos e ver com os olhos. Mas, na realidade, você não tem mãos e tampouco olhos e tampouco existe algo que possa ser tocado ou visto. Tomando o que você percebe no sonho pela realidade material, você está preparado para ser enganado.

Por exemplo, uma pessoa profundamente adormecida em sua cama pode ver a si mesma em um mundo totalmente diferente, em seu sonho. Ela pode sonhar que é um piloto que comanda um grande jato. E, mesmo, pode despender muito esforço para comandar o avião. De fato, esta pessoa não se afastou um único passo de sua cama. Em seus sonhos, ela pode viver em diferentes cenários e se encontrar com amigos, conversar com eles, comer e beber em conjunto. Somente quando a pessoa desperta de seu sonho é que ela se dá conta que tudo foram apenas percepções.

Se somos capazes de viver facilmente em um mundo irreal durante nossos sonhos, o mesmo pode ser também verdadeiro para o mundo no qual vivemos. Quando despertamos de um sonho, não há razão lógica para não pensar que entramos em um sonho mais longo que denominamos de "vida real". A razão pela qual consideramos nossos sonhos como fantasia e o mundo como real, nada mais é do que o produto de nossos hábitos e preconceitos. Isto sugere que podemos também ser despertados de “uma vida na terra”, que acreditamos estar vivendo neste momento. Exatamente da mesma maneira que somos despertados de um sonho.


QUEM PERCEBE ?


Após todos estes fatos físicos, levanta-se a pergunta primordial. Se todos os eventos físicos que conhecemos são essencialmente percepções, o que é nosso cérebro? Já que nosso cérebro é matéria, como nosso braço, perna ou qualquer outro objeto, ele também deve ser uma percepção, como todos os outros objetos.

Um exemplo vai clarear mais este assunto. Vamos imaginar que estendemos os nervos que atingem nosso cérebro e o colocamos fora de nossa cabeça onde podemos ver com nossos olhos. Neste caso, seriamos capazes de ver nosso cérebro e tocá-lo com os dedos. Neste caso, podemos perceber que o cérebro nada mais é do que uma percepção formada pela sensação da visão e do tato.

Então qual é a vontade que vê, ouve, sente e percebe todos os outros sentidos, se não é o cérebro? Quem vê, ouve, toca e percebe o sabor e o aroma? Quem é este ser que pensa, raciocina, tem sensações e, mais, diz EU e MIM.

Um dos importantes pensadores de nossa época, Karl Pribram (Holographic Paradigm, p37) também coloca a mesma pergunta: Desde os gregos, os filósofos pensam sobre os "espíritos na máquina", o pequeno homem dentro do pequeno homem. Onde está o "EU", a pessoa que usa o cérebro? Quem é que se dá conta da ação do conhecimento? São Francisco de Assis dizia: "Procuramos aquele que vê".

Na realidade, o ser metafísico que usa o cérebro, que vê e sente, é a alma (espírito). O que denominamos de mundo material é o agregado de percepções vistas e sentidas pela alma. Assim como os corpos que possuímos e o mundo material que vemos em nossos sonhos não possuem uma realidade física, o universo que ocupamos e os corpos que possuímos tampouco têm realidade material.

O ser real e absoluto é a alma. A matéria consiste meramente de percepções vistas pela alma. Sim, mesmo se iniciamos com ferrenha oposição, afirmando que matéria é real, as leis da física, química e biologia, nos levam todas ao fato de que a matéria consiste em uma ilusão e à inevitável atualidade do conceito de uma "matéria metafísica".
Este é o segredo por trás da matéria.

Este fato é tão definitivo que alarma alguns cientistas materialistas que pensam ser a matéria o absoluto O escritor científico ..., diz no seu livro O Universo e Einstein que "Em concordância com a afirmação dos filósofos de redução de toda a realidade objetiva a um mundo paralelo de percepções, os cientistas começaram a se conscientizar da alarmante limitação dos sentidos humanos".

Todos estes fatos nos conduzem a uma importante e significativa pergunta. Se as coisas que aceitamos ser o mundo material são na realidade formadas por percepções, transmitidas à nossa alma, então qual a fonte destas percepções?

Respondendo esta pergunta, devemos considerar o fato de que a matéria não tem apenas uma existência autônoma, porém é uma percepção. Assim, esta percepção deve ter sido causada por algum outro poder. O que significa que tem que ter sido criada. Mais ainda, esta criação tem que ser contínua. Se não fosse uma criação contínua e consistente, então o que nós denominamos "matéria" desapareceria e seria perdida. Isto pode ser parecido a uma televisão, onde uma imagem é mostrada enquanto o sinal da antena é mantido contínuo. Se a transmissão interrompe, a imagem na tela também desaparece.


O SER REAL E ABSOLUTO


Então, quem faz nossa alma ver o planeta Terra, corpos, plantas, nossos corpos, e tudo o mais que vemos? É muito evidente que existe um Criador Superior, que criou todo o universo material. Este é a soma de todas as percepções e continua sua criação sem interrupção. Como este criador mostra uma tal magnífica criação, ele seguramente tem o poder e direitos eternos sobre ela. Todas as percepções que ele cria são criadas por sua vontade e ele domina a tudo que criou, em qualquer instante.
Este criador é Deus (Alá), o Senhor dos céus e da terra. O único ser absoluto é Deus. Tudo afora Ele, são sombras de seres que Ele criou. Esta realidade é explicada da seguinte maneira pelo grande estudioso islâmico Iman Rabani: "Deus... A substância dos seres que Ele criou é o inexistente.. Ele criou tudo no âmbito dos sentidos e ilusões... A existência do universo é no âmbito dos sentidos e ilusões, e não é material... Na realidade, nada existe fora com exceção do Glorioso Ser, que é Deus".

Nos quatro cantos deste universo, formado por percepções, está Deus, o único ser real. Assim, o ser mais próximo ao homem é Deus. Isto é explicado no Alcorão com o verso "Nós criamos o homem e nós estamos mais próximos a ele do que sua veia jugular". Aonde quer que estivermos, Deus estará conosco.

Enquanto você vê este filme, o ser mais próximo a você é Deus que cria tudo o que você vê em todos os instantes. Enquanto Deus nos fizer ver imagens e nos prover com sensações relacionadas a este mundo, continuaremos a viver neste mundo. Quando Ele cessa com as imagens e sensações pertencentes a este mundo, mostra-nos o anjo da morte e nos dá percepções de uma dimensão diferente, significando que morremos.
O dia da ressurreição, julgamento, céu, inferno e a vida eterna, será criado para nós da mesma maneira. Criar todas estas coisas é simples para Deus, que nos mostra a evidência de seu eterno poder e infinita sabedoria. Sim, neste mundo.

Meu comentário: O sinal elétrico da visão, entre o olho e o córtex cerebral visual, costuma sofrer uma edição (censura, distorção, cancelamento) neste percurso, devido aos condicionamentos que nos são impostos pelo meio social.

