Domingo, 31 de Agosto de 2008

VIVENDO DE LUZ NOS ANOS 50: DRA. BARBARA MOORE




Dra. Barbara Moore, M.D.
cortesia do
Dr. Juergen Buche , N.D., MI, N.H.C., Phy.D.

A fascinante história da doutora Barbara Moore, M.D. de Londres, uma prânica moderna (Breatharian), é um bom exemplo de uma pessoa que teve a convicção de que viver de ar era um fato e não uma suposta ficção.

Sem mais, aqui está sua história, como é contada por Viktoras Kulvinskas’ no livro escrito em 1975 "
Survival into the 21st Century".


"A heroica figura é Barbara Moore, M.D. de Londres. Uma notícia publicada no London Sunday Chronicle datada de 17 Junho de 1951. lê-se:

Uma mulher de 50 anos que mas parece ter somente 30, declarou ontem que ela detesta comida, ao atingir a idade de 50 anos, ela espera viver pelo menos 150 anos. Ela garante que isso será possível por que ela abdicou completamente da comida. Vinte anos atrás ela comia as suas normais 3 refeiçoes diárias. Vagarosamente, durante 12 anos ela começou a diminuir cada vez mais a alimentação até que ela chegou a apenas uma pequena refeição por dia, depois um ocasional copo de suco. Ha cinco anos atrás ela se restrigiu do suco e atualmente ela vive apenas de água com algumas gotas de limão. Ela diz, ‘Existe muito mais na luz do sol e no ar do que pode ser visto a olho nú ou com os instrumentos dos cientistas. O segredo está em encontrar o caminho de absorver esse extra, essa radiação cósmica transformando-a em alimento’.

Todos os anos ela vai para Suiçaem busca de um ar melhor e escala as montanhas sem alimentação, levando apelas um pouco de água. ‘Você vê’, ela explica, ‘as células de meu corpo e meu organismo já mudaram consideravelmente de composição. Estou liberta da sensação da fome e da dependência alimentar.’

Continua ela:
‘Inverno ou verão, mesmo na Suiça, eu visto apenas uma calça joking e uma camida. Nos dias frio as pessoas ficam admiradas comigo. O que mais os impressiona é que minha temperatura continua quente. Sou mais forte que os homens e necessito de apenas 3 horas de repouso para um relaxamento mental. Como meu corpo está livre das toxinas, eu nunca fico doente.Eu tive que avançar aos poucos, primeiro sendo vegetariana, então frutas e então apenas o líquido. Agora estou trabalhando para ser apenas o alimento Cosmico (Air). Já passei pelo estágio da comida até nao poder mais me alimentar por ter mudado completamente meu sistema alimentar.Meu organismo agora é tão pequeno que não consegue mais sustentar nenhuma fibra. Ao invés de ficar pensando que minha vida pode acabar em 10 anos, desenvolvo o rejuvenecimento. Qualquer um pode realizar isso se quiser. A tragédia é que a comida é o maior prazer da vida. Parar de comer é experimentar um desconforto somente enquanto seu corpo se ajusta para um novo rumo, que é o curso. Eu agora já acho o cheiro da comida nauseante.’"

Viktoras Kulviskas não continuou escrevendo "...21st Century" parece que não era constante na escrita, eu pude corrigir alguns textos como voce pode ler abaixo.

Kulvinskas escreveu...

"Em 1961, Dr. Morris Krok de Durban, Africa do Sul, publicou "A cura das doenças," onde ele reproduz uma palestra da Dra. Moore, que foi escrito em: "Vida Natural, Ganeshganar, Padukottai, S. Ry, India. Nov. 1960".

Essa é uma parte:

‘Após experimentar em mi mesma, Eu descobri que a verdadeira energia que aquece de energia o nosso corpo, não vem da comida. Isso é fato, paradoxal, é a verdade, que eu passei 3 meses nas montanhas da Suiça e Italia comendo nada, exceto neve , bebendo apenas água da neve. ‘Eu subi as montanhas todos os dias, estava jejuando mas não pense que apenas estava lendo meus livros e subindo ao céu.. Não, eu corria do meu hotel para as montanhas por 15 milhas, escalando mais de 4 metros, então descia e voltava outras 15 milhas andando de volta para o hotel. ‘Durante meu jejum,escalei as montanhas diariamente; e eu não pude contar o número de vezes que peguei um mal tempo. Isso está provado para mim. Anos após anos eu tenho feito a mesma coisa para ver até onde é verdade ou não. Pode ser que funcionasse por um ano, mas depois poderia não funcionar mais trabalhando no mesmo corpo. Então, eu fiz ano após ano descobrindo que nenhuma energia que abastace o corpo vem da comida física. 'Quando eu descobri isso, eu dei um passo além; eu queria ver até quando poderia viver sem comida nenhuma; não somente por dois ou três meses, mas por períodos mais longos.Eu descobri que isso também era possível, mas não num nível ordinário de vida. Posso fazer facilmente nas montanhas, mais é mais difícil quando abaixamos para o nível do mar. J.B.]. Descobri que o ar é de fato diferente.Espero com o tempo poder viver integralmente do ar... Sou uma pessoa muito ocupada e tenho pouco tempo para dormir, por isso não durmo. Nunca estou cansada ou com fome."


Depois de ler sua história, você estará pensando o que aconteceu com esse ser. Eu também fiquei, até receber uma nota de um leitor...

"Prezado Dr. Buche,



De acordo com meu pai (que leu num jornal ha muito tempo atrás), a Dra. Barbara Moore morreu (foi atropelada por um carro) quando andava de costa-a-costa os Estados Unidos."






Famosa caminhadora de longa distânciar Dra. Barbara Moore foto tirada em Penrith, a meio caminho de John O'Groats onde terminaria a maratona em 1960. Ela completou essa caminhada em 07/06/1960. 3,207 milehas de LA cruzando por Nova York em 86 dias.
__._,_.___
http://www.vivendodaluz.com/PT/amboflight/barbara_moore.html


Dr. Barbara Moore-Pataleewa

(1901 - 196?)

Barbara Moore The fascinating story of Barbara Moore, M.D. of London, a modern-day Breatharian, is a prime example of a person who had the conviction that Breatharianism is a fact and not fiction.


At any rate, here is her story, as quoted from Viktoras Kulvinskas’ hard-to-find 1975 book "Survival into the 21st Century".

"A heroic figure is Barbara Moore, M.D. of London. A news release by the London Sunday Chronicle dated 17 June 1951 reads:


A woman of 50, who looks like she was only 30, claimed yesterday that she hates food, has beaten old age, and expects to live at least 150 years. She has set out to do it by giving up food. Twenty years ago she ate three normal meals a day. Slowly for 12 years she reduced her eating until she was keeping fit on one meal a day of grass, chickweed, clover, dandelion and an occasional glass of fruit juice. Five years ago she switched entirely to juices and raw tomatoes, oranges, grasses and herbs. Now she drinks nothing but a glass of water flavored with a few drops of lemon juice. She says, ‘There is much more in sunlight and air than can be seen by the naked eye or with scientific instruments. The secret is to find the way to absorb that extra - that cosmic radiation - and turn it into food’.


Each year she goes to Switzerland for the better air and climbs mountains on a diet of water from the streams. ‘You see’, she explains, ‘my body cells and blood have changed considerably in composition. I’m impervious to heat or hunger or fatigue.’



She continued:

‘Winter or Summer, even in Switzerland, I wear only a short sleeved jumper and skirt. In cold weather people stare at me. While they shiver in furs, I am warm. I’m as strong as a man and need only 3 hours sleep for mental relaxation. As my body is free of toxins, I’m never ill. I had to advance slowly from vegetarianism to uncooked fruit and then to liquid. Now I’m working towards Cosmic Food (Air). I’ve passed the eating stage and could not eat if I desired as my alimentary canal has changed considerably. It is no longer a filthy tube and is unable to handle any fiber. Instead of thinking my life will end in ten years, I’m growing younger. Anyone can do the same if they try. The tragedy is that eating is one of the great pleasures of life. To stop eating is to experience discomfort only when the body is adjusting itself to the new course which was the original course. I now find even the odor of food nauseating.’"


Viktoras Kulviskas continues writing in "...21st Century" but there appear a few inconsistencies which I have been able to correct by writing to the author as you can see a little further down this page.

Kulvinskas writes...
"In 1961, Dr. Morris Krok of Durban South Africa, published "Conquest of Disease," where he reproduced a part of a speech by Dr. Moore, which was written up in: "Life Natural, Ganeshganar, Padukottai, S. Ry, India. Nov. 1960".


This is an extract:
‘By experimenting on myself, I’ve found that neither energy nor body heat come[s] from food. It’s a fact, paradoxical, yet true, that I spent three months in the mountains of Switzerland and Italy eating nothing but snow and drinking only snow water. ‘I was climbing mountains daily, not just fasting and sitting down and reading a book or gazing at the sky. No, I was hiking daily from my hotel to the mountains, often 15 miles, climbing up to seven or eight thousand feet, then coming down and walking another 15 to 20 miles to my hotel. ‘During my fasting, I climbed mountains daily; and if I could not on account of bad weather, I’d walk 30 to 40 miles. That proved it to me. Year after year I’ve done the same thing to find out whether it is true or not. For one year it may work and the next it may not work with the same body. So, I’ve done it year after year and find that neither energy nor heat of the body comes from physical food. 'When I discovered this, I went a step further; I wanted to see whether I could live without food at all; not for two or three months, but for a longer period. I found this also possible, but not quite on an ordinary level, as it were. I can do that in the mountains, but it is more difficult when I come down to an ordinary level [sea level? J.B.]. I find the air is different. I hope in time to live entirely on air... I’m a very busy person and have little time to sleep. I’m never tired or hungry."
Barbara Moore died (was hit by a car) while walking coast-to-coast in the USA.

http://www.fruitnut.net/index2.htm?PAG=25BreathMoore,REF=

List of Breatharians
http://www.fruitnut.net/index2.htm?PAG=25BreathMoore,REF=

People are listed alphabetically by first name. Some are still alive, some long past.. Just click on a name to find more details.

Balayogini Sarasvati
Caribala Dassi
Dr. Barbara Moore
Danalak Shumi
Ellen Greves (Jasmuheen)
Evelyn Levy
Giri Bala
Hira Ratan Manek
Joachim Werdin
Judah Mehler
Juergen Buche
Marie Frutner
Steve Torrence
Teresa Avila
Theresa Neumann
Wiley Brookes
Yang Mel


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Sexta-feira, 29 de Agosto de 2008

CÉREBRO: AS SETE DICAS DE ANDRÉ VERMEULEN

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7 MÁXIMAS DO CÉREBRO, SEGUNDO ANDRÉ VERMEULEN

*Publicado por Cosete Ramos

André Vermeulen, CEO da Neuro-Link, em sua palestra na ASTD (American Society for Training and Developmente), em Orlando (EUA), em junho, discutiu esquemas para aplicar as 7 máximas do cérebro, a fim de trabalhar de forma mais inteligente e aumentar o desempenho mental.O cérebro tem poderes ilimitados, porém não desempenhará tão bem quanto o esperado se não soubermos como prepará-lo e ativá-lo. A fim de aumentar o desempenho do cérebro, a pessoa tem de alinhar o seu estilo de vida com sete princípios básicos.


1. O PRINCÍPIO DA UTILIZAÇÃO DO CÉREBRO INTEIRO
A melhoria do desempenho começa quando as pessoas são estimuladas a utilizar os dois hemisférios simultaneamente. Como? Desenvolver atividades do tipo nadar, dançar, fazer ginástica, ouvir ou tocar música, jogar xadrez, fazer arte.


2. O PRINCÍPIO DA ÁGUA
A água é o “solvente mágico” para as partículas carregadas que conduzem o impulso da informação através dos axônios. Como? Beber oito copos de água por dia. Quando em estresse, dobre para dezesseis.


3. O PRINCÍPIO DO OXIGÊNIO
Nosso cérebro funciona na base do oxigênio. Os movimentos enriquecem o cérebro de oxigênio. Como? Realizar exercícios de respiração antes e durante e trabalho e, principalmente, em eventos de aprendizagem. Cercar-se de plantas em casa e no trabalho.


4. O PRINCÍPIO DA ALIMENTAÇÃO
Além de oxigênio, nosso cérebro funciona na base da glicose. Ele retira a energia que precisa da comida que você come e do oxigênio que respira. Num adulto, o cérebro usa cerca de 20% da energia total. Para ter energia, o cérebro precisa de muita glicose. Por isso, frutas e vegetais são fundamentais na sua alimentação. Como? Incluir uma variedade de alimentos em sua dieta. Fazer um bom café da manhã. Comer, no almoço, um lanche leve, com salada. Permanecer no peso ideal. Evitar comidas processadas.


5. O PRINCÍPIO DO MOVIMENTO
Quanto mais nos movimentamos, mais conexões são criadas dentro do cérebro. “Movimento é a porta para a aprendizagem” (Dennison). Uma completa elaboração da informação inicia quando começarmos a nos mexer. Como? Fazer exercícios pelo menos 30 minutos por dia. No trabalho, realizar movimentos de alongamento, cruzamentos laterais, mexer com os pés (enquanto pensa e aprende); outras atividades que o tirem da cadeira.


6. O PRINCÍPIO DO PENSAMENTO POSITIVO
Quando as pessoas pensam pensamentos negativos, elas segregam inibidores químicos que bloqueiam ou limitam o fluxo de impulsos eletro-químicos. Por outro lado, ao pensar pensamentos positivos, segregam neurotransmissores que facilitam o pensamento, a aprendizagem e a criatividade. Como? Mudar sua autoconversa com o cérebro (estado mental positivo). Fazer uma auto-avaliação honesta. Tomar uma decisão de mudar. Estabelecer uma meta positiva. Escolher torna-se um otimista.


7. O PRINCÍPIO DESAFIO E NOVIDADE (“USE-O OU PERCA-O”)
Quanto mais usarmos nosso cérebro (independente da idade), mais alta se mantêm a nossa performance. O cérebro permanece mais denso, quanto mais o usarmos. Quando o cérebro é estimulado por desafios e novas experiências, novas conexões entre neurônios são formadas que, por sua vez, formam permanentes caminhos neuronais. Como? Criar novos desafios para você mesmo. “Pensar fora da caixa”; ser criativo. Sair da zona de conforto. Expor-se ao que é novidade. Aprender coisas novas todo o tempo. Mudar.


