Domingo, 24 de Outubro de 2010

A NOVA ORDEM MUNDIAL E O SOCIALISMO

 
 

 


 A NOM tem agendas diversificadas, adaptáveis às múltiplas circunstâncias e momentos, no entanto convergentes para os seus objetivos finais. Acho possível que 1 plano B para a América Latina seja centralizar os poderes preenchendo os cargos de presidente com ditadores mais ao nosso estilo.

Acho que precisamos aproveitar a Internet para cruzar informações, porque fragmentadas e dispersas perdem o sentido e a força. Essa do pré-sal é uma. Parece que petróleo para os Illuminati é como lixo para as moscas... Eles sentem o cheiro de longe e vêm correndo.


Bem, aí vai um trecho do livro "A VERDADEIRA HISTÓRIA DO CLUBE BILDERBERG" de Daniel Estulin, que expõe alguns dados sobre a ligação da NOM com o socialismo:


http://www.4shared.com/get/CpsG46BT/A_Verdadeira_Historia_do_Clube.html



Comissão Trilateral, uma organização particularmente sofisticada


«Como se explica a sutil interdependência que mantém o Norte industrial com o Terceiro Mundo?», pergunta Holly Sldar. [10] Em 1991, o economista Doug Henwood, colaborador da importante publicação americana The Nation, disse em Left Business Observer, um boletim informativo fundado por ele em 1986: «Cada membro da tríada reuniu sob seu seio um punhado de países pobres que lhe proporciona mão de obra barata, assentamentos e minas para explorar: os Estados Unidos tem a América Latina; o CE, a África e a Europa do sul e do este; e Japão, ao sudeste da Ásia. Em alguns poucos casos, dois membros de tríadas diferentes comparti lham um país: Taiwan e Singapura estão divididos entre o Japão e Estados Unidos; Argentina, entre os Estados Unidos e a Comunidade Européia; Malásia, entre a Comunidade Européia e o Japão; e a Índia, entre os três...»

Will Banyon acrescenta, no periódico de investigação australiano Nexus, que «a estratégia do Rockefeller também revela algo fundamental a respeito da riqueza e do poder: não importa quanto dinheiro se tenha; o poder real de uma grande fortuna não sai à luz até que se empregue para seqüestrar e controlar às organizações, ou às pessoas, que produzem as políticas e as idéias que guiam aos governos». [11]


David Rockefeller, presidente do Chase Manhattan Bank, escreveu em 20 de agosto de 1980 uma carta ao editor do New York Time explicando que «a Comissão Trilateral é, em realidade, um grupo de cidadãos responsáveis, interessados em gerar uma mais ampla compreensão e colaboração entre aliados internacionais».


 



O leitor terá outra impressão, entretanto, ao ler as palavras do senador dos Estados Unidos, Barry Goldwater, sensivelmente menos eufemísticas. Em seu livro, With No Apologies, qualificou à Comissão Trilateral da última conspiração internacional de David Rockefeller, e acrescentou: «Seu objetivo é consolidar, em nível multinacional, os interesses comerciais e financistas das grandes empresas através do controle da política do Governo dos Estados Unidos.»

(...)
O fato de que Jimmy Carter fosse eleito presidente a dedo ilustra, magnificamente, o grande poder que possui o Clube Bilderberg, a Comissão Trilateral e o CFR, desconhecidos para a maior parte do mundo. Estes grupos de poder, super-secretos e estreitamente vinculados, podem colocar ou defenestrar a qualquer presidente, ou candidato à presidência. Não surpreende, pois, que cada um dos presidentes e candidatos à presidência «pertençam» às sociedades secretas que os promoveram. Eles construíram a figura do Jimmy Carter (da mesma forma que fizeram à Ford, Mitterrand, Felipe González, Clinton, Karzai, etc) e abortaram as pretensões de chegar à presidência do senador Barry Goldwater, um confesso caluniador da globaliza ção, da mesma forma que arremeteram contra Margaret Thatcher. Tanto John Kerry como George W. Bush pertencem à mesma combinação de associações: o CFR e o Clube Bilderberg. Realmente não importa quem ganhe. O verdadeiro poder sempre segue em mãos dos globalizadores, aos quais os guia uma só missão chamada Governo Único Mundial.