Para saber mais: Michael Talbot, O Universo Holográfico (livro)


Quem somos nós? [What the bleep do we know?] (filme)


http://saudeperfeitarfs.blogspot.com:80/2006/06/o-universo-hologrfico.html

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publicado por conspiratio às 22:32
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AUTO-HEMOTERAPIA - LINKS

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Auto-Hemoterapia

1) Conceito:
http://www.medicinacomplementar.com.br/tema130206.asp

2) Vídeo com a entrevista com o Dr. Luiz Moura sobre auto-hemoterapia:
http://video.google.com/videoplay?docid=-4554320633785209094&q=auto+hemoterapia
ouhttp://www.jornaldaimprensa.com/autohemoterapia/
ouhttp://www.youtube.com/results?search_query=Ret%C3%ADculo
ouhttp://www.youtube.com/profile?user=eaglestv
ouhttp://www.eaglestv.com/principal/auto_hemo.php
ouhttp://www.eaglestv.com/principal/saude.php

3) Transcrição da entrevista com o Dr. Luiz Moura sobre auto-hemoterapia:
http://docs.google.com:80/View?docid=ddq5qwkp_60fq37qknv
ou download do arquivo “Transcrição do DVD do Dr. Luiz Moura”.

4) Artigos científicos (*) que apóiam a auto-hemoterapia (10 artigos):
Download do arquivo
“AUTOHEMOTRANSFUSÃO - Dr. Jesse Teixeira – 1940”, citado na entrevista do Dr. Luiz Moura, publicado na Revista Brasil-Cirúrgico, Brasil, em março de 1940.

Download do arquivo “
Imunoterapia - Dr. Ricardo Veronesi - 1976”, citado na entrevista do Dr. Luiz Moura, publicado na Revista Medicina de Hoje, Brasil, em março de 1976.

Download do arquivo
“AUTOHEMOTRANSFUSÃO COMO PREVENÇÃO DE COMPLICAÇÕES PULMONARES – Dr. Michael Mettenleiter – 1936”

Download do arquivo
“Autohemotransfusion in Preventing Postoperative Lung Complications – Dr. Michael Mettenleiter – 1936”, publicado no American Jornal of Surgery, EUA, em maio de 1936.

Download do arquivo
“Autohemoterapia - Alternativa eficaz en la patologia autoimune - Hernández – 2001”, publicado na revista Atención Primaria, Espanha, em setembro de 2001.

Download do arquivo
“LA AUTOHEMOTERAPIA - Tratamiento muy eficaz del alcoholismo inveterado”, publicado na Revista Médica Hondureña, Honduras, em junho de1932.

Download do arquivo “
Tratamiento de las mastitis puerperales por auto-hemoterapia - Dr. S. Paredes P.” publicado na Revista Médica Hondureña, Honduras, em abril de1936.

Download do arquivo “
El tratamiento médico del Câncer - Julio López Lomba”, publicado na Revista Médica Hondureña, Honduras, em junho de1933.

Ainda não disponíveis para download:
- Bakscht, G., Autohemotherapy in hemorrhagic metropathies uterus. Zentralbl. f. Gynaek. 50:1390-1393, Mal, 22, 19261 ab. JAMA 87:211, July 17, 1926.
- Bierring, Walter L., “Focal Infection: Quarter Century Survey”, JAMA 111, 1623-1627, Oct. 29, 1938.
- Ravaut, M. Paul, “Essai sur l'auto-hemotherapie dans quelques dermatoses. Annales de Dermatologie et Syphilographie”. 4:292-6, May 1913.

(*) Um artigo científico é o resultado de um trabalho de pesquisa, publicado numa revista científica da área. O trabalho deverá obedecer a regras de formatação, e sua constituição é padronizada: nome, objetivo, palavras chaves, introdução, desenvolvimento, conclusão e bibliografia (de acordo com a norma ABNT).

5) Textos médicos, monografias, manuais e estudos de caso sobre auto-hemoterapia:
Download do arquivo
“Infecção Focal – ... o valor da autohemoterapia no tratamento - Prof. Dr. José de Felippe Junior – 2004”, publicado no site da Associação Brasileira de Medicina Complementar, em 2004.

Download do arquivo
“PROTOCOLO DE AUTOHEMOTERAPIA – Prof. MSc. Enf. Telma Geovanini – 2006”

Download do arquivo
“TRATAMENTO DE FERIDAS ATRAVÉS DA AUTOHEMOTERAPIA - Prof. MSc. Enf. Telma Geovanini – 2007”

Download do arquivo
“MONOGRAFIA: AUTOHEMOTERAPIA - Maria Clara Salomão e Silva – 2006”

Download do arquivo “
AUTOHEMOTERAPIA - A PICADA MÁGICA ?”, de Stuart Hale Shakman.

Download do arquivo
“ÍNDICE DO LIVRO - The Autohemotherapy Reference Manual -- The Definitive Guide, de Stuart Hale Shakman - 1997”
Este livro, “The Autohemotherapy Reference Manual - The Definitive Guide”, ISBN 1-892506--14-9, de Stuart Hale Shakman, é vendido por 25 dólares americanos (R$ 50,00) no site:http://www.i-o-s.org/books.html
Este pesquisador listou inúmeros artigos publicados no período de 1905 a 1982, apresentando referências bibliográficas citando os autores, período dos estudos e países onde foram realizados os congressos ou foi publicado o artigo: China, Rússia, Alemanha, Romênia, Itália, Espanha, França, Bélgica, etc.

6) Críticas à auto-hemoterapia da comunidade médica, dos Conselhos Federal e Estaduais de Medicina e da Vigilância Sanitária:
Autohemoterapia - porque não fazer! -
http://www.saudepress.com/v2/lista_artigos-ver.asp?ART_id=42

SBHH emite comunicado sobre auto-hemoterapia -
http://www.sbhh.com.br/home/imunoterapia.htm

Vigilância Sanitária coíbe auto-hemoterapia -
http://www.noticiasdegoias.go.gov.br/index.php?idMateria=19702&tp=positivo

CRM/MS condena uso da auto-hemoterapia -
http://www.agorams.com.br/index.php?ver=ler&id=99581

Considerada 'picaretagem', a auto-hemoterapia é encontrada com facilidade na Grande Vitória -
http://gazetaonline.globo.com/noticias/minutoaminuto/local/local_materia.php?cd_matia=298733&cd_site=843

7) Outros artigos sobre auto-hemoterapia:
Sangue polêmico – Jornal da Imprensa – 30 março 2007 -
http://www.jornaldaimprensa.com/impressao.php?not_codigo=5927
ou Download do arquivo “Sangue polêmico”
Seringa de sangue – Revista Encontro – Abril de 2007 - http://www.revistaencontro.com.br/abril07/medicina.asp
ou Download do arquivo “Seringa de sangue”