No livro da autora deste artigo, “O Despertar do Gênio: Aprendendo com o Cérebro Inteiro”, além de examinar estes princípios, é apresentado um conjunto variado de ferramentas e técnicas que são extremamente importantes para o Profissional do Século 21, o chamado Milênio do Cérebro. Entre elas constam as seguintes. Instrumento para desenhar o Perfil de Inteligência. Formulário de Auto-Avaliação das Competências Emocionais. Técnica da Visualização (“imaginary”) para construir o sucesso na mente, primeiro, como fazem grandes vencedores!

Existe apenas uma estratégia que permite aos profissionais (trabalhadores cerebrais ou do conhecimento) manter sua vantagem competitiva, neste mundo que muda tão rapidamente. Esta estratégia consiste em desenvolverem a capacidade de pensar melhor, aprender melhor e criar melhor do que seus competidores. Aprendizagem, pensamento e criatividade são as funções principais do cérebro. Isto torna o PODER DO CÉREBRO o fator determinante para o sucesso neste século.

http://oeneagrama.multiply.com/journal/item/52/52

(*) Cosete Ramos (www.cosete.com.br). Doutora em Educação, Florida State University - EUA. Mestre em Administração da Educação, Califórnia State University - EUA. Especialista em Aprendizagem Baseada no Cérebro; Tecnologia Educacional e Gestão da Qualidade. Foi professora dos Cursos de Graduação e Mestrado em Administração de Empresas e Pública, da Universidade de Brasília.

Outra versão:


Sete Princípios de André Vermeulen


CEO da Neuro-Link, em sua palestra na ASTD (American Society for Training and Developmente), em Orlando (EUA), em junho, discutiu esquemas para aplicar as 7 máximas do cérebro, a fim de trabalhar de forma mais inteligente e aumentar o desempenho mental.O cérebro tem poderes ilimitados, porém não desempenhará tão bem quanto o esperado se não soubermos como prepará-lo e ativá-lo.
A fim de aumentar o desempenho do cérebro, a pessoa tem de alinhar o seu estilo de vida com sete princípios básicos.)

1.. Estimule-se fisicamente. Mova-se. Dance, faça exercício aeróbico, nade, jogue tênis, futebol. Faça exercícios de lateralidade, por exemplo, com a mão esquerda toque sua orelha direita e com a mão direita toque seu nariz. Agora vice-versa e repita várias vezes até dominá-los.

2.. Tome oito copos de água. De acordo com os especialistas, isso não é opcional, é obrigatório se quisermos que nosso cérebro funcione de uma maneira ótima. E se estamos estressados, devemos aumentar para 16 copos de água ao dia. 90 por cento do volume de nosso cérebro está composto por água e é o principal veículo das transmissões eletroquímicas.

3.. Oxigenize-se.
Faça exercício, caminhe diariamente. Antes de uma reunião importante ou de um trabalho que necessite de concentração respire fundo. Respire em 4 tempos, segure o ar em 16 e exale em 8.
O doutor Otto Warburg, Prêmio Nobel de Fisiología, fez uma experiência na qual conseguiu converter células sãs em malígnas, através do simples procedimento de reduzir-lhes o oxigênio. Fique rodeado de plantas. Sabia que uma só planta pode remover partículas contaminadas do ar em um espaço de 9 metros quadrados? As plantas aumentam a ionização negativa do ar e o carregam de oxigênio, aumentando nossa produtividade em 10%. Algumas plantas como as dálias provaram ser as melhores para isso.

4.. Consuma alimentos para o cérebro. É conveniente para o cérebro que comamos cinco porções de fruta e verduras ao dia, sementes, alho, grãos completos, cogumelos, azeite extra-virgem e proteínas. O peixe literalmente proporciona a formação de novas células nervosas.

5.. Pense positivamente. Os pensamentos negativos geram químicos que bloqueiam a conecção entre os neurotransmissores. Como dizia Henry Ford: "Se pensas que podes o que não podes, sempre estarás com a razão".

6.. Escute música barroca. A música é a porta para terrenos interiores; chega a lugares fora de nosso alcance. Ajuda a criatividade, a expressão pessoal. Facilita o aprendizado. Um fazendeiro comprovou que ao colocar música barroca para suas vacas, houve um aumento na produção de leite e de glóbulos brancos.

7.. Libere seu cérebro. Se não o usarmos, o perderemos. Jogue xadrez, resolva palavras-cruzadas, aprenda a tocar um instrumento, faça matemática, viaje a lugares novos, vá a exposições de arte, leia, estude algo. Escreva e desenhe com as duas mãos. Abra sua mente a novas experiências e formas de pensar. Tudo isso faz com que o cérebro funcione melhor.

Podemos concluir que neste chamado "Milênio da Mente", a única maneira de ser competitivo e manter um equilíbrio em nossas vidas, é alimentar o espírito e é não trabalhar demais, e sim trabalhar melhor….!

Autor: André Vermeulen
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Domingo, 24 de Agosto de 2008

A ABDUÇÃO DE WHITLEY STRIEBER

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Texto de W. Strieber
26 de Dezembro de 1985


Por volta das oito e meia, liguei o alarme contra ladrões, que fica conectado com as janelas que permitem fácil acesso ao interior da casa e com todas as portas. Sem qualquer razão aparente, criei um hábito pouco comum no outono anterior. Eu dava, secretamen­te, uma volta pela casa inteira, verificando armários e até mesmo olhando debaixo da cama do quarto de hóspedes à procura de in­trusos. Fiz isto imediatamente depois de ligar o alarme. Pelas dez horas já estávamos deitados, e, às onze, ambos dormíamos.

A noite do dia 26 foi fria e nublada. Havia talvez vinte centí­metros de neve no chão, e ainda nevava levemente.

Não me lembro de quaisquer sonhos ou distúrbios. Aparente­mente, um objeto longo e desconhecido fora visto nas imediações nesta época do mês, mas isto só seria noticiado na outra semana. Mesmo quando eu li a matéria referente, não a relacionei de forma alguma com a experiência pela qual passei. Por que deveria? A no­tícia abordava o relato da visão como uma brincadeira. Só muito depois, quando eu mesmo fui pesquisar sobre o assunto, descobri como o artigo era impreciso.

Eu nunca havia visto um objeto voador não identificado. Pen­sava que esse assunto já fora totalmente explicado pela ciência. Le­vei uns dois meses para estabelecer a conexão entre o que me aconteceu com a possibilidade de se tratar de visitantes não-humanos, tão estranha me parecia esta ligação.

No meio da noite de 26 de dezembro — não me recordo exata­mente da hora —, subitamente acordei. E sabia o motivo: havia es­cutado um barulho diferente que vinha de baixo, da sala de estar. Não era um mero rangido nem provinha de qualquer instalação da casa; era um som como se muitas pessoas estivessem se movendo rapidamente naquele aposento.
Escutei com atenção. O barulho simplesmente não fazia sentido. Sentei-me na cama, atônito e muito curioso. Senti uma pontada de medo. A noite estava calma, sem ventos. Olhei diretamente para o painel do alarme contra ladrões, que ficava ao lado da cama. O sistema estava ligado e funcionando perfeitamente. Nenhuma das janelas ou portas conectadas estava aberta e ninguém havia entra­do, pelo menos era o que indicavam as luzes do painel.

O que eu fiz a seguir pode parecer estranho: deitei-me de novo na cama. Por alguma razão, apesar de estranhar muito o que estava ouvindo, não tomei qualquer providência. Durante esta narrativa, tal tipo de comportamento, totalmente inadequado, se repetirá por muitas vezes. Reagimos de maneira muito diferente do que manda a razão quando nos deparamos com algo demasiadamente estranho. É como se a mente, impelida por algum tipo de instinto, se desligasse.

Tão logo voltei a me deitar, percebi que uma das portas duplas que levavam ao nosso quarto estava se fechando. Este movimento era feito para fora, fazendo com que a abertura se tornasse menor, escondendo algo que estivesse por detrás. Sentei-me de novo. Mi­nha mente estava atenta. Eu não estava dormindo nem em estado hipnagógico, entre o sono e a vigília. Quero deixar bem claro que, no momento, estava totalmente desperto e no total controle de mi­nhas faculdades. Eu poderia, sem qualquer problema, ter me levan­tado e lido um livro ou escutado o rádio, ou mesmo saído para um passeio noturno pela neve.

Eu não imaginava o que poderia estar acontecendo e me senti muito desconfortável. Meu coração começou a bater mais forte. Eu já não estava mais deitado; estava sentado, uma indagação se for­mando na minha mente: o que poderia estar movendo a porta?

Então eu vi, esgueirando-se por ela, uma figura compacta. Era tão nítida, tão completa e inacreditavelmente estarrecedora, que, de início, não consegui entender coisa alguma. Apenas fiquei sentado, de olhos fixos, aturdido demais para me mexer.

Meses depois eu encontraria outra pessoa que também tivera essa experiência com os visitantes. O vulto peculiar fora na sua di­reção da mesma forma que este, agora, vinha na minha.

Antes de narrar os próximos segundos, eu gostaria de dar a des­crição exata de como esta figura se parecia para mim. Primeiramente, vou descrever as condições físicas sob as quais eu a via. O quarto estava na penumbra, mas não na escuridão. O alarme contra ladrões emitia luz suficiente para que eu pudesse enxergar. Também o fato de haver neve no chão acrescentava luz ao ambiente. Se fosse uma pessoa que tivesse entrado no quarto, eu poderia ver as suas feições claramente.

Esta figura era muito pequena para ser uma pessoa, a menos que fosse uma criança. Eu medi a distância aproximada do topo da cabeça ao chão, baseado na minha memória da posição da figura em relação à porta, e acredito que mal chegasse a um metro, menor e mais leve que meu filho.

Eu pude ver, talvez, um terço da figura, a parte que se debru­çava ao redor da porta para que pudesse me ver. Usava um chapéu leve e redondo, com uma borda estranha e pontuda que se prolon­gava por dez centímetros pelo lado que eu podia ver. Abaixo, havia uma área indistinta. Eu não podia ver a sua fisionomia, ou talvez não quisesse vê-la. Momentos depois, quando a figura se aproxi­mou da cama, percebi, em lugar dos olhos, dois buracos escuros, e contornando a boca, uma linha negra curvada para baixo que de­pois se transformou em um O.

Do ombro até a cintura via-se a terceira parte de uma placa qua­drada formada de círculos concêntricos. Esta placa se estendia da parte inferior do queixo até a altura do diafragma. Na hora, pensei que se parecia com algum tipo de brasão ou mesmo uma armadura. Abaixo, havia uma vestimenta retangular cobrindo da parte infe­rior da cintura até os joelhos. O ângulo em que a criatura se encon­trava era tal, que a parte inferior das pernas se escondia atrás da porta.

Eu estava muito chocado, mas o que via era tão estranho que tive de concluir que se tratava de um sonho. Talvez por isto eu te­nha continuado sentado na cama, sem ação. Ou talvez minha men­te estivesse sob algum tipo de controle.

De qualquer modo, eu estava aterrorizado, mas incapaz ou im­potente para enfrentar o que estava acontecendo. Tive uma explica­ção racional para a visão: embora eu estivesse totalmente acordado, devia ser uma alucinação hipnagógica. Este fenômeno às vezes se dá na mudança entre o estado de sono e o de vigília. Pensei que al­gum pequeno distúrbio me tivesse acordado e que tudo não passava de uma ilusão, pouco importando o fato de que me sentia totalmente desperto.

***


Lembro-me, a seguir, da figura entrando no quarto. Depois de um período de tempo que não posso precisar, veio a escuridão. Eu não me recordo se dormi ou permaneci acordado. A lembrança que tenho é muito mais perturbadora. Ficando consciente, lembro-me de estar em movimento. Estava com pés e mãos estendidos, como se estivessem congelados no meio de um salto. Eu estava saindo do quarto. Não havia em mim qualquer sensação física, fosse a de ser tocado ou a de sentir frio ou calor. Eu me sentia apenas como se fosse uma forma com substância dentro, totalmente insensível ao resto. Era como se eu estivesse profundamente paralisado. Apesar de desejar desesperadamente me movimentar, não o conseguia.

Ante o estado de paralisia em que me encontrava, não posso dizer se flutuava em alguma maca magnetizada ou num tapete voa­dor. Talvez eu estivesse apenas sendo carregado. De qualquer ma­neira, estava em pânico.

Não tinha mais a ilusão de que isto era apenas um sonho fugaz ou uma alucinação. Algo estava errado, tão errado que o meu ra­ciocínio parou. Mesmo que eu fosse capaz de emitir um som, o que duvido, não podia sequer tentar.

Posso ter perdido a consciência de novo, pois não mais me lem­bro de estar sendo movido. Minha próxima recordação é a de me encontrar sentado em um tipo de depressão no bosque, com uma trepadeira congelada em volta de mim, me apertando. Lembro-me de ter ficado admirado pelo fato de não haver neve na terra cinzenta.

***
Então, vi galhos de árvores passando rapidamente por mim, vindo, a seguir, copas de árvores. Olhei para baixo e vi todo o bos­que, que, lentamente, se distanciava à direita. Não havia como ex­plicar como eu conseguira ficar acima das árvores. Eu apenas vi e retive na memória. Então, um chão cinza obscureceu minha visão, deslizando debaixo de meus pés como um olho que se fecha.

Lembro-me, a seguir, de estar sentado em um estranho quarto redondo. Neste momento, tive a impressão de que estava sendo em­balado por estas pessoas, como se estivessem cientes do que estava por se tornar conhecido. Levado para este ambiente totalmente des­conhecido, tão repentinamente e sob condições tão incomuns, eu fora despojado de qualquer porção de serenidade que ainda pudes­se ter. Se até aquele momento eu fora capaz de manter algum nível de controle, perdi-o totalmente, tornado de pavor. Esta não foi uma experiência teórica, nem mesmo mental, mas algo profundamente físico.

"Whitley" cessou de existir. O que havia era um corpo, envol­vido por um medo tão grande quanto uma grossa e sufocante corti­na, fazendo com que a paralisia se aproximasse da morte. Não acho que a minha condição humana comum sobreviveu à transição para este pequeno quarto. Eu morri e no meu lugar apareceu um animal selvagem. Mas nem tudo estava perdido. O que restou, não obstan­te ser pouco, ocupou-se em fazer uma tarefa essencial de verifica­ção. Eu olhava ao redor o máximo que podia para me lembrar do que estava vendo.

O pequeno quarto circular tinha um teto arredondado, de cor cinzenta, com vigas aparecendo de trinta em trinta centímetros. Eu tive a impressão de que era um local de moradia, e em total desor­dem. Do outro lado do quarto, à direita, algumas roupas estavam jogadas no chão. Cheguei mesmo a pensar que o local era sujo. Eu me sentia confinado. Era um lugar pequeno, apertado e todo fe­chado. O quarto me parecia abafado e muito seco, de modo que o torpor causado pelo medo estava desaparecendo.

