Sábado, 15 de Março de 2008

O ESTADO DESPERTO NÃO MORRE

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http://www.dharmanet.com.br/vajrayana/chagdud.htm

Chagdud Tulku Rinpoche </a>http://www.odsalling.org/rinpoche/rinpoche-tributo.htm


Chagdud Tulku Rinpoche




"Sua primeira visita ao Brasil foi em 1991. Bem impressionado com a receptividade, fé e espiritualidade que aqui encontrou, Rinpoche incrementou a freqüência de suas visitas ao país e, em 1995, a pedido de seus alunos brasileiros, transferiu-se formalmente para a cidade de Três Coroas (RS), sendo o primeiro mestre tibetano a fazer da América Latina sua residência permanente."

Sua Eminência o 16° Chagdud Tulku Rinpoche,Padma Gargyi Wangchuk (1930-2002)
"Quando um grande mestre morre, segue-se um período em que bênçãos descem sobre quem quer que as peça com devoção. Este é o momento de rezar para que as suas aspirações mais elevadas se realizem."
— Sua Eminência Chagdud Tulku Rinpoche

Esta transmissão foi dada por ocasião do Parinirvana de um grande lama. O Rinpoche deu seu último suspiro durante a madrugada de domingo, dia 17 de novembro 2002, no Khadro Ling, Brasil.



***

A respeito da morte de seu pai e das cerimônias que serão realizadas, Jigme Rinpoche declarou:
Meu pai sofre de problemas cardíacos há bastante tempo. Nos últimos anos, ele esteve sob os cuidados de um excelente cardiologista em São Paulo. No entanto, nos últimos meses ele previu que este seria o período final de sua vida. Cancelou uma viagem aos Estados Unidos e, ao invés disso, entrou em um retiro muito restrito aqui no Khadro Ling. Insistiu em marcar ensinamentos sobre a transferência da consciência no momento da morte, e esses foram os ensinamentos que deu, até às 21h na noite anterior a sua morte.

No sábado à tarde, 16 de novembro, eu recebi um telefonema na Califórnia e me disseram que o Rinpoche teria dito: "Eu estou indo". Por um momento, fiquei chocado pois interpretei a mensagem como se ele estivesse se referindo à morte. No entanto, a pessoa que recebeu a ligação interpretou as palavras do Rinpoche como se ele estivesse indo ver seu cardiologista em São Paulo. Eu relaxei um pouco mas, na verdade, ele realmente acabou indo na manhã do domingo, por volta das 4h15min da manhã, quando seu coração parou.




Depois de seu último suspiro, meu pai permaneceu em um estado de meditação por quase seis dias, que impediu que seu corpo entrasse em processo de deterioração. A habilidade em permanecer neste estado de meditação após a respiração parar é muito conhecida entre grandes mestres tibetanos, mas as circunstâncias necessárias que permitem que isso ocorra no Ocidente são raras. Chagdud Rinpoche permaneceu sentado em uma posição natural de meditação com pouquíssimas alterações visíveis em sua cor ou expressão. Durante este tempo ninguém tocou seu corpo.

Até o sexto dia, sexta-feira, dia 22 de novembro, Rinpoche ainda não tinha nenhum sinal físico que sua meditação teria acabado. Neste meio tempo, estávamos em constante contato com um advogado e outras autoridades sobre os costumes e leis locais. No meio do dia de sexta-feira sua meditação cessou e sua mente separou-se do corpo. Em poucas horas, sua aparência mudou e ele começou a apresentar os primeiros sinais que surgem nas primeiras 24 horas após a morte.

Oficiais da vigilância sanitária inspecionaram o corpo e uma empresa de serviços funerários o transportou até o local onde ele será embalsamado. Assim que todas as providências forem tomadas, seu corpo será levado para o Nepal, onde Chagdud Rinpoche tem um centro. Extensivas cerimônias vão ser realizadas por muitos lamas elevados. Elas continuarão por sete semanas após a morte do Rinpoche, até 5 de Janeiro de 2003. Daqui a algum tempo, cerimônia acompanhadas por pessoas de todo o mundo serão realizadas e o Rinpoche será cremado. As leis do Nepal permitem este adiamento na cremação.

Todas as cerimônias tibetanas têm o mesmo objetivo principal, que é o de purificar as falhas e obscurecimentos que encobrem a pureza natural de nossa mente e de gerar o mérito que aumenta a paz e o bem-estar de todos os seres vivos. As cerimônias fúnebres refletem esta mesma intenção de uma maneira bastante intensa. Para muitas pessoas, a turbulência do momento da morte pode fazê-los esquecer seu refúgio espiritual, seja ele budista, cristão, judeu ou de qualquer outra tradição espiritual.