A Volta da Sensibilidade – Jornal da Imprensa – 29 de abril de 2007 -
http://www.jornaldaimprensa.com/noticias.php?not_codigo=6015&cad=especial
ou Download do arquivo “A Volta da Sensibilidade”

AUTO-HEMOTERAPIA, PROBIÓTICOS E OS IMUNOESTIMULADORES - Dr. João Veiga Filho - Jornal Folha de Pernambuco - 27 abril 2007 -
http://docs.google.com/View?docid=dgmpc7nr_8g4fmgm
ou “download” do arquivo “AUTO-HEMOTERAPIA, PROBIÓTICOS E OS IMUNOESTIMULADORES”

Auto-hemoterapia – Dr. Gilberto Lopes da Silva Júnior – Diário da Região - 5 maio 2007 –
http://www.diarioweb.com.br/artigos/body_artigos.asp?idCategoria=35&idNoticia=92934
ou “download” do arquivo “Auto-hemoterapia”

Quando o corpo cura... E é interditado! - Ralph Viana – Jornal do Bem-Estar – maio 2007 -
http://www.jornalbemestar.com.br/mat_capa.php
ou “download” do arquivo “Quando o corpo cura... E é interditado!”

8) Reportagens sobre auto-hemoterapia na televisão e rádio:
TV Globo - 30 março 2007 - Bom Dia DF -
http://dftv.globo.com/Dftv/0,6993,VDD0-2982-20070330-273724,00.html

TV Band – 19 abril 2007 – Band News -
http://terratv.terra.com.br/home.aspx?channel=100&play=1&plid=101581

TV Globo – 22 abril 2007 – Fantástico -
http://fantastico.globo.com/Jornalismo/Fantastico/0,,AA1522894-4005-668052-0-22042007,00.html

Rádio Jornal – 23 abril 2007 – Entrevista com Dr. João Veiga –
http://jc.uol.com.br/radiojornal/audio.php?url=http://www2.uol.com.br/JC/integracao/media/audios/rj_hemoterapia230407.wma

TV Mexicana – Reportaje Magazine 40-
http://www.autohemoterapia.com/reportaje.wmv

TV Mexicana – Entrevista Magazine 40 -
http://www.autohemoterapia.com/entrevista.wmv

Somente a realização de um estudo clínico convencerá a comunidade médica a aceitar a auto-hemoterapia:
9) Download do arquivo “
Mapa mental sobre Auto-Hemoterapia e processo para elaborar estudo clínico”.

Depoimentos de pacientes e usuários da auto-hemoterapia:
10) Auto-hemoterapia (relate sua experiência):
http://inforum.insite.com.br/39550/

11) Psoríase_Autohemoterapia:
http://www.psoriaseonline.com.br/sxforumpsoriase/ShowPost.aspx?PostID=1907

12) Comunidades no Orkut:
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=7768575
e http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=7739092
e http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=8697443 (Pessoas que têm doenças raras e degenerativas – Ex.: Mal de Alzheimer)

Resumo dos depoimentos favoráveis de pacientes e usuários:
13) Download do arquivo –
Resumo dos depoimentos retirados do site “Auto-hemoterapia (relate sua experiência)”

Debate na Câmara dos Deputados sobre Auto-Hemoterapia:
14) Notícia sobre a proposta do Deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT) de promover debate na Câmara dos Deputados sobre Auto-Hemoterapia:
“Bezerra propõe debate sobre auto-hemoterapia - 29.03.2007”

15)
Modelo de e-mail para enviar ao Deputado Carlos Bezerra, incentivando-o a promover debate sobre Auto-Hemoterapia

O e-mail do Deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT) é:
dep.carlosbezerra@camara.gov.br

http://paginas.terra.com.br:80/saude/Autohemoterapia/


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Quarta-feira, 5 de Novembro de 2008

CONSCIÊNCIA É A RESPOSTA - ENTREVISTAS COM ROBERT HAPPÉ

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Video: Entrevista com Robert Happe

http://video.google.com/videoplay?docid=1762327500733359104




Entrevista publicada na Revista O Ponto de Junho de 2006

http://www.roberthappe.net/port/oponto.htm



Robert Happé: Consciência que Liberta

Ele nasceu em Amsterdã, Holanda, debaixo de um bombardeio. O pai havia sido preso por soldados alemães e a família de mulher e três crianças foge para uma cidade menor e mais segura. O irmão e a irmã mais velhos brincam na rua, enquanto a mãe tenta dar de comer para o mais novo. Aviões sobrevoam o lugarejo. Nova explosão e a rua inteira está em ruínas. Da casa só resta a cozinha. Da família só ficam a mãe e o garoto. A mulher desaparece e uma família pega o menino para criar. Pouco mais de um ano após o fim da guerra, um homem aparece e diz: “Eu sou seu pai.” O menino se agarra ao destino. O pai encontra a mãe em um hospital psiquiátrico e a família volta para Amsterdã para recomeçar a vida e continuar o drama. Uma nova criança nasce, dando força â família do pós guerra. Mas a mulher adoece de câncer e tempos depois morre. O garoto continua vendo a mãe, que aparece para dizer que “tudo está” bem. Com seus 16 anos, ele coloca uma mochila nas costas e parte para a grande aventura de descobrir o mundo e seus mistérios. “Por que a vida é assim?” Por que todo mundo mata todo mundo?” Por que tanto sofrimento?” Ele estuda psicologia, mas não encontra respostas ali. É tempo de servir o Exército, mas o jovem não quer aprender a matar pessoas. Fica preso por desobediência, lava latrinas e trabalha na cozinha, até que o Exército se livra do soldado fracassado. Sem dinheiro e com muito pouco a perder, o rapaz viaja pela Europa de carona. Na Suíça, trabalha na cozinha de um restaurante. Depois, de garçom em bares da Espanha. Conhece o submundo dos clubes de jogos na Inglaterra, onde trabalha nas mesas de pôquer. As antigas perguntas permanecem na cabeça e ele segue para o Líbano atrás das respostas. Depois passa cinco anos estudando Filosofia Oriental na Índia. Não foi suficiente e ele continua viajando pelo país. Depois vai para o Nepal, Tibet e, finalmente, Camboja, onde, aos 31 anos, termina a busca e começa a missão de dividir com o mundo seus conhecimentos sobre o significado da vida.

Hoje, aos 65 anos, o filósofo Robert Happé é um desses seres humanos raros, que abraçam e beijam todo mundo. Nesses mais de 30 anos de peregrinação, tem encantado platéias por onde passa, não apenas por suas idéias, mas pela maneira simples com que fala delas. Autor do livro Consciência é a Resposta (lançado em 1997 pela editora Talento), atualmente divide seu tempo entre a convivência com a família - ele é pai de um garoto de 14 anos -, a produção de um segundo livro e os seminários na Europa, Estados Unidos, Argentina e Brasil, país que ele define como “a última esperança”.