Pequenos indivíduos se moviam com muita rapidez. Sua pres­sa era perturbadora e curiosamente desagradável. Eu pensei que es­tava sendo levado embora e me lembrei de minha família. Tive uma forte impressão de que estava preso em uma armadilha. Era uma sensação realmente horrível, a que se somava o fato de eu me en­contrar impotente nas mãos destas estranhas figuras.

Apesar de extremamente aterrorizado, eu estava consciente do que se passava ao meu redor. Sei que estava sentado num banco, apoiado contra a parede. As cores predominantes eram bege e cin­za. O banco era da mesma cor das paredes, com uma camada marrom-escuro nas bordas. Pela nitidez de minhas lembranças em relaçÃo a essas cores, concluo que havia luz no quarto, apesar de não haver notado de onde ela pudesse vir.

Havia algo de muito bonito, acho que se relacionava com uma lente no teto, mas disto eu me lembro muito pouco. Talvez houves­se uma lente em algum ponto do teto, através da qual se via uma paisagem colorida.

Não há como ter certeza de quanto tempo eu permaneci neste quarto. Pareceram-me não mais de alguns minutos, segundos tal­vez. Mas poderia ser mais, pois eu tive tempo de olhar ao redor e perceber vários detalhes. Antes, eu estava totalmente paralisado, mas agora conseguia pelo menos mexer os olhos, talvez até mesmo a ca­beça.

Eu estava com tanto medo que as minhas lembranças são in­distintas, como se tivesse sofrido de amnésia. Mesmo descrevendo isto, estou ciente de que muito mais aconteceu. Apenas não consigo lembrar o que foi. Talvez a amnésia fosse causada por pavor, ou drogas, ou hipnose, ou ainda pela conjugação destes três fat6res. Existe uma droga, tetradotoxina, cujo efeito é semelhante. Em pe­quenas doses, provoca uma espécie de anestesia externa. Doses maio­res provocam uma sensação de "desligamento do corpo", algumas vezes mencionadas por vítimas de abdução. Em grande quantida­de, pode provocar a aparência de morte — até mesmo o cérebro per­de a capacidade de detectar o que se passa.

Cada detalhe do ambiente em que eu me encontrava era tão estranho para mim que eu simplesmente "apaguei", no sentido de per‑der a capacidade de direcionamento, tanto física quantomentalmente. Eu não estava apenas anestesiado (apesar de não estar tão paralisado como se estivesse desmaiado), mas me encontrava em um estado mental que me separava de mim mesmo de maneiratão completa que eu não tinha como filtrar as minhas emoções ou reações mais imediatas, nem era capaz de começar qualquer coisa. Fiquei reduzido à mera resposta biológica. Era como se o meu cére­bro tivesse sido separado do resto do meu sistema e tudo que restas­se fosse uma criatura primitiva, na realidade um macaco, de quem nós evoluímos há muito tempo. Entretanto, eu não estava na "por­ção" macaco. Estava no meu cérebro, trancado do resto de mim mesmo. Minha mente era uma prisão.

Um indivíduo estava do meu lado direito, outro, do esquerdo. Dentro do meu campo de visão, percebi que uma grande correria começou novamente. Em seguida, lembro-me de me mostrarem uma pequena caixa cinza com uma tampa deslizante. Havia uma borda curva em um dos lados para facilitar a sua abertura. Uma pessoa esbelta, graciosa, de aparência indistinta, segurava-a. Seria aquela mulher novamente? Não estou certo. Pelo que me recordo, parece que fizeram alguma coisa na minha vista para que eu perdesse a ca­pacidade de concentração. Lembro-me de haver olhado de relance pelo quarto, mas qualquer tentativa de fixar a imagem e observar um ser específico redundava num borrão. Seria interessante saber se isto era devido a um efeito induzido ou causado pelo meu pró­prio medo do que estava acontecendo.

Lembro-me, a seguir, de um indivíduo agachado, curvado co­mo se estivesse apoiado em cima de alguma coisa. A ele foi entre­gue a caixa, e ele a abriu, revelando uma agulha brilhante, tão fina quanto um fio de cabelo, colocada sobre uma superfície preta. Quan­do vi esta agulha com o canto do olho, ela brilhava, mas era prati­camente invisível observada de frente.

Eu me dei conta — acho que me disseram — de que eles esta­vam propensos a inseri-la no meu cérebro. Se antes eu já estava com medo, naquele momento fiquei tran­sido de terror. Discuti com eles. Lembro-me de haver dito: Este lugar é sujo. Vocês vão destruir uma mente mara­vilhosa.

Eu podia imaginar a minha família se levantando pela manhã e me encontrando como um vegetal. Uma grande tristeza se abateu sobre mim. Não me lembro de ter gritado, mas evidentemente o es­tava fazendo, pois me recordo claramente do próximo intercâmbio.

Um dos seres, acho que o primeiro, a quem eu havia identifica­do como mulher, disse:
— O que podemos fazer para você parar de gritar?

Sua voz era marcante. Indubitavelmente auricular, isto é, eu podia ouvi-la mais do que senti-la. Havia uma sutil tonalidade ele­trônica e um sotaque do Meio-Oeste.

A minha resposta foi inesperada. Eu me ouvi dizer:

— Você poderia me deixar cheirá-la.

Fiquei envergonhado; isto não era um pedido normal, e me in­comodou. Mas fazia muito sentido, como descobri mais tarde.
Aquele que estava à minha direita retrucou, falando rapidamen­te com uma voz semelhante, apoiando uma das mãos contra o meu rosto e segurando a minha cabeça com a outra:

— Oh, está bem, eu posso fazer isso.

O cheiro era diferente e deu-me exatamente o que eu precisava, um apoio na realidade. Permaneceu como o espectro mais convin­cente de minhas lembranças, porque aquele odor não era diferente de um verdadeiro. Não parecia de modo algum um sonho ou aluci­nação. Eu me lembro de um cheiro real.

Havia um leve cheiro de cartolina, como se parte da manga do macacão que cobria o meu rosto fosse feita de uma substância semelhante a papel. A mão tinha um discreto, porém perceptível, odor de suor. Não era um cheiro humano, mas, sem dúvida, o cheiro de algo vivo. Havia um sutil matiz que se assemelhava a canela.

Em seguida, lembro-me de uma pancada e um clarão, e desco­bri que eles tinham feito na minha cabeça a operação que preten­diam. Eu chorei e lembro-me de ter afundado em uma espécie de berço de pequenos braços.


***
Cena do filme "Communion"</a>cena do filme "Communion"</a>
Sobre este livro, “Comunhão”, quero dizer algumas palavras antes que as primeiras impressões se desvaneçam engolidas pela máquina explicatória da mente. É também sobre isto o livro, sobre se podemos perceber sem explicar, ter uma percepção direta sem o filtro e o escudo das explicações. A intromissão extraterrestre em nosso dia-a-dia é o toque do desconhecido varrendo a familiaridade do mundo e, com ela, a realidade, como a concebemos. A realidade sucumbe ante uma experiência tão intensamente surreal e tangível, de tal modo que sonho e vigília são constantemente evocados por um estado intolerável de hipervigília.

É, como diz Gilda Moura, uma iniciação. E nos revela o quanto nosso sistema de referências, nosso mapa é o mundo para nós. E o quanto este conhecimento de papel não nos prepara para o contato com o Universo real.


Emocionalmente, tenho muitas dificuldades com a idéia de naves espaciais e visitantes. Apenas não consigo evita-lo, apesar de que possa parecer obtuso para as futuras gerações. À vistas da evidências, o motivo de minha reticência é obscuro, embora não mais diferente do que a relutância da maioria dos meus amigos de formação científica ou acadêmica em aceitar naturalmente a hipótese dos visitantes.

Isso acontece porque a idéia de visitantes intelectual e tecnologicamente avançados, que escondem de nós seu conhecimento, é ameaçadora e enfurecedora. Sugere que há algo ignóbil sobre a humanidade, ou mesmo que somos prisioneiros em nosso planeta. Es­tas idéias são horríveis, e eu, por mim, preferiria um universo vazio a outro que nos encare com desdém ou com olímpica indiferença.

Nós, seres humanos, temos um interesse muito natural no va­lor e na validade de nossas espécies e nossas mentes. E isto é dupla­mente verdadeiro naqueles cuja sensação de valor pessoal vem do trabalho intelectual. Se a mente humana é de segunda categoria, en­tão também o são aqueles que a possuem.

Num nível mais profundo, entretanto, acho que estou come­çando a ficar um pouco mais acostumado com a idéia de que visi­tantes podem realmente existir. E isto decorre de uma razão inesperada. Eu penso naquelas pequenas figuras correndo, aqueles olhos assombrados, os cheiros, os pequenos quartos, os uniformes, o senso de trabalhar pesado. Lembro de como pareciam rígidos e semelhantes aos dos insetos os movimentos dos visitantes, e quão cuidadosos eles eram para me manter o tempo todo sob controle, e acho que posso saber o motivo da maneira peculiar com que eles lidam conosco. Se eu estiver certo, então a fonte da reticência deles não é o desdém, mas sim o medo, e bem fundado. Eles não têm me­do da selvageria ou da ambição do homem, mas da sua capacidade de agir independentemente.





Eu os vi bem de perto, e se o que vi eram seres reais, então o mais impressionante a respeito deles era que pareciam se movimen­tar como que coreograficamente...como se toda ação da parte de cada ser independente fosse decidida em outro lugar e então trans­mitida ao indivíduo.

Volto ao pensamento de que eles possam ser um tipo de col­méia. Se isto for verdadeiro, então, com efeito, eles podem ser uma única mente com milhões de corpos — uma criatura brilhante, mas sem a velocidade da humanidade, independente e sagaz. Se eles pen­sam de maneira lenta, talvez o ser humano, autônomo e de raciocí­nio rápido, represente uma ameaça séria. Pode ser que uma inteligência essencialmente primitiva e antiga tenha encontrado uma nova e avançada forma, e esteja com receio do potencial que a nos­sa totalidade como indivíduos nos dá.


***


O mais interessante aqui é o padrão. Envolve dois tipos de interação com os visitantes. Um deles parece envolver a abordagem de um único indivíduo ou um grupo pequeno, como aconteceu na noite da bola de fogo, na casa de minha avó, no apartamento da East Seventy-fifth Street e no campo em 4 de Outubro. O outro tipo de incidentes é o de uma visitação longa, como a do trem, em 1957,... e a de 26 de dezembro de 1985. Estas experiências normalmente incluem mais interação e geralmente se dão no campo do visitante.

As visitas breves parecem quase sempre envolver atividade psicológica; as mais longas, testes físicos, quase como se fizessem preparativos ou se observassem resultados naqueles momentos.

Quando Dezembro de 1985 chegou, devo ter tido estes encontros pelo menos umas doze vezes. Contudo, nunca aprendi com eles. A cada experiência, eu ficava tão amedrontado, atordoado e surpreso quanto antes.

Este é um dos problemas internos mais difíceis ligados à experiência. Poder-se-ia pensar que a mente, por si só, teria compartimentado todo este material junto, como faz com sonhos e pesadelos repetidos, de forma que quando eu entrasse em transe teria tido outras experiências semelhantes, mesmo que — como em pesadelos que se repetem — o material ainda fosse terrível.

Minha condição real quase parece sugerir que houve uma tentativa de me deixar tão indefeso quanto possível, colocando-me num estado em que cada experiência era percebida dentro e a partir de si mesma, sem referências a encontro passados. Logo, a cada vez a surpresa era total.




Extraído do livro "Comunhão", de Whitley Strieber, Ed. Record, traduzido do inglês. Título original "Communion". O livro inspirou o filme: "Estranhos Visitantes" ("Communion") fonte da imagem abaixo:


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Segunda-feira, 18 de Agosto de 2008

UMA VACA EM SAMADHI

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Origin of Lakshmi the Ashram Cow


A villager had a dream in which he was told to offer his next calf to Ramanasramam. He brought his cow and the calf to Bhagavan. The jungle around the Ashram was thick at that time and there were cheetahs. The Ashram people were perplexed and refused the offer, but the villager was taking his dream seriously and would not take the calf away. The mother cow had to remain with the calf to feed her. Finally, the cow and the calf were entrusted to a devotee in the town. The calf became the famous cow Lakshmi. She grew up and had three calves within a few years. She would come daily to the Ashram to have her meals, graze on the Ashram land, enter the Hall and sit contentedly near Bhagavan. In the evening, she would go back to the town as other women did.

Once Lakshmi came into the Hall. She was pregnant at that time. It was after lunch time when Bhagavan was reading the newspapers. Lakshmi came near and started licking the papers. Bhagavan looked up and said: "Wait a little, Lakshmi." But Lakshmi went on licking. Bhagavan laid his paper aside, put his hands behind Lakshmi's horns and his head against hers. Like this they stayed for quite a long time. I stood nearby looking at the wonderful scene. After some ten minutes or so, Bhagavan turned to me and said: "Do you know what Lakshmi is doing? She is in Samadhi."

I looked at her and tears were flowing in streams down her broad cheeks. Her breathing had stopped and her eyes were fixed on Bhagavan. After some time Bhagavan changed his position and asked: "Lakshmi, how do you feel now?" Lakshmi moved backward, as if reluctant to turn her tail towards Bhagavan, walked round the Hall and went out.


Shantammal, Eternal Bhagavan


See also
Lakshmi the Cow
The cow, Lakshmi by A Devaraja Mudaliar



Bhagavan Sri Ramana Maharshi book list



Lakshmi, a Vaca

Ramana Maharshi e Lakshmi

Lakshmi foi uma vaca que costumava fugir de seu estábulo e ir todos os finais das tardes escutar Ramana Maharshi em seu ashram. Eventualmente, seu dono cansado de ter que buscá-la todos os dias, doou-a ao ashram, onde ela ficou vivendo ao lado Maharshi pelos vinte e cinco anos seguintes .

Ela era extremamente devota ao sábio, e ele sempre tratou-a com o mais extremo amor e respeito. Na véspera de sua morte, o Maharshi foi até ela, tomou sua cabeça em seu colo e perguntou-lhe: "Mãe, você me quer ao seu lado?". Ele abençoou-a e orou junto a ela por um longo tempo, e assim que ele saiu, ela morreu tranqüilamente.

O Maharshi enterrou Lakshmi com todas as cerimônias dadas a um grande sábio e anunciou que ela obtivera mukti (libertação final).