***
As cerimônias fúnebres feitas para um mestre espiritual como meu pai têm objetivos semelhantes, mas são diferentes no sentido de que não são realizadas para este benefício específico. Sua Eminência Chagdud Rinpoche é capaz de direcionar completamente sua própria mente durante a transição da morte e seu vasto mérito é refletido por tudo que ele foi capaz de realizar. Particularmente no Brasil, ele construiu o primeiro templo tibetano na América do Sul, com belíssimos trabalhos de arte e decoração tradicional. Até mesmo o enorme tambor, feito no Brasil, seria o mesmo encontrado no Tibete.
***
Portanto, quando realizamos as cerimônias para o Rinpoche, invocamos suas bênçãos e as de todos os seres de sabedoria, em todos os reinos de existência, para que se dê continuidade às realizações do Rinpoche nesta vida. Pedimos que suas bênçãos e nossas preces se unam para que nossas aspirações espirituais sejam alcançadas.

A morte do Rinpoche foi uma rara e preciosa demonstração de uma meditação muito elevada. O estado que ele alcançou após sua última respiração é o tipo de evento espiritual que se tornaria fonte de lendas no Tibete. É maravilhoso que este fato tenha ocorrido no Brasil. Rinpoche escolheu vir para este país porque percebeu o enorme potencial espiritual contido em muitos brasileiros. Acredito que sua forma de morrer foi o seu último ensinamento espiritual aos estudantes e amigos que ele encontrou aqui.

A generosidade dos brasileiros tem se mostrado óbvia não só pelas oferendas para as lamparinas e cerimônias, mas também pela consideração oferecida a nós pelas autoridades com quem tratamos. Nós estamos profundamente agradecidos pela tolerância religiosa no Brasil. Como seu filho e aluno devoto, eu tenho muita gratidão ao Brasil e espero que uma infinidade de bênçãos cheguem a este país. E eu me comprometo a continuar o seu trabalho aqui.


Carta de Chagdud Khadro para a Sangha

Querida Sangha,26 de novembro, 2002

O filho do Rinpoche, Jigme Tromge Rinpoche, e também Lama Sonam Tsering, Lama Chokdrag Gyatso, Lama Jigme, Lama Sherab, Lama Tsering e Lama Norbu vêm compartilhando conosco sua sabedoria espiritual e seus conselhos práticos. O Rinpoche ficou em um estado ininterrupto de meditação por quase seis dias inteiros, algo que as circunstâncias no Ocidente raramente permitem. Ele permaneceu sentado em uma postura natural de meditação, igual a de uma pessoa viva, com muito pouca alteração de cor ou expressão, e nenhuma deterioração perceptível do corpo. A impressão que se tinha é que ele estava repousando, e que poderia acordar a qualquer momento. Durante esse tempo ninguém tocou em seu corpo. Meditar em sua presença era uma experiência indescritível.

Como muitos de vocês sabiam, há muito tempo o Rinpoche convivia com sérios problemas cardíacos. Nos últimos meses ele percebeu, em sua presciência, que estava entrando na transição que marca o final da vida. Comparando agora conversas que tivemos com ele, muitos de nós nos damos conta que ele nos deu muitas deixas, que nos passaram despercebidas. Ele também cancelou uma viagem que faria aos Estados Unidos, para ficar em retiro estrito no Khadro Ling. Contudo, ele insistiu que fosse programado um treinamento sobre transferência da consciência na hora da morte (p’howa), que ele ministrou até às 21 horas, na noite anterior ao seu falecimento.



***
"Obviamente eu tinha um grande apego ao Rinpoche. Depois de sua morte, pude sentar com seu corpo por muitos dias. Lá, sentado na postura, sua mente não estava confinada a seu corpo, nem separada dele. Rinpoche ainda estava me ensinando. Estado desperto não morre. Estado desperto não nasce. Estado desperto não é levado pelos ventos do carma. Todo o resto morre. Em seu estado de samadhi, ele provou sua realização dos ensinamentos a respeito da morte. Como Rinpoche dizia: "A prova está no momento da morte... No momento da morte, você saberá."