Não deveria nos surpreender, à luz de toda a evidência que mostramos até o momento neste livro, que desde sua fundação essa tríada globalizadora chamada Comissão Trilateral esteve trabalhando para ver o final da soberania dos Estados Unidos. A seguinte seleção de entrevistas do Between Two Ages mostra a cerca do pensamento do Brzezinski a respeito do fundador do CFR, o marxista Edward Mandell House.



Na página 72, Brzezinski escreve: «O marxismo é simultaneamente uma vitória do homem ativo sobre o homem passivo, da razão sobre a crença.» Na página 83 afirma: «O marxismo, espalhado a nível popular em forma de comunismo, representa o maior avanço na habilidade do homem para conceptualizar sua relação com o mundo.» E na página 123 encontramos: «O marxismo proporciona a melhor compreensão da realidade contemporânea.»



Na primeira parte de seu livro, The Insiders: 1979 The Carter Years, John McManus do The John Birch Society (uma organização dedicada a restaurar e preservar a liberdade que propugna a constituição dos Estados Unidos) escreve: «Em nenhum lugar diz o senhor Brzezinski à seus leitores que o marxismo "em forma de comunismo", o qual ele elogia, foi responsável pelo assassinato de, aproximadamente, 100 milhões de seres humanos, durante o século XX, da escravidão de um bilhão mais e da necessidade, privação e desespero de todos seus cidadãos, à exceção de uns poucos criminosos que dirigiram as nações comunistas.» [14]

A completa convergência entre os planos da Comissão Trilateral e da administração do presidente Carter para pôr fim à soberania dos Estados Unidos fica ainda mais clara no seguinte conjunto de citações incriminatórias.

 



Na página 260 do livro do Brzezinski, seu autor propõe: «A direção deliberada do futuro dos Estados Unidos […] com o […] planejador como legislador e manipulador social chave.» Quer dizer, o monopólio e o controle de massas, práticas habituais da família Rockefeller. John D. Rockefeller, o pai do David, odiava a competência. Ensinou que a única competência que valia a pena ter era aquela em que você controla as duas partes da equação. Desde aí o amor do John e David pelo monopólio globalizador como, por exemplo, os planos do Rockefeller de que a CT unisse aos blocos econômicos d a Comunidade Européia, o norte e o sul da América e da Ásia sob o guarda-chuva de um governo mundial controlado por Rockefeller e companhia.

(...)


De fato, embora os paralelismos entre os Rockefeller e os soviets há muito que foram suprimidos, o segredo maior de todos, que o financiamento da revolução bolchevique procedeu dos super-capitais americanos, segue enterrado porque a família Rockefeller, através de suas organizações, a CRF, a CT, o Clube Bilderberg, etc, possuem os principais meios de comunicação e empresas editoriais dos Estados Unidos. O doutor Anthony Sutton, em Wall Street and the Bolshevik Revolution, explica: «Não se tem escrito virtualmente nada a respeito da estreita relação que tiveram, n o século passado, os Rockefeller com seus supostos arquiinimigos, os comunistas. Existiu uma aliança contínua, embora escondida, entre os capitalistas e os revolucionários socialistas por seu mútuo benefício.» [16] Sutton efetua um trabalho muito destacável, documentando a insidiosa traição da elite americana dos arquimilionários, entre os que se encontravam John D. Rockefeller e os banqueiros da Wall Street, ao financiar a Revolução e ao Governo mais brutal de todos os tempos. Se alguma vez se perguntou por que os mais ricos desejaram ter relações com o comunismo, aqui está a resposta que procuravam. Gary Alien; em O expediente Rockefeller, ecoa se dos descobrimentos e sentimentos do Sutton, quem afirma: «e o mais surpreendente é a quantidade de provas públicas que já existe a respeito.»