Esse é o samadhi mandir (mausoléu) que contém os restos mortais dos quatro animais sagrados do ashram:
Jackie, o cachorro, Valli, o veado, Lakshmi, a vaca e o Corvo.


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http://www.arcadelamor.org/storytellingmonk/p_ref/p_holy_sights/p_people/p_lakshmi-cow.htm

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PAIS AUSENTES E DELINQUÊNCIA ANIMAL

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Pais ausentes

Elefantes jovens que cresceram longe da família matam rinocerontes na África

Flávia Varella

A delinqüência juvenil assumiu proporções gigantescas na África do Sul seus rebeldes sem causa podem pesar mais de 5 toneladas e ter cerca de 3 metros de altura. Não, não se está falando de uma nova tribo de adolescentes humanos supervitaminados, mas de elefantes. De uns tempos para cá, grupos de jovens proboscídeos passaram a atacar rinocerontes brancos em vários parques nacionais. O método obedece a um padrão, por assim dizer, serial: depois de derrubar o cascudo de chifre no nariz, os elefantes ajoelham-se sobre a vítima e enterram as presas em seu corpo. O resultado é um banho de sangue nas savanas. Em sua sanha criminosa, os delinqüentes pesos pesados já mataram um homem que estava em seu caminho.

Por que esses jovens andam tão revoltados? A resposta mais provável poderia figurar num manual de psicologia: porque vêm de lares desfeitos e cresceram sem a orientação e o controle de adultos experientes. Os bandos que arrepiam as savanas são formados por animais retirados quando filhotes do maior parque da África do Sul, o Kruger. Seus pais foram mortos para evitar o desequilíbrio ecológico representado pelo excesso de elefantes e, em seguida, os órfãos viram-se transferidos para restabelecer a população de outras reservas. Como os elefantes vivem em bandos muito unidos nos quais os mais velhos ocupam o papel de educadores e existe hierarquia bem definida, a operação acabou provocando danos psicológicos talvez irreparáveis nos adolescentes rebeldes. "Ninguém os ensinou a ser bons cidadãos", disse a VEJA, mantendo a analogia com os humanos, David Barrit, do Fundo Internacional para o Bem-Estar dos Animais, Ifaw. "Agora são delinqüentes juvenis e não sabemos como contê-los."

Falta de limites A rebeldia parece se agravar entre os machos durante o período da vida em que há explosão do hormônio testosterona. Os elefantes, em geral, ficam mais agressivos nessa fase. Normalmente, porém, os machos mais velhos conseguem colocar os jovens na linha, contendo seus ímpetos assassinos. Não bastasse a falta de limites, os órfãos sul-africanos estão tendo de encarar esse difícil momento mais cedo. Em Pilanesberg, um dos parques em que rinocerontes são trucidados, alguns elefantes entraram nesse período com dez anos de antecedência em relação ao habitual. Além disso, eles sofrem as conseqüências do gatilho hormonal durante até três meses, quando o comum é apenas alguns dias. "Tudo parece ter a ver com a desorganização social por que passaram", disse à revista americana Time a zoóloga Marian Garai.




Desde 1978, cerca de 1.500 filhotes foram retirados do Kruger e mandados a outros parques. "Já imaginávamos que a separação dos adultos pudesse ser traumática, mas não sabíamos quanto", avalia o veterinário Douw Dropler, do parque Kruger. Na época, não foram removidas famílias inteiras porque não havia equipamento capaz de transportar os adultos. Isso só começou a acontecer em 1993. Para tentar compensar o erro inicial, as autoridades estão enviando fêmeas adultas aos locais onde as gangues atuam, especialmente os parques Pilanesberg e Hluhluwe-Umfolozi. Imaginam que as elefantas possam pôr ordem no pedaço, já que as fêmeas têm grande poder disciplinador e costumam desempenhar função organizativa no interior das manadas.

Fonte:

http://veja.abril.com.br/151097/p_091.html

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Sábado, 9 de Agosto de 2008

A DÚVIDA DA DÚVIDA por VILÉM FLUSSER

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A DÚVIDA DA DÚVIDA


por VILÉM FLUSSER




A dúvida é um estado de espírito polivalente. Pode significar o fim de uma fé ou pode significar o começo de uma outra. Pode ainda, se levada ao extremo, ser vista como "ceticismo", isto é, como uma espécie de fé invertida. Em dose moderada, estimula o pensamento. Em dose excessiva, paralisa toda atividade mental. A dúvida, como exercício intelectual, proporciona um dos poucos prazeres puros, mas como experiência moral ela é uma tortura. A dúvida, aliada à curiosidade, é o berço da pesquisa e, portanto, de todo o conhecimento sistemático. Em estado destilado, no entanto, mata toda a curiosidade e é o fim de todo o conhecimento.



O ponto de partida da dúvida é sempre uma fé. Uma fé (uma "certeza") é o estado de espírito anterior à dúvida. Com efeito, a fé é o estado primordial do espírito. O espírito "ingênuo" e "inocente" crê. Ele tem "boa-fé". A dúvida acaba com a ingenuidade e inocência do espírito e, embora possa produzir uma fé nova e melhor, esta não mais será "boa". A ingenuidade e a inocência do espírito se dissolvem no ácido corrosivo da dúvida. O clima de autenticidade se perde irrevogavelmente. O processo é irreversível. As tentativas dos espíritos corroídos pela dúvida de reconquistar a autenticidade, a fé original, não passam de nostalgias frustradas. São tentativas de reconquistar o paraíso. As "certezas" originais, postas em dúvida, nunca mais serão certezas autênticas. A dúvida metodicamente aplicada produzirá, possivelmente, novas certezas, mais refinadas e sofisticadas, mas essas novas certezas nunca serão autênticas. Conservarão sempre a marca da dúvida que lhes serviu de parteira.



A dúvida pode ser, portanto, concebida como uma procura de certeza que começa por destruir a certeza autêntica para produzir certeza inautêntica. A dúvida é absurda. Surge portanto a pergunta: "Por que duvido?". Essa pergunta é mais fundamental que a outra: "De que duvido?". Trata-se, com efeito, do último passo do método cartesiano, a saber: trata-se de duvidar da dúvida. Trata-se, em outras palavras, de duvidar da autenticidade da dúvida em si. A pergunta "por que duvido?" implica a outra: "Duvido mesmo?".



Descartes, e com ele todo o pensamento moderno, parece não dar esse último passo. Aceita a dúvida como indubitável. A última certeza cartesiana, incorruptível pela dúvida, é, a saber: "Penso, portanto sou". Pode ser reformulada: "Duvido, portanto sou". A certeza cartesiana é portanto autêntica, no sentido de ser ingênua e inocente. É uma fé autêntica na dúvida. Essa fé caracteriza toda a Idade Moderna, essa idade cujos últimos instantes presenciamos. Essa fé é responsável pelo caráter científico e desesperadamente otimista da Idade Moderna, pelo seu ceticismo inacabado, ao qual falta dar o último passo. À fé na dúvida cabe, durante a Idade Moderna, o papel desempenhado pela fé em Deus durante a Idade Média.



A dúvida da dúvida é um estado de espírito fugaz. Embora possa ser experimentado, não pode ser mantido. Ele é sua própria negação. Vibra, indeciso, entre o extremo "tudo pode ser duvidado, inclusive a dúvida", e o extremo "nada pode ser autenticamente duvidado". Com o fim de superar o absurdo da dúvida, leva esse absurdo ao quadrado. Oscilando, como oscila, entre o ceticismo radical (do qual duvida) e um positivismo ingênuo radicalíssimo (do qual igualmente duvida), não concede ao espírito um ponto de apoio para fixar-se.



Kant afirmava que o ceticismo é um lugar de descanso para a razão, embora não seja uma moradia. O mesmo pode ser afirmado quanto ao positivismo ingênuo. A dúvida na dúvida impede esse descanso. O espírito tomado pela quintessência da dúvida está, em sua indecisão fundamental, numa situação de vaivém que a análise de Sísifo feita por Camus ilustra apenas vagamente. O Sísifo de Camus é frustrado, em sua correria absurda, por aquilo dentro do qual corre. Daí o problema básico camusiano: "Por que não me mato?". O espírito tomado pela dúvida da dúvida é frustrado por si mesmo. O suicídio não resolve a sua situação, já que não duvida suficientemente do caráter duvidoso da vida eterna. Camus nutre ainda a fé na dúvida, embora essa fé periclite nele.



"Penso, portanto sou". Penso: sou uma corrente de pensamentos. Um pensamento segue o outro, portanto sou. Um pensamento segue o outro por quê? Porque o primeiro pensamento não basta a si mesmo se exige outro pensamento. Exige outro para certificar-se de si mesmo. Um pensamento segue outro porque o segundo duvida do primeiro e porque o primeiro duvida de si mesmo. Um pensamento segue o outro pelo caminho da dúvida. Sou uma corrente de pensamentos que duvidam. Duvido. Duvido, portanto sou. Duvido que duvido, portanto confirmo que sou. Duvido que duvido, portanto duvido que sou. Duvido que duvido, portanto sou, independentemente de qualquer duvidar. Assim se afigura, aproximadamente, o último passo da dúvida cartesiana. Estamos num beco sem saída. Estamos, com efeito, no beco que os antigos reservaram a Sísifo.



A mesma situação pode ser caracterizada por outra corrente de pensamentos: por que duvido? Porque sou. Duvido portanto que sou. Portanto duvido que duvido. É o mesmo beco visto de outro ângulo.



Esse é o lado teórico da dúvida radical. Tão teórico, com efeito, que até bem pouco tempo tem sido desprezado, com razão, como um jogo fútil de palavras. Tratava-se de um argumento pensável, mas não existencialmente visível ("erlebbar"). Era possível duvidar teoricamente da afirmativa "sou" e era possível duvidar teoricamente da afirmativa "duvido que sou", mas essas dúvidas não passavam de exercícios intelectuais intraduzíveis para o nível de vivência. Os poucos indivíduos que experimentaram vivencialmente a dúvida da dúvida, que autenticamente duvidaram das afirmativas "sou" e "duvido que sou", foram considerados loucos.A situação atual é diferente. A dúvida da dúvida se derrama, a partir do intelecto, em direção a todas as demais camadas da mente e ameaça solapar os últimos pontos de apoio do senso de realidade. É verdade que "senso de realidade" é uma expressão ambígua. Pode significar simplesmente "fé", pode significar "sanidade mental" e pode significar "capacidade de escolha". Entretanto o presente contexto prova que os três significados são fundamentalmente idênticos. A dúvida da dúvida ameaça destruir os últimos vestígios da fé, da sanidade e da liberdade, porque ameaça tornar o conceito "realidade" um conceito vazio, isto é, não vivível.



O esvaziamento do conceito "realidade" acompanha o progresso da dúvida e é, portanto, um processo histórico, se visto coletivamente, e um processo psicológico, se visto individualmente. Trata-se de uma intelectualização progressiva. O intelecto, isto é, aquilo que pensa -portanto aquilo que duvida-, invade as demais regiões mentais para articulá-las e as torna, por isso mesmo, duvidosas. O intelecto desautentica todas as demais regiões mentais, inclusive aquelas regiões dos sentidos que chamo, via de regra, de "realidade material". A dúvida da dúvida é a intelectualização do próprio intelecto; com ela, o intelecto reflui sobre si mesmo. Torna-se duvidoso para si mesmo, desautentica a si mesmo. A dúvida da dúvida é o suicídio do intelecto. A dúvida cartesiana, tal como foi praticada durante a Idade Moderna, portanto a dúvida incompleta, a dúvida limitada ao não-intelecto acompanhada de fé no intelecto, produziu uma civilização e uma mentalidade que deram refúgio, dentro do intelecto, à realidade.



Trata-se de uma civilização e de uma mentalidade idealistas. A dúvida completa, a dúvida da dúvida, a intelectualização do intelecto destroem esse refúgio e esvazia o conceito "realidade". As frases aparentemente contraditórias, entre as quais a dúvida da dúvida oscila, a saber, "tudo pode ser objeto de dúvida, inclusive a dúvida" e "nada pode ser autenticamente objeto de dúvida", se resolvem, nesse estágio do desenvolvimento intelectual, na frase: "Tudo é nada". O idealismo radical, a dúvida cartesiana radical, a intelectualização completa desembocam no niilismo.



Somos a primeira ou a segunda geração daqueles que experimentam o niilismo vivencialmente. Somos a primeira ou a segunda geração daqueles para os quais a dúvida da dúvida não é mais um passatempo teórico, mas uma situação existencial. Enfrentamos, nas palavras de Heidegger, "a clara noite do nada". Nesse sentido somos os produtos perfeitos e consequentes da Idade Moderna. Conosco a Idade Moderna alcançou a sua meta. Mas a dúvida da dúvida, o niilismo, é uma situação existencial insustentável. A perda total da fé, a loucura do nada todo-envolvente, a absurdidade de uma escolha dentro desse nada são situações insustentáveis. Nesse sentido, somos a superação da Idade Moderna: conosco a Idade Moderna se reduz ao absurdo.


Os sintomas dessa afirmativa abundam. O suicídio do intelecto, fruto de sua própria intelectualização, se manifesta em todos os terrenos. No campo da filosofia produz o existencialismo e o logicismo formal, duas abdicações do intelecto em favor de uma vivência bruta e inarticulada -portanto, o fim da filosofia. No campo da ciência pura produz a manipulação com conceitos conscientemente divorciados de toda realidade, tendendo a transformar a ciência pura em instância de proliferação de instrumentos conscientemente destinados a destruírem a humanidade e os seus próprios instrumentos (são portanto instrumentos destruidores e autodestrutivos). No campo da arte, produz a arte que significa a si mesma, portanto uma arte sem significado. No campo da "razão prática" produz um clima de oportunismo imediatista, um "carpe diem" tão individual quanto coletivo, acompanhado do esvaziamento de todos os valores.


Há, obviamente, reações contra esse progresso rumo ao nada. Essas reações são, entretanto, reacionárias, no sentido de tentarem fazer retroceder a roda do desenvolvimento. São desesperadas, porque tentam reencontrar a realidade dos níveis já esvaziados pelo intelecto em seu avanço. No campo da filosofia caracterizam-se pelo prefixo melhorativo "neo" (neokantianismo, neo-hegelianismo, neotomismo). No centro da ciência pura caracterizam-se pelo esforço de reformular as premissas da disciplina científica em bases mais modestas. No campo da ciência aplicada caracterizam-se por uma esperança já agora inautêntica em uma nova revolução industrial, capaz, esta sim, de produzir o paraíso terrestre. No campo da arte resultam naquele realismo patético chamado "socialista", que não chama a si mesmo de "neo-realista" por pura questão de pudor.