O PONTO - Você nasce na guerra, perde seus irmãos e mais tarde sua mãe. Certamente essas experiências marcaram sua infância e juventude. Foi nestas circunstâncias que você desperta para a busca do conhecimento sobre o significado da vida?

ROBERT - Eu sempre senti que não era desse planeta, que todos eram muito diferentes de mim e que precisava buscar a verdade sobre a vida e sobre mim mesmo. Minha mãe aparecia para mim e eu me perguntava: “Sou louco? Onde está minha mãe? O que ela faz lá? Por que fala comigo?”. Queria entender por que todo mundo mata todo mundo, por que há tanto sofrimento e por que a vida é assim. Então, eu já caminhava para a busca de respostas, mas a consciência disso veio bem depois.

O PONTO - Na busca por essas respostas, você percorre vários países e se aprofunda na cultura oriental, mantendo contato com Vedanta, Budismo, Taoísmo... Como foi essa experiência e que lições você tirou disso?

ROBERT - Na Índia eu descobri que a vida continua depois da morte. Mas nestas viagens eu também descobri que todas as religiões falam as mesmas coisas, mas de formas diferentes e umas contra as outras. Percebi que as pessoas não estudam para encontrar a verdade, mas para adorar suas religiões. Quando você adora sua religião, você não questiona e acaba virando as costas para a verdade. E eu sempre questiono.

O PONTO - Então você queria mais.
ROBERT - Sentia que não era só aquilo e que precisava de mais experiência de vida, por isso continuei viajando, vivendo no Nepal, Tibet e no Camboja, e estudando com os gurus. Mas também não fiquei satisfeito.

O PONTO - Mas foi no Camboja que você viveu sua maior experiência mística.

ROBERT - No Camboja, as pessoas são muito amáveis, mas, como no Nepal e no Tibet, há muita ignorância. Eles não vivem a consciência do coração, vivem através dos dogmas. Por exemplo, os monges cambojanos têm tudo nos templos para plantar e comer, mas saem para as ruas para pedir comida, esmolas. Eu pensava que aquilo estava errado, que eles deveriam fazer o contrário, levar comida e ensinamentos do templo para as pessoas que estavam do lado de fora. Então eu deixei a comunidade com um sentimento de que era o fim da rua para mim. Estava muito triste, parei e fiquei meditando. Então decidi ir para a floresta. Na floresta, passei a me alimentar do que a natureza me oferecia. Com o tempo, comecei a perceber coisas, luzes que iam ganhando formas. Eu vi os espíritos da Natureza. Esses seres vinham me visitar e uma vez eles pediram para que eu os seguisse. Não sei quanto tempo, mas depois de goras, dias, eu chego num lugar no meio da floresta e eles afastam a vegetação e então eu vejo uma grande rocha e e nela a figura do Buda esculpida. Eu fiquei perplexo. Eles não falavam comigo, mas faziam gestos para que eu tocasse na imagem. No momento exato em que coloco as mãos na pedra, foi como se abrisse uma tela na minha mente. Eu vi uma grande cidade e no centro dela um templo. Dentro do templo havia três budas e um deles tinha o meu rosto.

O PONTO - Foi neste momento que você encontra as respostas que estava procurando?

ROBERT - Neste momento eu me conecto com a Akasha, que é a grande biblioteca do universo, onde estão arquivados todos os conhecimentos sobre a humanidade. A partir daí eu comecei a aprender o que estamos fazendo aqui neste planeta. Eu passei a fazer perguntas para a Akasha sobre meu passado, a nossa história, quem nós somos e por que estamos aqui.

O PONTO - Você já sabe quem você é?

ROBERT - Não tudo. Todos nós somos muito mais do que sabemos.

O PONTO - Quanto tempo você ficou na floresta e como voltou para a civilização?

ROBERT - Eu vivi na floresta por três anos e passava meus dias acessando a Akasha e estudando. Aquele passou a ser o meu mundo e eu não queria sair de lá. Mas soldados norte-americanos me encontraram, me colocaram num helicóptero e me largaram em Bangkok (Tailândia). Era a guerra do Vietnã. Eles estavam tirando as pessoas dos vilarejos porque não queriam que ninguém soubesse o que estava acontecendo. Aldeões falaram que havia um estrangeiro na floresta e os soldados foram atrás de mim.

O PONTO - De volta à civilização, você começa a divulgar seus conhecimentos?

ROBERT - Eu estudei Taoísmo, ensinei filosofia na Inglaterra por quatro anos e, finalmente, passei a viajar pela Europa, fazendo seminários para dividir meus conhecimentos com outras pessoas.

O PONTO - A humanidade segue sua trajetória evolutiva e agora, na Era de Aquário, você diz que as pessoas estão começando a valorizar o conhecimento da razão pela qual estamos no mundo. Você pode apontar sinais ou fatos que demonstram que a “Era da busca da compreensão do significado da vida” começou?

ROBERT - As energias de Peixes e Aquário são diferentes. Antes, na Era de Peixes, havia segredo. Agora, tudo está aberto. Todos que têm algum conhecimento querem falar. Uma coisa que é prova dessa mudança é que muita gente começa a ver como é desonesto e corrupto nosso sistema. Quando as pessoas começam a ver que são como ratos em caixas, elas começam a sair das caixas. Com essa liberdade, as pessoas começam a buscar uma forma diferente de viver.

O PONTO - A história da humanidade é marcada pela busca do poder. O poder do homem sobre a natureza, do homem sobre o homem, de uma ideologia sobre a outra, de uma nação sobre as demais. Essa busca pelo poder tem contribuído para a manutenção de uma mundo cheio de medos, conflitos e incertezas, fazendo com que as pessoas passem suas vidas correndo atrás de pequenos poderes que lhes permitam não sentir medo, nem viver conflitos e incertezas. Essa corrida, no entanto, não premiou as pessoas com o que elas esperavam, a felicidade. Gostaria que você comentasse sobre isso.

ROBERT - É preciso entender que todos nós somos programados para pensar de uma determinada forma. O governo parece nosso amigo, os professores parecem nossos amigos, mas eles não falam o que é bom para nós, eles não ensinam sobre nossos valores, nossas qualidades, eles não lembram que somos seres criadores. Eles ensinam a copiar. Por esse motivo, poucas crianças gostam da escola, porque elas sentem que alguma coisa está errada. Os jovens não são convidados a questionar e a melhorar as coisas, apenas a repetir. Nesse modelo somos tratados como números, fazemos provas a todo o tempo e quando a criança faz vem a prova ela é um bom robô. Crianças criativas escrevem as coisas que elas pensam e, por isso, são maus robôs. Com essa manipulação, tira-se a identidade da pessoa. Então, nós precisamos informar as pessoas que não somos robôs, somos seres criadores. Todos nós valorizamos os conhecimentos acadêmicos, mas nós precisamos lembrar quem nós somos. Esse é o conhecimento que devemos levar daqui.

O PONTO - Por que há tanta fome no mundo, tantos conflitos entre nações, etnias e dogmas religiosos?

