Quinta-feira, 24 de Abril de 2008

MEDITAÇÃO VOANDO...OU QUASE.

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Além de ter reunido informações sobre os métodos usados no treinamento do "lung-gom-pa", tive oportunidade de observar três dos seus adeptos. Na realidade posso considerar que a minha sorte foi de fato incomum porque, embora um grande número de monges se esforce em praticar um dos ramos do "lug-gom", não há dúvida de que muito poucos atingem o resultado desejado e acredito que o verdadeiro "lung-gom-pas" deve ser muito raro.

O primeiro "lung-gom-pa" que encontrei foi em Chang thangt ao nordeste do Tibete. Cavalgávamos sem pressa, Yongden, nossos criados e eu, em um fim de tarde, através de um largo planalto quando notei, muito longe, à nossa frente, um ponto escuro que se movia e que com os meus binóculos constatei ser um homem. O fato muito me surpreendeu porque naquela região os encontros não são freqüentes e já se tinham passado dez dias sem que encontrássemos um ser humano. Além disso, não é de regra que homens sozinhos e a pé vaguem: por estas imensas solidões. Quem poderia ser o estranho viajante?

Um dos meus criados sugeriu que deveria pertencer a uma caravana de mercadores que certamente havia sido atacada por bandidos e dispersada. Talvez estivesse agora perdido naquele deserto depois de ter corrido durante a noite para salvar a vida ou escapado de qualquer outro modo. A teoria parecia viável.

Se realmente este fosse o caso, levaria o desamparado homem conosco até o acampamento de algum vaqueiro ou para onde quisesse ir, desde que não nos desviássemos demasiadamente do nosso caminho.

Entretanto, à medida que continuava a observar através dos binóculos, reparei que o homem caminhava de maneira incomum e especialmente com extraordinária velocidade. Embora a olho nu os homens da minha comitiva mal pudessem ver um pontinho preto que se movia sobre o solo relvoso, não demorou para que também notassem a presteza com que avançava. Um dos homens, a quem emprestei os binóculos, depois de observar o viajante por um momento, murmurou:

- "Lama lung-gom-pa" chig da." Parece que é um Lama "lung-gom-pa".

As palavras "lung-gom-pa" imediatamente despertaram meu interesse. Muito já tinha ouvido sobre as proezas executadas por tais homens e estava familiarizada com a teoria do treina­mento. Tinha mesmo alguma experiência da sua prática, mas nunca havia visto um adepto do "lung-gom" realizando uma dessas prodigiosas jornadas tão comentadas por todo o Tibete. Teria mesmo a sorte de presenciar tal feito?

O homem continuava a avançar na nossa direção e a sua curiosa rapidez tornava-se cada vez mais evidente. Que deveria ser feito se se tratasse realmente de um "lung-gom-pa"? Dese­java não somente observá-lo de perto, como falar-lhe, fazer-lhe perguntas, fotografá-lo... Na verdade, queria demais. Mas às primeiras palavras que pronunciei sobre o que intentava, o ""hug-gom-pa" exclamou:

- Vossa reverência não deve falar com o monge nem fazê­-lo parar, pois com certeza isto o mataria. Quando estes Lamas viajam, a sua meditação não deve ser interrompida. O deus que está dentro deles escapa se cessam de repetir "ngags" e quando os deixa desta maneira, antes do tempo certo, a convulsão é tão forte que os mata.

Dito daquela maneira, o aviso parecia não passar de pura superstição. A despeito disto, porém, não devia ser desprezado inteiramente. De acordo com o que sabia sobre a "técnica" do fenômeno, o homem caminhava em uma espécie de transe. Conse­qüentemente, um súbito acordar- embora duvidasse que pu­desse causar a morte - certamente provocaria doloroso distúrbio dos nervos. Não podia prever até que ponto o choque poderia prejudicá-lo e não desejava que o lama fosse alvo de experiência mais ou menos cruel. Uma outra razão também levou-me a não satisfazer a minha curiosidade. Os tibetanos me haviam aceito como Lama, sabiam que professava o budismo mas não podiam estabelecer a diferença existente entre a minha concepção filo­sófica da doutrina de Buda e o budismo lamaísta. O tibetano comum ignora completamente o fato de que o termo budismo engloba um grande número de seitas e pontos de vista. Em conseqüência, para que pudesse continuar gozando da confiança, do respeito e familiaridade com que era tratada em decorrência do meu hábito religioso, era obrigada a comportar-me estritamente de acordo com os costumes tibetanos, especialmente no que se referia aos assuntos religiosos. Estas circunstâncias cons­tituíam um grande entrave para mim, pois, com freqüência as minhas observações tinham de despir-se, em grande parte, do seu interesse científico, mas este era o preço inevitável que tinha de pagar por ter sido admitida em um terreno muito mais zelosa­mente conservado do que o próprio solo material do Tibete. Naquela ocasião, portanto, mais uma vez tive de reprimir o meu desejo de efetuar uma investigação completa e satisfazer-me em observar, sem perguntas, o viajante incomum.