Por que multimilionários como os Rockefeller financiam e colaboram com uns comunistas e marxistas que juraram publicamente acabar com eles?; pergunta-se o jornalista de investigação Gary Alien em seu já citado livro. As vantagens dos comunistas são óbvias. Mas, que benefício tiraria o Ocidente, o caudilho do capitalismo e da liberdade, de tudo isso?


A palavra mágica é monopólio, «um monopólio que abrange tudo, não só o controle do governo, o sistema monetário e todas as propriedades, mas também um monopólio que, como as empresas que emula, se autoperpetua e é eterno». [17]


Gary Alien segue falando da existência «de evidentes influências» detrás dos comunistas quando diz: «Enquanto que o objetivo do J. P. Morgan era o monopólio e o controle da indústria, a finais do século XIX, J. D. Rockefeller, a alma mater do Wall Street, entendeu que a melhor maneira de conseguir um monopólio inamovível era pela via geopolítica; fazer com que a sociedade trabalhasse em favor dos monopolistas com a desculpa do interesse público.»

Frederick C. Howe explica em Confessions of a Monopolist (1906) como funciona a estratégia na prática: «Estas são as regras dos grandes negócios: consiga um monopólio e faça com que a sociedade trabalhe para você. Enquanto acreditarmos que os revolucionários e os capitalistas internacionais estão à grenha, deixaremos de ver um ponto crucial [...] a associação entre o capitalismo monopolista internacional e o socialismo revolucionário para seu mútuo benefício.»


 



O plano Marburg
O plano Marburg ─ o diabólico plano dos bancos para controlar entre bastidores o socialismo internacional ─, desenvolvido no início do século XX, foi financiado pelo Andrew Carnegie, da Fundação Carnegie, hoje sob controle do Clube Bilderberg. Estes financeiros internacionais, apolíticos e amorais, conforme explica o doutor Anthony Sutton em Wall Street and the Bolshevik Revolution, «procuravam negociadores que pudessem explorar monopolisticamente sem medo da competênc ia». [18] Sutton não deixa pedra por remover quando afirma que em 1917 os banqueiros puseram seu olhar sobre a Rússia, seu «mercado cativo de eleição».


O objetivo do plano, escreve Jennings C. Wise em Woodrow Wilson: Disciple or Revolution, era unificar aos «financistas e socialistas internacionais em um movimento que desse lugar à fundação de uma liga [a Liga das Nações, a precursora da ONU] para reforçar a paz [...] e controlar as organizações governamentais [e assim] achar um remédio para todas as enfermidades políticas da humanidade». [19] Isto coincide com as palavras do Zbigniew Brzezinski: «A direção deliberada do futuro dos Estados Unidos [...] com o [...] planejador, como legislador e manipulador social chave.» Quantos milhões morreram no processo? A palavra chave é monopólio. Pense simplesmente na antiga União Soviética, onde o estado cont rolava e fiscalizava tudo. Como planejadores sociais, os soviéticos tinham apenas problemas trabalhistas, já que a legislação social estava controlada pelo estado central. Isso é exatamente o que Rockefeller, e por extensão seu cão mulherengo Brzezinski, anseiam.


Não é demais dizer que, para «garantir a paz» se necessita o pre-requisito da guerra. (Agora já sabe por que os globalizadores necessitavam da Revolução Russa.) Como explica o doutor Sutton, «Rússia era então, e é agora, sem explorar, o maior mercado do mundo.

A Rússia então, a partir deste momento, constituía a ameaça potencial mais importante para a primazia industrial e financeira americana. Wall Street teria calafrios quando a Rússia fosse o segundo gigante industrial mundial. Mas, por que permitir que a Rússia se converta em um competidor e ponha em perigo a supremacia americana? No final do século XIX, Morgan, Rockefeller e Guggenheim já tinham demonstrado sua preferência pelo monopolismo. Em Railroads and Regulation 1877/1916, Gabriel Kolko demonstrou que eram os proprietários da ferrovia, e não os granjeiros, que queriam que o estado controlasse a ferrovia com a intenção de preservar seu monopólio e acabar com a competência. Assim q ue a explicação mais simples com nossos dados é que tudo foi obra de um sindicato de financistas de Wall Street, que decidiram ampliar suas ambições monopolistas em escala global. O gigantesco mercado russo tinha que se converter em um mercado cativo e numa colônia a explorar por uns poucos financistas americanos e pelas empresas sob seu controle. O que não podiam conseguir a Comissão Interestadual do Comércio e a Comissão Federal do Comércio nos Estados Unidos, podia obtê-lo um governo socialista no estrangeiro, com o apoio e os incentivos de Wall Street e Washington D.C».