ROBERT - Porque nós não aprendemos a amar os outros. Nós aprendemos a cuidar da nossa família e a pensar que o resto do mundo não é importante. Você ama a sua cultura e a outra cultura não presta. A pessoa não vê que o ser humano é uma só família.

O PONTO - Qual a relação entre poder, dinheiro e felicidade?

ROBERT - Poder, aqui no nosso planeta, é visto no dinheiro. Quanto mais dinheiro, mais poder. Isso é ilusão. Porque um dia, quando todo o sistema entrar em colapso, as pessoas que têm apenas dinheiro vão ficar sem nada, de uma hora para outra. O verdadeiro poder é o amor. O seu poder é o seu amor. Amor é espírito e espírito é sabedoria. Nosso espírito nos guia através da nossa intuição para fazermos a coisa certa. Não é importante o que você sabe aqui (na cabeça), mas o que você sabe aqui no coração. O importante é que você tenha um canal aberto com a sua intuição, para que a intuição o leve às coisas certas. Quando você usa a intuição, você tem confiança em si mesmo. Ops, pouca gente tem! Quando você tem confiança no seu poder, no seu coração e na sua ligação com o espírito, você tem a resposta para tudo e automaticamente conecta e expressa a sua verdade. Essa conexão com o coração, com o espírito, faz com que toda a prosperidade venha ao seu encontro, porque você está sendo criador da sua vida. Se você é o criador, você não vive na pobreza.

O PONTO - O que você recomendaria para quem está interessado em buscar esse saber?

ROBERT - As pessoas precisam entender um pouquinho das leis do universo. Por exemplo, a lei do carma. O que você atrai para sua vida é conseqüência da sua criação. Quando você encontra uma pessoa que é má para você, não brigue mais. Pense: “O que eu preciso mudar na minha consciência para não atrair mais essa experiência?”. Quando a gente pensa desse jeito, a gente começa a mudar para uma consciência mais tolerante e amorosa.

O PONTO - No nosso dia-a-dia vivemos situações que revelam nossa maneira “ultrapassada” de ser e lidar com a realidade e que são oportunidades de mudança, portanto, merecedoras de nossa atenção. Qual o papel da intensificação dos nossos problemas e dos conflitos no mundo no despertar da nossa consciência e no encontro com o nosso poder interior?

ROBERT - A intensificação está acontecendo porque não fizemos nada no passado para melhorar. Quando você olha o mundo e todo esse caos, isso é o reflexo do nosso desinteresse no passado da nossa vida, é o espelho da falta do amor. Esse espelho fica mais forte para estimular as pessoas a mudar. É um empurrão para a humanidade. Tudo que está acontecendo para você é o seu passado. O que é bom no passado é bom agora, o que é ruim no passado é ruim agora. Você deve mudar, e essas experiências são uma nova chance para isso. Todo encontro é um encontro com você. Quando você encontra alguma coisa que você não gosta, esse é o momento de se perguntar por que você não gosta. O que você vê de dificuldade em outras pessoas é o espelho das suas inabilidades, da falta do conhecimento de si mesmo. Quando você entende isso, você responde de um forma diferente. Isso requer atenção e treino. Precisamos estimular as pessoas a reconhecer o que é verdadeiro e o que não é. Precisamos viver com mais responsabilidade e honestidade, para com o próximo e para com nós mesmo. Precisamos descobrir que somos divinos.

O PONTO - É possível que, ao lerem seu livro ou ao ouvirem você nos seus seminários, as pessoas se sintam animadas diante da possibilidade de descobrir uma forma mais feliz de viver. Mas é possível, também, que se sintam angustiadas diante da dificuldade de colocar em prática essa nova forma de viver.

ROBERT - O único obstáculo que impede que as pessoas consigam isso é o medo. Quando você é criança, você escuta a mesma coisa. Você tem que fazer o que os outros dizem, mas você quer fazer outra coisa, então é punido. Então, adquire todos os medos, medo da morte, da solidão, do futuro e não sabe mais como criar, ficando totalmente controlado por dogmas e pensamentos que não são verdadeiros. Quando você tem medo, você nunca expressa o seu verdadeiro ser, você expressa o seu medo. Você deve se perguntar quais são seus medos. Depois, um por um, você deve ir eliminando.

O PONTO - Você fala que estamos num mundo tridimensional no qual nossa missão é recordar quem realmente somos e expressar nossa sabedoria, através da compreensão e aceitação das polaridades, do conhecimento sobre nós mesmos, e da conquista da liberdade diante das possibilidades. Para que outros mundos nos levará esse conhecimento?

ROBERT - Nós estamos no mundo que nós merecemos. Nossa consciência nos leva para níveis onde nos sentimos confortáveis. Pessoas amorosas, com habilidade para reconhecer as outras pessoas como parte da sua família, são diferentes de pessoas que olham as outras pessoas para usar e ganhar mais dinheiro. Nosso mundo vai se dividir em dois, ficando uma parte na terceira dimensão e outra, espiritual, vai para níveis mais elevados de amor e luz.

O PONTO - “Os eventos do mundo externo são reflexo do mundo interno.” Como podemos mudar o mundo à nossa volta?

ROBERT - A única coisa que você pode mudar é a si mesmo. Quando você tem outra atitude, outro jeito, você é um exemplo para as outras pessoas. Então, você muda o mundo através da sua atitude.

O PONTO - Fala-se que o Brasil é o “celeiro do mundo” e que também é a “Pátria do Evangelho”. Como o senhor vê o Brasil?

ROBERT - O Brasil é a última esperança. Aqui, a maioria das pessoas tem muita conexão com os sentimentos. As pessoas são muito mais conectadas com o lado espiritual. Além disso, temos muito cristal no Brasil, que atrai luz. No futuro, muita gente vem para cá, porque teremos abundância em comida e abundância em amor.

O PONTO - O que não pode deixar de ser dito para um grande empresário?

ROBERT - Sirva às pessoas. Nós precisamos fazer negócios para servir às pessoas e ajudá-las a viver bem.

O PONTO - Para um operário que volta para casa depois de um dia de trabalho?

ROBERT - Acredite em si mesmo. A pobreza está dentro da consciência. Quando ele encontrar a riqueza interior, ele deixará de ser pobre. É preciso aprender que todo trabalho é um servir. Quando todos entenderem isso, não teremos mais problemas.

O PONTO - Para um governante?

ROBERT - Se ele é um governante é porque tem habilidades para liderar, portanto ele deve liderar as pessoas para chegarem à paz, com elas mesmas e com os outros. Deve usar de criatividade e trabalhar não para ganhar, mas porque adora trabalhar.

O PONTO - E para os jovens?

ROBERT - Os jovens precisam entender que são criadores e que chegam aqui para criar um mundo melhor. Se eles fazem a mesma coisa que fizeram no passado, eles não vão melhorar nada. Devem observar com novos olhos e perguntar: “Eu quero fazer isso?” Devem fazer suas escolhas e sentir mais confiança em si mesmos, expressando o que eles pensam para melhorar.

