Quinta-feira, 21 de Maio de 2009

TRANSGÊNICOS MONSANTO AMEAÇAM O MUNDO

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Transgênicos Monsanto ameaçam o mundo.

Monsanto, a maior empresa de biotecnologia e agricultura é produtora de sementes geneticamente modificadas.

As sementes Monsanto são alteradas para suportar os efeitos danosos do herbicida Monsanto: Roundup, que dá a companhia US$ 620Milhões/ano e provê 40% de seu lucro operacional.(1)
Inicialmente, fazendeiros de todo o mundo acrecitaram que sementes geneticamente modificadas fossem boas para a agricultura moderna, usando Roundup, eles podiam eliminar milhares de ervas "daninhas" enquando nada acontecia à colheita.

Antes que os fazendeiros comprem as sementes resistentes ao Roundup, eles são obrigados a assinar um acordo de tecnologia que permite à Monsanto executar investigações e definir "que direitos um fazendeiro tem e não tem em plantar, colher e vender sementes modificadas genéticamente".(2)

Isso é ultrajante, mas a Monsanto seguiu adiante pois suas sementes são patenteadas. De acordo com eles, é violação das patentes guardar sementes de colheitas sadias e replantá-las no futuro, ou seja, a Monsanto força os fazendeiros a comprar suas sementes todo ano.

De acordo com o Center for Food Safety- CFS(2), o acordo de tecnologia assinado levou a Monsanto a processar agressivamente milhares de fazendeiros que tenham violado a patente das sementes. O fazendeiro deve pagar multa contratual ou ir para a justiça. O CFS afirma que a Monsanto já recolheu mais de US$ 15 MILHÕES só em processos a seu favor(2).

Mesmo fazendeiros que nunca compraram sementes Monsanto nem nunca assinaram qualquer acordo com a mesma são alvo dos processos. Se o polen de uma plantação de sementes Monsanto polinizar um campo geneticamente não modificado ou outra fazenda que resulte em plantas viáveis,o fazendeiro é responsável segundo as leis americanas de violação de patente, MESMO QUE NÃO QUEIRA SEMENTES GENETICAMENTE MODIFICADAS EM SUA FAZENDA!

A Monsanto tem sido tãobem sucedida em processos para dominar o suprimento de alimentos no mundo que estão prontos para dar o grande salto. Em 14 de Abril de 2009,a companhia processou o Governo da Alemanha por recusar usar sua semente de milho (3)!!!!

Embora o milho Monsanto tenha sido permitido na Alemãnha desde 2005, a ministra da agricultura Ilse Aigner interrompeu planos da plantação de 8892 acres para a colheita do verão.

Aigner afirma ter tido razões legítimas para acreditar que o milho seria um perigo ao meio ambiente.

As leis da União Européia permitem que países membros imponham tais restrições mas o processo da Monsanto diz que uma vez que uma planta tenha sido aprovada, não pode ser banida, a menos que evidências científicas provem o perigo.

A França baniu sementes de milho Monsanto em 2008 e a Hungria e Austria também planejam fazê-lo embora o European Food Safety Authority tenha concluído que elas não apresentem perigo para humanos ou animais.

A senhora Aigner pode estar certa em suas preocupações sobre os efeitos danosos de sementes geneticamente modificadas ao meio ambiente. De acordo com GeneWatch-Reino Unido(4), outras colheitas e plantas silvestres podem ser contaminadas com os genes adicionados ao milho Monsanto.

Novas "super hervas daninhas" podem evoluir e tornar ainda maisdifícil ou até mesmo impossível erradicá-las. Poluição decorrentedo uso de herbicidas tóxicos podem aumentar ou diminuir. A Vidaselvagem pode ser prejudicada por novas toxinas no meio ambiente ou pela mudança nas práticas da agricultura.

Nos Estados Unidos, hervas daninhas super-resistentes, resistentes inclusive ao Roundup, estão ameaçando colheitas de algodão e de soja(5).

Em 2007, 10 mil acres em Macon County, Georgia, sofreram a praga de hervad daninhas super-resistentes e foram ABANDONADOS.

INACREDITAVELMENTE, a Monsanto está encorajando esses fazendeiros a misturar Roundup com outros pesticidas como 2,4-D (ingrediente usado no Agente Laranja, arma química usada na guerra do Vietnã com consequências catastróficas até os dias de hoje). Tres países escandinavos baniram o 2,4-D por causar cancer, deficiência cognitiva e danos reprodutivos.