A Revolução Russa


Segundo um testemunho do Congresso dos Estados Unidos de outubro de 1919 [20] o apoio financeiro do John D. Rockefeller (à Lenin e Trotsky) provocou a (fracassada) Revolução Comunista de 1905. A biografia do Rockefeller omite um detalhe «insignificante», isto é, a afirmação feita em público por parte do banqueiro investidor da família Rockefeller e presidente da empresa de investimentos de Nova Iorque, Kuhn, Loeb & CO, o jesuíta Jacob Schiff, também fundador da Reserva Federal, de que sem sua influência financeira a revolução russa nunca teria êxito. Quer dizer, segundo os documentos do Congresso do doutor Sutton, na primavera de 1917, Jacob Schiff começou a financiar ao Trotsky com o propósito de que prosperasse a Revolução Socialista na Rússia. A maneira em que Sutton descobriu esses incríveis documentos é realmente surpreendente! Esses preciosos documentos se encontraram em um expediente a mais do Departamento de Estado dos Estados Unidos (861.00/5339). O documento mais importante data de 13 de novembro de 1918. Entretanto, o que é mais incrível ainda é o fato de que em privado Schiff estava contra o apoio ao Regime Bolchevique, como se demonstrou, e de novo, documentos reservados, descobertos pelo doutor Sutton (como o Documento nº 3), demonstram que Jacob Schiff, do Kuhn, Loeb e Company, também tinha financiado secretamente aos japoneses em sua guerra contra a Rússia.


Outro fato omitido é que o emissário pessoal do John D. Rockefeller, George Kennan, passou vinte anos promovendo a atividade revolucionária contra o czar da Rússia segundo o livro Rape of the Constitution: Death of Freedom de Gyeorgos C. Hatonn. Quem financiou ao Kelman e por que? A que custo? Além do desejo de criar um monopólio globalizador tinha, John D. Rockefeller, alguma razão pessoal para desejar a queda do czar e apoiar a revolução? Depois, Rockefeller já não era nenhum adolescente idealista.


A resposta segue hoje tão atual como há cem anos: pelo petróleo! Antes da Revolução Bolchevique, a Rússia sucedeu aos Estados Unidos como o maior produtor de petróleo do mundo. [21] Em 1900, os campos de azeite de Bakú, na Rússia, produziam mais petróleo cru que todo os Estados Unidos e em 1902 mais da metade das extrações mundiais eram russas.


O caos e a destruição da revolução destruíram a indústria petrolífera russa. Em seu livro, Wall Street and the Bolshevik Revolution, o doutor Sutton escreve: «Por volta de 1922 a metade dos poços estavam parados» [22] e a outra metade apenas funcionava devido a falta de tecnologia para fazer os produtos.


A outra razão, que tampouco se menciona na biografia de Rockefeller, é a concorrência. Como afirma Gary Alien, «a revolução eliminou durante vários anos a concorrência russa de Standard Oil nos quais a empresa americana pôde mover as peças e fazer-se com parte do negócio do petróleo russo».