No campo da "razão prática" assistimos a tentativas de uma ressurreição das religiões tradicionais: pululam as seitas de religiões inventadas "ad hoc" ou buscadas em regiões geográfica ou historicamente distantes. No campo da política e da economia ressurgem inautenticamente conceitos esvaziados e superados há muito, como, por exemplo, o conceito medieval de "soberania". Busca-se a realidade, já agora completamente inautêntica, no conceito do "sangue" (nazismo) ou da "liberdade de empreendimento" (neoliberalismo), conceitos esses emprestados de hipotéticas épocas passadas. Todas essas reações são condenadas ao malogro. Querem ressuscitar fés mortas ou inautênticas "ab initio".



Embora seja o niilismo uma situação existencial insustentável, precisa ser tomado como ponto de partida para toda tentativa de superação. A inautenticidade das reações acima esboçadas reside na sua ignorância (autêntica ou fingida) da situação atual da filosofia, da ciência pura e aplicada, da arte, do indivíduo dentro da sociedade e da sociedade perante o indivíduo. Reside na ignorância do problema fundamental: em todos esses terrenos, já agora altamente intelectualizados, a dúvida desalojou a fé e perdeu o senso da realidade. Essa situação deve ser aceita como um fato, embora talvez não ainda como um fato totalmente consumado. Resíduos de fé podem ser encontrados em todos esses terrenos, menos no campo da filosofia, mais no campo da sociedade, mas resíduos condenados. Não é a partir deles que sairemos da situação absurda do niilismo, mas a partir do próprio niilismo, se é que sairemos. Trata-se, em outras palavras, da tentativa de encontrar um novo senso de realidade. O presente trabalho é uma contribuição modesta para essa busca no campo da filosofia.



Trecho do ensaio "A Dúvida" (Relume Dumará), do filósofo tcheco Vilém Flusser (1920-1991).
Do site da Folha de São Paulo
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs0512199913.htm



Uma pequena observação: existe uma diferença entre duvidar e deixar em aberto, assim como entre mente projetiva e mente receptiva.
Célia


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Sexta-feira, 8 de Agosto de 2008

MEDITAÇÃO: AFORISMOS DE YOGA DE PATANJALI

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Os Aforismos de Ioga de Patañjali
IogaPatañjaliWQJudge

Aforismos de Ioga,
de Patañjali

Uma Interpretação
de William Q. Judge

[Edição em inglês, Theosophy Company, Bombay,
Índia. Primeira edição, 1965. Reimpressão em 1984.]

Dedicatória

Esse livro é colocado no altar da causa dos Mestres, e é dedicado a Helena P. Blavatsky, servidora deles.
Toda preocupação pelos frutos ou resultados desse livro é abandonada: eles ficam a cargo do Carma e dos membros da Sociedade Teosófica.

Os Aforismos de Ioga de Patañjali


Livro I

Concentração

1. Seguramente, uma exposição sobre Ioga, ou Concentração, será feita agora.

A partícula sânscrita atha, que é traduzida por “seguramente”, sugere ao discípulo que um determinado assunto será abordado, exige sua atenção e também serve como um sinal de bênção. Monier Williams diz que essa “é uma partícula auspiciosa e iniciadora que freqüentemente não é fácil de traduzir”.

2. Concentração, ou Ioga, é a inibição das modificações do princípio pensante.

Em outras palavras, a falta de concentração do pensamento se deve ao fato de que a mente – aqui chamada de “princípio pensante” – está sujeita a constantes modificações devido à sua dispersão por uma multiplicidade de objetos. Assim, a “concentração” é equivalente à correção de uma tendência à dispersão, e à obtenção do que os hindus chamam de “unidirecionalidade”
[1], o poder de aplicar a mente, em qualquer momento, à consideração de um só ponto ou aspecto do pensamento, com a exclusão de todos os outros.

É sobre esse Aforismo que o método do sistema está baseado. O motivo de ausência de concentração, em qualquer situação, é que a mente é modificada por qualquer assunto ou objeto colocado diante dela: é como se ela se transformasse naquele assunto ou objeto. A mente, portanto, não é o poder supremo ou mais elevado; ela é somente uma função, um instrumento com o qual a alma trabalha e sente as coisas e experiências sublunares. O cérebro, no entanto, não deve ser confundido com a mente, porque ele é, por sua vez, apenas um instrumento dela. A conclusão que se segue é que a mente tem seu próprio plano, diferente do plano da alma e do plano do cérebro, e o que se deve aprender é a usar a vontade, que também constitui uma força diferente da mente e do cérebro, de um modo tal que ao invés de permitir que a mente vá de um assunto para outro ou de um objeto para outro, nós a usaremos como um instrumento a qualquer momento e durante um período tão longo quanto quisermos, para análise do que seja que nós tenhamos decidido escolher.


3. Durante a concentração, a alma permanece no estado de espectador sem um espetáculo.


Isto diz respeito à concentração perfeita, que é aquela condição em que, pela inibição das modificações mencionadas no Aforismo 2, a alma é levada a um estado em que não há nenhum resíduo ou impressão de qualquer assunto. A “alma” mencionada aqui não é Atma, o espírito.


4. Em situações diferentes daquela da concentração, a alma tem a mesma forma que durante a modificação da mente.

Isto diz respeito à condição da alma durante a vida comum, quando a concentração não é praticada, e significa que, quando o órgão interno, a mente, é afetado através dos sentidos ou modificado pela forma de algum objeto, a alma também – vendo o objeto através do seu órgão, a mente – é alterada assumindo de certa maneira aquela forma; assim como uma estátua de mármore branca como a neve, se for vista sob uma luz vermelha, parecerá vermelha ao observador, e será vermelha enquanto a luz colorida estiver sobre ela.

5. As modificações da mente são de cinco tipos, e são dolorosas ou não dolorosas;

6. Elas são: cognição correta, concepção equivocada, fantasia, sono e memória.

7. A cognição correta resulta de percepção, dedução e testemunho.

8. A concepção equivocada é a noção errada que surge da falta de cognição correta.

9. A fantasia é uma noção que não possui nenhuma base real e que segue um conhecimento transmitido por palavras.

Por exemplo, os termos “os chifres de uma lebre” ou “a cabeça de Rahu”, nenhum dos quais possui nada na natureza que corresponda à noção. Uma pessoa que ouça a expressão “a cabeça de Rahu” naturalmente imagina que exista um Rahu que possua a cabeça, mas na verdade Rahu – um monstro mítico a que se atribui o ato de engolir o sol, causando os eclipses – é apenas uma cabeça e não possui um corpo
[2]; e, embora a expressão “os chifres de uma lebre” seja usada freqüentemente[3], é bem sabido que não existe tal coisa na natureza. De modo semelhante, as pessoas continuam a falar que o Sol “nasce” e “se põe”, embora elas defendam uma teoria bem diferente.


10. O sono é aquela modificação da mente que ocorre quando a mente abandona todos os objetos, porque todos os sentidos e faculdades do estado de vigília ficaram em suspenso.

11. A memória é o ato de não afastar da mente um objeto do qual se teve consciência.

12. A inibição das modificações da mente, já mencionada, deve ser obtida por meio de exercício e de desapego
[4].

13. O exercício é um esforço ininterrupto, ou repetido, para que a mente permaneça em estado imóvel.

Isso significa que para adquirir concentração nós devemos fazer esforços, uma e outra vez, para obter um controle sobre a mente que nos permita, a qualquer momento que nos pareça necessário, colocá-la em uma condição de imobilidade ou focá-la sobre um ponto qualquer com exclusão de todos os outros.

14. Esse exercício é uma posição firme mantida em função do objetivo que se tem em vista, e na qual se persevera durante um longo tempo sem intervalo.

O estudante não deve concluir que jamais poderá adquirir concentração a menos que dedique todos os momentos da sua vida a ela, porque as palavras “sem intervalo” se referem ao período de tempo que foi destinado à prática.

15. Desapego é haver vencido os desejos pessoais.

Isto é –a obtenção de um estado de espírito em que a consciência não é afetada por paixões, desejos e ambições, que ajudam a causar modificações da mente.

16. O tipo mais elevado de desapego é indiferença a tudo exceto à alma, e essa indiferença surge de um conhecimento da alma como algo diferente de tudo o mais.

17. Há um tipo de meditação chamado “aquilo em que há uma cognição clara”, e que se dá em quatro partes, devido a argumentação, deliberação, beatitude e identificação com o eu.

O tipo de meditação referido aqui é uma ponderação na qual a natureza daquilo em que se reflete é bem conhecida, sem dúvida ou erro, e é uma cognição nítida que exclui qualquer outra modificação da mente, exceto aquela sobre a que se pondera..

(1) A divisão argumentativa dessa meditação é uma ponderação sobre um assunto com argumentação sobre a sua natureza em comparação com algo mais; como, por exemplo, a questão sobre se a mente é produto da matéria ou precede a matéria.

(2) A divisão deliberativa é uma ponderação em relação a de onde veio, e onde está, o campo de ação dos sentidos mais sutis e da mente.
(3) A condição beatífica é aquela em que as forças mais elevadas da mente, junto com a verdade no sentido abstrato, são objeto da ponderação.

(4) No nível da identificação com o eu, a meditação já alcançou tamanha altitude que todos os assuntos inferiores foram afastados, e nada permanece exceto a cognição do eu, que então se torna a base para alcançar graus superiores de meditação.

Como resultado da obtenção do quarto nível, chamado do eu, resulta um claro reconhecimento de que o objeto ou assunto com que começou a meditação se perde e só existe a auto-consciência; mas essa auto-consciência não inclui a consciência do Absoluto ou Alma Suprema.

18. A meditação descrita acima é precedida pelo exercício de pensar sem argumentação. Outro tipo de meditação consiste na auto-reprodução do pensamento depois que todos os objetos saem do campo da mente.

19. O estado meditativo alcançado por aqueles cuja percepção não alcança o puro espírito depende do mundo fenomênico.

20. Na prática daqueles que são, ou podem ser, capazes de percepção em relação ao puro espírito, a meditação é precedida por fé, energia, atenção
[5] (sobre um único ponto) e discernimento, ou completa percepção daquilo que deve ser conhecido.

É destacado aqui pelo comentador que “naquele que possui fé surge a energia, ou perseverança na meditação, e, perseverando, surge a memória de assuntos passados, e sua mente fica absorvida na atenção, em conseqüência da lembrança do assunto; e aquele cuja mente for absorvida pela meditação chega a um completo discernimento da matéria sobre a qual pondera”.

21. A obtenção do estado de meditação abstrata é rápido, no caso do praticante impetuoso.


22. Em função da natureza leve, intermediária ou transcendental dos métodos adotados, há uma distinção a ser feita entre aqueles que praticam Ioga.

23. O estado de meditação abstrata pode ser alcançado através de uma profunda devoção ao Espírito Supremo, considerado em sua manifestação compreensível como Ishwara.

Afirma-se que essa profunda devoção é um instrumento fundamental para alcançar a meditação abstrata e os seus resultados. “Ishwara” é o Espírito no corpo.

24. Ishwara é um espírito intocado por problemas, trabalhos, frutos de trabalhos ou desejos.

25. Em Ishwara, torna-se infinita aquela onisciência que no homem existe apenas em germe.

26. Ishwara é o instrutor de todos, inclusive dos primeiros seres criados, porque Ele não é limitado pelo tempo.

27. Seu nome é OM.

28. A repetição do seu nome deve ser feita com reflexão sobre seu significado.

Om é a primeira letra do alfabeto sânscrito. A sua pronúncia envolve três sons, o de um longo au,
o de um u curto, e o da conclusão, a consoante labial m. A essa triplicidade se atribui um profundo significado místico. Ela significa, como realidades diferentes porém unidas, Brahma, Vishnu e Shiva, ou criação, preservação e destruição. Vista como um todo, a letra implica “o Universo”. Aplicada ao homem, au se refere à centelha de Espírito Divino presente na humanidade; u, ao corpo através do qual o Espírito se manifesta; e m, à morte do corpo, ou sua dissolução em seus elementos materiais. Com relação aos ciclos que afetam qualquer sistema planetário, o OM implica o Espírito, representado por au como a base dos mundos manifestados; o corpo ou matéria manifestada é representado por u, através do qual trabalha o espírito; e, representado pelo m, “a conclusão ou o retorno do som à sua fonte”, o Pralaya ou a Dissolução dos mundos. No ocultismo prático, através dessa palavra é feita referência ao Som, ou Vibração, em todas as suas propriedades e seus efeitos, e esse é um dos maiores poderes da natureza. No uso dessa palavra como uma prática, através dos pulmões e da garganta, produz-se um efeito definido sobre o corpo humano. No Aforismo 28 esse nome é usado no sentido mais elevado, tem inclui necessariamente todos os sentidos inferiores. Toda pronúncia da palavra Om, como uma prática, tem uma referência potencial à separação consciente da alma em relação ao corpo.

29. A partir dessa repetição e da reflexão sobre seu significado, surgem o conhecimento do Espírito e a ausência de obstáculos para a obtenção da meta que se tem em vista.

30. Os obstáculos diante daquele que deseja obter concentração são doença, abatimento, dúvida, negligência, preguiça, dependência dos objetos de sentidos, percepção equivocada, impossibilidade de obter qualquer estágio de abstração, e instabilidade em qualquer estado, quando obtido.

31. Esses obstáculos são acompanhados por sofrimento, angústia, tremor e suspiro.

32. Para preveni-los, deve-se refletir sobre uma verdade.

Aqui se faz referência a qualquer verdade estabelecida que a pessoa aceita.

33. Através da prática da benevolência, da ternura, do contentamento e do desinteresse por objetos de felicidade, sofrimento, virtude e vício, a mente se torna purificada.

As principais ocasiões para a distração da mente são cobiça e rejeição, e o que o aforismo significa não é que a virtude e o vício deveriam ser vistos com indiferença pelo estudante, mas que ele não deve fixar sua mente com prazer em relação à felicidade ou virtude, nem com rejeição em relação ao sofrimento ou vício, em outras pessoas, mas deveria ver a todos com a mente inalterada; e a prática da benevolência, da ternura e do contentamento produz alegria na mente, o que gera uma tendência à força e à estabilidade.

34. As distrações podem ser combatidas por um controle ou manejo regulado da respiração, na inspiração, na retenção e na exalação.