O PONTO - Como devemos olhar as crianças?

ROBERT - Todas são seres de luz muito avançados e que vieram aqui para nos ensinar.

Redação O Ponto


Mais:

http://bonsfluidos.abril.com.br/aberto/chat/0602/a.shtml

http://video.google.com/videoplay?docid=1762327500733359104

http://www.roberthappe.net/



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Terça-feira, 4 de Novembro de 2008

DESMATAMENTO ATRAI A SAÚVA

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"A Saúva: A Grande Injustiçada" (Murilo Soares)


Assim como o câncer é visto pela medicina de visão parcial como sendo um grande mal para a humanidade, a saúva é vista pela agronomia moderna como uma calamidade nacional. É considerada o inseto que mais danos causa à agricultura: "Ou o Brasil acaba com a saúva, ou a saúva acaba com o Brasil."

A natureza não faz nada à-toa. Qual será sua função nessa orquestra? Em 1560, o Padre Anchieta já advertia os exportadores do pau-brasil de que a saúva estava aumentando em número. De lá para cá, quem pres­tou atenção já percebeu que quanto menos árvores e umidade uma região apresentar, mais saúvas ela terá.

Onde há um sauveiro, normalmente num pasto, havia originariamente uma floresta. Se o homem não interferir, o pasto transformar-se-á em floresta novamente.

As várias panelas subterrâneas que as saúvas constroem acabam transformando o solo numa verdadeira esponja. Sabe-se que onde há
formigueiros não há erosão. A terra do sauveiro é mais fértil.

A Natureza lança mão do mato duro, agressivo e espinhoso, e das
saúvas para evitar que o homem a deprede mais ainda. Quando esses recur­sos falham, inevitavelmente essa região será um deserto. O Nordeste é um exemplo disso.

Os horticultores sabem que se mantiverem um solo úmido e fértil as saúvas desaparecerão.



Como se Forma um Sauveiro


Nas primeiras chuvas de primavera, as içás (princesas) serão fecun­dadas em pleno vôo, com a missão de instalar novos sauveiros. Cerca de 3.000 princesas por sauveiro se espalharão pelas redondezas. Muitas serão devoradas pelos pássaros (por isso a importância de tê-los na propriedade). O prof. Brito recomenda que se soltem galinhas, na época da revoada, calculando que apenas 5 galinhas policiarão até 1 hectare de área.

Nesse ponto, uma pessoa inteligente já poderia contestar. Será que um pro­cesso tão fantástico, tão fabuloso, que é a evolução orgânica, processo este que já dura 3,5 bilhões de anos nesse planeta e que produziu essa maravilhosa sinfonia de seres vivos com 2 milhões de espécies, será que esse processo vai produzir uma coisa que não pode e não deve existir? Eu acho que uma pessoa inteligente, diante desse tipo de raciocínio, deveria até ficar chocada. Para mim isso é um sacrilégio, é blas­fêmia. Não podem existir nesse planeta espécies erradas que não têm justificação. Mas o paradigma convencional enxerga a praga como um simples inimigo a ser com­batido e, se possível, erradicado." (Lutzemberger)

As içás que conseguem escapar localizam um lugar livre de vegetação,onde perdem as asas e começam a construir seu castelo. Trazem consigouma porção de fungo (1 ml) para iniciar sua futura "horta" subterrânea.Se o solo for vivo, pode acontecer que seu precioso inóculo sejacontaminado, impedindo a formação do sauveiro. Podem ocorrer inúmeros outros impecilhos que atrapalhem a instalação, tais como sapos, lagartos, besouros, aranhas e até outras formigas. De 6.000 içás, apenas 3 formarão sauveiros adultos.


Estágios do Sauveiro

1) A tanajura ou içá cai num terreno sem vegetação;

2) Ela escava um pequeno canal de até 15 em de profundidade;

3) após fechara entrada desse canal, regurgita a "semente" do fungo, que é cuidadosamente alimentada por gotículas fecais;

4) no 49 dia, já se notam filamentos do fungo, sobre o qual ela deposita dois tipos de ovos. De um tipo nascerão os filhotes e do outro, estes se alimentarão;

5) quando os filhotes crescem, começam a trabalhar, reabrindo o canal, e já trazem folhas para alimentar o fungo;

6) agora, a rainha só põe ovos, que originarão mais filhotes. Toda a família passa a alimentar-se somente do fungo;

7) 87 dias após a penetração da içá no solo, o primeiro olheiro é aberto;

8) 14 meses após a abertura do primeiro olheiro, nasce o segundo olheiro;

9) em 3 anos, o sauveiro torna-se adulto e já libera 3.000 princesas e 14.000 príncipes (inofensivos, pois morrem após o casamento aéreo);


10) revoada para localizar solos expostos, duros e sem árvores.
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Fonte: MANUAL DE AGRICULTURA NATURAL, de Hiroshi Seo

O livro está esgotado, mas pode ser encontrado em sebos.

2 sites do autor:

http://www.franciscando.com.br/home.html
http://www.clareando.com.br/proposta.html

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Segunda-feira, 3 de Novembro de 2008

PRÁTICA DA ATENÇÃO PLENA

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Tradição do Ven. Thich Nhat Hanh

A Atenção Plena Correta (parte 1)

A Atenção Plena Correta está sempre no âmago de todos os ensinamentos de Buda. Tradicionalmente, a Atenção Plena Correta é a sétima etapa do Caminho Óctuplo, mas aqui ela está colocada em terceiro lugar, para enfatizar sua grande importância. Quando a Atenção Plena Correta está presente, as Quatro Nobres Verdades e os outros sete componentes do Caminho Óctuplo também se fazem presentes. Quando estamos conscientes, nosso pensar é o Pensamento Correto e o falar, a Fala Correta, e assim por diante. A Atenção Plena Correta é a energia que nos traz de volta para o momento presente. Cultivar a atenção plena significa cultivar o Buda interior, cultivar o Espírito Santo.

De acordo com a psicologia budista (abhidharma, "O Darma superior"), a atenção tem a característica de universalidade, o que significa que estamos sempre dando atenção a algo. Nossa atenção pode ser "adequada", ou seja, estamos inteiramente no momento presente ou pode ser "inadequada", o que ocorre quando estamos atentos a algo que nos afasta do aqui e agora. Um bom jardineiro sabe como obter lindas flores usando esterco. A Atenção Plena Correta tudo aceita, sem julgar nem reagir. É inclusiva e amorosa. Sua prática consiste em buscar formas para conseguir manter a atenção adequada durante todo o dia.