Movendo as peças do tabuleiro


Quando a revolução de 1905 fracassou, os banqueiros reagiram. Em seu livro, Rape of the Constitution; Death of Freedom, Gyeorgos C. Hatonn explica como «Lenin foi "armazenado" na Suíça até 1907 [fora de perigo]. Trotsky foi levado aos Estados Unidos, onde viveu sem pagar aluguel em uma propriedade da Standard Oil em Bayonne, Nova Jersey» [24] Como anedota, o doutor Anthony Sutton explica em Wall Street and the Bolshevik Revolution que Leon Trotsky visitou a Espanha depois de ser expulso da França, em setembro de 1916, por escrever artigos «incendiários» em um periódico parisino escrito em russo. Foi, segundo Sutton, «escoltado educadamente até a fronteira espanhola». Alguns dias depois, a polícia de Madrid deteve-o para interná-lo em uma «cela de primeira classe» a um preço de uma peseta e meia ao dia. Depois, Trotsky foi transladado ao Cádiz e depois à Barcelona, «onde finalmente subiu a bordo do Montserrat, um vapor da Companhia Transatlântica Espanhola. Trotsky e sua família cruzaram o Atlântico e desembarcaram em Nova Iorque em 13 de janeiro de 1917.


Quando o czar abdicou em 1916, Trotsky ─ com dez mil dólares de Rockefeller para gastos de viagem ─ foi conduzido ao Kristianiafiord (deixou Nova Iorque em 26 de março de 1917) com trezentos revolucionários comunistas de Nova Iorque. De onde tirou Trotsky seu passaporte? Quem o pagou? Quem lhe arrumou o trâmite e por que? Foi o mesmo Rockefeller quem conseguiu um passaporte especial para o Trotsky através de Woodrow Wilson, o presidente dos Estados Unidos, e enviou Lincoln Steffens, um comunista americano a serviço de Rockefeller, «co m ele para assegurar-se de que retornaria são e salvo à Rússia». [25]

Segundo arquivos desclassificados do Governo canadense, em 13 de abril de 1917, quando o navio se deteve no Halifax, funcionários do Serviço Secreto canadense e pessoal da marinha britânica levaram imediatamente ao Trotsky (sob instruções oficiais recebidas por cabograma de Londres em 29 de março de 1917) para confiná-lo em Amherst, Nova Escócia, como prisioneiro de guerra alemão. O cabograma advertia da presença de Trotsky em «Kristianiafjord [dizendo que deveria ser] retido à espera de mais instruções, [já que] esses socialistas russos viajam com o propósito de começar uma revolução contra o atual governo russo, em razão do qual, Trotsky levava consigo 10.000 dólares doados pelos socialistas».

Mas por que foi detido? «Porque o serviço secreto fora informado que Trotsky tiraria a Rússia da guerra, liberando assim aos exércitos alemães para atacar às tropas (...) da frente ocidental», matiza Eustace Mullins. [26]


O que aconteceu depois, assemelha-se ao clima político atual no erroneamente chamado o «Canadá Livre». Como no Canadá de hoje ─ a influência dos Rockefeller está atrás dos movimentos separatistas de Quebec, os políticos de então estavam sob a influência da família Rockefeller.


Gyeorgos C. Hatonn no já citado livro Rape of the Constitution; Death of Freedom explica: «O primeiro-ministro Lloyd George enviou ordens urgentes, por cabo, de Londres ao Serviço Secreto canadense para que liberassem imediatamente ao Trotsky, mas aquele fez caso omisso. Trotsky foi finalmente liberado graças à intervenção de um dos escravos mais fiéis ao Rockefeller, o ministro canadense Mackenzie King, um antigo "especialista em laborismo" dos Rockefeller. King obteve pessoalmente a liberação de Trotsky e destacou-o como emissário dos Rockefeller com a missão de ganhar a Revolução Bolchevique. Portanto, o doutor Annand Hammer, que proclamava em voz alta sua influência na Rússia, como am igo do Lenin, teve um papel insignificante, em comparação com o respaldo que deu Rockefeller ao comunismo mundial.»