A esta altura, quase já nos havia alcançado e podia agora ver claramente o seu rosto perfeitamente calmo e impassível, os olhos muito abertos e o olhar fixo em algum objeto distante, situado em algum lugar elevado, no espaço.

O homem não corria. Parecia elevar-se do solo e prosseguir ao saltos. Era como se tivesse adquirido a elasticidade de uma bola e seus pés ressaltas­sem do solo cada vez que o tocavam. Os passos tinham a regu­laridade de um pêndulo. Usava os habituais manto e toga mo­násticos, ambos rasgados. A mão esquerda segurava uma dobra da toga e estava parcialmente escondida pelo tecido. A direita empunhava um "phurba" (punhal mágico). O braço direito movia-se ligeiramente a cada passo, como se estivesse sendo apoiado em um bordão, como se o "phurba", cuja ponta -estava bem acima do solo na verdade o tocasse e fosse realmente uma espécie de suporte.

Os meus criados desmontaram e inclinaram as cabeças até o chão quando o Lama passou por nós, seguindo o seu caminho aparentemente inconsciente da nossa presença.

Pensei que já fizera bastante, obedecendo aos costumes locais, por não ter feito parar o viajante. Já começara mesmo a lamentar vagamente o fato e então pensei que de qualquer maneira tinha de observar melhor a ocorrência. Dei ordens aos criados para montarem novamente nos seus animais e seguir o Lama imediatamente. O monge já havia transposto uma grande distância. Entretanto, sem tentar ultrapassá-lo, não iríamos per­mitir que a distância aumentasse e com o auxílio dos binóculos e mesmo a olho nu, meu filho e eu continuamente olhávamos para o "lung-gom-pa".

Já não era mais possível distinguir o seu rosto, mas" ainda podíamos ver a assombrosa regularidade dos seus passos elás­ticos. O monge foi seguido por nós durante cerca de duas milhas quando, a certa altura, deixou a estrada, subiu por uma escarpa muito íngreme e desapareceu na cadeia de montanhas que ladeava a estepe. Como os nossos cavalos não podiam seguir aquele caminho, a nossa observação chegou ao final. Não tivemos remédio senão voltar e continuar a nossa viagem.

Fico a imaginar se o Lama não teria notado que o estávamos seguindo. Naturalmente, embora estivéssemos a uma boa dis­tância atrás dele, qualquer pessoa no seu estado normal teria estado consciente da presença de um grupo de seis cavaleiros. No entanto, conforme já disse, o viajante parecia estar em transe e assim sendo não saberia dizer se apenas tinha fingido que não nos vira, subindo em seguida para a montanha a fim de evitar os nossos olhares curiosos ou se na realidade não sabia que estava sendo seguido e simplesmente seguira naquela direção porque era o seu caminho.

Pela manhã do quarto dia após nosso encontro com o "lung­-gom-pa", chegamos a um território chamado Thebyai, por onde se espalhava grande número de acampamento de "dokpas". Não deixei, de contar aos vaqueiros como havíamos encontrado um Lama "lung-gom-pa" ao entrarmos na estrada que levava aquele local de pastoreio. Um dos homens contou-me então que havia avistado o rápido viajante, ao reunir o seu gado, ao fim da tarde, um dia antes de o encontrarmos. De posse desta infor­mação, pude fazer um cálculo aproximado. Levando em consi­deração o número aproximado de horas em que realmente via­jávamos todo o dia, à velocidade normal dos nossos animais - deixando à parte o tempo despendido para acampar e des­cansar - cheguei à conclusão de que, para alcançar o local onde o havíamos encontrado, o homem, depois de ter passado perto dos "dokpas", devia ter corrido durante toda a noite e todo dia seguinte, sem parar, conservando a mesma rapidez que usava quando o avistamos.