Uma vitória do Governo Alemão será uma vitória para todos nós,um grande passo na derrubada de mega-corporações inescrupulosas que almejam dominar todos os aspectos de nossas vidas, inclusive que comemos e bebemos.

Você pode ajudar a melhorar a segurança alimentar e a responsabilidade ambiental visitando o seguinte website e assinando suas petições :


http://www.organicconsumers.org/


Referências:


1. http://www.mcspotlight.org/beyond/companies/monsanto.html


2.http://www.centerforfoodsafety.org/pubs/MonsantoExSum1.14.2005.pdf


3. http://www.opednews.com/articles/MEGALOMANIA-by-MONSANTO-by-amicus-curia?e-090422-816.html
</a>

4. http://www.genewatch.org/sub-532322


5.http://www.france24.com/en/20090418-superweed-explosion-threatens-monsanto-heartlands-genetically-modified-US-crops


O MUNDO SEGUNDO A MONSANTO
DOCUMENTÁRIO:


1/12 MONSANTO - O mundo segundo a Monsanto (legendado)


http://www.youtube.com/watch?v=DCx4Dg6t2Mo&hl=pt-BR


O MUNDO SEGUNDO A MONSANTO
LIVRO:

O Mundo segundo a Monsanto. Livro revela o lado obscuro da transnacional. A Monsanto produz 90% dos transgênicos plantados no mundo e é líder no mercado de sementes. Tal hegemonia coloca a multinacional norte-americana no centro do debate sobre os benefícios e os riscos do uso de grãos geneticamente modificados.

Para os defensores da manipulação dos genes, a Monsanto representa o futuro promissor da "revolução verde". Para ecologistas e movimentos sociais ligados a pequenos agricultores, a empresa é a encarnação do mal. A reportagem é de Christina Palmeira e publicada pela revista Carta Capital, 20/03/2008.

Esse último grupo acaba de ganhar um reforço a seus argumen tos. Resultados de um trabalho de três anos de investigação da jornalista francesa Marie-Monique Robin, o livro Le Monde Selon Monsanto (O Mundo Segundo a Monsanto) e o documentário homônimo são um libelo contra os produtos e o lobby da multinacional.

O trabalho cataloga ações da Monsanto para divulgar estudos científicos duvidosos de apoio às suas pesquisas e produtos, a exemplo do que fez por muitos anos a indústria do tabaco, relaciona a expansão dos grãos da empresa com suicídios de agricultores na Índia, rememora casos de contaminação pelo produto químico PCB e detalha as relações políticas da companhia que permitiram a liberação do plantio de transgênicos nos Estados Unidos. Em 2007, havia mais de 100 milhões de hectares plantados com sementes geneticamente modificadas, metade nos EUA e o restante em países emergentes como a Argentina, a China e o Brasil.

Marie-Monique Robin, renomada jornalista investigativa com 25 anos de experiência, traz depoimentos inéditos de cientistas, políticos e advogados. A obra esmiúça as relações políticas da multinacional com o governo democrata de Bill Clinton (1993-2001), e com o gabinete do ex-premier britânico Tony Blair. Entre as fontes estão ex-integrantes da Food and Drug Administration (FDA), a agência responsável pela liberação de alimentos e medicamentos nos EUA.

A repórter, filha de agricultores, viajou à Grã-Bretanha, Índia, México, Paraguai, Vietnã, Noruega e Itália para fazer as entrevistas. Antes, fez um profundo levantamento na internet e baseou sua investigação em documentos on-line para evitar possíveis processos movidos pela Monsanto. A empresa não deu entrevista à jornalista, mas, há poucas semanas, durante uma apresentação em Paris de outro documentário de Robin, uma funcionária da multinacional apareceu e avisou que a companhia seguia seus passos. Detalhe: a sede da Monsanto fica em Lyon, distante 465 quilômetros da capital francesa

Procurada por CartaCapital, a Monsanto recusou-se a comentar as acusações no livro. Uma assessora sugeriu uma visita ao site da Associação Francesa de Informação Científica, onde há artigos de cientistas com críticas ao livro de Robin. A revista, devidamente autorizada pelo autor, reproduz na página 11 trechos do artigo de um desses cientistas, Marcel Kuntz, diretor do Centro Nacional de Pesquisa Científica de Grenoble.