Por que o implacável John D. Rockefeller apoiou ao Trotsky? Porque Trotsky, o revolucionário bolchevique, como John D. e o resto de sua família advogava pela «revolução e pela ditadura mundial, por sua uniformidade ideológica e seu compromisso com o internacionalismo liberal. Os bolcheviques e os banqueiros, então, têm algo em comum: o internacionalismo», explica uma e outra vez Anthony Sutton. Tanto Alien como o doutor Sutton chegam a mesma conclusão: a revolução e as finanças internacionais têm os mesmos objetivos comuns: a erradicação dos poderes descentralizados, muito mais difíceis de controlar, e o estabelecimento de um Governo Mundial Único, um monopólio do poder que se perpetue no tempo.
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Graças ao heróico trabalho das outras impressionantes obra do doutor Sutton, as provas da implicação dos Rockefeller na «organização, patrocínio e apoio à revolução bolchevique são tão inumeráveis e avassaladoras que simplesmente não admitem discussão». [27]

Possivelmente, poderia resumir o grau de crueldade com um exemplo: «Para os Rockefeller o socialismo não é um sistema para redistribuir a riqueza (e muito menos para redistribuir sua própria riqueza), senão um sistema para controlar às pessoas e à concorrência. O socialismo, põe todo o poder nas mãos do governo. E como os Rockefeller controlam os governos, isso significa que eles têm o controle. de fato, mesmo que você não saiba, não significa que eles não saibam!» [28] Como curiosidade, Trotsky se casaria depois com a filha de um dos banqueiros mais ricos, Livotovsky, quem também respaldou a Revolução Bolchevique.



 


Tecnologia americana nas mãos dos comunistas


Em 1926, a Standard Oil de Nova Iorque, do Rockefeller, e sua subsidiária, a Vacuum Oil Company, através do Chase National Bank, [29] «fechou um acordo para vender petróleo soviético nos países europeus». [30] Nesse momento se informou que John D. Rockefeller fazia um empréstimo aos bolcheviques de 75 milhões de dólares, «parte do preço do acordo». Como resultado do trato, diz Alien, «em 1927, o sócio secreto da Rússia, a Standard Oil de Nova Iorque, construiu uma refinaria de petróleo na Rússia». Portanto, John D. Rockefeller, conclui o autor, o caudilho do capitalismo, ajudou «à recuperação da economia bolchevique». O Governo dos Estados Unidos não reconheceu oficialmente ao Estado soviético até 1933. Como é possível que cidadãos privados, por mais ricos e influentes que sejam, tenham colaborado com o regime soviético assassino, quando isso ia, explicitamente, contra da lei, segundo o Congresso dos Estados Unidos? Além disso, não eram só cidadãos privados os que colaboraram na criação do monopólio soviético, mas sim, mesmo o presidente Wilson aprovou tal colaboração. O doutor Sutton acrescenta em seu livro, «este foi, o primeiro investimento dos Estados Unidos na Rússia da revolução».


Isto é o que o congressista dos Estados Unidos Louis McFadden, presidente do Comitê Bancário da Câmara de Representantes, que se opôs corajosamente aos manipuladores do sistema da Reserva Federal na década de 1920 e 1930, tinha que dizer em um discurso aos congressistas em 10 de junho de 1932: «Abram os livros do Amtorg, a organização comercial do Governo soviético em Nova Iorque; os do Gostorg, o escritório geral da Organização do Comércio Soviético; e os do Banco Estatal da URSS, e se surpreenderão de quanto dinheiro americano saiu do Tesouro dos Estados Unidos em benefício da Rússia. Averíguem que transações se efetuaram entre o Banco Estatal da URSS e o Chase Bank de Nova Iorque (Rockefeller).» Como nota à parte cabe assinalar que a persistente oposição do McFadden à Reserva Federal, uma entidade ilegal que control a o Tesouro dos Estados Unidos, custou-lhe três atentados. Finalmente, morreu em condições ainda não esclarecidas.

Como se sentiria se lhe dissessem que os Estados Unidos financiaram e ajudaram a construir o imponente poder dos soviets, o mesmo estado comunista que assassinou a uns setenta milhões de seus cidadãos? E que o poder na sombra responsável por isso era também a primeira família banqueira dos Estados Unidos que representa os ideais da sociedade capitalista? Que os Estados Unidos transferiram secretamente à Rússia a tecnologia mais sofisticada e cara do momento, para assim criar um inimigo visível, para justificar os novos métodos de coerção e terror; e agora o fazem com a China, as custas de seus próprios compatriotas?