Caminhar durante vinte e quatro horas consecutivas não pode ser considerado como um recorde pelos montanheses do Tibete, que são extraordinários andarilhos. Lama Yongden e eu, durante a nossa viagem da China para Lhasa, algumas vezes prosseguimos viagem durante dezenove horas, sem parar e sem restaurar as nossas forças por qualquer meio. Uma dessas marchas incluía atravessar o desfiladeiro Deo, a grande altitude e com a neve enterrada até os joelhos. Entretanto, o nosso vagaroso passo não poderia nunca ser comparado com os saltos de um "lung-gom-pa”, que parecia ser levado pelos ventos.
(...)

Um monge corredor é requerido para reunir estes demônios de vários locais. A tal monge se dá o nome de "Maheketang". O nome “ahe" é tirado do búfalo montado por Shinjed. Acre­dita-se que este animal é destituído de todo o medo e conse­qüentemente ousa chamar todos os espíritos do mal. Pelo menos esta é a explicação dada em Shalu.

O corredor eleito é, alternativamente, um monge de Nyang
tod kyid phyg ou de Samding.

Os monges que aspiram chegar a "Maheketang" submetem­ -se a um treinamento preliminar em um dos mosteiros acima mencionados. O treinamento consiste em exercícios respiratórios praticados durante absoluta reclusão, em aposento inteiramente escuro e dura três anos e três meses.

Entre estes exercícios, os seguintes gozam de grande pres­tígio entre os muitas ascetas tibetanos que não são do tipo especialmente intelectual.

O estudante senta-se, com as pernas cruzadas, à maneira oriental, sobre uma grande e grossa almofada. Aspira vagarosamente e por muito tempo, como se desejasse encher o corpo de ar. Em seguida, suspendendo a respiração, salta para cima man­tendo as pernas cruzadas e sem usar as mãos, caindo de novo sobre a almofada e continuando a manter a mesma posição. Repete este exercício grande número de vezes, durante cada período de treinamento. Alguns Lamas, desta maneira, conseguem pular muita alto. Algumas mulheres submetem-se ao mesmo tipo de treinamento.

Como fàcilmente se pode inferir, o objetivo deste exercício não são os saltos acrobáticos. De acordo com as tibetanos, os corpos dos que se adestram, durante anos, por este método, tor­nam-se especialmente leves - quase sem peso. Dizem eles que esses homens são capazes de se sentarem sobre uma espiga de cevada sem fazer inclinar a sua haste ou na topo de uma pilha de grãos sem que estes se movam.A finalidade é, portanto, a levitação.

Um curioso teste foi imaginado e acredita-se que o estu­dante que o executa com sucesso é capaz de realizar as feitas aqui relatados ou, pelo menos, de se aproximar da perfeição:

Uma cova é feita na chão e na profundidade igual à altura da candidato. Sobre a cova é construída uma espécie de cúpula cuja altura, a partir da nível da sala, até seu ponto mais elevado, também é igual à do candidato. Uma pequena abertura é feita no topo da cúpula. Entre o homem sentado, de pernas cruzadas, no fundo da cova, e a referida abertura, a distância. é duas vezes: a altura da seu corpo. Por exemplo, se o homem mede 1.65 m, a altura que vai do orifício no alto da cúpula até o fundo da cova é de 3 m e 30em.

O teste consiste em saltar, de pernas cruzadas - con­forme descrita no exercício já citado - e de um salto passar pela abertura deixada no final da cúpula.

Alguns Khampas declararam-me que esta proeza tem sido levada a cabo na sua província porém, pessoalmente, nunca presenciei nada dessa espécie.




Viajávamos por uma floresta, Yongden e eu, caminhando na dianteira dos nossos criados e animais quando, em uma volta da estrada, encontramos um homem nu, tendo correntes de ferro amarradas em volta de todo o seu corpo.

Estava sentado sobre uma rocha e parecia tão imerso em pensamentos que não nos ouvira chegar. Ali nos deixamos ficar, assombrados, mas o homem subitamente deve ter tomado consciência da nossa presença porque, após nos ter lançado um olhar fixo por um momento, deu um salto e atirou-se para dentro do mato, mais rápido do que uma corça. Por algum tempo ouvimos o barulho das correntes tilintando em seu corpo, ruído que ràpidamente foi desaparecendo, até que o silêncio voltou à floresta.

- Aquele homem é um "lung-gom-pa", - disse-me Yong­den. - Já vi uma vez um homem como ele. Usam aquelas correntes para torná-los pesados porque, devido à prática do "lung-gom" seus corpos tornam-se tão leves que estão sempre em perigo de flutuar.

TIBETE: MAGIA E MISTÉRIO, Alexandra David Neel
Editora Hemus


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publicado por conspiratio às 16:45
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