35. Um meio para obter a estabilidade da mente pode ser encontrado em uma cognição sensorial imediata;

36. Ou, se for produzida uma cognição imediata de um assunto espiritual, isso também pode servir para o mesmo fim;

37. Ou, se o pensamento adotar como seu objeto alguém livre de paixões – como, por exemplo, um caráter idealmente puro – isso poderá servir como meio;

38. Ou a estabilidade da mente pode ser obtida refletindo sobre um conhecimento que surge em um sonho;

39. Ou pode ser obtida ponderando sobre qualquer coisa que se aprove.

40. O estudante cuja mente é assim serenada obtém uma maestria que se estende desde o nível atômico até o infinito.

41. A mente que foi treinada de tal modo que as modificações comuns da sua ação não estão presentes, mas apenas aquelas que ocorrem a partir da escolha consciente de um objeto para contemplação, é transformada à imagem e semelhança daquilo em que medita e alcança uma completa compreensão da natureza do objeto.

42. Essa transformação da mente na imagem e semelhança daquilo sobre o que ela pondera é chamada tecnicamente de condição Argumentativa, quando há uma confusão entre o nome da coisa, o significado e a aplicação daquele nome, de um lado, e o conhecimento abstrato das qualidades e elementos da coisa em si, de outro lado.

43. Quando desaparecem do plano da contemplação o nome e o significado do objeto selecionado para meditação; quando a coisa abstrata em si mesma, livre da sua distinção pelo nome, se apresenta diante da mente apenas como uma entidade, isso é o que se chama de condição não-argumentativa da meditação.

Esses dois aforismos (42-43) descrevem o primeiro e o segundo estágios da meditação, na mente adequadamente voltada para objetos de uma natureza grosseira ou material. O próximo aforismo se refere ao que ocorre quando objetos sutis, ou mais elevados, são selecionados para meditação contemplativa.

44. As condições argumentativa e não-argumentativa da mente, descritas nos dois aforismos anteriores, também ocorrem quando o objeto selecionado para meditação é sutil, ou de uma natureza superior à dos objetos sensoriais.

45. Uma meditação que tem em vista um objeto sutil termina com o elemento indissolúvel chamado matéria primordial.

46. As mudanças mentais descritas acima constituem a “meditação com semente”.

“Meditação com semente” é aquele tipo de meditação em que ainda há diante da mente um objeto definido sobre o qual se medita.

47. Quando a Sabedoria foi alcançada, através da obtenção do estado não-deliberativo da mente, há clareza espiritual.

48. Nesse caso, portanto, há aquele conhecimento que está absolutamente livre de erro.

49. Esse tipo de conhecimento difere do conhecimento resultante de testemunho e dedução; porque, quando a busca de conhecimento se baseia em testemunho e dedução, a mente precisa considerar muitos detalhes e não está voltada para o campo geral do conhecimento em si.

50. O fluxo de pensamento auto-reprodutivo que resulta disso anula todos os outros fluxos de pensamento.

Afirma-se que há dois principais fluxos de pensamento: (a) aquele que depende de sugestão feita seja por palavras de outra pessoa, ou por uma impressão com impacto sobre os sentidos ou a mente, ou por associação; (b) aquele que depende inteiramente de si mesmo, e reproduz de si mesmo um pensamento idêntico ao anterior. E quando o segundo tipo de fluxo de pensamento é obtido, o seu efeito age como um obstáculo para todos os outros fluxos de pensamento, porque por sua natureza ele repele ou expele da mente qualquer outro tipo de pensamento. Como foi mostrado no aforismo 48, o estado mental chamado “não-argumentativo” está absolutamente livre do erro, já que nada tem a ver com testemunho ou dedução, mas é conhecimento em si, e portanto põe um fim, a partir da sua própria natureza, a todos os outros fluxos de pensamento.

51. Esse fluxo de pensamento em si mesmo, com apenas um objeto, também pode ser parado, e nesse caso é obtida a “meditação sem semente”.

A “meditação sem semente” é aquela em que a atividade da mente foi levada a um ponto em que o objeto escolhido para meditação desaparece do plano mental, e não há mais qualquer reconhecimento dele, mas apenas – como decorrência – um pensamento progressivo em um plano mais elevado.

Que Ishwara possa estar por perto e ajudar aqueles que leiam esse livro.

OM

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Terça-feira, 5 de Agosto de 2008

HISTÓRIA DO TAROT

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HISTÓRIA DO TAROT


Acredita-se que os baralhos nasceram de lâminas sol­tas de um livro sagrado, egípcio. Os hierofantes (sacer­dotes) a fim de preservar seus conhecimentos através dos tempos, sem que os mesmos caíssem em mãos pro­fanas, anotaram . Anotaram seus mistérios nessas lâminas, ocultando sua significação sob uma simbologia hierática, es­pécie de código religioso,, só conhecido deles.

As lâminas foram copiadas e correram mundo. Os iniciados usavam-nas em manipulações que, aos leigos, pareciam ser jogos. Os soldados imitaram os iniciados, passando a usar lâminas iguais em jogos diversos, e o jogo do baralho se universalizou, percorrendo os povos conhecidos de então. Como a maioria dos países eram governados por reis e sua côrte o símbolos representantes sacerdote, da sacerdotiza, etc. passaram a ser representados por reis, rainhas e duques que, como pas­sar dos tempos, ficaram conhecidos como rei, dama, va­lete etc.

Mas o sentido mágico, místico, religioso das lâminas não se perdeu, passando a ser usados inclusive pelos ciganos, a fim de consultar o futuro, ver os acontecimen­tos e, daí o "ver a sorte", “la buena dicha" e, como o mundo está cheio de ingênuos, desesperados, apaixona­dos e tudo o mais, o campo da cartomancia começou a ser invadido por espertalhões, que de nada entendiam, e exploravam a fé dos incautos, provocando reações, às vezes violentas, das autoridades civis, militares e religio­sas. E o baralho passou a ser apenas peças de jogos.

Os tempos passam, livros são consultados, mistérios de ontem se tornam do conhecimento popular. Assim também a significação das famosas lâminas egípcias pode, hoje em dia, ser levada a público sem quaisquer proibi­ções. Mas, como dizia Jesus Cristo, muitos serão os cha­mados, poucos os escolhidos, também na cartomancia acontece isso.

De todas as cabalcas e ciências antigas, aquela que obteve maior popularidade e crédito através dos tempos mais remotos foi, sem dúvida, a arte de conhecer o desti­no, passado, presente e futuro, pelo jogo de cartas.

Os egípcios e os romanos já a usavam, se bem que com figuras e marcas diferentes. Assim também os chi­neses, japoneses, hindus e outros povos. Naturalmente todos eles usavam simbologia diferente dos baralhos mo­dernos.

Na França, na Inglaterra e na Alemanha, durante os quase lendários domínios feudais, a cartomancia era o modo mais rápido e seguro de se conhecer o destino, e muitos senhores de feudos, barões, duques, príncipes e outros, usavam-na até mesmo para antever o resultado de uma batalha.

Na Espanha, a super-católica Espanha, desafiando o terrível poder do Santo Ofício, a famosa Santa Inquisição que vivia fazendo churrasco de gente, a arte de lançar as cartas vicejou enormemente, com incrível difusão que che­gava ao fanatismo.

O sistema de deitar cartas não é exatamente igual, variando de país a país e, até mesmo, de cartomante a cartomante. Mas isso é próprio, pois também a música, apesar de ter somente 7 notas: do, ré, mi, fá, sol, lá, si os ritmos variam de país a país, tornando-se samba, valsa, tango, bolero. Com 7 notas se vai ao infinito. Assim também as cartas.

Já em 1.299 dC, no livro "Tratado do Governo e da Família", escrito por Sandro di Pipozza, se lê referências à cartomancia, exposta como um meio de se conseguir des­cobrir o destino das pessoas.

Antigamente dividiam-se os valores das cartas em duas grandes categorias:

1 — Na França, Bélgica, parte da Inglaterra, Suíça, Ale­manha e parte da Itália, os valores eram representa­dos por: a flor (paus), o punho de uma espada, cor respondendo cavalaria; espadas, pela ponta de uma alabarda, representando os alabardeiros; ouros, pela ponta de uma flecha, representando os arqueiros e - copas (ou coração), pela ponta de seta de uma besta (balestra) representando os besteiros. Outras difa­renças nos desenhos, que eram sempre militares, a flor (paus) nos baralhos franceses, o trifólio ou tre­vo representavam o abastecimento de víveres, co­mida; espadas representavam as armas; ouros repre­sentavam as insígnias, bandeiras, brasões etc.; copas (coração) a coragem.

Outro significado era:
*flor (paus) o camponês, o aldeão, o agricultor enfim, o homem do campo;
*es­padas, o militar, o soldado;
*ouros, o burguês, o ci­dadão rico ou de classe acima da média;
*copas (ou coração) o pároco, padre, bispo etc.
Assim repre­sentavam as 4 classes sociais da época.

2 — Na outra parte da Inglaterra, na Espanha, em Portugal e na maior parte da Itália essa simbologia era bem diferente, sendo os 4 naipes representados
pelos seguintes símbolos:

ouros, uma ou mais moedas; espadas, pelo desenho das próprias armas, mais semelhantes a punhais ou adagss que espadas; copas pelo desenho de uma taça, mais correspondente à palavra copa e paus por bastões ou cacetes.

Em 1932, conforme uma pintura de Giacomino Gringonneur, representando a donzela Odete divertindo Carlos VI, filho de Carlos V, imperador do Sacro Império Romano, as figuras eram as seguintes: os 4 Reis representavam o rei David, figurando o povo hebreu; Alexandre Magno, re­presentando o povo grego; Cesar, representando os roma­nos e Carlos Magno, o povo francês.
As 4 rainhas (ou damas) eram: Rachel ou Agnese So­rei, representando a beleza; Palade ou Joana D'Arc, a sa­bedoria; Judite ou Isabel da Baciera, a religião e Argine ou Maria D'Angio, mulher de Carlos VII, a hereditariedade (ou herança).

Os 4 valetes eram as 4 idades da cavalaria: Etore, o valor toriano; Orlando, o paladino de Carlos Magno; Lan­ciotto, o campeão da Távola Redonda, do rei Artur e La Hire, ardoroso capitão de Carlos VII.
O ás acredita-se, ou, segundo um conceito celta, re­presenta o princípio, o início, pois o Um é o começo de tudo.

Geralmente as cartas são fabricadas de cartão, carto­lina, etc. principalmente depois da invenção da imprensa. Na China eram lâminas de marfim, e no antigo Egito eram lâminas de ouro.
Autor desconhecido
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Domingo, 3 de Agosto de 2008

VISITANTES EXTRATERRESTRES

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Nossa galáxia, a Via Láctea, tem cerca de 100 mil anos-luz de diâmetro e mais de 10 bilhões de anos de existência. Desde a sua formação, um raio de luz poderia tê-la atravessado de ponta a ponta 100 mil vezes.


Se nós supuséssemos que apenas uma estrela em cada bilhão tem planetas onde a vida inteligente se desenvolveu, nossa galáxia teria centenas de civilizações inteligentes. Certamente, algumas delas teriam se desenvolvido bem antes de nós, talvez até antes do nascimento do Sol há 5 bilhões de anos.

Essas civilizações teriam tido bilhões de anos para desenvolver sua tecnologia e viajar pela galáxia, colonizando planetas pelo caminho. Mesmo que suas espaçonaves viajassem a apenas 10% da velocidade da luz, elas poderiam ter atravessado a galáxia inteira milhares de vezes.

Será que nós somos assim tão insignificantes que fomos esquecidos pelos extraterrestres?



Fonte:"Visitantes extraterrestres"

Marcelo Gleiser
especial para a Folha


Marcelo Gleiser é professor de física teórica doDartmouth College, em Hanover (EUA), e autor do livro "A Dança do Universo"


Disclosed Project
http://www.disclosureproject.org/

video legendado:

http://video.google.com/videoplay?docid=-2425164651672376306



Disclosure Project

http://www.anjodeluz.com.br/disclosure.htm

O Disclosure Project é uma iniciativa que surgiu da reunião de mais de 400 testemunhas idôneas, sendo várias dezenas de profissionais de Inteligência, Defesa e Ciência, de várias áreas do governo americano e de empresas a ele ligadas ou não. De acordo com o porta-voz e diretor da organização, o médico Steven Greer, desde a coletiva de imprensa realizada em 9 de maio de 2001, muito mais gente tem se reunido a seu movimento. Mas ao mesmo tempo, ele teme que medidas também estejam sendo tomadas para a destruição de provas e para desviar a atenção (vide 11/09) do que realmente importa. Para ele, o que começou, em meados da década de 40, como uma operação de acobertamento de fatos que pudessem desestabilizar a sociedade evoluiu para uma “elite” que governa secretamente tudo o que é relacionado com contatos, tecnologia e, por que não dizer, diplomacia extra-terrestre. O que mais chama a atenção é a forma como tal conspiração flui naturalmente, sem a necessidade de grandes esforços para que a verdade se mantenha escondida.


A maior parte do conteúdo realmente interessante sobre o assunto disponível na net é um DVD de duas horas, com os testemunhos mais impressionantes e a coletiva à imprensa de 2001, ambos devidamente ripados e postados no Youtube e no Google Video. Achei muito pouco material traduzido, nada de transcrições e muito menos legendas. Então postarei aqui os depoimentos das 20 primeiras testemunhas (incluindo o próprio Dr. Greer), com breves resumos baseados no que achei em um blog em inglês. Estes depoimentos são curtos e sucintos, pois foi apenas a coletiva de “batismo” do projeto. O DVD de duas horas traz estas mesmas testemunhas e mais outras, que detalham suas experiências em pormenores surpreendentes. Todo esse material, repito, está no Youtube e no Google Vídeo de forma integral, apenas não está traduzido.