A palavra sânscrita que designa atenção plena, smriti, significa "lembrar-se". A atenção plena consiste em lembrar-se constantemente de voltar ao momento presente. O ideograma chinês para a atenção plena tem duas partes: a parte superior significa "agora" e a parte inferior "mente" ou "coração." O Primeiro Milagre da Atenção Plena é estar presente e ser capaz de entrar em contato profundo com o céu azul, a flor ou o sorriso de nosso filho.

O Segundo Milagre da Atenção Plena é fazer com que o outro - o céu, a flor ou nosso filho - também esteja presente. No poema épico vietnamita Conto de Kieu, a heroína volta ao apartamento de seu amado, Kim Trong, e o encontra dormindo em sua escrivaninha, com a cabeça sobre uma pilha de livros. Kirn Trong ouve os passos de Kieu mas, semi-adormecido, pergunta: "Você está realmente aqui, ou estou sonhando?" Kieu responde: "Agora temos a oportunidade de ver-nos com clareza. Mas se não vivermos este momento profundamente, ele não terá passado de um sonho." Você e seu amado estão aqui juntos. Têm a oportunidade de se olharem profundamente. Mas se não estiverem completamente presentes, tudo não passará de um sonho.

O Terceiro Milagre da Atenção Plena é nutrir o objeto de sua atenção. Quando foi a última vez que olhou nos olhos de sua amada e perguntou: "Quem é você, minha querida?" Não se satisfaça com uma resposta superficial. Pergunte novamente: "Quem é você, que assumiu o meu sofrimento como seu, minha felicidade como sua, minha vida e morte como suas? Meu amor, por que razão você não é uma gota de orvalho, uma borboleta ou um pássaro?" Pergunte com todo o seu ser. Se não prestar a devida atenção à pessoa que ama, estará cometendo uma espécie de assassinato. Quando estiverem juntos fazendo alguma coisa, e se perderem em seus próprios pensamentos, cada um presumindo que sabe tudo sobre o outro, na verdade um estará morrendo lentamente. Mas com atenção plena será capaz de fazer renascer uma flor que ia murchar. "Eu sei que você está aqui, ao meu lado, e isso me faz feliz." Através da atenção, você será capaz de descobrir fatos novos e maravilhosos da amada, suas alegrias, seus talentos ocultos, suas aspirações mais profundas. Se você não praticar a atenção apropriada, como pode dizer que a ama?

O Quarto Milagre da Atenção Plena é aliviar o sofrimento de outra pessoa. "Eu sei que você sofre, e é por isso que estou aqui." Pode dizer isso com palavras ou simplesmente pela forma como olha para a pessoa. Se não estiver realmente presente, ou se ficar pensando em outras coisas, o milagre do alívio do sofrimento não se realizará. Em momentos difíceis, se tiver um amigo realmente presente ao seu lado, saberá que é um privilegiado. Amar significa nutrir o outro com atenção. Quando se pratica a Atenção Plena Correta, nós e o outro estamos presentes aqui e agora. "Querida, eu sei que você está aqui. Sua presença é preciosa para mim." Se você não demonstra isto quando estão juntos, no dia em que ela morrer ou sofrer um acidente, você chorará e lamentará o fato de antes do acidente não ter sabido se realmente foi feliz com ela.

Quando alguém está próximo da morte, se nos sentarmos ao seu lado com uma atitude estável e sólida, já será uma enorme ajuda para que esta pessoa possa abandonar esta vida com certa facilidade. Nossa presença será como um mantra, a fala sagrada que tem efeito transformador. Quando seu corpo, sua fala e sua mente estão em perfeita unicidade, o mantra fará efeito antes mesmo que se pronuncie uma única palavra. Os primeiros quatro milagres da atenção plena pertencem ao primeiro aspecto da meditação, shamatha - parar, acalmar-se, descansar e curar-se. Depois que você conseguir se acalmar e parar de se dispersar, sua mente ficará autofocalizada e você estará pronto para a contemplação profunda.

O Quinto Milagre da Atenção Plena é a contemplação profunda (vipashyana), que também é o segundo aspecto da meditação. Relaxado e concentrado, você está realmente preparado para olhar em profundidade. Você irradia a luz da atenção plena sobre o objeto que observa, e ao mesmo tempo irradia a luz da atenção plena para si mesmo. Observa o objeto de sua atenção e ao mesmo tempo enxerga o conteúdo da própria consciência armazenadora que está repleta de jóias preciosas.

O Sexto Milagre da Atenção Plena é a compreensão. Quando entendemos algo, nós dizemos: "Ah, sim, estou vendo." Vemos alguma coisa que não víamos antes. Ver e compreender são processos que surgem dentro de nós. Ao usar a atenção, entramos em contato com o momento presente, profundamente, e podemos ver e ouvir com clareza. Isso gera frutos, que são a compreensão, a aceitação, o amor e o desejo de aliviar a dor e trazer alegria. Quando você entende alguém, não consegue deixar de amar esta pessoa. A compreensão é o verdadeiro alicerce do amor.

O Sétimo Milagre da Atenção Plena é a transformação. Quando praticamos a Atenção Plena Correta, entramos em contato com os elementos curadores e renovadores da vida, e começamos a transformar a nossa dor e o sofrimento do mundo. Passamos a desejar vencer um hábito, como, por exemplo, o hábito de fumar, em prol da saúde de nosso corpo e nossa mente. Quando começamos a praticar, a força de nossos hábitos é mais forte do que a atenção plena, por isso não esperamos conseguir parar de fumar de um momento para outro. Mas na verdade só precisamos ter consciência de estar fumando no momento em que fumamos. Ao prosseguir na prática, olhando profundamente e observando os efeitos que o fumo tem sobre a mente, o corpo, a família e a comunidade, adquirimos a determinação de parar. Não é fácil, mas a prática da atenção plena nos ajuda a ver com clareza tanto o desejo como seus efeitos, e finalmente encontramos uma forma de parar. Nesse processo, a Sangha é importante. Um homem que visitou Plum Village vinha tentando parar de fumar há vários anos, mas não conseguia. Em Plum Village ele conseguiu parar logo no primeiro dia, porque a energia do grupo é muito forte. "Ninguém está fumando aqui, por que eu iria fumar?" Podemos levar anos para transformar a força de um hábito, mas quando conseguimos, detemos a roda do samsara, o ciclo vicioso do sofrimento e confusão que vem se prolongando há tantas vidas.

Praticar os Sete Milagres da Atenção Plena nos ajuda a levar uma vida mais feliz e saudável, transformando o sofrimento e conquistando paz, alegria e liberdade.

No Discurso Os Quatro Estabelecimentos da Atenção Plena, o Buda propõe quatro objetos para a prática da atenção plena: o corpo, as sensações, a mente e os objetos da mente. Monges e monjas de muitos países budistas decoram este discurso, e esse texto também é lido para eles quando estão próximos da morte. Ler o Discurso Os Quatro Estabelecimentos da Atenção Plena pelo menos uma vez por semana pode ser muito útil, juntamente com o Discourse on the Full Awareness of Breathing e o Discourse on Knowing the Better Way to Live Alone. Talvez você queira manter estes três livros em sua cabeceira, e levá-los com você quando viajar.