A cada minuto, a cada momento, toda a vez que minha mente se volta para o Rinpoche, ele não está ausente. A presença do estado desperto, que é a sua mente, é toda a mente, Não se foi. Reconhecendo a presença dessa essência, não sinto falta do Rinpoche. Mas quando me distraio e me desvio da essência, sinto falta dele. "



Lama Tsering Everest


Extraído de :


http://www.odsalling.org/index.php?option=com_content&view=article&id=141&catid=88&Itemid=162

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</a>Chagdud Tulku Rinpoche
publicado por conspiratio às 17:51
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Sábado, 1 de Março de 2008

ESCOLHA VIVER - O PODER DA MENTE NA CURA




Recomendo este livro a todos que buscam a cura, tanto pacientes como curadores. É um relato e estudo de cura através da influência e comando da mente sobre o corpo. Patricia Norris é psicóloga, tem orientação de Carl Simonton e trabalha em colaboração com médicos  em casos onde a medicina convencional não não tem sucesso. Biofeedback, visualização, imagística, são algumas de suas ferramentas de treino para o reconhecimento de que a mente tem voz de comando sobre o funcionamento do corpo. O livro traz a participação do menino Garret, que escreve a história de sua cura.



Eis um trecho:






GARRET DÁ A VOLTA POR CIMA:
A DOENÇA REGRIDE

Da primavera ao verão de 1979, Garrett começou a melhorar. Os progressos incluíam uma maior resistência e uso do braço e da perna esquerdos, conseguir levantar-se quando caía e, de modo geral, uma apa­rência mais saudável. Continuava a exercitar as visualizações todos os dias, e penso que realmente apreciava essas experiências e nunca as considerava tediosas.

Garrett ia ao Centro de Biofeedback e Psicofisiologia uma vez por semana tanto para continuar a exercitar auto-regulação e controle volun­tário como para visualização, imagística e terapia de jogo. Fez muitos desenhos; a maioria deles relacionava-se às batalhas entre as várias par­tes do sistema imunológico e o tumor.

Garrett aprendeu a nadar e íamos nadar juntos na piscina da Menninger tão freqüentemente quanto possível. Seus pais compraram-lhe pés-de-pato e uma máscara com tubo. Ele saiu-se bem com o equipamento, nadando com­petentemente, com confiança e alegria, a qualquer lugar que desejasse ir.

Quando as aulas recomeçaram no outono, Garrett retornou com confiança renovada e era novamente capaz de apresentar um melhor de­sempenho escolar. Sua professora da quinta série dava-lhe apoio e enco­rajava sua independência, ajudando-o a maximizar suas forças.

Vitória: o fim do planeta bolinho de carne!

No final de outubro, Garrett disse-me que tinha uma ótima notícia. "Não consigo mais encontrar meu tumor no exercício de imagística", disse, "Acho que desapareceu." Nunca tivera dificuldade em visualizar o tumor antes, mas agora, repentinamente, o tumor não estava lá. Ele e eu fizemos uma viagem exploratória pelo cérebro dele, examinando-o completamente. Em todos os lugares que olhava via apenas tecido cerebral normal.

A primeira vez que Garrett descobriu a ausência do tumor foi du­rante sua visualização à noite, antes de dormir. Ficou surpreso por não encontrá-Io. Chamou o pai e disse-lhe que o tumor não estava lá, que devia ter desaparecido. O pai sentou-se ao seu lado e sugeriu que tentasse uma vez mais. Garrett ficou muito quieto e procurou cuidadosamente. Disse então ao pai que não conseguia encontrar ó tumor e tudo o que via era um "estranho ponto branco" onde o tumor havia estado.

Naquela época, tive reações ambivalentes ao receber a notícia. Por outro lado, tendo passado por tantas coisas com Garrett, confiava em sua percepção. Fizemos uma festa de comemoração em seu cérebro e convi­damos todos os glóbulos brancos. Lançamos arco-íris por todos os cantos do cérebro e dançamos com os glóbulos brancos, dizendo: "Consegui­mos! Conseguimos!”.

Mas o meu lado cauteloso de terapeuta tinha mais reservas e ceti­cismo, pois não havia então nenhuma prova objetiva. Não podia estar certa de que a mudança em sua imagística significasse realmente o desa­parecimento do tumor. Afinal de contas, ele era apenas uma criança; tal­vez estivesse influenciado por um desejo, talvez estivesse cansado de exer­citar visualizações constantemente. Como soube mais tarde, nada poderia ser mais verdadeiro: a imagística tinha se tornado uma parte essencial do modo como Garrett interagia com o corpo e com a vida.