Não é de hoje, mostra o livro, que herbicidas da Monsanto causam problemas ambientais e sociais. Robin narra a história de um processo movido por moradores da pequena Anniston, no Sul dos EUA, contra a multinacional, dona de uma fábrica de PCB fechada em 1971. Conhecida no Brasil como Ascarel, a substância tóxica era usada na fabricação de transformadores e entrava na composição da tinta usada na pintura dos cascos das embarcações. Aqui foi proibida em 1981.

A Monsanto, relata a repórter, sabia dos efeitos perversos do produto desde 1937. Mas manteve a fábrica em funcionamento por mais 34 anos. Em 2002, após sete anos de briga, os moradores de Anniston ganharam uma indenização de 700 milhões de dólares. Na cidade, com menos de 20 mil habitantes, foram registrados 450 casos de crianças com uma doença motora cerebral, além de dezenas de mortes provocadas pela contaminação com o PCB. Há 42 anos, a própria Monsanto realizou um estudo com a água de Anniston: os peixes morreram em três minutos cuspindo sangue.

Robin alerta que os tentáculos da Monsanto atingem até a Casa Branca. A influência remonta aos tempos da Segunda Guerra Mundial e ao período da chamada Guerra Fria. Donald Rumsfeld, ex-secretário de Defesa do governo Bush júnior, dirigiu a divisão farmacêutica da companhia. A multinacional manteve ainda uma parceria com os militares. Em 1942, o diretor Charles Thomas e a empresa ingressaram no Projeto Manhattan, que resultou na produção da bomba atômica. O executivo encerrou a carreira na presidência da Monsanto (1951-1960).

Na Guerra do Vietnã (1959-1975), a empresa fornecia o agente laranja, cujos efeitos duram até hoje. A jornalista visitou o Museu dos Horrores da Dioxina, em Ho Chi Minh (antiga Saigon), onde se podem ver os efeitos do produto sobre fetos e recém-nascidos.

Alan Gibson, vice-presidente da associação dos veteranos norte-americanos da Guerra do Vietnã, falou à autora dos efeitos do agente laranja: "Um dia, estava lavando os pés e um pedaço de osso ficou na minha mão".

Boa parte do trabalho de Robin é dedicada a narrar as pressões sofridas por pesquisadores e funcionários de órgãos públicos que decidiram denunciar os efeitos dos produtos da empresa. É o exemplo de Cate Jenkis, química da EPA, a agência ambiental dos Estados Unidos.

Em 1990, Jenkis fez um relatório sobre os efeitos da dioxina, o que lhe valeu a transferência para um posto burocrático. Graças à denúncia da pesquisadora, a lei americana mudou e passou a conceder auxílio a ex-combatentes do Vietnã. Após longa batalha judicial, Jenkis foi reintegrada ao antigo posto.

Há também o relato de Richard Burroughs, funcionário da FDA encarregado de avaliar o hormônio de crescimento bovino da Monsanto. Burroughs diz ter comprovado os efeitos nocivos do hormônio para a saúde de homens e animais e constatou que, com o gado debilitado, os pecuaristas usavam altas doses de antibióticos. Resultado: o leite acabava contaminado. Burroughs, conta a jornalista, foi demitido. Mas um estudo recente revela que a taxa de câncer no seio entre as norte-americanas com mais de 50 anos cresceu 55,3% entre 1994, ano do lançamento do hormônio nos Estados Unidos, e 2002.

Segundo Robin, a liberação das sementes transgênicas nos Estados Unidos foi resultado do forte lobby da empresa na Casa Branca, principalmente durante o governo Clinton. Uma das "coincidências": quem elaborou, na FDA, a regulamentação dos grãos geneticamente modificados foi Michael Taylor, que nos anos 90 fora um dos vice-presidentes da Monsanto..

A repórter se detém sobre o "princípio da equivalência em substância", conceito fundamental para regulamentação dos transgênicos em todo o mundo. A fórmula estabelece que os componentes dos alimentos de uma planta transgênica serão os mesmos ou similares aos encontrados nos alimentos "convencionais".

Robin encontrou-se com Dan Glickman, que foi secretário de Estado da Agricultura do governo Clinton, responsável pela autorização dos transgênicos nos EUA. Glickman confessou, em 2006, ter mudado de posição e admitiu ter sido pressionado após sugerir que as companhias realizassem testes suplementares sobre os transgênicos. As críticas vieram dos colegas da área de comércio exterior.