Tristemente, tudo isso forma parte do grande desenho da Nova Ordem Mundial. Para conseguir o Governo Mundial Único, controlado pelos globalizadores, devem unir-se diferentes nações. Para que o público geral aceite inicialmente os «benefícios» do Governo Mundial Único/CE, deve vender a idéia de que tal união tem vantagens e benefícios, como que o bloco de comércio livre não suporá uma perda de soberania. O problema é que já hoje perdemos nossa soberania. O CE invadiu todos os aspectos de nossa vida, atando-nos uns tratados desconhecidos, umas leis e umas regulações obscuras, muito difíceis de compreender. O Tratado de Maastricht é muito complexo e para entendê-lo minimamente deve ler-se em conjunçã o com o Tratado de Amsterdam, o Tratado de Roma e a Lei Única Européia. Será que os membros das Cortes tiveram tempo e os conhecimentos necessários para estudá-los? Quantos sabem realmente o que implicam? Como ilustração só direi que no debate parlamentário, que houve na Inglaterra, a respeito dos tratados mencionados (um passo que supunha, nada menos, que subtrair as liberdades aos cidadãos, para transferí-las ao organismo europeu), deu aos membros do Parlamento britânico um resumo de duas páginas de ditos tratados e supõe-se que deveriam tomar uma decisão que se baseasse nesse único material.


 


Como se crê nessa cacarejada igualdade entre nações e simultaneamente se converte aos Estados Unidos em uma província mais da Nova Ordem Mundial? Em primeiro lugar, usando o dinheiro dos contribuintes, o saber tecnológico e, tal como explica Gary Alien, «o equipamento do que só a gente dispõe, para alimentar à concorrência, e ao mesmo tempo, usar todas as matreiras estratégias imagináveis para debilitar e empobrecer a seu país» [31]; ao mesmo tempo, que se fortalece ao inimigo, assusta-se à população dizendo-lhe que a cooperação é necessária porque sem acordos bilaterais o inimigo atacar-nos-á.

Agora já sabe por que, da Revolução Russa ─ que não foi um levantamento espontâneo ─ [32] os defensores da Ordem Mundial defenderam e efetuaram as políticas dirigidas a incrementar o poder da União Soviética. Em essência, a Comissão Trilateral de Rockefeller foi fundada para acelerar a consecução do objetivo globalizador.

O professor Anthony Sutton, o maior perito no estudo da contribuição da tecnologia ocidental à criação do Estado Soviético, oferece uma evidência irrefutável, [33] de que a capacidade industrial e militar soviética plasmada em «caminhões, aviões, petróleo, ferro, petroquímicas, alumínio, ordenadores e demais, foi construída, às custas dos contribuintes americanos, para benefício da União Soviética, o mesmo país que tinha jurado destruir aos Estados Unidos. Tudo com o propósito de fabricar um inimigo e criar a paridade que permitiria, eventualmente, a convergência em um Superestado, conhecido como Governo Mundial Único». Como diz Gary Alien, «ninguém tentou sequer refutar as fortes palavras desse estudioso chamado Sutton ». [34]


Em Wall Street and the Bolshevik Revolution, Surton, afirma: «A tecnologia soviética não existia na realidade. 90-95 % procedia direta, ou indiretamente, dos Estados Unidos e seus aliados.» Quantos bilhões gasta os Estados Unidos para defender-se contra um inimigo fantasma, criado, alimentado e mantido por eles mesmos? Os custos justificam os meios? Supostamente sim! Recorde, a Grande Fusão será controlada pelo mesmo Grupo Bilderberg-CFR-CT que está orquestrando entre os bastidores os blocos regionais e as uniões monetárias «temporários» .