Um sistema de defesa contra novos invasores

Adaptamos a imagística então para enfatizar a vigilância que ele vinha praticando por todo aquele tempo. Garrett visualizava os glóbulos brancos como poderosos, bem-sucedidos, numerosos e constantemente patrulhando cada uma das partes de seu cérebro e corpo, procurando por quaisquer invasores indesejáveis, tais como germes da gripe, vírus ou bac­térias. Os glóbulos brancos também procuravam e destruíam quaisquer células indesejáveis que o corpo produzisse ou que não precisasse mais. Ele entendeu que o trabalho principal dos glóbulos brancos era patrulhar e limpar o corpo, e voluntariamente exercitou essas visualizações, tornan­do-as parte de sua prática regular.

Durante o inverno, Garrett continuou a melhorar sintomática e fun­cionalmente. Foi capaz de substituir o aparelho para a perna por botas altas, e posteriormente as botas por tênis, uma fonte de imenso prazer. Continuou a fazer as visualizações diárias dos glóbulos brancos, que desempenhavam um intenso trabalho de vigilância em todo o corpo, especialmente no cére­bro. Nunca mais viu o tumor em sua prática de Imagística. Acreditava que o tumor tinha desaparecido. Entretanto, tornou-se evidente que também desejava uma confirmação objetiva. Considerando que nenhum tratamento médico adicional tinha sido indicado, decidimos que não havia razão para submetê-Io ao desconforto e à ansiedade de uma nova tomografia.

Em fevereiro de 1980, Garrett perdeu o equilíbrio e caiu de uma maneira um tanto misteriosa. Uma tomografia para examiná-lo foi cogi­tada, mas não realizada. Alguns dias mais tarde, caiu da escada em casa. Os pais acharam que tinha apresentado uma breve perda de consciência, embora dissesse ter escutado tudo o que se passava, mas simplesmente não podia se mover por alguns momentos. Os pais chamaram o médico, e mais uma vez a decisão foi de não realizar a tomografia imediatamente, mas sim observá-lo até o dia seguinte para ver se apresentaria alguns sintomas, tais como perda de consciência ou vômito. Garrett foi à escola como sempre e, depois do almoço, vomitou. Então finalmente foi subme­tido à tomografia.

O pediatra de Garrett solicitou a tomografia, mas não estava pre­sente quando foi realizada. O médico que a realizou disse a Sue: "Preciso chamar o dr. Parman e o dr. Reymond e depois gostaria de conversar com a senhora". Sue respondeu: “Antes preciso de 15 minutos para trazer meu marido". O médico disse que não seria necessário, mas Sue disse: "Sim, é necessário!" Ela e Richard tinham um acordo para receber qualquer no­tícia juntos. Sue foi então buscar Richard. Estava muito preocupada e não queria escutar más notícias sozinha.

Quando estavam todos juntos, o médico perguntou se Garrett ti­nha sido submetido a cirurgia. Disse que não havia concussão, e que o tumor havia desaparecido! Tudo que puderam encontrar foi um filamento calcificado do tamanho de uma ervilha - "o estranho ponto bran­co!" Sue disse: "Certo", então compreendeu. Pulou da cadeira, assustan­do o médico e gritou: "Sumiu! Sumiu!"

O médico disse que se desconhe­cesse a situação, pensaria que o tumor tinha sido removido cirurgica­mente. Sue e Richard disseram-lhe que estavam agradecidos pela notí­cia, e o médico disse que ele era quem estava agradecido pela oportuni­dade de comunicar-lhes a novidade. Disse que ganhara o dia; não era freqüentemente o portador de notícia tão maravilhosa. Naquela noite recebi um telefonema de Garrett com as boas novas. Todos estavam sur­presos, exceto Garrett e eu, mas acho que ambos estávamos aliviados por termos a confirmação concreta do que já sabíamos. Quando a mãe de Garrett trouxe-o para a próxima sessão, exclamou efusivamente que a radiação não tinha operado esse milagre. Garrett tinha conseguido uni­camente com sua visualização. Garrett interferiu, dizendo que pensava que a radiação tinha ajudado, porque amaciara o tumor e facilitara para que pudesse destruí-lo com os glóbulos brancos. Eu tinha certeza de que ele estava certo.


Fonte: “ESCOLHA VIVER”, dos autores Patrícia A. Norris e Garrett Porter , Editora Mandarim

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No sebo (Estante Virtual):
http://www.estantevirtual.com.br/mod_perl/busca.cgi?pchave=PATRICIA+A+NORRIS&tipo=simples&estante=%28todas+estantes%29&alvo=autor+ou+titulo
*

http://www.estantevirtual.com.br/mod_perl/busca.cgi?pchave=GARRET+PORTER&tipo=simples&estante=%28todas+estantes%29&alvo=autor+ou+titulo

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publicado por conspiratio às 16:44
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