Os Quatro Estabelecimentos da Atenção Plena são o alicerce de nossa casa. Sem eles, a casa fica abandonada. Não há ninguém para varrer, limpar ou arrumar. Nosso corpo fica maltratado, os sentimentos repletos de sofrimento e a mente uma pilha de aflições. Quando estamos realmente em casa, nosso corpo, mente e sensações são um local de refúgio para nós e para os outros.

O primeiro estabelecimento é "a atenção plena do corpo no corpo". Muitas pessoas detestam seus corpos. Acham que o corpo é um obstáculo, e querem maltratá-lo. Quando a irmã Jina, uma monja de Plum Village, ensina ioga, ela sempre começa dizendo: "Vamos tomar consciência de nossos corpos. Inspirando, eu tenho consciência de estar em meu corpo. Expirando, eu sorrio para meu corpo." Praticando desta forma, nós renovamos o conhecimento do corpo e fazemos as pazes com ele. No Kayagatasati Sutta, o Buda oferece vários métodos para nos ajudar a ter consciência do que acontece no corpo. Passamos a observar de forma não dualista, estando presentes no corpo durante a observação. Começamos prestando atenção a todas as posições e movimentos do corpo. Quando nos sentamos, percebemos que estamos sentados. Quando ficamos de pé, quando caminhamos ou quando nos deitamos, sabemos que estamos de pé, caminhando ou deitados. Quando praticamos desta forma, a atenção plena está presente. Esta prática é chamada "simples reconhecimento".

A segunda forma que o Buda nos ensinou para praticar a atenção plena ao corpo no corpo é reconhecer todas as partes de nosso corpo, do alto da cabeça até as solas dos pés. Se temos cabelo louro, reconhecemos este fato e sorrimos para isto. Se o cabelo é grisalho, também reconhecemos este fato e sorrimos. Observamos se nossa testa está relaxada ou se tem sulcos. Com atenção, passamos pelo nariz, boca, braços, coração, pulmões, sangue, e assim por diante. O Buda comparou a prática de reconhecer as trinta e duas partes do corpo a um fazendeiro que vai até o celeiro, pega um saco de cereais, coloca-o no chão e esparrama seu conteúdo, passando a separar o que é arroz, o que é feijão, o que é gergelim, e assim por diante. Desta forma, reconhecemos os olhos como sendo os nossos olhos, e os pulmões como os nossos pulmões. Podemos fazer isso durante a meditação sentada ou mesmo deitados. Podemos varrer o corpo com a atenção plena durante meia hora, observando cada parte e sorrindo para ela. O amor e o cuidado contidos nesta meditação têm enorme poder de cura.

O terceiro método sugerido pelo Buda para a prática da atenção plena ao corpo no corpo é observar os elementos dos quais o corpo é composto: terra, água, fogo e ar. "Ao inspirar, vejo o elemento terra em mim. Ao expirar, sorrio para o elemento terra em mim." O elemento terra consiste em tudo o que é sólido. Quando vemos o elemento terra dentro e fora de nós, percebemos que realmente não existem divisões entre nós e o resto do universo. A seguir, reconhecemos o elemento água dentro e fora de nós. "Inspirando, tomo consciência do elemento água em meu corpo." Meditamos sobre o fato de que nosso corpo é composto de mais de setenta por cento de água. Depois disso, reconhecemos o elemento fogo, que representa o calor, dentro e fora de nós. Para que a vida seja possível, tem que haver calor. Praticando isto, percebemos novamente que os elementos dentro e fora do corpo pertencem à mesma realidade, e que não estamos realmente confinados pelo corpo. Estamos em toda a parte.

O quarto elemento do corpo é o ar. A melhor forma de experimentar o elemento ar é praticar a respiração consciente. "Inspirando, eu sei que estou inspirando. Expirando, eu sei que estou expirando." Depois de dizer isso, podemos resumir dizendo simplesmente "Inspirando" e "Expirando". Não tentamos controlar a respiração. Quer a inspiração seja longa ou curta, rasa ou profunda, nós apenas respiramos naturalmente e irradiamos a luz da atenção plena sobre ela. Ao
fazer isto, percebemos que, de fato, nossa respiração se torna naturalmente mais lenta e mais profunda. "Ao inspirar, minha inspiração torna-se profunda. Ao expirar, minha expiração torna-se lenta."

Agora podemos praticar o "Profundo/Lento". Não precisamos mais fazer nenhum esforço. A respiração se torna mais lenta e mais profunda por si mesma, e nós apenas reconhecemos o fato.
Mais tarde, você perceberá que se tornou mais calmo e que está mais descansado. "Inspirando, sinto-me calmo. Expirando, sinto-me descansado. Não estou mais lutando. Calmo e descansado." Então: "Ao inspirar, eu sorrio. Ao expirar, eu solto todas as minhas preocupações e ansiedades. Sorrir/soltar." Conseguimos sorrir para nós mesmos e soltar as preocupações. Existem mais de trezentos músculos no rosto, e quando sabemos como respirar e sorrir, estes músculos podem relaxar. Essa é a "ioga da boca". Ao sorrir, soltamos todas as nossas sensações e emoções. A última prática é: "Inspirando, estou no momento presente. Expirando, sei que este momento é maravilhoso. Momento presente/momento maravilhoso." Nada é mais precioso do que estar no momento presente, totalmente vivo e perfeitamente consciente.

Inspiro, expiro
Profunda, lenta
Calma, à vontade
Sorriso, alívio
Momento presente, momento maravilhoso.

Se você usar este poema durante a meditação sentada ou caminhando, ele se revelará muito nutritivo e curador. Pratique cada linha pelo tempo que desejar.

Outra prática que ajuda a ter consciência da respiração é contar. Ao inspirar, conte "um" e ao expirar conte "um" de novo. A seguir, "Dois/dois", "Três/três", até chegar a dez. Depois disso, inverta o sentido, contando "Dez/ dez", "Nove/nove", e assim por diante, até voltar ao um. Se não se perder no caminho, saberá que tem boa concentração. Se por acaso se perder, volte ao "um" e recomece. Relaxe, é apenas um jogo. Quando conseguir contar até o fim, pode abandonar os números, e apenas dizer "inspirar" e "expirar". A respiração consciente é um grande prazer. Quando descobri o Discourse on the Full Awareness of Breathing, achei que eu era a pessoa mais feliz do mundo. Estes exercícios nos foram transmitidos por uma comunidade que os vem praticando há mais de 2.600 anos.

(Do livro “A Essência dos ensinamentos de Buda” – Thich Nhat Hanh)

Sangha Virtual
Estudos Budistas
Tradição do Ven. Thich Nhat Hanh


http://www.viverconsciente.com/textos/atencao_plena_correta.htm"
http://sangavirtual.blogspot.com



publicado por conspiratio às 20:28
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