1ª Testemunha: John Callahan, da divisão de Investigações e Acidentes da FAA, a Infraero dos EUA
Relata um incidente no Japão, em 18 de novembro de 1986, quando foram gravados, pela primeira vez, dados de um avistamento por radar de um OVNI. Callahan chegou a entregar um relatório à FAA, com gravações das vozes dos controladores e pilotos, vídeo gravado durante o contato e os dados de telemetria do rastreamento do OVNI. Mas tomou o cuidado (ou correu o risco) de preservar os originais.

http://video.google.com/videoplay?docid=5421829264306621617&pr=goog-sl


2ª Testemunha: Tenente-Coronel Charles Brown, que chefiou o Departamento de Investigações Especiais da Força Aérea, conhecido como Projeto Grudge, em 1949 (anterior ao Blue Book)Afirma que muitas das aparições de OVNI’s com as quais lidou tiveram, ao contrário do que foi declarado, confirmação de contato visual e por radar, tanto em terra como em vôo.

http://video.google.com/videoplay?docid=-4066803210185335286&pr=goog-sl


3ª Testemunha: Michael Smith, controlador de tráfego aéreo da Força Aérea americana entre 1967 e 1973, em Klamath Falls, Oregon.O primeiro incidente que ele descreve ocorreu no começo de 1970, quando chegou para trabalhar e encontrou seus colegas assistindo a um OVNI no radar. O objeto surgiu a 80.000 pés, desceu abaixo do nível do radar para reaparecer, 200 milhas adiante, de volta aos 80.000 pés, manobra que repetiu várias vezes seguidas. Quando contatou o NORAD, lhe foi ordenado que nunca escrevesse nada em nenhum relatório sobre OVNI’s e que qualquer avistamento deveria ser tratado em need to know basis* (ou seja, fica só entre nós). Pouco tempo depois, foi avisado pelo NORAD que um OVNI viria em sua direção a partir da costa da Califórnia. Intrigado, perguntou o que eles queriam que ele fizesse, ao que eles responderam – Nada. Era apenas para avisar quem tinha que saber.**need to know é um procedimento de segurança de informação, onde a mesma é acessível apenas a quem “precisa saber”, e inacessível mesmo a quem tem o direito, legal, oficial, burocrático ou o que seja, de acessá-la.


Em 1972, enquanto em St. Marie, Michigan, com o 753º Esquadrão de Radar, Michael recebeu ligações dos policiais locais em pânico, que estavam em perseguição a três OVNI’S. Tendo se confirmado da presença dos objetos em sua tela de radar, notificou o NORAD, que desviou dois B-52’s das redondezas para evitar problemas de proximidade. Foi então ordenado que respondesse à polícia que não via nada no radar.

http://video.google.com/videoplay?docid=-6169416847204561230&pr=goog-sl


4ª Testemunha: Enrique Kolbeck, controlador de tráfego aéreo mexicanoO primeiro incidente a que ele se refere foi uma confirmação por radar, em 4 de março de 1992, de 15 objetos 50 milhas a oeste do aeroporto de Toluca. A seguir, ele prossegue relatando que duas quase-colisões com OVNI’s ocorreram. A primeira em 28 de julho de 1994, às 22:20h, envolvendo o vôo 129 para o México. O segundo, apenas uma semana depois, envolvendo o vôo 904 para o México às 11:30. Ambos incidentes foram detectados pelo radar. Finalmente, desta vez com um novo equipamento de radar, em 15 de setembro de 1994, um objeto foi avistado estacionário por 5 horas! Esta era uma ocorrência bem estranha, e o equipamento foi checado. Não foram encontradas falhas. No dia seguinte, o avistamento foi relatado por numerosas pessoas ao sudeste do aeroporto de Toluca, na cidade de Metepec: um disco de 15 metros de diâmetro.

http://video.google.com/videoplay?docid=8695153620739467726&pr=goog-sl

5ª Testemunha: Comandante Graham Bethune, Marinha Americana (aposentado, falecido recentemente)

Relata um incidente de grandes proporções que aconteceu em 10 de fevereiro de 1951. Voando de Keflevic, Islândia, para Argentia, em Newfoundland, à noite e a aprox. 310 milhas antes de Argentia, sua tripulação relatou luzes na água, como um cidade. Essas luzes desapareceram e então um disco voou a partir do local das luzes e passou a interagir com o avião que o Comandante Bethune pilotava. Ele explica que vários dos equipamentos do avião foram afetados pela aeronave em foram de disco, que foi captada no radar com velocidade acima de 1.800 milhas por hora. Além da tripulação, os 31 passageiros do avião testemunharam o evento, sobre o qual o Comandante produziu um relatório de 18 páginas para a Marinha e a Força Aérea.

http://video.google.com/videoplay?docid=7058873821224176981&pr=goog-sl

6ª Testemunha: Dan Willis, Marinha dos Estados UnidosDeclara que trabalhou na “Code Room” (sala de código) da estação de Comunicações Navais em San Francisco. Em 1969, recebeu uma mensagem prioritária de um navio perto do Alaska, classificada como top secret. O navio relatou a emergência, do oceano, de um objeto elítptico, que brilhava em laranja-avermelhado, com aprox. 70ft de diâmetro (20m), o qual foi rastreado pelo radar viajando a mais de 7.000 milhas por hora. Anos depois, enquanto trabalhava em San Diego, um colega que já tinha trabalhado no NORAD notou objetos nas telas de radar saindo da escala, fazendo viradas de 90°. Quando levou isso a seu supervisor, esse disse que “foi só uma visita dos nossos amiguinhos”.

http://video.google.com/videoplay?docid=3200467686081156159&pr=goog-sl

7ª Testemunha: Don Philips, ex-empregado da Lockheed Skunkworks e ex-contratante da CIA
Descreve um incidente perto da Área 51, onde 6 ou 7 OVNI’s se exibiram sobre a base. Voando a velocidades de 2.400 a 3.800 milhas por hora, parando subitamente e voando em ângulos agudos, os objetos depois formaram um círculo, que entrou em rotação acelerada até se unir em um ponto e sumir. O evento foi registrado por radar.

http://video.google.com/videoplay?docid=4323324786586376866&pr=goog-sl

8ª Testemunha: Capitão Robert Salas, Força Aérea dos Estados UnidosEm 16 de março de 1967, na base da Força Aérea de Malmstrom, em Montana, Salas era o Oficial de Lançamento de Mísseis. Um guarda de segurança o telefonou e falou sobre estranhas luzes no céu. Mais tarde, recebeu outra chamada, dizendo que havia um OVNI pairando sobre o portão frontal. Quando Robert Salas ligou para seu supervisor para notifica-lo da situação, os mísseis sob seu comando começaram a ser desativados, entrando em modo de não-lançamento. Ele perdeu de 6 a 8 mísseis naquele dia e a base de lançamento Echo Flight perdeu todos seus dez mísseis sob circunstâncias similares. Depois, descobriu que algo semelhante ocorrera em Minot, North Dakota, que em agosto de 1966 experimentara eventos similares, com aparições de OVNI’s sobre silos de mísseis.

http://video.google.com/videoplay?docid=7200733055531001917&pr=goog-sl



9ª Testemunha: Tentente-Coronel Dwynne Amesson, Força Aérea dos Estados Unidos
Em seu testemunho, Amesson relata três experiências relacionadas a OVNI’s. Primeiro, enquanto trabalhava na base da USAF de Ramstein, na Alemanha, no começo da década de 60. A cargo do Centro de Criptografia, leu uma mensagem que dizia que um OVNI havia caído na ilha de Spitzberg, na Noruega, e que um time de cientistas estava a caminho para investigar o acidente. Depois, quando lotado na 28ª Divisão Aérea de Great Falls, Montana, a cargo das comunicações, recebeu uma mensagem confirmando o problema de Robert Salas com o silo de mísseis. Finalmente, quando Comandante de uma unidade na mesma base, guardas de segurança da base de Loren relataram o avistamento de OVNI’s perto de instalações de armamento nuclear.

http://video.google.com/videoplay?docid=-4667797123865438505&pr=goog-sl



10ª Testemunha: Hartland Bently, Soldado de Primeira Classe, Exército dos EUAServindo no norte de Washington, DC, em maio de 1958, às 6:00h, ouviu um ruído que soava como um “transformador pulsante”. Ele afirma que a nave mergulhou rumo ao solo, com o impacto causando a queda de vários pedaços (?) e depois a nave levantou vôo novamente. Na noite seguinte, a base de mísseis de Gettysburg lhe telefonou e relatou que havia de 12 a 15 OVNI’s flutuando a 50~100 pés acima dele. Hartland perguntou: “que barulho eles fazem?” O interlocutor retirou o headphone e disse “Escute!” Era o mesmo som que ouvira antes, mas obviamente havia mais de um deles. Hartland imediatamente ligou seu radar e captou o objeto sobre o silo. Na outra passagem do radar, o objeto já estava a 2/3 do caminho para fora da tela, o que sugere uma velocidade acima de 17.000 milhas por hora. Dez anos depois, enquanto trabalhava em um projeto secreto na Califórnia, entre as 2 e 3 da manhã captou o link entre Houston e os astronautas, que diziam que um OVNI estava em curso de colisão com o módulo que dava a volta por trás da Lua.


Servindo no norte de Washington, DC, em maio de 1958, às 6:00h, ouviu um ruído que soava como um “transformador pulsante”. Ele afirma que a nave mergulhou rumo ao solo, com o impacto causando a queda de vários pedaços (?) e depois a nave levantou vôo novamente. Na noite seguinte, a base de mísseis de Gettysburg lhe telefonou e relatou que havia de 12 a 15 OVNI’s flutuando a 50~100 pés acima dele. Hartland perguntou: “que barulho eles fazem?” O interlocutor retirou o headphone e disse “Escute!” Era o mesmo som que ouvira antes, mas obviamente havia mais de um deles. Hartland imediatamente ligou seu radar e captou o objeto sobre o silo. Na outra passagem do radar, o objeto já estava a 2/3 do caminho para fora da tela, o que sugere uma velocidade acima de 17.000 milhas por hora. Dez anos depois, enquanto trabalhava em um projeto secreto na Califórnia, entre as 2 e 3 da manhã captou o link entre Houston e os astronautas, que diziam que um OVNI estava em curso de colisão com o módulo que dava a volta por trás da Lua.

http://video.google.com/videoplay?docid=9086672694920408346&pr=goog-sl



11ª Testemunha: John Maynard, Sargento de Primeira Classe do Exército americano (aposentado)Tinha como incumbência a checagem, catalogação e encaminhamento de documentos secretos. Para tanto, era obrigado e ler todos, um por um, e checar se estavam completos para que seguisse ao destinatário. Ele afirma ter visto muitas, mas muitas referências a OVNI’s, incluindo fotos MPIC e relatórios sobre abatimentos desses objetos. Afirma que os “black projects”, projetos secretos que correm sem acesso até mesmo para o Presidente, existem de fato e que fora convidado para participar, mas recusou.

http://video.google.com/videoplay?docid=8757759886421304892&pr=goog-sl


12ª Testemunha: Sargento Karl Wolf, Engenheiro de Equipamentos Fotográficos Eletrônicos de Precisão da Força Aérea dos EUACom uma autorização para nível CRYPTO de segurança, trabalhou na base aérea de Langley, Virgínia. Em meados de 1965, foi transferido para o projeto do Lunar Orbiter da NASA, no Campo Langley. Um Dr. Colly estava no comando e tinha um equipamento danificado a ser reparado no local. Karl ficou espantado ao ver tantos cientistas de todo o mundo por lá. Enquanto consertava o equipamento, um colega piloto, assim como ele de Segunda Classe, lhe mostrou fotos de uma base na parte oculta da Lua. As fotografias claramente mostravam estruturas, em formato de cogumelo e edifícios esféricos com duas torres. Karl terminou seu serviço na expectativa de que isto fosse anunciado nos próximos dias. Trinta anos depois, nada.

http://video.google.com/videoplay?docid=-5599752745422246667&pr=goog-sl

13ª Testemunha: Donna Hare, funcionária da NASAContratada como Designer e Ilustradora, desenhou mapas para alunissagem e decolagem e trabalhava a maior parte do tempo no prédio 8. Enquanto fazia um trabalho extra entre as missões, entrou em um laboratório fotográfico no prédio em frente na qual alguém lhe mostrou uma foto com um OVNI. A pessoa que mostrou lhe informou que tinha como obrigação apagar qualquer evidência de coisas estranhas nas fotos antes de liberá-las ao público. Um guarda lhe contou que, quando fora ordenado que queimasse algumas fotos, sem olhar o que havia nelas, e (é lógico) olhou para uma delas e viu um OVNI, no mesmo momento em que foi golpeado pelo cabo de uma arma. Ela afirma que as pessoas que sabem convivem com as que não sabem e ninguém desconfia de nada.

http://video.google.com/videoplay?docid=7184352325309233612&pr=goog-sl


14ª Testemunha: Larry Warren, Oficial de Segurança da Força Aérea americana
Alega que vigiava armas nucleares armazenadas na base americana de Bentwaters e ocorreu um incidente com aliens no local durante um período de três dias.

http://video.google.com/videoplay?docid=1658651046540909430&pr=goog-sl

15ª Testemunha: George A. Filler, III, Ex-piloto e Oficial de Inteligência da Força Aérea dos EUA (aposentado)Esta testemunha não acreditava em OVNI’s até lhe ser ordenado que perseguisse um, em 1962. Relata que o objeto decolou rumo ao espaço de modo similar ao ônibus espacial. A partir disso, passou a fazer relatórios para colegas oficiais sobre OVNI’s no Vietnã Em 1976, relatou a um general na base aérea Maguire sobre um incidente no espaço aéreo iraquiano. Em 18 de janeiro testemunhou a descida de um OVNI nessa mesma base, do qual saiu um alienígena que foi baleado, tentou fugir e foi achado morto depois de pular a primeira cerca da base.

http://video.google.com/videoplay?docid=-3454935388085436735&pr=goog-sl

16ª Testemunha: Sargento Clifford Stone, Exército dos EUAStone conta como os americanos recuperaram objetos extra-terrestres e que ele mesmo estava envolvido nestas operações de resgate. Em 1969 participou da recuperação de uma destas naves enquanto lotado no Fort Lee, em Virgínia, enviado a uma localidade remota da Pensilvânia como parte da equipe reserva, pois suspeitava-se de radiação no local. Nesta apresentação, o sargento não diz muito, mas no DVD ele revela várias missões nas quais se envolveu e afirma que há mais de 50 espécies conhecidas de extra-terrestres.

http://video.google.com/videoplay?docid=-5232241059912541031&pr=goog-sl

17ª Testemunha: Mark Candish, Força Aérea dos EUAEm 1967 assistiu com um telescópio uma aparição de dez minutos de um OVNI sobre uma base aérea americana.Em 1988, um colega de faculdade, Brad Sorrenson, lhe contou que ele pessoalmente viu três OVNI’s em um enorme hangar na base aérea Norton, durante uma exposição, no dia 12 de novembro de 1988. Mark ligou para seu congressista, que confirmou a exposição de Reproduções de Veículos Alienígenas. Apresenta um diagrama da aeronave com base na descrição de seu colega.

http://video.google.com/videoplay?docid=7538313574481723773&pr=goog-sl

18ª testemunha: Daniel Sheehan, advogadoO advogado, consultor jurídico do Disclosure Project, foi contatado por Marta Smith em 1977. Ela o informou que naquele ano o presidente Carter convocou um encontro com a CIA e exigiu informações sobre OVNI’s e qualquer informação existente sobre inteligência extra-terrestre. O pedido de Carter foi negado pelo diretor da agência na época, George Bush, o pai. Conseguiu acesso restrito a partes do projeto Blue Book naquele mesmo ano de 1977, no Edifício Madisson, onde viu fotografias de um OVNI acidentado cercado de pessoas da Força Aérea. Proibido de tirar qualquer cópias ou fazer anotações, conseguiu copiar caracteres que apareciam na nave em um bloco amarelo.

http://video.google.com/videoplay?docid=3633482888896302644&pr=goog-sl&hl=en



19ª Testemunha: Dra. Carol RosinApresentada ao falecido Dr. Werner von Braun em 1974, a então professora da 6ª série foi alertada pelo cientista alemão da necessidade de parar com o armamento do espaço. Segundo o pai da tecnologia de foguetes, cinco cartas seriam utilizadas pelos interessados em fabricar armas: primeiro os russos, depois os terroristas, em seguida as nações “malignas” do 3º mundo, os asteróides e, finalmente, uma ameaça alienígena.

http://video.google.com/videoplay?docid=-5365120914943775711&pr=goog-sl&hl=en


20ª Testemunha: Dr. Steven Greer, diretor do Disclosure ProjectO Dr. Greer explica que havia até então mais de 5 horas de depoimentos de testemunhas, e que essa coletiva fora uma pequena amostra. Ele clama por audições públicas e investigações no Congresso para desclassificar toda e qualquer informação sobre o assunto. Reafirma que já dominamos, através de engenharia reversa, a tecnologia que nos permitiria viver em um mundo mais limpo e mais humano. Insiste na desmilitarização do espaço e na predisposição de convivência pacífica com as outras espécies alienígenas.

http://video.google.com/videoplay?docid=-2268602089616309282&pr=goog-sl



Depois desta coletiva, todos os pedidos da organização têm sido negados pelos órgãos de inteligência e segurança americanos, mas as testemunhas se multiplicam e as evidências continuam se acumulando.