Houve pressões, segundo o livro, também no Reino Unido. O cientista Arpad Pusztai, funcionário do Instituto Rowett, um dos mais renomados da Grã-Bretanha, teria sido punido após divulgar resultados controversos sobre alimentos transgênicos. Em 1998, Pusztai deu uma entrevista à rede de tevê BBC. Perguntado se comeria batatas transgênicas, disparou: "Não. Como um cientista que trabalha ativamente neste setor, considero que não é justo tomar os cidadãos britânicos por cobaias". Após a entrevista, o contrato de Pusztai foi suspenso, sua equipe dissolvida, os documentos e computadores confiscados. Pusztai também foi proibido de falar com a imprensa. No artigo reproduzido à página 11, Kuntz afirma que o cientista perdeu o emprego por não apresentar resultados consistentes que embasassem as declarações à imprensa.

Pusztai afirma que só compreendeu a situação, em 1999, ao saber que assessores do governo britânico haviam ligado para a direção do instituto no dia da sua demissão. Em 2003, Robert Orsko, ex-integrante do Instituto Rowett, teria confirmado que a "Monsanto tinha ligado para Bill Clinton, que, em seguida, ligou para Tony Blair". E assim o cientista perdeu o emprego.

Nas viagens por países emergentes, Robin colheu histórias de falta de controle no plantio de transgênicos e prejuízos a pequenos agricultores. No México, na Argentina e no Brasil, plantações de soja e milho convencionais acabaram contaminadas por transgênicos, o que forçou, como no caso brasileiro, a liberação do uso das sementes da Monsanto (que fatura com os royalties).

De acordo com a jornalista, o uso da soja Roundup Ready (RR), muito utilizada no Brasil e na Argentina, acrescenta outro ganho à Monsanto, ao provocar o aumento do uso do herbicida Roundup. Na era pré-RR, a Argentina consumia 1 milhão de litros de glifosato, volume que saltou para 150 milhões em 2005. De lá para cá, a empresa suprimiu os descontos na comercialização do pesticida, aumentando seus lucros.

Um dos ícones do drama social dos transgênicos, diz o livro, é a Índia. Entre junho de 2005 (data da introdução do algodão transgênico Bt no estado indiano de Maharashtra) e dezembro de 2006, 1.280 agricultores se mataram. Um suicídio a cada oito horas. A maioria por não conseguir bancar os custos com o plantio de grãos geneticamente modificados.

Robin relata a tragédia desses agricultores, que, durante séculos, semearam seus campos e agora se vêm às voltas com a compra de sementes, adubos e pesticidas, num círculo vicioso que termina em muitos casos na ingestão de um frasco de Roundup.

A jornalista descreve ainda o que diz ser o poder da Monsanto sobre a mídia internacional. Cita, entre outros, os casos dos jornalistas norte-americanos Jane Akre e Steve Wilson, duramente sancionados por terem realizado, em 1996, um documentário sobre o hormônio do crescimento. No país da democracia, a dupla se transformou em símbolo da censura.

Os cientistas, conta o livro, são freqüentemente "cooptados" pela gigante norte-americana. Entre os "vendidos" está o renomado cancerologista Richard Doll, reconhecido por trabalhos que auxiliaram no combate à indústria do tabaco. Doll faleceu em 2005. No ano seguinte, o jornal britânico The Guardian revelou que durante 20 anos o pesquisador trabalhou para a Monsanto. Sua tarefa, com remuneração diária de 1,5 mil dólares, era a de redigir artigos provando que o meio ambiente tem uma função limitada na progressão das doenças. Foi um intenso arquiteto do "mundo mágico" da Monsanto.

(
http://www.ecodebate.com.br/) Matéria da Carta Capital, publicada pelo IHU On-line, 25/03/2008 [IHU On-line é publicado pelo Instituto Humanitas Unisinos - IHU, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos, em São Leopoldo, RS.]

_____________________________________

Como as multinacionais exterminan pesquisas “inconvenientes” sobre transgênicos


Numa entrevista publicada recentemente em um site russo, a pesquisadora Irina Ermakova revela os métodos usados pela indústria biotecnológica para exterminar pesquisas “inconvenientes” sobre transgênicos e assegurar que pesquisadores independentes sejam silenciados.

Em 2005 a Dra. Ermakova publicou os resultados de uma pesquisa mostrando que ratos alimentados com soja transgênica tiveram danos em seus órgãos, diminuição no ganho de peso, uma taxa de mortalidade significativamente maior quando comparada aos ratos do grupo controle, além de uma dramática perda de fertilidade relacionada à alimentação transgênica.