«Embora pareça estranho ─ reflete Surton ─ parece que os Estados Unidos querem que o inimigo continue inimigo.» Sem um inimigo visível e justificável, nenhuma população, apesar da manipulação, cederá voluntariamente seus direitos e liberdades individuais. Sutton oferece milhares de provas documentadas de seus achados. Por exemplo, a Marinha Mercante Soviética, no momento de escrever seu livro, era a maior do mundo, com 6.000 navios. Anthony Sutton declarou em 1972 ante um subcomitê do Partido Republicano para dizer: «Uns dois terços foram inteiramente construídos fora da União Soviética e quatro de cada cinco motores desses navios foram construídos também fora do país.

E continua Sutton, «todos os automóveis, caminhões, [armas, tanques, aviões] e tecnologia soviética procede do Ocidente. A organização Gorki, construída pelas empresas Ford e Austin, produziu a maior parte dos caminhões utilizados para levar o armamento subministrado pelos soviéticos ao Ho Chi Minh. As empresas de automóveis também podem utilizar-se para construir tanques. A mesma organização Gorki, sob o disfarce de um "comércio pacífico", produziu em 1964 o primeiro sistema antitanque guiado. Os soviéticos têm a maior montadora de ferro e aço do mundo. Foi construída pela Corporação McKee. É uma cópia de uma fábrica de aço de Indiana, nos Estados Unidos». [36]


 


Surton sustenta que o governo dos Estados Unidos é responsável direto pelo assassinato de 100.000 soldados americanos, mortos por meio de tecnologia americana, como afirma de maneira cortante: «A única resposta de Washington e da Administração [dos Estados Unidos] é esforçar-se para esconder o escândalo.» [37]

Nada do que digo tem sentido, se acreditarem nas mentiras propagadas pelo poder a respeito dos «malvados» comunistas. A não ser, é óbvio, que o comunismo seja um chamariz necessário, a ferramenta de uma conspiração muito maior para deixar o mundo nas mãos de multimilionários ávidos de poder, então tudo aparece perfeitamente lógico. [38]

Rockefeller, entretanto, não é absolutamente um poder independente. Como explica Eustace Mullins em Murder by Injection: The Medical Conspiracy against America, «os Rockefeller operam sob esferas de influência claramente definidas. As organizações "caridosas", as empresas e os grupos de influência política, trabalham sempre conjuntamente. Nenhum departamento do Grupo toma iniciativas por si mesmo ou formula uma política independente. Não há justificação para isso, porque tudo funciona sob o controle da estrutura financeira mundial, o que significa que, qualquer dia, toda a abundância de uma pessoa ou organização pode ver-se reduzida a zero, mediante uma hábil manipulação financeira. Este é o controle final que assegura que ninguém possa sair da organização. Não só lhe retirariam todos os seus recursos, mas também, entraria imediatamente na lista de um capanga». [39]

O congressista Larry McDonald, em seu prólogo ao livro O expediente Roekefeller, escreveu: «Esta é uma exposição concisa e arrepiante, da que foi certamente a história mais importante de nosso tempo: a idéia dos Rockefeller e seus aliados de criar um Governo Único Mundial que combine o super-capitalismo e o comunismo sob um mesmo teto, tudo sob seu controle [...] os Rockefeller e seus aliados levam ao menos cinqüenta anos seguindo um cuidadoso plano para controlar os Estados Unidos e o resto do mundo; fazendo-se com o poder político através de seu poder econômico.» Em 31 de agosto de 1983, McDonald morreu em um «acidente» a bordo de um avião comercial do Korean Airlines 007 em espaço aéreo soviético. < /p>
__________________________


Zbigniew Brzezinski, former national security advisor, admitted in a video interview that unelected private interests, think tanks and power brokers circumvent the system and write policy as well as manipulate & influence world affairs

 


Posted on January 19th, 2010 by David-Crockett
http://www.oilforimmigration.org/facts/?p=5233
http://www.youtube.com/watch?v=WzX62zhZjf8&feature=player_embedded

 

Olavo de Carvalho- O Brasil perante os conflitos da Nova Ordem Mundial

http://youtu.be/DNGkOCi9Zi8

 

 

 

publicado por conspiratio às 23:45
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