Veja o DVD com os testemunhos integrais (2h) aqui:

Parte 1: http://video.google.com/videoplay?docid=6552475158249898710&q=disclosure+project

Parte 2: http://video.google.com/videoplay?docid=-4694075066240662837&q=disclosure+project


Agradecimento ao WINSTON pela pesquisa e texto.
http://video.google.com/videoplay?docid=-2425164651672376306


Nova Testemunha Militar confirma vida ET em Roswell


Steven M. Greer - Diretor do "Disclosure Project" informa que uma nova testemunha da Inteligência Militar confirma conhecimento de que uma vida biológica extraterrestre sobreviveu à queda do disco voador em Roswell, Novo México.


A testemunha viu um ET vivo 3 anos após o famoso incidente de 1947. Em 1950, esta testemunha, que estava em uma instalação militar na costa Leste, viu um ET de 1,20 metros de altura, que estava sendo mantido em uma cela em um bunker protegido. Aparentemente o ET foi transportado para a instalação para estudos. A testemunha que é altamente séria, diz que este ET foi o único remanescente da queda do disco em Roswell em 1947. O ET tinha uma cabeça maior do que a humana, e era de cor amarelo-acinzentada. O ET estava em uma cela pequena e vigiada por guardas armados. Esta testemunha afirma que outro ET também sobreviveu à queda, mas que morreu depois sob custódia.


Uma testemunha militar em separado, cujo pai era um oficial sênior do governo americano, disse ao "Disclosure Project" que seu pai fez uma confissão no leito de morte na qual diz ter visto um ET em uma instalação perto de onde a testemunha da Inteligência Militar viu o ET.
Recentemente o depoimento selado do Tenente Walter Haut foi liberado após a sua morte onde ele confirmou a origem extraterrestre do objeto em forma de ovo que caiu no Novo México em 1947.

O Dr.Greer disse: "Há crescente evidência de veículos extraterrestres visitando a Terra por muitas décadas e isso é mantido em segredo por outras razões além da segurança nacional. A energia e o sistema propulsor por trás dessas espaçonaves estão sendo estudados e mantidos em segredo porque a revelação disso representaria o fim da necessidade de petróleo, gasolina, carvão e outras formas de energia poluidora mas altamente lucrativa. O evento de Roswell é apenas um de muitos e mostra que projetos mal-dissimulados estão lidando com um problema que seria melhor gerenciado por cabeças mais tranqüilas: A queda em Roswell foi deliberadamente um ataque à um veículo extraterrestre, e outros eventos do tipo "Star Wars" ocorreram onde operações militares tinham como alvo estes visitantes.É um jogo perigoso e desnecessário que necessita de vigilância pública e abertura total às pessoas. Ao invés de nos engajarmos em ações hostis, nós precisamos formar um corpo internacional para lidar abertamente com este assunto e fazermos contato pacífico com estes visitantes. Militarizar o espaço e alvejar esses veículos extraterrestres é perigoso, burro e altamente arriscado. É hora da verdade ser conhecida abertamente e ser feito contato pacífico por aqueles que possam responder a este desafio de maneira pacífica. As tecnologias avançadas que resultaram de pesquisas pagas pelos contribuintes devem ser liberadas para que possamos passar para o próximo capítulo da civilização humana, um futuro pós-carbono, livre de nosso vício por petróleo e do malefício causado ao Eco-sistema da Terra."


O "Disclosure Project" está clamando por audiências abertas no Congresso sobre o assunto e já identificou centenas de militares, agentes da inteligência e testemunhas corporativas de eventos e projetos relacionados aos encontros extraterrestres. Em Maio de 2001, o Disclosure Project organizou uma conferência de imprensa no Clube Nacional da Imprensa em Washington, onde 20 desses oficiais militares declararam o que haviam testemunhado sobre eventos de ETS / OVNIS quando estavam na ativa. Seus testemunhos podem ser vistos no site do "Disclosure Project".
ou aqui
Disclosure Project


Entrevista realidade Oculta -- Disclosure Project (traduzida)

http://www.realidadeoculta.com/disclosure2.html



Veja as imagens do original
Aqui. ( Inglês )

Primeiro agradeci a entrevista, falei do meu site,Expliquei que o meu português poderia não ser 100% correcto, etc. Depois passei às perguntas, via email.


Realidadeoculta: O Disclosure Project foi criado pelo Dr Steven Greer , que agrupou em 1993 quase 400 testemunhas de eventos ovni e projectos , dezenas deles cientistas, e ex-profissionais de defesa e inteligência, por acaso a CIA ou a NSA tentaram descredibilizar-vos?

Disclosure Project:Bem, alguém na NSA bloqueou a nossa conferência para a imprensa via internet de 9 de Maio de 2001. A descridibilização é algo subtil, eles infiltram-se em grupos de ufologistas e dizem e fazem coisas, para fazer que pareçamos más pessoas, mas não nos preocupamos muito acerca deles...


Realidade Oculta:Existem alguns Governos, como o Mexicano ou Francês, que estão divulgando pequenas quantidades de informação acerca de ovnis, por exemplo o México divulgou um video militar onde se viam 11 objectos voadores, ( http://tinyurl.com/22fbs1),a agência espacial francesa ( CNES ) também divulgou ficheiros ovni...O que pensam que está a ocorrer? Alguém está a fazer pressão, ou eles apenas querem preparar as pessoas para esta verdade que se aproxima?


Disclosure Project:Eles sabem que é tempo..


Realidade Oculta:Os EUA não estão mais negando a existência da famosa AREA 51, é inclusivé visível no google earth, acredito que seja porque a AREA 51 não é mais tão importante, porque existem outras bases secretas...Já ouviram falar da base de DULCE ? ( onde supostamente são levadas pessoas abduzidas )


Disclosure Project:Sim, eles fazem testes genéticos e de clonagem ali, produzem formas de vida programadas que se assemelham aos chamados “greys” , mas não há ets lá, apenas coisas que se parecem com ets..


Realidade Oculta:As testemunhas ex militares, que entrevistaram, são heróis, pois há um risco, li algumas entrevistas e vi os videos google, alguém teve problemas?

Disclosure Project:Não, nenhum deles teve problemas relacionados a serem nossas testemunhas...

Depois perguntei sobre o caso do ex militar William Cooper, que escreveu um livro e mencionava uma possível invasão alienígena..O Disclosure Project disse que não é certo basearmo-nos em tudo que é ouvido, e dizem não haver nenhuma invasão alienígena programada..

Realidade Oculta:Li algumas coisas acerca de energia do vazio, energia gratis, e que muitos cientistas que estudavam isso desapareceram, o que pensa disso?

Disclosure Project:Alguns cientistas foram incomodados e ameaçados, outros assassinados, entretanto veja o nosso novo Projecto ORION para mais informações a respeito do que estamos fazendo para colocar os investigadores trabalhando em conjunto.

Realidade Oculta:E a respeito do elemento 115 que Bob Lazar falava?http://www.boblazar.com/closed/element.htm

Disclosure Project:Não temos informação nenhuma a respeito..

Realidade Oculta:O disclosure project somente investiga temas relativos aos ovni ?

Disclosure project:Sim.

Realidade Oculta:Acreditam que existam sociedades secretas como os illuminati, que controlam a CIA e agências de inteligência?

Disclosure Project:Sim...

Realidade OcultaO que acham a respeito do projecto Alternativa III , existem humanos secretamente em Marte?

Disclosure project:Não temos nenhuma confirmação a respeito disso...

Realidade Oculta:O que são os crop-circles? Mensagens dos extraterrestres para nós, ou mensagens de ets hóstis para outras raças et no exterior?

Disclosure project:Não há raças et hostis neste planeta, crop circles são mensagens para nós de variadas formas.


Realidade oculta:Acredito que há várias raças et envolvidas com o governo ,e alguns deles ( possivelmente greys) deram tecnologia á Nasa para atacar outras raças et, como neste video que poderemos ver um laser disparado da Terra tentando atingir um ovni :http://youtube.com/watch?v=E_fyoiMjpes Acredita?


Disclosure project: Não, os et’s não nos deram alguma tecnologia, existem equipas em projectos classificados que aprenderam sobre tecnologia et através de ovnis despenhados .

Obrigado pela entrevista.

Obrigado Silvio ( de: debbie)


Aviso:Se você utilizar este texto ou divulgar, deverá mencionar a fonte: realidadeoculta.com, pois esta entrevita é exclusiva do realidadeoculta, não se encontra em mais sites na web, pois tive a minha iniciativa propria de entrevistar o grupo Disclosure project, em inglês, e traduzir em português para os leitores, portanto o meu trabalho deverá ser respeitado :)Imagens dos emails da entrevista, em original, Aqui

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Sábado, 2 de Agosto de 2008

UM PÁLIDO PONTO AZUL - CARL SAGAN

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Por Antônio Carlos
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Uma visão de nossa Terra vista do espaço, com narração do Carl Sagan (1934-1996), e excelente edição de imagens com cenas de filmes. Legendado. Muito bom para se refletir sobre o sentido de tudo. Baseado no livro "Pale Blue Dot" do Sagan.

http://br.youtube.com/watch?v=-MZzA1DjbD4

Em anexo a imagem que o inspirou. O pequeno ponto azul pálido é a Terra fotografada pela sonda Voyager 1 a uma distancia de 6,4 bilhões de quilometros, quando ela saia do Sistema Solar em Fevereiro de 1990.

O texto original:

"Look again at that dot. That's here. That's home. That's us. On it everyone you love, everyone you know, everyone you ever heard of, every human being who ever was, lived out their lives. The aggregate of our joy and suffering, thousands of confident religions, ideologies, and economic doctrines, every hunter and forager, every hero and coward, every creator and destroyer of civilization, every king and peasant, every young couple in love, every mother and father, hopeful child, inventor and explorer, every teacher of morals, every corrupt politician, every "superstar," every "supreme leader," every saint and sinner in the history of our species lived there-on a mote of dust suspended in a sunbeam.



The Earth is a very small stage in a vast cosmic arena. Think of the rivers of blood spilled by all those generals and emperors so that, in glory and triumph, they could become the momentary masters of a fraction of a dot. Think of the endless cruelties visited by the inhabitants of one corner of this pixel on the scarcely distinguishable inhabitants of some other corner, how frequent their misunderstandings, how eager they are to kill one another, how fervent their hatreds.



Our posturings, our imagined self-importance, the delusion that we have some privileged position in the Universe, are challenged by this point of pale light. Our planet is a lonely speck in the great enveloping cosmic dark. In our obscurity, in all this vastness, there is no hint that help will come from elsewhere to save us from ourselves.
The Earth is the only world known so far to harbor life. There is nowhere else, at least in the near future, to which our species could migrate. Visit, yes. Settle, not yet. Like it or not, for the moment the Earth is where we make our stand.



It has been said that astronomy is a humbling and character-building experience. There is perhaps no better demonstration of the folly of human conceits than this distant image of our tiny world. To me, it underscores our responsibility to deal more kindly with one another, and to preserve and cherish the pale blue dot, the only home we've ever known."

Carl Sagan, Pale Blue Dot, Random House, 1994Copyright © The Estate of Carl Sagan


Traduzido:

Olhem de novo para aquele ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, todos os que conhecemos de quem ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas.



Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, “superastros”, “líderes supremos”, todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol.



A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração deste ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes mal distinguíveis de algum outro canto em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes.



Nossas atitudes, nossa pretensa importância, a ilusão de que temos uma posição privilegiada no universo, tudo é posto em dúvida por este ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos.



A Terra é, até agora, o único mundo conhecido que abriga a vida. Não há nenhum outro lugar, ao menos em futuro próximo, para onde nossa espécie possa migrar. Visitar, sim. Estabelecer-se, ainda não. Goste-se ou não, no momento a Terra é o nosso posto.



Tem-se dito que Astronomia é uma experiência que forma o caráter e ensina humildade. Talvez não exista melhor comprovação das loucuras da vaidade humana do que esta distante imagem de nosso mundo minúsculo. “Para mim, ela sublinha a responsabilidade de nos relacionarmos mais bondosamente uns com os outros e de preservarmos e amarmos o pálido ponto azul, o único lar que conhecemos.”




Carl Sagan - (de “Um pálido ponto azul”, 1994).


Um outro vídeo com o mesmo tema, pode ser visto aqui (sem legendas)

http://br.youtube.com/watch?v=p86BPM1GV8M

e uma outra dublada, não muito boa, mas válida pela boa vontade de quem se dedicou a traduzir, gravar e postar no Youtube.

http://br.youtube.com/watch?v=orpltvYSUoM


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