Imediatamente após a publicação, a indústria transgênica e seus apoiadores nos órgãos regulatórios ao redor do mundo desqualificaram seu trabalho como falho e a acusaram de manipular seus resultados e de ser uma ativista verde. A Dra. Ermakova ainda tenta defender sua integridade e repetir e aperfeiçoar seus experimentos, mas para isso vem lutando sozinha.

Na entrevista citada, são revelados os métodos usados pela indústria para marginalizar, ameaçar, intimidar, negar o acesso aos materiais para pesquisa e retirar recursos quando as descobertas são “inconvenientes” para as corporações transgênicas.


Veja algumas das declarações da Dra. Ermakova na entrevista:


“As autoridades rapidamente interromperam o financiamento da minha pesquisa. Assim que o trabalho começou, houve pressão do lobby transgênico sobre o Instituto. E eles me recomendaram não persistir com este estudo. (...)”.

“Dois acadêmicos, lobistas da indústria transgênica, apresentaram um requerimento à Academia Russa de Ciências para que eu terminasse meus estudos. Isto estava relacionado com o fato de que já havia uma grande quantidade de produtos transgênicos no nosso mercado e que nada poderia ser feito a este respeito, e não seria desejável preocupar a população”.

Fonte: GM WATCH daily, 09/03/2007
http://www.gmwatch.org/archive2.asp?arcid=7621
http://www.aspta.org.br/por-um-brasil-livre-de-transgenicos/boletim/boletim-337-23-de-marco-de-2007
publicado por conspiratio às 20:28
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5 comentários:
De Roberto a 4 de Junho de 2009 às 02:03
Desculpem-me pela minha ignorante intromissão, mas sou de uma cidade do interior do Rio Grande do Sul, não trabalho na agricultura, nem menos tenho conhecimentos sobre transgênicos, mas tenho um amigo que uma vez tentou me explicar qual era o funcionamento do mesmo, alegando que quando plantado uma semente transgênica não era necessário o uso de pesticidas até a faze de colheita, pois as pragas comem a soja por não ter o que comer em quilômetros, é só deixar que nascer tudo, soja, mato, e sei lá o que mais pode surgir, que a praga come o mato, claro que não todo o mato, ai quando esta pronto para colher é só passar secante, pois a soja transgênica é resistente ao secante, morre todo o mato, menos a soja.
Caros amigos eu estou detalhando o que me foi dito, não sei a que ponto é real, pois as empresas de venenos tem grandes interesses que o transgênicos não colem, o lucro com venenos e muito grande, uma vez que este amigo meu comprou veneno, era duas caixinhas pequenas que custaram mais de R$2.000, isto pode ser apenas especulação dos mesmos, e outro detalhe que me foi dito, é que a semente gerada era estéreo, então não haveria fecundação, seria plantas sem sementes.
Mão estou aqui para defender a Monsanto e nem ninguém, mas acham que eles teriam total controle de uma plantação de quilômetros de extensão, qualquer um poderia comprar soja de um agricultor mesmo que seja quilos para replantar, não existe um controle de grãos tão eficiente como eles falam na matéria.
De Célia H Barcellos a 4 de Junho de 2009 às 20:27
Oi Roberto, interessante o que vc disse. Vou repassar para os interessados.

[]'s
Célia
De PAULO ALBERTO a 13 de Novembro de 2009 às 12:58
Prezado, parabens pelo seu blog. Usei este texto por acha-lo muito bom, em redirecionamento em meu site, caso não queira, favor se manifestar que o tirarei imediatamente.
Paulo alberto
www.melhorenergia.com
De Célia H Barcellos a 13 de Novembro de 2009 às 15:02
Oi Roberto, fique á vontade para repassar ou copiar. Aliás nem mesmo sou a dona desta informação, também peguei na Internet e achei importamte propagá-la aos quatro cantos.

Ábraços,
Célia
De enkil-anunnaki a 11 de Março de 2011 às 10:00
Roberto

tu estás bem enganado,o atrativo da soja transgênica é que ela pode se desenvolver livre de invasoras,e pra isso são várias aplicações do glifosato,as leis foram mudads pra permitir quase 50 vezes mais residuos do mesmo pra poder ser comercializada essa poracaria,po isso eu só compro oleo de soja do paraná porque não gosto de comer veneno,e o controle das sementes é feito por amostragem na comercialização,inevitavelmente o agricultor é controlado sim!

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